Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

De onde vem a arma que derrubou helicóptero no Rio? Será a mesma que sociopata venezuelano deu às FARC?

Fonte: PROSA E POLÍTICA
19/10/2009


MED_09.10.19-14.03.10-at4(Claudio Humberto)

Um lançador de mini-foguetes de fabricação sueca, o AT-4 parece a arma mais provável da derrubada do helicóptero da PM, no violento confronto com traficantes neste último sábado, na zona norte do Rio, em que 20 pessoas morreram, entre elas dois PMs. A conclusão é do tenente da Polícia Militar Melquisedec Nascimento, presidente da Associação do Militares Auxiliares e Especialistas. Ele explica no site Militar Legal que populares viram o helicóptero cair, pegando foto, e com muita fumaça preta, após um forte estrondo. Um tiro de fuzil, segundo o tenente, mesmo que atingisse o tanque de combustível, não causaria todo esse dano, concluindo que foi um armamento mais potente que abateu o aparelho da PM, na manhã do dia 17. Melquisedec descarta também um míssil, “porque o helicóptero explodiria no ar”, nem lança-rojão, “há muito anos sequer utilizado pelo Exército, que o substuiu pelo AT-4, espécie de lança-rojão mais sofisticado, descartável e que pode ser transportado em uma mochila”. Informes da Inteligência da PM revelam que narcotraficantes têm esse tipo de armamento. Até agora, porém, a hipótese da cúpula da Polícia Militar do Rio é de que tiros de metralhadora antiaérea podem ter abatido o helicóptero.

Comentário meu: O mini-foguete de fabricação sueca, AT-4, é do mesmo modelo daquele que Chávez comprou para a Venezuela e a Colômbia encontrou com as Farc. O governo sueco cobra de Chávez uma explicação para isso. Seria o caso então da polícia brasileira descobrir a numeração da arma para chegar ao patrocinador da violência no Rio.


Cavaleiro do Templo: seria surpresa para alguém se fosse uma das armas que as FARC ganharam do sociopata venezuelano? Claro que não, se as FARC fornecem drogas e armas "convencionais" ao crime organizado no Brasil, qual o problema de mandar armas mais pesadas?

UnoAmérica - Memorando situacional

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
ALEJANDRO PEÑA ESCLUSA | 23 OUTUBRO 2009






O Foro de São Paulo está preocupado pelo avanço de UnoAmérica. No domingo passado a agência cubana Prensa Latina catalogou a "União de Organizações Democráticas da América, cabeça da direita na região por suas posturas contra os processos de mudança em marcha".


Uma reação muito interessante está suscitando na Nicarágua, em razão do golpe constitucional dado por seis magistrados sandinistas. Setores opositores, antes separados, estão se unindo para enfrentar esta sapatada.


O diário La Prensa intitula hoje em sua primeira página a seguinte nota:
Unidade total contra a ditadura de Ortega, e explica que representantes de quatro bancadas parlamentares, organizações da sociedade e as duas cúpulas empresariais mais importantes assinaram um comunicado conjunto para rechaçar o golpe. Também informa que os magistrados liberais do Poder Judiciário emitirão um comunicado desconhecendo a sentença de seus colegas sandinistas. Tudo indica que a situação poderia se agudizar nos próximos dias, materializando-se assim o pesadelo dos integrantes da ALBA: que o efeito Honduras se expanda.


É preciso seguir difundindo o que ocorre na Nicarágua, buscando pronunciamentos em defesa da democracia nicaragüense, e em rechaço à atitude cúmplice e parcializada da OEA.


Quanto a Honduras, o ex-secretário geral da OEA, Cesar Gaviria,
declarou no Brasil que o regresso de Zelaya é "impossível", porque ele não conta com o apoio do Congresso, do Poder Judiciário e dos militares. Gaviria recomenda avalizar as eleições como saída à crise. Este é um duro golpe contra a OEA e contra Insulza, por vir de um ex-chefe dessa organização. O ex-chanceler mexicano Jorge Castañeda, foi mais sarcástico, quando disse: "O Brasil permite que Zelaya esteja em sua embaixada e depois não tem um papel negociador. Do jeito como vão as coisas, Zelaya vai terminar ficando na embaixada a vida toda, vai procriar familia e pelo que vejo, será a primeira colônia brasileira em Honduras".


As
declarações do embaixador Roy Chaderton na Assembléia da OEA, insultando e ameaçando Micheletti, demonstram que o governo venezuelano está frustrado e assustado, porque sabe que perdeu a batalha em Honduras e porque crê que o exemplo hondurenho pode se expandir pela região. Por sua parte, o governo hondurenho denunciará a Venezuela ante a ONU e a OEA por suas agressões verbais e o ingresso de narco-avionetas.


O Senado espanhol
aprovou ontem uma iniciativa na qual acusa o governo venezuelano de violar os direitos humanos e se insta o governo espanhol a que interceda ante as autoridades venezuelanas para que respeitem os direitos fundamentais dos opositores nos processos penais contra eles.


O ex-presidente do Paraguai, Nicanor Duarte,
denunciou que Fernando Lugo tem vínculos com os terroristas do Ejército del Pueblo Paraguayo (EPP), e isso é o que explica a ineficiência do governo em enfrentar os seqüestradores. "Lugo visitou com Lacognata (sua atual chanceler) os responsáveis por estes seqüestros e os líderes do EPP", denunciou.


Uma delegação de deputados argentinos encontra-se na Venezuela denunciando as similitudes que existem entre os modelos totalitários de Chávez e dos Kirchner, pela repressão aos meios de comunicação, a corrupção, etc. Anunciaram uma campanha internacional para libertar os presos políticos na Venezuela, desentranhar a verdade sobre a valise de Antonini e outras iniciativas, tão logo assumam a maioria no Parlamento no próximo dia 10 de dezembro.


É cada vez mais evidente que a batalha pela democracia não pode se dar exclusivamente em território nacional, mas deve efetuar-se em nível continental. A crise de Honduras foi de grande importância, porque desmascarou o papel da OEA e outros organismos multilaterais que operam a favor dos mandatários socialistas e não da democracia regional.


O Foro de São Paulo está preocupado pelo avanço de UnoAmérica. No domingo passado a agência cubana Prensa Latina
catalogou a "União de Organizações Democráticas da América, cabeça da direita na região por suas posturas contra os processos de mudança em marcha". Enquanto que hoje, o diário mexicano esquerdista La Jornadainforma que "prepara-se uma denúncia judicial e pública de diversas organizações contra os anúncios golpistas da ultra-direitista União de Organizações Democráticas da América Latina (UnoAmérica), sobre a decisão de que 20 ONGs da Argentina que pertencem a essa fundação, promoverão a destituição da (presidenta argentina) Cristina Kirchner no marco da Constituição e normas da democracia, como sucedeu em Honduras com o presidente Manuel Zelaya, por considerar o governo local alheio aos interesses dos argentinos, enquadrado dentro do Foro de São Paulo e dentro dos objetivos do Comandante (Hugo) Chávez da Venezuela".


Finalmente, hoje será publicada um nota em
www.unoamerica.org onde se informa que uma importante instituição peruana aderiu a UnoAmérica.



Tradução: Graça Salgueiro

A cortina de silêncio

Fonte: MÍDIA A MAIS
por Percival Puggina em 20 de outubro de 2009





Com apoio de uma grande mídia incapaz de ver a verdade ainda que ela lhe fosse pingada nos olhos como colírio, cerrou-se uma cortina de silêncio sobre o que aconteceu nos últimos 18 anos da vida política e econômica nacional. E uma espécie de Mal de Alzheimer instalou-se na memória do país, afetando a capacidade de análise. Tudo em perfeita cumplicidade com o estelionato através do qual Lula, ao esticar a mão para colher os frutos do laborioso plantio promovido por seus dois antecessores, assumiu como coisa sua o conjunto da obra.

Para que isso acontecesse, assim como os cãezinhos fazem com suas necessidades, Lula cuidou de jogar terra em cima das bobagens – digamos assim – que fez e disse contra todas as mudanças estruturais empreendidas nos governo de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso. O modo como Lula enterrou 12 anos do trabalho planejado e executado pela devastadora máquina do petismo, foi de uma desfaçatez inominável: "a gente, na oposição faz muita bravata"... Pronto! Toda a injúria, toda a irresponsabilidade, todo o malefício que foi gerado e que tanto atrapalhou a vida de quem governava, fica do tamanho de uma bravata, ganha a rápida indulgência plenária e tudo segue conforme concebido nos salões do poder.


Em sucessivos debates em rádio e tevê tenho desafiado o lulopetismo a apontar uma única iniciativa pessoal de Lula à qual se possa atribuir a estabilidade da economia brasileira e sua trajetória superior às expectativas durante a atual turbulência da economia mundial. Não há uma só! Nada! O lulopetismo sabe que essa estabilidade se deve a um conjunto de significativas providências de natureza estrutural, adotadas e preservadas teimosamente, a despeito do constante ataque da artilharia retórica e publicitária do lulopetismo. Foram oito essas medidas saneadoras:

1) o Plano Real, ao qual o lulopetismo se opôs vigorosamente;

2) a abertura da economia brasileira, à qual o lulopetismo denominava "globalização neoliberal";

3) o fim do protecionismo à indústria nacional, que o lulopetismo chamava de "entrega da nossa indústria às multinacionais";

4) o Proer, que deu solidez ao sistema bancário nacional e criou severos mecanismos de fiscalização que impediram a reprodução, n o Brasil, dos financiamentos tipo subprime (a esse Proer o lulopetismo acusava de "dar dinheiro do povo para banqueiro");

5) o cumprimento das nossas obrigações com os credores internacionais, prática responsável, contra a qual o lulopetismo se opunha ferozmente e que Lula chamava de "dar aos ricos o dinheiro dos pobres”, ou de “pagar a dívida com o sangue do povo", prejudicando a imagem do país, ampliando o “Risco Brasil” e onerando a nossa dívida;

6) a geração de superávit fiscal, que o lulopetismo combatia, afirmando tratar-se de "guardar dinheiro para dar ao FMI enquanto o povo passa fome”;

7) a primeira reforma da previdência, que o lulopetismo oposicionista combateu como um leão e que o Lula presidente já teve 2320 dias para mudar e não mudou;

8) o apoio dado à agricultura empresarial, que duplicou a produção nacional de grãos, fazendo com que ela salta sse das 70 milhões de toneladas nas quais estava estagnada havia mais de uma década para 130 milhões de toneladas (a isso o lulopetismo chamava "modelo agrícola exportador, que desemprega e não produz alimentos", embora seja exatamente daí que vem quase todo o lastro de nossas atuais divisas).



Tenho certeza de que os lulopetistas lêem essa lista sem nenhum constrangimento. Depois, olham-se do espelho e gostam do que vêem. Ainda que essa lista lhes traga à memória antigas passeatas, surradas páginas da velha cartilha e muito xingatório desfechado contra a “direita neoliberal”, ainda que ela explicite objetos de seus ódios ancestrais e malquerenças que semearam durante anos a fio, tudo se p assa como se não fosse coisa deles nem com eles. O inteiro receituário contido nessa lista, em relação ao qual Lula presidente não ousou mexer numa vírgula, evadiu-se da memória nacional como coisa irrelevante.

O Brasil vai bem por causa de Lula e do PT e só por causa de Lula e do PT. Vai bem assim, na base da pessoa física do presidente e da pessoa jurídica do partido. Eles teriam o poder de fazer com que as coisas ocorram imotivadamente, tendo o nada como matéria-prima, mais ou menos com o Senhor fez o universo sobre as trevas do abismo.


É bom observar que esses bons resultados estão sendo aproveitados por Lula de modo irresponsável, expandindo excessivamente o gasto público, passa ndo para 37 o número ministérios (os Estados Unidos têm 16), ampliando em mais de 50 mil o contingente de servidores públicos, adquirindo uma nada urgente parafernália militar, enredando-nos com o enorme compromisso da realização dos jogos olímpicos de 2016, gastando em inomináveis mordomias e por aí vai. Como consequência dessa gastança, o governo chegou ao inédito anúncio de que não tinha recursos para continuar devolvendo neste exercício o Imposto de Renda cobrado a mais dos contribuintes.


O círculo de proteção midiática, ideologicamente comprometido ou financeiramente cooptado, faz o jogo lulopetista. Aponta o milagre, mas o atribui ao santo errado. Escap a-lhe à atenção a lei universal segundo a qual não há efeito sem causa. Esquece que as coisas começaram a melhorar, para o Brasil, a partir do ano de 2004. E que não há mágica em matéria de economia. Se alguma iniciativa do governo Lula, tomada em 2003, teve a capacidade de produzir um ciclo virtuoso de desenvolvimento nacional a partir do ano seguinte, haveria um prêmio Nobel na prateleira do sábio de Garanhuns.


Da mesma forma como conseguiu espaço e apoio midiático para desqualificar seus antecessores, o lulopetismo no poder voltou-se para desqualificar moralmente seus opositores. Os rolos em que se meteram não têm agente conhecido nem partido envolvido. Lula, o PT e os lulope tistas sabem coisa alguma. Mas estão a par de tudo sobre a oposição.

Qualquer brasileiro, minimamente informado, sabe que Lula se relaciona, paparica, protege, elogia e vive cercado pela pior espécie de picaretas que já surgiu na política brasileira. São picaretas que ele mesmo sempre definiu como tais. Mas hoje são amigos de copa e cozinha, servindo aos seus interesses e aos interesses do PT. Como são fraudulentos em suas indignações morais! Como são ridículos esses 80% dos brasileiros que se escandalizam perante quaisquer desvios de conduta e, nas pesquisas, apontam o Lula quando lhes perguntam quem é o cara!


Observe, por fim, o ódio do lulopetismo à oposição. É um ódio ideológico. É um ódio que se ouriça ante a menor ameaça à sua continuidade no poder. É inconcebível tamanha ira contra uma oposição inerte, insignificante e impotente. A oposição ao governo Lula é ridícula quando comparada a oposição que o PT faz onde quer que esteja fora do poder. E é absurdo que até esse pouco, muito pouco, quase nada incomode tanto o lulopetismo. A mais tímida manifestação oposicionista suscita uma raiva só comparável com a que eles mesmos cultivavam contra os governos aos quais se opunham. O lulopetismo mantém com a democracia uma relação sui generis.


Ao fim e ao cabo, os lulopetistas, na falta do que contar aos netos como iniciativa própria para a redenção da economia nacional das brumas dos anos 80 do século passado, plantam a ideia de que Lula ama os pobres e seus antecessores amavam os ricos. E essa seria a causa do ciclo positivo vivido pelo país. Ora, isso é falso sob o ponto de vista dos fatos e inconsistente sob o ponto de vista das relações de causa e efeito. Em raros momentos de nossa história os ricos do país andaram tão faceiros como agora.


Não, definitivamente, o Brasil não vai bem por causa do Bolsa-Família. O Brasil não trafega pela crise da economia mundial com certa desenvoltura por causa do Bolsa-Família. O Bolsa-Família é outra coisa. Como disse alguém, é apenas o maior programa de compra de votos do mundo. E eu acrescento que é a felicidade geral da nação: os ricos sempre gostaram de voto comprado e os pobres sempre gostaram de voto vendido.

O PT quer engolir a Vale

Fonte: BRASIL ACIMA DE TUDO
17 de outubro de 2009


Clique para ampliar

Fotos Chip East/Reuters, Dida Sampaio/AE, Fabio Motta/AE e divulgaão/CVRD
A FERRO E FOGO
Agnelli, Lula e Eike no centro da disputa pelo controle da mineradora: a companheirada não desiste da Vale

Nos bastidores do violento ataque contra a maior empresa privada brasileira existe a articulação para subordiná-la aos planos do partido para 2010


Por Ronaldo França e Felipe Patury (*)


Há duas maneiras de olhar para a Vale, a maior empresa privada do país. A primeira é com orgulho pelo colosso empresarial que se tornou, principalmente, depois da privatização, em 1997. Seus números são inquestionáveis. Ela mantém 60 000 pessoas empregadas e recolhe 3 bilhões de dólares em impostos. Em 2008, faturou 38,5 bilhões de dólares e foi responsável por metade do superávit primário do país. No primeiro trimestre deste ano, garantiu o superávit inteiro. Avaliada em 127 bilhões de dólares, a Vale perde em valor de mercado apenas para a anglo-australiana BHP Billiton e, sozinha, equivale quase à soma da terceira e da quarta colocadas no ranking das mineradoras. A outra forma de ver a Vale é pelo ângulo do oportunismo. A empresa tem a capacidade rara de agradar a governos – e ajudá-los a recolher votos – com sua força para construir ferrovias, estradas, portos e siderúrgicas. E é assim que a enxerga o governo do PT. Seu ponto de vista ficou mais claro nos últimos dois meses, quando se intensificaram as ações para desestabilizar a direção da empresa e enquadrá-la no ideário petista. Fizeram parte do arsenal uma torrente de críticas de integrantes do governo e a tentativa de uma mudança no controle, com estímulo ao empresário Eike Batista para que entrasse no quadro de acionistas com direito a voto.


Na superfície, as ações são movidas pelo descontentamento do presidente Lula em relação a três fatos ocorridos no último ano: a compra de doze navios da China, em detrimento de estaleiros nacionais; o atraso na construção de cinco usinas siderúrgicas no país, que acabaram virando promessa de campanha da candidata oficial, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff; e a demissão de 1 500 funcionários. Isso é o que se mostra na superfície. No fundo, o ataque tem o cheiro inconfundível do ranço estatizante e intervencionista do PT, que nunca se conformou com a privatização da Vale do Rio Doce, antigo nome da companhia. Aliás, com nenhuma privatização, como demonstraram as cenas de socos e pontapés em todos os leilões. Nos últimos tempos, essa parte fossilizada do pensamento petista ganhou fôlego e um banho de loja, inspirado no modelo chinês, de forte dirigismo estatal na economia. Assim como faz na Petrobras, que sozinha sustenta mais da metade do PAC, o governo pressiona a Vale para atender a seus interesses, sem levar em conta a missão da empresa, que é produzir riqueza a seus acionistas. Nisso a Vale é exemplar
(veja o quadro). Até 1997, seu faturamento era de 4,9 bilhões de dólares. No ano passado, superou os 38 bilhões. A produção de minério triplicou. O Brasil não pode aspirar a um papel de liderança mundial sem empresas globais.


Fora essa "visão estratégica", que se integra bem com a imagem que o governo quer projetar interna e externamente, existem ambições menos proclamáveis. A mais forte delas é a utilidade eleitoral inestimável que o PT enxerga no fabuloso caixa da Vale. O presidente da empresa, Roger Agnelli, não menosprezou as delícias que essa situação traz junto aos centros de comando do Planalto. Desde o início do governo petista, Agnelli cultivou uma relação privilegiada com o Palácio do Planalto. O atual presidente da Vale deve seu acesso ao Planalto ao ex-ministro José Dirceu, que mantém antiga e amistosa relação com o Bradesco e com o presidente do conselho do banco, Lázaro Brandão. Ex-executivo do Bradesco, Agnelli foi introduzido por ele no gabinete de Lula. Esse canal começou a ser obstruído há um ano. Lula, que classificou o solavanco na economia de "marolinha", não engoliu a demissão de 1 500 funcionários para compensar os efeitos da crise mundial. O presidente temeu que a decisão da Vale fosse seguida por outras empresas. A relação com o governo azedou. O caldo entornou quando Agnelli respondeu às queixas com uma campanha publicitária, na tentativa de estancar as críticas e impedir um novo avanço do discurso da reestatização. Na semana passada, o executivo correu os gabinetes de Brasília para acalmar os ânimos. Com Lula, só falou por telefone. O presidente e Agnelli voltam a se encontrar em São Paulo na segunda-feira, quando a Vale anunciará seu plano de investimentos para 2010.


Lula e seus assessores já vinham cogitando forçar a substituição de Agnelli. Faltava um candidato. Há dois meses, depararam com Eike Batista, o homem mais rico do Brasil, o empreendedor ousado, trovador de um discurso nacionalista à feição do gosto petista. Eike trilhou um caminho parecido com o de Agnelli para se aproximar de Lula. No início do governo, recorreu ao senador Delcídio Amaral (PT-MS) para marcar audiências com o presidente e Dilma Rousseff, então ministra de Minas e Energia. A partir de 2007, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, ajudou-o na aproximação. O empresário financiou, com generosos 23 milhões de reais, a campanha para que o Rio sediasse a Olimpía-da de 2016. Há um mês, Cabral ajudou Batista a se reunir com Lula, em Nova York. Nesse encontro, o empresário expôs seu desejo de comprar a participação do Bradesco na Vale. Lula deu seu aval. A investida de Eike, que chegou a se reunir com Lázaro Brandão, não prosperou.


Fotos Ricardo Stuckert e Christina Bocayuva/Folha Imagem

FELIZMENTE, DERROTADOS
Manifestação contra a privatização da Vale e o pontapé que virou símbolo da irracionalidade no leilão da Usiminas: ainda há quem tenha saudade desse tempo


Foi quando o caso ganhou uma via alternativa. Eike compraria parte das ações dos fundos de pensão estatais. Juntas, a Previ, dos funcionários do Banco do Brasil, a Funcef (Caixa Econômica Federal) e a Petros, dos funcionários da Petrobras, detêm 49% do controle. O Bradesco só tem 21%. A Previ terá de se desfazer de uma parte de suas ações, porque não pode ter investido, em uma única companhia, mais do que 10% de seu patrimônio, hoje na casa dos 130 bilhões de reais. Estaria aí a chance de Eike, que chegou a sugerir o nome de Sérgio Rosa, presidente da Previ, para comandar a Vale. Nada disso andou. Mexer no controle da companhia não é tão fácil. A escolha de um novo diretor-presidente inclui a contratação de um headhunter oficialmente investido da missão de indicar três nomes. Nenhum sócio controlador tem privilégio nessa indicação. Na semana passada, o empresário comunicou que desistiu momentaneamente de seus planos. Eike viu suas investidas comerciais para controlar a Vale ser usadas politicamente e se assustou. "Sou homem da iniciativa privada. Não participo de movimentos políticos. Não sou homem do Lula ou do PT, nem de qualquer partido. Ninguém me usa, como andou saindo nos jornais", disse Eike a VEJA. O desabafo é sincero. Eike é mesmo um extraordinário empresário privado, suas empresas estão listadas em bolsa e é com a avaliação positiva do mercado que elas se valorizam. Mas a meia-volta de Eike no caso Vale foi muito radical e muito rápida para ter sido motivada apenas pela súbita constatação de que estava havendo aproveitamento político de suas investidas. Suas empresas têm negócios em estados governados por outros partidos que não o PT e seus aliados. Foi de territórios tucanos que partiram, na semana passada, alertas pouco amigáveis ao bilionário.


A retomada da Vale pela burocracia petista continua um objetivo a ser perseguido. O governo chegou a pedir a cabeça do publicitário Nizan Guanaes, mentor da campanha que incomodou o Planalto. Nizan foi conversar com o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, a quem a Vale imputa a orquestração dos ataques mais odiosos. Dois diretores executivos da empresa, Carla Grasso e Fabio Barbosa, também entraram na alça de mira, por serem identificados com o governo tucano. Agnelli esteve a ponto de pedir ao conselho da companhia uma declaração pública de que a diretoria executiva cumpria diretrizes determinadas pelo próprio conselho. Desistiu, por enquanto. Não há sinais de que o governo tenha desistido de seus planos. É inegável a força do núcleo jurássico do PT, do qual fazem parte colaboradores muito próximos do presidente. É claro também que, quando essa turma olha para a Vale, enxerga possibilidades eleitorais que seu gigantesco programa de investimentos pode trazer. O discurso contra a privatização da joia da coroa da era estatal ainda seduz parte do eleitorado. O marketing petista sonha em reavivar esse sentimento em 2010, a despeito de suas falácias. Se conseguir, pode até levar vantagem nas eleições. Mas todos os brasileiros perdem.


Com reportagem de Ronaldo Soares


(*) Fonte:
http://veja.abril.com.br/211009/pt-quer-engolir-vale-p-72.shtml

Os Mestres Do Dinheiro / The Money Masters

Fonte: lucas84doc


A história de como os Bancos Privados se tornaram a mais poderosa e infame dominação do mundo.

Aborda o papel dos bancos na história e atualmente. Vindo desde a criação das primeiras Casas de Moeda na antiga Roma até hoje em dia. Como os bancos controlam as nações, impelindo-as as guerras e escravidão do povo através de dívidas e juros para paga-las.

O que as principais guerras na Europa e resto do mundo, desde Napoleão a Segunda Guerra Mundial tem em comum?

Tudo isso é abordado exaustivamente num documentário mais do que completo sobre a milenar história da nossa escravidão pelo sistema monentário dos banqueiros.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Vou morar na propaganda da Bahia

Fonte: tourolouco


Vídeo hilário sobre o desgoverno do PT com o Jaques desocupado Wagner com doutorado em marketing em enganação dos pobres baianos.

Nenhuma novidade na educação brasileira. A coisa anda na "direção certa"

Fonte: A GAZETA
21/10/2009

Um aluno de 12 anos de uma escola da rede municipal de ensino de Vila Velha, localizada no bairro Santa Rita, recebeu a tarefa de fazer uma redação. Para isso foi até a biblioteca da unidade e pegou um livro. O problema é que a publicação possui conteúdo inapropriado para crianças.

livro vila velha


O livro trazia cenas de sexo, violência e embriaguez. Também utilizava de linguagem pesada e grosseira e cheia de palavrões. Ao perceber que o conteúdo não se adequava à sua idade, o menino mostrou o livro à mãe, que ficou perplexa. O material possui o selo do Ministério da Educação.


A diretora da escola foi procurada mas disse que não conhecia o fato porque não foi comunicada pela família. Porém ela confirmou que todos as publicações da biblioteca são aprovados pelo Ministério da Educação. A secretaria de educação de Vila Velha informou que foi determinada a retirada de todos os livros da rede municipal e que os exemplares serão devolvidos ao Ministério da Educação.

Cavaleiro do Templo: sabe porque digo que está tudo indo pelo caminho certo? Veja os vídeos abaixo depois de ler o texto:

É este o povo brasileiro, estes meninos e meninas que os revolucionários preciam para atingirem seus objetivos. Quando adultos, serão apenas parecidos com seres humanos. Serão os homem massa, o "novo homem" imprestável e doente mental, moral e social.





Chávez decreta o fim de um dos pilares do Ocidente na Venezuela


Mais uma vez é no NOTALATINA da monstruosamente incansável Graça Salgueiro que o brasileiro encontra FATOS sobre "nóçu continênti". Não vou nem mencionar o que o satanista do Foro de São Paulo fez no seu belo país, a Venezuela. Cliquem aqui e leia do que se trata e muitas outras novidades sobre a nossa Iberoamérica e com quem estamos alinhados/nos alinhando neste mundo perdido...

Mulheres estão menos felizes do que nos anos 70

Fonte: JULIO SEVERO
21 de outubro de 2009

Livro AQUI


Martha Mendonça

Um estudo feito nos Estados Unidos, o General Social Survey, detectou que as mulheres estão mais tristes do que estavam há três décadas — e mais insatisfeitas com suas vidas do que os homens. Nos anos 70, quando começou a emancipação feminina, com entrada no mercado de trabalho, pílula anticoncepcional, liberdade sexual, elas se sentiram exultantes. Mas quanto mais conquistaram, mais responderam à pesquisa — que é feita desde 1972 — dizendo que estavam infelizes.


O assunto é o mais lido e comentado do site do New York Times, desde que a matéria Blue is the new Black foi publicada, na última sexta-feira. Leitores e leitoras não se cansam de enviar emails — alguns revoltados com a constatação. Outros reafirmando a ideia de que alguma coisa não vai bem no universo feminino.
Os homens, ao contrário, de menos felizes há 30 anos, hoje se declaram mais satisfeitos com suas vidas do que as mulheres.


Quem analisou a pesquisa acredita que o resultado se deve a vários fatores: à complexidade biológica e hormonal das mulheres, somou-se as duplas e triplas jornadas a que elas se submetem e suas exigências de eficiência em todas as áreas. As mulheres têm mais demandas e cobram mais de si próprias. Se na década de 70 elas se cobravam em relação a beleza, filhos, jardins e jantares, agora elas se cobram em relação a beleza, filhos, jardins, jantares, trabalho, carreira, estudos, sexo, equilíbrio no casamento.


Pesquisador do Instituto Gallup e autor de livros sobre felicidade, Marcus Buckingham diz que as mulheres começam suas vidas mais seguras e satisfeitas do que os homens, mas, no que vão amadurecendo, vão ficando menos felizes.
“As mulheres de hoje estão fazendo mais e sentindo menos”, afirma.


A matéria ressalta também a valorização da beleza e da juventude do nosso tempo, que afetam mais as mulheres do que os homens. Enquanto elas aumentam seu nível de estresse com cosméticos e tratamentos estéticos e cirúrgicos, os homens muitas vezes ficam mais atraentes com a maturidade. De acordo com o estudo, aos 39 anos as mulheres começam a ser menos felizes do que os homens com seus casamentos, aos 41 com suas finanças, e aos 44 com seus bens.
A emancipação feminina também tirou das costas dos homens o peso da responsabilidade pelo sustento da família. Não sendo mais os únicos provedores, sentem-se mais livres e felizes.


Em seu blog no Huffington Post, a jornalista Arianna Huffington também analisa os dados da pesquisa.
“Quando vemos o que ocorreu nestas últimas décadas, com as mulheres tendo mais liberdade, mais escolhas, mais oportunidades e mais dinheiro, temos que perguntar: o que está acontecendo?”


O resultado do estudo me lembrou de um post que coloquei aqui no blog há não muito tempo, sobre como
as mulheres americanas não gostam de seus empregos e gostariam de poder ficar apenas cuidando da casa.


Será que vai chegar o dia em que as mulheres vão amaldiçoar o feminismo?


Fonte: Revista Época


Divulgação: www.juliosevero.com


IMPORTANTE:
Adquira o livro De Volta Ao Lar, escrito pela ex-feminista Mary Pride. O livro, que foi traduzido por Julio Severo, denuncia o feminismo e mostra como o chamado de Jesus Cristo é a resposta para a mulher de hoje. Para adquiri-lo, siga este link: http://www.edicoescristas.com.br/produto.php?vitrine=262


Cavaleiro do Templo: além dos motivos expostos acima que poderiam ter tornado os homens mais felizes depois da "liberação feminina" eu queria acrescentar um outro que talvez o autor do artigo não tenha querido citar ou, ao contrário de mim, não ache um bom motivo. Bom, é por demais óbvio para mim que ter quantas mulheres se quiser para sexo "lavou tá novo", inclusive as dos vizinhos, é do agrado da população masculina em geral. Neste sentido, não existe um mulherengo ou mulherista que não bata palmas de pé para o "liberou geral" da mulherada. E como foi decisão delas entrar nesta, não podem agora de forma alguma reclamar o "direito adquirido" de ser portarem iguais aos homens e de serem encaradas pelos mesmos como "iguais em tudo e em todos os momentos, complementares apenas na gentitália". Em boa parte, senão na maioria, os homens preferem muitos sabores a um só. Desde 1970 isto se tornou coisa fácil. Em resumo, a "homarada" manda um muito obrigado por tudo às feministas de outrora!!! É menos responsabilidade e mais prazer!!! E a família, a sociedade e seus valores que se danem...

O "nôvu brasíu" desde que por aqui estabeleceu-se a esquerdopatia como única visão de mundo

Vejam o resultado de uma busca interessante AQUI.


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

NOTALATINA - Continuando com as últimas informações sobre Honduras...


A grande Graça Salgueiro do NOTALATINA traz "notícias fresquinhas" de Honduras e Zé-laia. Leiam trecho abaixo, íntegra aqui. Cliquem, se não fosse trágico seria cômico...


"Sugiro que vocês consultem todos estes endereços para verificar o tamanho da canalhice de que esta gente é capaz. Parece até coisa de criança voluntariosa, que fica negando a realidade quando ela lhe é desfavorável. Mas não é isso não, pois no caso do comportamento infantil é apenas uma dificuldade de lidar com as frustrações que, se bem trabalhada, passa e tem conserto.

O caso de Zelaya e de todos os que o apóiam, incluindo aí Lula, MAG, Celso Amorim, Chávez, Ortega, Morales e toda esta gang de desordeiros que fazem coro com ele, é de psicopatia mesmo, e não tem solução, a não ser tirando-os do convívio com as pessoas normais."


Voltando e pegando carona no que disse a Graça, a Dra. Ana, que quem lê o Cavaleiro do Templo conhece bem, manda um recado:


Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”


Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva

Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.


Prêmio Nobel da P... peraí!

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
CARLOS REIS | 14 OUTUBRO 2009
ARTIGOS - GLOBALISMO

O Prêmio Nobel mostrou toda a sua face criminosa, a sua desavergonhada servidão à Nova Ordem Mundial. Mas isso não é de hoje.

Diga-me quem te premiou e eu te direi quem és.



hopenosis

Hoje, um dos correspondentes do jornaleco Zero Hora escreveu que o Barack Hussein ganhou o Prêmio Nobel da Esperança. Gostei do veneno. Mas o tal jornalista, a essas horas, já deve estar na rua do jornaleco.

Continuo eu. Barack Hussein, o Obaminável (copyright Heitor de Paola), é o primeiro ganhador do Prêmio Nobel da Esperança, versão mais glamourizada do Prêmio Mundo Melhor, hoje banalizado por fóruns globalizados pacifistas mundo afora. Faz sentido. Em vez de inventar o Prêmio do Mundo Melhor da Paz, que renderia mais dinheiro para os vencedores, os empregados parlamentares e cartolas da Nova Ordem Mundial (NOM) inventaram esse Prêmio. Barack Hussein é o primeiro "Bandido Esperança" da NOM. E Barack Hussein repetiu o discurso mais emblemático de Lula, o Cara. Como não achar a premiação plenamente justificada? Não sei como se diz em inglês"nunca antes se fez tanto neste país como nóis ainda vamo fazê". Não exagero, está nos anais. Nos nossos anais, pelo menos! Agora está na boca do pseudo-americano Barack Hussein.


O Pacificador do Futuro, Prêmio Nobel Pré-Datado da Paz, Barack Hussein, acordou um milhão e tanto mais rico fingindo que nada sabia. Fico imaginando que, como ainda há tempo até o discurso de aceitação e recebimento da grana, ele pensará em fazer uma caridade com esse dinheiro. Terrível dilema: dará a grana para a ACORN, para as FARC ou o MST? Convidará Lula, o Cara (o maior invejoso do momento), para um barbacue milionário, tão torrado como um assado texano? Ele é capaz de qualquer dessas coisas. Mas, por favor, eu não estou criticando a escolha do Obaminável Barack Hussein. Pelo contrário, acho-a terrivelmente justa, inacreditavelmente meritória e absolutamente legítima. Afinal, nunca ninguém antes naquele país prometeu tanto e desejou tanto baixar as calças para o terrorismo internacionalista antiamericano, para o Talibã, Al Qaida, Irã, e todos os evil-doers de Bush.


Agora falando sério, sem ironias. O Prêmio Nobel mostrou hoje toda a sua face criminosa, a sua desavergonhada servidão à Nova Ordem Mundial. Mas isso não é de hoje. De fato, a lista de ganhadores suspeitos desse prêmio é longa, embora não seja contínua para não despertar suspeitas. Uma das manobras favoritas dos membros parlamentares do comitê de Oslo é premiar em conjunto e até, às vezes,
soi disant inimigos. Assim, Yasser Arafat recebeu o prêmio em 1994 juntamente com Yitzhak Rabin e Shimon Perez; Henri Kissinger dividiu o prêmio com o vietnamita Le Duc To. O fato de Yasser Arafat mandar para o cemitério milhares de pessoas em atentados terroristas nada diz ao instituto do Prêmio Nobel da Paz, ou à NOM.


Desde a sua criação a instituição do Prêmio Nobel foi um instrumento da Nova Ordem Mundial. É só conferir os seus ganhadores, e em todas as categorias. Por exemplo, o Dr. James Watson, um dos descobridores do DNA, foi também premiado pelo Instituto Karolinska de Stockholm em 1962. Na década seguinte teria participado de experiências criminosas em uma prisão em Huntsville, Texas. A experiência de vacinas (?) em presidiários redundou na criação da AIDS e do monstrengo biológico
Mycoplasm infectans incognitus, também conhecido como HIV1, e cuja patente (US Patent 5,242,820) requisitada posteriormente pelo cientista chinês Dr. Shyh-Ching Lo, está em nome do Exército Americano, como se lê em http://www.whale.to/m/mycoplasma5.html ehttp://freepatentsonline.com/5242820.


Esse pesquisador chinês durante anos tentou provar ao mundo que o vírus da AIDS, o HIV 1, sozinho, não era capaz de fazer tanto estrago. Evidências, testemunhos, e uma série de inexplicáveis coincidências apontam que a AIDS nasceu dessas experiências em Hunstville, ou continuou em Cold Spring Harbor, New York, local onde ocorreu a epidemia misteriosa do West Nile Virus, o mesmo instituto de pesquisas onde James Watson foi presidente até deixá-lo depois de suas declarações eugenistas e racistas em 2007. É fato notório que os Rockfeller e os assassinos da Carnegie foram os principais patrocinadores deste instituto. Não há que duvidar que eles eram e continuam sendo entusiastas da eugenia, da esterilização de mulheres, do aborto, e toda forma de genocídio. A revista
Veja na edição de 21 de janeiro de 2004, comentou o livro "O lado obscuro da América", e como cientistas dos Estados Unidos foram pioneiros nas práticas de "limpeza racial" (http://veja.abril.com.br/210104/p_108.html).


Anos após o cientista chinês ter tentado denunciar ao mundo que o vírus HIV não passava de uma combinação de um inofensivo parvovírus B19 com o
Mycoplasma infectans incognitus, o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina foi dado ao francês Luc Montagnier, que nada mais fez do que copiar o trabalho do cientista chinês. Mas por que o Dr. Shyh-Ching Lo ficou quieto? Ele estava fazendo algo mais do que apresentar seu laudo de patologista-chefe do Exército Americano na autópsia de centenas de pessoas mortas pelo micoplasma, ou tentava esconder a técnica de criação do causador da AIDS? Como se sabe, quase uma centena de casos de Esclerose Lateral Amiotrófica, Esclerose Múltipla, paralisias terríveis, entre outras doenças, irromperam na época, todas elas com traços da presença do micoplasma, o agente bacteriano com gens transplantados de vírus. De qualquer forma o prêmio foi dado de novo.


Assim trabalha a instituição que premiou o Obaminável Barack Hussein em favor, não da humanidade, mas da Nova Ordem Mundial. Abaixo refiro alguns nomes de pessoas e instituições merecedoras do mesmo galardão da infâmia entre 2009 e 1977. Ganharam o dinheiro e a fama de humanistas e pacificadores por abominações e, afinal, por uma paz que nunca veio. Destaco em especial a premiação de Joseph Rotblat e a Pugwash Conference on Sciences and World Affairs em
http://zombietime.com/john_holdren_and_harrison_brown/, e a história da engenharia social ou bioética, ou o racismo mais descarado financiado pela Rockfeller Foundation e Carnegie Institution, que estão em http://www.thecuttingedgenews.com/index.php?article=11536&pageid=37&pagename=Page+One.


- 2007 - Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática - Al Gore, mentiroso internacional com o seu fajuto
man made global warming. O crime ambiental verdadeiro que está sendo feito para "esquentar" a fraude, eu comento em outro momento.


- 2006 - Muhammad Yunus, de Bangla Desh - fez um banco (!)


- 2005 - Agência Internacional de Energia Atômica, Mohamed El Baradei, por afrontar George Bush (o filho) e favorecer o programa atômico do Irã.


- 2002 - Jimmy Carter, pelo seu trabalho internacional pelo comunismo.


- 2001 - Nações Unidas e Koffi Anan; prêmio redundante e favorecimento de um ladrão.


- 1997 - Campanha Internacional para banimento das minas terrestres; homenagem à queridinha do
beautiful people, Lady Diana.


- 1995 - Joseph Roblat e a Pugwash Conference on Sciences and World Affairs (cujo parceiro, John Holdren, hoje Secretário de Obama, preconizava o aborto forçado e o genocídio de 1/3 dos habitantes do planeta).


- 1994 - Yasser Arafat (terrorista, agente da KGB); Shimon Peres, e Yitzak Rabin.


- 1993 - Nelson Mandela e Frederick de Klerk, respectivamente prisioneiro comunista e carcereiro racista.


- 1992 - Rigoberta Menchú Tum, guerrilheira comunista indígena. Acusada de falsidade ideológica.


- 1990 - Mikhail Gorbachev, líder comunista, KGB, fundador do Club de Roma e da Cruz Verde Internacional. Aquisição recente da NOM.


- 1988 - Forças de Manutenção da Paz da ONU (?) Sem comentários.


- 1987 - Oscar Árias Sánchez, ainda trabalha pelas FARC.


- 1984 - Bispo anglicano Desmond Tutu, agitador comunista.


- 1981 - Alto Comissariado das Nações Unidas pelos refugiados (das guerras que a ONU patrocina).


- 1980 - Adolfo Esquivel, comunista argentino; defensor dos direitos humanos dos montoneros.


- 1979 - Madre Tereza de Calcutá, ex-prostituta, guerrilheira comunista na Albânia, santificada na Índia.


- 1978 - Anwar el Sadat e Menachen Begin. O primeiro, ex-parceiro do comunista Gamal Abdel Nasser; o outro, terrorista na juventude quando matou soldados ingleses.


- 1977 - Henry Kissinger (um dos fundadores do Club Bilderberg); Le Duc To, ministro norte-vietnamita. Este último, como bom comunista, recusou o dinheiro.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".