Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A Sociedade Liberal e os Crimes de Risco

LIBERTATUM
SEGUNDA-FEIRA, ABRIL 13, 2009

Por Klauber Cristofen Pires

A recente promulgação de lei paulista sobre vedação do fumo em locais públicos e privados abertos ao público deu novo ensejo ao debate sobre a intervenção estatal sobre a vida dos cidadãos, a propriedade privada e aos contratos. Debate proposto, claro, nos reduzidos círculos liberal-conservadores, e restrito à rede mundial de computadores. Na mídia tradicional, porém, vigora hegemônica a aprovação à medida por parte do engajamento estatólatra de seus articulistas, e continuaria assim, ou talvez aplaudiriam de pé, caso a lei previsse fuzilar os fumantes.

Sempre digo que toda lei esquerdopata tem os sinais de sua demência jurídica no momento “ad absurdum” de sua aplicação. Imagine o leitor que, caso o indivíduo venha a fumar nos locais proibidos por sua letra, será o dono do estabelecimento quem deverá ser punido, com multas pesadíssimas, num flagrante desrespeito à civilização e diga-se, de passagem, também à nossa Constituição de 1988, a “Constituição Fantasma”, no que tange ao artigo 5º, inciso XLV – “nenhuma pena passará da pessoa do condenado...”, isto é, se alguém neste momento ainda se dá conta que está em vigor.

O modo com o qual os proponentes da ação estatal se valem sempre se apresenta carregado de sedução, e a democracia de cidadãos ignorantes pode ser justamente a porta aberta para a escravidão consentida (jamais pensei que usar tal expressão fosse possível ou imaginável), no tanto em que cada um aprova esta e aquela lei sempre em termos de suas próprias convicções, isto é, a seu favor e contra os seus semelhantes, sem pensar que, mais dia menos dia, será a sua vez de ser a vítima do próximo linchamento (este negócio de ser a favor de uma coisa e contra a respectiva coisa contrária é uma típica redação esquerdista: petistalóides e seus semelhantes é que gostam de ser “a favor da paz e contra a guerra”, ou “a favor do emprego e contra as demissões”; porém, parece mesmo que hoje estou inclinado a escrever de modo estranho).

Desconhece o pacato cidadão o fato de que esta trama de “referendos informais” quem a manipula é o estado (lembrem-se sempre, por favor, que sou aquele que escreve “estado” com inicial minúscula”), e como muitíssimo bem lembrado pelo notável comentarista Nivaldo Cordeiro, ele avança sobre as pessoas em “movimento de pinça” (Ver “Totalitarismo em Marcha” em http://www.nivaldocordeiro.net/totalitarismoemmarcha e “Totalitarismo Imperfeito” em http://www.nivaldocordeiro.net/totalitarismoimperfeito).

Somente para ser mais didático, este movimento de pinça consiste justamente em unir uma massa de cidadãos contra seus vizinhos em torno de uma causa qualquer, mediante um argumento que na aparência, demonstre ter um fim público relevante. É como se fosse um consórcio do esbulho: todos se juntam para prejudicar aquele grupo em particular, e o sentimento de massa os encoraja e estimula a participar. Quando, porém, estas mesmas pessoas se encontrarem na condição de alvo, já estarão sozinhas e isoladas.

Com a teoria do crime de risco, o estado vai tomando conta da vida privada das pessoas. Por vida privada, não devemos entender somente o que se encontra na intimidade do lar, mas toda a ação humana que ainda teima em existir a despeito da mão grande do estado. A regulação do funcionamento dos bares e restaurantes, por exemplo, é hoje completamente entendida como uma concessão, cada vez mais precária, frise-se, sendo poucos os que compreendem que o que o dono de um estabelecimento deste ramo faz, como qualquer outro, é simplesmente trocar títulos de propriedade com os demais indivíduos.

Há quem diga que a ação estatal se faz necessária e que a proibição do consumo do cigarro se enquadre numa necessidade de proteção ao bem comum, assim como quando o estado fiscaliza contra o botulismo, por exemplo. Ora, tanto num quanto noutro caso, a teoria da propriedade privada e dos contratos são plenamente eficazes: se eu entro em um estabelecimento e desejo adquirir uma porção de salmonela, nada tenho que reclamar; todavia, se o que eu desejo comprar é um sanduíche de queijo e presunto, claro está que a presença na iguaria da terrível bactéria constitui-se em flagrante violação contratual, sujeitando o dono do estabelecimento a arcar com todo o prejuízo que tiver causado a mim, na condição de cliente.

Eis aí mesmo toda a diferença entre a teoria do risco e a teoria da propriedade privada e do contrato, ou seja, da sociedade livre: para conter o risco de acidentes nas estradas, ou de câncer no pulmão, ou de infarto no miocárdio, ou de estupros e atentados violentos ao pudor, o estado alega necessitar avançar sobre as atividades humanas privadas que, por si próprias, nada causam de prejuízo a ninguém, e se auto-legitima a proibir, respectivamente, o comércio de bebidas alcoólicas, o consumo de tabaco, os alimentos gordurosos e as revistas pornográficas (e assim por diante). Sua preocupação com este gênero de crimes sem vítimas é tanta, justamente porque tão lucrativa e segura, à medida que não tem de enfrentar perigosos bandidos, mas pacatos e ordeiros cidadãos, que só se compara com o proporcional descaso com as vítimas e com aqueles serviços públicos que a toda eleição promete com slogans recorrentes como “saúde, segurança e educação!”.

Em uma sociedade escorada sobre a teoria do crime de risco, as prevenções são muitas, mas as responsabilizações são quase sempre inexistentes, e freqüentemente são suportadas pelas próprias vítimas. A este respeito, vale a pena relembrar o artigo que escrevi em outubro de 2008, “Lei Seca: E quanto às Vítimas? Nada!”, acessível em http://libertatum.blogspot.com/2008/10/lei-seca-e-quanto-s-vtimas-nada.html no qual uma vítima de uma batida lastimava recear não receber a indenização pelo prejuízo sofrido com o seu veículo. De fato, a par das pesadas multas - tão lucrativas para o estado - contra qualquer um que beba uma única taça de vinho, mesmo contra quem jamais sequer tenha estacionado em local proibido, a chamada “lei seca” simplesmente desconheceu que as vítimas dos acidentes mereceriam ter os seus direitos garantidos. A eles, sobrou reclamar pro bispo....

Em linha oposta, em uma sociedade livre, simplesmente uma tal coisa chamada “crime de risco” não haveria de existir. Em compensação, a responsabilidade dos infratores por crimes com vítimas é máxima (total mesmo), e é pesada, porque recai sobre o indivíduo, ao invés de ser como no cenário em que vivemos, onde é diluída entre as vítimas ou entre a sociedade, o que só serve como um estímulo aos meliantes e irresponsáveis em geral. Bateu? Pague, e se isto incluir uma pensão vitalícia, trabalhe em jornada dupla! Pegou câncer de pulmão? Trate-se, mas com o seu próprio dinheiro! Perseguiu alguma donzela indefesa? Que pague por sua busca, captura, julgamento, pena e também que indenize a vítima!

CEM DIAS DE OBAMA (E A GRIPE SUÍNA)

NIVALDO CORDEIRO
03 de maio de 2009

Não é a economia estúpido, a propaganda é a alma do negócio em política”, poderíamos cinicamente arremedar a frase de James Carvillemarketeiro de Bill Clinton, referindo-se ao inicio do governo de Barack Obama. Mais que arremedar, corrigir. O fator econômico só tem relevância dentro do contexto de normalidade, que defino como sendo a certeza razoável que se pode ter de haver, nos próximos meses, a repetição dos meses anteriores, sem grandes alterações e nem fatos novos que redefinam a vida cotidiana.

 

Vivemos tudo, menos isso. Os cem primeiros dias de Obama no poder foram acompanhados de problemas econômicos de toda ordem, desemprego, descontrole na oferta de moeda, bailoutsatabalhoados e uma caminhada sem paralelo histórico no rumo da estatização da economia, conforme matéria publicada no Estadão de hoje. Em resumo, nada a comemorar, tudo a lamentar. No mesmo Estadão podemos ler que em abril pela primeira vez na história os EUA perderam a liderança como parceiro comercial do Brasil, tendo a China tornado-se nosso maior mercado importador. Uma relação de causa e efeito direta da crise daquele país e das maluquices de política econômica posta em prática por Obama.

 

E, todavia, a popularidade do líder dos EUA não dá sinais de deterioração.

 

O fato novo fundamental que tivemos é o desaparecimento do frenesi propagandístico contra os EUA da esquerda militante na mídia, como por um passe de mágica. É como se a guerra no Iraque tivesse acabado, como se EUA não estivessem onde sempre estiveram. Os jornais mudaram sua pauta para uma nova agenda. O frenesi de propaganda contra Bush deu lugar a uma placidez impressionante e a uma tolerância irrestrita para com Barack Obama, cada vez mais pop star. No lugar da malhação do Judas americano apareceu toda sorte de nota apologética ao novo governante, cada vez mais retratado como um salvador do mundo.

 

Não surpreende que até tenham inventado o falso pânico da gripe suína, que mobilizou a atenção da opinião pública mundial. Claro, o preço foi matar a indústria turística do México por algum tempo. Um mero factóide, mas devastador para a economia mexicana. Fiquei com a impressão que esse fato foi explorado precisamente para desviar a atenção da opinião pública mundial para o desastroso balanço dos cem primeiro dias de Obama. Uma análise fria mostrará que seu governo tem sido um rotundo fracasso e que não se pode enfrentar a realidade com retórica vazia. Os fatos atropelam os incompetentes e os despreparados. E os mal intencionados também.

 

A propaganda só pode ser a alma do negócio por algum tempo, pois não se pode enganar a todos por todo o tempo. Essa mudança nos destinos das exportações brasileiras não é fato isolado, a China de fato tem se agigantado, ocupando o vácuo da outrora pujante economia norte-americana. Penso que essa mudança é estrutural e permanente, redefinindo o jogo de poder mundial. Enquanto os EUA não voltarem ao leito correto da economia de mercado, acabando com os privilégios de aposentados, de parasitas do Tesouro e da regulação estúpida das trocas internacionais, “protegendo” seu mercado interno, a crise só irá se agravar. Enquanto não cuidarem bem se sua própria moeda, o dólar será paulatinamente expulso do mercado mundial como meio de troca. A pirotecnia propagandista não produzirá uma realidade melhor e nem esconderá por muito tempo as mazelas. O povo americano está empobrecendo com muita rapidez.

 

Obama assumiu, mas não saiu do palanque. Vive de bravatas e frases feitas, como um Sancho Pança governando uma ilha da fantasia. A decadência americana será rápida, sob esse falso líder, esse animador de auditório, esse Chacrinha da política. Um ciclo histórico está sendo concluído.


Em gravação, advogado morto acusa presidente de assassinato

UOL NOTÍCIAS
12/05/2009 13h27

“Infelizmente, se você está vendo esta mensagem é porque eu, Rodrigo Rosemberg Marzano, fui assassinado pelo senhor presidente da Guatemala Álvaro Colom, com ajuda de Gustavo Alejos (secretário particular da Presidência) e Gregorio Valdez (empresário ligado ao governo)”

O presidente da Guatemala, Álvaro Colom, a esposa dele e os mais íntimos assessores do chefe de Estado foram acusados pelo advogado guatemalteco Rodrigo Marzano de assassiná-lo, em um vídeo supostamente gravado antes de ele ser morto a tiros no domingo e que só foi divulgado na última segunda-feira. Cópias da gravação, de 18 minutos de duração, circularam durante o enterro do advogado e foram disponibilizadas nos sites dos jornais locais "Prensa Libre" e "El Periódico". Nas imagens, Rodrigo Rosenberg Marzano aparece sentado em uma escrivaninha explicando as razões pelas quais previa que seria morto







O Julgamento de ARNALDO OCHOA - CUBA

Material difícil de se encontrar, consegui somente com a ajuda da Graça Salgueiro do NOTALATINA. É o julgamento do general cubano Arnaldo Ochoa e seu posterior FUZILAMENTO decretado pelo salafrário do FIDEL CASTRO. Leiam um pouco sobre a sua história recente no artigo abaixo, na sequência veja os vídeos.


Arnaldo Ochoa
O general cubano Arnaldo Ochoa, veterano das guerras em Angola e na Etiópia, empolgou-se com a perestroika de Mikhail Gorbachev e começou a questionar o totalitarismo do regime de Fidel Castro. 

Ameaçado pela popularidade de Ochoa, Fidel mandou-o ao paredón. Há um detalhe que começa ser discutido com mais freqüência. Dois livros, "A Ilha do Doutor Castro — A Transição Confiscada" (Editora Peixoto Neto, 318 páginas), dos jornalistas europeus Corinne Cumerlato e Denis Rousseau, e "Cuba — Uma Nova História" (Editora Jorge Zahar, 436 páginas), do historiador Richard Gott, discutem as relações do governo cubano com um dos cartéis da cocaína colombiana. 

Cumerlato e Rousseau são mais incisivos e Gott mais cauteloso. Os dois primeiros contam que Fidel Castro mandou fuzilar Arnaldo Ochoa, em 1989, sob acusação de que havia se envolvido com o narcotraficante Pablo Escobar, do Cartel de Medellín. "Segundo familiares dos protagonistas, refugiados no estrangeiro, o general Ochoa atraiu a ira do Líder Máximo por suas tomadas de posição favoráveis a uma versão tropical da perestroika. Testemunhos que recolhemos em Cuba lhe atribuem mesmo um complô visando à derrubada de Fidel Castro, e evocam misteriosos esconderijos de armas em Havana e na província limítrofe de Pinar de Río", escrevem Cumerlanto e Rousseau. 

Historiador escrupuloso, Gott confirma que, de fato, setores de elite de Cuba mantinham ligações com narcotraficantes da Colômbia. Eles usavam Cuba como base para exportar cocaína para vários países. Gott cita o envolvimento de Ochoa e de outros aliados importantes de Fidel. O pesquisador ressalva que não há informações precisas, pelo menos por enquanto, que possam levar à conclusão de que Fidel estaria envolvido diretamente com o negócio da droga. Num país totalitário, no qual o ditador sabe tudo, ou quase tudo, a respeito do que o povo e autoridades fazem, dificilmente Fidel não saberia que um general do porte de Ochoa, que vigiava de perto, teria se envolvido com narcotraficantes. 

Possivelmente, Fidel sacrificou Ochoa por dois motivos. Primeiro, porque Ochoa era muito mais popular do que Raúl Castro, irmão e herdeiro de Fidel, e, no caso de morte do ditador, poderia tomar o poder e abrir o país, seguindo os passos de Gorbachev. Segundo, ao sacrificar Ochoa, Fidel poderia dizer, como disse, que, se o general estava envolvido com drogas, o país e ele próprio estavam limpos. Gott sugere que Fidel chegou a trocar informações com a CIA. 

Cumerlato e Rousseau relatam que, dez anos depois do fuzilamento de Ochoa, "redes de tráfico de drogas se estabeleceram solidamente em Cuba. Em 5 de janeiro de 1999, Fidel Castro acusou publicamente dois homens de negócios espanhóis — José Royo Lorca e José Anastasio Herrera Campos — de terem utilizado Cuba como plataforma para operações de tráfico de cocaína de grande envergadura entre a Colômbia e a Europa via Havana. Em nome da empresa mista Artesania Caribeña Poliplast (fabricante de objetos de plástico), fundada por eles em Cuba, é que os dois espanhóis exerciam seu tráfico. A polícia colombiana descobriria mais de 7 toneladas de cocaína em contêineres que lhes pertenciam. A empresa utilizava materiais plásticos importados da Colômbia e enviava a seguir sua produção à Espanha nos mesmos contêineres, nos quais era dissimulada a droga". Mais uma vez, Fidel não sabia de nada, assim como alguns políticos brasileiros.

Fonte: http://www.jornalopcao.com.br/index.asp?secao=Imprensa&subsecao=Colunas&idjornal=250










Schubert - Ave Maria

terça-feira, 12 de maio de 2009

PÁGINA 12 ENCOBRE OS DELITOS DE RODOLFO MATAROLLO

HEITOR DE PAOLA


*Alejandro Peña Esclusa

 


Caracas, 12 de maio – O diário argentino “Página 12” publicou hoje a segunda de uma série de “reportagens” que pretendem vincular à União de Organizações Democráticas da América – UnoAmérica – com um presumível complô para derrocar o governo de Evo Morales.


As “reportagens” estão repletas de mentiras, calúnias e meias-verdades, e têm como intenção encobrir a responsabilidade de Rodolfo Mattarollo na elaboração de um informe falso sobre o chamado “massacre de Pando”.


Os fatos são os seguintes:


1. Em setembro de 2008 se produziram graves fatos de violência no estado boliviano de Pando.


2. A União de Nações Sul-Americanas – Unasul – encomendou ao subsecretário argentino de Direitos Humanos, Rodolfo Mattarollo, que levantasse um informe sobre o sucedido. A designação gerou grandes críticas porque Mattarollo – além de ser fundador do Exército Revolucionário do Povo (ERP) – cometeu no passado numerosos atos terroristas.


3. Mattarollo elaborou um informe fraudulento, enviesado, cheio de imprecisões e omissões, com o objetivo de culpar a oposição boliviana pelos episódios de violência, avalizar o injusto encarceramento do governador Leopoldo Fernández e exonerar o governo de Evo Morales de toda a culpa.


4. Em março de 2009, organizações não-governamentais de direitos humanos filiadas à UnoAmérica, viajaram à Bolívia para levantar um informe independente sobre o ocorrido em Pando.


5. A investigação preliminar de UnoAmérica encontrou indícios suficientes que envolvem o presidente Evo Morales e seus colaboradores imediatos no planejamento e execução do massacre de Pando. Do mesmo modo, UnoAmérica pôs a descoberto a cumplicidade de Mattarollo, que deliberadamente falsificou a realidade do ocorrido.


6. Em 30 de março de 2009, UnoAmérica anunciou publicamente que acusaria o governo boliviano por delitos de lesa-humanidade pelo massacre de Pando.


7. Em resposta, o diário “Página 12” publicou sua primeira “reportagem”, tratando de relacionar – sem apresentar prova alguma – os delegados de UnoAmérica com um presumível complô para derrocar Evo Morales. A linha editorial de “Página 12” é manipulada por ex-montoneros, vinculados historicamente com o ERP de Mattarollo.


8. Uma vez publicada a primeira “reportagem”, se ativou o sistema internacional de mídias comunistas – entre eles o Granma, a Agência Bolivariana de Notícias e a TeleSur – que reproduziram as calúnias de “Página 12”, apresentando-os como fatos corretos. O mesmo está ocorrendo agora com a segunda “reportagem”.


Evidentemente, “Página 12” e seus aliados progressistas (leia-se comunistas) pretendem criminalizar os integrantes de UnoAmérica – como prelúdio de um processo judicial – com o objetivo de impedir que a verdade sobre o massacre de Pando e a cumplicidade de Mattarollo sejam descobertos.


Entretanto, UnoAmérica não se deixará amedrontar por esta campanha de mentiras e continuará defendendo a democracia e a liberdade na América Latina.


* Presidente de UnoAmérica


Tradução: Graça Salgueiro

Tens Idéia de Quanto Controlam a tua Vida?

LIBERTATUM
QUARTA-FEIRA, MAIO 06, 2009

Por Klauber Cristofen Pires

Pode ser que esta seja a primeira vez em que lês um artigo meu ou de outro amigo escritor liberal-conservador, desde o meu blog ou do gentil sítio que o hospeda neste momento. Pode ser também que já nos tenhas lido com certa freqüência, contudo, sem ir além da reflexão. Pois foi especialmente pensando em ti que escrevo as palavras adiante.

Vivemos em um país cujas belezas naturais nos convida diariamente a gozar os prazeres da vida com certa intensidade. Um país tão grande, decerto, nos inspira uma sensação de liberdade que tende a nos colocar em uma certa “zona de conforto”, cuja conseqüência primeira é largarmos para depois certas preocupações tais como a nossa espiritualidade ou, digamos aqui, certos problemas cuja intervenção de nossa parte parece situar-se, no plano da eficácia, em algo muito distante.

Porém, esta “distração”, chamemo-la assim, com coisas que dizem respeito ao nosso futuro e, portanto, ao projeto do que queremos fazer de nossas vidas, a cada dia cede lugar necessariamente a preocupações de curto prazo, até mesmo diárias. Estas preocupações de curto e curtíssimo prazo, porém, quase sempre não fazem parte de nossas escolhas, propriamente, mas das que as fizeram uma horda de burocratas de carteirinha em nosso lugar. Em suma: eles estão conduzindo as nossas vidas; estão vivendo as nossas vidas; estão seqüestrando-as para os seus próprios projetos pessoais.

A cada lei, medida provisória, decreto ou portaria publicada, gradativamente vamos entregando parte de nossas vidas e abdicando dos nossos sonhos para uma meia dúzia que as viva e sonhe em abundância.

Esta sensação de liberdade ainda remanescente em nosso país está com os seus dias contados, pois já falta pouca coisa com que o estado possa pensar em intervir, e fazendo assim, trocar o que tu pensavas em fazer pelo que ELE pensa em fazer.

Distraído e inerte, pensas ainda gozar de liberdade no tanto que te interesse beber um chope no fim de semana. Se este for o teu único projeto de vida, não tenho nada a te dizer. Porém, se queres algo mais dela, começa a raciocinar nos fatos que seguem adiante, e que o estado já toma conta da tua vida e nem te dás conta, por acostumado.

De início, já pensaste sobre qual seria a idade ideal para alguém se aposentar? 65 anos? 70 anos? Pois uma pessoa cônscia de sua liberdade dirá: “- pretendo me aposentar quando eu quiser!” Vês? Ela disse que pretende planejar a sua vida e por meio da poupança e dos investimentos em um plano de previdência privada, ela mesma definirá o dia de parar as atividades para gozar plenamente a vida. Porém, no cenário atual, é o estado quem dita, unilateralmente, quando as pessoas podem se aposentar, praticamente ignorante da expectativa de vida que cada ser humano mais ou menos aproxima para si, de acordo com a sua saúde e a penosidade da profissão que exerce.

Mais: que crime pode cometer alguém que decidiu não ter de escolher quem o vá roubar? Estou falando, claro, das eleições. Porque um cidadão tem de necessariamente ficar proibido de tirar passaporte, prestar concurso público, e até mesmo obter um empréstimo? Lembro-me de uma vez em que um amigo meu, servidor público federal, encontrava-se enfermo e não votou, acarretando-lhe a suspensão do seu salário por ordem do T.R.E., que não computou a sua justificativa. Não é um absurdo?

Olha também pro teu cinto de segurança: o estado te obriga a usá-lo com base numa estatística. É pensando em uma maioria que se salva por tê-lo usado na ocasião do acidente que ele te obriga a usar o cinto, assim como também é desprezando uma minoria que se salva JUSTAMENTE por não tê-lo usado. Não te compete mais julgar por ti próprio sobre a conveniência de usá-lo, de modo que, caso te envolvas em um sinistro, podes muito bem encaixar-te no infeliz grupo dos que TERIAM se salvado, caso não o utilizassem. Porém, isto não é um problema do estado. Ele não está interessado nem na tua vida, nem na tua liberdade, mas nos custos com a rede pública hospitalar. Tu és propriedade dele!

A todo instante assistes a programas televisivos que te doutrinam a economizar água e eletricidade e a selecionar o lixo. Estes programas tratam a água como se ela fosse um recurso não renovável, o que é falso, pois, depois de usada, retorna à natureza. Esta doutrinação de hoje serão as leis e decretos de amanhã. Amanhã bem cedo, diga-se. Porém, nem passa pela tua cabeça que estás a COMPRAR a água que passa pela tua torneira, assim como a eletricidade que passa pelo teu contador e também os serviços de recolhimento de lixo.

Em um ambiente de liberdade plena, isto é, em uma sociedade em que as pessoas adquirissem tais confortos de empresas privadas operando em regime de liberdade de mercado (sem monopólios) as pessoas teriam a consciência de que esta água é sua PROPRIEDADE, assim como CONTRATAM o fornecimento de eletricidade e o recolhimento de lixo. Para estas pessoas, não importa de onde vem a água, a luz ou para onde vai o lixo. Importa-se-lhes, sim, o QUANTO vão PAGAR por estes bens! Pois, tanto quanto mais raros, mais caros tornar-se-ão, e quanto mais caros, maiores serão os cuidados quanto aos desperdícios, assim como também maiores os incentivos para que os produtores invistam na produção e na oferta destes bens.

Se, por sua vez, o lixo for valioso, que os interessados em busca de lucro os garimpem onde estiver, e isto pode incluir até mesmo pagar aos moradores para que selecionem o lixo e assim facilitem o seu trabalho. Simples assim! Vês como trabalhas de graça para o estado, mesmo pagando caro por serviços de péssima qualidade? Quando eu era criança, muitas vezes ganhei bons trocados vendendo os jornais e garrafas da nossa casa. Agora querem me obrigar a dá-los de graça... bonito...

Pensa então que agora já não podes nem beber nem fumar, porque há restrições, multas e prisões de toda sorte. Pensa também no caso mais grave de entregares o teu filho querido à escola para que ela o eduque não segundo as tuas convicções morais, econômicas e religiosas, mas segundo as do estado.

Vês como quase tudo o que era antes facultativo (eras tu quem decidia) agora é “proibido” ou “obrigatório”?

Até aqui só prestei contas de coisas amenas. Pensa, contudo, que o MST está mais forte do que nunca, invadindo terras, dizimando-as como nuvens de gafanhotos, seqüestrando e matando pessoas, e tudo isto com milhões e milhões pagos por ti. Lembra que os arrozeiros de Roraima – não os despreze pelo só fato de morarem tão longe – não foram desapropriados de suas terras, mas sim EXPROPRIADOS (pois só lhes foi concedida indenização pelas benfeitorias, avaliadas de forma subestimada unilateralmente pelo estado), ou seja, expulsos e banidos como se fossem cães de rua. Imagina que também agora inventaram que qualquer lugar pode ser objeto de EXPROPRIAÇÃO, de CONFISCO, caso meramente se alegue que algum dia descendentes de africanos moraram ali. Toma tenência também de que, daqui a pouco, estará para ser votada uma lei que, se aprovada, vai te botar na cadeia por simplesmente crer que homossexualismo não é bom.

Assustado? Pois, paremos por aqui, por hora. A lista é interminável. Pois, por favor, toma um comportamento sério. O rumo para o qual estamos seguindo não sofrerá alteração enquanto te mantiveres silente e isolado. Convida teus amigos e familiares para discutir sobre este estado de coisas. Pega este artigo e o lê para eles. Pega todos os artigos que tens encontrado no site em que viste este artigo e o lê e discute semanalmente. A primeiríssima coisa que todos temos a fazer é nos darmos conta de que estamos todos juntos no mesmo barco, e que precisamos nos apoiar para uma mudança de senso comum. Com o tempo, cada grupo irá encontrar coragem, apoio e criatividade para executar ações que ponham um basta a tantos desmandos.

Por ocasião do contra-golpe militar de 1964, a população já exercia um florido protagonismo anticomunista. Principalmente as mulheres, unidas em torno das igrejas, (e naquele tempo, por serem na maioria donas de casa, possuíam mais tempo para se reunirem e agirem), cumpriram um importante papel para o salvamento da nação, de modo que a intervenção militar pôde ser possível, graças à aprovação popular maciça.

Pois, necessitamos retomar este espírito de congraçamento. Perde a vergonha, a timidez e arranja já um encontro de amigos para este fim de semana. Aproveita para entrar em contato comigo, contando dos teus sucessos. Conto contigo!

Os Construtores da Terra do Nunca Construindo o Imbecil Juvenil

Abaixo um trecho do programa TrueOutspeak do Olavo de Carvalho e artigo que ele cita chamado O IMBECIL JUVENIL ou como criar um monstro sociopata, estúpido, ignorante e cheio de si mesmo a partir de uns moleques de merda.




O imbecil juvenil
Jornal da Tarde, São Paulo, 3 abr. 1998


Já acreditei em muitas mentiras, mas há uma à qual sempre fui imune: aquela que celebra a juventude como uma época de rebeldia, de independência, de amor à liberdade. Não dei crédito a essa patacoada nem mesmo quando, jovem eu próprio, ela me lisonjeava. Bem ao contrário, desde cedo me impressionaram muito fundo, na conduta de meus companheiros de geração, o espírito de rebanho, o temor do isolamento, a subserviência à voz corrente, a ânsia de sentir-se iguais e aceitos pela maioria cínica e autoritária, a disposição de tudo ceder, de tudo prostituir em troca de uma vaguinha de neófito no grupo dos sujeitos bacanas.

O jovem, é verdade, rebela-se muitas vezes contra pais e professores, mas é porque sabe que no fundo estão do seu lado e jamais revidarão suas agressões com força total. A luta contra os pais é um teatrinho, um jogo de cartas marcadas no qual um dos contendores luta para vencer e o outro para ajudá-lo a vencer.

Muito diferente é a situação do jovem ante os da sua geração, que não têm para com ele as complacências do paternalismo. Longe de protegê-lo, essa massa barulhenta e cínica recebe o novato com desprezo e hostilidade que lhe mostram, desde logo, a necessidade de obedecer para não sucumbir. É dos companheiros de geração que ele obtém a primeira experiência de um confronto com o poder, sem a mediação daquela diferença de idade que dá direito a descontos e atenuações. É o reino dos mais fortes, dos mais descarados, que se afirma com toda a sua crueza sobre a fragilidade do recém-chegado, impondo-lhe provações e exigências antes de aceitá-lo como membro da horda. A quantos ritos, a quantos protocolos, a quantas humilhações não se submete o postulante, para escapar à perspectiva aterrorizante da rejeição, do isolamento. Para não ser devolvido, impotente e humilhado, aos braços da mãe, ele tem de ser aprovado num exame que lhe exige menos coragem do que flexibilidade, capacidade de amoldar-se aos caprichos da maioria - a supressão, em suma, da personalidade.

É verdade que ele se submete a isso com prazer, com ânsia de apaixonado que tudo fará em troca de um sorriso condescendente. A massa de companheiros de geração representa, afinal, o mundo, o mundo grande no qual o adolescente, emergindo do pequeno mundo doméstico, pede ingresso. E o ingresso custa caro. O candidato deve, desde logo, aprender todo um vocabulário de palavras, de gestos, de olhares, todo um código de senhas e símbolos: a mínima falha expõe ao ridículo, e a regra do jogo é em geral implícita, devendo ser adivinhada antes de conhecida, macaqueada antes de adivinhada. O modo de aprendizado é sempre a imitação - literal, servil e sem questionamentos. O ingresso no mundo juvenil dispara a toda velocidade o motor de todos os desvarios humanos: o desejo mimético de que fala René Girard, onde o objeto não atrai por suas qualidades intrínsecas, mas por ser simultaneamente desejado por um outro, que Girard denomina o mediador.

Não é de espantar que o rito de ingresso no grupo, custando tão alto investimento psicológico, termine por levar o jovem à completa exasperação impedindo-o, simultaneamente, de despejar seu ressentimento de volta sobre o grupo mesmo, objeto de amor que se sonega e por isto tem o dom de transfigurar cada impulso de rancor em novo investimento amoroso. Para onde, então, se voltará o rancor, senão para a direção menos perigosa? A família surge como o bode expiatório providencial de todos os fracassos do jovem no seu rito de passagem. Se ele não logra ser aceito no grupo, a última coisa que lhe há de ocorrer será atribuir a culpa de sua situação à fatuidade e ao cinismo dos que o rejeitam. Numa cruel inversão, a culpa de suas humilhações não será atribuída àqueles que se recusam a aceitá-lo como homem, mas àqueles que o aceitam como criança. A família, que tudo lhe deu, pagará pelas maldades da horda que tudo lhe exige.

Eis a que se resume a famosa rebeldia do adolescente: amor ao mais forte que o despreza, desprezo pelo mais fraco que o ama.

Todas as mutações se dão na penumbra, na zona indistinta entre o ser e o não-ser: o jovem, em trânsito entre o que já não é e o que não é ainda, é, por fatalidade, inconsciente de si, de sua situação, das autorias e das culpas de quanto se passa dentro e em torno dele. Seus julgamentos são quase sempre a inversão completa da realidade. Eis o motivo pelo qual a juventude, desde que a covardia dos adultos lhe deu autoridade para mandar e desmandar, esteve sempre na vanguarda de todos os erros e perversidade do século: nazismo, fascismo, comunismo, seitas pseudo-religiosas, consumo de drogas. São sempre os jovens que estão um passo à frente na direção do pior.

Um mundo que confia seu futuro ao discernimento dos jovens é um mundo velho e cansado, que já não tem futuro algum.

A moralidade descartável dos comunistas

LIBERTATUM
SÁBADO, ABRIL 25, 2009

Por Klauber Cristofen Pires

Sei lá o que me deu de assistir ao programa A Grande Família. Nunca fiz isto! Foi a curiosidade? Não sei. Se tem uma sensação que este programa me inspira, é a de "vidinha"; assim o chamaria?

Bem, eis que me flagro assistindo ao epísódio exibido em 23/04/2007, intitulado "Só uma injustiça não dói", e testemunho a cena quando o personagem Mendonça (interpretado pelo ator Tonico Pereira), chefe do Lineu (por Marco nanini), é preso pela Polícia Federal sob a acusação de corrupção.

O personagem Lineu faz o tipo de servidor público honesto, incorruptível, de moral rígida e de reputação ilibada; em termos mais conectivos, diria, faz o próprio garoto-propaganda do PT, naquele tempo em que este partido se auto-proclamava o baluarte da moralidade.

Quem ainda puder se lembrar, que recorde as primeiras vinhetas deste programa (já desta geração) que mostravam o Lineu jovem idealista e agitador político ou sindicalista, a bradar suas palavras de ordem com um megafone em punho, até conhecer o personagem da atriz Marieta Severo.

Voltando ao cerne da questão, no episódio em tela, o seu amigo de longos anos Mendonça é preso pela Polícia Federal, e Lineu, em atitude que comporta a sua moralidade coerente com as suas convicções, exclama mais ou menos nestes termos, depois que Mendonça implora por sua compaixão: " - Não sou amigo de corrupto"!
Aqui se flagra o instinto "Gulag" do idealista Lineu. Ao lixo todos os anos de convívio e de amizade. "- Que coloquem um plástico na cabeça do safado e o joguem numa vala", assim revelou sua postura polpotiana, seguida pela retirada do amigo infeliz pelos policiais. Com mais razão, e pela pena do próprio argumentista da série, em cenas posteriores é provada a inocência de Mendonça. Se, pela vontade ou descaso de Irineu, tivesse sido fuzilado no paredão, só lhe restaria uma cena de remorso.

Este episódio me chamou a atenção pelo fato de semelhante fato ter acontecido comigo. Tratou-se igualmente da prisão de um amigo meu, quando eu já não morava mais na cidade em que trabalhávamos juntos. Conversando com outro amigo, tempos depois, este me informava que praticamente todos os colegas lhes deram as costas e apenas ele e mais um ou outro se revezavam em visitá-lo na cadeia para lhe oferecer algum tipo de conforto.

Compadecer-se de algum amigo que tenha cometido um crime, ou ainda menos, que tenha sido acusado por tanto, é agir com atitude cristã. O cristão não teme o "contágio" do crime ou do criminoso. O cristão não é covarde. Sabe que o amigo deverá enfrentar a lei e as consequências dos seus atos. Mas não o abandona por causa disto. Antes, lhe presta assistência, oferecendo-lhe ânimo, calor humano e se puder, qualquer outro tipo de ajuda material. Se há algum sentido que me seja lícito interpretar na Bíblia de acordo com o que explanei acima, é a máxima de Jesus: "- Não julgueis, para não serdes julgados".

Manifesto contra a visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil

É possível que todos já tenham conhecimento sobre a grande manifestação contra a indesejável presença de Ahmadinejad em solo brasileiro, por tudo que ele representa de mal não só para os judeus, mas para toda a humanidade.

Ahmadinejad, um homem que defende explicitamente as seguintes bandeiras: Repressão às minorias religiosas, à liberdade de expressão, limitação dos direitos da mulher e assassinato de homossexuais em seu país, negação do Holocausto e destruição do Estado de Israel. 

Ahmadinejad, Um homem que se fosse dado a ele a mínima chance, faria o mesmo que Hitler fez com os judeus e com a humanidade, talvez até mais por conta do armamento nuclear que está sendo desenvolvido em seu país.
Todos os amantes da liberdade, da verdade, do respeito às diferenças e da paz entre os povos estão sem entender o que pode haver de positivo com a sua presença em solo brasileiro.

Aqueles que estão sem entender e principalmente estão indignados com a sua visita ao Brasil, podem manifestar o seu repúdio participando da manifestação junto a outros Movimentos Sociais comparecendo no domingo, dia 3 às 10:30h na Praia de Ipanema nas proximidades da Rua Vinicius de Morais.. 

Todos ao ato!

Texto: José Guerchon


Carta enviada aos Senadores, acerca do PLC 122/2006

TERÇA-FEIRA, MAIO 05, 2009

Transmito abaixo carta que enviei aos senhores senadores, por sugestão do amigo Julio Severo, para que rejeitem o PLC 122/2006, a assim intitulada lei "anti-homofobia". Sugiro a todos os leitores de LIBERTATUM que também remetam as suas opiniões. Precisamos começar a nos unir com espírito de protagonismo e militância. Não podemos deixar que os poucos barulhentos falem pelos muitos silenciosos. Abaixo da mensagem, segue a lista dos emails dos senadores. Faça isto agora!

Prezado Senador,

A eventual aprovação do PLC 122/2006 abrirá um absurdo jurídico no nosso sistema constitucional e legal. Rogo a Vossa Excelência que o leia com atenção, para perceber como garante aos homosexuais ativistas direitos muito superiores aos demais cidadãos comuns.

Se nem sequer Deus ou Jesus escapam das críticas - tão mordazes quanto desleais, atualmente - porque a mera desaprovação do comportamento homosexual haveria de merecer tamanha incolumidade?

Na esfera pública, absolutamente nenhum concurso fecha as portas aos homosexuais - nem sequer as Forças Armadas - desde que se comportem como militares, claro.

Na esfera privada, devemos, antes, respeitar o direito de propriedade e o direito de associação.

O direito de propriedade é o que garante às pessoas buscar a sua própria felicidade, e de realizar os projetos que sonham. Talvez isto eventualmente signifique a decisão de não contratar um "gay", mas assim também, igualmente, de não contratar um "punk", ou um gordo, ou um anão, ou uma mulher. Em outros casos, todavia, podem ser justamente estas pessoas as indicadas para determinadas tarefas.

O direito de associação, por sua vez, por questão de pura lógica, implica em um saudável direito de exclusão: imagine um curso para católicos ser obrigado a contratar um gay! Pode ser que Vossa excelência creia que sua caneta deva intervir e, por entender se tratar de uma discriminação, votar a favor do PLC 122/2006. Todavia, por questões de justiça, há também de, pelo mesmo motivo, obrigar tal instituição católica a contratar ateus ou muçulmanos. Não será um absurdo?

Sr. Senador, é a soma das liberdades e ações individuais o que garante a liberdade e a felicidade geral da nação.

Certamente que, em um modelo de liberdade de escolhas, de propriedade e de associação, todo e qualquer homosexual haverá de encontrar o seu lugar e de ter os seus direitos civis, sociais e individuais respeitados. A aprovação da PLC 122/2006 não significa igualdade, mas opressão, de um grupo de homosexuais militantes por sobre a população.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Dois artigos em um: O VALOR DE SE LER LIVROS E TEXTO COMPLEMENTAR

Primeiro artigo: O VALOR DE SE LER LIVROS do blog MULTIDÉIAS e

Primeiro artigo:

Li, estarrecido, a pergunta feita por uma moça no setor de perguntas e respostas do Yahoo, onde ela queria saber de que serviria ler um livro, que utilidade teria para alguém e fui levado a refletir sobre o papel tão importante que a leitura tem para o desenvolvimento de uma pessoa, o que muitas vezes não é ressaltado além da simples afirmação de que ler é bom para a cultura geral.

Ao concluir sua resposta, percebi que esta é uma questão levantada por pessoas que não lêem com frequência ou que de forma alguma olham os livros como amigos queridos. A razão para esta ocorrência é clara – as escolas não estimulam a leitura pelo prazer extraordinário que pode proporcionar e sim, por que consta no currículo como um entulho que deve ser empurrado para os alunos, estejam eles preparados ou não. O prazer e a curiosidade raríssimas vezes são levadas em conta. Toda a ênfase se encontra no cumprimento do currículo e não, na formação de vorazes leitores.

Para aqueles que desconhecem a “fisiologia da leitura”, aqui vai uma breve explanação:

Ler livros é muito mais do que recolher informação através de palavras num texto. Há um aumento extraordinário no desempenho do cérebro humano no estabelecimento de novas sinapses durante a conversão de simples palavras em imagens, sons, sensações e evocação de memórias. Para que um texto faça sentido, o cérebro não apenas reconhece as palavras - atribui um significado a cada uma delas, separando uma imagem a qual ela se relacione e um som que ela evoque, concatenando simples letras em um papel para compor um quadro que faça um sentido. Tudo isso segue para o registro de informações, interligando todos os sentidos à memorização, compreensão, análise emocional e percepção. Quando se lê um texto sobre Nova Iorque, vê-se a cidade, ouve-se o seu som, percebe-se o seu cheiro e sensações, se sentindo presente na cidade americana. Nenhuma das mídias proporciona isso.

Vorazes leitores formam cérebros privilegiados, muitas vezes, capazes de acionar vários centros cerebrais simultaneamente, para resolver quaisquer situações, uma vez que as vias de comunicação já estão treinadas para imaginar. Einstein dizia que a imaginação é mais importante que o conhecimento. O livro é uma academia de ginástica para o cérebro!!!

Um filme, diferente disso, entrega tudo pronto: som e imagem já selecionados, sem deixar nada para que o cérebro imagine. Um livro permitirá ver, ouvir, sentir, provar e se emocionar com algo que só aquela pessoa verá, numa experiência exclusiva (e às vezes, muito melhor do que um cineasta filmou em uma versão). É como emprestar a imaginação para viver uma outra existência, com todas as sensações. Nada se compara.

Ler livros pode fazer toda a diferença entre aquele que é capaz de imaginar possibilidades em sua vida, com riqueza e fartura de opções e aquele que recebe tudo pronto e selecionado por alguém - um "pau mandado". Ler determina maior riqueza nas opções do viver. Textos muito curtos ou palavras soltas, não proporcionam estes benefícios.

Para aqueles que acharem isto interessante, sugiro comecem a ler livros sobre todos os assuntos que costumam interessar-lhes. Leiam muito, com continuidade, estimulando sua curiosidade e expandindo os seus horizontes. Os resultados práticos desta "prazerosa ginástica mental", não tardarão a aparecer.

Boa leitura e uma ótima existência a todos!

Lucio Abbondati Junior


Segundo artigo:

Esse texto surgiu em complemento a um outro texto que li em um blog, que aqui vai linkado. O texto versa sobre a importância de se lerem livros. O intuito do texto é louvável, e sua defesa do hábito da leitura também. Entretanto, de maneira alguma concordo com a redução que o autor faz em seu texto do processo da leitura e por isso escrevo esse texto. Justamente para tentar sanar alguns problemas graves que o texto possui.

Há uma associação meio forçosa entre a leitura e o prazer. Mas, então, como conciliar o hábito de ler com o prazer? Parece-me meio contraditório, já que o hábito por sua própria definição há de excluir o prazer. Se o hábito for de ter prazer caímos nos vícios mais vis que atuam na humanidade. A leitura por ter de se tornar um hábito não pode estar associada ao prazer, mas sim ao jeito de ser do sujeito. Quem nega que entender um livro simplesmente não depende de nós? Podemos passar anos e anos lendo o mesmo livro, mas se o conhecimento que ali se encontra não mostrar-se para nós, nunca o saberemos.

Mas voltemos ao principio da leitura. O começo de qualquer hábito de leitura deve ser estimulado com livros de ficção. Romances, aventuras, seres fantásticos etc. É notável que na idade em que a criança aprende a ler ela é incapaz pela própria estrutura mental que possui de perceber as verdades análogas e simbólicas de um texto. Ela pode tirar dali procedimentos morais ou ordens imediatas. Idéias como honra, honestidade, amor, carinho, dedicação, sacrifício, só vão ser compreensíveis a ela na medida em que for crescendo. Digo que o começo da leitura só pode ser poético, ou seja, ficcional, pois a própria criança trabalha mentalmente com o pensamento poético. Ela acha que a própria estrutura da realidade é fantástica. 

É justamente essa incapacidade de realizar mentalmente o que pensa como realidade que leva a criança a achar que tudo o que vive é mera regra de jogo. Quando ela brinca acontece exatamente isso. “Agora eu sou o Batman e você o Robin” diz uma criança a outra. A partir daquele momento a regra está valendo e elas se comportam exatamente como o Batman e o Robin. Nessa mesma medida estão as ordens expressas dos pais como: “não se debruce pela janela, você pode cair e se machucar muito feio”. A criança acha que isso é uma regra de jogo, do tipo “agora vamos todos brincar que não pode se debruçar na janela”. Enquanto que os pais, avós, irmãos e amigos não debrucem, ela vai seguir essa ordem. Ou passamos a entender porque a criança em determinadas horas passa a desafiar o pai, debruçando-se na janela. Se a criança tivesse a mínima noção do que está fazendo ela não poria em risco a própria vida só para “testar” o pai. Ela quer saber quão séria é aquela regra.

A incapacidade estrutural de uma mente infantil está aí delimitada. Por isso que ela gosta de jogar e brincar. Pois para ela tudo é uma brincadeira. Aprender na escola que “2 + 2 = 4” é uma regra de jogo e ela só aprende e introduz isso como conhecimento na medida em que ao brincar dessa forma vê que na realidade cada brinquedo é um, dois brinquedos são um mais um e o dobro é quatro. São quatro brinquedos. Ou seja na brincadeira geral dois mais dois são quatro. Mas basta que martelem em sua cabeça que dois mais dois são cinco para que ela fique confusa e clame a autoridade dos pais para restabelecer a regra original. A mente da criança é primariamente lúdica, e é por isso que aprende tudo com muito mais facilidade. Ela aprende tudo brincando, pois é a estrutura da realidade uma brincadeira.

Ao mesmo tempo em que aprende tudo de maneira mais fácil ela carece de certezas, pois essas dependem da capacidade individual de testemunhar as verdades anunciadas e verificar por si mesmo sua validade. Ou seja o que falta na criança sobra do adulto. Mas esse só vai poder ser capaz de testemunhar e validar o que conhece, se tiver primeiro a abertura para o conhecimento. Essa se dá sempre no nível poético. Agora mesmo vou escrever ao leitor uma informação: “o primeiro sujeito que utilizou a palavra Filósofo pela história registrada foi Pitágoras”. O leitor leu essa frase e ela entrou em seu esquema mental como uma informação lúdica. Ou seja, uma história qualquer. Para que tenha certeza de que a frase seja algo real e correspondente ele terá que se esforçar. Primeiro em procurar validar isso através de outras fontes, depois processando em sua mente essa afirmação até que ela assente em uma mensagem provável. 

É justamente nesse processo que discordo do autor do primeiro texto sobre os Livros. Para ele, 

“Ler livros é muito mais do que recolher informação através de palavras num texto. Há um aumento extraordinário no desempenho do cérebro humano no estabelecimento de novas sinapses durante a conversão de simples palavras em imagens, sons, sensações e evocação de memórias. Para que um texto faça sentido, o cérebro não apenas reconhece as palavras - atribui um significado a cada uma delas, separando uma imagem a qual ela se relacione e um som que ela evoque, concatenando simples letras em um papel para compor um quadro que faça um sentido. Tudo isso segue para o registro de informações, interligando todos os sentidos à memorização, compreensão, análise emocional e percepção. Quando se lê um texto sobre Nova Iorque, vê-se a cidade, ouve-se o seu som, percebe-se o seu cheiro e sensações, se sentindo presente na cidade americana. Nenhuma das mídias proporciona isso.”

Ele reduz tudo ao cérebro. O cérebro tem função parcial, ou se podemos dizer mínima, nesse processo inteiro. A intelecção poética, a depuração intelectual, vai muito além do cérebro. Para que o sujeito absorva uma informação, processe e a classifique, e posteriormente a transponha de volta para a realidade, é necessário um intelecto, uma razão superior que não apenas o cérebro que é apenas um meio para nós inteligirmos.

Vejamos, se o cérebro fosse o diferenciador consciente ele seria capaz por si mesmo de dizer se uma sinapse advém da realidade objetiva ou de uma alucinação. Estudos mostram que a área utilizada para processar a visão e a mesma área que é utilizada pela imaginação. Se o cérebro fosse a própria consciência, a intelecção de que sonhamos não seria possível. Confundiríamos plenamente sonho, realidade, alucinação e imaginação volitiva. O estímulo que nos chega ao cérebro já não é mais cadeira, nem mesa, nem texto, nem palavra e nem significado. É uma sinapse, uma transcrição de algo. Quem reconhece o que é o que é outra coisa, que não o cérebro. Um sistema não pode reconhecer dados fora do próprio sistema. 

A palavra é uma coisa, a impressão na retina da palavra é outra, a informação que chega ao cérebro é outra ainda, e a nossa interpretação é algo qualitativamente diferente. Por isso que a criança consegue viver num mundo real achando tudo fantasia, ela ainda é incapaz de relacionar seu discurso mental com a realidade de fato. Para ela a frase “não debruce na janela” é algo diferente do ato real de debruçar-se na janela. O seu cérebro já capta as duas coisas, mas o sujeito que utiliza o cérebro é incapaz de fazer o link.

A leitura é essencial na medida em que a criança seja capaz, e cada vez mais capaz, de fazer esses links. O que ali está exposto contém uma parcela de realidade. De consistência concreta da realidade. E isso se dá justamente pelo pensamento analógico ou simbólico. 

A aprendizagem pelo RPG, ou jogos de representação de papéis, nunca funcionaria se a correspondência entre uma experiência de fantasia não pudesse, analogicamente, ser transposta para a realidade como ato concreto. Assim matar alguém sem motivo algum tanto no jogo quanto na realidade é algo desastroso, e eterno. O ato possui uma qualidade concreta na realidade. Depois de ser feito não pode nunca ser revertido. Está feito. Assim se um ataque do Sudão com 5 exércitos para o Brasil com 2 for mal sucedido as 2 peças perdidas não voltarão. Aí reside a diferença etária dos jogos. Aqueles que exigem dos participantes estratégias consistentes, em que um ato não pode ser revertido, vão acompanhando a capacidade intelectual do individuo que joga o jogo. Se ele é incapaz de transpor para a realidade a consistência definitiva do jogo, ele não pode jogar os jogos que vão cercá-lo com essa regra. Um jogo de videogame, por exemplo, pode ser eternamente repetido até que um acerto ocorra. Mas um jogo com mais de um participante terá efeitos imediatos em que o jogador se verá na posição de reavaliar todo o modo de jogar a cada rodada. 

Quando George Orwell escreve seu 1984 ele expõe uma realidade que não só é possível como vem sendo aplicada sistematicamente nas últimas décadas. Leva o leitor a se perguntar se aquilo foi uma previsão ou um plano exibido. Assim os Protocolos dos Sábios de Sião foram lançados, e logo depois desmascarados como “esquema” montado para incriminar os judeus de um plano para dominação global. Sendo que o processo é justamente esse que ocorre hoje em dia, a aplicação exata daquela “farsa” que por ter sido assim declarada, não passa pelos olhos dos mais incautos como plano deliberado, exibido e desacreditado, somente para depois ser implementado a todo vapor.

A leitura do livro exige do leitor a capacidade de transposição da leitura, análoga e simbólica, para a realidade concreta. Esforço esse que não é prazeroso. Mas é o cerne da leitura. Abrir a mente do sujeito, ou seja abrir o próprio sujeito para as possibilidades reais que ali estão contidas. A grande obra de arte não serve para nada. Não é utilitária. Mas é uma fonte eterna de renovação de possibilidades, trazendo compreensão ao fruidor. 

A leitura não estimula sinapses se o leitor mesmo não quiser estimular-se nos processos de digestão e transposição para a realidade do que lê. Esses só são se volitivos, voluntários, e é um processo a ser aprendido, ele não acontece automaticamente. 

Ao dizer que os “leitores vorazes” conseguem resolver “quaisquer situações” o autor do texto não faz mais do que estabelecer que a leitura abre a mente do leitor para as possibilidades do real, que vai encarar o real como concretude possível de ações reais. Sem essa consciência o leitor nunca vai transpor o que leu como possibilidade real. E assim é o que acontece hoje. Se a leitura é estimulada pelo prazer, ela nunca servirá de nada, já que o prazer advindo da leitura se dará justamente na medida em que esse processo for benéfico para aquele que lê, e só poderá ser benéfico pela vontade ativa e consciente. Ler um livro por prazer é não ler o que ele tem de mais sincero e oportuno, que é a exposição de possibilidades reais, que é a ampliação efetiva do sujeito para as ações humanas concretas no mundo real.

E esse processo, o processo de transposição, nunca será feito sem a vontade ativa. Nunca teremos alguém que lê por prazer sendo capaz de retirar da leitura todas as suas possibilidades. E essa capacidade de transposição é a capacidade que carece atualmente aos nossos leitores, sejam eles de jornais, revistas, websites, blogs ou livros. O hábito da leitura só pode ser útil se for inútil, na medida em que o leitor se abrir por completo e inserir dentro de seu ser aquela possibilidade ali retratada. E essa capacidade falta e falta muito hoje em dia.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".