Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Educação no Brasil por Olavo de Carvalho (ano: 2006)

Fonte: COMENTÁRIO CONSERVADOR

Olavo de Carvalho no Bibo Nunes

Published on Oct 08, 2006


Resumo: brasileiro é o povo mais assassino, burro e covarde do mundo.







A demolição das consciências

Fonte: DIÁRIO DE COMÉRCIO


Muito do relativismo e da amoralidade reinantes não são propriamente crenças ou ideologias: são doenças da alma, adquiridas pelo esgotamento da inteligência moral.


Olavo de Carvalho


Quem tenha compreendido bem o meu artigo anterior, "Armas da Liberdade", deve ter percebido também a conclusão implícita a que ele conduz incontornavelmente: boa parte do esforço moralizante despendido pela "direita religiosa" para sanear uma sociedade corrupta é inútil, já que termina sendo facilmente absorvida pela máquina da "dissonância cognitiva" e usada como instrumento de perdição geral.

Notem bem: moralidade não é uma lista de condutas louváveis e condenáveis, pronta para que o cidadão a obedeça com o automatismo de um rato de Pavlov.


Moralidade é consciência, é discernimento pessoal, é busca de uma meta de perfeição que só aos poucos vai se esclarecendo e encontrando seus meios de realização entre as contradições e ambiguidades da vida.

Sto. Tomás de Aquino já ensinava que o problema maior da existência moral não é conhecer a regra geral abstrata, mas fazer a ponte entre a unidade da regra e a variedade inesgotável das situações concretas, onde frequentemente somos espremidos entre deveres contraditórios ou nos vemos perdidos na distância entre intenções, meios e resultados.

Lutero – para não dizerem que puxo a brasa para a sardinha católica – insistia em que "esta vida não é a devoção, mas a luta pela conquista da devoção". E o santo Padre Pio de Pietrelcina: "É melhor afastar-se do mundo pouco a pouco, em vez de tudo de uma vez".


A grande literatura – a começar pela Bíblia -- está repleta de exemplos de conflitos morais angustiantes, mostrando que o caminho do bem só é uma linha reta desde o ponto de vista divino, que tudo abrange num olhar simultâneo. Para nós, que vivemos no tempo e na História, tudo é hesitação, lusco-fusco, tentativa e erro. Só aos poucos, orientada pela graça divina, a luz da experiência vai dissipando a névoa das aparências.


Consciência – especialmente consciência moral – não é um objeto, uma coisa que você possua. É um esforço permanente de integração, a busca da unidade para além e por cima do caos imediato. É unificação do diverso, é resolução de contradições.

Os códigos de conduta consagrados pela sociedade, transmitidos pela educação pela cultura, não são jamais a solução do problema moral: são quadros de referência, muito amplos e genéricos, que dão apoio à consciência no seu esforço de unificação da conduta individual. Estão para a consciência de cada um como o desenho do edifício está para o trabalho do construtor: dizem por alto qual deve ser a forma final da obra, não como a construção deve ser empreendida em cada uma das suas etapas.

Quando os códigos são vários e contraditórios, é a própria forma final que se torna incongruente e irreconhecível, desgastando as almas em esforços vãos que as levarão a enroscar-se em problemas cada vez mais insolúveis e, em grande número de casos, a desistir de todo esforço moral sério.


Muito do relativismo e da amoralidade reinantes não são propriamente crenças ou ideologias: são doenças da alma, adquiridas pelo esgotamento da inteligência moral.


Em tais circunstâncias, lutar por este ou aquele princípio moral em particular, sem ter em conta que, na mistura reinante, todos os princípios são bons como combustíveis para manter em funcionamento a engenharia da dissonância cognitiva, pode ser de uma ingenuidade catastrófica. O que é preciso denunciar não é este ou aquele pecado em particular, esta ou aquela forma de imoralidade específica: é o quadro inteiro de uma cultura montada para destruir, na base, a possibilidade mesma da consciência moral.


O caso de Tiger Woods, que citei no artigo, é um entre milhares. Escândalos de adultério espoucam a toda hora na mesma mídia que advoga o abortismo, o sexo livre e o gayzismo. A contradição é tão óbvia e constante que nenhum aglomerado de curiosas coincidências poderia jamais explicá-la. Ela é uma opção política, a demolição planejada do discernimento moral.


Muitas pessoas que se escandalizam com imoralidades específicas não percebem nem mesmo de longe a indústria do escândalo geral e permanente, em que as denúncias de imoralidade se integram utilmente como engrenagens na linha de produção. Ou a luta contra o mal começa pela luta contra a confusão, ou só acaba contribuindo para a confusão entre o bem e o mal.


Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia

Hino à Proclamação da República do Brasil

Hino à Proclamação da República do Brasil




From: thegabrielnunesbass | 14 de dezembro de 2009

HINO À PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA DO BRASIL

Letra - MEDEIROS E ALBUQUERQUE
Música - LEOPOLDO MIGUEZ

Seja um pálio de luz desdobrado,
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale,
De esperança de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós
Das lutas, na tempestade
Dá que ouçamos tua voz.

Nós nem cremos que escravos outrora,
Tenha havido em tão nobre país
Hoje o rubro lampejo da aurora,
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais, ao futuro
Saberemos unidos levar,
Nosso augusto estandarte, que puro,
Brilha ovante, da Pátria no altar.

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós
Das lutas, na tempestade
Dá que ouçamos tua voz.

Se é mister que de peitos valentes,
Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes,
Batizou este audaz pavilhão.
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder
Mas da guerra nos transes supremos,
Heis de ver-nos lutar e vencer.

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós
Das lutas, na tempestade
Dá que ouçamos tua voz.

Do Ipiranga é preciso que o brado,
Seja um grito soberbo de fé,
O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia pois, brasileiros, avante!
Verdes louros colhamos louçãos,
Seja o nosso país triunfante,
Livre terra de livres irmãos!

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós
Das lutas, na tempestade
Dá que ouçamos tua voz.

REFERENCIAS DE LETRA E MÚSICA: SITE DO EXÉRCITO BRASILEIRO, SITE DA FAB E SITE DO GOVERNO FEDERAL DO BRASIL.

OBS: imagem colhida aleatoriamente na Web.

OUTRO GOLPE PARA AS FARC - E PARA O FORO DE SÃO PAULO, O MOVIMENTO CONTINENTAL BOLIVARIANO...

Baixa de Danilo, outro golpe tático de conotações estratégicas para as FARC


* Coronel Luis Alberto Villamarín Pulido


A surpreendente operação combinada de unidades de superfície da Polícia Nacional com apoio de fogo aerotático da Força Aérea contra uma guarida da nona quadrilha das FARC em San Roque, Antioquia, a qual lançou como resultado a baixa em combate de dez terroristas, dentre eles “Danilo”, cabeça do bando, soma-se como outro golpe tático de conotações estratégicas, à seqüência de ações transcendentais da Força Pública contra as estruturas terroristas das FARC.


Ao comparar o relativo poder de combate das forças em contenda, fica claro que as baixas e capturas dos cabeças, iniciados com a certeira operação contra Martín Caballero até dezembro de 2009, produzem um balanço muito favorável para a Colômbia e o governo nacional, e indicam que a retirada estratégica das FARC, ordenada pelo Secretariado desde muito antes do Plano Renascer, minguou o espírito e a capacidade combativa dos terroristas, gerou deserções e permitiu que a Colômbia manobre a iniciativa operacional contra seu inimigo interno.


Soma-se ao que foi dito acima, o oportuno uso e a vantagem que a Polícia Nacional tirou para bem da ofensiva institucional, já que em boa parte o acesso à cadeia de custódia dos computadores apreendidos pela Força Pública dos cabeças das FARC, foi a fonte primária para coordenar e lançar novas e exitosas operações contra as estruturas armadas das FARC e, em particular, contra os cabeças que por anos assolaram regiões e pareciam imbatíveis.


Com mais de 20 anos de militância terrorista, Danilo era o terror do campesinato no sul oriental e parte do norte oriental antioquenhos. Desde sua já distante participação no assalto e destruição de parte da planta cimenteira de Rio Claro em Puerto Nare em 1987, até a data de seu falecimento, Danilo era o mesmo terrorista que chegou no começo dos anos oitenta a San Rafael, Antioquia, acompanhado pelo negro Filemón do Partido Comunista, junto com Caicedo, Olimpo, Camilo, Joaquín e “os vallunos” [1], com a finalidade de organizar as milícias bolivarianas, as lojas comunitárias e os projetos agrícolas comunistas com os mineiros do rio Nare até a semana passada, foi o terror dos habitantes dessa região.


Fora dos prontuários que as autoridades tinham contra ele, Danilo acumulava assaltos a mão armada na rodovia Medellín-Bogotá recrutamento de menores assalto aos municípios de Granada, Cocorná, San Luis e San Carlos assassinatos de lavradores em El Peñol, Caracolicito, San Roque, San Rafael e San Carlos extorsões na mesma zona seqüestros de fazendeiros tráfico de estupefacientes instalação de blitz ilegais desterro de camponeses assassinatos de soldados e policiais furto de armas e uniformes de uso privativo das Forças Militares atos terroristas nas hidrelétricas de Jaguas e Punchiná derrubada de torres de energia, etc.


Danilo era um delinqüente-chave para a projeção estratégica das FARC no sul oriental antioquenho, e por suas condições delitivas era um terrorista com projeção dentro do auto-denominado “Estado-Maior das FARC”, inclusive com possibilidades de chegar a pertencer à elite criminosa do Secretariado. Por razões óbvias, com muito hermetismo as FARC guardaram discreto silêncio a respeito de sua morte, pois é um golpe tático que sacode a espinha dorsal do grupo delitivo e um paradigma para convidar os demais cabeças de frentes a que desertem e entreguem os computadores, os documentos, as armas, os rádios, o material de intendência e as rotas do tráfico de estupefacientes que cada estrutura farianamanipula, pela simples razão de que, se continuar assim, a guerra está perdida para as FARC.


Por outro lado, é a persistente referendação aos demais terroristas que nem são imunes e que, além disso, tampouco têm locais seguros nas áreas de ingerência, pois além do óbvio cansaço da população civil com a presença intimidante dos bandidos em suas aldeias, cresce o nível de insatisfação e inquietação dentro das guerrilhas, razão pela qual há deserções, ciúmes dos comandos, desconfianças mútuas, fuzilamentos, delações e recorrente recrutamento de menores de idade, dado que os jovens camponeses com mais maturidade não se deixam enganar.


Frente a essa realidade, os cabeças do Secretariado acudiram a dois estratagemas bem claros. Na frente interna, o aumento da militância urbana e a manipulação da libertação dos seqüestrados, graças à dupla moral dos membros do Partido Comunista Clandestino incrustados nos mal chamados “Colombianos pela Paz”.


E no plano internacional, o apadrinhamento e apoio dos governos de Cuba, Nicarágua, Venezuela, Equador, Bolívia, Paraguai, Argentina, Irã e Brasil, em uníssono com os cantos de sereia do Movimento Continental Bolivariano.


A situação tática e estratégica apresenta uma enorme possibilidade de guerra psicológica a favor do Estado colombiano. Este é o momento exato para as Forças Militares e da Polícia desatarem em toda a Colômbia uma intensa campanha de propaganda com volantes, emissões de rádio, televisão, internet e comunicação cara a cara com camponeses, estudantes, presidentes de ação comunal, líderes religiosos, etc., para convidar os terroristas a que se desmobilizem sob pena de correr a mesma sorte de Danilo e seus guarda-costas.


Este trabalho não pode ser isolado. Deve ser excessivo com a publicação de textos impressos, com testemunhos de ex-guerrilheiros desmobilizados, de camponeses que residem em zonas liberadas do flagelo terrorista, com fotos, com charges, etc.


E ao mesmo tempo, que os cônsules, embaixadores e demais plenipotenciários cumpram com o dever patriótico de defender a Colômbia. Que saiam da comodidade de seus gabinetes e horários burocráticos, que sem começar a pedir diárias e saídas especiais, estruturem conferências e reúnam material de vídeo, áudio e impresso, traduzido a outros idiomas, para que possam ir a universidades, centros de estudo político, ONG’s, parlamentos, chancelarias, etc., para mostrar a realidade do que é o narco-terrorismo e quais são os alcances e capacidades da Força Pública na luta contra este flagelo.


Senhor Presidente Uribe, senhor Ministro da Defesa, senhores generais, a oportunidade estratégica está dada para desvertebrar por completo os remanescentes armados das FARC. Lembrem que quando o M-19 se rendeu estava quase nas mesmas condições das FARC, com muito pouca capacidade de resposta militar à pressão militar, porém com vários terroristas incrustados em organismos-chave que lhes permitiam publicidade midiática e manipulação política.


Lembrem, também, que pela falta de patriotismo e a dupla moral do extinto ex-presidente Alfonso López o ELN ressurgiu das cinzas em Anorí. Do mesmo modo que sucedeu quando o condescendente presidente Andrés Pastrana autorizou helicópteros para tirar os terroristas do cerco tático dirigido pelo general Canal na Terceira Brigada. A história militar e a experiência operacional ensinam que a exploração do êxito é a parte mais contundente da guerra pois, do contrário, como dizia Shaka Zulu: “O inimigo salta pelas costas e lhe morde a nuca”.


Não esqueçam que a guerra psicológica é a vitória da mente sobre a espada, e que o objetivo final da guerra é desarticular por completo a capacidade bélica do adversário.


Sem baixar a pressão militar que, pelo contrario, deve aumentar nesta etapa crucial, uma forte dose de ação psicológica sustentada e estruturada como campanha integral, pode contribuir para o desbaratamento final, para o golpe de misericórdia que a Colômbia tanto espera, para que não haja mais curingas de “Colombianos pela paz” brincando com a dor das vitimas do seqüestro e de seus familiares. E como segunda medida, para que os governantes comunistas da vizinhança aterrissem e se dêem conta de que, nem a Colômbia vai se integrar ao embuste escravagista de Fidel Castro e seus peões, nem as FARC poderão ter representatividade política com suas ações terroristas.


[1] Pertencente ou natural do Valle del Cauca, na Colômbia.


* Analista de assuntos estratégicos - www.luisvillamarin.com


Tradução: Graça Salgueiro

COMUNICADO DE UNOAMÉRICA - BRASIL





COMUNICADO DE UNOAMÉRICA - BRASIL



Face às inúmeras tentativas oriundas de diversas ONGs e entidades da 'sociedade civil' supostamente 'neutras', como a OAB e suas Regionais de reformar a Lei de Anistia, promulgada para pacificar a Nação Brasileira, tornando-a assim um instrumento revanchista para demonizar e crucificar nossos dignos militares que salvaram o País do destino terrível de se transformar numa nova Cuba de dimensões continentais, enquanto terroristas, guerrilheiros e assassinos auferem lucros imensos com indenizações como beneficiários da referida Lei, UNOAMÉRICA-BRASIL se pronuncia oficialmente, através de seus Delegados Nacionais.

Consideramos que estas tentativas estão inseridas na estratégia continental do Foro de São Paulo para desmoralizar as Forças Armadas da América Latina e as entidades civís que as apoiaram aqui em 1964, estas últimas já totalmente intimidadas a ponto de não se manifestarem. Não negamos que houve excessos, mas condenar as Forças Armadas como um todo e isentar terroristas e guerrilheiros de suas ações nefastas, tornando-os impunes por combater 'pela democracia' quando sabemos que sua intenção não era nada democrática mas visava implantar o comunismo no Brasil, é falsificar a história e deturpar a visão dos brasileiros, principalmente da juventude, sobre os fatos ocorridos há mais de quarenta anos. A condenação prévia a qualquer julgamento, como vem ocorrendo com alguns oficias denominados 'torturadores' antes de serem assim considerados pela Justiça, baseada unicamente em depoimentos e testemunhos dos interessados em levá-los à execração pública, é particularmente revoltante.

Esta estratégia vem dando certo nos demais países de nosso Continente com retubantes pseudo-julgamentos, particularmente na Argentina e no Uruguai, nações hoje dirigidas por terroristas Montoneros e Tupamaros, respectivamente, além da Colômbia que, apesar de contar com um presidente que honra, respeita e exalta seus militares e suas Forças Militares, tem hoje infiltrados das FARC e do falido M-19 nos mais altos escalões da Justiça que estão invertendo a História e condenando a longas penas seus heróis nacionais.

Condenamos tais iniciativas e esperamos que as mesmas não tenham êxito no Brasil.

21 de dezembro de 2009



GRAÇA SALGUEIRO

HEITOR DE PAOLA


Delegados nacionais de UNOAMÉRICA

Fracasso da Conferência de Copenhague

Fonte: VERDE: A COR NOVA DO COMUNISMO
sábado, 19 de dezembro de 2009


O pano desceu, o show acabou. Os chefes de Estado e governo de 119 países dispersaram-se em desordem.

Nem ficaram para tirar a “foto de família” de praxe invariável nestes eventos.

Copenhague, que costuma ter temperaturas mitigadas em tempo de Natal, via o frio e a neve baterem recordes.

No auge da luta contra o “aquecimento global”, Obama anunciou que precisava voltar de pressa porque uma formidável nevasca avançava sobre Washington.

E, de fato, no vídeo da chegada na base Andrews da Força Aérea, mal se discerne o poderoso Air Force One taxiando no terminal.

Não faltaram, e até foram muitos os comentários em sites americanos, sobre a coincidência da tempestade e da frustração do projeto insano da reunião de Copenhague. Como se a mão de Deus tivesse parte...


Os presidentes Obama e Lula, mais os representantes da China, Índia e África do Sul consensuram um texto de duas folhas e meia que, quando apresentado ao plenário, foi vaiado por boa parte dos presentes.

A reunião que deveria ter terminado às 15 hs da sexta-feira alastrou-se até o amanhecer de sábado.

No fim nem hot-dog havia para comer, e os ativistas das ONGs estrebuchavam de furor pelo fracasso espetacular da reunião.

Desde Cuba, Fidel Castro tripudiou contra os “ricos”, fazendo um defasado duetto com a ardida mas infrutífera arenga final do presidente Lula.


Quase pedindo perdão pelo fiasco o presidente dinamarquês da assembléia rogou aos presentes que concordassem pelo menos em “tomar conhecimento” do texto. Isto feito, de madrugada a reunião foi extinta, sem documento final.

Acabou tudo?

É pouco provável. Não estamos diante de uma onda razoável, mas sim diante de uma estranha "religiao", sem Deus e com socialismo.

Já há novos encontros programados para 2010 visando resolver o impasse.

Mas, o mundo civilizado e não-socialista respira aliviado e se prepara para passar o Natal com esse pesadelo afastado, ainda que temporariamente, da Terra.

A intelectualidade da educação esquerdista

Por que o brasileiro médio é um "papa-lixo"? Muito fácil: é porque é lixo o que recebe desde pequeno.

E o resultado disto?

As pesquisas mostram que não é só o médio que rola no chiqueiro. Ouça e leia. Depois dos vídeos veja a pesquisa:




E aqui, Olavo de Carvalho comenta a tragédia.





E aqui o professor fala da pesquisa.




Fonte: REVISTA ÉPOCA
03/12/2009 - 09:03 - ATUALIZADO EM 03/12/2009 - 09:03






32% dos brasileiros com ensino superior não são plenamente alfabetizados

Pesquisa indica que educação básica melhorou, mas qualidade dos cursos universitários pode estar caindo




DANILO VENTICINQUE

Agência O Globo
AVANÇO
A universalização do ensino básico diminuiu o analfabetismo funcional (???). Agora, é preciso melhorar a qualidade da leitura (???).













Se você consegue ler e interpretar um texto como este, você faz parte de uma elite no Brasil: o seleto grupo dos plenamente alfabetizados. Segundo a pesquisa Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgada pelo Ibope nesta semana, apenas 25% da população brasileira se enquadra nesta categoria – e o número não deve crescer tão cedo.
Realizada desde 2001, a pesquisa avalia a capacidade de leitura de textos e aplicação de operações matemáticas básicas de brasileiros entre 15 e 64 anos. Neste ano, foram entrevistadas 2.000 pessoas em regiões rurais e urbanas de todo o país.
Ao contrário da alfabetização básica (capacidade de entender textos curtos), que cresceu 9% desde 2007, a alfabetização plena parece estar fora do alcance do sistema educacional brasileiro. Essa contradição aparece no estudo com um misto de boas e más notícias: por um lado, a porcentagem de analfabetos funcionais no país chegou ao seu menor patamar da história (28%). Por outro, o número de brasileiros plenamente alfabetizados não só deixou de crescer como caiu 3% em relação a 2007. Desde o início da década, o índice permanece estagnado, apesar dos avanços em todos os outros níveis de alfabetização.
De acordo com o relatório da Inaf, o problema atinge até as universidades: 32% dos brasileiros com ensino superior completo ou incompleto não podem ser considerados plenamente alfabetizados. "O número é assustador", afirma a pesquisadora Vera Masagão, uma das coordenadoras do estudo. "Ele mostra que, com a popularização do ensino superior, a qualidade pode estar caindo."
Na teoria, o ensino médio completo bastaria para que qualquer pessoa fosse capaz de compreender e interpretar textos longos. Na prática, menos da metade dos alunos comprovaram essas capacidades. "Isso tem a ver com a qualidade da escola, que é insuficiente e não garante um aprendizado mínimo", diz Vera.
Ela afirma que, caso as tendências atuais se mantenham, o analfabetismo funcional deve continuar a cair de forma acentuada – principalmente entre pessoas de baixa renda, que antes não tinham acesso nem mesmo ao ensino fundamental. Para diminuir o abismo entre a alfabetização básica e a plena, no entanto, o acesso não é o bastante: é preciso investir na qualidade.

Os quatro níveis de alfabetização, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional:
Analfabetismo
Não conseguem realizar tarefas simples que envolvem a leitura, embora consigam ler números familiares (telefones, preços, etc.).

Alfabetismo rudimentar
São capazes de localizar uma informação explícita em textos curtos e familiares (como um anúncio ou pequena carta), ler e escrever números usuais e realizar operações simples, como manusear dinheiro para o pagamentos. São considerados analfabetos funcionais.

Alfabetismo básico
Leem e compreendem textos de média extensão, localizam informações mesmo que seja necessário realizar pequenas inferências e resolvem problemas envolvendo uma sequência simples de operações. No entanto, mostram limitações quando as operações requeridas envolvem maior número de etapas ou relações.

Alfabetismo pleno
Conseguem compreender e interpretar textos longos, distinguem fato de opinião, realizam inferências e sínteses. Quanto à matemática, resolvem problemas que exigem maior planejamento e controle, envolvendo percentuais, proporções e cálculo de área, além de interpretar tabelas, mapas e gráficos.

Confecom para quê?

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA

Existe uma pedagogia da Confecom para os amantes da sociedade aberta. Essa pedagogia ensina que não mais os valores tradicionais poderão viver de sua inércia. Eles terão agora que ser defendidos nos mesmos termos e no terreno em que são atacados, no campo da mobilização política.


O balanço final da Confecom revela vitória total dos seus idealizadores, pois os trabalhos chegaram a bom termo, com a chancela de um segmento empresarial importante. Celso Schröder, do
FNDC - Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, me disse que agora os movimentos populares terão substância para pressionar o Congresso Nacional na busca de transformar as "propostas" em marco legal. Provavelmente veremos acontecer uma grande mobilização no Ano Novo. No âmbito do Executivo tudo que depender de decretos e portarias poderá ser implementado, mesmo que contrarie o mercado e a sociedade aberta.


Existe uma pedagogia da Confecom para os amantes da sociedade aberta. Essa pedagogia ensina que não mais os valores tradicionais poderão viver de sua inércia. Eles terão agora que ser defendidos nos mesmos termos e no terreno em que são atacados, no campo da mobilização política. Dentro dessa visão caberá aos meios de comunicação estabelecidos o papel central na defesa do livre mercado. Lamentavelmente os empresários do setor comportam-se como se nada tivesse acontecido e que a gigantesca mobilização em torno da Confecom foi algo como fogo fátuo. Um engano notável.


O mal político não se corrige automaticamente, necessitando da ação dos homens lúcidos e moralmente elevados. É o tempo de agir.


Mesmo o Estadão, que nos últimos dias quebrou o silêncio e escreveu lúcido editorial, na edição de hoje ("
Exumação de uma ameaça"), a pretexto de criticar acabou por ocultar o essencial da Confecom: "as restrições à liberdade de imprensa se intensificaram assustadoramente nos países vizinhos - da Argentina à Venezuela, passando pela Bolívia e o Equador. Mais uma razão para levar a sério a nova sortida da Fenaj, em que autoritarismo e corporativismo se combinam de forma ominosa para manietar a mídia". O jornal se recusa a usar a expressão Foro de São Paulo para designar essa orquestração continental contra a liberdade. Ao fazer isso, presta um grande desserviço aos leitores e ao país, desarmando os espíritos.


O jornal O Globo, que ignorou os preparativos e a própria Confecom, hoje publicou o editorial "Cartas Marcadas", em que denuncia a má fé: "
Encerrada ontem, a Confecom, como previsto, aprovou propostas que vão contra a liberdade de imprensa e expressão, procuram intervir nas redações e criar obstáculos à ação da iniciativa privada nos meios de comunicação. Todos projetos de vezo inconstitucional".


A Rede Globo é o principal alvo dos revolucionários, aliados à Telebrasil e à Abra. Caberia à Globo, até por um imperativo de sobrevivência, liderar uma campanha para desacreditar os bolcheviques, e não se escorar nessa visão falsamente jurídica da questão, que é política. Não fará isso, todavia. Todos conhecem a fragilidade e a dependência da Rede Globo para com o poder estabelecido. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, é essa a tragédia para a qual caminha o tradicional grupo carioca.


A Folha de São Paulo também guardou silêncio e só hoje deixou sair uma reportagem bastante acanhada, que esconde o substantivo e até elogia os trabalhos: "
Sindicatos rejeitam redução de impostos sobre banda larga", como sub-título "Propostas consideradas ainda mais polêmicas, que tratavam do controle social da mídia, acabaram sendo derrubada em votação". O sub-título mente descaradamente, como podemos ler no site do FNDC resumindo o que foi aprovado: "Controle social e participação popular: a proposta estabelece uma "garantia de mecanismo de fiscalização, com controle social e participação popular" no financiamento das emissoras e nos conteúdos de promoção de cidadania, no cumprimento de "percentuais educativos" e de produções nacionais. Durante o debate em plenário, a Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra) disse que já existe uma forma de fiscalização por parte do governo; para o representante da sociedade civil, a proposta abre a possibilidade para maior participação da sociedade nos meios de comunicação".


Como podemos ver, nem os principais atores, que deveriam estar engajados na luta contra a tirania, estão de fato se engajando na própria defesa. Por conta disso, posso dizer que os idealizadores conseguiram uma ampla vitória: levaram a bom termo a Confecom, mostraram grande capacidade de mobilização, de articulação (seduziram um segmento importante do empresariado) e têm agora 672 "propostas" aprovadas, prontas para servirem de apoio ao seu proselitismo.


Para que a Confecom? Para uma única coisa: instituir a tirania nos meios de comunicação e, por essa via, pavimentar a instalação da tirania institucional no Brasil.

A fraude do aquecimento global desmascarada em emails



Globo fazendo das suas peripécias ou como não tornar verdadeira a verdade...

Abaixo vão ouvir o que seria uma tentativa de justificar o uso da palavra "truque". Pois bem, INDEPENDENTE da justificativa ser válida ou não, tem algo MUITO MAIS GRAVE que não poderia com facilidade ser encaixado na categoria "fora de contexto". O sujeito diz no e-mail "...PARA ESCONDER O DECLÍNIO (DA TEMPERATURA GLOBAL)".

A frase toda, segundo a Globo é esta:

- "Apliquei um truque para AUMENTAR as temperatturas reais de cada série dos últimos 20 ANOS para ESCONDER O DECLÍNIO".

A Globo faz de conta que existe o restante da frase e não pergunta nem nos faz refletir sobre o assunto mas a coisa aqui é diferente. Meu interesse é fazer acordar, despertar as pessoas que gostam de conhecer, trazer todos para uma briga: precisamos remover das cátedras, da política, da mídia e do meio empresarial CANALHAS como estes.

Este sujeito chama-se PHIL JONES e já recebeu, segundo a "matéria", mais de 10 milhões de DÓLARES para estudar o clima. Os e-mails pertencem à turminha que manda para a ONU os "dados" sobre o aquecimento global.

Viram o tipo de gente que está por trás do aquecimento global causado pelos seres humanos e suas atividades? Usam truques para esconder o que está acontecendo no últimos 20 anos, que é, de fato, uma queda da temperatura global.

A isto, uma queda de temperatura, chamam de elevação de temperatura.


Mas tem mais.


Ainda segundo a "matéria" Al Gore está para perder o Oscar ganho com o "documentário" Uma Verdade Inconveniente.

UnoAmérica cria comissão para investigar assassinato de ativistas



Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA

Ironicamente, em 17 de dezembro de 2009, justo no mesmo dia em que Moya Lara e Graciano foram torturados e assassinados, a Corte Interamericana de Direitos Humanos emitiu uma resolução negando as medidas provisórias solicitadas 22 meses antes pelos defensores de direitos humanos.

Bogotá, 19 de dezembro - A União de Organizações Democráticas da América, UnoAmérica, anunciou hoje a criação de uma Comissão Internacional para investigar o vil assassinato dos defensores de direitos humanos, Manuel Moya Lara e Graciano Blandón, pelas mãos da Frente 34 das FARC, fato acontecido no passado 17 de dezembro.

Moya Lara e Blandón fizeram parte do grupo de afro-descendentes que denunciou na Procuradoria 14 de DDHH (Processo nº 2022) os vínculos existentes entre as FARC e a ONG Comissão Inter-eclesial de Justiça e Paz, liderada pelo sacerdote marxista Javier Giraldo. Além disso, denunciaram o deslocamento forçado e sangrento do qual foi vítima a população afro-descendente da bacia do rio Atrato em 1997 pelas mãos das FARC.


Em 4 de fevereiro de 2008, Moya Lara e Graciano viajaram à Costa Rica, para denunciar ante a Corte Interamericana de Direitos Humanos a ação das FARC e da mencionada ONG
Comissão Inter-eclesial de Justiça e Paz, por suas ações criminosas contra as comunidades afro-descendentes de Curbaradó e Jiguamiandó.


Na mesma audiência, Moya Lara e Graciano solicitaram medidas provisórias para conseguir a proteção do Estado da Colômbia frente às múltiplas ameaças que desde muito tempo atrás se crivavam sobre suas vidas, as de suas famílias e as de seus representantes em Puerto Lleras e Pueblo Nuevo.


Ironicamente, em 17 de dezembro de 2009, justo no mesmo dia em que Moya Lara e Graciano foram torturados e assassinados, a Corte Interamericana de Direitos Humanos emitiu uma resolução negando as medidas provisórias solicitadas 22 meses antes pelos defensores de direitos humanos.


Frente a estes fatos tão deploráveis, UnoAmérica declara o seguinte:


Primeiro
, manifestamos nossa condenação mais enérgica pelo cruel assassinato antecedido de tortura dos defensores de direitos humanos, Manuel Moya Lara e Graciano Blandón, pelas mãos da Frente 34 das FARC.


Segundo
, instamos a Procuradoria Geral da Nação da Colômbia a investigar os fatos, assim como os possíveis vínculos do sacerdote Javier Giraldo com este massacre.


Terceiro
, denunciamos a omissão cúmplice da Corte Interamericana de Direitos Humanos e a negligência do Estado Colombiano ao não outorgar as medidas provisórias solicitadas oportunamente pelos hoje mártires afro-descendentes, Manuel Moya Lara e Graciano Blandón.


Quarto
, solicitamos outorgar o status de Alerta Prematuro, com medidas provisórias e de proteção efetiva a favor dos representados por Moya Lara e Blandón, entre eles as 231 famílias pertencentes aos Conselhos Menores de Puerto Lleras e de Pueblo Nuevo, a ao Conselho Menor de Bocas de Curbaradó, assim como as 450 famílias deslocadas representadas pelo "Comitê de Gestão para o Retorno".

Quinto, anunciamos a criação de uma Comissão Internacional para investigar os fatos acima mencionados, a fim de determinar as responsabilidades a que tenham lugar e executar as ações internacionais correspondentes.

Sexto, instituímos o dia 17 de Dezembro de cada ano, dia de luto humanitário em memória dos mártires afro-descendentes defensores dos direitos humanos, Manuel Moya Lara e Graciano Blandón.

Tradução: Graça Salgueiro

Negação do direito natural à defesa

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA


Há um desconhecimento total do sistema de crenças xi'ita baseado fundamentalmente na doutrina da taqiyya, um dos principais elementos da fé, a lógica religiosa que obriga os fiéis à dissimulação e a esconder suas reais intenções no trato com os infiéis.

Existe uma lei que não está escrita em lugar nenhum além dos nossos corações... Me refiro à lei que estabelece que, se nossas vidas estão ameaçadas por um complô ou pela violência ou por ladrões armados, nossos inimigos, todo e qualquer método que usemos para nos proteger é moralmente certo.
CÍCERO (106-43 AC)

A lei a que se refere Cícero é comum a todos os seres vivos, mas só o Homem tem a capacidade de usá-la de acordo com sua consciência. Freud deu a ela o nome de instinto de vida e atribuiu sua existência à herança genética. Embora a Lei Mosaica inclua o não matarás, a Torah admite a supremacia da defesa da própria vida, dos seus, e dos bens de sua propriedade. Este impulso está tão arraigado em nós que até a lei positiva admite alegítima defesa como fator de absolvição. Esta lei, que vale para todos, parece ter sido revogada para o Estado de Israel e, por extensão, a todo o povo judeu. A revogação não se deu inicialmente em nenhuma instância específica e identificável, como o Partido Nazista, mas através da fórmula I. I. D. I. N., sigla em inglês de Infiltração, (in)Doutrinação, Desmoralização, Intimidação e, finalmente, Normalização (apud Marion Valentine).

O furor anti-judaico, presente em grande parte da história conhecida, refluiu dramaticamente após o conhecimento dos horrores do Holocausto. Mas foi um refluxo do tipo ondas do mar: a ele se segue novo fluxo, geralmente mais forte. Durante o refluxo o furor não mais que permaneceu latente, conseqüentemente mais perigoso ainda. Se a fonte não era identificável o alvo agora sim: não é necessário atacar os Judeus, mas o Estado de Israel [[*]]. Inicialmente foi-se infiltrando na mídia a idéia de que havia um povo ocupando o território e que Israel era um invasor de terra alheia. Criando-se a ficção do 'povo palestino' e infiltrando-a de forma subliminar, mas contínua e maciça, passou-se à fase da doutrinação utilizando-se a idéia mágica da paz. Não se pergunta quem iniciou alguma hostilidade, pois a infiltração da idéia de invasão basta para estabelecer que fosse o invasor. O argumento de que Israel foi desde sua fundação e diversas vezes depois invadido já está estabelecido como somente campanhas de retomada de território ocupado. O obstáculo à 'paz', como bem maior da humanidade', é sempre o invasor, Israel.


Mas Israel se defende, seguindo aquela lei que está 'em nossos corações'. Então é preciso seguir para a fase de
desmoralização: toda ação defensiva de Israel passa a ser, por princípio, imoral por ser 'desproporcional', contra um povo faminto, pobre, maltrapilho e verdadeiro dono do território. Episódios lamentáveis ocorrem em qualquer guerra, mas assimetricamente aqueles perpetrados pelos 'palestinos' estão desculpados in limine, enquanto os que ocorrem por tropas da Tzahal são genocidas. Sabra e Chatila foi um prato cheio. A mais cruel campanha de desmoralização mostra os soldados de Israel com a suástica e compara a guerra contra um povo pesadamente armado pelos 'irmãos' árabes e pelos países ocidentais com o Holocausto.


Preparado o terreno parte-se para a
intimidação: resoluções da ONU, condenações da 'comunidade internacional', investigações e relatórios falsos tentam acuar o Estado Judeu do qual se exigem concessões covardes e indignas em nome da 'paz', subserviência a 'obrigações internacionais' abjetas, e conseguem eco dentro da própria comunidade judaica, como o movimento Paz Agora.


Após décadas submetida a este processo a população mundial - e até mesmo dentro de Israel - já não consegue assimilar informações realísticas sobre a situação na região: é o estágio final, a
normalização: a condenação a Israel, prévia a qualquer julgamento da consciência e exame da situação, tornou-se a norma.


As ameaças iranianas de provocar um novo Holocausto pareciam que podia reverter o quadro, mas não: existe o horror, sim, mas por trás há uma frasezinha não falada:
se Israel não existisse...! Além do que, as ameaças são atribuídas à 'loucura' de um líder e não à própria natureza do Islam xi'ita. Os protestos contra Ahmadinejad são baseados na crença que se ele cair e o governo iraniano for outro, as coisas se passarão diferentemente, pois outro seria mais confiável. Há um desconhecimento total do sistema de crenças xi'ita baseado fundamentalmente na doutrina da taqiyya, um dos principais elementos da fé, a lógica religiosa que obriga os fiéis à dissimulação e a esconder suas reais intenções no trato com os infiéis.


Não dá mais para esperar, ou Israel ataca as instalações nucleares iranianas imediatamente ou há grandes chances de que as ameaças se concretizem.


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Nota:

[*] Estou me referindo ao Ocidente, momentaneamente deixando de lado o Islam, pois minha idéia aqui é mostrar o fenômeno da hipocrisia e não a condenação aberta.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".