Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Escotoma intelectual e insensibilidade moral criminosa

“A mentalidade revolucionária não é um conjunto de crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa.

É uma doença mental no sentido mais estrito e clínico do termo, correspondente àquilo que o psiquiatra Paul Sérieux descrevia como delírio de interpretação.”


Diário do Comércio, 11 de dezembro de 2008

Autor: Olavo de Carvalho (http://www.olavodecarvalho.org)

Link: http://www.olavodecarvalho.org/semana/081211dc.html


Sobre o autor (
http://www.olavodecarvalho.org/bio.htm):


“...A tônica de sua obra é a defesa da interioridade humana contra a tirania da autoridade coletiva, sobretudo quando escorada numa ideologia "científica". Para Olavo de Carvalho, existe um vínculo indissolúvel entre a objetividade do conhecimento e a autonomia da consciência individual, vínculo este que se perde de vista quando o critério de validade do saber é reduzido a um formulário impessoal e uniforme para uso da classe acadêmica. Acreditando que o mais sólido abrigo da consciência individual contra a alienação e a coisificação se encontra nas antigas tradições espirituais — taoísmo, judaísmo, cristianismo, islamismo —, Olavo de Carvalho procura dar uma nova interpretação aos símbolos e ritos dessas tradições, fazendo deles as matrizes de uma estratégia filosófica e científica para a resolução de problemas da cultura atual. Um exemplo dessa estratégia é seu breve ensaio Os Gêneros Literários: Seus Fundamentos Metafísicos, onde se utiliza do simbolismo dos tempos verbais nas línguas sacras (árabe, hebraico, sânscrito e grego) para refundamentar as distinções entre os gêneros literários. Outro exemplo é sua reinterpretação dos escritos lógicos de Aristóteles, onde descobre, entre a Poética, a Retórica, a Dialética e a Lógica, princípios comuns que subentendem uma ciência unificada do discurso na qual se encontram respostas a muitas questões atualíssimas de interdisciplinariedade (Uma Filosofia Aristotélica da Cultura — Introdução à Teoria dos Quatro Discursos). Na mesma linha está o ensaio Símbolos e Mitos no Filme "O Silêncio dos Inocentes" ("análise fascinante e — ouso dizer — definitiva", segundo afirma no prefácio o prof. José Carlos Monteiro, da Escola de Cinema da Universidade Federal do Rio de Janeiro) que aplica a uma disciplina tão moderna como a crítica de cinema os critérios da antiga hermenêutica simbólica...”

The Ten Commandments According to Obama

After observing Obama on the campaign trail and during his first six months in office, we have concluded that our President lives and governs according to his own set of "Ten Commandments." They're certainly NOT the Ten Commandments you learned in Sunday School. In fact, many are the direct opposite! To prove that our conclusions are correct, you will find a link to source documentation for each commandment on the Patriot Update web site.



I. Thou shalt have no God in America, except for me. For we are no longer a Christian nation and, after all, I am the chosen One. (And like God, I do not have a birth certificate.) SOURCE

II. Thou shalt not make unto thee any graven image, unless it is my face carved on Mt. Rushmore. SOURCE


III.
Thou shalt not utter my middle name in vain (or in public). Only I can say Barack Hussein Obama.
SOURCE


IV.
Remember tax day, April 15th, to keep it holy.
SOURCE


V.
Honour thy father and thy mother until they are too old and sick to care for. They will cost our public-funded health-care system too much money.
SOURCE


VI.
Thou shalt not kill, unless you have an unwanted, unborn baby. For it would be an abomination to punish your daughter with a baby.
SOURCE


VII.
Thou shalt not commit adultery if you are conservative or a Republican. Liberals and Democrats are hereby forgiven for all of their infidelity and immorality, but the careers of conservatives will be forever destroyed.
SOURCE


VIII.
Thou shalt not steal, until you've been elected to public office. Only then is it acceptable to take money from hard-working, successful citizens and give it to those who do not work, illegal immigrants, or those who do not have the motivation to better their own lives.
SOURCE


IX.
Thou shalt not discriminate against thy neighbor unless they are conservative, Caucasian, or Christian.
SOURCE


X.
Thou shalt not covet because it is simply unnecessary. I will place such a heavy tax burden on those that have achieved the American Dream that, by the end of my term as President, nobody will have any wealth or material goods left for you to covet.
SOURCE

Que é o Foro de São Paulo?

Que é o Foro de São Paulo?
por Alejandro Peña Esclusa em 16 de outubro de 2002


Alejandro Peña Esclusa, presidente da Força Solidária - que organizou as passeatas-monstro contra Hugo Chávez - denuncia: o Foro de São Paulo vive de narcotráfico, seqüestro, assalto a banco e roubo de gado.


© 2002 MidiaSemMascara.org

Interrogado pelos jornalistas, Raúl Reyes, líder guerrilheiro colombiano, admitiu em sua recente visita à Venezuela que as FARC formam parte do chamado Foro de São Paulo. Vejamos a que se referia.

Depois da queda do Muro de Berlim em 1989 e da derrubada do comunismo na ex-União Soviética, Fidel Castro decidiu substituir o apoio que recebia do Bloco Oriental pelo de uma transnacional latino-americana.

Aproveitando o poder parlamentar que tinha o Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil, Fidel Castro convocou em 1990, junto com Luis Inácio “Lula” da Silva, todos os grupos guerrilheiros da América Latina a uma reunião na cidade de São Paulo. Além do próprio PT e do Partido Comunista de Cuba, acudiram ao chamado o Exército de Libertação Nacional (ELN) e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC); a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua; a União Revolucionária Nacional da Guatemala (URNG); a Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) de El Salvador; o Partido da Revolução Democrática (PRD) do México; e várias dezenas mais de grupos guerrilheiros e partidos de esquerda da região que iam se juntando ao longo dos anos, como o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) do México. Alí decidiram formar uma organização que se auto-denominou Foro de São Paulo.


Para dirigi-lo centralizadamente, criaram um Estado Maior civil, dirigido por Fidel Castro, Lula, Tomás Borge e Frei Betto, entre outros, e um Estado Maior militar, comandado também pelo próprio Fidel Castro, o líder sandinista Daniel Ortega, e no qual tem um papel importante o argentino Enrique Gorriarán Merlo. Gorriarán Merlo foi fundador do Exército Revolucionário do Povo (ERP) e posteriormente do Movimento Todos pela Pátria (MTP). Gorriarán Merlo é o autor do ataque terrorista de janeiro de 1989 ao regimento de infantaria La Tablada, em Buenos Aires, no qual morreram 39 pessoas, e foi quem encabeçou a esquadra que assassinou Anastasio Somoza em Assunção, Paraguai, em setembro de 1980. Gorriarán Merlo também organizou a maquinaria militar do Movimento Revolucionário Tupac Amaru (MRTA), o mesmo que há três anos e meio tomou a residência do embaixador japonês em Lima.


O Foro de São Paulo tem um sistema de comunicação permanente, e até produz uma revista trimestral própria, denominada América Libre (Cavaleiro do Templo: com Chico Buarque, Stédile e outros lixos brasileiros metidos no meio, clique aqui). Estabeleceu uma forma sólida e permanente de financiamento, baseada em sequestro, roubo de gado, cobrança de impostos, assaltos a bancos, pirataria, narcotráfico e demais atividades ilegais que rotineiramente praticam os grupos guerrilheiros na América Latina.


Tendo em vista que o marxismo dos anos sessenta já estava caduco e desprestigiado, os diretores do Foro de São Paulo decidiram adotar formalmente diversos disfarces: um foi o do indigenismo, ou a suposta luta pelos direitos dos indígenas, para encobrir a formação de grupos guerrilheiros (Exército Zapatista de Libertação Nacional), e também a promoção do separatismo, argumentando que os territórios ocupados pelas tribos indígenas são próprios e não do Estado nacional. Outro foi o do ecologismo radical que, alegando a proteção do meio ambiente, justificou a ação de terroristas que obstaculizaram o avanço do Estado em obras públicas de infraestrutura como rodovias e tensão elétrica. E finalmente, o de uma versão extremista da chamada Teologia da Libertação (Frei Betto, Leonardo Boff, Paulo Evaristo Arns), com o objetivo de dividir a Igreja Católica e justificar a violência com argumentos supostamente cristãos.


Segundo um informe da AP, datado em Montevidéo, Hugo Chávez se inscreveu no Foro de São Paulo em 30 de maio de 1995. Isto foi confirmado por Pablo Beltrán, líder do ELN, em uma entrevista realizada pela Globovisión em 17 de novembro de 1999.


Financiamento do narcotráfico


Há quatro anos o investigador colombiano Jesús E. La Rotta publicou um livro intitulado As Finanças da Subversão Colombiana, no qual revela os resultados de suas investigações sobre as fontes de financiamento das FARC, do ELN e do EPL.


Fazendo uso de numerosos gráficos e tabelas, La Rotta identifica seis formas ou modos gerais por meio dos quais os guerrilheiros colombianos obtêm entrada de dinheiro, a saber: a extorsão em menor escala, como os impostos, o bilhete e a cobrança de pedágios, de onde obtêm um total de 1.030 milhões de dólares ao ano; a extorsão em grande escala a empresas nacionais e multinacionais nos diversos setores como o petroleiro, agrícola, pecuário, industrial, comercial e financeiro, de onde arrecadam 5.270 milhões de dólares anuais; o abigeato ou roubo de gado, de onde recolhem 270 milhões de dólares anualmente; os assaltos, por meio dos quais conseguem 400 milhões de dólares ao ano; a pirataria, seja terrestre, fluvial, marítima ou aérea, que lhes rende 150 milhões de dólares em depósitos anuais e, finalmente, o narcotráfico, de onde obtêm 1.130 milhões de dólares ao ano. Tudo isso soma oito mil duzentos e cinquenta (8.250) milhões de dólares ao ano, cifra muito superior aos orçamentos de todas as Forças Armadas Nacionais de todos os países andinos.


Todavia, La Rotta admite que se tratam de cifras de 1994, e explica que “os grupos subversivos, em particular as FARC e o ELN, entraram em franco processo de substituição dos cartéis da droga desmantelados e que, cumprido tal processo, se fechará o círculo do enriquecimento quando incorporarem em plenitude o produto global do narcotráfico, que pode representar-lhes depósitos de dinheiro superiores”.


Poucos meses depois de haver-se publicado o livro de La Rotta, saiu o livro O Cartel das FARC, elaborado por major colombiano Luis Alberto Villamarín Pulido, o qual alega que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia constituem o terceiro e mais poderoso cartel das drogas.


Embora já existissem provas da vinculação do ELN e das FARC com o narcotráfico, os documentos retidos em 31 de janeiro de 1996 das quadrilhas 14 e 15 das FARC, por tropas da Brigada 12 em Paujil (Caquetá), comprometem ainda mais os guerrilheiros com o tráfico de drogas: aparecem as frequências de VHF e inúmeros telefonemas dos capos do Cartel de Cali, assim como atas de reuniões entre as FARC e os narco-traficantes.


O livro está cheio de afirmações impressionantes, como esta: “A infraestrutura do cartel das FARC tem todos os elementos de organização e controle próprios dos bandos de mafiosos que inundam o mundo civilizado com o tráfico ilícito de cocaína, com o agravante de que ameaçam camponeses, envolvendo-os com as milícias bolivarianas e o partido comunista clandestino. A ação dos delinquentes do cartel das FARC ultrapassa as fronteiras nacionais”.


Alejandro Peña Esclusa é o presidente da Fuerza Solidaria, a ONG que organiza os protestos populares contra o governo Hugo Chávez na Velezuela.


Tradução: Graça Salgueiro


http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=145 (obs.: este link está, agora, fora do ar)

Intervencionismo - Ludwig von Mises

Fonte: LIVRARIA VIRTUAL DO SUPER BLOG LIBERTATUM

Baixei o livro INTERVENCIONISMO de Ludwig von Mises na Livraria Virtual do super blog Libertatum deste gigante, o Klauber Cristofen Pires. Recomendo TODOS que estão lá, o link da livraria é este:

Veja o prefácio abaixo.

| CLUBE DO LIVRO LIBERAL


PREFÁCIO DO EDITOR NORTE-AMERICANO


INTERVENCIONISMO


Ludwig von Mises
viveu uma longa vida - de 1881 a 1973. Nasceu no que então era o Império Austro-Húngaro, e durante muitos anos foi o principal porta-voz da Escola Austríaca de Economia. A teoria da escola austríaca difere de outras correntes de pensamento econômico por não lidar com agregados, números globais ou dados históricos. Sua abordagem é feita a partir da micro, e não da macroeconomia, e ela procura explicar os fenômenos econômicos a partir das ações individuais, do valor subjetivo que cada participante do mercado atribui a um determinado bem ou serviço. A visão austríaca da economia e a de um gigantesco leilão, onde cada participante esta sempre fazendo um lance para adquirir os bens e serviços que deseja e, ao mesmo tempo, oferecendo algo de que disponha em troca. Partindo da ação individual, passo a passo, com raciocínio lógico, Mises e seus companheiros da escola austríaca foram capazes de explicar a evolução gradual de preços, salários, moeda, produção, comercio, e assim por diante.


Mises foi prolífico. Escreveu inúmeros livros e artigos. Viajou por toda a Europa, fazendo conferências, e adquiriu uma reputação internacional como defensor do capitalismo e ardoroso crítico do intervencionismo. Entretanto, seus argumentos foram abafados pela enorme popularidade das doutrinas macroeconômicas de John Maynard Keynes, cujas propostas de intervenção do governo para fazer gastos públicos tinham grande aceitação entre os políticos.


Mises deixou Viena, indo para a Suíça antes de Hitler ocupar a Áustria. Lecionou no Instituto de Estudos Internacionais em Genebra ate 1940, quando então emigrou para os EUA. Tinha conseguido estabelecer uma boa reputação na Europa. Mas quando chegou aos EUA aos 59 anos era um estranho, numa terra em que ninguém o conhecia, tendo, portanto, que começar praticamente da estaca zero. Foi logo designado pelo National Bureau of Economic Research para escrever o texto deste livro.


Quem já conhece os outros livros de Mises não ira encontrar nada de especialmente novo neste texto. Mises era um critico contumaz da intervenção do governo, e apontava suas conseqüências, que impediam os indivíduos de realizar os seus vários objetivos. Não obstante, em nenhum de seus outros textos conseguiu explicar de forma tão simples e tão clara os inconvenientes da intervenção governamental.


Mises escreveu este livro -
Interventionism: an Economic Analysis 1 - na sua língua nativa, o alemão. Depois de ser traduzido pelos Drs. Thomas McManus e Heinrich Bund, ele deu o texto como "pronto para publicação". Entretanto, aparentemente, nada foi feito, e o manuscrito desapareceu. Para satisfazer suas necessidades Mises continuou a escrever e a fazer conferências. Em 1944 foram publicados Bureaucracy e Omnipotent Government. Em 1945 foi indicado coma professor-visitante na Graduate School of Business Administration da Universidade de Nova Iorque, e começou novamente a lecionar. Em 1946 passou a trabalhar na Foundation for Economic Education como um assessor em tempo parcial. Muitos outros livros, a partir de então, foram publicados, especialmente sua obra magna, Human Action 2, em 1949.


Este livro,
Intervencionismo, foi escrito em 1940, antes de os EUA entrarem oficialmente na Segunda Guerra Mundial. Nele Mises apresenta sua penetrante percepção da economia de guerra da Alemanha de Hitler e da Itália de Mussolini. Critica os governos aliados de antes da guerra por terem favorecido o socialismo e o intervencionismo em detrimento dos métodos de produção capitalistas. Na realidade, ele atribui a falta de preparação militar dos aliados ao fato de terem se deixado influenciar pela propaganda anticapitalista e por terem preferido condenar os lucros decorrentes da guerra em vez de se preparar para combatê-la. "Quando as nações capitalistas, em tempos de guerra, deixam de utilizar a superioridade industrial que o seu sistema econômico lhes proporciona, sua capacidade de resistir e suas chances de vitória ficam consideravelmente reduzidas... A derrota da Franca e a destruição das cidades inglesas foi o primeiro preço pago em conseqüência das medidas intervencionistas impedindo a existência de lucros de guerra."


Ao longo de sua carreira, Mises sempre procurou mostrar que, na sua luta pela sobrevivência, os indivíduos enfrentam riscos e incertezas. Tem que superar inúmeros obstáculos, tanto os naturais como os criados pelo próprio homem.


Catástrofes naturais, como terremotos, inundações, furacões, deslizamentos de terra, avalanches e incêndios, podem interromper os nossos planos. Catástrofes provocadas pelo homem, tais come guerras, roubos, fraudes e intervenções do governo, também podem interromper os nossos planos. Em relação aos obstáculos que a natureza coloca no seu caminho, os homens não tem alternativa a não ser lidar com eles da melhor maneira possível. Em relação aos obstáculos criados pelo próprio homem, entretanto, a situação e diferente: existem alternativas. Existe a possibilidade de evitá-los e/ou eliminá-los.


Ao explicar como funciona o mercado, Mises critica as intervenções do governo — controles, regulamentação, restrições, privilégios e subsídios para alguns a custa de outros. Ele sempre procurou mostrar, como faz neste livro, que embora implementadas com a melhor das intenções, essas intervenções governamentais acabam gerando urna situação que os seus próprios defensores consideram pior do que a situação anterior que pretendiam melhorar. Não obstante, explica ainda Mises, tendo tais obstáculos sido criados pelo homem, podem ser evitados e eliminados — uma vez que as pessoas percebam que o governo não deveria interferir na inter-relação pacífica das pessoas.


Mises também procurou mostrar que o papel do governo devia ser limitado. O governo deveria proteger igualmente a vida e a propriedade de todas as pessoas sob sua jurisdição. Deveria arbitrar as disputas entre os indivíduos de forma a assegurar, na medida do possível, a mesma justiça para todos. Fora disso, deveria apenas assegurar a liberdade para que cada um pudesse buscar o seu próprio destino. E um fato auspicioso que esse manuscrito, que explica de forma tão clara esses princípios básicos, tenha sido agora encontrado entre seus papéis e, por meio desta publicação, esteja sendo colocado a disposição do público.


Bettina Bien Greaves

Outubro, 1997


_____________________

1 A despeito do titulo parecido, o livro de Mises Critique of interventionism (1929; tradução inglesa, 1977) é um livro bastante diferente deste. Aquele é uma antologia de artigos criticando as doutrinas e propostas intervencionistas formuladas nos anos 20; este é urna exposição clara e simples sobre a teoria da interferência governamental. (N. do E.)


2 Traduzido para o português pelo Instituto Liberal sob o título Ação humana — um tratado de economia. (Ni do T.)

Por que eu não vou colaborar com o Criança-Esperança

Fonte: LIBERTATUM

QUARTA-FEIRA, SETEMBRO 02, 2009



Por Klauber Cristofen Pires



Pode parecer pura ranhetice. Quer saber? É mesmo. Ainda assim, prefiro ser ranzinza que idiota. Mas vamos ao que interessa, e antes de me venham com aquele ar de indignada surpresa e um “- O quê? Você não vai ajudar as crianças pobres?”, vou mencionar só dois dos tais de mais de cinco mil projetos que este empreendimento vem executando à custa da boa-fé das pessoas.

Em uma das chamadas, a emissora global mostra um projeto em que marmanjos são incentivados a andar com as cuecas à mostra e imitar trejeitos de um orangotango. Alega que isto os tem feito se afastar da criminalidade. Como é que um sujeito que é ensinado a se vestir como um marginal, a cantar músicas que malham a polícia e a sociedade que trabalha (e doa recursos para estes debilóides serem adulados), e a executar uma coreografia que mais parece uma aula de pugilismo vai se tornar um homem sério, estudioso e responsável, é algo que dificilmente alguém há de me convencer. Até lá, não solto um tostão.

Em outra, crianças de uma favela também são retiradas do mundo cruel e violento, e aprendem dança, representação, artes feitas com lixo (garrafas pet, papelões de caixas e outros materiais do gênero). Aqui em Belém, o prefeito Edmilson Rodrigues (tinha de ser do PT), também inventou uma destas escolas-de-enxugar-gelo, chamada “Escola-Circo”. O resultado hoje pode ser comprovado em cada esquina, com um coitado enganado na vida pensando que engolir fogo ou jogar pesos pra cima em troca de uma esmola é fazer alguma coisa que preste. Ahh que bom, se tudo o que todas as pessoas pudessem fazer para crescer na vida fosse aprender a ser artista.

Em tempo: por acaso algum destes jovens já foi aproveitado em alguma novela global? Há algum tempo atrás eu conheci um jovem egresso de um programa para o qual eu realmente aplaudo: trata-se da Fundação Bradesco. Pois, este banco – esta instituição tão mal afamada neste país – pegou este jovem, patrocinou-lhe um bom estudo, inclusive com custeio de material escolar, uniformes e auxílio com transporte, e ao cabo, devido ao seu continuado bom rendimento, garantiu-lhe um emprego. Atualmente este rapaz trabalha em uma das agências Bradesco (e não é um destes empreguinhos pra gente carente com a baixa-estima em alta não – é um posto com bastante responsabilidade!), estuda na faculdade e em breve, devido a este nível superior que há de galgar, seguramente receberá boas promoções.

Agora, vem o meu caso contra tudo o Campanha-Esperança: por décadas, a Globo vem incentivando os jovens a se afastarem dos seus pais, e a rebelarem-se contra estes “quadrados e caretas”. Por décadas, tem estimulado a alijá-los de oportunidades de aprenderem – com os próprios pais ou com terceiros - ofícios verdadeiramente úteis. Por décadas, as suas novelas e seus programas politicamente corretos têm contribuído para fazer da juventude um bando – no sentido mais preciso do termo, que signifique uma massa de seres desprovida de qualquer relação com a civilização. Por décadas, as pessoas honestas e os valores cristãos têm sido representados por personagens escandalosos, dissimulados, ardilosos e hipócritas, enquanto os criminosos, macumbeiros e desajustados em geral o foram por seus contra-pares equilibrados, sensatos, justos e idealistas. Por décadas, a Globo tem estado ao lado dos traficantes e contra o armamento pela população trabalhadora e ordeira, estimulando a aceitação da população para que a marginalidade hoje detenha o status de poder governante nas favelas do Brasil inteiro.

Conclusão: depois de fazerem os jovens que estavam, por assim dizer, em um navio grande e seguro, jogarem-se na água infestada de tubarões, agora vêem com um bote salva-vidas “furreco” alardeando a todo o mundo que estão os salvando! Eu vejo isto. E você, não?

Llegará a Brasil método cubano de alfabetización

Fonte: CUBADEBATE
26 MAYO 2009

Cavaleiro do Templo: na mesma linha dos dois artigos anteriores onde pretendo demonstrar a "obra fecal" produzida pelos revolucionários, parto agora para a educação. No artigo reproduzido abaixo um site cubano diz que a "educação bolivariana" chegará ao Brasil. Pergunta básica: quem não teve educação alguma ou como diz Olavo de Carvalho não completou seus estudos pode determinar a educação de alguém? E não pensemos que os assessores e partidários do "prêzidemti" são melhores em educação do que ele, lembrem-se de Top-Top Garcia, do relaxa e goza, dos currículos inexistentes da Dilma, Celso Amorim e Mercadante, do reitor na Bahia que acha que quem nasce na Bahia tem uma raça, a (suponho) raça baiana, só para citar alguns. Não me espanta a "educação bolivariana" estar na Bahia, portanto. Nesta "educação" não se fala em mérito, claro que não. Não se fala na ELITE INTELECTUAL DA HUMANIDADE, só a revolucionária, a ralé espiritual, mental e social do mundo. É isto. Crianças mais imbecilizadas do que se vê nos vídeos abaixo. Seres imprestáveis que vão, evidentemente, pois este é o objetivo, depender do estado revolucionário para sobreviver, como acontece em Cuba, China e Coréia do Norte. Se o brasileiro adulto não se move da cadeira por conta do que acontece consigo, deveria mover-se por seus filhos, se existe algum amor pelos mesmos.



La Habana, 26 may (AIN) El método cubano de alfabetización Yo sí puedo llegará el próximo mes de julio al estado brasileño de Bahía, por medio de un grupo de capacitadores de la República Bolivariana de Venezuela.

Los venezolanos prestarán en ese territorio brasileño su asesoría para llevar a cabo la alfabetización de unas 20 mil bahianos antes de que concluya el 2009, y un millón de personas para finales de 2010, señala hoy el rotativo Juventud Rebelde.

Adeum Sauer, secretario de Educación de la Gobernación de Bahía, dijo que el Gobierno de ese estado se nutrirá de las experiencias del plan de alfabetización que se implementó en Venezuela, mediante la Misión Robinson, que usó el ya internacional método “Yo sí puedo”.

En el caso de Venezuela, y gracias a la colaboración de educadores cubanos y la voluntad del Gobierno bolivariano, fueron alfabetizadas 3,5 millones de personas entre el 2003 y el 2007, tras lo cual la nación recibió la certificación de territorio libre de analfabetismo otorgada por la UNESCO, un logro que en toda América Latina solo había alcanzado antes Cuba.

Luego, se sumó Bolivia y, dentro de muy poco, Nicaragua alcanzará igual resultado.

La iniciativa del estado brasileño se concretará tras la firma de una carta de intención que tiene previsto suscribir el Gobierno bahiano con la República de Venezuela, como parte de los convenios que esta última nación ha firmado con Brasil.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

"Ditadura do relativismo mortifica a razão", diz Bento XVI

6 DE agosto 2009

Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Mundo

ROMA, quarta-feira, 5 de agosto de 2009 (ZENIT.org) - Ao apresentar hoje aos peregrinos a figura de São João Maria Vianney, Bento XVI destacou que o santo é mais que um simples exemplo da espiritualidade devocional do século XIX. Seu testemunho reveste-se de força profética, “que marca sua personalidade humana e sacerdotal de uma altíssima atualidade”.

O Papa explicou na audiência geral em Castel Gandolfo que, na França pós-revolucionária, período da atividade apostólica do Cura d’Ars, vivia-se “uma espécie de ‘ditadura do racionalismo’, empenhada em apagar a presença dos padres e da Igreja na sociedade”.

A “singular e fecunda criatividade pastoral” do Cura d’Ars estava pronta para demonstrar que o racionalismo, então imperante, estava na realidade “distante de satisfazer as necessidades autênticas do homem”.

Bento XVI assinalou que, após 150 anos da morte do santo francês, “os desafios da sociedade moderna não são menos exigentes, talvez até se tornaram mais complexos”.

“Se naquele tempo havia a ‘ditadura do racionalismo’, hoje se registra em muitos ambientes uma espécie de ‘ditadura do relativismo’”, disse.

Segundo o Papa, ambas lançam respostas inadequadas à justa procura do homem por usar de modo pleno a razão como elemento distintivo e constitutivo da própria identidade”.

“O racionalismo foi inadequado porque não levou em conta os limites humanos e aspirou a elevar apenas à razão a mistura de todas as coisas, transformando-as em uma ideia.”

Já o relativismo contemporâneo “mortifica a razão, porque de fato chega a afirmar que o ser humano não pode conhecer nada com certeza além do campo científico positivo”.

“Hoje, como então, o homem, mendicante de significado e completude, sai em contínua busca das respostas exaustivas às questões de fundo que não cessam de se colocar”, disse o pontífice.

Diante desta “sede de verdade que arde no coração humano”, Bento XVI indicou que os sacerdotes busquem formar “genuínas comunidades cristãs”, capazes de abrir “a todos o caminho para Cristo”.

“O ensinamento que a este propósito continua a transmitir o Santo Cura d’Ars é que, na base de tal empenho pastoral, o sacerdote deve cultivar uma íntima união pessoal com Cristo, fazendo-a crescer dia após dia”, disse.

Expose Obama's Radical Agenda

Human Events
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Donate Today
Dear Fellow American,

Your support is urgently needed!

We have plunged deeper than ever into the fight against the far left...we've had to. Because of this, your immediate help is needed now more than ever. Barack Obama and the socialist leadership in Congress are working furiously to change America! They want to transform our nation and they're spending trillions of tax dollars to do it.

I am not talking about the type of misery Jimmy Carter inflicted on our nation. Conservatives were able to reverse the course Carter had put us on. But what we're seeing today isn't like anything you and I have ever seen! I'm talking about a whole scale, radical transformation of our nation. From our national defense to our foreign policy to our free market economic system - Obama and company have implemented and have plans to further implement massive government control over each of us.

Americans - your friends and neighbors - do not fully realize the radical changes Barack Obama and the socialists in Congress are foisting upon our way of life!

But you do. And I do as well. Today the Obamaites, George Soros, Hillary Clinton, Nancy Pelosi, Rahm Emanuel, Harry Reid - the small but powerful group of left-wing radicals who are at the controls of this transformation are all disciples of the 1960s radical Saul Alinsky. Alinsky's book, Rules for Radicals, was the Little Red Book for the college radicals of the 1960s. I know, I was one of them.

I understand better than most Alinsky's deep, deep hatred of America. A hate that ran so deep he wrote a blueprint for tearing our nation down. And while I outgrew and repented my anti-Americanism and came to see how great and generous our country is, many agents of the radical left never grew up. In fact, today many of them are leaders in Congress and in our White House, all embracing Alinsky's Rules for Radicals - the road map for turning our nation upside down.

With every passing day we see what lays behind the Administration's piecemeal efforts to take over the car makers, the banks and the health care system: creating a new America that will bear little resemblance to the country in which we grew up. You and I must counter this. The Freedom Center willingly takes on the Paul Revere role. We have a massive media blitz planned including appearances on Glenn Beck and other widely viewed talk shows - detailing precisely the radical transformation we're undergoing.

I am writing a new booklet that I must blanket on college campuses as the new school year starts. This booklet - "Alinsky's Rules for Obama's Radicalism" - paints a clear picture of Barack Obama's agenda for our nation. And we have prepared an advertisement to run in papers around the country calling on Americans to derail this train before it's too late.

I urgently need your support. Will you help the Freedom Center with a contribution of $25, $50 or $100 would help lift us out of our budget emergency; $1,000 would be a terrific aid to getting our ads in newspapers and my new booklet published.

Use any of the links found in this email and help me and the Freedom Center expose the radicals and halt this transformation - while we still have time! Thank you .

Sincerely,

David Horowitz
President & Founder

P.S. Please keep in mind that this budget emergency couldn't come at a worse time. The idea that the disciples of Saul Alinsky - a man who so hated America he detailed a plan to tear it apart - are running our nation is hard to swallow. But the facts bear it out. Stand with me and the Freedom Center as we ride like Paul Revere across the nation and sound the alarm! Please follow this link to make your donation today.



The David Horowitz Freedom Center
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Água mineral BRASILEIRA feita a partir do mar chega aos EUA. Mas aqui não pode vender...

Fonte: SEBRAE/SC

Data Inclusão: 30/07/2008
Autor: Manuela Rahal

Cavaleiro do Templo: Abaixo mais do mesmo de sempre. O Brasil perdendo o que tem de melhor. Não estou falando apenas dos recursos naturais, falo do incrível poder da inteligência da ELITE BRASILEIRA aliada ao trabalho nos locais onde ainda vigora o mérito como regra promocional, digamos. AQUI você lê que o Instituto Butantan achou a cura para o câncer mas não tem autonomia para assinar a patente. Só em países onde o que vigoram são a LEI DE GÉRSON e o ALTO QI (quem indica) descalabros como estes acontecem. São países condenados à miséria e ao eterno fracasso. Lula, "nêsti hazpéquito" é o mais digno representante que poderíamos ter. Reproduzo também o final do artigo citado:

Cavaleiro do Templo: esta é apenas MAIS uma das riquezas "dêsti paíz" que não pode ser percebida por celerados como a turma da esquerdopatia vigente. Mesmo com toda a dificuldade que temos aparecem trabalhos notáveis nos locais onde ainda existe o valor do mérito, onde o mérito é a referência. Eu sempre faço a seguinte pergunta para as pessoas: Durante governos revolucionários o que foi criado de significativo para a humanidade e o planeta? Alguma ciência, alguma descoberta, algum avanço comparável aos que foram criados em governos "meritocráticos"?

Vamos ao artigo e a outras informações como a proibição de publicidade deste produto que tem o selo do FDA no Brasil.


Moradores de Miami, na Flórida (EUA), poderão a partir do próximo mês entrar em lojas de conveniência da cidade e levar pra casa uma nova garrafa de água mineral, a H2Ocean. Seria apenas mais uma marca no mercado, não fosse por um detalhe: a H2Ocean é feita a partir da água do mar, com aplicação da nanotecnologia. E mais. O processo foi desenvolvido por brasileiros.

A H2Ocean nasceu da experiência de dois cientistas, que começaram a desenvolver a tecnologia de controle de minerais em água dessalinizada. Isso ocorreu há dez anos. Em seguida, somaram-se à dupla outros dois sócios. Em 2003, eles conseguiram a patente do processo e passaram a bater de porta em porta para tentar comercializar a água. "Ao longo de dez anos, foram investidos cerca de US$ 2 milhões na companhia", diz Rolando Viviani, gerente de marketing da H2Ocean. Segundo ele, todas as pesquisas foram feitas com recursos próprios dos quatro sócios. Seus nomes, por enquanto, são mantidos em sigilo.

No início, o objetivo da H2Ocean era vender a água "nanotecnológica" no Brasil. A empresa alega ter procurado a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2006 para realizar o pedido de registro do engarrafamento do produto. A resposta teria sido a de que não há legislação específica para que esse tipo de água seja vendido no país por conta da sua fonte: o mar. Procurada, a Anvisa informou que a H2Ocean nunca entrou com um pedido de registro. A empresa, entretanto, enviou ao Valor fac-símile da página da Anvisa na internet em que aparece o número do processo do registro e do protocolo, em nome de Aquamare Beneficiadora e Distribuidora de Água. A data de entrada é de outubro de 2006 e o pedido foi negado em março do ano passado.

Em dezembro, a mesma Aquamare fez uma segunda tentativa, enviando uma carta à Anvisa em que pedia esclarecimentos sobre o que fazer para obter o registro. A resposta veio quatro meses depois, com a indicação de que a empresa deveria "importar" uma legislação sobre o assunto. Ao Valor, a Anvisa também informou que "a empresa interessada na produção (...) de água dessalinizada deve apresentar, preferencialmente por intermédio de uma associação, proposta de regulamentação para avaliação pela Anvisa".

As dificuldades para se obter o registro no Brasil levaram a H2Ocean a mudar de estratégia. A empresa continua interessada em obter a aprovação da Anvisa, mas decidiu priorizar a busca por novos mercados. A opção foi pelos EUA. "O registro da empresa saiu em três horas e a água foi analisada em 15 dias. Nos EUA, conseguimos resolver em três meses tudo o que não conseguimos aqui em quatro anos", afirma Viviani. O Valor, porém, não teve acesso ao registro obtido no exterior.

A venda da H2Ocean começa nos Estados Unidos em agosto, em três estados: além da Flórida, Nova Jérsei e Atlanta. Foram embarcados oito contêineres do produto, feito inicialmente na fábrica de Bertioga, litoral sul de São Paulo. A unidade poderá ser desativada em breve. A produção deve ser transferida para os EUA no fim deste ano.

A nanotecnologia foi o instrumento utilizado pela H2Ocean para transformar a água do mar em água mineral dessalinizada. A água dos oceanos é rica em micro e macro nutrientes, como o boro, o cromo e o germânio - elementos dos quais o corpo humano necessita, em pequenas doses. Com a nanotecnologia, a H2Ocean conseguiu, a partir da água recolhida em alto mar, retirar o sal e manter grande parte dos minerais.

Para chegar a esse resultado, os cientistas criaram um filtro com nanotecnologia aplicada, o nanofiltro. O processo inicial é o mesmo que se faz desde a década de 1940: a dessalinização. Depois de retirado o sal, restam duas opções, segundo Viviani: "Ou todos os minerais são retirados da água ou ela continua salgada". Com uma sequência de nanofiltragens, a H2Ocean conseguiu manter 63 dos 86 minerais contidos na composição inicial. Surgiu a água do mar mineral.

Para saber se o resultado é bom, o brasileiro vai ter de esperar. Ou passar em alguma "deli" na próxima viagem à Disney.

*Os textos aqui apresentados são extraídos das fontes citadas em cada matéria, cabendo as fontes apresentadas o crédito pelas mesmas.

O Instituto Butantan descobre a cura do câncer, mas não tem autonomia para assinar patente

Fonte: INSTITUTO BUTANTAN

Saliva de carrapato-estrela cura câncer em ratos de laboratório

Em 42 dias os tumores nos ratos desapareceram. A pesquisa com o carrapato-estrela já se estende por 6 anos e de sua saliva também se extrai um anticoagulante. A burocracia brasileira está dificultando o andamento das coisas. O Butantan não tem autonomia para assinar patentes e sem segurança jurídica os laboratórios não podem investir. Pode? Entenda essa história bem brasileira.

A ciência conhecia apenas os efeitos nocivos do carrapato-estrela (amblyomma cajennense), como a febre maculosa transmitida pela picada do aracnídeo, muitas vezes fatal. Mas depois da pesquisa científica do Instituto Butantan, novos medicamentos contra o câncer devem vir a ser produzidos derivados da proteína da saliva do carrapato-estrela, como também um novo anticoagulante. Como dizem os cientistas do Butantan, “o prognóstico é animador”.

A pesquisa ainda será publicada – os estudos foram destaque no 22º Congresso Internacional da Sociedade de Trombose e Hemostasia, que aconteceu em Boston, nos Estados Unidos no último mês de julho. “Imaginávamos que a saliva do carrapato tivesse algum componente que inibe a coagulação, pois, como hematófago, precisa manter o sangue fluindo para se alimentar”, esclareceu Ana Marisa Chudzinski-Tavassi, pesquisadora do Laboratório de Bioquímica e Biofísica do Instituto Butantan.

Analisando a sequência de genes da glândula salivar do carrapato-estrela, responsável pela produção de uma proteína anticoagulante parecida com anticoagulantes do tipo TFPI encontrados na saliva humana, a cientista concluiu que essa proteína pode ser produzida em laboratório. Ao introduzir um pedaço do DNA analisado em bactérias Escherichia coli, foi notado que as bactérias passaram a produzir a mesma proteína.

Em 2004 Ana Marisa entrou com um pedido de patente para o anticoagulante no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), mas logo percebeu que estava diante de uma nova esperança para a cura de tumores.

Ao testar a proteína em células sanguíneas para medir o nível tóxico, a cientista observou que a substância é segura para células saudáveis e nociva para células tumorais. Eureca! Passou-se então para a fase de testes em ratos de laboratório com melanomas, câncer de pele, e o resultado foi espetacular. Em 42 dias reversão total. “Testamos em culturas de células tumorais e a surpresa foi positiva, pois a proteína tem atividade altamente citotóxica para elas e não para células normais”, afirma a farmacêutica e pesquisadora Ana Marisa Chudzinski-Tavassi.

Ainda demora um pouco para ser usado em seres humanos – novos testes precisam ser feitos – inclusive os laboratórios Aché, BioLab e União Química já formaram um consórcio para a produção de futuros medicamentos, contudo segundo a cientista Ana Marisa a burocracia pode emperrar todo o processo porque o Instituto Butantan não tem autonomia para assinar patentes e a indústria farmacêutica questiona a falta de segurança jurídica.

Não é possível que a cura do câncer seja encontrada e esbarre na burocracia. Chega a ser ridícula essa colocação de falta de segurança jurídica por parte dos laboratórios. Que país é esse? Porque o Instituto Butantan ainda não tem autonomia para assinar patentes?

Cavaleiro do Templo
: esta é apenas MAIS uma das riquezas "dêsti paíz" que não pode ser percebida por celerados como a turma da esquerdopatia vigente. Mesmo com toda a dificuldade que temos aparecem trabalhos notáveis nos locais onde ainda existe o valor do mérito, onde o mérito é a referência. Eu sempre faço a seguinte pergunta para as pessoas: Durante governos revolucionários o que foi criado de significativo para a humanidade e o planeta? Alguma ciência, alguma descoberta, algum avanço comparável aos que foram criados em governos "meritocráticos"?

EM SE COMPRANDO TUDO DÁ … VOTOS

Leiam com atenção este comunicado que, muito provavelmente, não será publicado na imprensa.


EM SE COMPRANDO TUDO DÁ … VOTOS

Os homens são tão simplórios, e se deixam de tal forma dominar pelas necessidades do momento, que aquele que saiba enganar achará sempre quem se deixe enganar.

(Maquiavel)


Nunca na história deste país se fez tão pouco caso da honra, de tal maneira se desprezou a ética, tanto se usou de meios escusos para corromper, para enlamear instituições, para comprar consciências. A amarga sensação que fica é a da total perda, por parte de um grande número de homens públicos, de qualquer noção de honestidade, de dignidade, de honradez.


O atual governo, contrariando todos os princípios apregoados enquanto estava na oposição, abandonou completamente o decoro no trato da coisa pública e partiu para o uso de um verdadeiro rolo compressor, comprando tudo e todos a sua volta, desde que possam, de alguma forma, interferir em seus objetivos.


Recordemos o esquema do mensalão, quando um grupo de aliados do Presidente, gente de dentro do governo, usou meios escusos para organizar a maior quadrilha jamais montada em qualquer lugar do mundo, com o objetivo de comprar o apoio de parlamentares e, em última instância, perpetuar no poder seu grupo político.


O então Procurador-geral da República, Dr Antônio Fernando de Souza, apresentou uma denúncia contundente contra os principais envolvidos no escândalo. Ficou de fora o Presidente da República que alegou desconhecer o esquema. Em termos jurídicos, a desculpa valeu. O Procurador-geral retirou-o da denúncia por não ter encontrado evidências firmes de seu envolvimento. Agora, firulas jurídicas à parte, parece pouco provável que alguém, dotado de capacidade de reflexão, tenha acreditado na história. A ser verídico o desconhecimento, cairíamos na dúvida que, à época, circulou na internet: será que temos um Presidente aparvalhado, incapaz de entender fatos que acontecem ao seu redor, protagonizados por seus mais íntimos colaboradores?


Em outra vertente, há o Bolsa Família, sem dúvida o maior programa de compra de votos do mundo. Trata-se de um programa que gera dependência, antes de estimular o desenvolvimento humano. As pessoas atendidas, recebendo o benefício sem nenhuma necessidade de contrapartida, ficam desestimuladas até de buscar emprego. Mesmo a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) chegou a afirmar que o programa “vicia” e que deixa os beneficiários “acomodados”.


Não é que alguém seja contra a minorar a aflição de quem tem fome. O problema é que o programa parte de uma premissa falsa ao confundir pobreza com fome. A esses últimos é mais do que justo assistir com recursos públicos. Aos pobres, a melhor ajuda que o governo poderia dar é investir corretamente em educação. Mas não, confundindo conceitos, prefere manter um Bolsa Família hiperdimensionado, gastando recursos que fazem falta à educação, uma vez que, assim como está, o retorno nas eleições, em termos de votos, tem sido muito compensador.


A comprovação de que não são todos os pobres no Brasil que estão famintos veio de uma pesquisa do IBGE, realizada em 2004 – Pesquisa de Orçamentos Familiares. Em uma parte dessa pesquisa, ficou constatado que o índice de pessoas abaixo do peso estava menor do que aquele considerado normal pela OMS. E, para a perplexidade dos que acenam com a necessidade de combater a fome para manter e ampliar o programa, verificou-se que, entre nós, a obesidade é um problema mais crítico do que a fome.


Não satisfeito em aliciar parlamentares para sua base de sustentação política e populações desassistidas para aumentar suas possibilidades eleitorais, o governo trata, também, de evitar qualquer problema nas ruas, em termos de manifestações públicas de desagrado contra os muitos desvios de ética praticados por seus correligionários e aliados. Nada melhor, então, do que colocar a União Nacional dos Estudantes igualmente em seu balcão de negócios.


É assim que o governo, da mesma forma que faz com sindicatos, resolveu patrocinar a UNE. As verbas federais, dessa forma, passaram a irrigar o movimento estudantil, seja em termos de patrocínio, como aconteceu em seu último congresso nacional, seja com a destinação de alguns milhões para a reconstrução de sua sede, seja, ainda, com o pagamento de generosas “mesadas” a seus dirigentes.


Com isso, foi neutralizado o espírito combativo que era a marca do movimento estudantil e eliminou-se toda possibilidade de agitações de rua indesejáveis. Um exemplo disso ocorreu no referido congresso, quando houve um protesto contra a CPI da Petrobras. Em outros tempos, seria a UNE a primeira a se mobilizar para exigir a completa elucidação dos fatos. Agora, sem sequer conhecer os resultados de uma CPI que nem começou, faz o protesto. Passam por cima da necessidade de se investigar denúncias de irregularidades em uma empresa cujo maior acionista é o governo, em um congresso que era patrocinado por esse mesmo governo. E o presidente da UNE tem a desfaçatez de dizer que não vê nada de errado nisso.


Com a prática da compra indiscriminada de todos que possam atrapalhar os desígnios do governo, este foi perdendo todos os escrúpulos. Conseguindo manter níveis elevados de popularidade, julga-se acima do bem e do mal, capaz de tudo, inclusive de defender crimes praticados por aliados, pouco se importando com a ética e com a moralidade pública. Pouco se importando com a evidência de que está corrompendo os brios de toda uma nação que, em um dia não tão distante, teve orgulho de se proclamar brasileira.


Gen Ex GILBERTO BARBOSA DE FIGUEIREDO

Presidente do Clube Militar

Aloizio Mercadante revogou o irrevogável

Fonte: GENTE QUE MENTE
22/08/2009

MENTIRA:

irrevogavel

A VERDADE:

  • Apenas 24 horas depois, o senador Aloizio Mercadante revogou o irrevogável: desmentiu a si mesmo e anunciou que permanece na liderança do PT.

Mercadante

O presidente disse que sou imprescindível, apesar das divergências diante da postura do PT e do governo frente à crise do Senado.

  • Isso que é palavra de líder!

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".