Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
A FARSA DO RELATÓRIO DO TAM 3054.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
UnoAmérica adverte que o Foro de São Paulo se expande dentro dos Estados Unidos


Fonte: HEITOR DE PAOLA
UnoAmérica adverte que o Foro de São Paulo se expande dentro dos Estados Unidos
Alejandro Peña Esclusa
Bogotá, 10 de novembro – A União de Organizações Democráticas da América, UnoAmérica, adverte às instituições norte-americanas e à comunidade internacional que o Foro de São Paulo (FSP) já começou um processo de expansão dentro dos próprios Estados Unidos.
No próximo domingo 15 de novembro, se levará a cabo oPrimeiro Encontro do Foro de São Paulo nos Estados Unidos. O Encontro será realizado no Hotel Whitcomb, localizado em 1231 Market Street, de São Francisco, desde às 9 da manhã até às 6 da tarde.
Segundo a pauta do último encontro do FSP, realizado na Cidade do México, essa organização decidiu “estabelecer vínculos e iniciar relações com partidos políticos e organizações do movimento social dos Estados Unidos”. Segundo o que revelam seus documentos, o FSP escolheu“a área da Baía de São Francisco por sua trajetória progressista e por sua significação política”.
Para disfarçar suas intenções, os organizadores do evento apresentam ao público norte-americano uma versão cor-de-rosa sobre o que é o Foro de São Paulo, omitindo deliberadamente que dentro de seus integrantes encontram-se as FARC, a organização narco-terrorista colombiana que mais cocaína traficou para os Estados Unidos.
É de vital importância para a segurança e defesa do hemisfério ocidental que as instituições norte-americanas conheçam a ameaça que significa o Foro de São Paulo, e que estudem os alcances dessa organização. Para tal fim, UnoAmérica põe à disposição – em inglês – o livro The Foro de São Paulo. A Threat to Freedom in Latin America.
(Tradução: Graça Salgueiro)
ANÁLISE ESTRATÉGICA DO CONFLITO PROVOCADO POR CHÁVEZ
A Colômbia não pode cruzar os braços frente a advertência de guerra chavista
*Coronel Luis Alberto Villamarín Pulido
O mandatário venezuelano percorreu, de maneira sistemática, o caminho de todos os passos políticos e estratégicos que ao longo da história configuraram as etapas iniciais das guerras internacionais. Chávez não está fingindo. Está desesperado pela insustentável situação interna da Venezuela, pela eventual reeleição de Uribe na Colômbia e, sobretudo, porque anseia ver a Colômbia governada pelas FARC e inserida dentro do plano estratégico do Socialismo do Século XXI.
Como marxista-leninista e submisso às ordens de Fidel Castro, Chávez está de antemão em guerra contra a Colômbia, e tudo o que não seja comunismo ou esteja contra seus sócios das FARC. Nessa ordem de idéias, sua megalomania estimulada por Fidel e Lula, pode desembocar na irresponsável ordem de uma agressão armada contra a Colômbia.
À metódica e calculada somatória de fatos pré-justificados por parte de Chávez, só faz falta o detonante. Um fato de gravidade que implique em uma resposta armada da Venezuela com vistas a uma guerra relâmpago contra pontos estratégicos colombianos, por exemplo, um magnicídio urdido com a assessoria de terroristas islâmicos, um incidente da Nicarágua com a Colômbia ou um enfrentamento armado na fronteira entre tropas dos dois países.
É curioso que a seqüência de agressões verbais e anúncios de país em pé de guerra por parte de Chávez, no domingo passado, tenha ocorrido tão logo Lula ofereceu seus bons ofícios e intenções de sentar Uribe e Chávez para que façam as pazes, em uníssono com seu ministro Garcia (amigo incondicional das FARC) que ofereceu os serviços da Força Aérea Brasileira para patrulhar a fronteira binacional.
Uribe não pode voltar a cair no erro de entregar um assunto tão sensível nas mãos de um cúmplice das FARC. Embora para muitos pareça paradoxal, Lula é o mais interessado em que haja um conflito armado entre a Colômbia e a Venezuela. As razões saltam aos olhos: dessa forma, ele teria a oportunidade de intervir como o mediador-salvador e o herói da jornada. Algo similar à palhaçada que Fidel Castro montou, quando atiçou Chávez para que rompesse relações com a Colômbia devido à captura de Granda, porém depois apareceu no cenário como o mediador imparcial.
Ao mesmo tempo em que Evo Morales justifica a agressividade verbal e as ações belicosas de Chávez, torna-se suspeito o silêncio calculado de “Colombianos pela paz”, do mesmo modo que a descarada e cínica atitude de Ernesto Samper, para quem as palavras vergonha e dignidade parecem não existir.
Da mesma maneira sucede com os diretórios políticos, os congressistas e a mesmíssima Corte Suprema de Justiça, tão moralista sempre que se trata de atacar o presidente Uribe mas, nesse caso, indiferente frente a uma evidente e iminente agressão armada do governo chavista contra a Colômbia.
Por estas e muitas razões mais, a Colômbia deve tomar ações estratégicas, políticas, diplomáticas, econômicas, geopolíticas, militares e psicológicas.
No âmbito estratégico o governo colombiano deve dispor a mobilização nacional. Não só de reservas. Chegou o momento de desempoeirar os planos de segurança e defesa nacional, de ativar o Conselho Superior para a Defesa Nacional, de atualizar os planos de guerra das Forças Armadas, de re-estabelecer as necessidades logísticas em cada uma das categorias e abastecimentos, de atualizar as estatísticas e incorporar dados precisos de empresas, hospitais, grupos de defesa civil, para-médicos, homens e mulheres em idade militar, etc.
No campo diplomático, obrigar os acomodados cônsules e embaixadores para que apresentem ante todas as chancelarias onde se encontram creditados, a informação detalhada dos planos estratégicos do Foro de São Paulo, da ALBA e da UNASUL, dirigidos à destruir as instituições colombianas e implantar uma ditadura totalitária comunista similar à cubana. Urge pedir a ação do Conselho de Segurança das Nações Unidas para bloquear as intenções chavistas e exigir condenações internacionais aos governantes do Equador, da Nicarágua, de Cuba, do Brasil e da Bolívia, por apoiar o terrorismo comunista.
No campo econômico, urge que os burocratas diplomatas colombianos trabalhem mais horas e com objetivos mais concretos, orientados a posicionar os produtos colombianos em outros mercados diferentes aos vizinhos belicosos. E, claro, para que Lula não faça mais palhaçadas em conluio com Chávez e as FARC.
No campo geopolítico, é necessário que a Chancelaria esclareça de uma vez por todas com o governo democrata dos Estados Unidos, qual é a posição real do colosso do Norte, que até o momento parece indicar que o Pentágono vai por um lado e a Casa Branca por outro em relação à Colômbia.
A “marmelada” com o TLC por parte da bancada democrata norte-americana, em contraste com a elevada quota de sangue de soldados, policiais e civis na luta contra o narco-terrorismo comunista, deixa a sensação de que a Colômbia está só na defesa da liberdade e que se se produzir a agressão chavista, a Casa Branca optará por transferir o problema para a Colômbia e a mediação diplomática a Lula ou sua sucessora.
No campo militar é necessário mobilizar reservas e treiná-las em operações de guerra regular, enquanto as unidades de contra-guerrilhas continuam o combate contra as estruturas das FARC e do ELN. Para esse efeito, as Forças Militares devem ser dotadas com equipamentos de combate de última geração, por exemplo, sistemas de defesa anti-aérea, lança-foguetes, tanques de combate, bombardeiros, artilharia, comunicações e navios de guerra.
E no campo psicológico, qualificar e incrementar as campanhas de propaganda militar para induzir os terroristas das FARC a se desmobilizar, informação concreta aos venezuelanos acerca da gravidade negativa de uma guerra entre duas nações irmãs, e constante fortalecimento da fé na causa para manter sua mística de combate em alta.
Senhor Presidente, senhores ministros, senhores senadores, senhores governadores, senhores prefeitos, chegou a hora da mobilização nacional e o momento de romper as cadeias da indiferença e da inércia frente à defesa nacional. Há uma grave ameaça em andamento. O agressor advertiu a intenção de atacar a Colômbia. Mal faria o país em acreditar que se trata de mais uma arenga do delirante presidente Chávez. Guerra advertida não mata soldados – diz o velho ditado.
*Analista de assuntos estratégicos www.luisvillamarin.com
Fonte: El Tiempo
Tradução: Graça Salgueiro
O APAGÃO NO PAÍS DO JEGUE PÓS-MODERNO e Apagão leva caos a mais de 60 milhões de brasileiros
O APAGÃO NO PAÍS DO JEGUE PÓS-MODERNO
quarta-feira, 11 de novembro de 2009 | 5:15
Nunca antes na história deste país houve um apagão tão, assim, convincente, não é? Lula chama para si a responsabilidade por tanta coisa positiva que nada teve ou tem a ver com ele, que talvez seja chegada a hora de responsabilizá-lo pelas coisas ruins também. Espinhela caída, unha encravada, a refugada de Baloubet du Rouet… Ora, você já sabe: “Querida, Baloubet nunca me deixou antes da mão. Mas o Lula, você sabe…”
É claro que eu não sei o que aconteceu. Mas o Edison Lobão também não sabe. Só que ele é ministro das Minas e Energia, e eu não sou. Quando nomeado, afirmei que ele não sabia a diferença entre uma tomada e um focinho de porco. Passará a saber agora, quando o Brasil adotar tomadas que são como porcos com três buracos no focinho dispostos de um modo que torna a estrovenga uma tomada tão nativa quanto a jabuticaba.
E não é que Lobão saiba pouco, não! Ele não tem a menor idéia do que parou metade do Brasil - uns 80% caso se considere o PIB… Só sabe informar que houve o desligamento total - nada menos - de Itaipu. Quando ela voltou a funcionar, deu pane na distribuição. Sim, petralhas que me amam, eu não entendo nada de energia elétrica. Suponho que o sistema seja interligado para que, em caso de problema numa área, estação ou como se chame, a outra dê suporte. Mas eu entendia que o contrário não acontecia, mesmo com Itaipu parada: isto é, em vez de a parte boa ajudar a ruim, a ruim é que pára a boa.
Seja lá o que tenha provocado esse desastre, o sistema de energia do país evidencia uma fragilidade impressionante. Lá vai Lula assegurar que, até 2016, tudo estará resolvido. Mais um um pouco de graça? Tucano não sabe fazer apagão direito. Quem é bom nisso é petista. Se é para apagar, que seja breu. E, bem, antes que vocês lembrem que Dilma, antes de empacar o PAC, respondia pelo setor de energia, lembro eu mesmo. Ela migrou do ministério das Minas e Energia para a Casa Civil.
Acabo de entrar [era 1h45] em três sites: do Ministério das Minas e Energia, da Agência Nacional de Energia Elétrica e do Operador Nacional do Sistema Elétrico. Não há uma miserável linha a respeito de um dos maiores apagões elétricos do país - se não for o maior caso se considere a abrangência e a duração. Essa gente que sempre é tão rápida em lançar mão da rede quando é para cantar as próprias glórias não tem nada a informar.
Uma das minhas filhotas estava no palco do teatro do colégio. Lá se foi a energia, entraram as luzes de emergência, e o espetáculo foi encurtado, com a eliminação de algumas passagens. A meninada mandou bem, e a peça terminou na maior dignidade. É assim que se vai adquirindo experiência sobre estepaiz, não é mesmo?
Seja lá o que tenha feito Itaipu parar totalmente - que eu saiba, é a primeira vez na história que isto acontece -, o fato é que o país está obviamente correndo riscos. Algo me diz que os culpados são o antecessor de Lula e daquele padreco prolífico que governa o Paraguai, não é mesmo? Vai ver eles só não souberam resolver…
Ironias à parte, um país que pode ficar no escuro por horas a fio sem saber por quê, com autoridades incapazes de dar explicações e que ignoram os meios eletrônicos existentes para informar o que se passa, está com um grande problema.
Um problema como nunca antes houve nestepaiz…
PS: Estou [estava quando escrevi o texto] usando a bateria do laptop, escrevendo à luz de velas. Um horror… Cadê a exclamação? Achei!!! É como usar o GPS no lombo de um jegue. É isto: inventamos o jegue pós-moderno.
***
11/11/09 - 07h21 - Atualizado em 11/11/09 - 09h14
Apagão leva caos a mais de 60 milhões de brasileiros
O blecaute atingiu dez estados (800 cidades) e até o Paraguai. Com os sinais em pane, o trânsito ficou caótico.
O apagão que começou às 22h de ontem assustou o Brasil. Deixou várias metrópoles totalmente paralisadas, às escuras. Com os sinais em pane, o trânsito ficou caótico. Muita gente acabou presa nos elevadores. Hospitais tiveram que transferir pacientes às pressas.
Por toda a capital paulista, os moradores enfrentaram problemas. A falta de energia deixou a cidade totalmente no escuro, provocou acidentes de trânsito e colocou serviços de emergência a postos nas ruas.
A maior cidade do país sumiu. Do alto, só era possível medir a extensão das pistas nas principais vias pelos faróis dos carros. Ruas e avenidas ficaram lotadas de motoristas e pedestres confusos.
“Fiquei um tempão para atravessar, quase dez minutos”, diz uma jovem.
Bares e restaurantes improvisaram luz de velas. Mas o medo de ser vítima de algum tipo de crime fez alguns comerciantes fecharem as portas mais cedo: “O pessoal da polícia passou dizendo que tem arrastão do Centro para cá. Vou fechar senão roubam tudo e é pior”, aponta o dono de um bar.
No Centro da cidade, os prédios pareciam abandonados. Na janela, moradores ansiosos esperavam a volta da energia. Até abastecer o carro ficou difícil: “As bombas não funcionam, só com energia, caso contrário não sai gasolina”, explica o frentista.
O Serviço de Atendimento de Urgência (Samu) foi chamado para socorrer um homem que sofre de problemas respiratórios. A bateria do aparelho que o ajudava a respirar acabou e não havia energia para recarregar o equipamento. Ele foi levado para um hospital que tem gerador.
“A pessoa dependia do aparelho, o aparelho acabou descarregando a bateria, e a gente veio apoiar. Parece que levaram até o nosso oxigênio portátil”, diz o atendente do Samu.
Às quase 2h, em um ponto dos Jardins, um bairro nobre de São Paulo, funcionários da Companhia de Engenharia de Tráfego trabalham para controlar o trânsito. No cruzamento de duas avenidas importantes da cidade, sete semáforos apagados, um perigo tanto para os motoristas como para os pedestres.
“Tem que tomar cuidado porque os carros viram se avisar. Acham que não tem ninguém na rua”, comenta o estudante Jean de Souza
Alguns acidentes de trânsito aconteceram na cidade durante a madrugada. Em um, o carro que subia a avenida não viu o veículo preto estacionado e acabou batendo. Ninguém saiu ferido.
Aos poucos, a iluminação foi voltando, em alguns pontos da capital paulista, para o alívio da população.
Durante o apagão, muita gente ficou presa em elevadores. Acompanhe, em vídeo, o flagrante de um salvamento em São Vicente, no litoral paulista.
Duas imagens diferenciam o Brasil dos EUA
Duas imagens recentes mostram como o Brasil e os Estados Unidos reverenciam o poder de formas diferentes. Ou como o poder gosta de se apresentar para a população.
A primeira, dos EUA, foi publicada pelos jornais no último domingo (11.out.2009). Mostra o presidente norte-americano, Barack Obama, reunido com sua equipe. É de autoria de Pete Souza, fotografo da Casa Branca, e pode ser baixada aqui. Ou vista parcialmente abaixo:

A outra imagem é de ontem (16.out.2009), no sertão de Pernambuco. Mostra um tapete vermelho sendo estendido para a chegada do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. De autoria do excelente Evelson de Freitas, a imagem está reproduzida parcialmente abaixo:
Qual é a diferença entre essas duas imagens?
Na reunião do presidente dos EUA, várias pessoas (Barack Obama, inclusive) usam canetas esferográficas ordinárias, dessas descartáveis. À mesa, garrafinhas de plástico com água. Algumas pessoas têm à sua frente aqueles indefectíveis copos de papelão tampados (possivelmente com o horroroso café que se toma por lá). Há assessores com latinhas de refrigerantes, sem copo. Em resumo, nada daqueles garçons com paletós brancos (em geral, com as bordas encardidas) servindo cafezinho e água em louça personalizada como ocorre em toda a Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
Na segunda foto, a imagem é autoexplicativa. A cena estapafúrdia parece ter saído de um livro de realismo fantástico escrito por Gabriel García Márquez. Um tapete vermelho para o presidente naquele ambiente chega a ser ofensivo ao próprio Lula.
Em resumo, a forma como o poder é tratado e se apresenta é um traço marcante do caráter e do estado de espírito de um país.
A Chegada (do anticristo)
911 Mysteries
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Mobilização Nacional - ÇAI DA NÓÇA EMBACHADA - Participe
Envie seu protesto acima, senão LULA vai ter que fazer assim:

DEMOCRATA DENUNCIA ERRO TERRÍVEL DE LULA
Terça-feira, Novembro 10, 2009
Quem diz isso é o democrata Eliot Engel, de Nova York, presidente da subcomissão do Hemisfério Ocidental da Câmara dos Representantes (deputados federais) e líder do Brazil Caucus, a bancada de congressistas americanos que têm interesses no Brasil. Judeu, Engel tem na comunidade judaica do Bronx seu principal eleitorado.
Leia a seguir entrevista exclusiva que ele deu a Sérgio D'Ávila e está na Folha de São Paulo desta terça-feira. Transcrevo na íntegra:
ELIOT ENGEL - Está muito claro que Ahmadinejad é um tirano, que roubou uma eleição. Dissidentes e manifestantes no Irã têm sido presos e espancados. Uma coisa são certos líderes da América Latina como Hugo Chávez, que estão fazendo coisas para minar a democracia em seus próprios países, se encontrarem com alguém como ele. Mas é muito diferente o presidente do país mais importante da América do Sul, eleito democraticamente, encontrar Ahmadinejad. É um erro terrível do presidente Lula dar legitimidade ao iraniano e é isso que está fazendo ao permitir que ele vá ao Brasil. Ahmadinejad usará isso como propaganda para tentar mostrar que foi legitimado. O encontro também acontece num momento em que o Irã está tendo discussões delicadas com o resto do mundo sobre suas capacidades nucleares. Nós sabemos que o país vem mentindo sobre o propósito real do enriquecimento de urânio. Eles vinham escondendo várias instalações nucleares, acabamos de descobrir uma nova em Qom, e isso mostra que há más intenções. Some isso ao fato de Ahmadinejad dizer que quer varrer Israel da face da Terra e negar o Holocausto. E o de o governo iraniano ter conexões com o grupo que cometeu dois atentados a bomba em solo sul-americano, em Buenos Aires [nos anos 90]. E o de a pessoa que ele indicou para ministro da Defesa ser procurada pelo governo argentino devido a esses atentados.
Enquete do Senado: Senado isenta-se de negligências culpando hackers
10 de novembro de 2009
Imprensa esquerdista também acusa hackers usando como base a opinião do site homossexual ParouTudo, que publicou artigo defendendo pedofilia
Enquete do Senado sobre PLC 122 fora do ar
“Pesquisa” no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo
Governo brasileiro diz que 99% de seus cidadãos são “homofóbicos” e precisam ser reeducados
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Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.

