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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

FIM DO ENSINO RELIGIOSO NA BOLÍVIA

HEITOR DE PAOLA

Bolivia excluye de la enseñanza a la Religión

Emilio J. Cárdenas

Evo Morales sigue adelante, a toda marcha, con lo que él llama -pomposamente- la “descolonización” de Bolivia. En todas las áreas y en cada uno de los rincones de la actividad económica y social. Particularmente en materia de educación. Para ello el Parlamento del país vecino aprobó la ley denominada: “Avelino Siñani-Elizardo Pérez”. Su promulgación fue anunciada, en su momento, en la sede de la “Organización de Maestros Rurales”, una organización absolutamente afín al Movimiento al Socialismo (MAS) y al propio alicaído Presidente boliviano.

Tanto la Iglesia Católica, tradicionalmente activa en la enseñanza primaria y secundaria en Bolivia, como los educadores urbanos que trabajan en La Paz hicieron observaciones de peso al texto de la ley recientemente aprobada. Ninguna de ellas fue tenida en cuenta. El MAS no escucha. Tiene un discurso infalible. Y único por su perversidad.

La nueva norma educativa excluye además específicamente a la Iglesia Católica de la formación de los docentes. Al efecto, la Escuela Normal Católica, deberá cesar en sus actividades en el 2014.

Afecta asimismo a los convenios existentes entre la Iglesia Católica y la Administración Nacional, en virtud de los cuales se ha podido -hasta ahora- mantener a la educación religiosa dentro de las escuelas, particularmente de aquellas muchas que están -desde hace décadas- a cargo de las propias instituciones religiosas.

La nueva norma “estandariza” la educación, eliminando las distinciones entre los planes de estudio de la ciudad y del campo, y promoviendo, en paralelo, al “bachillerato técnico”. Los discapacitados, así como las personas con “talentos extraordinarios”, serán objeto de programas específicos, que tendrán pretendidamente en cuenta “sus respectivas capacidades”. Sólo ellos.

De esta manera el MAS intenta eliminar del escenario educativo no solo a la religión, sino a los educadores religiosos. Para sus ideólogos, el dejar a la religión completamente de lado forma parte central de la supuesta estrategia de “descolonización” (más bien, “desoccidentalización”) de Bolivia. Por esto la confrontación permanente con la Iglesia Católica, en todos los planos. Por esto el odio en su contra que se siembra sistemáticamente dentro del racismo de resentimientos que alimentan constantemente las actuales autoridades bolivarianas..


Emilio J. Cárdenas é Ex Embaixador da Argentina nas Naciones Unidas.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".