Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

"2081"

O ano era 2081, e todos eram, finalmente, iguais. 
Eles não eram iguais somente perante Deus ou a lei.
Eles eram iguais de todas as formas.
Ninguém era mais inteligente que ninguém.
Ninguém era mais bonito que ninguém.
Ninguém era mais forte ou mais rápido que ninguém.
E toda essa igualdade era devida às 211º, 212º e 213º emendas constitucionais e à vigilância incessante da General da Censura dos EUA.
Os fortes usavam pesos para torná-los mais fracos, os inteligentes usavam aparelhos no ouvido que os impediam de tirar vantagem injusta do cérebro.
Até o belo, às vezes usava máscaras em situações onde a beleza podia simplesmente ser... distrativa.
Era a era de ouro... da igualdade.

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Sinopse: A adaptação cinematográfica de curtas de Kurt Vonnegut Harrison Bergeron, 2081 mostra um futuro distópico onde todas as pessoas são obrigadas a ser iguais, simplesmente iguais... em tudo. (Cavaleiro: exceto, claro, os que detinham o poder. É ou não é sempre assim quando delirantes resolvem "remover" a realidade natural deste/neste planeta?)

IMDb: http://www.imdb.com/title/tt1282015/




ashleyhmatt | 3 de agosto de 2008 | 
2081: based on Kurt Vonnegut's "Harrison Bergeron" Tammy Bruce's cinematic debut.

Brasil confirma ter barrado navios ingleses rumo às Malvinas

TERRA
12 de janeiro de 2011 • 20h08 • atualizado em 13 de janeiro de 2011 às 02h10

Cavaleiro: países comandados por delirantes fazem acordos deste tipo, vejam só: proíbir apoio a embarcações e aeronaves oriundas do Reino Unidos e que se destinam à exploração de bens naturais nas Ilhas Malvinas. Mas será que, de acordo com o FORO DE SÃO PAULO, navios com carga da/para as FARC podem "usar" as Malvinas?

O Ministério das Relações Exteriores confirmou, nesta quarta-feira, que dois navios de bandeira inglesa não receberam autorização para uma parada obrigatória no porto do Rio de Janeiro, no final de dezembro de 2010. A rejeição ao pedido se baseou em um acordo que o Brasil mantém com a Argentina, que proíbe o apoio a embarcações e aeronaves oriundas do Reino Unidos e que se destinam à exploração de bens naturais nas Ilhas Malvinas.

A decisão foi informada ao governo do Reino Unido, segundo diplomatas, por uma comunicação. Nela, o Itamaraty diz que o veto aos navios Clyde e Glowcester seguiu a orientação de acordos diplomáticos firmados entre vários países latino-americanos e a Argentina.

Em 3 de agosto de 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma declaração, ao lado da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, na qual o Brasil se compromete a reconhecer que não só as Ilhas Malvinas, mas também Geórgia do Sul e Sanduich do Sul pertencem aos argentinos.

Com isso, o governo brasileiro se prontifica a impedir que os navios façam a chamada "visita operativa" ou parada obrigatória em portos nacionais, exceto em situações específicas. Os casos que serão autorizados merecerão análise detalhada e não poderão ser incluídos na relação de navios que se destinam às Malvinas e levam carregamento para exploração de recursos naturais.

Em junho de 2010, o governo Kirchner apelou à Organização dos Estados Americanos (OEA) para comandar a retomada das negociações entre Argentina e Reino Unido sobre a soberania das Malvinas. O pedido ocorreu em meio a tensões, pois o governo argentino havia fixado uma lei vetando atividades de empresas estrangeiras, sem permissão oficial, na região das ilhas.

Desde o século 19, a Argentina e a Inglaterra disputam o controle sobre as Ilhas Malvinas, que estão sob comando inglês desde 1833. Em 1982, houve a Guerra das Malvinas, quando, pelos dados oficiais, morreram 649 soldados argentinos e 255 ingleses, além de moradores das ilhas. Os argentinos saíram derrotados.

Só para conservadores

HEITOR DE PAOLA
12/01/2011

Gonzalo Rojas

A agressividade contra o conservadorismo que manifestam boa parte dos liberais, muitos progressistas e grande número de secularistas, parece desproporcional.

Um observador de fora se surpreenderia tanto com a virulência e constância com que ataca-se o gigante conservador nos meios culturais, sociais e de comunicação, que se perguntaria de imediato: onde está essa tremenda besta para que tenham que lhe disparar com armamento tão pesado?

Muito simples: os rivais do conservadorismo sabem que, apesar de que a presença midiática que se outorga às posições conservadoras é mínima, seu peso social é muito maior. Os liberais efetivamente aceitam o senso comum, a virtude em ação e o peso dos costumes, muito mais do que lhes agradaria. E então atacam essas realidades desde a palavra e o gesto, desde a cátedra e o cenário. Combatem o conservadorismo porque intuem que sua força vital - a da natureza, a da autêntica dignidade humana - continua operativa em milhões de chilenos, rústicos, simples, normais.

Quem parece não ter-se dado conta justamente disso, de sua própria capacidade, de seu enorme potencial de sintonia com grandes porções da população, são os próprios conservadores.

Dispersos, desanimados alguns, concentrados outros neste ou naquele metro quadrado que pretendem defender, os conservadores careceram da necessária visão e da imprescindível vontade para se articular e sair a propor uma vida melhor para o Chile, acima desses lamentáveis mínimos do suposto progressismo. Enquanto parece aos liberais que o objetivo é correr a linha do horizonte - assim o definiu Squella, esquecendo que isso te leva a dar voltas e voltas sem chegar a meta alguma -, parece que os conservadores se esqueceram que devem propor a ascensão às altas cúpulas.

Essa situação de negligência não dá mais. Chegou o momento de articular um polo conservador de autêntica força visível e vital no Chile.

Um partido político pode fazê-lo? Poderia, mas nenhum dos dois capacitados quer dar esse passo. Um, porque está sendo carcomido pelo progressismo e teme as reações do Governo se reafirmar suas posturas morais e culturais. E o outro, porque desde seu começo aceitou diversidades que hoje se procura administrar razoavelmente desde sua presidência.

Um centro de estudos ou uma ONG pode tentar? Algum poderia liderar, mas teria que se arriscar a um ostracismo de duração indefinida, a perder fundos e prestígio, porque a igualdade e a tolerância não se aplicam aos conservadores.

Algum meio de comunicação está decidido a tomar a defesa da posição conservadora? Nem falar! Ele pode ser progressista e posar de pluralista, mas jamais pode ser aceito se é um meio de comunicação declaradamente conservador.

Existem grupos de intelectuais que estejam dispostos a dar a cara e os neurônios para explicar, por exemplo, que casamento é simplesmente “ofício da mãe” e que, portanto... Sim, os há, porém carecem de organização e de contatos, embora ensinem em mil lugares. Simplesmente, não são intelectuais públicos.

De onde, então, pode sair a energia vitalizadora do conservadorismo chileno? Só desse fundo intangível de profissionais, empregados, donas de casa, estudantes, populares e trabalhadores do campo, que clamem ante esses políticos, professores, artistas e comunicadores, que lhe digam que já basta, que têm que se articular seriamente.

Neste 2011, há vinte anos do assassinato de Jaime Guzmán, talvez haja quem queira render esse tributo a um grande conservador.


Tradução: Graça Salgueiro

Publicado em Blogs/El Mercúrio, Santiago, Chile


* Para conhecer Jaime Gusmán clique aqui

Precisamos de um imposto sobre sexo?

JULIO SEVERO
14 de janeiro de 2011


11 de janeiro de 2011 (Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) — Os políticos estão sempre falando sobre impostos. Alguns deles querem cobrar mais dos ricos; outros querem elevar os impostos sobre o álcool e cigarros. Mas estou pensando num “produto para o consumidor” no qual nunca veremos um imposto: sexo. Mas talvez devêssemos. O sexo — isto é, o tipo errado de sexo — está elevando os custos do governo.
Numa recente coluna, o especialista em casamento Mike McManus faz investigações sobre os elevados custos do sexo fora do casamento. Por exemplo, mais de 7 milhões de casais americanos vivem juntos sem estarem casados. De cada cinco desses casais, quatro se separarão sem nunca casar oficialmente. Mas, escreve McManus, se eles tiveram um bebê, muitas dessas mães e filhos estarão em condições de cumprir os requisitos para receber do governo assistência médica gratuita, moradia, subsídios de creche e bolsas família.
Segundo, mesmo quando casais amigados realmente se casam, de acordo com um estudo do Estado da Pensilvânia, eles sofrem índices mais elevados de divórcio do que os casais que não vivem juntos primeiro. Em média, cada divórcio envolve um filho. E tal qual a mãe nunca antes casada, a mãe divorciada também está em condições de cumprir os requisitos para receber muitos benefícios governamentais. De acordo com a Fundação Heritage, escreve McManus, “13 milhões de mães solteiras com filhos custaram aos contribuintes de imposto de renda 20.000 dólares, ou 260 bilhões no ano de 2004”. O total provavelmente chega a 300 bilhões de dólares hoje, diz McManus.
E isso é só o começo.
Uma criança que nasce fora do casamento tem uma probabilidade sete vezes maior de abandonar a escolar, de se tornar pai ou mãe na adolescência e de acabar na prisão. Essas crianças têm uma probabilidade 33 vezes mais elevada de sofrerem graves abusos.
E todos temos ouvido acerca dos elevados índices de DSTs afetando os adolescentes dos EUA — doenças que custam bilhões de dólares em tratamento.
Portanto, talvez devêssemos considerar um imposto sobre o sexo sem casamento — taxando tudo, desde o encontro sexual casual de uma noite apenas aos acordos de viver juntos. Tudo isso está nos custando muito dinheiro. E tais impostos poderiam, aliás, saldar a dívida nacional.
Deixando toda piada de lado, essas estatísticas nos dizem que precisamos fazer mais para baixar o índice de nascimentos de filhos ilegítimos — começando com a iniciativa de dar às adolescentes as ferramentas de que precisam para dizer “não” ao sexo antes do casamento. Temos também de manter os pais numa posição em que eles prestem contas pelos filhos que eles ajudam a trazer ao mundo. E temos de preservar o casamento tradicional — pois redefinir o casamento para significar nada mais do que um contrato entre duas ou mais pessoas de qualquer sexo destruiria ainda mais a instituição do casamento, com todos os custos resultantes depois.
Mike McManus, que é também o fundador da organização Marriage Savers (Resgatadores do Casamento), tem mais algumas ideias: Os estados têm de criar comissões de casamento para incentivar o casamento, em vez de coabitação. As secretarias de assistência social de cada estado, diz ele, têm de “fornecer informações sobre o valor do casamento na redução da pobreza e aumento de riqueza, felicidade e maior longevidade”. E temos de exigir que as escolas públicas e clínicas de planejamento familiar que recebem financiamento do governo ensinem as crianças sobre os benefícios de longo prazo de se criar filhos dentro do casamento, em vez de coabitação.
Se fizéssemos tudo isso, poderíamos salvar centenas de milhões de dólares, escreve McManus. Olha, ele está certo. Eu desejava que os candidatos políticos fossem corajosos o suficiente para assumir essa questão, mas eles não o farão. O sexo é considerado o direito mais sagrado de nossa cultura pós-cristã.
Mas a evidência revela o que acontece quando o tiramos do contexto de casamento tradicional que Deus lhe deu: pobreza, doenças, miséria — e, sim, impostos mais elevados para todos nós.
Este artigo foi reproduzido com permissão de breakpoint.org
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/should-we-have-a-sex-tax
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Cuba é o principal destino da ajuda humanitária brasileira

BLOG DA LUCINEIDE MEDEIROS

Cavaleiro: e se este dinheiro fosse empregado no Brasil para prevenir as enchentes de agora e de ontem?



Entre 2005 e 2009, Cuba embolsou cerca de 33,5 milhões de reais em ajuda humanitária do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Trata-se da nação que mais recebeu recursos de cooperação internacional do Brasil no período. A ilha da ditadura dos irmãos Castro conseguiu a proeza de ficar à frente até do paupérrimo Haiti – onde o Exército brasileiro realiza um elogiado trabalho, que é tido pelo próprio governo brasileiro como principal símbolo de sua presença humanitária extraterritorial. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Avançada (Ipea), que publicou o relatório Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional.

O total destinado pelo governo brasileiro à cooperação internacional no período soma 2,9 bilhões de reais, dividido entre as modalidades de ajuda humanitária, bolsa de estudo para estrangeiro, cooperação técnica, científica e tecnológica e contribuições para organizações. Na teoria, ajudar as populações de países menos favorecidos foi uma das principais bandeiras de propaganda do governo anterior. Contudo, os números mostram outro cenário. A ajuda humanitária representa apenas 5% dos recursos bilionários enviados ao exterior a título de cooperação internacional.

A maior parte do dinheiro (76%) volta-se a organizações internacionais e bancos regionais, sendo a união aduaneira do Mercosul e a Organização das Nações Unidas (ONU), os principais beneficiados – tendo recebido 677,3 milhões de reais entre 2005 e 2009.

Ainda que o Brasil tenha destinado 155,3 milhões de reais a ajuda humanitária no período, a seleção dos países aptos a receber os recursos abre espaço para controvérsia. Além de Cuba ter ficado à frente do Haiti, as nações africanas – muitas delas marcadas por sucessivas guerras civis e miséria, e que estiveram no centro da propaganda ‘lulista’ como prioritárias na agenda Sul-Sul – receberam, em seu conjunto, apenas 10 milhões de reais do governo brasileiro (menos de um terço do que foi destinado a Cuba).

Vale ressaltar que, pelo regime totalitário cubano, todos os recursos que chegam ao país são coletados pelos irmãos Castro e distribuídos – sem qualquer transparência – pelos agentes do governo. Assim, não há a mínima certeza de que a população tenha sido, de fato, beneficiada. O documento explica que o crescimento dessa ajuda deve-se, em grande parte, a auxílios emergenciais com o objetivo de minimizar os prejuízos com chuvas e furacões. Ironicamente, tal preocupação com o sofrido povo cubano não foi demonstrada em 2008, durante os Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro. Naquele episódio, o governo brasileiro não hesitou em entregar ao regime de Fidel dois boxeadores cubanos que haviam tentado se refugiar no país para fugir da miséria e da total ausência de perspectiva de vida.

Outra nuance interessante da política externa é a ajuda humanitária ao Território Palestino, destino de 19 milhões de reais (ou 12%) dos recursos entre 2005 e 2009. O território é o terceiro na lista dos que mais receberam o auxílio. A região esteve também no foco do interesse do ex-presidente Lula em vender uma imagem de protagonista da cena internacional. Estratégia mal-sucedida, pois, nas duas tentativas em que tentou mediar o conflito entre árabes e judeus no Oriente Médio, foi criticado por ambos os lados.

Mais pobres foram preteridos – Essa seleção ideológica – que fez com que países com regimes antidemocráticos recebessem aportes generosos – também se revelou desconectada das reais necessidades das populações. Isso se comprova quando os valores de auxílio humanitário são classificados por renda. Em 2005, 100% dos recursos destinava-se a nações de renda baixa e renda média-baixa (6,2% e 93,8%, respectivamente). Os países de renda média-alta passaram, então, a ganhar expressividade. Em 2009, estas nações abocanharam a maior parte do dinheiro, 39,6%, contra 25,2% da ajuda aos países de renda média-baixa e 35,2% dos de renda baixa.

A presença no Haiti – O Brasil controla as missões de paz da ONU no Haiti. Os recursos brasileiros destinados a esse tipo de missão estão previstos no Orçamento e são parcialmente reembolsados pelo organismo internacional. Tais aportes somaram, entre 2005 e 2009, 218 milhões de reais, mas não entram na conta do relatório de cooperação internacional. O documento apenas mostra quanto o Brasil desembolsou em programas de auxílio humanitário ao país - cerca de 29 milhões de reais. O valor, abaixo dos 33 milhões de Cuba, é enviado, sobretudo, em forma de suprimentos à população. Já os 218 milhões de reais previstos no Orçamento ajudam a financiar as tropas do exército brasileiro que estão na ilha desde 2004.

O terremoto que atingiu o Haiti há exatamente um ano mobilizou esforços diplomáticos e financeiros, cujos números ainda não foram divulgados. No entanto, no próximo relatório, tais valores deverão entrar na conta de auxílio humanitário, e não no orçamento para missões de paz. Os brasileiros poderão então conferir se o desastre enfrentado pelo Haiti comoveu as autoridades brasileiras a ponto de os aportes humanitários ao país superarem os do regime cubano.

FONTE-VEJA

ESPERANDO O TREM FANTASMA

VIVERDENOVO
QUINTA-FEIRA, 13 DE JANEIRO DE 2011

Por Arlindo Montenegro

Enquanto bispos, advogados, empresários, estudantes manifestam seu repúdio ao socialismo de Hugo Chávez na Venezuela, o Foro de São Paulo conspira em todos os países das Américas, mais ainda quando o pensamento socialista ocupa a Casa Branca.

E tudo se decide nestas nações do centro e do sul americano, sobre a perna dos governantes, maioria vestindo o vermelho que os identifica com os ditadores e formas de governo totalitário, que carregam como bandeira em suas biografias. A vontade de independência que embalou outrora a consciência das populações ativas e regularmente melhor informadas que hoje, foi varrida do cenário.

Nos bastidores, nas sombras existem alguns espíritos reencarnados do Don Quixote com fiéis escudeiros em debate inacabado entre o lirismo e a realidade. Nada de alternativas neste mundo sem alternativas. As velhas instituições desmoronam e a violência aumenta, conduzindo a humanidade para o clímax da terceira guerra mundial, para alegria dos banqueiros.

No Brasil, destacam-se notícias que mostram uma política exterior caolha, birrenta obediente ao Foro de São Paulo e seu radical socialismo do século vinte e um, pendurado nos galhos da macaquice extremista. Dia 11, uma nota da Agencia EFE da Espanha, confirma o casamento da nova governante do Brasil com seu "eleitor" da Venezuela, para aprofundar a integração energética regional.

A dupla combinou a agenda de reuniões trimestrais. Quem sabe se assim vai sair da terraplanagem a tal refinaria em Pernambuco que não recebeu nem um tostão do prometido pelo líder que faz tanto estrago em seu país, onde a criminalidade é devastadora e as prisões guardam os oposistores políticos sob absurdas acusações, para silenciá-los.

Na pauta do perigoso Chávez, como na pauta das conversações do Brasil, está o petróleo e o gaz... para a opinião pública. A pauta mantida em sigilo certamente será aquela que interessa à ONU e ao governo mundial dos banqueiros. Isto é terrorismo nu e cru. Isto é o enterro em cova rasa de milênios de busca dos caminhos alternativos para as relações civilizadas, racionais e respeitosas entre nações com culturas e recursos diferentes.

Para o Brasil esta continuidade que os diplomatas chamam de "pragamática" tem se revelado a política externa do abismo, do desconhecido, do irracional. Para a opinião pública os ares de esquerda cheia de marra. No âmbito das práticas um saldo de fracassos em todas as investidas para ocupar os empregos na ONU e outros foros internacionais de encontro para resolver coisa nenhuma.

Na relação com paíse vizinhos, só ferro e generosas concessões para o Paraguai, para a Bolívia, para países africanos, para a OLP e tome ferro da Argentina! Toda proteção para os terroristas das Farc contra a nação e o estado Colombiano. O que se executa é a mais fervorosa obediência ao planejamento estratégico da nova ordem mundial.

É o mundo tal como é conduzido por lunáticos, psicopatas, fanáticos religiosos, satanistas que apregoam o "bem estar", "igualdade" quando nada e ninguém é igual na natureza, "justiça" e "paz", enquanto arrecadam vorazmente as economias do trabalho de cada "súdito", "servidor", "empregado", "escravo", "subordinado", "vassalo", "crente" – cada infectado em estado de abulia física e moral.

Os humanos, particularmente os brasileiros, parecem tender a acreditar numa coisa e praticar o oposto. Carregam um peso de culpa que no geral atribuem aos outros, caracterizando a fragilidade moral dos irresponsáveis em seu primarismo instável e medroso.

É como se fôssemos todos prisioneiros de uma guerrilha bem armada, andando pelas selvas durante anos, saudosos de um ambiente familiar que só existe na memória, desejosos de liberdade, esperando a ração de cada dia e a vez de participar das atividades de sobrevivência "para ter o que fazer e não pensar..."
Pensar vem a ser um exercício cheio de perigos, armadilhas. Pensar leva à constatação que ainda não conhecemos o caminho para a vida em liberdade. E são tantos os caminhos já indicados para construir uma economia com a preservação de valores. Falha a vontade. Falha o conhecimento. Contentamo-nos em repetir que "dias melhores virão". Quando?

Resposta a Jung

NIVALDO CORDEIRO
08/01/2011

Quando li pela primeira vez, por volta dos trinta anos, o opúsculo de Jung RESPOSTA A JÓ sofri um choque soberbo. Até então me considerava ateu e nunca havia levado a sério nem a teologia e nem as Escrituras. O livro de Jung teve o poder de descortino duplo: de um lado, mostrou que meu ateísmo não passava de ignorância tola; do outro, me dava uma resposta racionalista ao drama da encarnação. Se esse pequeno livro não me viesse às mãos meus interesses intelectuais teriam sido outros e certamente eu seria hoje outra pessoa.

Jung teve experiências espirituais fortíssimas e, como ele mesmo registrou, para ele a fronteira entre o transcendente e o imanente era transparente. Sua autobiografia e o formidável seminário que deu sobre o Zaratustra de Nietzsche, entre 1934 e 1939, mostram como sua alma estava atormentada pelas questões relativas a Deus e à existência moral do homem. Jung teve sonhos e visões fabulosos, alguns premonitórios. Como ninguém ele compreendeu Nietzsche na sua experiência com o Mal, mas o fascínio com o numinoso o impediu de ver o Mal como Mal. No seminário em que ele estudou o Canto Noturno do Zaratustra, por exemplo, Jung se recusou a fazer a tradução do texto do alemão para o inglês, pois, segundo ele, ali falava o próprio Deus Vivo. Quanto engano! O Deus vivo não falava pela alma de Nietzsche. O atormentado filósofo, como um Van Gogh das Letras, lidava mesmo era com a personificação do Mal. Thomas Mann fez muito bem em tomá-lo como personagem principal do magnífico DOUTOR FAUSTO, no qual relata o ocaso da Alemanha tomada por Mefisto.

No Canto Noturno falou a figura mais solitária e isolada já criada por Deus, a mais triste da criação que já existiu. Penso que o próprio Anjo Caído está presente ali.

Jung errou dramaticamente no seu livro RESPOSTA A JÓ. O drama da encarnação de Cristo foi um ato de bondade unilateral de Deus para com o homem, sua criatura preferida. Pensar que o homem, mesmo um santo como Jó, tenha algo a dar a Deus é delírio perigoso. Tudo que o homem tem, inclusive sua frágil existência, vem de Deus. Tentar uma leitura psicológica dos diálogos bíblicos para dar um sentido e mostrar uma conexão lógica de um suposto amadurecimento de Deus carece de senso de verdade. E, relendo o Livro de Jó, bem poderíamos apropriadamente imaginar que as palavras que lá estão atribuídas ao Criador podem, com alto grau de realismo, ser as do próprio Satã usando o nome de Deus em vão para confundir e desemcaminhar o santo Jó. O equívoco de Jung foi total no seu intento.

Jung viveu intensamente o ateísmo e o demonismo do seu tempo e foi testemunha ocular do poder de destruição que o Mal, solto sobre a terra, pode realizar. O mundo foi incendiado àquela época, tudo que era sagrado foi profanado, a própria fé na ação do homem e na ciência, compreendida como redentora em substituição à verdade revelada, foi abalada. O homem chegou em 1945 desamparado de Deus e de si mesmo.

Mas Jung tem o grande mérito de ter mostrado que o homem não é senhor de sua própria casa, que outras forças atuam na sua alma atormentada e, mais importante, se o homem não buscar o Bem, fatalmente estará nos braços do Mal. Como em 1945 (e nos fatídicos anos que lhe antecederam) o mundo está hoje. Com a mesma crise financeira, a desesperança, o desemprego, o emergir de potências hostis poderosas até então inexpressivas. A história está de novo em movimento e os fatores anímicos elementais estão em ação, mesmo que as massas deles não se dêem conta.

Se há uma resposta de Deus a Jó é a mesma que foi dada para mim e para você, meu caro leitor: o homem é a criatura que por ele vela o Deus Misericordioso. Mas o homem precisa descobrir novamente o contato com o transcendente, com o Deus de nossos pais. Precisa ter a humildade de saber que não é capaz de criar. O Criador é só um e o homem não pode substituí-lo. A resposta está dada e é conhecida.

Jornalismo internacional em três lições

BRUNO PONTES
13 DE JANEIRO DE 2011


Meu artigo no jornal O Estado

Proliferando como petistas em repartições públicas, as faculdades de jornalismo já são milhares em nosso país, despejando profissionais em quantidade superior à que o mercado pode empregar. As redações estão lotadas e os currículos se amontoam nos recursos humanos. Jornalista solidário que sou, ofereço agora um breve manual para ajudar meus colegas a arranjar emprego no promissor ramo do jornalismo internacional.

Usarei um exemplo atual para instruir os estudantes de jornalismo, e também os veteranos que se julguem necessitados de reciclagem, no ofício de bem informar o público sobre as coisas importantes que acontecem lá fora. Dominando essas três lições, qualquer um poderá trabalhar na Globo. Vamos ao caso.

No sábado passado, a deputada americana Gabrielle Giffords e outras seis pessoas, incluindo uma criança de nove anos e um juiz federal, foram baleadas por Jared Loughner, 22, em frente a um mercantil da cidade de Tucson, no Arizona. Gabrielle foi atingida na cabeça e seu estado é grave. Sendo ela do Partido Democrata, criou-se uma formidável oportunidade para difamar a direita e, assim, cumprir as diretrizes recomendadas na cobertura da política americana.

Primeira lição: Jornalismo é coisa de gente dinâmica. Não se preocupe em esperar o resultado das investigações ou buscar informações sobre o atirador. Mesmo que o mentalmente transtornado Loughner se diga anti-religião e tenha como livrosfavoritos, além do Minha Luta de Hitler, o Manifesto Comunista de Karl Marx, conforme ele escreveu em sua página no Youtube, dê logo a informação correta e diga que a culpa é da Sarah Palin e dos conservadores, aqueles safados. 

Foi o que fez o Jornal Nacional da segunda-feira seguinte ao atentado, ao informar à sua enorme audiência que “muita gente está acusando o grupo extremamente conservador Tea Party, da ex-candidata a vice-presidente Sarah Palin, por incitar o confronto com os democratas”. Não se sabe quem é essa “muita gente” que está acusando. Algumas horas depois, no Jornal da Globo, o correspondente Rodrigo Bocardi reiterou que “o Tea Party, liderado por Sarah Palin, é formado por conservadores extremos”. O que nos leva à segunda lição.

Segunda lição: Quando a direita for citada, é obrigatório o uso de adjetivos como "extremista", "raivosa" e sobretudo "ultraconservador". Quanto mais vezes esses termos forem empregados, mais completo será o texto. O público precisa ser lembrado em todas as ocasiões que os conservadores são loucos furiosos. Os adjetivos são dispensáveis no trato com a esquerda. Basta dar a filiação democrata. Dessa forma o leitor será acostumado ao fato de que o esquerdismo é o estado natural e o direitismo é a anomalia digna de destaque.

Terceira lição: A terceira lição resume tudo e economiza o tempo do correspondente internacional. A dica é do professor Olavo de Carvalho. Pegue o New York Times, veja o que os jornalistas esquerdistas americanos estão falando, traduza para o português e pronto. Você já tem a matéria.

A calúnia como estratégia de criminalização

HEITOR DE PAOLA

Alejandro Peña Esclusa

Embora meu encarceramento tenha sido o resultado de uma grosseira montagem policial, esteve precedido de uma estratégia propagandística muito bem concebida, baseada na calúnia e na desqualificação mantida durante anos. Este esquema tem sido utilizado contra todos os prisioneiros políticos venezuelanos e funciona da seguinte maneira:

Jornalistas pagos pelo castro-comunismo internacional - como por exemplo, Jean Guy Allard - escrevem algum artigo de opinião carregado de calúnias. Posteriormente, uma agência de imprensa ou um meio de comunicação do Estado - como Venezolana de Televisión (VTV) - o difunde maciçamente, porém já não como artigo de opinião senão como uma notícia confirmada. Finalmente, esta provável “informação” é incluída como prova em um processo judicial, para condenar injustamente um adversário do regime.

Com esta estratégia consegue-se que a opinião pública não reaja contra a injustiça cometida, porque foi previamente contaminada com a falsa propaganda.

Se alguém se der ao trabalho de colocar “Peña Esclusa” em qualquer buscador da Internet - por exemplo, Google - poderá comprovar que fui acusado dos crimes mais inverossímeis. Segundo meus adversários, sou culpado de tudo o que segue: estive envolvido em um complô para assassinar o Papa João Paulo II, fiz parte de uma organização denominada Tradição, Família e Propriedade (TFP), dirijo um grupo neo-nazista e um movimento europeu de cabeças raspadas, sou um dirigente da ultra-direita internacional, organizei golpes de Estado em vários países latino-americanos, sou agente da CIA, dirijo um movimento anti-semita, sou militantes da Klu Kux Klan, participei de um complô para assassinar o presidente boliviano, Evo Morales, e organizei um atentado com mísseis contra o avião de Chávez em El Salvador.

Os integrantes do Alto Governo, começando pelo próprio Chávez, assim como os diretores do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), dedicaram-se durante anos a repetir estas calúnias em foros nacionais e internacionais, o qual demonstra minha condição de perseguido político.

O mais impressionante é que ninguém jamais apresentou nenhuma prova sobre estas afirmações tão descabidas. Não há registros policiais sobre esses casos, nem processos judiciais. Não tenho antecedentes penais. Nunca estive envolvido em atos violentos. Trata-se de meras afirmações, repetidas mil vezes, ao pior estilo do Ministro da Propaganda nazista, Joseph Goebbels.

Estas calúnias produziram-se tão amplamente, que quem não me conhece às vezes assegura que são certas.

O caso mais escabroso da campanha contra mim encontra-se em Wikipedia, uma enciclopédia online que pode ser editada por qualquer interessado. A enciclopédia não escreve os artigos por conta própria, mas baseia-se nas contribuições de usuários que escrevem novos artigos e atualizam o material existente. Supostamente o fazem de boa-fé, e por isso Wikipedia é uma fonte de consulta muito utilizada. Porém, no meu caso é diferente.

Durante anos Wikipedia publicou minha biografia “oficial”, assegurando muitas das calúnias acima mencionadas. Cada vez que tentamos editar a página, colocando a informação correta, seus editores voltaram a pôr as calúnias.

Depois de muitos meses de reclamações, por fim conseguimos que Wikipedia em inglês e em espanhol publicassem uma versão mais fidedigna, embora a nota não seja muito favorável que se diga. Todavia, Wikipedia em italiano insiste em mentir descaradamente sobre minha pessoa, assegurando minha suposta participação em um complô contra o Papa.

Recentemente, o blogueiro Ulf Erlingsson fez uma reclamação formal ante o Comitê de Arbitragem de Wikipedia, porque “um artigo na versão italiana de Wikipedia sobre o dirigente político Alejandro Peña Esclusa, foi evidentemente escrito por seus opositores para difamá-lo”.

Muitos de meus amigos me recomendaram responder publicamente às calúnias, e que tome ações legais contra os que me difamam. Porém, até agora preferi não investir meu tempo em refutar as mentiras que dizem de mim, pois considero mais útil me dedicar a promover minhas propostas para uma Venezuela melhor.

Com o tempo, a verdade sempre sai à luz. Po exemplo, depois de meu encarceramento, o Cardeal Jorge Urosa Savino se pronunciou em meu favor, certificando que me conhecia desde há anos e que em sua opinião eu era inocente. Com esta declaração derrubou-se a calúnia sobre minha participação em um suposto plano contra o Papa.

Os que desejam na verdade saber quem sou e como penso, basta ler este livro e os outros livros que escrevi, e poderão se dar conta de que todas essas calúnias são uma mentira inventada por meus inimigos. Como não puderam conseguir um “rabo de palha” para mim, tiveram que inventar todas estas fábulas.


Tradução: Graça Salgueiro

Que tipo de mundo afinal os militantes gays querem criar? (Aviso: Imagens Fortes)

DEXTRA
SEXTA-FEIRA, 14 DE JANEIRO DE 2011


Parece haver um consenso geral de toda a tradição narrativa, em suas diversas modalidades, a respeito do futuro: ele será negro. Do livro de Apocalipse, passando por um clássico literário como 1984 e chegando até ao cinema catástrofe de hoje, em filmes como Planeta dos Macacos, Madmax ou o Exterminador do Futuro,  a única divergência é a respeito de que tipo(s) de catástrofe(s) vão arruinar a nossa civilização.  Haverá uma grande tribulação, como diz a Bíblia? Seremos reduzidos a uma escravidão socialista (como no livro de Orwell) ou alguma outra ainda pior, como diz o primeiro filme? Ou nossa civilização implodirá e o que sobrará são gangues de delinquentes brutalizando umas às outras, como no filme de Mel Gibson? Talvez um apocalipse nuclear, como no filme de Schwartzeneger?


Difícil dizer. Mas uma coisa é certa: tendo em vista a quantidade de pessoas comprometidas com a depredação da civilização a partir de seus alicerces mesmos, a coisa toda vai terminar muito mal.


Pegue por exemplo, os militantes "gays". Você aí já considerou por um instante no tipo de mundo que os esquerdistas em geral e esses sujeitos em particular estão de fato interessados em criar?

Outro dia postamos aqui uma sequência chocante de fotos de uma passeata de esquerdistas em São Francisco, que chama particularmente a atenção pelos váriosgays nus que havia nas ruas, fazendo sexo uns com os outros.

Ora, um esquerdistinha ainda ontem veio me dizer que "aquilo ali não representa a comunidade gay em geral."

Como não representa? Você aí já viu o que é uma parada do "orgulho gay" ou qualquer outra reunião de homófilos onde eles possam ficar à vontade?

Se não, nós mostramos pra você, agora.

Se depender dos miliantes "gays", é isso aí que o planeta Terra inteiro vai virar: uma imensa manifestação gay, com gente fazendo sexo em público e correndo pelada de um lado para o outro -- isto quando não estiverem comendo excrementos ou jogando eles uns nos outros...


Show de Drag Queens na Universidade de Santa Clara
Teoricamente, uma instituição católica. 
Um aluno indignado filmou 
o show de aberrações que foi a coisa




Manifestantes ateus distribuíram 
panfletos anti-católicos
e escreveram "Deus não existe" nos próprio peito





"Sapatões contra o APARTHIED (sic) Israelense"[Seria interessante jogar essas analfabetas nas mãos dos
árabes "palestinos" para vermos o que aconteceria...]







Deus me abençoou com um filho gay!
"Como diz a inscrição de uma camiseta, “Eu tenho orgulho de meu filho gay”. Claro que você tem, minha senhora. Aposto que quando ele contou a você, você não se controlou e disse, “Oh, querido, você me deixa tão orgulhosa!” Quer dizer, quem não ficaria? E aí você saiu e se vangloriou disto para todos os vizinhos.
E você gosta de imaginar o que ele e seus “parceiros” fazem juntos? Se você estiver curiosa, você provavelmente pode ter uma idéia a partir de um DVD. Basta ir a uma loja de DVDs adultos e perguntar onde fica a sessão de anal. Isto deve fazer você simplesmente explodir de orgulho materno."Joe Sobran, O Eclipse do Normal.


Observe as crianças no meio da ala pró-"casamento"gay


Também houve uma ala de "evangélicos" pró-gays
















As três fotos seguintes são do evento, que,
para ser justo, não é exclusivamente gay,
mas é nítido que os sujeitos mais perturbados aí são homófilos 




De novo, crianças no meio da coisa


Jesus é uma bicha








Várias fotos e vídeo



Estamos recrutando
Posso não entrar na história, mas na sua irmã eu entro


Eu trepo com mulher
Sapatão em resposta ao patriarcado


Chupe uma xana


Eu contesto os gêneros
Se eu quisesse pau eu ia procurar na floresta
Eu amo sapatões
O poder da perereca
Eu gosto de meninas e de meninos gays


Eu sou gay e dou aula para as crianças dos Estados Unidos


As caminhoneiras são gostosas


A evolução do esquerdismo

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".