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quinta-feira, 2 de abril de 2009

Mises contra Marx

MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por David Gordon | Qui, 26 de Março de 2009

Se instados a citar o principal crítico do marxismo, a maioria dos economistas simpáticos ao livre mercado iria mencionar Eugen von Böhm-Bawerk, que em seu tratado Capital and Interest (Capital e Juro) e em seu folheto Karl Marx and the Close of His System (Karl Marx e o Fim do Seu Sistema) demoliu por completo a teoria do valor-trabalho, o sustentáculo da economia marxista.


Mas a teoria do valor-trabalho é apenas uma parte do marxismo.  E quanto ao resto do sistema?  É aqui que se faz necessário analisar a obra do maior e melhor aluno de Böhm-Bawerk, Ludwig von Mises, cuja análise devastadora do marxismo é de inigualável excelência.  Sua contribuição à crítica do marxismo é encontrada principalmente em dois de seus livros: Socialismo e Teoria e História.


O Manifesto Comunista (1848) famosamente declara:  "A história de todas as sociedades existentes até hoje é a história da luta de classes".  Cada sistema social, na visão marxista, é caracterizado por uma diferente variedade de conflitos de classe.  No sistema capitalista, obviamente, o infindável conflito se dá entre capitalistas e proletários.  No decorrer da batalha social entra as classes, os membros ou amigos de cada classe elaboram teorias de vários tipos voltadas exclusivamente para a defesa daquela classe.  Essas teorias, independente do que digam, não se originaram da busca pela verdade objetiva.  Como todo o pensamento "ideológico", as teorias econômicas, sociais e políticas refletem meramente o interesse de classe.


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Mises, mais vigorosamente do que qualquer outro crítico de Marx, transpôs e descortinou a essência dessa visão falaciosa.  Se todo o pensamento sobre questões sociais e econômicas se baseia na questão social, o que dizer sobre o próprio sistema marxista?  Se, como Marx orgulhosamente proclamava, sua intenção era explicar para a classe operária sua condição de espoliada, por que então qualquer uma de suas visões deveria ser aceita como verdadeira?  Mises corretamente apontou que a visão de Marx era auto-refutável: se todo pensamento social é ideológico, então a proposição marxista é em si ideológica, o que faz com que seus fundamentos já nasçam naturalmente solapados. Na sua obra Teorias da Mais-Valia, Marx não consegue conter seu escárnio em relação à "apologética" de vários economistas burgueses.  Ele não percebeu que, ao escarnecer constantemente a tendenciosidade de seus economistas contemporâneos, ele estava cavando a sepultura de seu enorme trabalho de propaganda em favor do proletariado.


Mises nunca se cansou de enfatizar um tema que ele expressou sucintamente em seu livro Liberalismo: "O homem tem apenas uma ferramenta com a qual lutar contra o erro: a razão".  Por "razão", ele se referia a um procedimento lógico de validade universal.  Aquele que nega o poder da razão cai em contradição - logo, está se refutando a si próprio.  Se a razão for subordinada a alguma outra faculdade, seja o interesse de classe, o conhecimento hermenêutico ou qualquer outra idiossincrasia não-racional que seja atraente, o resultado não será outro que não uma estultice.  Se não há lógica, qual razão pode haver em qualquer postulado?


O ataque de Mises ao marxismo não se limitou à essencial porém hermética área da epistemologia.  Ele também analisou em detalhes os principais temas da interpretação marxista da história.  De acordo com Marx, o segredo da história está nas forças da produção. (Grosso modo, as forças de produção de uma sociedade consistem na tecnologia dessa sociedade).  Essas forças, ao longo da história, apresentam uma constante tendência ao desenvolvimento.  À medida que o fazem, elas exigem mudanças nas relações de produção, isto é, no sistema econômico e social que existe em uma determinada sociedade. Em um momento, por exemplo, o feudalismo era o sistema que melhor estava adaptado para desenvolver as forças de produção.  A partir do momento em que ele deixou de ser o sistema mais eficiente, o capitalismo o substituiu, quebrando aquilo que Marx chamou de "grilhões" que a economia senhorial do feudalismo impunha à produção.  Por sua vez, por imposição das forças de produção, o capitalismo será substituído pelo socialismo, um sistema que, como Marx antecipou, seria imensamente mais produtivo que seu antecessor. (Cavaleiro do Templo: não é piada, o satanista "pensava" que assim seria, como bem mostrou depois a URSS, Cuba, a China de ANTES do CAPITAL construir IMENSAS FÁBRICAS E EMPRESAS, a Coréia do Norte, Vietnã e todos os outros países solapados pelo FLAGELO chamado SOCIALISMO/COMUNISMO/SATANISMO).


Em seu livro Teoria e História, Mises apresentou uma simples indagação que se comprovou letal à alegada "ciência do materialismo histórico".  Como foi explicado, o crescimento das forças de produção supostamente é a causa mor das revoluções.  É ele que impele a sociedade a realizar mudanças drásticas em sua estrutura.  Mas o que exatamente determina esse crescimento das forças de produção?  Como Mises vivia dizendo, apenas indivíduos agem.  As classes, as "forças de produção", "as relações de produção", etc., são em si apenas abstrações.  Separadas da ação dos seres humanos, elas são nulas e impotentes.  Assim como o Geist (Espírito) hegeliano, as forças de produção de Marx são um fenômeno que se desenvolve autonomamente e que governa a vontade humana.  Marx jamais se preocupou em explicar como tais forças, elas próprias os efeitos da ação humana, podem exclusivamente determinar toda a importante ação humana.


Uma vez que se tenha entendido que são os indivíduos que agem - e não as forças de produção -, todo o esquema marxista sobre a evolução histórica cai por terra.  Se são os seres humanos que criam por seus próprios atos as forças de produção, ao invés de serem as forças de produção que determinam esses atos, então a transição de um sistema econômico para outro não é uma inevitabilidade, como Marx dizia ser.  Tais mudanças irão ocorrer apenas se as pessoas agirem para criá-las - e somente assim.  Se alguém contestar dizendo que existem leis que determinam a ação humana, esse contestador terá de ter a bondade de produzir essas leis para que possamos examiná-las.  Agora, que os resultados daquilo que as pessoas criam podem não ser aqueles esperados, isso já é outra discussão.


O marxismo, como o "filósofo" stalinista M.B. Mitin gostava de afirmar pomposamente, é "um chamado à ação".  E a ação que os marxistas têm em mente é obviamente a substituição do capitalismo pelo socialismo. (Cavaleiro do Templo: aproveitando a deixa do artigo, veja o vídeo SOCIALISMO PETISTA clicando AQUI e ENTENDAM DE UMA VEZ POR TODAS o que LULA e sua gangue querem para o Brasil. A fala à qual me refiro começa aos 2 minutos e cinquenta e quetro segundos mas todo o vídeo é mentira, degradação, estupidez fingida e canalhice do começo ao fim. Bom, saído das entranhas de Marx, o que poderíamos esperar?).  Em uma famosa passagem no volume III do Capital, Marx antevê um futuro auspicioso sob as bênçãos do socialismo, no qual as pessoas poderão dedicar a maior parte do seu tempo ao lazer.(Cavaleiro do Templo: entenderam agora porque todos os VAGABUNDOS do universo adoram o satanista e sua "obra"? Segundo ele, o ócio estabelecer-se-ia na sociedade por decreto, visto que ele nunca demonstrou como isto aconteceria na prática. Não é a "ideologia" ideal daqueles que não querem investir tempo algum em esforço pessoal? É tudo muito simples: Marx era VAGABUNDO, vivia do esforço/dinheiro dos outros. O que ele poderia produzir além do reflexo de seu ideal de vida? É querer demais achar que um VAGABUNDO poderia produzir alguma obra que não fosse OBRA FECAL, como diz Olavo de Carvalho). Trabalhar pelo mero sustento se tornará simples memórias de um passado longínquo.


Tal é a promessa marxista.  Porém a realidade, como Mises demonstrou, era algo bem diferente.  Em seu argumento, Mises não se baseou empiricamente nos resultados do experimento socialista na Rússia soviética.  Ao invés disso, como aqueles familiarizados com seu método praxeológico já imaginam, Mises ofereceu a prova de que o socialismo era em sua natureza impossível.


Ele apresentou seu argumento em um famoso artigo publicado em 1920 que, com maior elaboração, foi incorporado a sua grande obra Socialismo (1922).  Como é característico de Mises, seu argumento em essência é um só (o grande economista austríaco tinha um infalível instinto para analisar o âmago de qualquer teoria por ele considerada): dada uma lista de bens a serem produzidos - sejam aqueles desejados pelos membros da sociedade (os consumidores) ou aqueles planejados por um ditador - qualquer economia desenvolvida precisa ter uma maneira de decidir como empregar seus recursos da melhor maneira possível para produzir os bens desejados.


Sob o capitalismo, esse desafio é respondido totalmente à altura das dificuldades apresentadas.  Os recursos que existem - a terra, o capital ou o trabalho - são propriedade de indivíduos. Essas pessoas irão comercializar suas propriedades no mercado.  Ao fazerem isso, elas poderão precificar os bens de produção de acordo com a eficiência com que estes podem ser utilizados para atender os desejos dos consumidores.


Os detalhes desse complexo e fenomenal processo não podem ser aqui elaborados.  Porém, em todo caso, ninguém pode seriamente negar que o livre mercado é capaz de realizar a tarefa do cálculo econômico acima descrita.  O ponto principal da acusação de Mises ao socialismo, e o aspecto mais controverso de seu argumento, é sua afirmação de que somente o capitalismo pode resolver o problema do cálculo econômico.  O socialismo, em particular, não pode.


Novamente sem entrar em detalhes, o ponto principal do raciocínio de Mises pode ser rapidamente entendido.  O socialismo por definição consiste no gerenciamento centralizado da economia, sendo que seus principais meios de produção são de propriedade "pública", ou seja, do governo.  Como pode um sistema centralizado, onde não há mercados, decidir qual é a maneira mais eficiente de se utilizar os recursos necessários para a produção de um determinado bem?  Pois se não há um livre sistema de preços para balizar a produção, a utilização de recursos passa a ser feita às cegas.  Qualquer "preço" que o planejador da economia imponha para qualquer bem será arbitrário e não terá qualquer valor para um cálculo genuíno.  (Um detalhe técnico deve ser mencionado para que o argumento não seja mal entendido: Mises afirma que um sistema socialista não tem os meios para calcular os preços dos bens de produção, o mesmo não sendo necessariamente válido para os preços dos bens de consumo ou bens de primeira ordem).


Ou seja, a explicação de Mises pode ser sucintamente resumida da seguinte forma: se os meios de produção pertencem exclusivamente ao estado, não há um genuíno mercado entre eles.  Se não há um mercado entre eles, é impossível haver a formação de preços legítimos.  Se não há preços, é impossível fazer qualquer cálculo de preços.  E sem esse cálculo de preços, é impossível haver qualquer racionalidade econômica - o que significa que uma economia planejada é, paradoxalmente, impossível de ser planejada.


Podemos imediatamente ver como o argumento de Mises desfere o golpe de misericórdia no marxismo. Este sistema alega que o socialismo é uma inevitabilidade porque o desenvolvimento das forças de produção irá inevitavelmente levar à sua implementação.  Mesmo que desconsiderássemos o argumento de Mises, de que o crescimento das forças de produção não é algo inevitável, poderíamos perceber que a visão de Marx é comicamente absurda: o capitalismo não apenas é o mais eficiente sistema econômico como também é o único sistema econômico eficiente.  Se - por mais impossível que isso seja - as forças de produção de fato crescessem por conta própria, não seria o socialismo o sistema que elas iriam estabelecer.  Seria o capitalismo.


Continuando seu ataque ao marxismo, Mises explorou o porquê de Marx não levar em conta o problema da eficiência.  E nesse quesito a resposta de Mises não admite contestações.  Marx não disse nada sobre o problema do cálculo simplesmente porque ele não dedicou atenção alguma às instituições econômicas do socialismo.  Fazer isso, pensava Marx, seria o equivalente a estabelecer "modelos" para o futuro, no mesmo estilo dos socialistas utópicos, os quais ele sempre escarnecera.  Com uma completa irresponsabilidade intelectual, ele pregava a derrubada da intricada economia capitalista - que ele próprio havia admitido ser a mais produtiva da história - para poder estabelecer um sistema cujas instituições ele sequer havia se dado ao trabalho de analisar.


Entretanto, quando se considera as respostas dadas a Mises por seus críticos socialistas, pode-se pensar que talvez a política de Marx - a de desconsiderar os problemas do socialismo - acabou sendo mais sábia do que ele poderia imaginar.  Mises não teve dificuldades em refutar todas as soluções socialistas que foram tentadas em resposta ao seu problema do cálculo econômico.  Alguns correram para a matemática: um sistema de equações simultâneas permitiria que os preços necessários fossem descobertos.  Como, em um regime em constante mudança, essas equações funcionariam, é algo que os proponentes dessa idéia preferiram não responder.


A mais famosa resposta dada a Mises, entretanto, está em outra área.  O economista polonês Oskar Lange, que residiu nos EUA por um bom tempo até que, após a Segunda Guerra Mundial, a bajulação e o charme da Polônia comunista acabaram com sua resistência e imunidade ao regime, alegou que a economia socialista não precisava necessariamente abandonar o mercado.  Era possível que ambos coexistissem, embora para alguns a expressão "socialismo de mercado" tenha tanto sentido quanto um "círculo quadrado" - Lange, obviamente, não estava dentre os que pensavam assim.  Mas sua proposta, conquanto original, não teve melhor sucesso que as outras.  Mises submeteu-a a impiedosos ataques, os detalhes dos quais deixo para o leitor interessado explorar nos trabalhos de Mises.  Em particular, sua iluminadora discussão sobre seus críticos em Ação Humana deve ser consultada.


Mises expôs inúmeros, cruciais e irremediáveis erros do marxismo.  Uma leitura de suas críticas inevitavelmente fará com que se aplique ao marxismo o famoso trecho do poema "Ozymandias":


"Nada mais resta: em redor a decadência

Daquele destroço colossal, sem limite e vazio

As areias solitárias e planas espalham-se para longe."

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David Gordon, membro sênior do Mises Institute, analisa livros recém-lançados sobre economia, política, filosofia e direito para o periódico The Mises Review, publicado desde 1995 pelo Mises Institute. É também o autor de The Essential Rothbard.


Publicado originalmente no Instituto Ludwig von Mises Brasil


Tradução de Leandro Augusto Gomes Roque

PERGUNTAS PARA COLOMBIANOS PELA PAZ - VILLAMARIN PULIDO



Coronel Luis Alberto Villamarín Pulido


Frente à inundação de ações terroristas e teatrais manipulações politiqueiras que as FARC e seus cúmplices têm desatado, a partir do momento em que o auto-denominado grupo Colombianos pela Paz interveio sem que ninguém lhe solicitasse, nem que o governo nacional o encarregasse de mediar para a libertação de seqüestrados, surgem uma série de perguntas muito pontuais à espera de que sejam respondidas pelos aludidos.


Se é certo que Colombianos pela Paz não é na realidade “Colombianos pelas FARC”, como parecem demonstrar as suspeitas atuações de alguns de seus afiliados, algo assim como sucede com Telesur, que na prática é TeleFARC, então é necessário que esta midiática ONG explique aos colombianos:


1. Qual a razão para que, por ocasião do massacre dos indígenas Awá Colombianos pela Paz limitou-se a pedir às FARC uma explicação, porém não condenou a execrável ação terrorista? Pelo contrário, guardaram silêncio que com o tempo torna-se um comportamento cúmplice.


2. Qual a razão para que Colombianos pela Paz, que na aparência quer se apresentar como um ente imparcial e com fins altruístas, guarde silêncio constante ante ações terroristas das FARC, tais como a destruição do aqueduto de Villavicencio, a incineração de veículos na via Panamericana, a bomba de Blockbuster, o plano de assassinato contra o ministro da Defesa, as confissões do ex vice-ministro equatoriano Chauvín de suas relações com as FARC em nome do governo equatoriano, as destemperadas e agressivas ofensas permanentes de Rafael Correa, o principal sócio equatoriano das FARC, a clara evidência dos nexos das FARC com o narcotráfico, encontradas em recentes documentos apreendidos, etc.?


3. Qual a verdadeira razão para que, em vez de fazer o jogo das FARC com a brusca mudança de tom e cruel manipulação da dor da mãe do major Guevara assassinado em cativeiro, com o argumento fútil de sua suposta visão humanitária imparcial, não se põem em seu lugar, com uma dignidade ofendida como a que aparentavam Piedad Córdoba e Daniel Samper quando os terroristas do Bloco Sul os fizeram cúmplices da maneira como realizam espionagem para perpetrar atos terroristas contra o Estado de Direito, mediante supostas interceptações das comunicações da Força Aérea com unidades de superfície?


4. Por que não assumem uma posição vertical, séria, imparcial e coerente com os destinos nacionais e a segurança global do Estado e da sociedade, em vez de servir de multiplicadores das farsas que em nome do jornalismo Jorge Enrique Botero e Holman Morris montam em torno da suposta busca do acordo humanitário?


5. Colombianos pela Paz tem uma idéia clara acerca de quais são os propósitos publicitários das FARC e dos comparsas dirigidos a ressuscitar o cadáver político das FARC?


6. Colombianos pela Paz pensou em depurar-se e tirar do seu seio os eventuais membros das FARC que, como integrantes do Partido Comunista Clandestino ou do Movimento Bolivariano do grupo terrorista ocultam suas intenções, e escondidos promovem o que serve aos objetivos finais das FARC, convertendo os demais sonhadores de paz em idiotas úteis da guerrilha?


7. Alguma vez Colombianos pela Paz perguntou às FARC o que é que os terroristas entendem por paz, tendo em vista que os documentos encontrados em diversos acampamentos farianos deixam claro que a única paz válida para as guerrilhas comunistas colombianas é a tomada do poder para implantar uma ditadura comunista?


8. Qual é a relação orgânica, ideológica, procedimental ou associativa de Colombianos pela Paz com a Coordenadora Continental Bolivariana e o Foro de São Paulo?


9. Por que Colombianos pela Paz não censura a dupla moral dos terroristas e, pelo contrário, lhes faz o jogo com a idéia desproporcionada de pedir que o governo entregue os restos mortais de Raúl Reyes em troca da devolução do cadáver do major Guevara, e ao mesmo tempo não deixa claro aos guerrilheiros que a tarefa de aclimatar a paz sem ardis exclui as jogadas politiqueiras oportunistas com a dramática carga de dor das vítimas, como ocorreu com a calculada manipulação da libertação dos seis seqüestrados no começo de fevereiro de 2009, e agora com o drama da mãe do major Guevara?


10. Os autodenominados Colombianos pela Paz entenderam que sua suposta tarefa, pelo menos a que exteriorizaram de ser facilitadores da paz, é contrária a servir de idiotas úteis da propaganda comunista dos terroristas?


11. Todos os integrantes de Colombianos pela Paz avaliaram que as comprometedoras evidências encontradas nos computadores de Reyes, da aproximação afetiva, ideológica e procedimental de alguns de seus membros com as FARC deslegitima esta ONG, e para começo dá a entender que se não é uma organização política de fachada do PCCC, pelo menos é manipulada pelos terroristas infiltrados, quer dizer, que alguns são idiotas úteis dos camaradas?


12. Refletiram no interior do grupo Colombianos pela Paz que uma coisa é odiar o senhor Álvaro Uribe como pessoa, estar em desacordo com seu estilo de governo e sua ideologia, porém que outra mais grave é servir de idiotas úteis aos propósitos políticos e propagandísticos das FARC, do Foro de São Paulo, da Coordenadora Continental Bolivariana, da ala radical do Polo Democratico e da linha dura do Partido Comunista Colombiano que apregoa a combinação das formas de luta para assaltar o poder político pela força e impor uma tirania similar à cubana?


13. Nessa ordem de idéias, terão entendido os membros de Colombianos pela Paz que nem as FARC, nem os dinossauros comunistas, estatistas, promotores do parasitismo trabalhista, não são a solução aos graves males da Colômbia, senão um dos mais graves problemas que assediam o país?


14. Por que Colombianos pela Paz não se manifestou contra a afronta contra a dignidade nacional promovida pelos comunistas venezuelanos de declarar o 26 de março como o “dia do direito à rebelião armada”, e ao mesmo tempo mitificar Tirofijo, um dos assassinos e narcotraficantes mais perigosos do mundo?


15. Todos os membros de Colombianos pela Paz são conscientes de que no fundo as FARC e seus comparsas buscam a legitimação política, não para se desarmar e se desmobilizar, mas para tirar o rótulo de terroristas, conseguir que o governo colombiano retire os encargos contra os implicados nos conteúdos dos computadores de Reyes, e a médio prazo impulsionar a candidatura presidencial de Piedad Córdoba?


16. Sabem ou não sabem todos os membros de Colombianos pela Paz que Lula da Silva, Chávez, Correa, Ortega, Morales, as FARC e os demais conspiradores não renunciaram ao objetivo de derrocar o sistema democrático colombiano para impor uma ditadura comunista similar à que empobreceu e levou Cuba à miséria e que, pelo contrário, todo esse espetáculo midiático é parte das linhas de ação do Plano Estratégico?


17. Os Colombianos pela Paz entendem ou não que as libertações dos seqüestrados a conta-gotas são apenas um estratagema dos terroristas, ou acodem ao surrado argumento do mais inepto e desprestigiado dos presidentes colombianos de toda a história, de que foi tudo feito pelas suas costas?


Se não há respostas claras e pontuais a estas e outras perguntas desta mesma natureza, crescerão as dúvidas acerca da legitimidade e transparência do suposto objetivo altruísta que os membros de Colombiano pela Paz realizam.



Tradução: Graça Salgueiro



autor é Analista de assuntos estratégicos


Fonte: www.eltiempo.com/blogs/analisis_del_conflito_colobiano

Obama diz: Lula é boa pinta! Leva para lá então, por favor!!!

LOST IN THE E-JUNGLE
02/04/2009 


Vocês, desdenhosos malditos de uma figa, ficam falando mal dos índices de popularidade do nosso inteligentíssimo Presidente da República. O que é que tem ele ter 101% de aprovação aqui na terrinha? A popularidade dele vai além disso, seus merdas!


Na reunião do G20, em Londres, o próprio todo-poderoso Obama disse que o nosso venerável governante é “o cara”, “boa pinta”, “mais popular do MUNDO”. A popularidade do Lula é de 1236473%, porra! Vejam aqui e caiam mortos de desgosto!


Eu achei que isso fosse mais uma daquelas brincadeiras de 1º de abril, mas o G1 faz questão de informar que o fato ocorreu hoje (2 de abril).Observação importante: Eu estive procurando pelo vídeo citado no artigo para ter uma cópia dessa situação inusitada e reparei que o artigo foi “kibado” por todas as agências de notícias… quem copiou de quem eu não sei, mas os caras nem sequer fazem questão de redigir algo levemenete diferente. É tudo na base do Copy and Paste mesmo… vergonhoso!


Bem… sobre o barbudo ser o mais popular do mundo, só tenho uma coisa a dizer: Putz!


Update: Confira essa boiolice do Obama em vídeo:


Envenenando as almas das crianças

Por e-mail (sic)




Envenenando as almas das crianças
 

No capítulo 3º do livro didático “Português Linguagens - 5º ano”, de autoria de William Roberto Cereja e Thereza Cochar (Editora Atual, pertencente ao grupo Saraiva - clique aqui para ver), os estudantes encontram, logo abaixo do título – “O gosto amargo da desigualdade” –, o seguinte parágrafo:


Você alguma vez já se sentiu injustiçado? Seu amigo com duas bicicletas, uma delas novinha, e você nem bicicleta tem... Sua amiga com uma coleção inteirinha da Barbie, e você que não ganha um brinquedo novo há muito tempo... Se vai reclamar com a mãe, lá vem ela dizendo: ‘Não reclama de barriga cheia, tem gente pior do que você!’. Será que há justiça no mundo em que vivemos?


A resposta negativa é apresentada sob a forma de um texto, em estilo pretensamente literário, seguido de uma bateria de perguntas destinadas a atiçar o “pensamento crítico” dos alunos (supondo-se, é claro, que crianças de 10 anos possuam conhecimento e maturidade para pensar criticamente).


O texto consiste, resumidamente, no seguinte: ao ver o filho entretido com um globo terrestre, o pai lhe confessa a sua “birra contra geografia”, atribuindo a aversão a uma professora que tivera no ginásio. Um dia, conta o pai, a professora Dinah resolveu dar aos alunos uma aula prática sobre a distribuição de renda no Brasil. Dizendo que o conteúdo de uma caixa de doces representava a riqueza do país, a professora começou a distribuir os doces entre os alunos, dando a uns mais que a outros. Os primeiros da lista de chamada ganharam apenas um doce; da letra G até a M, dois doces; de N a T, três; Vanessa e Vítor ganharam seis, e Zilda, finalmente, ganhou a metade da caixa, 24 doces. A satisfação inicial dos primeiros se transformava em revolta à medida que percebiam a melhor sorte dos últimos: “Ninguém na sala conseguia acreditar que a Dinah tava fazendo aquilo com a gente. Até naquele dia, todo mundo era doido com ela, ótima professora, simpática, engraçada, bonita também.” A história termina com o filho, frustrado, entregando ao pai o globo terrestre: “Toma esse negócio. Se a geografia é assim desse jeito que você tá falando, eu não vou querer aprender também não”.


Seguem os questionamentos:


– A distribuição dos doces promovida pela professora serviu para ilustrar como é feita a distribuição de riquezas no Brasil. Associe os elementos da aula ao que eles correspondem no país:


• a caixa de [doces]            • os patrões, os empresários, o governo, etc.

• os alunos                         • o povo

• a professora                     • a riqueza


– Dos alunos da sala, quem você acha que reclamou mais? E quem você acha que não reclamou? Por quê?


– Na opinião da maioria dos alunos, como a professora deveria ter distribuído os doces?


– A distribuição de doces feita pela professora ilustra a situação de distribuição de renda entre os brasileiros. De acordo com o exemplo:


a) Quem fica com a metade da riqueza produzida no país?

b) Para quem fica a outra metade?

c) Na sua opinião, a minoria privilegiada reclama da situação?

d) E os outros, deveriam reclamar? Por quê?


– Dona Dinah, pela aula prática que deu, talvez não tenha agradado a todos os alunos. No entanto, você acha que eles aprenderam o que é distribuição de renda?


– No final do texto, Mateus diz ao pai: “Toma esse negócio!”. E começa a dormir sem o globo terrestre.


a) O que você acha que o menino está sentindo pelo globo nesse momento?

b) Na sua opinião, é pela geografia que ele deveria ter esse sentimento?


– Segundo o narrador, a turma tinha entre onze e doze anos e não estava interessada no assunto distribuição de renda. Na sua opinião, existe uma idade certa para uma pessoa começar a conhecer os problemas do país? Se sim, qual? Por quê?


– Os alunos que ganharam menos doces sentiram-se revoltados com a divisão feita pela professora.


a) Na vida real, como você acha que se sentem as pessoas que têm uma renda muito baixa? Por quê?

b) Que consequências a baixa renda traz para a vida das pessoas? Dê exemplos.

c) Na sua opinião, as pessoas são culpadas por terem uma renda baixa?


– Muitas pessoas acham que uma das causas da violência social (roubos, furtos e sequestros, por exemplo) é a má distribuição de renda. O que você acha disso? Você concorda com essa opinião.


Vejam vocês a que nível chegou a educação no Brasil.


Decididos a “despertar a consciência crítica” dos seus pequenos leitores – missão suprema de todo professor/escritor amestrado na bigorna freireana (ademais, se o livro não for “crítico”, a editora não quer, porque o MEC não aprova, os professores não adotam e o governo não compra) –, mas cientes, ao mesmo tempo, da incapacidade das crianças para compreender minimamente, em termos científicos, o tema da desigualdade social, Cerejão e Therezinha (permitam-me a liberdade eufônica) optaram por uma abordagem emocional do problema. Afinal, devem ter ponderado, embora os alunos não tenham idade para entender o que é e o que produz a desigualdade na distribuição das riquezas, nada os impede de odiar desde logo essa coisa, o que quer que ela seja.


A dupla de escritores assumiu, desse modo, o seguinte desafio (como eles gostam de dizer) “político-pedagógico”: criar uma empatia entre os alunos e as “vítimas da injustiça social”; induzi-los a acreditar que toda desigualdade é injusta, de sorte que para acabar com a injustiça é preciso acabar com a desigualdade; e predispô-los, enfim, a aceitar ou apoiar a bandeira do igualitarismo socialista.


Como na cabeça de Cerejão e Therezinha vida de pobre consiste em sentir inveja de rico, era necessário lembrar às crianças como é triste não ter uma bicicleta, quando o amigo tem duas, ou não ter uma boneca, quando a amiga tem várias. Mas, em vez de chamar essa tristeza pelo nome que ela tem desde os tempos de Caim, o livro a ela se refere como “sentimento de injustiça”.


Assim, além de transmitir às crianças uma visão ideologicamente distorcida – e portanto falsa – dos mecanismos de produção e distribuição da riqueza na sociedade e da realidade vivida por uma pessoa pobre, a dupla Cerejão e Therezinha as ensina a mentir para si mesmas, a fingir que sentem o que não sentem e a berrar “injustiça!” ao menor sintoma de inveja – própria ou de terceiro (essa última presumida) – provocada por alguma desigualdade.


Como se vê, isto não é uma aula, é uma iniciação nos mistérios do esquerdismo militante!


Ou seja, no Brasil de hoje, os autores de livros didáticos já não se contentam em fazer a cabeça dos estudantes; eles querem danar as suas almas.


Trata-se, em essência, de uma paródia satânica da parábola dos trabalhadores da vinha, onde Cristo nos ensina, entre tantas outras coisas, que não existe correlação necessária entre desigualdade e injustiça e que é Ele próprio – o justo por excelência – a maior, senão a única, fonte de desigualdades do universo. “Amigo, não fui injusto contigo. Não combinaste um denário? Toma o que é teu e vai. Eu quero dar a este último o mesmo que a ti. Não tenho o direito de fazer o que eu quero com o que é meu?”


Que a palavra “satânica” – o esclarecimento é do filósofo Olavo de Carvalho – “não se compreenda como insulto ou força de expressão. É termo técnico, para designar precisamente o de que se trata. Qualquer estudioso de místicas e religiões comparadas sabe que as práticas de dessensibilização moral são o componente mais típico das chamadas ‘iniciações satânicas’. Enquanto o noviço cristão ou budista aprende a arcar primeiro com o peso do próprio mal, depois com o dos pecados alheios e por fim com o mal do mundo, o asceta satânico tanto mais se exalta no orgulho de uma sobre-humanidade ilusória quanto mais se torna incapaz de sentir o mal que faz”.


Vem daí o sentimento de superioridade moral da militância esquerdista que há mais de trinta anos deposita seus ovos nas cabeças dos estudantes brasileiros, parasitando, como solitárias ideológicas, o nosso sistema de ensino.


Chamo a atenção para a malícia empregada na montagem do experimento (pouco importa se fictício ou real): se a professora houvesse distribuído os doces em conformidade com o desempenho alcançado pelos alunos, eles entenderiam perfeitamente a razão da desigualdade. Dificilmente algum deles se revoltaria. Mas, se isto fosse feito, o tiro sairia pela culatra, pois as crianças também aceitariam com absoluta naturalidade o fato de na sociedade uns ganharem mais e outros menos. Para isso não acontecer, a distribuição tinha de ser gratuita. Só assim o sentimento de inveja (que se pretendia instrumentalizar) não seria contido pela percepção intuitiva de que, por justiça mesmo, uns de fato merecem receber mais e outros menos.


A coisa toda é tão pérfida e tão covarde que somos levados a pensar – sobretudo à vista das perguntas, que parecem haver sido formuladas por pessoas com o mesmo nível de conhecimento e maturidade do público a que são dirigidas – que os autores não têm capacidade para perceber a gravidade do delito que estão cometendo contra crianças totalmente indefesas. Sem descartar essa possibilidade – o que faço em benefício dos próprios autores –, há razões de sobra para atribuir esse crime a uma causa mais profunda e mais geral.


“Hoje em dia – escreve Eduardo Chaves, Professor Titular de Filosofia da Educação da Universidade Estadual de Campinas (http://chaves.com.br/TEXTSELF/PHILOS/Inveja-new.htm) –,


“o sentimento pelo qual a inveja pretende passar, a maior parte do tempo, é o de justiça – não a justiça no sentido clássico, que significa dar a cada um o que lhe é devido, mas a justiça em um sentido novo e deturpado, qualificado de ‘social’, que significa dar a cada um parcela igual da produção de todos – ou seja, igualitarismo. (...)


Um postulado fundamental da ‘justiça social’ é que uma sociedade é tanto mais justa quanto mais igualitária (não só em termos de oportunidades, mas também em termos materiais, ou de fato). ‘Justiça social’ é, portanto, o conceito político chave para o invejoso, pois lhe permite mascarar de justiça (algo nobre, ao qual ninguém se opõe) seu desejo de que os outros percam aquilo que têm e que ele deseja para si, mas não tem competência ou élan para obter. (...)


A luta pelo igualitarismo se tornou verdadeira cruzada a se alimentar do sentimento de inveja. Várias ideologias procuram lhe dar suporte. A marxista é, hoje, a principal delas. A desigualdade é apontada como arbitrária e mesmo ilegal, como decorrente de exploração de muitos por poucos. Assim, o que é apenas desigualdade passa a ser visto como iniqüidade. (...)


O igualitarismo tornou-se o ópio dos invejosos.”


O que vemos nesse livro de Português – incluído pelos especialistas do MEC no Guia do Livro Didático de 2008 – é a preparação do terreno; é a fumigação que pretende exterminar ou debilitar as defesas morais instintivas das crianças contra o ataque da militância socialista que as aguarda nas séries subsequentes.


Mas, por favor, que ninguém desconfie da bondade desses educadores. Afinal, eles não querem nada para si; são apenas “trabalhadores do ensino” (como eles também gostam de dizer), tentando contribuir para a construção de uma sociedade mais justa. Vejam a Dinah: “ótima professora, simpática, engraçada, bonita também”. Ora, quem somos nós para discordar?


Assim postas as coisas, só nos resta pedir a Deus que proteja as crianças brasileiras da bondade militante dos seus professores.

 

Miguel Nagib, coordenador do site www.escolasempartido.org


Se quiser enviar um recado para a Editora Atual, clique aqui (há um “fale conosco” no canto inferior esquerdo da página) ou ligue para 0800-0117875.


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Cientista médica escreve aos senadores sobre o PLC 122

JÚLIO SEVERO
2 de Abril de 2009

Cientista médica leitora do Blog Julio Severo revela importantes fatos sobre as práticas homossexuais. A seguir, a carta dela aos senadores:


Prezado senador,


Gostaria, por meio desta, de expressar a minha opinião sobre o projeto que está para ser votado pelo Senado sob o número PLC 122/2006. A proposta pretende punir como crime qualquer tipo de reprovação ao homossexualismo.


Como doutora em Genética Humana pela universidade de Tübingen, Alemanha, considero o homossexualismo um desvio da sexualidade que precisa urgentemente de tratamento. Não há evidências científicas de que o homossexualismo tenha surgido por ação da seleção natural na espécie humana. Contudo, existe amplo fundamento científico neste sentido para a relação heterossexual.


Em segundo lugar, como profissional da área médica, defendo que o homossexualismo não pode ser aceito como comportamento “natural”. Não pode ser normal pessoas morrerem com garrafas dentro do intestino!! Num estudo publicado em 2004 na revista British Journal of Psychiatry, observou-se que 42% dos homossexuais, 43% das lésbicas e 49% dos bissexuais apresentaram pensamentos e ações auto-destrutivos. Em 1981, observou-se que aproximadamente um de cada 10 homicídios em São Francisco deviam-se a práticas sexuais sadomasoquistas entre homossexuais! Analisando as estatísticas publicadas em 1999 no Clinical Psychology Review, observa-se além disso uma íntima associação entre o homossexualismo e violência doméstica: 48% dos casais de lésbicas e 38% dos casais homossexuais reportam este tipo de violência, comparados a 28% dos casais heterossexuais. Em outro trabalho publicado em 2005 na Family Practice News, observou-se que os homossexuais apresentam um aumento de quatro vezes no consumo de marihuana, 7 vezes de cocaína e 10 vezes de anfetamina comparados à população em geral!


Em terceiro lugar e como cristã, não posso concordar com essa proposta, da mesma forma como não poderia concordar com a aprovação da corrupção em qualquer nível. O homossexualismo é decorrente da corrupção humana, assim como o adultério. As pessoas envolvidas no homossexualismo são amadas por Deus, mas Ele deseja libertá-las de sua doença!! Como Ele, considero muito todas as pessoas sem qualquer acepção, mas desejo vê-las curadas e não escravas de vícios e doenças. O preconceito contra a doença do homossexualismo deve ser banido da mesma forma como o preconceito contra vítimas da AIDS, mas a doença não pode ser ignorada, ou de outra forma, os doentes morrerão! Isto não é amor. Alguém já disse que o oposto do amor não é o ódio, mas a indiferença. Por favor, não seja indiferente ao clamor de milhares de vítimas deste desvio de suas almas, não o trate como “natural”! Não aprove o problema, mas trate-o e arranque as suas raízes!


Certa de que o conteúdo desta carta fará parte de ponderações sérias antes da sua votação, agradeço a atenção recebida,


Angelica Boldt


Faça como a corajosa e inteligente leitora do Blog Julio Severo. Escreva aos senadores e faça contato com seus vereadores locais para que façam uma moção contra o PLC 122 e contra todo projeto anti-“homofobia”. Diga NÃO à ditadura gay.


Emails dos senadores:

adelmir.santana@senador.gov.bralmeida.lima@senador.gov.brmercadante@senador.gov.bralvarodias@senador.gov.br

acmjr@senador.gov.brantval@senador.gov.brarthur.virgilio@senador.gov.br,augusto.botelho@senador.gov.br

cesarborges@senador.gov.brcicero.lucena@senador.gov.brcristovam@senador.gov.brdelcidio.amaral@senador.gov.br

demostenes.torres@senador.gov.br,edison.lobao@senador.gov.breduardo.azeredo@senador.gov.br

eduardo.suplicy@senador.gov.brefraim.morais@senador.gov.breliseuresende@senador.gov.brecafeteira@senador.gov.br,

euclydes.mello@senador.gov.brexpedito.junior@senador.gov.brfatima.cleide@senadora.gov.brflavioarns@senador.gov.br

flexaribeiro@senador.gov.brfrancisco.dornelles@senador.gov.br,garibaldi.alves@senador.gov.br

geraldo.mesquita@senador.gov.brgecamata@senador.gov.brgilvamborges@senador.gov.brgim.argello@senador.gov.br

heraclito.fortes@senador.gov.br,ideli.salvatti@senadora.gov.brinacioarruda@senador.gov.brjarbas.vasconcelos@senador.gov.br

jayme.campos@senador.gov.brjefperes@senador.gov.brjoaodurval@senador.gov.brjoaopedro@senador.gov.br,

joaoribeiro@senador.gov.brjtenorio@senador.gov.brj.v.claudino@senador.gov.brjonaspinheiro@senador.gov.br

jose.agripino@senador.gov.brjose.maranhao@senador.gov.brjosenery@senador.gov.br,sarney@senador.gov.br,

katia.abreu@senadora.gov.brleomar@senador.gov.brlucia.vania@senadora.gov.brmagnomalta@senador.gov.br,  

maosanta@senador.gov.br,  crivella@senador.gov.brmarco.maciel@senador.gov.br, marconi.perillo@senador.gov.br

maria.carmo@senadora.gov.brmario.couto@senador.gov.br,   marisa.serrano@senadora.gov.brmozarildo@senador.gov.br

neutodeconto@senador.gov.brosmardias@senador.gov.br,papaleo@senador.gov.brpatricia@senadora.gov.br,  

paulo.duque@senador.gov.brpaulopaim@senador.gov.brsimon@senador.gov.brraimundocolombo@senador.gov.br

renan.calheiros@senador.gov.br,renatoc@senador.gov.brromero.juca@senador.gov.brromeu.tuma@senador.gov.br

rosalba.ciarlini@senadora.gov.brroseana.sarney@senadora.gov.brsergio.guerra@senador.gov.br,sergio.zambiasi@senador.gov.br

Fonte: www.juliosevero.com

Para ler muitos outros artigos sobre os perigos do PLC 122, clique aqui.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".