Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Algum esquerdopata me responde, se puder?

Mais uma vez os membros da Dinastia Castro admitem a farsa por trás dos motivos da Revolução que tinha, como todas as outras, o objetivo de impedir que os cidadãos (cubanos neste caso) continuassem senhores de si mesmos e torná-los escravos da "Casa Real Castrista", com direito a muros e balas de chumbo para quem tentasse/tentar escapar da senzala.

A desculpa para a tomada do Poder Total foi, como manda a cartilha escrita pelo satanista chamado Karl Marx, impedir que o poder exercido pelo capital comandasse o país. Como a cartilha também reza, este poder vem do acúmulo do capital por vias excusas e na ilha-senzala o inimigo escolhido não poderia deixar de ter sido os mais ricos, os Estados Unidos. Segundo a dinastia ainda em projeto naquela época os Estados Unidos queriam enganar os coitados dos cubanos e de noite, sem ninguém ver, roubar absolutamente todas as riquezas do país. A sociopatia chamada Socialismo/Comunismo ensina para seus idiotas úteis que é assim que se fica rico.

Para as dinastias e os reinados socialistas/comunistas o capital deve, portanto, ficar bem longe dos cidadãos. O risco seria o de corrompê-los irremediavelmente com suas benesses. O capital precisa ser banido, embargado, sumir de perto do povão. Só os "sinhô", as "sinhá" e os "sinhozinho" possuem sabedoria e poder para ter bastante capital no bolso sem serem corrompidos pelo mesmo. Assim fez a Dinastia Castro em Cuba, além de também matar mais de cem mil pessoas em tempos de paz, não devemos esquecer deste pequeno detalhe.

Eu queria um dia perguntar para os sociopatistas (sociopatas socialistas/comunistas):

Porque diabos Fidel fica chorando pelo fim do embargo econômico americano se a cartilha manda escolher um pseudo-inimigo e acabar com ele ou, no mínimo, ficar longe do mesmo? E não é o maldito poder do capital que a cartilha dos sociopatistas ensina-os a combater? Porque quer a Dinastia Castro negociar com os malditos capitalistas burgueses imperialistas ladrões das riquezas alheias? Acabaram-se os escravos, Fidel, ou o "sinhô tá querendo comprá uns presente americano prá sua sinhá"?

É muito evidente que os pedidos castristas para o fim do embargo provam de que são um bando de canalhas mentirosos que usaram as desculpas de sempre para sentar no trono. Estes pedidos assim como as novas China e Rússia são a prova de que a Revolução Socialista/Comunista é pura balela, pura conversa, é armadilha de pegar passarinho que acha que vai ter comida fácil quando na verdade se nela entrar (armadilha) vai viver engaiolado para sempre.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Embargo e bloqueio

MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES

Fonte: Correio Braziliense
Assunto: Opinião
Título: Embargo e bloqueio
Data: 18/11/2008
Crédito: Jarbas Passarinho

Jarbas Passarinho
Foi ministro de Estado, governador e senador

A esquerda — e não a latino-americana apenas — debita aos Estados Unidos a pobreza de Cuba. Mesmo alguns escribas que deveriam honrar os cursos que fizeram insistem em dizer que Cuba sofre uma represália há dezenas de anos, através do bloqueio que lhe é imposto pelos americanos, responsável por sacrifícios desumanos incidindo sobre o povo. Faltam à verdade, pois nunca foi Cuba de Fidel Castro objeto de bloqueio, exceto no episódio da crise dos mísseis, um dos momentos dramáticos da Guerra Fria, que poderia levar à III Guerra Mundial.

Khrushev tentara vários ultimatos malogrados visando a dominar completamente Berlim, cuja crise estendeu-se de 1958 a 1963. Ao lado de seu desejo de represália, buscando atingir os interesses militares dos Estados Unidos no Atlântico, os aviões U2, de espionagem americana, haviam fotografado, de altitudes inacessíveis à artilharia anti-aérea de Cuba, as rampas construídas para lançamento de mísseis de alcance médio, apontados para os Estados Unidos. Quem mais exultava com isso era Fidel Castro, considerando-se livre de uma recidiva do desastrado desembarque de tropa cubana anti-Castro, com instrutores da CIA, na Baía dos Porcos. Khrushev decidiu fornecer os mísseis a serem operados por militares soviéticos.

Kennedy havia tomado posse há pouco, mas diante da ameaça concreta contra o território americano tomou a decisão gravíssima: determinou o bloqueio dos portos de Cuba, para onde já se dirigiam navios soviéticos carregados de mísseis. Bloqueio significou cercar a ilha e impedir sua comunicação com o exterior. Assim foi que os navios soviéticos retornaram ao porto de origem, impedidos de atracar em qualquer ponto da ilha. Felizmente, Moscou submeteu-se ao bloqueio e iniciou negociação para evitar a humilhação.

Afora esse caso isolado, gravíssimo sem dúvida, Cuba nunca foi alvo de bloqueio, mas de embargo, ou seja, o governo americano, em represália à expropriação, por Fidel Castro, dos bens de americanos em Cuba, fez votar lei proibindo o comércio de empresas norte-americanas entre os dois países. Como a ilha dependia de importações de produtos americanos e exportava para os Estados Unidos, sua economia se ressentiu do impedimento. Tenho para mim que o embargo é apenas um estorvo que não é decisivo como represália. Não é propriamente inócuo. Dados confiáveis indicam, no presente, importação indireta de Cuba (através da Espanha ou outro país europeu) de US$ 500 milhões em alimentos dos Estados Unidos.

Lula fará tudo para obter a suspensão do embargo. Leio que o presidente eleito Barack Obama pretende utilizar-se dos ofícios de Lula na sua pretendida aproximação com Raul Castro. Cuba continua comerciando com a Europa, especialmente com a Espanha, que nela tem investimentos consideráveis, com a França e outros países europeus, bem como com a América Latina, notadamente Venezuela e Brasil. Exporta níquel, estimula o turismo de massa antes proibido, hoje uma das fontes mais expressivas da receita, comparável à remessa bilionária de dólares enviados pelos exilados que trabalham nos Estados Unidos. Passou a admitir as joint ventures com empresas capitalistas que pagam US$ 400, via governo, para os trabalhadores nelas empregados.

O governo transforma os dólares em pesos, ao câmbio oficial de 25 pesos cubanos por US$ 1, restando para cada trabalhador US$ 16 dólares. Da Venezuela, recebe mensalmente 100 mil barris de petróleo e, em troca, envia centenas de médicos para assistência aos pobres favelados venezuelanos. Entretanto, quando Fidel foi acometido da doença grave que lhe fez passar (ao menos simbolicamente) o poder ao irmão, foi preciso trazer da Espanha um médico competente para diagnosticar-lhe a doença e salvá-lo da septicemia.

Cuba perdeu a “pensão” que a União Soviética lhe dava, calculada pela historiadora russa Irina Zorina em mais de US$ 100 bilhões nas últimas três décadas, segundo afirmam, em livro documentado, Plínio Mendoza, Carlos Montaner e Álvaro Vargas Llosa. Em compensação, tropas cubanas foram enviadas para Angola, Etiópia, Somália e Nicarágua, com a missão de poupar os militares soviéticos, combatendo ao lado dos guerrilheiros comunistas na expansão do comunismo na África e América Central.

Em Cuba, 11 milhões de cubanos vivem, desde o regime de Fidel, sob racionamento de alimentos, eletricidade, água e roupa, enquanto à nomenklatura cubana nada falta. A revista Forbes atribuiu a Fidel propriedade de US$ 900 milhões, mas somando todos os bens pertencentes ao Estado: 59 mansões suntuosas, reservas de caça, iate de pesca e dois imensos aviões russos para as viagens que fazia outrora. São bens destinados ao seu uso pessoal, mas não a ele pertencentes. A acusação me parece descabida. É o mesmo que dar como propriedade particular de Lula o caro avião que lhe serve para viagens ao exterior.

Ao contrário de denúncias dessa natureza, a vida do mais velho ditador do mundo tem fatos incontestáveis suficientes para evidenciar não o corrupto, mas o tirano. Uma denúncia inverídica enfraquece as provas da inexistência da liberdade e favorece os adoradores de Fidel, que debitam aos Estados Unidos um bloqueio que não passa de um embargo, para pretender justificar a indigência econômica resultante de quase meio século de Fidel Castro.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Cuba e o embargo americano

Vou falar sobre uma situação que envolve dois países, Estados Unidos e a ilha-quase-senzala chamada Cuba (porque tem muros para impedir que o pessoal fuja, atiradores para matar quem consegue fugir e estes trabalham para o grupo que manda sem receber nada mais do que o necessário para viver por isto - por isto o QUASE, se não fosse pelo micro-salário seria uma senzala de fato).

Existe um EMBARGO que impede que empresas AMERICANAS negociem com a ilha-quase-senzala. Tem a ver com soberania nacional. Acontece que a anos ouvimos que a pobreza da ilha-quase-senzala é devida a este EMBARGO.

Mas me digam: a ilha-quase-senzala não odeia os EEUU?
Não odeia TUDO que seja americano?
Não é isto que ensinam para os cubaninhos, coitados?

Então, como poderia ser um EMBARGO responsável pela pobreza de alguém que, por te detestar, não poderia JAMAIS fazer negócios com você?

Ou será que Fidel odeia os americanos mas quer trocar charutos por produtos e serviços Made in USA ou de qualquer outro país onde exista DEMOCRACIA e CAPITALISMO?

Como é esta coisa de odiar um sistema, qualquer que seja, mas querer as coisas que este mesmo sistema torna possível existir?

Alguém me explica?

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".