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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Saudação de Natal e Ano Novo politicamente correta

MÍDIA SEM MÁSCARA

Heitor de Paola traduz mensagem de Natal escrita do jeito que o progressista gosta, e comenta alguns “presentes” dados à população brasileira neste fim de ano pela nossa elite política.

Tudo o que eu gostaria de dizer era “Feliz Natal e Próspero Ano Novo”, mas atualmente tudo deve ser revisado pelo Departamento de Regras e Diretrizes Legais. Feito isto, seguindo as regras politicamente corretas, eis o resultado:
De mim (o “desejante”) para você (destinatário que suponho estar desejando):
Aceite, por favor, sem nenhuma obrigação implícita ou explícita de sua parte, meus melhores votos de uma feliz comemoração do solstício de verão (ou inverno, dependendo do seu hemisfério) praticado com as mais saudáveis tradições de sua(s) convicção(ões) religiosa(s), ou práticas seculares de sua escolha e respeitando as demais tradições dos outros ou de sua escolha de não praticar nenhuma tradição religiosa ou secular, dentro de uma maior consciência ambiental, responsabilidade social, idéias politicamente corretas, baixo stress sem dependência química, neutralidade de gênero (o que os antigos incorretamente chamavam de sexo, pois hoje se sabe que isto é de escolha própria).
Desejo sucesso financeiro e realização de seus desejos, sem complicações médicas, para este início do ano 2012 do calendário geralmente aceito, mas com todo respeito para com as demais escolhas de calendários de outras culturas ou seitas, levando em consideração sua raça, crenças, cor, idade, habilidades físicas, fé religiosa, livre escolha de navegador da internet ou sua preferência(s) sexual(ais).
Ao aceitar esta saudação você se compromete com os seguintes termos legais:
- Esta saudação está sujeita a futuros esclarecimentos ou anulação.
- Esta saudação pode ser livremente retransmitida, desde que sem alterações ao original, e deverá reconhecer os direitos autorais do desejante.
- Esta saudação não implica em promessa de parte do desejante de realmente implementar nenhum dos desejos acima referidos.
- Esta saudação não poderá ser acionada juridicamente, tanto quanto nenhuma das restrições contidas neste documento obrigarão aos demais destinatários, e somente será revogada se o desejante livremente assim decidir.
- Esta saudação está garantida nos limites adequados e dependendo de boas notícias de sua parte, pelo período de um ano, ou até o envio de nova saudação de feriados vazada em outros termos, o que ocorrer antes.
- O desejante garante seus desejos somente dentro dos limites destes desejos, e poderá revogá-los a seu exclusivo critério.
Qualquer referência a “Nosso Senhor”, “Papai Noel”, “Nosso Salvador”, “a rena de nariz vermelho” ou quaisquer outros personagens festivos, reais ou fictícios, mortos ou vivos não implicará em endosso destes nomes com respeito a esta saudação, ficando pelo presente documento implicitamente respeitados todos os direitos de propriedade de outros nomes ou imagens reservados às demais partes.

***

Presente de Natal I
O Legislativo não poupa despesas! Depois de fixar o mínimo em R$ 622,73, e ter os centavos cortados pela “presidenta” (sic) para economizar R$ 200 milhões anuais, o presidente do Senado José Sarnento abrirá concurso para contratar 246 novos analistas, técnicos legislativos e policiais no início de 2012. O salário inicial do consultor (ele consulta o quê? para quem?) é de R$ 23.826,57. Os novos servidores (de quê, ou de quem?) custarão R$ 53,3 milhões aos cofres públicos por ano!
Receio que logo surja um "movimento contra a ganância do Legislativo" ou sei lá o quê, sem atentar para o geral: a formação e consolidação da Nova Classe, a Nomenklatura!
Presente de Natal II

Dois dias depois de eu ter escrito meu último artigo, seu Cristovam inova: durante uma reunião na UnB, preparatória da Conferência Rio+20, seu Bruaca, perdão Buarque, defendeu a criação do Tribunal do Futuro!(nothing less!) Sua tarefa seria julgar os governantes mundiais por decisões que possam comprometer o meio ambiente, os recursos naturais da Terra e o bem estar da população. Este Tribunal, diz o gajo referido, seria"constituído por grandes personalidades mundiais".

Saudação de fim de ano do mesmo gajo:
Em seu último pronunciamento do ano, nesta quinta-feira (22), o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) desejou a paz como os índios bolivianos, ou sete tipos de paz diferentes. A primeira delas é a paz para frente, o que, para esses índios, simboliza o passado.


Cristovam Buarque deseja a paz como os índios bolivianos

SEX, 23 DE DEZEMBRO DE 2011 03:18   

Em seu último pronunciamento do ano, nesta quinta-feira (22), o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) desejou a paz como os índios bolivianos, ou sete tipos de paz diferentes. A primeira delas é a paz para frente, o que, para esses índios, simboliza o passado.

- Dizer que o futuro está à frente é uma arrogância nossa, ocidentais, porque o futuro a gente não conhece. À frente está o passado. Ter paz com o passado é viver sem remorsos - afirmou o parlamentar.

Em seguida, prosseguiu Cristovam Buarque, vem a paz para trás, que é o futuro, ou o que a gente não conhece. Essa paz, explicou o senador, é para que as pessoas não temam o que vem adiante.

Os índios desejam ainda a paz para lado direito, que é a paz com a família, e para a esquerda, que é a paz com vizinhos. O representante do Distrito Federal lembrou que, no mundo globalizado, cada um tem sete bilhões de vizinhos.

Na tradição boliviana há ainda a paz para cima, que simboliza a paz com Deus
 (UÉ, SEU CRISTOVAM, EU PENSEI QUE ALGUÉM, CUJO ANIVERSÁRIO COMEMORAMOS DE HOJE PARA AMANHÃ, TIVESSE DITO ISTO HÁ MAIS DE DOIS MIL ANOS. JÁ OUVIU FALAR EM JESUS CRISTO, SEU CRISTOVAM?) e com os antepassados e a paz para baixo, com a terra por onde a gente caminha.

- Não estamos em paz se destruímos florestas, se poluímos o ar, se degradamos a água - afirmou Cristovam Buarque, antes de desejar a todos o sétimo tipo de paz, que é a paz pra dentro, ou a paz consigo mesmo.(ÊTA PSICOLOGIA DE QUINTA, SÔ!)


Tradução e comentários: Heitor de Paola


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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".