Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Minas Gerais. E agora?

VERDADE E LIBERDADE ONLINE


Alguns internautas andam em dúvida sobre a candidatura MARIO OLIVEIRA por um motivo: a coligação paulista PT e PT do B, partido do MARIO.

Eis que em Minas Gerais aconteceu, como falou o próprio MARIO quando disse que os estados são livres para fazerem seus arranjos, uma coisa bem louca. PT e PSDB estão de namoro por lá. Com o aval do Lula e aplausos da Dilma.

Vejam aqui e depois façam uma coisa: perguntem a quem apresentou ressalvas contra a candidatura MARIO OLIVEIRA PRESIDENTE DO BRASIL em quem estas pessoas vão votar, se é que vão votar, claro.

Talvez elas estejam querendo votar em "BRANCO".

Eu não vou votar em "BRANCO". 

MARIO OLIVEIRA PRESIDENTE. 



quinta-feira, 6 de maio de 2010

AHHH… PT SUSPENDE O PROGRAMA “FALA DILMA”

BLOG REINALDO AZEVEDO
quinta-feira, 6 de maio de 2010 | 15:35

O que o PT tem contra o humor?

O partido suspendeu a “produção” do programa “Fala Dilma”, uma “entrevista” que a pré-candidata concedia sobre temas nacionais e que se destinava à veiculação em rádios país afora.

Fizeram três programas. O resultado foi bisonho. A fala em rádio só funciona se for espontânea — ou se leva o ouvinte a acreditar nisso. Dilma lia um texto. Num dos episódios, um dos subordinados de Marcelo Branco se desentendeu com o Google e levou a candidata a afirmar que o presidente do Brasil, em 1909, era Arthur Bernardes. Naquele ano, ocuparam o cargo Affonso Penna e Nilo Peçanha.
A equipe já tentou também a simulação de entrevista em vídeo. A experiência mais notável é aquela em que Branco fica lendo o teleprompter junto — às vezes, um pouquinho antes — com a candidata e em que ela afirma que Vidas Secas trata da saída de retirantes “do Nordeste para o Brasil”. Huuummm, ainda que aquela região não estivesse incorporada ao país, esse não é o tema do romance de Graciliano Ramos, que inspirou filme homônimo.

Dilma está em intenso treinamento. Por enquanto, as suas melhores entrevistas são concedidas por Lula.

VOLTANDO DE FÉRIAS II



HEITOR DE PAOLA

05/05/2010

Drops para serem mastigados mais tarde

UMA CORREÇÃO



A Rede RBS, cujo Jornal de Santa Catarina noticiou que Serra teria dito que todo fumante é ateu negou anteontem que a notícia fosse verdadeira. OK, Serra pode não ter não dito isto, mas a campanha anti-fumo que ele patrocinou em SP durante seu Governo – aliás, Cabral aqui no Rio também – tem nítido fundo místico e supersticioso. Entenda-se: não sendo materialista nada tenho contra crenças místicas. Porém mistificar um tubo que solta fumaça deveria ser considerado crime, além de heresia. Principalmente vindo de um Governador cujo partido com um guru maximus, FHC, defendendo publicamente a descriminação das drogas pesadas, seguindo fielmente seus chefetes globais George Soros, Peter Lewis e outros. Como Serra jamais discordou dele, é lícito presumir que tenha a mesma opinião.


A campanha antitabagista é baseada em premissas falsas, pseudo-científicas, enquanto maconha, cocaína, heroína, crack e outras são comprovadamente lesivas à saúde do indivíduo que as usa e ameaçadoras à sociedade em geral. Nunca se ouviu falar que um sujeito acendeu um cigarro e saiu matando gente. Isto não quer dizer que cigarros não sejam eventualmente prejudiciais à saúde. Feijoada também. Tudo depende de sensibilidades e predisposições pessoais. Eu parei de fumar há 16 anos porque houve ameaça de futura lesão coronariana. Conheço ou tenho notícias de inúmeros nonagenários que continuam fumando – no mínimo três deles fuma 3 a 4 maços por dia! – e jamais tiveram doença alguma relacionada com o fumo.

A mais falsa premissa do anti-tabagismo é a mentira do ‘fumante passivo’, uma invenção do controle mental globalizado, como o aquecimento global, a possibilidade de heterossexuais que nunca tiveram relações homossexuais, adquirirem AIDS, a eficiência ‘comprovada’ da vacinação contra a H1N1, os malefícios da carne vermelha e os benefícios da alimentação vegetariana e dos Códigos Alimentares com os quais querem nos impingir o que comer e que corpo devemos ter. Interessante: os carnívoros e fumantes jamais, que me conste, tentaram obrigar alguém a seguir seus hábitos, mas o contrário é verdadeiro e aplica-se também aos usuários de drogas pesadas!Haverá um nexo aí?

O controle mental do antitabagismo já atingiu um nível tal que inúmeros fumantes já se sentem envergonhados de seu hábito e se auto-policiam cruelmente: o próprio desejo de fumar transformou-se numa crimidéia(apud Orwell, Newspeak em 1984).

CENA 1: num trailer cuja marquise não excedia 25 cm um casal fumava encostado ao balcão. Pois não é que um cara ridiculamente reclamou e eles tiveram que se afastar uns 10 cm? Se fosse eu soprava a fumaça direto na cara do imbecil! (interpretação na CENA 2).

(Quem quiser conhecer as idéias econômicas de Serra leiam o artigoJosé Serra e o pós-keynesianismode Leandro Roque).

A CAMPANHA CONTRA OS CANDIDATOS ‘FICHA-SUJA’

Este projeto de lei, já votado ontem, mas com emendas que serão objeto de debate hoje ou amanhã, é um absurdo jurídico total ao inverter a tradição básica do Direito de que todos são inocentes até prova em contrário. Se alguém é impedido de se candidatar só por ter sido acusado de um crime ou mesmo já tendo sido julgado em Primeira Instância por Juiz singular, ainda podendo recorrer e ser absolvido por provas de inocência está sendo considerado culpado até que prove o contrário! Ora, o ônus da prova é do acusador. Concordo com o ponto de vista de Klauber Cristofen Pires e acrescento unas cositas más.  

Quem tiver o controle da Polícia Federal e desta outra excrescência da constituição ‘cidadã’,  o ministério público (recuso-me a usar maiúsculas para esta pústula incrustada no Brasil como Lei Maior!), tem a faca e o queijo para controlar todas as eleições no país! Some-se a este poder o da ‘justiça eleitoral’, que já comentei, e além de roubar-se do eleitor o direito de ouvir as plataformas eleitorais em qualquer tempo e dar a juízes poderes supremos de calar ou até caçar candidatos,rouba-se também o direito exclusivamente seu de escolher em quem quer votar, mesmo que esteja sob suspeita. É mais um capítulo da suprema hipocrisia e ignorância deste país que nos levará ao cadafalso.

Até que o apoio popular a esta maluquice não foi tão grande – estima-se em menos de quatro mil assinaturas num universo de mais de cem milhões de eleitores – o que me surpreende, pois um povo como o nosso acostumado a ser culpado de tudo – menos os culpados que são inocentes sempre! – e por isto obrigado a portar carteira de identidade, CPF, documento de propriedade de veículo, reconhecer assinaturas e autenticar toda sorte de papéis – ah!, por que não consegui um cartório! – e submetido a câmeras, radares, pardais, e bafômetros – outro absurdo jurídico que obriga o sujeito a fazer prova contra si mesmo -, coisas inaceitáveis em países realmente livres.

Para fingir que a população tem algum poder, a Nova Classe precisa ceder pequenos poderes mixurucas que contentem pessoas que se sentem insignificantes. Um deles apresentei na CENA 1.

Agora a CENA 2: por descuido e imprudência minha exclusivamente tropecei e derrubei várias garrafas de vinho da prateleira de uma padaria. Havia uns quinze clientes e todas as mulheres presentes gritaram logo que havia uma mesa mal colocada e que a culpa era do gerente que deveria ser acionado e que eu não deveria pagar aquela que quebrou. Os homens calaram, só eu disse que pagaria sim porque a culpa era minha, ao que algumas senhoras passaram a me agredir verbalmente, pois eu tinha que me unir aos consumidores para fazer valer seus direitos, ‘é por isto que o Brasil está como está, etc’. Com medo da reação dos maridos eu não disse o que deveria ter dito: é sim, é por culpa de gente mesquinha e insignificante como vocês!(Esclarecendo às minhas leitoras: foram só as mulheres que reclamaram, sim. Não tenho culpa disto).


Não entendo nada de economia e sempre que preciso de conselhos nesta área obtenho de minha mulher economista ou dos amigos Iorio, Nivaldo e das abalizadas opiniões de Gilberto Simões Pires doPONTOCRÍTICO. Mas entendo bastante de outras coisas: gente, política, psicologia, ideologia, nações, orgulho nacional, etc. Fui dos primeiros a dizer que o Euro não podia dar certo, ainda antes que entrasse em funcionamento. Os fortíssimos orgulhos nacionais germânico, francês, italiano e britânico não iriam resistir a ver suas moedas serem substituídas por outra coisa apenas para satisfazer o antiamericanismo das elites. A Inglaterra sequer aderiu e mantém sua Libra Esterlina, a Suíça manteve a tradição de neutralidade e também não topou. Além disto, a União Européia nunca passou de uma ficção que tentam enfiar goela abaixo dos diferentes povos com tradições às vezes antagônicas.

Pouco tempo depois da instauração do Euro, vindo da Dinamarca, onde ainda imperava a Coroa, chegamos a Amsterdam. Ao pagar o táxi que nos conduzira do aeroporto ao hotel eu disse: ‘Da última vez que estive aqui paguei em Guilders’, e o taxista respondeu ‘Oh, yes, good and real old money, not this painted sheet of paper!’ (Oh, sim, o velho e bom dinheiro real e não este papel pintado)Se na cosmopolita e bilíngüe Holanda a idéia prevalente era esta – e confirmou-se depois em várias ocasiões – pude imaginar como seria em países mais orgulhosos de suas tradições.

Pois a crise da Grécia está aí e já atinge fortemente a Espanha e em pouco tempo Portugal, Irlanda e Itália. E hoje é o Prêmio Nobel Joseph Stiglitz, um dos arautos da globalização e dos maiores entusiastas do Euro, que no momento assessora o governo grego, quem afirma: ‘A crise financeira pode significar "o fim do euro", disse o vencedor do Prémio Nobel, em entrevista à Rádio BBC 4, citada pela Bloomberg. Se os "problemas institucionais fundamentais" da zona euro não forem resolvidos, "o futuro do euro pode ser limitado", acrescentou. Para o professor de Economia na Universidade de Columbia, a falta de uma política orçamental comum aos 16 países da zona euro é um dos problemas que foi posto a nu pela crise financeira na Grécia, e que levou a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional a aprovarem no domingo um empréstimo de 110 mil milhões de euros. Diz ainda"A esperança de que [este empréstimo] vá acalmar as pressões especulativas é, provavelmente, deslocada", afirmou o economista, argumentando que o plano de ajuda "pode funcionar temporariamente, mas a longo prazo os problemas institucionais fundamentais estão lá, os especuladores estão conscientes destes problemas, e à medida que estas fraquezas na Europa se vão tornando mais severas, isso abre espaço para um 'dia em grande' para os ataques especulativos", concluiu. (Ver mais Stiglitz aqui).

Afirma o Telegraph: ‘Suspeitas de que a crise grega poderia levar a um ataque maciço contra o euro foram reforçadas, pois especuladores aumentaram suas apostas contra a moeda ao maior nível desde sua criação....Contratos no Chicago Mercantile Exchange (CME), um excelente barômetro da especulação, mostram que, na semana passada as posições de liquidez de curto prazo contra o euro, saltaram de 39.500 contratos para 43.700 – numa diferença de € 5.5 bilhões ($ 7.5 bilhões de dólares).’
Mas é Sol Sanders, do Washington Times que aponta o real problema:‘Certamente o euro parecia ser o próximo passo do “projeto europeu” – a tentativa de acabar com as guerras no Continente, que culminaram na II GM que quase destruiu a civilização européia. As figuras proeminentes de Konrad Adenauer e Charles de Gaulle viram na unidade franco-germânica o único caminho para evitar futuros conflitos (...) Uma moeda comum pareceu lógica para completar o maior e mais rico mercado mundial. Mas o que poucos puderam antever era a bomba enterrada que agora explodiu. A unificação político-econômica da Europa ocorreu sob a égide de um organismo não eletivo nem representativo, a Comissão Européia, que só pode opinar a respeito de matérias secundárias, mas que jamais poderia agir com firmeza sobre os ministros das finanças dos diversos países.  Num País-Nação, com um governo representativo em funcionamento, um Parlamento poderia ditar o rumo da ação econômica. Mas os delegados que se assentam no Parlamento Europeu em Estrasburgo, França, têm tão pouco controle sobre os Comissários de Bruxelas e sobre a economia européia quanto o Congresso Continental tinha sobre as briguentas 13 Colônias (Americanas, logo após a Revolução).

TEMPOS DIFÍCEIS

HEITOR DE PAOLA


TEMPOS DIFÍCEIS

Ubiratan Iorio

05/05/2010

Vivemos hoje uma época em que os parâmetros tradicionais de julgamento, tais como os mandamentos morais religiosos, os princípios éticos de comportamento derivados de leis naturais imutáveis e as máximas de ordem prática aprovadas nos testes universais da razão e da ação humana parecem não mais corresponder ao mundo real, ou, para usarmos a expressão de Eric Voegelin, à Primeira Realidade.

A impressão que temos é que a maioria das pessoas, mesmo sem negar a correção daqueles mandamentos, valores e princípios, tende a considerá-los como meros padrões tradicionais – simples coisas de nossos antepassados e inteiramente demodées-, como se não tivessem sido consagrados durante séculos pelos usos e costumes e, consequentemente, a enxergá-los como meras prescrições inúteis no que se refere ao que fazer nas circunstâncias e ações práticas de suas vidas. E, assim, tendem a esquecê-los em um empoeirado baú guardado em algum lugar de suas atônitas consciências.

Quando as coisas estão desse jeito, as pessoas de bem não podem se omitir: devem agir, mesmo que sua ação pareça algo temerário, como tentar navegar contra a forte procela do relativismo moral que vem varrendo os mares da sociedade humana.

Para Hannah Arendt, filosofia é pensar e política é agir, ao que acrescento que a economia, assim como todos os atos de nossas vidas, a exemplo da política, também correspondem a um agir. Precisamos lutar pela recuperação moral da ação humana nos campos da política, da economia e da vida integral de cada ser humano, neste ambiente desalentador em que praticamente todos os valores acatados tradicionalmente pela sociedade são, na melhor das hipóteses, questionados como “polêmicos” e na pior, simplesmente, desprezados.

Ora, um ato ou ação, seja no campo econômico, no político ou no da vida pessoal, só pode revestir-se de dignidade se sua prática estiver em conformidade com os valores morais da tradição. É dever de cada um lutar pela re-incorporação desses princípios em todos os campos da ação humana, cada um de nós do jeito e da forma que estiver ao seu alcance.

Precisamos voltar a enaltecer bons exemplos e não desvios comportamentais como faz ininterruptamente a maioria da mídia temos que recuperar o respeito pelo próximo e não o desrespeito como vemos por aí a torto e a direito é necessário voltarmos a olhar para a consciência individual como a verdadeira fonte da riqueza moral e do patrimônio ético, se não quisermos que a fuga deliberada do homem à sua transcendência acabe de vez com o que chamamos de civilização, embora, no estado de perplexidade hoje predominante, “civilização” ou “modernidade” possam significar não mais do que o rompimento com o passado e com a tradição, ou seja, exatamente o oposto do que vem a ser.

Todo e qualquer ato, seja político, econômico ou pessoal, reveste-se de algum significado moral: pode ser moralmente certo, neutro ou errado. Por isso, quando um político desviar recursos públicos em benefício próprio quando homens ou mulheres, para aparecerem em manchetes e capas de revistas, praticarem atos moralmente condenáveis quando alguém defender a cultura da morte sob o pretexto de que “a mulher tem direito a fazer o que bem entender com o próprio corpo” quando juízes colocarem criminosos condenados na rua quando tentarem relacionar o celibato dos sacerdotes com o crime da pedofilia (quando apenas 0,5% do clero respondem por acusações desse desvio e quando praticamente a totalidade dos acusados são membros de outras religiões que não a católica ou, predominantemente, leigos e, portanto, não sujeitos ao celibato) quando empresas privadas participarem de concorrências fraudulentas quando empresas públicas financiarem atos políticos dos governos que detêm seu controle quando, enfim, você perceber qualquer ato que fira a tradição moral que herdou de seus pais e avós, não fique quieto! Escreva artigos, ou mande cartas para os jornais, ou critique esses e outros descalabros nas conversas com amigos no trabalho, na universidade, no metrô ou em qualquer outro lugar. Enfim, em uma palavra: aja!

Os tempos são mesmo difíceis, mas, se não mostrarmos coragem para fazer as pazes com o insubstituível legado moral do passado, não teremos futuro!

Igreja não apoiará políticos favoráveis ao Programa de Direitos Humanos de Lula

O DIA

24.04.10 às 23h02

Pastoral divulgará nomes que estão ao seu lado


Rio - A Pastoral de Católicos na Política, ligada à Arquidiocese do Rio, não vai apoiar políticos que deixaram de assinar nota emitida pela entidade contrária ao III Programa Nacional de Direitos Humanos. A pastoral repudia o plano, classificado, no documento, como “projeto ideológico intolerante”, além de favorável à legalização do aborto e à união entre homossexuais, entre outras propostas.
A posição da pastoral, que fez ontem seminário na Arquidiocese do Rio para debater o tema, foi anunciada sexta-feita, pela coluna ‘Informe do DIA’. Em breve, a pastoral vai divulgar lista com os nomes dos assinantes da nota, e, portanto, apoiados pela entidade. 

O deputado estadual Alessandro Molon e os vereadores Reimont e Adilson Pires — todos petistas — podem ficar de fora da lista, já que não teriam se posicionado contra o programa e não foram ao encontro de ontem. O DIA tentou ouvi-los, mas não conseguiu.
“A ausência desses políticos é muito bem-vinda. Essas faltas serão expostas quando eles vierem atrás de assinaturas”, disse Carlos Dias, membro da Pastoral e pré-candidato ao Governo do Rio pelo PT do B. 
Arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta lembrou que ninguém é obrigado a aceitar nenhum posicionamento, a favor ou contra o programa de direitos humanos, mas enfatizou a necessidade de a sociedade se guiar pelo “bem do país”. “Cabe pensar que tipo de país estamos projetando. Temos que prosperar, não regredir”, destacou.
O seminário foi prestigiado por vários políticos que disputarão as eleições, como o evangélico Marcelo Crivella (PRB-RJ) e o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Jorge Picciani (PMDB). Os dois são candidatos ao Senado.

O ocidente e o isolamento de Israel

MÍDIA SEM MÁSCARA

A estratégia em relação a Israel - discutida com países europeus - é isolar este país com demandas inaceitáveis.

Desde que Obama foi ungido oficialmente como Candidato do Partido Democrata que muitos, inclusive eu, vimos advertindo para uma mudança da política americana em relação a Israel em médio prazo. De todas as mudanças (
changes) que Obama e sua equipe pretendem fazer (and yes, they can!) a diplomática é uma das principais. Esta mudança diplomática pode ser resumida na seguinte frase: dar as costas aos amigos tradicionais e estender as mãos aos inimigos. A segunda parte é baseada na idéia psicótica que os inimigos existem por culpa da suposta arrogância americana e dos demais países ocidentais e que, abandonando-a, as inimizades acabarão.
Conheço bem estas idéias dentro da minha área profissional. Na segunda metade do século passado a visão psicobiológica de Freud, baseada na existência de instintos herdados e imodificáveis pelo mundo externo, cuja influência se dá apenas nas camadas mais superficiais da mente, foi cedendo lugar paulatinamente à influência de Donald Winniccott na Inglaterra e Heinz Kohut nos EUA. Apregoavam estes autores que a agressividade não é inata, mas provocada pelas agressões do mundo externo, particularmente pelos pais.
Estas idéias caíram como uma luva para os próceres da Escola de Frankfurt, já influenciados pela assim chamada antropologia cultural de Franz Boaz. A contracultura das décadas de 60-70 comandada pelos principais teóricos desta escola, como Herbert Marcuse e Erich Fromm, utilizou-se delas para justificar a rebeldia da juventude contra uma 'ordem sócio-familiar injusta'. Muito maior que o apelo marxista, meramente economicista, foi o apelo à revolta contra pais cruéis ou 'indiferentes'. O filme Juventude Transviada, (Rebel Without a Cause) com James Dean, Natalie Wood e Sal Mineo, de 1955 é um ícone desta pseudo ideologia, cuja influência nefasta era mais facilmente absorvida. Obviamente os marxistas que queriam destruir a sociedade americana, souberam utilizar-se desta rebeldia de forma magistral. Se aqueles rebeldes não tinham uma causa, esta lhes foi dada: os pais foram identificados com a burguesia, com os patrões que desprezavam seus empregados. A filmografia, tanto quanto a literatura, tornou-se prolífica neste gênero de filmes, culminando do outro lado do Atlântico com Pai Patrão (Padre Patrone), 'um traumatizante relacionamento entre um garoto e seu pai autoritário na patriarcal sociedade de Sardenha'.
A influência destas idéias nas crianças e jovens daquela época levou-os, agora adultos, a formular idéias políticas condizentes, uma delas a de que os países desenvolvidos são atacados porque menosprezam os países pobres e subdesenvolvidos. E dentro de cada país as classes abastadas são atacadas porque desprezam os pobres e são culpadas, por isto, de suas mazelas.
Apesar da resistência do conservadorismo nos países ocidentais, a rebeldia venceu de forma esmagadora no mais importante deles. Obama, Hillary e a cúpula em Washington D.C. não sei - desconfio que não, não passam de hipócritas em busca de poder, mas a maioria dos seus eleitores acredita que os EUA é que devem mudar sua conduta arrogante, trair seus aliados tradicionais e se ajoelharem frente aos inimigos oferecendo-lhes a paz e a conciliação. No dizer de Michael BaroneObama slights our friends, kowtows to our enemies (desdenha dos amigos e se prostra frente aos inimigos).
A estratégia em relação a Israel - discutida com países europeus - é isolar este país com demandas inaceitáveis, incluindo, segundo informa Nahum Sirotsky, algumas sobre Jerusalém: abrir um escritório comercial palestino, no que seria a primeira presença formal deles na cidade que demandam como capital de seu futuro estado, suspender construções em bairros judaicos inseridos na área leste de Jerusalém e desistir de construir o novo bairro de Ramat Schlomo que provocou as mais recentes reações palestinas.
Este isolamento de Israel também teria um outro propósito: o de forçar Israel a tomar a iniciativa e atacar o Irã, empurrando-o cada vez mais para a condição que já ocupa de um dos países párias da 'comunidade internacional'.

Publicado no Jornal Visão Judaica, Curitiba, Paraná.

COMUNICADO DA SANTA SÉ SOBRE OS LEGIONÁRIOS DE CRISTO

ZENIT

02-05-2010


Ao final da visita apostólica

CIDADE DO VATICANO, domingo, 2 de maio de 2010 (ZENIT.org).- Apresentamos o comunicado que a Santa Sé emitiu nesse sábado sobre os Legionários de Cristo, após as reuniões mantidas entre 30 de abril e 1 de maio no Vaticano pelos cinco visitadores apostólicos.
* * *

1. Nos dias 30 de abril e 1 de maio, o cardeal secretário de Estado presidiu no Vaticano uma reunião com os cinco bispos encarregados da visita apostólica à congregação dos Legionários de Cristo (Dom Ricardo Blázquez Pérez, arcebispo de Valladolid; Dom Charles Chaput, O.F.M.Cap, arcebispo de Denver; Dom Ricardo Ezzati Andrello, SDB, arcebispo de Concepción; Dom Giuseppe Versaldi, bispo de Alessandria; Dom Ricardo Watty Urquidi, M.Sp.S., bispo de Tepic). Nela participaram os prefeitos da Congregação para a Doutrina da Fé e da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, e o substituto para os Assuntos Gerais da Secretaria de Estado.
Uma das sessões desenvolveu-se na presença do Santo Padre, a quem os visitadores apresentaram uma síntese de suas relações, já enviadas anteriormente.
Durante a visita, foram entrevistados pessoalmente mais de mil Legionários e foram analisados várias centenas de testemunhos escritos. Os visitadores visitaram quase todas as casas religiosas e muitas obras de apostolado dirigidas pela congregação. Escutaram de palavra ou leram por escrito o juízo de muitos bispos diocesanos dos países nos quais a congregação trabalha. Os visitadores também falaram com numerosos membros do Movimento “Regnum Christi”, ainda que este não era o objetivo da visita, em particular homens e mulheres consagrados. Receberam também uma notável correspondência por parte de leigos comprometidos e de familiares de membros do Movimento.
Os cinco visitadores deram testemunho da acolhida sincera que lhes foi dispensada e do espírito de colaboração ativa demonstrado pela congregação e pelos diferentes religiosos. Ainda que atuaram independentemente, chegaram a uma avaliação amplamente convergente e a um juízo compartilhado. Testificaram que encontraram um grande número de religiosos exemplares, honestos, cheios de talento, muitos dos quais jovens, que buscam Cristo com zelo autêntico e que oferecem toda sua existência à difusão do Reino de Deus.
2.  A visita apostólica pôde comprovar que a conduta do padre Marcial Maciel Degollado causou sérias consequências na vida e na estrutura da Legião, até o ponto de que se requer um caminho de profunda revisão.
Os gravíssimos e objetivamente imorais comportamentos do padre Maciel, confirmados por testemunhos incontestáveis, representam, em alguns casos, autênticos delitos e manifestam uma vida sem escrúpulos nem autêntico sentimento religioso. Esta vida era desconhecida para grande parte dos Legionários, sobretudo pelo sistema de relações estabelecido pelo padre Maciel, que habilmente soube criar pretextos, ganhar a confiança, amizade e silêncio dos que o cercavam e reforçar ser próprio papel de fundador carismático.
Em ocasiões, um lamentável descrédito e afastamento de quantos duvidavam de seu comportamento reto, assim como a errada convicção de não querer danificar o bem que a Legião estava realizando, tinham criado ao ser redor um mecanismo de defesa que lhe permitiu ser inatacável durante muito tempo, fazendo que, por conseguinte, fosse muito difícil conhecer sua verdadeira vida.
3. O zelo sincero da maioria dos Legionários, que emergiu também nas visitas às casas da congregação e a muitas das suas obras, apreciadas por muitos, levou muitas pessoas, no passado, a achar que as acusações, que se tornavam cada vez mais insistentes e se multiplicavam, não passassem de calúnias.
Por outro lado, a descoberta e o conhecimento da verdade acerca do fundador provocou, nos membros da Legião, surpresa, desconcerto e profunda dor, que os visitadores evidenciaram de diferentes maneiras.
4.  Dos resultados da visita apostólica emergiram com clareza, entre outros elementos:
a) A necessidade de redefinir o carisma da congregação dos Legionários de Cristo, preservando o núcleo verdadeiro, o da "militia Christi", que caracteriza a ação apostólica e missionária da Igreja e que não se identifica com a eficiência a qualquer preço.
b) A necessidade de rever o exercício da autoridade, que deve estar unida à verdade, para respeitar a consciência e desenvolver-se à luz do Evangelho como autêntico serviço eclesial.
c) A necessidade de preservar o entusiasmo da fé dos jovens, o zelo missionário, o dinamismo apostólico, por meio de uma adequada formação. De fato, a desilusão acerca do fundador poderia colocar em questão a vocação e o núcleo do carisma que pertencem aos Legionários de Cristo e é próprio deles.
5. O Santo Padre deseja garantir a todos os Legionários de Cristo e a todos os membros do Movimento "Regnum Christi" que não serão deixados sozinhos: a Igreja tem a firme vontade de acompanhá-los e de ajudá-los no caminho de purificação que lhes espera. Isso comportará também um encontro sincero com quantos, dentro e fora da Legião, foram vítimas dos abusos sexuais e do sistema de poder aplicado pelo fundador: a eles se dirige neste momento o pensamento e a oração do Santo Padre, junto com a gratidão para quem, apesar de grandes dificuldades, teve valentia e constância de exigir a verdade.
6. O Santo Padre, ao agradecer os visitadores pelo delicado trabalho desenvolvido por eles com competência, generosidade e profunda sensibilidade pastoral, reservou para si indicar proximamente as modalidades deste acompanhamento, começando pela nomeação de um delegado seu e de uma comissão de estudo sobre as Constituições.
Aos membros consagrados do Movimento “Regnum Christi”, que o pediram com insistência, o Santo Padre enviará um visitador.
7. Finalmente, o Papa renova a todos os Legionários de Cristo, às suas famílias, aos leigos empenhados no movimento "Regnum Christi", o seu encorajamento, neste momento difícil para a congregação e para cada um deles. Exorta-os a não perder de vista que a sua vocação, nascida do chamado de Cristo e animada pelo ideal de testemunhar ao mundo o seu amor, é um autêntico dom de Deus, uma riqueza para a Igreja, o fundamento indestrutível sobre o qual construir o futuro pessoal e o da Legião.
(Traduzido por ZENIT)

Estudo da Universidade Fordham fornece ‘evidência empírica’ das iniciativas de mudança da orientação sexual

NOTÍCIAS PRÓ-FAMÍLIA


Hilary White
21 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — Pesquisadores da Universidade de Fordham em Nova Iorque publicaram um estudo na edição de março do Journal of Men’s Studies (Revista de Estudos Masculinos), mostrando que homens homossexuais que buscam mudar sua “orientação” por meio do desenvolvimento de relacionamentos não sexuais saudáveis com outros homens podem obter resultados positivos.
De acordo com a Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade (cuja sigla em inglês é NARTH), o estudo fornece “valiosa evidência empírica” das predominantes pesquisas psicológicas que apóiam fatores ambientais como a causa da homossexualidade.
O estudo, feito pelo Dr. Elan Y. Karten e pelo Dr. Jay C. Wade, examinou as “características sociais e psicológicas” de homens que experimentam atrações homossexuais indesejadas e que buscam “iniciativas de mudança de orientação sexual” (IMOS).
Investigando essas características em casos de “mudança declarada pela própria pessoa que mudou”, Karten e Wade revelaram que clientes relataram que experimentaram “uma redução de conduta e sentimentos homossexuais, um aumento em conduta e sentimentos heterossexuais e uma mudança positiva no funcionamento psicológico” com IMOS.
Os pesquisadores descobriram que os fatores mais importantes que se correlacionam ao êxito da mudança de orientação eram “reduzido conflito em expressar afeição não sexual com outros homens, casamento com uma mulher e a sensação de desconexão com homens antes do tratamento”.
A NARTH comentou que os fatores como “reduzido conflito em expressar afeição não sexual com outros homens” fornece a “evidência empírica de que os pensamentos e sentimentos homossexuais são muito influenciados por fatores sociais e psicológicos”, em vez de serem predeterminados biologicamente.
A NARTH também observou que o estudo demonstrou que há um crescente volume de literatura em voga que está “começando a dar voz” ao valor das IMOS.
“Embora tal pesquisa seja considerada politicamente incorreta, Karten e Wade têm de ser elogiados por sua coragem de investigar tais questões, e a Universidade de Fordham tem de ser igualmente elogiada por patrociná-lo”.
“A Revista de Estudos Masculinos merece elogios por sua integridade em publicar pesquisas honestas, independente do sentimento político popular. Talvez outras revistas e publicações acadêmicas sigam o exemplo”, acrescentou Erwin.
Iniciativas para ajudar aqueles que sofrem de atrações indesejadas de mesmo sexo são amplamente denegridas nos meios de comunicação e principalmente pelas organizações homossexuais que afirmam que elas não são nada mais do que fanatismo religioso, ou “homofobia”. Mas alguns têm apontado para o fato das incoerências internas na teoria popularmente aceita de que os homossexuais tenham “nascido desse jeito” e que a homossexualidade é meramente uma variação da conduta humana normal.
A polêmica colunista conservadora americana Ann Coulter, escrevendo sobre a reação dos meios de comunicação à manifestação mais recente dos escândalos de abuso sexual da Igreja Católica, disse que a acusação de que é a norma do celibato clerical que “faz com que” padres cometam abusos sexuais contra rapazes e meninos contradiz a teoria determinista da homossexualidade.
Ela escreveu: “Se a culpa é do celibato, essa é uma descoberta sensacional, que merece ganhar um Prêmio Nobel, pois joga por terra anos de besteiras esquerdistas. Em todas as outras circunstâncias, ameaçam-lhe a pena de morte se você sugerir que a conduta sexual não é determinada no nascimento ou que gays podem ser ‘curados’. Agora os esquerdistas estão apregoando a ideia de que padres gays poderiam ter sido curados pelo casamento!”
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês:http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10042103.html
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[VIDEO] O Mito da Superpopulação

A NOVA ORDEM MUNDIAL

WEDNESDAY, 5 MAY 2010

Nós somos ensinados desde pequenos de que um dos maiores problemas enfrentados pela humanidade é a super-população. Se esquecem de nos ensinar no entanto, de que a maioria dos países está tendo sua população reduzida e envelhecendo, o que se acontecer com o planeta inteiro levaria a humanidade a extinção. A população inteira do planeta caberia no estado do Texas, tendo cada família uma casa e quintal. Outro mito é de que não existe alimento o suficiente para todas as pessoas do planeta. Usam esta mentira até mesmo como pretexto para justificar o veneno que são os alimentos geneticamente modificados.

A super-população nada mais é do que um pretexto para implementação de eugenia, ou controle da população pelas elites, ou como alguns preferem chamar, os "donos do mundo". Por exemplo, John D. Rockefeller Terceiro escreveu o esboço da carta do Conselho Populacional em 1954, no qual ele incluiu um parágrafo pedindo pela promoção da estudos para que "dentro de cada grupo social e econômico, os pais que estão acima da média em inteligência, e qualidade de personalidade e afeto, tenderão a ter famílias maiores que a média." Thomas Parran, um ex-cirurgião e um dos poucos católicos no círculo de Rockefeller, opôs escrevendo "Francamente, as implicações deste, enquanto eu sei que se destinam a ter uma implicação eugênica, poderia facilmente ser entendida como uma filosofia nazista de raça ariana." O parágrafo foi discretamente removido.

Estes vídeos a seguir, criados pelo "Instituto de Pesquisa da População", mostram como o mito da super-população surgiu na Inglaterra em 1798, perdura até os dias de hoje, e porque os argumentos utilizados não batem com a realidade.

Una-se ao grupo no facebook, "Overpopulation is a mith".

Infelizmente os vídeos não possuem legendas em português. Se encontrarem estes vídeos com legendas por favor deixem uma mensagem. De qualquer forma, tentarei traduzir nos próximos dias.

Cai mais um avião de anti-globalista. Será coincidência? E logo de quem. Felizmente, não corre risco de vida.

BOL

06/05/2010 - 07h04

Cavaleiro do Templo: mais uma palhaçada*, tentativa de dar nominhos politicamente corretos a tudo e todos:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Eurocético

O eurocepticismo é uma doutrina política que assenta na desconfiança, ou na descrença acerca da União Europeia. Para os eurocépticos, o modelo económico-social europeu prenuncia, ou encaminha-se, para uma federalização dos Estados-membros da União, sendo necessário defender a soberania nacional e a independência decisória das instituições próprias das Nações europeias.




O eurocético* Nigel Farage, candidato nesta quinta-feira nas eleições britânicas pelo Partido pela Independência do Reino Unido (UKIP), ficou levemente ferido em um acidente de avião pouco depois do início da votação.

Farage, eurodeputado, viajava em um avião que fez um pouso forçado em um aeroporto de Northamptonshire, ao norte de Londres. Ele pretendia visitar a circunscrição de Buckingham.

O candidato do UKIP luta pela vaga desta circunscrição no Parlamento contra o porta-voz da Câmara dos Comuns, o conservador John Bercow.

"Ele saiu do acidente ensanguentado. Foi levado para o hospital de Banbury. O piloto está em situação um pouco mais grave", afirmou à AFP um porta-voz do partido.

Farage, 46 anos, chamou a atenção em março ao afirmar que o novo presidente da União Europeia, Herman Van Rompuy, tinha o "carisma de um pano úmido", o que lhe valeu uma multa de quase 3.000 euros (3.850 dólares).



Farage tenta ganhar a primeira cadeira na Câmara dos Comuns da história do UKIP, um partido que é contrário à presença da Grã-Bretanha na União Europeia e pretende impor mais controles à imigração.

Da necessidade de novos líderes religiosos

LUCIANO AYRAN - novo NEO-ATEÍSMO, UM DELÍRIO

6 06UTC maio 06UTC 2010 às 1:14 am


Hoje destoarei um pouco do tradicional foco em refutações aos neo ateus e direcionarei-me a um outro grupo de pessoas: padres, rabinos e pastores. E estou considerando apenas a religião cristã e também a judaica, pois são aquelas com as quais eu nutro maior familiaridade.
A minha maior crítica é pelo fato de que hoje em dia a grande parte destes que citei não conseguem ser líderes de suas religiões, no máximo representantes formais. Acho belíssima a atitude de muitos deles ao pregarem a palavra de Deus, e transmitirem a palavra da Bíblia (ou Torá, no caso dos judeus), mas isso está longe de ser suficiente. A minha crítica é justamente pelo fato de que hoje em dia há FALTA DE LIDERANÇA naqueles que deveriam ser LÍDERES religiosos.
A liderança é o ato de conduzir um grupo de pessoas, melhorando os resultados deste grupo de pessoas. E isso não é feito pela força, mas sim pela inspiração e senso de decisão, além de um claro foco naquilo que se quer. Obviamente, eles querem realmente pregar e divulgar a Bíblia e o Torá, respectivamente, mas não tem sido suficiente para preparar bilhões de religiosos para o conflito intelectual que tem acontecido.
Com isso, os anti-religiosos conquistaram pouco a pouco o domínio da mídia, e hoje executam fortíssima doutrinação no ambiente acadêmico. Enfim, a liderança religiosa atual falhou. Miseravelmente.
Sei que não é agradável uma constatação dessas, mas é um momento de reflexão. E quando eu falo de líderes, não é para mim e nem para a maioria dos leitores deste blog. E sim para o cidadão comum, que é vítima constante de armações midiáticas e jogos políticos, que, mesmo sem sua compreensão, interferem decisivamente em seu dia-a-dia. Por exemplo, dentre o cidadão comum, quando ele assiste ao lançamento de um filme como “400 contra 1”, ou até “Salve Geral”, muitas vezes não tem a mínima noção do MOTIVO pelo qual tais filmes são lançados. Ou quando existe esse ataque de pânico moral contra a Igreja Católica na mídia? Muitos fiéis não conseguem sequer realizar o motivo pelo qual isso está acontecendo. E se não conseguem ter acesso à essa informação, já é um problema de liderança. Caberia aos que tem o papel de orientá-los e conscientizá-los dos problemas relativos à sua cosmovisão (referente aos inimigos dela) ajudá-los a estarem mais preparados em relação ao que está acontecendo.
Um exemplo de atitude de líder religioso é a o do Pe. Paulo Ricardo, que fez essa brilhante palestra sobre oMarxismo Cultural. É uma palestra de conscientização, de esclarecimento, além de fortemente embasada por fatos. Enfim, o Pe. Paulo Ricardo está, ao menos para o grupo daqueles que assiste suas palestras, tendo uma postura de líder, postura que inclui mostrar os perigos que podem se abater sobre os religiosos, ajudando-os.
Infelizmente, muitos poucos atuam dessa forma (ainda), em alguns casos optando mais pelas palavras bonitas e confortantes, mas que, embora algumas de muita sabedoria, estão longe de serem suficiente.
O cenário é outro. É um cenário de guerra intelectual, onde os inimigos da religião atuam com armas cada vez mais sofisticadas, principalmente as armas da mídia, da reforma do pensamento, da propaganda. O modelo antigo de padre, pastor ou rabino nem precisaria mudar muito no modelo de atuação, mas simplesmente a mudança de postura, de um perfil passivo para um líder, além de um conhecimento essencial dos assuntos relativos às ameaças contra os religiosos, já ajudaria. E muito.
Portanto, quando eu falo de “novos líderes religiosos”, falo de uma nova postura, e não de uma “revolução” nos quadros das instituições religiosas. Mas que a liderança atual não está servindo, fica difícil negar isso.

Paes de Lira critica “Sou da Paz” que quer proibir o colecionismo de armas wakisan Colecionadores, Paes de Lira

PELA LEGÍTIMA DEFESA

2010-05-05

Somente hoje foi publicado no You Tube um excelente pronunciamento do Deputado Paes de Lira em defesa dos colecionadores e contra as intenções do “Sou da Paz!. Vale muito a pena assistir.
Diogo Waki
deppaesdelira — 5 de maio de 2010 — No dia 29/4, o Deputado Federal Paes de Lira fez o uso da palavra para criticar a intenção da organização não governamental Sou da Paz de proibir o colecionismo civil de armas de fogo. O parlamentar afirma que o estudo apresentado pela ONG, como justificativa, contém inverdades. Paes de Lira afirmou que é a favor do desarmamento sim, mas dos criminosos e não do cidadão de bem que, devidamente habilitados, tem por objetivo a legítima defesa. Ele ainda revelou estatísticas que constatam um aumento assustador no número de crimes nas cidades brasileiras que mais colaboraram com o desarmamento, a exemplo de Sergipe e Alagoas, a semelhança do que ocorreu no Reino Unido.

Olavo de Carvalho provoca extrema indignação no mundo Progressista

VANGUARDA POPULAR

ESCRITO POR EMMANUEL GOLDSTEIN   
QUI, 06 DE MAIO DE 2010 01:30

 Camaradas!


Acabo de receber MAIS UMA gravíssima denúncia contra Olavo de CarvalhoArquiinimigo do Partido, temível agitador ultra-reacionário e propagandista da “liberdade de consciência” (leia-se: alienação burguesa). Agradecemos desde já ao camarada Leandropov Telenovich, que nos enviou esta denuncia anônima, cumprindo exemplarmente seu dever para com o regime totalitário progressista mundial.

O camarada Leandropov relata coisas absolutamente escabrosas, torpes, sinistras, antiprogressistas! Não há como não ser tomando de grande assombro e um legítimo sentimento de indignação revolucionária contra os atos de Olavo, o reaça empedernido!

Acreditem os senhores, digo, camaradas, que o sujeito resolveu entregar via correios (lá nos EUA – sim, Olavo está nos EE.UU - o serviço de correios é chamado de FEDEX. É um serviço PRIVADO e, evidentemente, nem se compara com o sistema de correios estatal mais avançado do mundo, o FIDEX, cubano), como eu dizia, o sujeito resolveu entregar via correios, NA DATA DE ANIVERSÁRIOpara os principais líderes da humanidade progressista uma “lembrança do mundo democrático” (um Ratón de computador), com o intuito criminoso de “infundir na consciência de cada um a necessidade de lutar contra a concentração do poder político”.

Que ignomínia! Trata-se de uma violência inaudita contra os preceitos fundamentais do marxismo! Karl Marx dizia que “os operários têm não só de tentar realizar a República una e indivisível, mas também a mais decidida centralização, nela, do poder nas mãos do Estado”.  A proposta Olaviana é, na sua essência, antidialética e, portanto, antiprogressista.

Mas não é só isso camaradas! Não satisfeito com tamanha maldade, Olavo enviou junto com o Ratón, como se isso não fosse a mais odiosa ofensa contra um revolucionário socialista, um cartão que daria direito a “um mês no Seminário de Filosofia totalmente grátis”. Abstenho-me de comentar este fato, nem preciso dizer que o tal “Seminário” é a maior atrocidade contra a consciência proletária de todos os tempos.

Nas fotos abaixo, além de apresentarmos a prova cabal contra Olavo, vocês poderão constatar o estrago psicológico devastador que as idéias subversivas causaram aos pobres camaradas Hugo Chávez, Marmud Armadinejad e Raúl Castro.
PROVA DO CRIME(Olavo de Carvalho no programa True Outspeak)


Hugo Chávez


Marmud Armadinejad


Raúl Castro

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".