Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Até quando Celso Daniel ficará insepulto?

ESTADÃO
Sexta-Feira, 17 de Abril de 2009 

Bruno José Daniel Filho

Ontem, dia 16 de abril, Celso Daniel, meu irmão, teria completado 58 anos de vida. Como todos sabem, ele foi sequestrado, torturado e assassinado há mais de sete anos, quando era prefeito de Santo André e coordenava a elaboração do programa de governo do então candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva. Sérgio Gomes da Silva, que o acompanhava no momento do sequestro, foi denunciado pelo Ministério Público (MP) como mandante desse crime. Foi preso por um pequeno período, mas responde em liberdade, após ter obtido habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF), sob a alegação de que não representa perigo para a sociedade.

Apesar de todas as evidências colhidas pelo MP, que mostraram que o crime foi planejado e que há pelo menos um mandante, o Poder Judiciário ainda nem sequer decidiu se o julgamento deve ir a júri popular, porque, segundo informações que obtivemos do MP, a última das testemunhas arroladas pela defesa de Sombra (conforme Sérgio é chamado pela imprensa e era conhecido nos meios petistas) ainda não foi ouvida, pois nunca é encontrada.

Inúmeros outros assassinatos que ganharam amplo espaço na imprensa já foram resolvidos ou a Justiça já se posicionou quanto ao encaminhamento a ser dado.

Como explicar que no "caso Isabella", de 5 anos, morta em 2008 ao cair da janela de um apartamento, já se decidiu que seu pai e sua madrasta irão a júri popular e até hoje o processo de Celso segue sem essa decisão, após mais de sete anos? Como explicar que o promotor Igor Ferreira, três anos após ter tirado a vida de sua esposa, já tenha sido julgado e condenado e o caso de Celso segue ainda sem resposta da Justiça? Como explicar que o jornalista Pimenta Neves tenha sido condenado em primeira instância após seis anos pela morte de sua ex-namorada, a jornalista Sandra Gomide, e o assassinato de Celso ainda se encontra em fase de arguição de testemunhas pelo juiz?

Poderíamos citar outros crimes, mas esses já são exemplares para afirmar: há algo de estranho que impede que o julgamento dos responsáveis pelo sequestro, tortura e assassinato de Celso se realize. Quais são as razões dessa morosidade? Quais são as pessoas e instituições que têm interesse em que nada seja resolvido?

Consideramos importante que o caso vá a júri popular, pois nesta situação novas testemunhas e provas podem surgir, as contradições dos criminosos tendem a ficar mais evidentes, mais implicados podem ser descobertos e a condenação dos culpados pode ajudar a reduzir o sentimento de impunidade que existe no Brasil, um dos obstáculos à construção de uma sociedade mais democrática. Se aquela decisão for tomada, também tenderão a ficar explícitos os atos de pessoas e instituições que agiram no sentido de acobertar o crime, prestar falso testemunho ou se omitir. Falhas de nossas instituições poderão ficar escancaradas e quem sabe isso ajude a produzir mudanças.

Não cabe a mim julgar os indiciados, mas cabe a mim denunciar esta morosidade. Além disso, tenho o direito de apontar problemas de procedimentos correntes na Justiça brasileira. Por exemplo, procedimentos que impedem o juiz de tomar a decisão sobre se o processo relativo ao assassinato de meu irmão, passados mais de sete anos de sua morte, vai ou não a júri popular enquanto não for ouvida a última testemunha de defesa de Sérgio Gomes da Silva.

Que país é o nosso, em que pessoas já condenadas em primeira instância podem ficar soltas até que todos os recursos nas demais instâncias sejam analisados, enquanto nós, minha família e eu, tivemos de deixar o Brasil em 2006 em razão de intimidações, perseguições e ameaças que sofremos, e depois de terem ocorrido oito mortes relacionadas à de Celso? Se é justo que um julgamento tenha de chegar a seu fim para que haja punições, é justo que os procedimentos legais se possam alongar quase que indefinidamente? Até quando Celso continuará insepulto?

Para aqueles que esperam que eu me cale, apesar da condição de exílio em que hoje vivo, outorgado pelo Estado francês, uma vida que tem um lado amargo porque fico distante de meu país e sou impedido de ver amigos e parentes, quero dizer que o presente que tenho a dar ao meu irmão em cada um de seus aniversários é e será a minha luta, mesmo a distância, pelo aperfeiçoamento das nossas instituições, por meio de minhas reivindicações de punição para os culpados pela morte de Celso e de mudanças ligadas às causas que lhe deram origem, entre as quais se destacam as práticas correntes de financiamento de campanhas eleitorais.

Para aqueles que quiseram que eu me calasse, sob a alegação de que com a minha luta na busca da verdade mancharia a imagem de meu irmão, tenho a dizer que quem mancha a imagem de nosso país são aqueles que matam ou que tentam esconder assassinos e continuam agindo com os mesmos mecanismos que levaram à sua morte.

Como aceitar que Donizeti Braga, que teria tido seu celular rastreado na região do cativeiro de meu irmão, tenha direito a foro especial no processo de investigação, pelo único fato de ser deputado estadual? Como aceitar que o Sombra responda em liberdade por decisão da mais importante instância do Judiciário brasileiro, enquanto somos obrigados a viver exilados? Como aceitar que a lentidão de recursos interpostos possa retardar durante anos e anos a punição de criminosos, agora que o STF decidiu que a prisão de um condenado só pode ocorrer quando julgados todos os recursos?

Sabemos que contamos com a solidariedade e o apoio de muitos que lutam e também desejam que o Brasil seja um país mais democrático e menos injusto. Que este artigo ajude nesse sentido e contribua para que o caso seja equacionado o mais rápido possível. 

Bruno José Daniel Filho é professor da PUC-SP e funcionário da Fundap


Tax Day Tea Party

HOMINIS LIBERTAS
QUINTA-FEIRA, 16 DE ABRIL DE 2009

As "Tea Parties" são manifestações organizadas por americanos comuns que buscam, simplesmente, defender os valores basilares que edificaram seu país. A internet, por sua vez, funciona como o grande meio de comunicação; é através do facebook e twitter que a movimentação é organizada e os encontros marcados. As manifestações foram tomando grandes proporções, cada vez mais pessoas se unem na defesa da Liberdade. As medidas do Presidente Obama, na contramão do espírito americano, principalmente com o crescente aumento do poder Estatal, são os principais alvos dos protestos. Fotos de algumas Tea Parties:

Little Rock, ArkansasOklahoma City, Oklahoma
Lansing, Michigan
Indianapolis, Indiana
Baton Rouge, Louisiana
Morristown, New Jersey
Fort Myers, Florida
Sacramento, California
Nashville, Kansas
Bossier-Shreveport, Louisiana

Chicago, Illinois






O cara?

Por e-mail (sic)

Veja Essa


Apesar de o presidente Barack Obama parecer simpático com nosso presidente Lula, as frases "Esse é o cara!" e "Adoro esse cara!" (Veja Essa, 8 de abril) estavam incompletas. Penso que podemos completar o que falta. 


Presidente Lula, você é o cara que esteve em dois mandatos à frente desta nação e não teve coragem nem competência para implantar reforma alguma neste país, pois as reformas tributárias e trabalhistas nunca saíram do papel, e a educação, a saúde e a segurança estão piores do que nunca. 


Você é o cara que mais teve amigos e aliados envolvidos da cueca ao pescoço em corrupção e roubalheira, gastando com cartões corporativos e dentro de todos os tipos de esquema. 


Você é o cara que conseguiu inchar o estado brasileiro com tantos e tantos funcionários e ainda assim fazê-lo funcionar pior do que era. 


Você é o cara que mais viajou como presidente deste país, tão futilmente e à nossa custa. 


Você é o cara que aceitou todas as ações e humilhações contra o Brasil e os brasileiros diante de: Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai e outros. 


Você é o cara que, por tudo isso e mais um monte de coisas, transformou este país em um lugar libertino e sem futuro para quem não está no grande esquema. 


E a nós, pobres mortais, resta sonhar, pois o pesadelo é quando abrimos os olhos!


Marcelo S. de Brito

São Paulo, SP.

A verdade sobre Obama

Vejam em alguns episódios a "bela" história do atual presidente americano...

Tradução: observatoriodamidia

I invented the Internet (A verdade sobre Obama)

Episódio 1 - October surprise (A surpresa de outubro)

Neste episódio, vemos a entrevista com Philip Berg, advogado democrata que entrou com uma ação exigindo que Obama apresentasse seu certificado de nascimento. Motivos não faltam: declarações da avó queniana, infância na Indonésia, documentos falsos colocados em sites. Por que Obama se recusa a acabar com todas as suspeitas, se uma segunda via desse documento custa pouco mais de 10 dólares?



Episódio 2 - Kill and destroy (Mate e destrua)

Neste episódio, vemos que Obama se opôs ao Born-Alive Infants Protection Act, uma lei que protegia os recém-nascidos que sobreviveram a tentativas de aborto. A oposição de Obama à lei permitiria o infanticídio, o que até grupos pró-aborto rejeitavam.



Episódio 3 - Obama for Odinga (Obama por Odinga)

Aqui, fica claro o apoio de Barack Hussein Obama a Raila Odinga, no Quênia. O queniano, que diz ser primo de Obama, incentivou uma escalada de violência sem precedentes na história de um dos países mais estáveis da África, após perder as eleições.



Episódio 4 - Code red (Código vermelho)

Neste episódio, vemos algumas das "qualificações" de Obama. A pergunta que fica é: como ele pôde ser aceito como candidato legítimo nas eleições americanas de 2008?



Episódio 5 - Mark my words (Ouça ou que digo)

Joe Biden, vice-presidente da candidatura de Obama, diz, pouco antes da eleição, que haverá uma "crise internacional para testar a capacidade dele". Aqui, vemos que o programa vacilante de Obama pode levar a um enfraquecimento geopolítico dos EUA.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Obama's Fraudulent Filings

 

Human Events
 
Below please find a special message from one of our advertisers, United States Justice Foundation. From time to time, we receive opportunities we believe you as a valued customer may want to know about. Please note that the following message does not necessarily reflect the editorial positions of Human Events.

URGENT CONFIDENTIAL LEGAL UPDATE

Obama's Fraudulent Filings

Tell All 50 State Attorneys General To Investigate NOW The Compelling Evidence That Barack Obama Was Born In Africa!


Dear Concerned Friend,

I dared bring Barack Obama into court to force him to produce his birth certificate and put an end to the controversy over his status as a "natural born" citizenship once and for all. And now he's coming after me and the United States Justice Foundation (USJF) -- the public-interest legal group that I founded over 30 years ago -- with a vengeance! Merely because we dare to seek the truth!

And they must have something to hide, because Mr. Obama's attorneys have threatened to spend, and then sanction, USJF out of existence.

USJF has started efforts to convince State Attorneys General, all across the country, to investigate whether Barack Obama has committed perjury by knowingly filing false nomination papers ... claiming to be constitutionally eligible to run for, and serve as, President of the United States. As you know, the available evidence shows that he was born in Africa. A FAX to all 50 State Attorneys General is available for you to send right now.

You see, even though it's past January 20, 2009 -- inauguration day -- Barack Obama can still be stopped from becoming an illegal "squatter" in the White House.

FAX All 50 State Attorneys General To Investigate Obama's Fraud


Frankly, the evidence that Barack Hussein Obama was born in Africa -- not Hawaii as he claims - and, therefore, cannot serve as the President of the United States, is compelling.
  • First, Mr. Obama's refusal to release his birth certificate. If he has nothing to hide, what does he gain by refusing to allow the press to see the birth certificate?
  • Second, the contention by Barack Obama's half-sister, Maya Soetoro-Ng, that Mr. Obama was born in a particular Hawaiian hospital, only to claim that it was in a different hospital several years later.
  • Third, the erecting of a wall around Barack Obama's grandmother, the late Madelyn Dunham, by Mr. Obama, thus cutting off access to the one person then alive who would have been present if he was actually born in Hawaii.
  • Fourth, the posting of law enforcement personnel at the two hospitals in Honolulu mentioned by Ms. Soetoro-Ng in an effort to block the press from discovering the truth about the birth certificate.
  • Fifth, a taped phone conversation with Mr. Obama's step-grandmother in Kenya, who claims that she was present at his birth ... in what is now called Kenya!
  • Sixth, the "birth certificate" posted on the Obama campaign website and other liberal websites. Since Barack Obama was born in 1961, long before laser printers and office computers, his original birth certificate would be typewritten ... unlike the laser printed "copy" purported to be genuine.
The evidence demands that Barack Obama answer why he has been hiding the truth from the American people about his eligibility to run for, and serve as, President!

That's right. Not only does Mr. Obama continue to categorically refuse to produce the decisive evidence proving whether he is a "natural born" citizen, his high-priced LA-based "dream team" of attorneys has USJF squarely in its crosshairs! And they're loading both barrels!

So, unless you help me and my team here at USJF to stand our ground in court, Mr. Obama's hired guns could blow a financial hole in USJF's ability to be the proverbial thorn in Mr. Obama's side!

Barack Obama continues to battle any attempt to see his real birth certificate - producing only a phony one posted on his website -- as well as fighting us tooth and nail as we seek access to his college records... records which we believe may prove that he was foreign born!

USJF served a subpoena upon Occidental College to gain access to Mr. Obama's college records and we are fighting to get at the truth on many other fronts, as well, including:
  1. Appealing a case filed by USJF in California, all the way up to the United States Supreme Court, if necessary, on behalf of 2008 Presidential candidate Alan Keyes, calling into question Mr. Obama's status as a "natural born" citizen;
  2. Funding, and assisting local attorneys and Plaintiffs, in similar lawsuits, in Ohio, Hawaii, and Mississippi, AND we're considering filing more lawsuits in other states; and
  3. We have initiated a campaign demanding that your State Attorney General take action now, which I'll tell you about momentarily...
Click Here Donate & Demand Mr. Obama Show Us the Truth!

You see, when Barack Obama officially entered the office of President, he became, in essence, a "pretender to the throne." According to the Constitution, only a "natural born citizen" can occupy the presidency.

Even though he was sworn in on January 20, 2009, Barack Obama is not legally the President of the United States, unless he can prove that he is a "natural born citizen."

What's more, every action taken by him while he occupies the White House may be invalid. If he cannot legally be President, every law passed by Congress will be null and void because the Constitution clearly requires that all laws be signed by the President ... and, without a legally elected and sworn in President in office, that becomes an impossibility.

Quite frankly, this crisis must be ended! And it must be ended now!

And that's just what we're fighting to do. The United States Justice Foundation is spearheading a campaign to protect the United States Constitution ... and your liberty.

Click Here Donate & Demand Mr. Obama Show Us the Truth!


We have to press our case to stop Barack Obama from, apparently, illegally holding the Presidency, despite the ongoing threats against us. We are speaking of filing additional lawsuits and administrative actions, over and above the dozens already filed, if you will help us today.

I need your help right now in order to win this battle. We must raise the needed funds to continue our legal research, pay court costs and lawyer fees, and to contact all 50 State Attorneys General. Helping USJF with this campaign is your best shot, and, possibly your only chance, at finding out whether Barack Obama is legally holding the Presidency of our great nation, or whether he is a fraud, a usurper!

My friend, please take action immediately. Please FAX all 50 State Attorneys General and please send to me your best possible gift to help USJF stop Barack Obama from continuing his apparent theft of the Presidency!

FAX All 50 State Attorneys General To Investigate Obama's Fraud


Are you willing to see the Constitution shredded by the Left? Will you sit back and do nothing while a foreign-born person may be illegally occupying the White House as President of the United States?

We will not be intimidated. But we MUST have your help immediately if USJF is to survive this fight to the finish -- and if the U.S. Constitution is to weather this crisis intact!

Our country is on the fast track to disaster ... but you can help us keep the situation from getting worse. I pray that I'll hear from you today.


In His Name,

Gary Kreep, Executive Director
United States Justice Foundation


P.S. America has never before faced such a threat. Everything we hold dear is at risk with Barack Obama sitting as President without him releasing his actual birth certificate. Please, send in your best possible gift today!

P.P.S. And don't forget to check out our website for more information about this case and other critical issues affecting our nation.

Click Here Donate & Demand Mr. Obama Show Us the Truth!


Or Send Checks to:
United States Justice Foundation
Dept Code 2276
P.O. Box 131637
Houston, TX 77219-1637 

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O imbecil juvenil - dos covardes mirins tornados idiotas úteis


O imbecil juvenil
Jornal da Tarde, São Paulo, 3 abr. 1998


Já acreditei em muitas mentiras, mas há uma à qual sempre fui imune: aquela que celebra a juventude como uma época de rebeldia, de independência, de amor à liberdade. Não dei crédito a essa patacoada nem mesmo quando, jovem eu próprio, ela me lisonjeava. Bem ao contrário, desde cedo me impressionaram muito fundo, na conduta de meus companheiros de geração, o espírito de rebanho, o temor do isolamento, a subserviência à voz corrente, a ânsia de sentir-se iguais e aceitos pela maioria cínica e autoritária, a disposição de tudo ceder, de tudo prostituir em troca de uma vaguinha de neófito no grupo dos sujeitos bacanas.

O jovem, é verdade, rebela-se muitas vezes contra pais e professores, mas é porque sabe que no fundo estão do seu lado e jamais revidarão suas agressões com força total. A luta contra os pais é um teatrinho, um jogo de cartas marcadas no qual um dos contendores luta para vencer e o outro para ajudá-lo a vencer.

Muito diferente é a situação do jovem ante os da sua geração, que não têm para com ele as complacências do paternalismo. Longe de protegê-lo, essa massa barulhenta e cínica recebe o novato com desprezo e hostilidade que lhe mostram, desde logo, a necessidade de obedecer para não sucumbir. É dos companheiros de geração que ele obtém a primeira experiência de um confronto com o poder, sem a mediação daquela diferença de idade que dá direito a descontos e atenuações. É o reino dos mais fortes, dos mais descarados, que se afirma com toda a sua crueza sobre a fragilidade do recém-chegado, impondo-lhe provações e exigências antes de aceitá-lo como membro da horda. A quantos ritos, a quantos protocolos, a quantas humilhações não se submete o postulante, para escapar à perspectiva aterrorizante da rejeição, do isolamento. Para não ser devolvido, impotente e humilhado, aos braços da mãe, ele tem de ser aprovado num exame que lhe exige menos coragem do que flexibilidade, capacidade de amoldar-se aos caprichos da maioria - a supressão, em suma, da personalidade.

É verdade que ele se submete a isso com prazer, com ânsia de apaixonado que tudo fará em troca de um sorriso condescendente. A massa de companheiros de geração representa, afinal, o mundo, o mundo grande no qual o adolescente, emergindo do pequeno mundo doméstico, pede ingresso. E o ingresso custa caro. O candidato deve, desde logo, aprender todo um vocabulário de palavras, de gestos, de olhares, todo um código de senhas e símbolos: a mínima falha expõe ao ridículo, e a regra do jogo é em geral implícita, devendo ser adivinhada antes de conhecida, macaqueada antes de adivinhada. O modo de aprendizado é sempre a imitação - literal, servil e sem questionamentos. O ingresso no mundo juvenil dispara a toda velocidade o motor de todos os desvarios humanos: o desejo mimético de que fala René Girard, onde o objeto não atrai por suas qualidades intrínsecas, mas por ser simultaneamente desejado por um outro, que Girard denomina o mediador.

Não é de espantar que o rito de ingresso no grupo, custando tão alto investimento psicológico, termine por levar o jovem à completa exasperação impedindo-o, simultaneamente, de despejar seu ressentimento de volta sobre o grupo mesmo, objeto de amor que se sonega e por isto tem o dom de transfigurar cada impulso de rancor em novo investimento amoroso. Para onde, então, se voltará o rancor, senão para a direção menos perigosa? A família surge como o bode expiatório providencial de todos os fracassos do jovem no seu rito de passagem. Se ele não logra ser aceito no grupo, a última coisa que lhe há de ocorrer será atribuir a culpa de sua situação à fatuidade e ao cinismo dos que o rejeitam. Numa cruel inversão, a culpa de suas humilhações não será atribuída àqueles que se recusam a aceitá-lo como homem, mas àqueles que o aceitam como criança. A família, que tudo lhe deu, pagará pelas maldades da horda que tudo lhe exige.

Eis a que se resume a famosa rebeldia do adolescente: amor ao mais forte que o despreza, desprezo pelo mais fraco que o ama.

Todas as mutações se dão na penumbra, na zona indistinta entre o ser e o não-ser: o jovem, em trânsito entre o que já não é e o que não é ainda, é, por fatalidade, inconsciente de si, de sua situação, das autorias e das culpas de quanto se passa dentro e em torno dele. Seus julgamentos são quase sempre a inversão completa da realidade. Eis o motivo pelo qual a juventude, desde que a covardia dos adultos lhe deu autoridade para mandar e desmandar, esteve sempre na vanguarda de todos os erros e perversidade do século: nazismo, fascismo, comunismo, seitas pseudo-religiosas, consumo de drogas. São sempre os jovens que estão um passo à frente na direção do pior.

Um mundo que confia seu futuro ao discernimento dos jovens é um mundo velho e cansado, que já não tem futuro algum.

A técnica da insurreição e do golpe de Estado

MÍDIA SEM MÁSCARA
CARLOS AZAMBUJA | 09 ABRIL 2009 

Trotsky, tranqüilo, sorri: “A insurreição não é uma arte. É uma máquina. Para colocá-la em movimento são precisos técnicos, e só técnicos a poderiam, eventualmente, parar”.

"Sou da linha trotskysta: revolução permanente".
(Declaração do presidente Hugo Chávez em janeiro de 2007).


Na polêmica que se seguiu ao golpe de Estado ocorrido na Rússia em outubro de 1917, Lenin foi considerado o estrategista, o ideólogo, e Trotsky o criador da técnica do golpe de Estado.

Segundo diversos analistas, o perigo de que os governos devem defender-se não advém da estratégia de Lenin, mas da tática de Trotsky.

A estratégia de Lenin não pode ser dissociada da situação concreta da Rússia de 1917. O próprio Lenin, em seu livro Esquerdismo, Doença Infantil do Comunismo, observou que a originalidade da situação política na Rússia em 1917 provavelmente nunca iria repetir-se em qualquer país do mundo. Sua estratégia não constitui, pois, um perigo imediato para os governos. A tática de Trotsky, sim. Constitui.

Para a estratégia de Lenin há necessidade da existência de um Kerensky (um governo fraco). A tática de Trotsky, ao contrário, independe desse detalhe e sua existência ou não, em nada a influencia. Há os que afirmam que mesmo que Lenin tivesse ficado na Suíça e não tivesse desempenhado papel algum em outubro de 1917, Trotsky teria tomado o poder.

O que é importante, na realidade, é a tática insurrecional, a técnica do golpe de Estado. Na revolução comunista a estratégia de Lenin não conduz, por si só, à tomada do poder, pois a febre da insurreição, a epidemia de greves, a paralisia da vida política e econômica, a ocupação de fábricas pelos operários, a desorganização das Forças Armadas, a política da burocracia, a leniência da magistratura, a resignação da burguesia e a impotência do governo não são o bastante para a tomada do poder. Essa situação revolucionária prepara, não há dúvida, o ataque decisivo, mas há, no entanto, necessidade de alguém que saiba “usá-la” e conduzir o ataque.

Para a tática de Trotsky as chamadas condições objetivas e subjetivas são apenas um detalhe.

Na Rússia, em 1917, Lenin pensava em obter maioria na Duma, sublevar as massas contra o governo de Kerensky, submergir o país sob a maré proletária, dar o sinal de insurreição a todo o povo, proclamar a necessidade da queda de Kerensky e da ditadura do proletariado.

A seguir, um diálogo imaginário:

“Concordo”, diz Trotsky, “mas antes de mais nada é preciso ter o controle da cidade e ocupar seus pontos estratégicos. Para tal, a insurreição tem que ser organizada e conduzida por uma tropa de choque com um punhado de pessoas. Para isso não necessitamos recorrer às massas. Um pequeno grupo nos é suficiente”.

Mas Lenin não queria que a revolução bolchevique viesse a ser classificada de “blanquista” (ou seja, acusada de ter sido feita por um punhado de conspiradores e não por meio da luta de classes do proletariado, conduzida por seu estado-maior, o partido, conforme a ortodoxia do marxismo).

“Muito bem”, responde Trotsky, “mas todo o povo é demasiado para a insurreição. Devemos contar é com um pequeno grupo, implacável e agressivo, treinado na tática insurrecional”.

“É conveniente”, admite Lenin, “concentrar os nossos esforços nas fábricas e nos quartéis. A revolução será feita aí e é aí que fica o seu nó vital. É aí que, em discursos inflamados, devemos explicar e ampliar o nosso programa, pondo a questão nos seguintes termos: ou a aceitação integral de nosso programa ou a insurreição”.

“Muito bem”, diz Trotsky, “mas quando as massas tiverem concordado com o nosso programa, teremos que organizar a insurreição. Para tal, devemos escolher, nas fábricas e nos quartéis, elementos de confiança e prontos para o que der e vier. Do que temos necessidade não é da massa de operários, é de uma tropa de choque”, insiste Trotsky.

“Para que a insurreição seja de inspiração marxista, isto é, encarada como uma arte”, concorda Lenin, “devemos simultaneamente e sem perda de tempo, organizar o Estado-Maior das tropas insurrecionais, repartir as nossas forças, lançar os regimentos fiéis nos pontos nevrálgicos da cidade, cercar o teatro Alexandra, ocupar o Forte Pedro e Paulo, prender o Estado-Maior Geral e enviar contra os oficiais-alunos e os cossacos, destacamentos dispostos a sacrificarem, se necessário, até o último homem a fim de impedir que o inimigo atinja o centro da cidade. Devemos mobilizar os operários armados, chamá-los ao combate, ocupar as centrais telefônicas e telegráficas, instalar aí o nosso Estado-Maior, pô-lo em contato com todas as fábricas, todos os regimentos e todos os pontos onde se desenvolver a luta armada”. 

“Muito bem”, diz Trotsky, “mas...”.

“Tudo o que afirmei é um pouco vago”, reconhece Lenin, “mas com isto eu quero provar que, no estado em que nos encontramos, só poderemos ser fiéis ao marxismo e à revolução se encararmos a insurreição como uma arte. Você conhece as principais regras com que Marx regulou esta arte. Pois bem, aplicadas à atual situação da Rússia estas regras significam: ofensiva simultânea, tão inesperada e rápida quanto possível sobre Petrogrado, concentração de forças superior aos 20 mil homens que o governo dispõe. Articulação entre as nossas três principais forças – a Marinha, os operários e as unidades militares – de modo a ocupar e defender as centrais telefônicas, o telégrafo, as estações de trens e as pontes. Selecionar, dentre os elementos de nossos grupos de ataque, os operários e marinheiros mais resolutos, formar destacamentos para ocupar todos os pontos importantes e participar em todas as operações decisivas. Por último, constituir grupos de operários armados com espingardas e granadas, que marcharão sobre as posições inimigas (escolas de oficiais, centrais telefônicas e telegráficas). O triunfo da revolução russa e, ao mesmo tempo, da revolução mundial, depende de dois ou três dias de luta”.

“Tudo isso é muito correto”, explica Trotsky, “mas demasiadamente complicado. É um plano vastíssimo, uma estratégia que abrange demasiado território e muitas pessoas. Não é uma insurreição. É uma guerra. Para ocupar Petrogrado não há nenhuma necessidade de tomar o trem na Finlândia. Quando se parte de muito longe fica-se, muitas vezes, no meio do caminho. Desencadear uma ofensiva de 20 mil homens desde Kronstadt para ocupar o teatro Alexandra é ‘um pouco’ demasiado para um golpe de mão. Em estratégia, o próprio Marx seria vencido por Korniloff. Urge fixarmo-nos na tática, agir com um punhado de homens e num terreno limitado, concentrar esforços nos objetivos prioritários, bater forte e feio. Não creio que seja muito complicado: as coisas perigosas são sempre extremamente simples. Para atingir o nosso objetivo não devemos recear os fatores que nos são adversos nem fiarmo-nos nos que são favoráveis. É preciso agir sem alarido, silenciosa e calmamente. A insurreição é uma máquina silenciosa. A sua estratégia exige uma série de circunstâncias favoráveis. A insurreição não precisa de nada. Basta-se a ela própria”.

As palavras acima, atribuídas a Lenin e Trotsky não são uma ficção. São extratos de cartas enviadas ao Comitê Central do Partido Bolchevique, em outubro de 1917, por ambos.

Os que conhecem todos os escritos de Lenin, em particular os que se referem à técnica insurrecional das jornadas de dezembro, em Moscou, durante a revolução de 1905, devem mostrar-se bastante surpreendidos com a ingenuidade da sua concepção de tática e estratégia insurrecionais, nas vésperas da Revolução de Outubro. Todavia, devemos reconhecer que após o revés da tentativa de revolução, em julho de 1917, foi ele o único – à exceção de Trotsky - que não perdeu de vista o objetivo principal da estratégia revolucionária: o golpe de Estado.

Após algumas hesitações (em julho, o Partido Bolchevique tinha um único objetivo e de natureza parlamentar: a conquista de maioria nos Sovietes) o germe da insurreição tornara-se para Lenin, “o motor de toda a sua atividade”. Durante sua estada na Finlândia – onde se refugiara após as jornadas de julho, para não ser preso por Kerensky – toda a sua atividade se resumia à preparação teórica da insurreição. De outra forma não se explicaria a ingenuidade do seu projeto de uma ofensiva militar sobre Petrogrado, apoiada, no interior da cidade, pela ação dos guardas vermelhos. Tal ofensiva teria redundado em um desastre.

Na sua carta de 17 de outubro de 1917, Lenin defendia a tática de Trotsky: “Não se trata de blanquismo. Efetivamente um golpe militar será blanquista quando não for organizado pelo partido de uma classe determinada; quando os seus organizadores não atenderem ao movimento político, em geral, e à situação nacional, em particular. Entre um golpe militar, condenável sob todos os pontos de vista, e a arte da insurreição armada, há uma grande diferença”.

Mas Trotsky, tranqüilo, sorri: “A insurreição não é uma arte. É uma máquina. Para colocá-la em movimento são precisos técnicos, e só técnicos a poderiam, eventualmente, parar”.

Essa tática de ação insurrecional de Trotsky passou a fazer parte da estratégia revolucionária da III Internacional e, por conseguinte, do Movimento Comunista Internacional.

Um elemento indispensável à insurreição é a greve geral, que tornaria a insurreição semelhante a um murro dado em um aleijado, pois para que ela tenha êxito, é necessário que a vida das cidades esteja paralisada pela greve geral.

Finalmente, é inexato que o governo provisório de Kerensky não tenha adotado as medidas necessárias para a defesa do Estado. Todavia, o método defensivo de Kerensky consistia em aplicar as medidas de segurança e de polícia tradicionais, em que até hoje confiam os governos liberais. Não se pode acusar Kerensky de imprevidência. Ocorre que o método de aplicar somente a repressão, ao invés de medidas políticas, administrativas e econômicas, a fim de assegurar a defesa do Estado contra a técnica insurrecional moderna, é uma ação ineficaz.

Os governos, quase sempre, à tática revolucionária, revelando ignorância dos princípios elementares de defesa do poder, opõem uma tática defensiva baseada em medidas policiais, esquecendo que essas medidas, de conformidade com qualquer manual de contra-insurreição, devem ser 90% políticas, econômicas e administrativas e apenas 10% repressivas.

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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Algum esquerdopata me responde, se puder?

Mais uma vez os membros da Dinastia Castro admitem a farsa por trás dos motivos da Revolução que tinha, como todas as outras, o objetivo de impedir que os cidadãos (cubanos neste caso) continuassem senhores de si mesmos e torná-los escravos da "Casa Real Castrista", com direito a muros e balas de chumbo para quem tentasse/tentar escapar da senzala.

A desculpa para a tomada do Poder Total foi, como manda a cartilha escrita pelo satanista chamado Karl Marx, impedir que o poder exercido pelo capital comandasse o país. Como a cartilha também reza, este poder vem do acúmulo do capital por vias excusas e na ilha-senzala o inimigo escolhido não poderia deixar de ter sido os mais ricos, os Estados Unidos. Segundo a dinastia ainda em projeto naquela época os Estados Unidos queriam enganar os coitados dos cubanos e de noite, sem ninguém ver, roubar absolutamente todas as riquezas do país. A sociopatia chamada Socialismo/Comunismo ensina para seus idiotas úteis que é assim que se fica rico.

Para as dinastias e os reinados socialistas/comunistas o capital deve, portanto, ficar bem longe dos cidadãos. O risco seria o de corrompê-los irremediavelmente com suas benesses. O capital precisa ser banido, embargado, sumir de perto do povão. Só os "sinhô", as "sinhá" e os "sinhozinho" possuem sabedoria e poder para ter bastante capital no bolso sem serem corrompidos pelo mesmo. Assim fez a Dinastia Castro em Cuba, além de também matar mais de cem mil pessoas em tempos de paz, não devemos esquecer deste pequeno detalhe.

Eu queria um dia perguntar para os sociopatistas (sociopatas socialistas/comunistas):

Porque diabos Fidel fica chorando pelo fim do embargo econômico americano se a cartilha manda escolher um pseudo-inimigo e acabar com ele ou, no mínimo, ficar longe do mesmo? E não é o maldito poder do capital que a cartilha dos sociopatistas ensina-os a combater? Porque quer a Dinastia Castro negociar com os malditos capitalistas burgueses imperialistas ladrões das riquezas alheias? Acabaram-se os escravos, Fidel, ou o "sinhô tá querendo comprá uns presente americano prá sua sinhá"?

É muito evidente que os pedidos castristas para o fim do embargo provam de que são um bando de canalhas mentirosos que usaram as desculpas de sempre para sentar no trono. Estes pedidos assim como as novas China e Rússia são a prova de que a Revolução Socialista/Comunista é pura balela, pura conversa, é armadilha de pegar passarinho que acha que vai ter comida fácil quando na verdade se nela entrar (armadilha) vai viver engaiolado para sempre.

Legislar em favor de uma classe social, qualquer que seja

Esta mensagem foi enviada por Rose FL. Para ver o perfil (ORKUT) de Rose, clique aqui.

"Não é possível legislar em prol da liberdade dos pobres, legislando de forma a cortar a liberdade dos ricos. Tudo que uma pessoa recebe, sem que tenha trabalhado, virá necessariamente do trabalho de alguém que não receberá por isso. Um governo não pode dar algo a quem quer que seja, que este mesmo governo não tenha tirado antes de outra pessoa. Quando metade da população de um país entende que não precisa trabalhar, porque a outra metade da população cuidará e proverá por ela, a metade que se vê obrigada a prover a outra entenderá que não adianta trabalhar, porque o fruto de seu labor não será seu. E esse, meu amigo, é o fim de qualquer nação. Não há como multiplicar a riqueza pela subtração".

Dr. Adrian Rogers, 1931 - 2005

Cavaleiro do Templo: também não se pode fazer o contrário, legislar em favor da liberdade dos ricos cortando a liberdade dos pobres. Olhem o que acontece/aconteceu nos países "comunistas". Os ricos da NOMENKLATURA ficam com tudo e a população é tornada escrava desses que entopem-se de dinheiro com o trabalho forçado desses pobres escravos infelizes. Ou você acha que os empresários chineses e russos são assim tão empreendedores a ponto de tornarem-se podres de ricos nestes pouquíssimos anos de capitalismo por aquelas bandas? Ou legisla-se para o bem comum ou a nação acaba!!!

Uma família exemplar - Dilma

VIVERDENOVO
Por Arlindo Montenegro | Segunda-feira, 13 de Abril de 2009

Um advogado, viúvo, membro do Partido Comunista da Bulgária, chegou ao Brasil em 1930. 
Para um comunista de nível superior abandonar a Europa, em plena efervescência revolucionária, pode-se inferir que cumpria uma “tarefa” do Partido da Internacional Comunista.

O Partido Comunista no Brasil era jovem, recém filiado ao organismo Internacional, que enviou para os trópicos inúmeros “agentes”, com a missão de informar Moscou sobre o cumprimento das rígidas, pétreas condições de atuação dos novos militantes comunistas crioulos.

Dentre as diretrizes impostas para ser um comunista internacionalista, estava escrito: defender sem reservas “todas as repúblicas soviéticas”, posicionar-se claramente contra “reformas políticas burguesas” pois a legalidade burguesa não merecia confiança. Outras normas indicavam o trabalho “sistemático e perseverante” entre as tropas (militares), a necessária agitação “racional” entre os camponeses, nos sindicatos, cooperativas e outras organizações das massas operárias.

Uma das 21 recomendações exigidas se destaca: “criar, em toda parte, um organismo clandestino paralelo à organização legal”. E outra: renunciar e denunciar o patriotismo e o pacifismo, considerados hipocrisia e falsidade. Hoje é fácil entender o PT legal e o Foro de São Paulo (clandestino) escondido da opinião publicada. A parte obscura comanda, a parte que aparenta legalidade executa as “palavras de ordem”.

Os sindicatos, cooperativas, organizações de massa, grupos confusos como o MST e outras “ongs” atuam como “vanguardas” políticas e militares mantendo a “agitação racional”. Tudo para cumprir os objetivos táticos da estratégia do comunismo internacional. Por ser internacional, sem pátria, desprezando os anseios pacifistas, justificam-se os passos de destruição sistemática das instituições (Constituição, Poder Legislativo, Poder Executivo, Forças Armadas) adotados pelo Partido que comanda o Poder Executivo.

O Brasil está sob o comando do mais cruel, do mais guerreiro e assassino movimento político internacional, globalizado, sem bandeira, que sempre contou com recursos financeiros ilimitados, espalhando guerras civis, esmagando culturas nacionais e concentrando cada dia mais o produto do trabalho e riqueza das nações nas mãos de uns poucos potentados globais.

Voltando à vaca fria, aquele Advogado que veio da Bulgária, casou com uma mineira. 
Trabalhou para a Mannesman, construiu casas, gostava de jogar, fumava muito e apreciava as mesas fartas. Sua filha, foi bem educada para ser uma boa comunista, no lar ateu. Como secundarista já estudava marxismo. Casou somente no civil com um companheiro também comunista.

Aderiu à luta armada. Teve aulas sobre “armamentos, tiro ao alvo, explosivos e enfrentamentos com a polícia” e dedicou a vida à organização dos “focos de guerrilha” para implantar a guerra civil e facilitar a tomada do poder pelos comunistas no Brasil. Guardava embaixo da cama um monte de armas e bombas. Militou nos mais agressivos e sanguinários grupos terroristas combatidos durante cinco anos pelos governos militares. A moça formou-se como notável dirigente comunista. Esteve presa, sofreu torturas e entregou alguns “companheiros”. Foi solta pelos “ditadores” e entrou para o PT. 

Dona Dilma, apareceu lendo uma epístola numa missa católica oficiada por um padre estelar. 
Para uma militante comunista com sua formação é mangação com a fé cristã! É genuína hipocrisia! É passar diploma de jegue, besta de carga, pra todos os que prezam a fé cristã. 

Agora estão dizendo que a ministra Dilma vai aproximar-se dos “movimentos sociais” camponeses, liderados pelo MST (legalmente inexistente) que recebe dinheiro dos cofres públicos através de ongs legalizadas mas que não prestam contas. É querer tapar o sol com a peneira dizer que existe conflito entre a ministra e os que espalham o terrorismo no campo. 
Afinal é centenária a orientação do comunismo internacional: a agitação “racional”, isto é controlada, entre os camponeses.

A história mascarada do Brasil, omite as origens da desordem fabricada para facilitar a “socialização” (termo light para implantação do comunismo totalitário de um só partido) que se alastra pela América Latina. Os “caras” dos ministérios e a companheira Dilma, estão cumprindo direitinho as ordens dos financiadores e estrategistas construtores da globalização capimunista. 

Os recursos produzidos pelo trabalho humano em todos os quadrantes da terra, estão agora mais centralizados do que nunca. Implantam-se as bases do governo total mundial, onde a segurança e bem estar será privilégio dos que forem acolhidos como legisladores, juízes e executivos do poder central global. O resto que fique à mercê dos narcotraficantes, sem tempo de protestar, agir ou organizar-se contra a bandidagem governante.

Assim se prenuncia a negação da pátria, dos costumes, das tradições, das culturas nacionais, da soberania sobre o território. Se prenuncia a eliminação da família, das religiões, da propriedade privada. Bem no roteiro da escravidão desejada pelo programa do Comunismo Internacional há mais de um século.

Dona Dilma está no comando. Acompanham-na os mesmos estudantes, operários, militares que foram enrolados nas guerrilhas. Acompanham-na os mesmos desinformados, desesperados, inocentes úteis que recebem diariamente a ração da droga do marxismo a que servem como nova religião. Uma religião de fanáticos que desprezam o saber, que desprezam a nação, que desprezam a si mesmos.

E nós, os idealistas, românticos, democratas, cristãos tradicionais, conservadores, piedosos, caridosos, perdoadores, amantes da verdade e da liberdade..."tamos ferrados" e designados para o eito mais duro, ou a morte numa prisão política!

(Quem desejar mais detalhes sobre a trajetória de dona Dilma, é recomendada a leitura da Revista Piauí, edição 31, de 9 de Abril/09)

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".