Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Vou morar na propaganda da Bahia

Fonte: tourolouco


Vídeo hilário sobre o desgoverno do PT com o Jaques desocupado Wagner com doutorado em marketing em enganação dos pobres baianos.

Nenhuma novidade na educação brasileira. A coisa anda na "direção certa"

Fonte: A GAZETA
21/10/2009

Um aluno de 12 anos de uma escola da rede municipal de ensino de Vila Velha, localizada no bairro Santa Rita, recebeu a tarefa de fazer uma redação. Para isso foi até a biblioteca da unidade e pegou um livro. O problema é que a publicação possui conteúdo inapropriado para crianças.

livro vila velha


O livro trazia cenas de sexo, violência e embriaguez. Também utilizava de linguagem pesada e grosseira e cheia de palavrões. Ao perceber que o conteúdo não se adequava à sua idade, o menino mostrou o livro à mãe, que ficou perplexa. O material possui o selo do Ministério da Educação.


A diretora da escola foi procurada mas disse que não conhecia o fato porque não foi comunicada pela família. Porém ela confirmou que todos as publicações da biblioteca são aprovados pelo Ministério da Educação. A secretaria de educação de Vila Velha informou que foi determinada a retirada de todos os livros da rede municipal e que os exemplares serão devolvidos ao Ministério da Educação.

Cavaleiro do Templo: sabe porque digo que está tudo indo pelo caminho certo? Veja os vídeos abaixo depois de ler o texto:

É este o povo brasileiro, estes meninos e meninas que os revolucionários preciam para atingirem seus objetivos. Quando adultos, serão apenas parecidos com seres humanos. Serão os homem massa, o "novo homem" imprestável e doente mental, moral e social.





Chávez decreta o fim de um dos pilares do Ocidente na Venezuela


Mais uma vez é no NOTALATINA da monstruosamente incansável Graça Salgueiro que o brasileiro encontra FATOS sobre "nóçu continênti". Não vou nem mencionar o que o satanista do Foro de São Paulo fez no seu belo país, a Venezuela. Cliquem aqui e leia do que se trata e muitas outras novidades sobre a nossa Iberoamérica e com quem estamos alinhados/nos alinhando neste mundo perdido...

Mulheres estão menos felizes do que nos anos 70

Fonte: JULIO SEVERO
21 de outubro de 2009

Livro AQUI


Martha Mendonça

Um estudo feito nos Estados Unidos, o General Social Survey, detectou que as mulheres estão mais tristes do que estavam há três décadas — e mais insatisfeitas com suas vidas do que os homens. Nos anos 70, quando começou a emancipação feminina, com entrada no mercado de trabalho, pílula anticoncepcional, liberdade sexual, elas se sentiram exultantes. Mas quanto mais conquistaram, mais responderam à pesquisa — que é feita desde 1972 — dizendo que estavam infelizes.


O assunto é o mais lido e comentado do site do New York Times, desde que a matéria Blue is the new Black foi publicada, na última sexta-feira. Leitores e leitoras não se cansam de enviar emails — alguns revoltados com a constatação. Outros reafirmando a ideia de que alguma coisa não vai bem no universo feminino.
Os homens, ao contrário, de menos felizes há 30 anos, hoje se declaram mais satisfeitos com suas vidas do que as mulheres.


Quem analisou a pesquisa acredita que o resultado se deve a vários fatores: à complexidade biológica e hormonal das mulheres, somou-se as duplas e triplas jornadas a que elas se submetem e suas exigências de eficiência em todas as áreas. As mulheres têm mais demandas e cobram mais de si próprias. Se na década de 70 elas se cobravam em relação a beleza, filhos, jardins e jantares, agora elas se cobram em relação a beleza, filhos, jardins, jantares, trabalho, carreira, estudos, sexo, equilíbrio no casamento.


Pesquisador do Instituto Gallup e autor de livros sobre felicidade, Marcus Buckingham diz que as mulheres começam suas vidas mais seguras e satisfeitas do que os homens, mas, no que vão amadurecendo, vão ficando menos felizes.
“As mulheres de hoje estão fazendo mais e sentindo menos”, afirma.


A matéria ressalta também a valorização da beleza e da juventude do nosso tempo, que afetam mais as mulheres do que os homens. Enquanto elas aumentam seu nível de estresse com cosméticos e tratamentos estéticos e cirúrgicos, os homens muitas vezes ficam mais atraentes com a maturidade. De acordo com o estudo, aos 39 anos as mulheres começam a ser menos felizes do que os homens com seus casamentos, aos 41 com suas finanças, e aos 44 com seus bens.
A emancipação feminina também tirou das costas dos homens o peso da responsabilidade pelo sustento da família. Não sendo mais os únicos provedores, sentem-se mais livres e felizes.


Em seu blog no Huffington Post, a jornalista Arianna Huffington também analisa os dados da pesquisa.
“Quando vemos o que ocorreu nestas últimas décadas, com as mulheres tendo mais liberdade, mais escolhas, mais oportunidades e mais dinheiro, temos que perguntar: o que está acontecendo?”


O resultado do estudo me lembrou de um post que coloquei aqui no blog há não muito tempo, sobre como
as mulheres americanas não gostam de seus empregos e gostariam de poder ficar apenas cuidando da casa.


Será que vai chegar o dia em que as mulheres vão amaldiçoar o feminismo?


Fonte: Revista Época


Divulgação: www.juliosevero.com


IMPORTANTE:
Adquira o livro De Volta Ao Lar, escrito pela ex-feminista Mary Pride. O livro, que foi traduzido por Julio Severo, denuncia o feminismo e mostra como o chamado de Jesus Cristo é a resposta para a mulher de hoje. Para adquiri-lo, siga este link: http://www.edicoescristas.com.br/produto.php?vitrine=262


Cavaleiro do Templo: além dos motivos expostos acima que poderiam ter tornado os homens mais felizes depois da "liberação feminina" eu queria acrescentar um outro que talvez o autor do artigo não tenha querido citar ou, ao contrário de mim, não ache um bom motivo. Bom, é por demais óbvio para mim que ter quantas mulheres se quiser para sexo "lavou tá novo", inclusive as dos vizinhos, é do agrado da população masculina em geral. Neste sentido, não existe um mulherengo ou mulherista que não bata palmas de pé para o "liberou geral" da mulherada. E como foi decisão delas entrar nesta, não podem agora de forma alguma reclamar o "direito adquirido" de ser portarem iguais aos homens e de serem encaradas pelos mesmos como "iguais em tudo e em todos os momentos, complementares apenas na gentitália". Em boa parte, senão na maioria, os homens preferem muitos sabores a um só. Desde 1970 isto se tornou coisa fácil. Em resumo, a "homarada" manda um muito obrigado por tudo às feministas de outrora!!! É menos responsabilidade e mais prazer!!! E a família, a sociedade e seus valores que se danem...

O "nôvu brasíu" desde que por aqui estabeleceu-se a esquerdopatia como única visão de mundo

Vejam o resultado de uma busca interessante AQUI.


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

NOTALATINA - Continuando com as últimas informações sobre Honduras...


A grande Graça Salgueiro do NOTALATINA traz "notícias fresquinhas" de Honduras e Zé-laia. Leiam trecho abaixo, íntegra aqui. Cliquem, se não fosse trágico seria cômico...


"Sugiro que vocês consultem todos estes endereços para verificar o tamanho da canalhice de que esta gente é capaz. Parece até coisa de criança voluntariosa, que fica negando a realidade quando ela lhe é desfavorável. Mas não é isso não, pois no caso do comportamento infantil é apenas uma dificuldade de lidar com as frustrações que, se bem trabalhada, passa e tem conserto.

O caso de Zelaya e de todos os que o apóiam, incluindo aí Lula, MAG, Celso Amorim, Chávez, Ortega, Morales e toda esta gang de desordeiros que fazem coro com ele, é de psicopatia mesmo, e não tem solução, a não ser tirando-os do convívio com as pessoas normais."


Voltando e pegando carona no que disse a Graça, a Dra. Ana, que quem lê o Cavaleiro do Templo conhece bem, manda um recado:


Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”


Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva

Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.


Prêmio Nobel da P... peraí!

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
CARLOS REIS | 14 OUTUBRO 2009
ARTIGOS - GLOBALISMO

O Prêmio Nobel mostrou toda a sua face criminosa, a sua desavergonhada servidão à Nova Ordem Mundial. Mas isso não é de hoje.

Diga-me quem te premiou e eu te direi quem és.



hopenosis

Hoje, um dos correspondentes do jornaleco Zero Hora escreveu que o Barack Hussein ganhou o Prêmio Nobel da Esperança. Gostei do veneno. Mas o tal jornalista, a essas horas, já deve estar na rua do jornaleco.

Continuo eu. Barack Hussein, o Obaminável (copyright Heitor de Paola), é o primeiro ganhador do Prêmio Nobel da Esperança, versão mais glamourizada do Prêmio Mundo Melhor, hoje banalizado por fóruns globalizados pacifistas mundo afora. Faz sentido. Em vez de inventar o Prêmio do Mundo Melhor da Paz, que renderia mais dinheiro para os vencedores, os empregados parlamentares e cartolas da Nova Ordem Mundial (NOM) inventaram esse Prêmio. Barack Hussein é o primeiro "Bandido Esperança" da NOM. E Barack Hussein repetiu o discurso mais emblemático de Lula, o Cara. Como não achar a premiação plenamente justificada? Não sei como se diz em inglês"nunca antes se fez tanto neste país como nóis ainda vamo fazê". Não exagero, está nos anais. Nos nossos anais, pelo menos! Agora está na boca do pseudo-americano Barack Hussein.


O Pacificador do Futuro, Prêmio Nobel Pré-Datado da Paz, Barack Hussein, acordou um milhão e tanto mais rico fingindo que nada sabia. Fico imaginando que, como ainda há tempo até o discurso de aceitação e recebimento da grana, ele pensará em fazer uma caridade com esse dinheiro. Terrível dilema: dará a grana para a ACORN, para as FARC ou o MST? Convidará Lula, o Cara (o maior invejoso do momento), para um barbacue milionário, tão torrado como um assado texano? Ele é capaz de qualquer dessas coisas. Mas, por favor, eu não estou criticando a escolha do Obaminável Barack Hussein. Pelo contrário, acho-a terrivelmente justa, inacreditavelmente meritória e absolutamente legítima. Afinal, nunca ninguém antes naquele país prometeu tanto e desejou tanto baixar as calças para o terrorismo internacionalista antiamericano, para o Talibã, Al Qaida, Irã, e todos os evil-doers de Bush.


Agora falando sério, sem ironias. O Prêmio Nobel mostrou hoje toda a sua face criminosa, a sua desavergonhada servidão à Nova Ordem Mundial. Mas isso não é de hoje. De fato, a lista de ganhadores suspeitos desse prêmio é longa, embora não seja contínua para não despertar suspeitas. Uma das manobras favoritas dos membros parlamentares do comitê de Oslo é premiar em conjunto e até, às vezes,
soi disant inimigos. Assim, Yasser Arafat recebeu o prêmio em 1994 juntamente com Yitzhak Rabin e Shimon Perez; Henri Kissinger dividiu o prêmio com o vietnamita Le Duc To. O fato de Yasser Arafat mandar para o cemitério milhares de pessoas em atentados terroristas nada diz ao instituto do Prêmio Nobel da Paz, ou à NOM.


Desde a sua criação a instituição do Prêmio Nobel foi um instrumento da Nova Ordem Mundial. É só conferir os seus ganhadores, e em todas as categorias. Por exemplo, o Dr. James Watson, um dos descobridores do DNA, foi também premiado pelo Instituto Karolinska de Stockholm em 1962. Na década seguinte teria participado de experiências criminosas em uma prisão em Huntsville, Texas. A experiência de vacinas (?) em presidiários redundou na criação da AIDS e do monstrengo biológico
Mycoplasm infectans incognitus, também conhecido como HIV1, e cuja patente (US Patent 5,242,820) requisitada posteriormente pelo cientista chinês Dr. Shyh-Ching Lo, está em nome do Exército Americano, como se lê em http://www.whale.to/m/mycoplasma5.html ehttp://freepatentsonline.com/5242820.


Esse pesquisador chinês durante anos tentou provar ao mundo que o vírus da AIDS, o HIV 1, sozinho, não era capaz de fazer tanto estrago. Evidências, testemunhos, e uma série de inexplicáveis coincidências apontam que a AIDS nasceu dessas experiências em Hunstville, ou continuou em Cold Spring Harbor, New York, local onde ocorreu a epidemia misteriosa do West Nile Virus, o mesmo instituto de pesquisas onde James Watson foi presidente até deixá-lo depois de suas declarações eugenistas e racistas em 2007. É fato notório que os Rockfeller e os assassinos da Carnegie foram os principais patrocinadores deste instituto. Não há que duvidar que eles eram e continuam sendo entusiastas da eugenia, da esterilização de mulheres, do aborto, e toda forma de genocídio. A revista
Veja na edição de 21 de janeiro de 2004, comentou o livro "O lado obscuro da América", e como cientistas dos Estados Unidos foram pioneiros nas práticas de "limpeza racial" (http://veja.abril.com.br/210104/p_108.html).


Anos após o cientista chinês ter tentado denunciar ao mundo que o vírus HIV não passava de uma combinação de um inofensivo parvovírus B19 com o
Mycoplasma infectans incognitus, o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina foi dado ao francês Luc Montagnier, que nada mais fez do que copiar o trabalho do cientista chinês. Mas por que o Dr. Shyh-Ching Lo ficou quieto? Ele estava fazendo algo mais do que apresentar seu laudo de patologista-chefe do Exército Americano na autópsia de centenas de pessoas mortas pelo micoplasma, ou tentava esconder a técnica de criação do causador da AIDS? Como se sabe, quase uma centena de casos de Esclerose Lateral Amiotrófica, Esclerose Múltipla, paralisias terríveis, entre outras doenças, irromperam na época, todas elas com traços da presença do micoplasma, o agente bacteriano com gens transplantados de vírus. De qualquer forma o prêmio foi dado de novo.


Assim trabalha a instituição que premiou o Obaminável Barack Hussein em favor, não da humanidade, mas da Nova Ordem Mundial. Abaixo refiro alguns nomes de pessoas e instituições merecedoras do mesmo galardão da infâmia entre 2009 e 1977. Ganharam o dinheiro e a fama de humanistas e pacificadores por abominações e, afinal, por uma paz que nunca veio. Destaco em especial a premiação de Joseph Rotblat e a Pugwash Conference on Sciences and World Affairs em
http://zombietime.com/john_holdren_and_harrison_brown/, e a história da engenharia social ou bioética, ou o racismo mais descarado financiado pela Rockfeller Foundation e Carnegie Institution, que estão em http://www.thecuttingedgenews.com/index.php?article=11536&pageid=37&pagename=Page+One.


- 2007 - Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática - Al Gore, mentiroso internacional com o seu fajuto
man made global warming. O crime ambiental verdadeiro que está sendo feito para "esquentar" a fraude, eu comento em outro momento.


- 2006 - Muhammad Yunus, de Bangla Desh - fez um banco (!)


- 2005 - Agência Internacional de Energia Atômica, Mohamed El Baradei, por afrontar George Bush (o filho) e favorecer o programa atômico do Irã.


- 2002 - Jimmy Carter, pelo seu trabalho internacional pelo comunismo.


- 2001 - Nações Unidas e Koffi Anan; prêmio redundante e favorecimento de um ladrão.


- 1997 - Campanha Internacional para banimento das minas terrestres; homenagem à queridinha do
beautiful people, Lady Diana.


- 1995 - Joseph Roblat e a Pugwash Conference on Sciences and World Affairs (cujo parceiro, John Holdren, hoje Secretário de Obama, preconizava o aborto forçado e o genocídio de 1/3 dos habitantes do planeta).


- 1994 - Yasser Arafat (terrorista, agente da KGB); Shimon Peres, e Yitzak Rabin.


- 1993 - Nelson Mandela e Frederick de Klerk, respectivamente prisioneiro comunista e carcereiro racista.


- 1992 - Rigoberta Menchú Tum, guerrilheira comunista indígena. Acusada de falsidade ideológica.


- 1990 - Mikhail Gorbachev, líder comunista, KGB, fundador do Club de Roma e da Cruz Verde Internacional. Aquisição recente da NOM.


- 1988 - Forças de Manutenção da Paz da ONU (?) Sem comentários.


- 1987 - Oscar Árias Sánchez, ainda trabalha pelas FARC.


- 1984 - Bispo anglicano Desmond Tutu, agitador comunista.


- 1981 - Alto Comissariado das Nações Unidas pelos refugiados (das guerras que a ONU patrocina).


- 1980 - Adolfo Esquivel, comunista argentino; defensor dos direitos humanos dos montoneros.


- 1979 - Madre Tereza de Calcutá, ex-prostituta, guerrilheira comunista na Albânia, santificada na Índia.


- 1978 - Anwar el Sadat e Menachen Begin. O primeiro, ex-parceiro do comunista Gamal Abdel Nasser; o outro, terrorista na juventude quando matou soldados ingleses.


- 1977 - Henry Kissinger (um dos fundadores do Club Bilderberg); Le Duc To, ministro norte-vietnamita. Este último, como bom comunista, recusou o dinheiro.

Obama vs. Bastiat

Fonte: MÍDIA A MAIS
por João Luiz Mauad em 23 de setembro de 2009


Frédéric Bastiat: alertando para os fundamentos ocultos da economia de mercado

C


omo bem sabem os meus dezessete leitores, tenho grande admiração pelo trabalho de Frédèric Bastiat, intelectual e político francês que viveu na primeira metade do Século IXX. Seus insights econômicos são fabulosos, sempre escritos de forma simples e didática, voltada aos leigos. Sua parábola da “vidraça quebrada” é tão educativa que deveria ser leitura obrigatória na primeira aula de qualquer curso de introdução à economia. Há nela inúmeras lições econômicas que, infelizmente, malgrado um tanto óbvias, costumam ser desprezadas ou esquecidas por economistas e políticos.

Bastiat nos mostra, por exemplo, que destruição não é lucro. Também ensina que não podemos nunca esquecer os custos de oportunidade, ou custos de escolha. A principal lição, entretanto, diz respeito ao que os modernos economistas chamam de “Lei das consequências não intencionais”. Nas palavras do próprio mestre, esta lei nos diz que "na esfera econômica, um ato, um hábito, uma instituição, uma lei, não geram somente um efeito, mas uma série de efeitos. Dentre esses, só o primeiro é imediato. Manifesta-se simultaneamente com a sua causa. É visível. Os outros só aparecem depois e não são visíveis. Podemo-nos dar por felizes se conseguirmos prevê-los... Entre um bom e um mau economista existe uma diferença: um se detém no efeito que se vê; o outro leva em conta tanto o efeito que se vê quanto aqueles que se devem prever."

Se Bastiat fosse leitura obrigatória em todas as faculdades de economia, talvez se evitasse que alguns economistas, muitas vezes de prestígio, saíssem por aí dizendo bobagens e propondo leis e políticas estúpidas. (Na época do Furação Katrina, que devastou a cidade de Nova Orleans, por exemplo, cheguei a ouvir economista “graúdo” dizer que toda aquela destruição tinha o seu lado bom, já que a reconstrução da cidade incentivaria a economia local. Um raciocínio tão estranho e imbecil que, tomado a sério, nos levaria a pedir a Deus que enviasse um furação ou terremoto por mês, para que nos tornássemos mais prósperos).

Mas vamos ao que interessa. Recentemente, o governo norte-americano lançou um programa que, aparentemente, foi um grande triunfo. Com o pomposo nome de CARS – Car Allowance Rebate System -, mas conhecido mesmo como “Cash for Clunkers” ou simplesmente “C4C”, o programa, que o Presidente Obama considerou “um sucesso além da imaginação”, estabeleceu que o governo pagasse um incentivo entre US$ 3,550 e 4,500 a todos os proprietários de carros antigos que os trocassem por automóveis novos. De acordo com a lei, todos os carros trocados deveriam ser inutilizados através da infusão de um produto químico nos motores.

Em pouco menos de um mês, três bilhões de dólares dos pagadores de impostos foram transferidos para os bolsos dos felizes proprietários de automóveis velhos, enquanto a indústria automobilística vendeu cerca de 700.000 veículos novos e criou, ou manteve, cerca de 42.000 empregos diretos e indiretos. Concebido com o intuito de incentivar a combalida economia americana, mas também focado nas causas ambientalistas, já que os antigos modelos beberrões e emissores de quantidades maiores de CO2 seriam trocados por veículos modernos, mais econômicos e menos poluentes, o programa, em princípio, parece realmente ter sido um fulgurante sucesso. Seus idealizadores acreditam que, por decreto, conseguiram a proeza de acelerar o tal processo natural e paulatino do capitalismo, apelidado por Schumpeter de “destruição criadora”.

Se Bastiat fosse vivo, provavelmente diria que estes são os efeitos “que se vêem”. Porém, há também alguns efeitos que “não se vêem”. E esses últimos, que os economistas chamam de “consequências não intencionais”, nos levam a acreditar que, no fim das contas, o “C4C” produzirá uma penca de resultados negativos, em longo prazo, que irão superar, em muito, os benefícios imediatos.

Para começar, Bastiat teria nos lembrado de que todos os veículos inutilizados tinham valor, e faziam parte da riqueza da sociedade. Além disso, ele provavelmente lembraria que todo dinheiro que o governo dispõe provém da própria sociedade, seja pela cobrança de impostos, seja pela venda de títulos da dívida. Logo, se esse dinheiro não tivesse sido tirado de seus donos originais, ele teria sido gasto de outras maneiras, talvez mais eficientes.

Bastiat também nos falaria dos personagens ocultos da história. Lembraria que, além dos proprietários de carros velhos, dos empregados e acionistas das montadoras, dos donos e funcionários das distribuidoras e dos ferros-velhos, ainda há outros (terceiros) interessados (os sapateiros da história da janela quebrada), os quais provavelmente sairão muito prejudicados. Eis aqui alguns personagens ocultos que não devem estar nem um pouco satisfeitos:

1. Proprietários e empregados de oficinas mecânicas. Este é um nicho de mercado dos mais importantes dos Estados Unidos. Como a frota de veículos é enorme e a vida útil dos mesmos também, não apenas pela qualidade dos carros, mas também porque se trata do principal meio de transporte do país, utilizado até pela população mais pobre, existe uma infinidade de oficinas mecânicas espalhadas pelo território americano. Como os donos de carros mais velhos são seus principais clientes, parece óbvio que a inutilização de tantos veículos fará despencar a receita desses estabelecimentos;

2. Famílias pobres e consumidores jovens. Os carros velhos, vendidos muitas vezes a preço de banana, são o sonho de consumo dos mais pobres e dos jovens debutantes do mercado de trabalho. Com a destruição de tantos carros antigos, parece evidente que os preços desses veículos ficarão bem mais salgados, tornando muito mais difícil a sua aquisição pelos menos abastados. (Como diz o ditado: corda sempre rompe do lado mais fraco);

3. Instituições de Caridade. É muito comum na sociedade americana a doação de coisas velhas para instituições de caridade. Não estamos falando só de roupas, móveis, eletrodomésticos, mas também de carros. Sim, caro leitor, é corriqueira por lá a doação desses carros velhos às obras de caridade, que costumam vendê-los em rifas, bingos beneficentes, etc.

4. Pagadores de impostos e todos os demais setores da economia, não beneficiados direta ou indiretamente pelo programa. Como sabemos, o jogo do governo é sempre um jogo de soma zero. Todo o dinheiro de que dispõe foi retirado dos contribuintes pela força. Como bem lembrou Sheldom Richman, “o governo precisa quebrar vidraças antes de distribuir benefícios. Os políticos simplesmente movem os recursos escassos de um lado para o outro, desprezando as escolhas dos consumidores, cujo dinheiro que lhes foi tomado certamente serviria para que adquirissem alguma coisa no mercado”. Quantos empregos, em setores distantes do de automóveis, não foram destruídos junto com as sucatas produzidas pelo C4C?

Finalmente, há ainda o quesito ambiental. Malgrado toda empolgação de Obama e dos “verdes”, há estudos científicos sérios demonstrando que os benefícios ambientais estariam muito abaixo daqueles alardeados pelo governo e pelas ONGs ambientalistas. Além disso, haveria maneiras bem mais baratas e eficientes de conseguir os mesmos resultados.

A cor da pele II

Demétrio Magnoli falando mais sobre mais este assunto abusrdo levado a cabo pelo "nóçu prêsidenti" e sua turma.



A cor da pele...

Absolutamente imperdíveis as colocações nestes dois vídeos, principalmente as do autor do Livro, Demetrio Magnoli. De um lado existe pesquisa histórica, dados científicos e reflexões fantásticas, do outro lado temos coisas como as colocações do rapaz com longos cabelos.

É uma diferença absurda, militância e falta de preparo x competência e honestidade intelectual e acadêmica.



sábado, 17 de outubro de 2009

Log Cabin diz que vai cobrar Obama pelas promessas

Fonte: GAYS DE DIREITA
SEXTA-FEIRA, 16 DE OUTUBRO DE 2009


A “Marcha Nacional pela Igualdade”, um protesto de homossexuais ocorrido no último sábado (10/10/09) em Washington, conseguiu reunir cerca de 200 mil pessoas. Um dos principais pontos levantados pelo grupo de homossexuais republicanos Log Cabin é a política "Don't Ask, Don't Tell" (DADT). Esta foi a única organização gay que teve a iniciativa de mover um processo na justiça contra o governo por discriminação.

Conforme mencionamos na última sexta, Obama tinha a intenção de se aproveitar politicamente deste protesto, e foi justamente o que aconteceu. Durante um jantar entre ativistas de direitos civis, o presidente Obama disse que estava disposto a lutar para acabar com o DADT. O seguinte trecho do seu discurso arrancou aplausos da platéia: “Nós estaremos acabando com o DADT. Nós não deveríamos estar punindo americanos patriotas, que se apresentam para servir à pátria. Devíamos estar celebrando sua disposição e demonstração de coragem [inaudível] diante de seus compatriotas, especialmente quando estão combatendo numa guerra”.

Entretanto, Charles Moran, do Log Cabin Republicans, disse que este discurso ainda não convenceu os homossexuais. Em uma entrevista à MSNBC-NEWS, Moran afirmou que, após o discurso, o presidente teria conversado com sua equipe de governo no Departamento de Justiça para "lutar contra o processo judicial", ou seja, fazer de tudo para manter a política DADT. Assista abaixo a entrevista com Charles Moran e Brad Blakeman.



Criada no governo Clinton, a política DADT foi algo inédito. Sempre houve um conjunto de medidas disciplinares punindo atividades sexuais nas Forças Armadas Americanas. O que torna esta política tão agressiva é que uma mera suspeita de homossexualidade por parte de qualquer membro das Forças Armadas passa a ser investigada e pode resultar em expulsão do militar. Vários militares, tais como o Major-General do Exército Vance Coleman e o Capitão da Marinha Americana Joan E. Darrah, já condenaram publicamente no Congresso Americano tal política, já caracterizada como contraproducente, excessiva e inútil.

O jornal “O Estado de S. Paulo” divulgou uma nota curta sobre o assunto no dia 12/10, podendo esta levar o leitor a acreditar que há uma espécie de “paz imensa” entre os homossexuais americanos e o Presidente Obama, coisa evidentemente arquitetada para desinformar a população. O site oficial da Marcha foi bastante crítico em relação ao presidente americano, afirmando que Obama
“preferiu se dirigir a uma platéia restrita que pagou US$250 por cadeira no jantar do que enfrentar as vaias no lado de fora de uma multidão de milhões de furiosos”.

Recomendamos a leitura desta página:
http://equalityacrossamerica.org/blog/

Lenin: “Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é!”

Quatro vídeos educativos. Mas antes, a Dra. Ana tem um recado:


“Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”

Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva
Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.




Os imbecis aí de cima dizem logo no início que "em um mundo que produz o dobro dos alimentos necessários para a população mundial, o capitalismo mata de fome 100.000 pessoas por dia". Ou seja, ter disponível o dobro da comida necessária deixa as pessoas com fome e muitas morrem disto, inclusive.

O vídeo é uma produção dos comunistas, veja aqui.

Pergunte a si mesmo? Quem mata é sistema econômico? Você já viu isto em algum lugar? Agora veja esta entrevista.



Agora SISTEMA POLÍTICO mata sim. Dá a ordem assinada para os assassinos. Veja quem são os verdadeiros assassinos em massa.


O Extermínio dos Ucranianos pelos comunistas no inverno de 1932-1933.

Sete milhões foram mortos pela fome

A humanidade nunca tinha visto um programa de extermínio tão eficiente como o realizado pelos comunistas.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Neutralização de Honduras - ataque ao Estado de Direito

Fonte: MOVIMENTO ORDEM VIGÍLIA CONTRA CORRUPÇÃO


OBSTRUÇÃO DO ESTADO AO CONGRESSO PARA SUBVERTER A DEMOCRACIA EM TEGUCIGALPA



Quando o decano da Faculdade de Direito de Yale, Harold Koh foi eleito como advogado-chefe do Departamento de Estado, nós escrevemos um editorial dizendo que era uma “proposta ofensiva". Explicamos que em seu programa declarado em várias ocasiões "Sr. Koh era contrário à tradição americana do direito originário do "consentimento dos governados”. Mal sabíamos que o Sr. Koh iria pisotear no consentimento dos governados de outros países também.


Agora, descobrimos que foi o parecer jurídico do Sr. Koh que apoiou a administração equivocada de Obama, imoral e, de fato, a decisão de punir a nação de Honduras. A administração estranhamente objetou os legisladores hondurenhos e os juízes na aplicação de sua própria Constituição contra o candidato a ditador, Manuel Zelaya, que tentou retalhar uma importante limitação constitucional contra um presidente que tenta um segundo mandato.
Editorial The Washington Times


Em agosto, a Biblioteca de Direito do Congresso concluiu que "os poderes judicial e legislativo aplicados à lei constitucional e legal, no caso contra o presidente Zelaya ... estava de acordo com o sistema legal de Honduras". No entanto, além da abjeção da administração de Obama, ele impôs sanções unilaterais contra Honduras. Inclusive James Kirchick da revista liberal da Nova República escreveu que "a política dos EUA tornou-se um erro na busca de uma razão de ser."


O senador Jim DeMint, republicano da Carolina do Sul, relatou que quando ele e os Reps Aaron Schock, Peter Roskam e Doug Lamborn (republicanos de Illinois, Indiana e Colorado, respectivamente) foram em uma missão a Honduras, a única pessoa lá além de qualquer partido ou interesse que afirmou que Zelaya deveria voltar ao poder foi o Embaixador americano Hugo Llorens, que poderia ter citado que a fonte de sua postura foi o ditame jurídico do Sr. Koh.


Acontece que o Sr. DeMint e 15 outros senadores vêm pedindo desde 8 de julho para o Departamento de Estado citar a fonte da sua análise jurídica. Sua carta protestando contra a postura do governo foi enviada à Secretária de Estado Hillary Rodham Clinton. Em uma imerecida bofetada na cara, a resposta do departamento não veio de Hillary Clinton, mas - lentamente 14 dias mais tarde - de Richard R. Verma, o secretário adjunto para assuntos legislativos. A carta do Senador Verma ignorou completamente o pedido da análise jurídica. Os relatórios do Sr. DeMint mostram que todas as tentativas posteriores no Congresso para ver as análises jurídicas escritas pelo Sr. Koh ou qualquer outra pessoa foram rejeitadas como "comunicações privilegiadas" Isto é ilegal. Não existe tal privilégio.


O jurista Miguel Estrada, que nasceu em Honduras, tem se perguntado por que o Sr. Koh parece "não ter coragem para expor seu processo de raciocínio e as conclusões ao escrutínio público." Talvez seja porque as conclusões do Sr. Koh vão prejudicar o governo de Honduras que inclusive o Senador Verma reconhece ser "um importante parceiro comercial [e] um aliado na luta contra os cartéis do tráfico de drogas e do crime organizado".


O Ex-promotor federal Andrew C. McCarthy, escrevendo para a National Review, colocou o problema de forma melhor: "Agora, ao abrigo das regras de Obama, temos de dizer a Al Qaeda o que são as nossas táticas de interrogatório, mas não podemos dizer ao povo americano por que o governo de Obama fez uma determinação política de apoiar a um [marxista] brigão em detrimento da lei do governo de Honduras”. A obstrução é inaceitável. Assim é a política que ele apóia. The Washington Times



COMENTÁRIO

Existe uma orquestração criminosa contra a Constituição de Honduras. Não bastasse as obstruções aos pedidos do Congresso para que o Departamento de Estado apresente sua análise jurídica sobre os fatos, agora também a ONU - na figura do execrável secretario Geral, Ban Ki-Moom - soltou um
comunicado oficial tentando “minimizar” os efeitos da repercussão do Relatório do Departamento de Assuntos Políticos - da própria ONU - que reconheceu a constitucionalidade do ato de deposição de Zelaya.


A ONU hoje é de nenhuma utilidade para nós, mas de uso significativo para os inimigos. É preciso acabar com ela. Por Arthur/Gabriela.

Profecia do sertanista Orlando Villas Boas

Veja este vídeo e leia abaixo o artigo do Olavo. São complementares e mostram, mais uma vez, a cara "dêsti govêrnu".

Fonte: prosaepolitica

Para quem não viu, o P&P traz aqui a reportagem da Band TV, do jornalista Fábio Pannuzio, que está se mostrando um dos melhores, senão o melhor do país, onde mostra a profecia realizada há 6 anos pelo sertanista Orlando Villas Boas, no Dia Mundial do Meio Ambiente.

Pouco antes de morrer, Orlando Villas Boas denunciou interesses estrangeiros na Amazônia e fez uma profecia sobre o futuro de terras indígenas na região. Veja na reportagem de Fábio Pannuzio, que em uma reportagem anterior já denunciava a presença ostensiva de estrangeiros na região.

Auxílio-reclusão é amostra do alinhamento com estratégias revolucionárias.



Olavo de Carvalho - 13/10/2009 - 20h44


Leio no site da Previdência Social: "O auxílio-reclusão é um benefício devido aos dependentes do segurado recolhido à prisão, durante o período em que estiver preso sob regime fechado ou semi-aberto."


Ou seja: no Brasil você pode matar, roubar, sequestrar ou estuprar, seguro de que, se for preso, sua família não passará necessidade. O governo garante. Se, porém, como membro efetivo da maioria otária, você não faz mal a ninguém e em vez disso prefere acabar levando dois tiros na cuca, quatro no estômago ou três no peito, ou então uma facada no fígado, esticando as canelas in loco ou no hospital, aí o governo não garante mais nada: sua viúva e seus filhos podem chorar à vontade na porta do Palácio do Planalto, que o coração fraterno da República solidária não lhes concederá nem uma gota da ternura estatal que derrama generosamente sobre os bandidos.


É, as coisas são assim. Se elas o escandalizam, é porque você está muito desatualizado. Afagar delinquentes, estimular o banditismo, é uma das mais antigas e veneráveis tradições do movimento revolucionário, que o nosso partido governante personifica orgulhosamente.


Veja o que pensavam alguns dos mentores revolucionários mais célebres:


Mikhail Bakunin, líder anarquista: "Para a nossa revolução, será preciso atiçar no povo as paixões mais vis."


Serge Netchaiev, terrorista que Lênin adotou como um de seus gurus: "A causa pela qual lutamos é a completa, universal destruição. Temos de nos unir ao mundo selvagem, criminoso."


Willi Münzenberg, o gênio organizador da propaganda comunista na Europa Ocidental e nos EUA: "Vamos corromper o Ocidente em tal medida, que ele acabará fedendo."


Louis Aragon, poeta oficial do Partido Comunista Francês: "Despertaremos por toda parte os germes da confusão e do malestar. Que os traficantes de drogas se atirem sobre as nossas nações aterrorizadas!"


V. I. Lênin: "O melhor revolucionário é um jovem desprovido de toda moral."


De tal modo a paixão pelo crime se impregnou na mente revolucionária, que acabou até produzindo fenômenos paranormais. Em 8 de março de 1855, o poeta Victor Hugo, um ídolo dos revolucionários, recebeu numa sessão espírita, para satisfação aliás de suas próprias expectativas, esta mensagem do além: "A verdadeira religião proclama o novo evangelho: é uma imensa ternura pelos ferozes, pelos infames, pelos bandidos."


Os exemplos poderiam multiplicar-se indefinidamente. E nada disso ficou no papel, é claro. Nem se limitaram aquelas almas cândidas a cantar em prosa, verso e filme as virtudes excelsas da criminalidade (v. meu artigo "Bandidos e Letrados", de 26 de dezembro de 1994, em www.olavodecarvalho.org/livros/bandlet.htm). Já em 1789 os revolucionários franceses abriram as portas das prisões, libertando indiscriminadamente milhares de assassinos, ladrões e estupradores que em poucos dias espalharam o caos nas ruas de Paris (mesmo na célebre Bastilha não havia um só prisioneiro político: só delinquentes).


Logo após a tomada do poder pelos comunistas na Rússia, a política oficial era fomentar o sexo livre, criando assim uma geração de jovens sem família para incentivar a criminalidade juvenil e liquidar pela confusão o que restasse da "ordem burguesa". A idéia foi de Karl Radek (o chefe de Willi Münzenberg), que, ironia cruel, ao cair em desgraça perante Stalin acabou sendo assassinado a murros e pontapés por jovens delinquentes numa prisão.


O voto de Louis Aragon foi cumprido à risca a partir dos anos 50, quando a URSS começou a treinar agentes para que se infiltrassem nas então incipientes redes de tráfico de drogas - especialmente na América Latina - e as dominassem por dentro, criando uma futura fonte local de subsídios para o movimento revolucionário, que estava saindo caro demais para o bolso soviético.


Essa foi a origem remota das Farc, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, que hoje dominam o narcotráfico no continente. A história é contada em detalhes pelo general tcheco Jan Sejna, que participou pessoalmente da operação (v. Joseph D. Douglass, Red Cocaine. The Drugging of America and the West, London, Harle, 1999).



Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".