Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

POR QUE PROIBIR O CONSUMO DAS DROGAS QUE ALTERAM A CONSCIÊNCIA?

Fonte: HEITOR DE PAOLA

Rodrigo Lacroix


...o conceito de liberdade não é um princípio, mas a exteriorização de um desejo, a saber, o de usar o poder do Estado para permitir a todos os indivíduos fazer o que lhes aprouver.

Construir discursos abstratos, fantasias descoladas da realidade, ainda que perfeitamente coerentes, não tem o menor sentido. Desta forma, imaginar quais seriam as razões que levaram à ilegalidade algumas drogas como o ópio, a cocaína, a maconha, etc., carece de qualquer relevância e serviria apenas para confundir mais a cabeça.


Temos que analisar a realidade o mais honestamente possível, buscando nela o embasamento de nossas opiniões e conduta. Afinal, não é a realidade que tem de se adaptar ao nosso discurso, mas o contrário. Assim, na questão das drogas como a cocaína, por exemplo, deveríamos avaliar o que o seu uso proporciona à vida das pessoas que as utilizam. Qual o bem, pergunto, que advém da sua utilização? O que testemunhamos são vidas destruídas, arruinadas, repletas de sofrimento e dor. É notório que os viciados, impelidos pela intensidade de um prazer fugaz, tendem a desconsiderar o ambiente em torno e, obcecados por uma fantasia prazerosa, acabam por construir uma vida em que a droga se torna o centro dela. Vejam que os exemplos são incontáveis, e os desastres, tenebrosos. Vide a mãe aqui de Porto Alegre que matou o próprio filho que, desesperado por dinheiro para sustentar o seu vício, levou essa infeliz mulher ao extremo. O cigarro nunca produziu tal coisa, e qualquer pessoa medianamente normal asseguraria que preferiria mil vezes conviver com um fumante do que com um viciado em crack! Minha mãe fumou durante anos. Teria sido a mesma mãe amorosa que foi se estivesse viciada em cocaína, em crack ou heroína? Vejam que isto não é uma explicação, é um pedido à reflexão!


Uma opinião muito em voga diz que “é uma questão de livre escolha e o sujeito que cometer crime deve ser punido. Mas usar drogas em si é o que se chama "crime sem vítima", portanto, não é crime no sentido de que deva haver punição legal. Neste caso, a deliberação deveria ser dos donos dos espaços. Um clube, por exemplo, teria a autonomia de permitir ou não o uso de maconha ou cocaína em suas dependências. Outros poderiam proibir, sem que isso implicasse reivindicação de quem quer que seja para que se liberasse, a não ser que os clientes assim o quisessem e o proprietário estivesse disposto a atender essa clientela”.


Com relação aos direitos individuais, à liberdade e à proteção do indivíduo contra o Estado, não podemos desenvolver um discurso reducionista. Os princípios que norteiam a liberdade de mercado não podem ser transpostos a todo o leque dos comportamentos humanos. Isto é um erro notório dos libertários. O livre mercado funciona bem porque é moralmente correto. A propriedade privada está ligada a um princípio de justiça que estabelece a cada um o que lhe é devido. A liberdade de transação e empreendimento produz riqueza porque está baseada nos princípios lógicos da ação humana. A propriedade em si ou a ação humana por si, não são princípios, mas decorrem deles. Assim, os problemas devem ser analisados à luz da Justiça e da Verdade e nunca da propriedade e liberdade econômica ou política. Em uma guerra, os direitos políticos devem muitas vezes ser legitimamente suspensos, enquanto outras vezes é moralmente correto levantar embargos econômicos, ainda que financeiramente ruins.


Uma comunidade pequena, com valores comuns, onde as pessoas possuam raízes e uma simbologia que forneça chaves interpretativas adequadas da realidade, pode fazer perfeito sentido não proibir as drogas. Os costumes, pela sua própria penetração social, podem ser um freio formidável à sua disseminação e à conseqüente destruição da vida comunitária. Nas modernas sociedades de massa, no entanto, legalizar as drogas equivale a sancionar o seu uso, a legitimá-lo. O Estado moderno se tornou um pólo que magnetiza as atenções e expectativas dos indivíduos. O poder que a burocracia e a mídia desfrutam é imenso, o que faz com que as medidas legais tenham um impacto extremamente forte no comportamento humano. Num meio constituído de pessoas atomizadas, que carecem de valores comuns, legitimar a utilização de fármacos cujo único objetivo seja o embotamento da consciência, carece de qualquer razão. Equivaleria a endossar a fragmentação da consciência e ensejar a aniquilação da sociedade. Alegar para tal, o desejo de ver a realidade adequada a um princípio iluminista abstrato de liberdade é quase um delírio. Aqui, novamente, o conceito de liberdade não é um princípio, mas a exteriorização de um desejo, a saber, o de usar o poder do Estado para permitir a todos os indivíduos fazer o que lhes aprouver. Isto nada tem a ver com o real conceito de liberdade que está indelevelmente ligado à virtude e ao aperfeiçoamento humano. Ao contrário, a idéia de liberdade moderna, ao se contrapor à liberdade dos antigos (como diria Leo Strauss), foi um grande fator desestabilizador da vida em sociedade. A criminalidade endêmica, o totalitarismo e a intervenção inacreditavelmente grande e onipresente dos governos no mercado seriam impensáveis sem ela. A Constituição dos EEUU vigorou por tanto tempo e permitiu tanta liberdade, justamente por possuir um caráter conservador.


Ademais, a proibição das drogas não existe para prevenir possíveis problemas futuros, hipotéticos distúrbios que os drogados poderiam produzir. Ela vigora para reduzir a já terrível calamidade que elas causam. Como o próprio defensor da legalização das drogas, Milton Friedman, alertava, esta iria fatalmente aumentar a demanda pela provável queda do preço. E vejam que a proibição nada tem a ver com a proteção à saúde dos viciados. Busca salvaguardar a sanidade social. Um fumante com os dias contados devido à presença de um carcinoma pulmonar (que nem se sabe se o cigarro teve algum envolvimento) pode manter uma dignidade e capacidade intelectiva que a degradação de um vício em crack, por exemplo, jamais permitiria.


E por fim, qual o ganho de liberdade que a servidão a um vício tão desprezível poderia produzir?



O autor é Cirurgião-Dentista e aluno do Curso de Filosofia do Prof. Olavo de Carvalho.

POR QUE O MEDO DAS BASES AMERICANAS NA COLÔMBIA?

Fonte: HEITOR DE PAOLA
26/08/2009


A simples renegociação de um antigo acordo sobre bases americanas no país vizinho colocou em polvorosa os países do Foro de São Paulo. Como sempre, foram eles que deram o tom e o sentido da discussão: o temor de uma tentativa de invasão da Amazônia pelo “Império”. Para que os americanos fariam isto? Ora, para dominar o maior “complexo aqüífero” do mundo, a mais nova versão da velha lenda regional do Eldorado, a grande assombração das mentes de uma direita esclerosada muito bem explorada por uma esquerda pilantra. Segundo esta assombração, o mundo está prestes a ficar sem água potável e as grandes potências, sedentas, querem nossa maior riqueza para nos matar de sede enquanto saciam a sua. Bem, quem não tem petróleo, tenta caçar com água mesmo. Assim os termos da discussão estão postos.


Mas para que esta teoria fosse verdadeira teria que responder a algumas perguntas:


1. A última guerra de conquista dos EUA foi a conquista do Oeste de lá para cá sempre que invadem um país é por objetivos estratégico definidos e limitados e saem de lá tão logo este seja atingido.


2. Como seria esta invasão de um território enorme, inóspito? E como seria a manutenção das tropas, caso conseguissem? E como levariam o tão precioso líquido para seu país? Seria através de ductos de milhares de quilômetros de extensão? Ou de milhares de aviões tanque? Não seria mais fácil comprar a água, como fazem com o petróleo?


3. Para quê precisariam de bases fixas, se suas forças de deslocamento rápido poderiam fazer o trabalho de forma mais rápida e limpa? Uma só força tarefa comandada por um porta-aviões como o USS Ronald Reagan (foto) com seus 85 aviões de combate, vários cruzadores, fragatas e submarinos de escolta, destruiria no chão as forças aéreas de todos os países envolvidos em menos de um dia. A única força aérea que possui aviões com alguma importância tática, a da Venezuela com seus F-16 e Su-35, não seria páreo para os F/A-18F Super Hornet (na foto a decolagem de um deles). Levando em consideração a capacidade das Armadas da região, no mesmo tempo todos os navios estariam afundados ou paralisados por falta de armamento ou combustível.



No entanto, se escaparmos da armadilha da esquerda e invertermos o pensamento? É muito mais provável que a verdadeira causa da reação seja o fato de que as bases americanas sirvam exatamente para combater as FARC, os aliados internos do FSP e, portanto, dificultem os planos de transformar a Colômbia em mais uma satrapia de Lula & Irmãos Castro, como já o são a Venezuela, o Equador, a Bolívia e a Nicarágua e, com a ajuda dos cumpanhêro Obaminável e Zelaya, talvez Honduras venha a ser a próxima. Isto sem falar dos dez demais países associados. Outra armadilha que tem funcionado muito bem é a crença de que o centro do problema está em Caracas, enquanto Brasília e Havana ficam à sombra. Não há, a meu ver, nenhuma preocupação defensiva, mas ofensiva. E o risco é todo da Colômbia.


NOTA DE UM COLABORADOR: Um piloto de caça deve ter além de um caça eficiente e armamentos eficientes o TREINAMENTO DEVIDO. 1- Os aviões entregues à Venezuela não possuem qualquer armamento que não seja inofensivo frente aos aviões americanos(os americanos não vendem mísseis que não podem evitar). 2- O treinamento dos pilotos sul americanos é MÍNIMO (150-250 horas), contra a média americana de 4-5.000 horas de vôo. 3- Aviões com 4-5000 horas de vôo JÁ NECESSITAM ser revisados e assim estão fora dos planos de batalha!!! 4- Uma equipe de combate supõe que tenha RESERVAS, coisa que aqui é difícil, pois sequer temos equipes completas. 5- a operacionalidade das forças aéreas da região&nbspestá ao redor de 25-35%, contra a média americana de 80-85% com melhores equpamentos e MUITO, MAS MUITO MAIS EQUIPAMENTOS, assim que para dez aviões só se pode contar realmente com 3-4 dêles. Não é preciso nem perder tempo em contas, pois como disse, uma equipe de RÁPIDA INTERVENÇÃO (nome que utilizam) já basta.


LINKS PARA CONFERIR


CHÁVEZ ESTÁ NOCAUTEADO AQUI


CHOMSKY: NA VENEZUELA SE CONSTRÓI O ''OUTRO MUNDO POSSÍVEL" AQUI

Assessor do Planalto afirma que são feitos registros de visitas ao prédio

Fonte: ÚLTIMO SEGUNDO
25/08 - 16:07

BRASÍLIA – Ao contrário do que diz a nota do Gabinete da Segurança Institucional (GSI) divulgada na sexta-feira passada, um assessor do Palácio do Planalto garantiu que há uma planilha na portaria do prédio em que ficam registrados o nome do visitante, o responsável por liberar sua entrada e em qual gabinete será a audiência.

O GSI havia informado que não eram feitos registros de autoridades que entram pela garagem do prédio. A nota dizia que no caso de “audiências previamente agendadas, os convidados são identificados e credenciados”, mas esse procedimento não incluía o registro de nome. Os visitantes teriam apenas um adesivo colado ao seu corpo para poderem transitar pelo prédio.

Agência Brasil
A ex-secretária da Receita Lina Vieira

No entanto, segundo o assessor, a lista de identificação no Palácio inclui até ministros e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A nova informação demonstra que a lista de identificação pode ajudar a esclarecer se houve a reunião entre a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira e a ministra Dilma Roussef (Casa Civil).

Lina afirma que teve um encontro com Dilma no gabinete da ministra e, durante essa reunião, teria recebido o pedido para que acelerasse a auditoria nas empresas da família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), gerenciadas pelo filho do senador, Fernando Sarney. Dilma nega o encontro e afirma não ter feito pedido algum.

Hoje, o deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) protocolou uma representação contra o GSI na Procuradoria Geral da República (PGR) para pedir uma investigação de uma suposta queima de arquivo das imagens.

Leia mais:

60 deixam cargos de chefia da Receita e crise se agrava

Fonte: FOLHA ONLINE
26/08/2009

Num agravamento da crise na Receita Federal, cerca de 60 pessoas em postos de chefia, distribuídas em 5 das 10 superintendências regionais, avisaram nesta terça-feira a seus superiores que deixarão suas funções, informa reportagem publicada nesta quarta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Somente no Estado de São Paulo, que concentra 42% da arrecadação nacional, foram cerca de 30 demissionários, entre os quais Clair Hickman, responsável pela fiscalização do setor bancário no Estado, maior praça financeira do país.



O principal motivo do pedido de desligamento citado pelos demissionários em São Paulo é a provável mudança de foco na fiscalização.

Na avaliação dos servidores, a Receita não vai mais priorizar a fiscalização dos grandes contribuintes, mas sim será feita, nas palavras desses funcionários do fisco, sob "recibos médicos". Isso quer dizer que a Receita pode voltar a mirar pequenos contribuintes, trabalhadores assalariados e profissionais liberais.

Um amigo me manda

Nestes tempos de “fora Sarney” é imperioso fazer uma reflexão basilar. Qual é a natureza do mal que nos flagela? Qual é a natureza do inimigo?

Existe uma diferença estrutural entre corruptos e revolucionários marxistas. A corrupção é endêmica no Brasil, poder-se-ia dizer até que se trata de uma tradição cultural, razão pela qual os políticos aqui sempre foram, são e serão corruptos. E eu bem sei que me arrisco a ser apedrejado ao afirmar isto. Não quero aqui defender a corrupção nem os corruptos, quero apenas deixar claro que o Brasil sempre conviveu com eles, como tantos outros parasitas que vivem no corpo humano sem causar maiores danos.

**Os revolucionários marxistas, entretanto, são alienígenas, são parasitas externos, e de uma virulência assassina. Massacraram 100.000.000 de pessoas pelo mundo afora, pelas maneiras mais vis e cruéis. Não almejam dinheiro apenas. Almejam o poder absoluto, aí incluído todo o nosso dinheiro, mas acima de tudo, nosso bem mais precioso, a liberdade, e a de nossos filhos. A liberdade é um bem ainda mais precioso que a vida!



http://www.youtube.com/watch?v=4DH9Qntlq2U&feature=related


Os revolucionários marxistas não são corruptos (Cavaleiro do Templo: observação não são apenas corruptos), são corruptores. A corrupção no Brasil aumentou a níveis estratosféricos nos últimos anos graças a essa engenharia corruptora, de maneira a deixar todo mundo “com o rabo preso”.


Voltando ao tópico Sarney. Neste exato momento, o senado brasileiro luta para impedir a entrada da Venezuela de Hugo Chavez no Mercosul. O senado é a última barreira frente ao avanço do socialismo bolivariano a ser implantado pelos membros do Foro de São Paulo em nosso país. Esse é o motivo pelo qual as forças da esquerda articulam essa campanha maciça de achincalhe e pretensa moralidade. O esvaziamento e submissão do poder legislativo.


Mais do que nunca é preciso cerrar fileiras com o senado. O poder legislativo é o único dos três poderes que compõem a república, que ainda apresenta a possibilidade de vir a atuar em favor do Brasil. O executivo e o judiciário já estão estruturalmente aparelhados. O executivo é dele, e o judiciário, materializado pelos 11 ministros que compõem o STF, já pode ser considerado extensão do executivo, visto que ele já nomeou 7 desses ministros.


Abraço


**Leia mais no Cavaleiro do Templo:

http://cavaleirodotemplo.blogspot.com/2008/10/o-ltimo-estgio.html

http://cavaleirodotemplo.blogspot.com/2009/03/marx-e-satanas.html

http://martirescristaos.blogspot.com/2008/09/livro-em-promoo.html

http://cavaleirodotemplo.blogspot.com/2009/03/marxismo-uma-cultura-inteira-criada-por.html

http://cavaleirodotemplo.blogspot.com/2008/11/uma-lio-de-hegel.html

http://cavaleirodotemplo.blogspot.com/2009/03/resposta-aos-ultimos-comentarios-sobre.html

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".