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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Reliciência: a "nova" estupidez policamente correta

Um amigo me manda este vídeo e diz no e-mail: este cara pensa igual ao Cavaleiro.

O importante para um homem de ciências é que entenda o que o Molion fala: ciência não é religião, não é coisa de fé, questão de fé. Os pobres coitados defensores da reliciência, entre eles os defensores do Aquecimento Global causado pelo ser humano, são apenas infelizes perdidos em busca de alguma coisa para acreditar, de alguém que os diga como viver, que os diga o que faz mal para os pés, o que é bom para a bunda ficar durinha, que dia devem transar com suas esposas e/ou amantes, quantos copos de café podem ser tomados por semana, e, claro, o que devem fazer para salvar o universo. É o complexo de He-man, lembram do desenho animado?

Se acham muito espertos defendendo a salvação mas fazem de conta que não entendem que apenas trocaram uma religião, qualquer que seja, por outra infinitamente pior, mais canalha e, esta sim, sem vínculo algum com o real. Estão sempre com idiotas espertalhões à sua volta comendo-lhes o dinheiro com palestras, eventos, treinamentos, pseudo-livros, reuniões...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Fraudes em verde e vermelho

Fonte: MÍDIA A MAIS
por Henrique Dmyterko em 19 de agosto de 2009


Al Gore: militância e fanatismo escondem desonestidade e interesses econômicos

E
u deixei a organização em 1986, depois de quinze anos como membro de seu comitê superior. Eu fui um dos seus cinco diretores internacionais durante os últimos seis anos em que lá estive. Eu passei a me sentir desconfortável com os rumos tomados por meus colegas diretores, em particular quando me dei conta de que eu era o único com educação científica dentre os diretores internacionais da organização. Eu também queria deixar para trás a política de confrontação, que se resume a dizer às pessoas aquilo que elas deveriam parar de fazer. Além disso, o grupo tinha decidido fazer campanha pelo banimento do uso do cloro. Eu lhes perguntei se eles estavam cientes de que o cloro é parte da tabela periódica de elementos químicos e que o cloro contribuiu para um avanço na área de saúde pública uma vez que os antibióticos são baseados na química do cloro. Até hoje a política deles é pelo banimento do cloro e eu tive de sair. O cloro é o mais importante elemento químico para a saúde humana... ele é tóxico para as bactérias e para outras coisas que podem nos matar. [...]

[...] O mais recente ‘veneno invisível’, segundo a organização, são os alimentos geneticamente modificados. Essa é uma campanha completamente fabricada, sem nenhuma base. Se não fosse assunto tão sério, seria risível. Muitos povos pobres ao redor do mundo têm no arroz a sua dieta básica e, portanto, têm deficiência de vitamina A, o que pode levar à cegueira. Cientistas criaram um arroz geneticamente modificado, conhecido como golden rice, que contém beta-caroteno (vitamina C) e vitamina A [1]. A organização conseguiu bloquear a campanha para a introdução do golden rice nos países em desenvolvimento onde agricultores poderiam receber as sementes de graça. [...]

[...] A segunda metade dos anos 1980 transformou-se numa era de extremismo ambientalista. Os extremistas [neo-marxistas, segundo o Prof. Ian Plimer, em seu livro Heaven and Earth: Global Warming, The Missing Science, p.437] são fáceis de identificar na medida em que são anti-seres humanos, anti-ciência, anti-tecnologia, anti-globalização, anti-empresas, anti-capitalista e, pura e simplesmente, anti-civilização. [...]

[...] Enquanto a sociedade sabe que suas indústrias liberam gases na atmosfera e que as temperaturas foram mais altas nas décadas de 1980 e 1990, não está claro que a atividade humana é a causa desses incrementos na temperatura. Gráficos referentes a um bilhão de anos de mudanças climáticas mostram períodos quentes conhecidos como estágios estufa e períodos frios, chamados de eras glaciais. Os níveis de CO2 variaram enormemente ao longo do tempo. [...] O truque está na escolha do período de tempo. […] Na verdade, os níveis de CO2 atuais são menores do que em qualquer outro período da história da vida [neste planeta]. [...] A média é sete vezes e meia mais alta do que a atual”.


A organização acima referida é o Greenpeace International, e as declarações foram dadas a dois jornais diferentes, em 07 de julho de 2008 e em 06 de fevereiro de 2009, por ninguém menos do que o Dr. Patrick Moore, um de seus fundadores. Patrick Moore hoje se considera um “ambientalista sensato”, a ponto de defender a construção de mais usinas nucleares como fontes seguras de energia e de afirmar que a fanfarra sobre o desmatamento da Amazônia brasileira não tem base em fatos, mas segue uma agenda política.

Tão interessantes e importantes quanto o fato de que essas declarações tenham partido de um ex-alto dirigente da mais notória organização ativista verde (cerca de 100 milhões de membros no mundo todo), são a época em que se deu o rompimento entre Patrick Moore e o Greenpeace e o padrão de sua composição diretiva: a segunda metade da década de 1980 e a quase ausência de cientistas em favor da presença de ativistas políticos.

Com a queda do Muro de Berlim em 1989 e o fim da chamada Guerra Fria (não o fim do movimento comunista, que está vivo e passa muito bem), o movimento pelo fim das armas nucleares [Stop the Bomb], em grande medida financiado e/ou dirigido pela antiga URSS, ficou sem causa para defender. Pelo menos sem causa que pudesse ser levada adiante na mídia, sempre ávida por catástrofes iminentes.

Coincidentemente, e para a felicidade dos órfãos verdes, um pouco antes surgira uma nova e alarmante tese, a do aquecimento global antropogênico. Em 1988, a ONU criava o IPCC –Intergovernmental Panel on Climate Change [Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas], que deu a oportunidade para os grupos ambientalistas transformarem o aquecimento global em seu tema principal. Em 1989, o aquecimento era um assunto quente e uma comissão do senado americano sobre ciência e tecnologia, presidida pelo então senador Al Gore Jr. discutia o tema ouvindo a opinião de especialistas tais como o Dr. Roger Revelle (que fora professor de Gore em Harvard) e o Dr. James Hansen. Os seus pareceres, apresentados àquele comitê do senado americano numa sala de audiências quente e abafada, davam conta de uma catástrofe ambiental iminente e clamavam por ações drásticas do governo americano. Ainda nesse cargo, Al Gore Jr. bloqueou verbas para que o MIT realizasse pesquisa independente sobre mudanças no clima. Afinal, por que financiar a concorrência a um negócio tão promissor?

Sobre Al Gore Jr. é necessário fornecer mais algumas informações. Ele começou sua carreira política organizando grupos e piquetes diante de fábricas – com a pressurosa cobertura da mídia—, acusando-as de produzir lixo tóxico, de envenenar os rios, o ar, etc. As empresas, temendo a publicidade negativa ou os longos e caros processos judiciais, tratavam de entrar em acordo com o esperto e ambicioso advogado verde. Fechado o acordo, a caravana de Gore partia para outro alvo.

Mas como Al Gore Jr. conseguiu arregimentar os componentes da sua caravana ambientalista? Voluntários não faltavam, pois é preciso reconhecer que havia e há um número enorme de pessoas de boa-fé e boa índole, iludidas pela nova religião política do ambientalismo. Mas voluntários não bastam, é preciso organização, dinheiro e conexões com a mídia. Uma das explicações possíveis está na família de Gore Jr. Seu pai, Al Gore Sr., um modesto professor do Tennessee que tentava reforçar o orçamento doméstico tocando violino em casamentos, foi eleito deputado no final dos anos 1930 e depois senador, em 1952, passando a desfrutar de uma vida luxuosa, estendida a seu filho. O homem que financiou toda a carreira política de Gore Sr. foi Armand Hammer (1898-1990), o bilionário do petróleo (Occidental Petroleum) e das artes, o “capitalista vermelho”. Armand Hammer reforçou as ligações com os revolucionários bolcheviques, iniciadas por seu pai, Julius, e teve livre trânsito entre todos os líderes soviéticos, de Stalin a Gorbachev. Foi condecorado por relevantes serviços prestados à URSS. Contava com a ajuda de Gore Sr., um homem que segundo Hammer “estava no meu bolso”, era o “meu representante em Washington”.

Al Gore Jr. continuaria a prestar os mesmos bons serviços a Hammer, mas seu poder e influência pessoais aumentaram e o deixaram em posição destacada no senado americano. O aquecimento global foi e é a sua plataforma política, sua raison d’être, o seu ganha pão. Em 1992, a ECO-92 atraiu 20.000 ativistas ambientais ao Rio de Janeiro, além de políticos de 170 países. Al Gore foi o herói. Seu então recém publicado livro Earth in the Balance fez furor. Tudo isso contribuiu decisivamente para a sua escolha como candidato a vice-presidência na chapa encabeçada por Bill Clinton.

Enquanto isso, era formada a Climate Action Network. A causa virou moda, especialmente entre "especialistas" em clima tais como Robert Redford, Barbra Streisand, Meryl Streep, etc. Companheiros de viagem não paravam de engrossar a caravana. O IPCC lhes fornecia material de propaganda. Esse material vinha na forma dos famosos (ou infames) Relatórios.

Propaganda porque os tais relatórios do IPCC mentiam já na alegação de que eram redigidos por cerca de 2500 “cientistas do clima”. Muitos dos nomes que aparecem como autores (1169 “autores”) são de ativistas políticos e ambientais, e não de cientistas. Isso é ainda mais importante pelo fato que esses “autores” é que entram no Summary for Policymakers (Sumário para os Formuladores de Políticas), a porção mais lida e divulgada dos relatórios. De fato, há ainda um grupo de 35 autores principais, por sua vez chefiado por um número ainda menor de pessoas (Ver: Heaven and Earth: Global Warming, The Missing Science, Plimer, pp.20-23 e pp. 442-45).

O Summary de 1996 afirmava que: “[O] balanço dos indícios sugere que há uma discernível influência humana sobre o clima global”.

O furor na mídia foi instantâneo, crescendo a pressão dos grupos ambientalistas sobre governos. O que não era sabido é que um dos 35 autores principais acrescentou essa afirmação ao Capítulo 8 do Relatório depois que este foi concluído e dele apagou passagens que diziam:

Nenhum dos estudos citados acima mostrou indícios claros e modo a que possamos atribuir as mudanças observadas à causa específica do aumento nos gases do efeito estufa [e] nenhum estudo até hoje positivamente atribuiu toda ou parte da (mudança climática observada) a causas de origem humana [e] quaisquer alegações de detecção positiva e atribuição de causa de mudança climática significativa provavelmente continuarão controversas até que as incertezas na variabilidade natural total do sistema climático sejam reduzidas. [...] Quando será identificado um efeito antropogênico no clima? Não é surpresa que a melhor resposta a esta questão seja: “Nós não sabemos”.

O Wall Street Journal denunciou essa fraude num editorial intitulado “Coverup in the Greenhouse?”, mas a denúncia parece não ter arrefecido o ânimo do IPCC ou de Al Gore Jr.

Este continuou a sua muito rentável carreira de garoto-propaganda do apocalipse. Além do livro, lançou um filme, An Inconvenient Truth (Uma Verdade Inconveniente), que contém pelo menos 35 erros factuais. Ele não se cansa de percorrer o mundo dando palestras, todas muito bem pagas.

O que nem todos sabem é que Al Gore Jr. fundou a sua própria corporação “verde”, a Generation Investment Management LLP, com sede em Londres. É também membro do conselho de uma empresa de energia renovável e foi diretor do grande banco de investimentos Lehman Brothers, muito ativo no mercado de créditos de carbono, até quebrar em 2008, na esteira do rompimento da bolha imobiliária. Gore [2] emergiu ileso da crise.

Leia também: A Terra é azul ... e plana e Ambientalismo: a religião política e a politização da ciência

[1] Errata: Onde lê-se " beta-caroteno (vitamina C) e vitamina A", leia-se "beta-caroteno (pró-vitamina A) e vitamina C (ácido ascórbico)".

[2] Não sou afeito a trocadilhos com nomes ou sobrenomes de pessoas. Todavia, duas das várias acepções da palavra gore são, respectivamente, sujeira de qualquer tipo e sangue derramado em carnificina.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Aquecimento Global ou Aquecimento Mental?

Fonte: EM BUSCA DA REALIDADE
Sábado, 3 de Janeiro de 2009

Antes do artigo, veja o documentário A GRANDE FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL. Entendam quem patrocina esta imensa mentira, quem vai "se dar mal" com isto e a quem e quantos interessam que a farsa sobre o aquecimento global provocado pelo ser humano seja perpetuado como um dogma.

É este o resultado dos "bons" ficarem em casa vendo TV, pensando em carro novo e casa com sauna e piscina ou em silicone e cirurgia plástica, deixando para os maus todos os caminhos até o poder. No final, estes "bons" são/serão cúmplices das desgraças vindouras não apenas com fraudes como esta, mas aí será tarde demais até para chorar. Se você acompanha o Cavaleiro e sites/blogs que indico sabe do que e de quem, os sociopatas de todos os matizes, estou falando.

The Great Global Warming Swindle (A Grande Farsa do Aquecimento Global, em português) é um documentário produzido pelo britânico Martin Durkin e exibido no dia 8 de março de 2007 para a Channel 4 (mesma produtora de Beyond Citizen Kane) que apresenta idéias opostas àquelas sobre as quais se baseiam os estudos sobre o aquecimento global.



A cada dia que passa me torno mais cético, principalmente com o que é publicado pela grande mídia, salvo alguns jornais, a maioria das notícias é parcial, manipulada, pré-moldada, quando não é simetricamente invertida em relação à realidade.

Uma pequena amostra é o alardeado “Aquecimento Global”, quase toda a mídia, nos mostra a certeza incontestável que existe "consenso", entre cientistas, de que o aquecimento da terra, causado por ações humanas, é um fato. Não há e nunca houve tal consenso.

Recentemente 52 cientistas do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change - Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) da ONU foram signatários do “IPCC 2007 Summary for Policymakers”, uma espécie de relatório para controle do aquecimento global. Esse relatório foi contestado por nada menos que 650 cientistas ao redor do mundo, mais de doze vezes o número de cientistas da ONU.

Vejam um pequeno excerto das alegações:

“Sou cético…Aquecimento Global está se tornando uma nova religião.” – Prêmio Nobel de Física, Ivar Giaever.

"Desde que eu já não sou mais filiada à qualquer organização, nem recebo qualquer verba para pesquisa, eu posso falar francamente .... Como uma cientista eu permaneço cética." - Cientista da Atmosfera Dr. Joanne Simpson, a primeira mulher no mundo a receber um PhD em meteorologia e anteriormente da NASA, já escreveu mais de 190 estudos e tem sido chamada de "entre as mais proeminentes cientistas dos últimos 100 anos."

“Os medos do aquecimento global são o maior escândalo cientifico da história… quando as pessoas se derem conta da verdade, se sentirão enganadas pela ciência e pelos cientistas.“ - Dr. Kiminori Itoh, Cientista Japonês do IPCC/ONU, premiado cientista e PhD em Ambientes Físico-químicos.

“O IPCC tornou-se um circuito fechado, não ouve os outros, não têm mente aberta… sinto-me espantado que o prêmio Nobel (Al Gore) tenha sido entregue com base em conclusões cientificas incorretas por pessoas que não são geologistas” - Dr. Arun D. Ahluwalia Geologista Inidiano da Universidade de Punjab e membro da International Year of the Planet.

“Os modelos e previsões do IPCC das Nações Unidas, estão errados porque apenas se baseiam em modelos matemáticos e apresentam cenários que não levam em conta, por exemplo, a atividade solar.” - Victor Manuel Velasco Herrera, pesquisador do Instituto de Geofísica da Universidade do México.

“Mesmo que duplicássemos ou triplicássemos a atual concentração de dióxido de carbono, o impacto seria mínimo, uma vez que a condensação e o vapor de água sob a forma de partículas em nuvens sempre dominaram e continuarão a dominar o cenário global.” – Geoffrey G. Duffy, professor do Departamento de Química e Engenharia de Materiais da Universidade de Auckland, Nova Zelândia.

“Durante quantos mais anos terá o planeta de arrefecer até que percebamos que o planeta não está a aquecer? Por quantos anos terá de continuar esse arrefecimento?” - Dr. David Gee, Geologista e Presidente do Comitê de Ciências do Congresso Geológico Internacional de 2008, é o autor de mais de 130 revisões em textos científicos, e atualmente é catedrático da Universidade de Uppsala na Suécia.

“Al Gore aconselhou-me a recomeçar a olhar cientificamente para o assunto e rapidamente me encontrei no lado oposto desta questão, os modelos climáticos podem no máximo ser úteis para explicar mudanças climáticas, DEPOIS destas ocorrerem.” - Hajo Smit Meteorologista Holandes, reverteu sua crença no aquecimento global causado pelo Homem para se tornar cético, é membro do Comitê Alemão do IPCC/ONU.

“Muitos cientistas andam agora à procura de um meio para se distanciarem desta polemica teoria (promover o medo do aquecimento global), sem que as suas carreiras fiquem arruinadas.” - James A. Peden, Físico Atmosférico

“Criar uma ideologia em torno do dióxido de carbono é um disparate perigoso… O presente alarme em redor das alterações climáticas é um INSTRUMENTO DE CONTROLE SOCIAL, um pretexto para grandes negócios e batalhas políticas. Tornou-se numa ideologia, e isso é preocupante.” - Delgado Domingos, Professor Português de Ciências Ambientais, fundador do “The Numerical Weather Forecast group”, tem mais de 150 artigos publicados.

“Emissões de dióxido de carbono não fazem qualquer diferença (em termos climáticos)…Qualquer cientista sabe isto, mas não são pagos para afirmar isso…O aquecimento global, como um veículo político, mantém os Europeus na linha da frente, no comando, e as nações em desenvolvimento no banco de trás, a reboque.” - Dr. Takeda Kunihiko, vice-chanceler do Instituto de Ciência e Pesquisa Tecnológica da Universidade de Chubu no Japão.


Algumas conclusões me parecem óbvias:

1. Existem enormes interesses econômicos, políticos e ideológicos por trás do “Aquecimento Global”;

2. O Prêmio Nobel da Paz de 2007 para Al Gore não passou de uma falácia. Alfred Nobel deve estar se revirando em seu túmulo;

3. A minoria de cientistas defensores do “Aquecimento Global” tem praticamente o monopólio da mídia, enquanto a maioria que o rejeita, não têm espaço algum.

Não tenho dúvida que irão me chamar de monstro destruidor do planeta, assim como me chamaram de racista quando deixei clara minha antipatia por Barack Obama (vide posts anteriores), não ligo, pois como escreveu George Orwell: "em tempos de fraude, dizer a verdade é um ato revolucionário".

terça-feira, 14 de julho de 2009

O esfriamento do planeta Terra

Mais um exemplo de que a existência da esquerda idiota, aquela capitaneada pelos apedeutas e anencéfalos (Lula, Obama, Al Gore, Chávez, Zelaya, Evo, Tarso Genro...) só existe devido à enorme tendência do ser humano mais idiota de acreditar em toda e qualquer mentira enfeitada.

A terra está esfriando segundo um enorme grupo de cientistas.

Vamos pensar sobre isto. Se existe um bando de cinetista de um lado falando uma coisa e um outro bando do outro lado falando o contrário, nenhuma das duas afirmações pode ser tratada como verdade. A isto dá-se o nome de CIÊNCIA, a investigação dos indícios e de seus contrários. Fora disto, tem-se apenas fé, crença.

Para a esquerdopatia mundial o aquecimento do planeta já virou artigo de fé da pior espécie que existe: a fé do estúpido, a fé do cego e surdo que não é capaz de ouvir o que os outros dizem.

O Planeta Terra passa por mudanças climáticas e o futuro é o esfriamento do planeta Terra.

Assista os vídeos abaixo.









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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".