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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Índios vivem em condições precárias no AM - mas o Exército está salvando a Pátria, mais uma vez...

Fonte: JORNAL NACIONAL

edição do dia 21/09/2009



É um lugar onde os níveis de mortalidade infantil são iguais aos dos países mais pobres da África. Nem os programas sociais mais abrangentes como o Bolsa Família e o Luz Para Todos chegam à região.

Cavaleiro do Templo: não tem bolsa família lá. Mas é fácil saber porque, Lula já disse. Tem a ver com votos, vejam abaixo as duas declarações molusculares contraditórias e preste atenção na segunda. São poucos índios, para que dar Bolsa Família lá, não é mesmo?



Um lugar onde os níveis de mortalidade infantil são iguais aos dos países mais pobres da África. A reportagem é de Marcelo Canellas e Lúcio Alves.

Um Brasil com cara de índio, do soldado ao prefeito, do padre ao peão.

“Nós somos civilizados também, não é índio demais não”, disse a índia tukuna Cândida Azevedo.

Aculturados, sim: com roupa e computador, mas sob absoluto abandono.

Nem os programas sociais mais abrangentes como o Bolsa Família e o Luz Para Todos chegam à região.

“Já levamos para brincadeira, nós chamamos de ‘luz para alguns’”, disse o diretor de escola Potázio Castro.

A região fica no noroeste do estado do Amazonas. Um município gigante, maior do que Portugal: São Gabriel da Cachoeira. No mapa, parece um cão de perfil, por isso mesmo esse pedaço do país é conhecido como Cabeça do Cachorro.

Não é fácil chegar ao município. O rio não deixa, a estrada acaba. O acesso complicado mantém os 23 povos indígenas da região de maior diversidade étnica do Brasil longe de quase tudo. Sem barco é pior.

É na base do favor que os enfermeiros do Distrito Sanitário Indígena trabalham.

Dezessete lanchas da Fundação Nacional de Saúde estão empilhadas em São Gabriel da Cachoeira por falta de motor.

A taxa de mortalidade infantil já era alta, mas deu um salto em 2009: 98 mortes por mil nascidos vivos. É quase cinco vezes a média brasileira, de 20 por mil. Metade dos pólos de saúde da região foi desativada.

O povo rúpida é o mais isolado da região. Ao contrário dos outros índios, eles não gostam muito de viver nas margens do rios, geralmente preferem o interior da mata, onde a subsistência é sempre mais difícil. É entre os rúpidas que foram detectados os casos mais graves de desidratação.

“Ave Maria cheia de graças, bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus”, reza uma família diante do túmulo de uma menina de um ano e meio. Seguindo o costume rúpida, as roupinhas foram queimadas.

Sem remédios, o agente de saúde trata a criançada com ervas e benzeduras.

“Também aqui a gente tem uma desnutrição crônica de base. E aí você tem uma alteração de proteínas e acaba tendo uma distensão abdominal também. Então é uma combinação de dois maus fatores”, explica a médica Maria Carolina Batista dos Santos.

A doutora Maria Carolina faz o que pode. Especialista em medicina tropical, já trabalhou na região mais miserável da África, e encontrou na Cabeça do Cachorro as mesmíssimas condições de saúde.

“Se morre muito de diarréia e as complicações da diarréia, desidratação, então se morre dessas causas que se você pegar, são as mesmas causas que você encontra em um campo de refugiados, de deslocados internos de qualquer outro lugar. Eles são bastante semelhantes ao que a gente vê em alguns grupos da Somália ou do Sudão”, disse a médica.

A Funasa diz que vai abrir uma auditoria para saber por que o dinheiro liberado este ano não melhorou o serviço e alega ter tentado contratar mais médicos, só que ninguém quer ir pra lá.

“A coisa mais rara na região Amazônica, não digo nem na aldeia indígena, no município. Lá, se não fosse o Exército não tinha médico”, explicou o diretor de saúde da Funasa, Wanderley Guenka.

Enquanto isso, a doutora Maria Carolina, médica da Funasa, cuida de 23 mil índios, sem meios e sem recursos e com a pior sensação que um médico pode experimentar.

“Saber que você pode, talvez, salvar aquela criança e que naquele momento você está impotente porque você não tem aquele medicamento ou porque você chegou tarde demais”, contou ela.

A Fundação Nacional de Saúde informou que foram investidos mais de R$ 5,6 milhões em materiais e remédios para a região do Alto do Rio Negro.

A auditoria feita pela Funasa constatou que a manutenção das equipes de saúde em campo é dificultada pela falta de motores para os barcos e recomendou que seja feito um estudo técnico para a compra do equipamento.

O Ministério do Desenvolvimento Social reconhece as falhas do programa Bolsa Família no atendimento às aldeias indígenas. Segundo o Ministério, as prefeituras não conseguem cadastrar todos os índios por causa da dificuldade de acesso às regiões isoladas. O ministério informou ainda que já fez um convênio com o Exército e com a Funai para melhorar a situação.

O Ministério de Minas e Energia prometeu que 12 aldeias da Cabeça do Cachorro vão ser beneficiadas pelo programa Luz Para Todos até dezembro.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Em visita de Lula a RR, arrozeiros apedrejam carros oficiais

Fonte: TERRA
14 de setembro de 2009

CYNEIDA CORREIA - Direto de Boa Vista - Especial para Terra

Carros do prefeito de Boa Vista e do governador do Estado foram alvo dos manifestantes

Carros do prefeito de Boa Vista e do governador do Estado foram alvo dos manifestantes



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva alterou a agenda que estava programada para Roraima após manifestação organizada por arrozeiros contra sua visita ao Estado. Na manifestação, após a solenidade de inauguração do Aeroporto Internacional, os que participavam dos protestos apedrejaram os carros que voltavam da solenidade. Os veículos do prefeito de Boa Vista, Iradilson Sampaio (PSB), e do governador José de Anchieta Junior (PSDB) foram chutados e apedrejados com estilingues.

A decisão de alterar a agenda foi tomada na inauguração da ponte sobre o rio Tacutu, onde Lula se encontrou com o presidente da Guiana, Bharrat Jagdeo. Na programação oficial, o presidente deveria voltar de helicóptero da Guiana para Roraima, onde realizaria, por volta das 17h, um ato público no Parque Anauá, área central de Boa Vista, juntamente com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. No entanto, o evento foi adiantado em cerca de duas horas e ainda não se sabe se Lula participará.

Os manifestantes pretendem tentar entrar no parque Anauá para falar com Lula, que assina no ato público mais uma demarcação de reserva indígena em Roraima.

Reserva

A nova reserva indígena a ser demarcada por Lula fica localizada no Amajari, a 115 km da capital. Nessa área, ficam índios da etnia wapichana e, em volta dela, existem mais nove reservas indígenas homologadas.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) havia reivindicado pelo menos um terço dos 6 milhões de hectares destinados pela União ao governo estadual, que estariam nesta área da Anaro, para ali reunir parte das etnias "originárias" de Roraima. O projeto é juntar a reserva São Marcos às duas contínuas Raposa Serra do Sol e Yanomâmi, para formar uma nação independente em território único e contínuo.

Redação Terra
 
 

sexta-feira, 20 de março de 2009

STF: saída de arrozeiros da Serra do Sol será imediata - o início do fim do Brasil

MSN NOTÍCIAS
Agencia Estado - 19/3/2009

Os arrozeiros que ocupam a reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, deverão desocupar imediatamente o local, conforme decisão tomada hoje pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Caberá ao relator da ação, ministro Carlos Ayres Brito, coordenar a execução da determinação.

O advogado Luiz Waldemar Albrecht, que defende os fazendeiros, afirmou que no local foram semeadas culturas há pouco tempo. "Esses investimentos estão lá. Creio que são alimentos que poderão servir à população", disse. Uma das advogadas dos índios afirmou que, uma vez reconhecida a ilegalidade da ocupação, não se justificaria ampliar o prazo para a retirada dos arrozeiros.

Os ministros também aprovaram 19 condições para que seja colocada em prática a decisão de tornar legal a demarcação contínua da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, e desocupação da área pelos arrozeiros. Entre as ressalvas estão a relativização do usufruto das riquezas do solo, dos rios e dos lagos existentes nas terras sempre que houver relevante interesse público da União; e a dependência de autorização do Congresso para o aproveitamento pelos índios de recursos hídricos e potenciais energéticos.

(Cavaleiro: ou seja, o Brasil não existe mais... Não como era até ontem. Demarcação contínua, relativização e, o pior, o CONGRESSO... Já foi, acabou!!!)

A Corte determinou ainda que o usufruto dos índios não abrange a pesquisa e a lavra de riquezas minerais, que também dependerá de autorização do Congresso, assegurando a eles participação nos resultados; os índios também não terão direito à garimpagem nem à faiscação, dependendo-se o caso, ser obtida a permissão da lavra garimpeira.

(Cavaleiro: não pode MAS depende do Congresso. Me expliquem isto, por favor!!! E de novo, o CONGRESSO, aquele MONTE DE GENTE HONESTÍSSIMA que JAMAIS ATENDE AO$ INTERESSE$ DE QUEM "PEDE"...)

O STF ressalvou ainda que o usufruto dos índios não se sobrepõe ao interesse da Política de Defesa Nacional. A instalação de bases, unidades e postos militares e demais intervenções militares, a expansão estratégica da malha viária, a exploração de alternativas energéticas de cunho estratégico e o resguardo das riquezas de cunho estratégico serão implementados independentemente de consulta às comunidades e à Fundação Nacional do Índio (Funai).

Defesa

A atuação das Forças Armadas e da Polícia Federal (PF) na área também está garantida, sem que as entidades precisem consultar a comunidades indígenas e a Funai. Também, os ministros deixaram livre a reserva para que a União possa instalar equipamentos públicos, redes de comunicação e construções necessárias à prestação de serviços públicos. A Corte ainda decidiu que a atividade indígena na área afetada por unidades de conservação fica sob responsabilidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Ainda, a entidade responderá pela administração da área de unidade de conservação.

Segundo o STF, o trânsito de visitantes e pesquisadores não-índios deve ser admitido na área afetada à unidade de conservação nos horários e condições estipulados pelo instituto; e permitido no restante da área da terra indígena, observadas as condições estabelecidas pela Funai. Para o ingresso, não pode ser cobrada nenhuma tarifa. A cobrança, inclusive, não é permitida para a utilização das estradas, equipamentos públicos, linhas de transmissão de energia ou de quaisquer outros equipamentos e instalações colocadas a serviço do público.

As terras indígenas não poderão ser objeto de arrendamento ou qualquer negócio jurídico; e caça, pesca ou coleta, assim como agropecuária extrativa, são atividades exclusivas dos índios da reserva. De acordo com a Corte, as terras sob ocupação indígena e suas atividades estão livres do pagamento de impostos. O STF decidiu ainda proibir a ampliação da terra indígena já demarcada. As duas últimas ressalvas estipulam que os direitos dos índios relacionados às suas áreas são imprescritíveis e as terras, inalienáveis e indisponíveis; e que está assegurada a participação dos entes federativos durante o processo demarcatório.

(Cavaleiro: viram isto? Eu e você pagamos impostos mas os pobres índios não... Que maravilha, né? É bom Estado Papai-Mamãe COMUNISTA, não é? Seus impostos serão usados para manter os pobres índios que NADA PRODUZEM PARA ESTE PAÍS. Votem de novo na esquerda, classe média!!! É para isto que ela serve: trazer desgraça, miséria e destruição!!!)


E ASSISTAM ABAIXO: MAIS DE 80 QUARTEIRÕES PARA CADA ÍNDIO.

NÃO EXISTE JUSTIFICATIVA PARA ISTO QUE NÃO A IMBECILIDADE CHAMADA "A BUSCA PELO PODER TOTAL" QUE PASSA, NECESSARIAMENTE, PELA COMPRA DO APOIO DAS MINORIAS QUE, SOMADAS, SERÃO A MAIORIA. 

FAÇAM AS CONTAS: SEM-TERRAS, BOLSAS, COTAS, ÍNDIOS, PL 122...

FICOU ASSUSTADO?

segunda-feira, 16 de março de 2009

Príncipe Charles, a caça e a raposa

JB ONLINE
Coronel Gelio Fregapani*, Jornal do Brasil | 21:12 - 13/03/2009


RIO DE JANEIRO - Anos atrás, houve quem censurasse o príncipe prevaricador por sua crueldade na caça à raposa. Hoje percebemos que o interesse pela “Raposa” também tem outras conotações: o desmembrar do Brasil, criando uma nação indígena que seja dócil aos interesses do primeiro mundo.


O príncipe Charles defendeu nesta quinta-feira, em discurso no Palácio Itamaraty, que a conservação das florestas tropicais, como a Amazônia, seja financiada com recursos garantidos pelos países desenvolvidos. No pronunciamento, o príncipe afirmou que o dinheiro seria dado, não emprestado, e seria o pagamento aos países tropicais pelos “serviços ecológicos” prestados pelas florestas ao mundo. Ninguém no Congresso, ao que se saiba de público, pediu explicações. Engoliram sorrindo as mentiras, os atrasos e as grosserias dos seguranças britânicos. Pareciam estar recebendo seu futuro rei.


Todos sabemos da crise financeira mundial e que a Inglaterra enfrenta sérias dificuldades. O generoso príncipe vai tirar empregos de seus compatriotas para proteger as florestas de um país longínquo? Quanto altruísmo. O que realmente veio fazer?


Timidamente tem aparecido na imprensa uma certa “teoria da conspiração” que, entre outras metas, tentaria dividir alguns países de grande extensão territorial, como o Brasil, a China, a Índia e a Rússia. Essa meta seria orientada pela oligarquia financeira anglo-holandesa-americana, que estaria também procurando evitar o desenvolvimento que lhes pudesse fazer sombra.


É difícil saber até onde isto é verdade, mas para falar só do nosso país, a tentativa de balcanização é dia a dia mais evidente. Homologa-se imensos territórios indígenas interditados aos brasileiros. Aí estão as digitais das ONGs anglo-holandesas, WWF, entre outras; interdita-se para a produção parques ecológicos do tamanho de países europeus. De novo ONGs anglo-holandesas como a Greenpeace e americanas como a fundação Ford, sem falar na oposição às hidrelétricas e ao asfaltamento de estradas.


Agora nos visita o príncipe-sem compostura. Exatamente agora nas vésperas do julgamento da Raposa/Serra do Sol. Vem falar sobre a proteção das florestas. Por que agora?


As evidências apontam: a manobra final para garantir a retirada dos brasileiros do único lugar habitado por nacionais nas serras da fronteira norte.


Vejamos alguns antecedentes:


O mercado de minérios é, há séculos, controlado por cartéis de Londres. Eles sabiam da extrema mineralização das serras do norte do Brasil. Até pouco tempo manobraram apenas para que não fossem exploradas.


Quando começamos a explorar o estanho das jazidas do Pitinga e quebramos o cartel do estanho, se assustaram e jogaram tudo nos movimentos indianistas e ambientalistas. A moderna utilização de metais quase só encontrados os fez compreender que teriam de lidar com governos submissos, e o ideal seria governos indígenas, não o de uma nação do porte do Brasil, que quando despertasse lhes criaria problemas.


Aliaram-se aos Estados Unidos. Financiaram demarcações, propagandas e compraram homologações. Conseguiram a assinatura do Itamaraty na declaração de direitos que na prática concede status de nação independente às áreas indígenas, sempre sobre as principais jazidas algumas como a ianomâmi, já sob inteiro domínio das ONGs.


Entretanto para que o novo “país indígena” não ficasse cortado ao meio, a Raposa tem de ser cooptada, mesmo com a oposição da maioria dos índios que lá vivem. Então vamos à caça a Raposa.


Tem de ser agora! A crise está mordendo os calcanhares do Reino Unido, como dos EUA e da Holanda. Em breve não mais poderiam conseguir; até suas ONGs enfrentam penúria. O Brasil está tomando conhecimento da manobra e iniciando a levantar a cabeça. Não dá para esperar mais. Já haviam sido retirados alguns opositores: o diretor-geral da Abin e generais do Ministério da Defesa. O general Monteiro, comandante da Brigada em Boa Vista. Agora o retiram o general Heleno, o que não ousaram fazer antes. É a hora do julgamento. É tudo agora ou não dará mais.


Vale pedidos pessoais dos governos. Vale visita do príncipe. Vale promessas de dinheiro, impossível de cumprir por um pais em crise. Vale mentir, enganar, jogar charme, aproveitar a vaidade de nossos dirigentes. É a hora da caça à raposa.


A situação é séria e merece atenção. O Exército ainda reage? – tratam de o desmoralizar. Lembremos que todas as nações que descuidaram da sua defesa e/ ou desprestigiaram os seus soldados, terminaram subjulgadas por aquelas outras que agiram de outra forma.


Brasil, desperta!


*ex-superintendente da Abin em Roraima


terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Associação dos Arrozeiros de Roraima - comunicado

POR E-MAIL (sic)

Associação dos Arrozeiros de Roraima


Rua DI C, lote 11, q 3 - Bairro Gov. Aquilino Motta Duarte, Boa Vista - Roraima

CEP 69.309-690 - Fone: (95) 3626-7106 - Fax: (95) 3626-7108

 

Viemos a público para, como seres humanos, brasileiros, trabalhadores e produtores de Roraima, esclarecer e exigir basicamente idéias e atitudes baseadas no trinômio:


DEMOCRACIA - LIBERDADE - NACIONALISMO

 

DEMOCRACIA - Para, como população, sermos agentes e participantes da política implementada para o Estado de Roraima. Não podemos mais ser vítimas de decisões tomadas em reuniões fechadas por autoridades que substituem as demandas populares por uma agenda étnica ambiental, que a pretexto de salvar o mundo, nada mais são que ponta de lança de um neocolonialismo que as nações imperialistas impõem ao nosso país.


LIBERDADE - Para cumprirmos a missão gloriosa e necessária de, aqui, no extremo norte Brasileiro desenvolvermos a nossa região produzindo riquezas para o bem estar de nosso povo e contribuindo com o desenvolvimento nacional garantindo a territorialidade e soberania do Brasil nessa estratégica região.


Liberdade para utilizar o potencial e recursos naturais de Roraima nessa heróica tarefa.


NACIONALISMO - Para termos um projeto de desenvolvimento, centrado basicamente no interesse do povo e do país, queremos de volta nosso sonho maior de transformar Roraima em um estado rico e soberano, orgulho da federação brasileira, onde todo brasileiro possa viver dignamente e cultivar seu sentimento de amor à pátria.

 

GARGALOS

 

QUESTÃO FUNDIÁRIA - Nossos estudos, do governo de Roraima e agora da Embrapa - monitoramento por

satélite, confirmam que sobram apenas 6% da área geográfica do Estado para atividade econômica. Como é possível atender as demandas crescentes da nossa população e desenvolver com 94% do estado engessado?


QUESTÃO SOCIAL - Fim da política de apartheid imposta a nossa população, fim da indústria do conflito social. As injustiças sociais e econômicas têm que serem combatidas, mas preservando a união da nossa população.


QUESTÃO POLÍTICA - Temos que reaver a capacidade de autogoverno. Hoje o governo democraticamente eleito do Estado de Roraima se tornou um governo de pequenas causas, as decisões fundamentais são tomadas por interesses internacionais, representados pelas ONGs e órgãos do governo federal como FUNAI, IBAMA, INCRA que juntos submetem Roraima a uma intervenção feroz.


Reafirmamos nosso compromisso e decisão de lutar contra a inviabilização do Estado de Roraima e o caos que se avizinha. Só com trabalho, honestidade, eficiência poderemos produzir e vencer a crise.


RORAIMA QUEM AMA DEFENDE

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".