Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Círculos Bolivarianos no Brasil

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Carlos I.S. Azambuja em 26 de outubro de 2007

Resumo: A infiltração ideológica do governo venezuelano no Brasil vai muito além do lançamento e distribuição às universidades e escolas brasileiras do livro de Simon Bolívar. Hugo Chávez tem um projeto político especial para o país, no qual assenta as bases de uma luta revolucionária em prol do seu Socialismo do Século XXI.

© 2007 MidiaSemMascara.org

Sabem o que é mais este lixo sociopata? Alguns trecho abaixo e logo a seguir o link da matéria completa:

Trechos do Estatuto do Movimento Bolivariano do Brasil

“É uma organização política que se define como bolivariana, guevarista e brizolista. Fundamenta na teoria marxista sua visão crítica e revolucionária, contra o capitalismo (…) Se propõe a combater por meio da luta ideológica frontal. Utilizaremos todas as formas de luta tendentes à resolução da luta de classes que tem como objetivo a tomada do poder”.

“Lutamos por uma sociedade socialista que prepare as condições para uma sociedade sem classes e sem estado: a sociedade comunista. Um movimento da luta socialista pela libertação nacional brasileira, pela unidade e independência da América Latina”.

“O povo trabalhador deve se organizar e lutar para construir o Poder Popular através da conquista do Estado e o controle dos meios de produção. Precisamos de uma educação política que garanta a unidade da teoria à prática local concreta”.

E olhem quem participa no BRASIL:

* MST - MOVIMIENTO DE LOS TRABAJADORES RURALES SIN TIERRA

Link da matéria

Mais sobre a Teoria da Mentira e outros...

Recentemente postei uma matéria sobre a Teoria da Mentira. O grande Frederico Pissarra, dono do super blog Lost in the e-Jungle, meu irmão de coração e em armas, publicou outras coisas interessantes demais.

Clica AQUI para ver mais sobre o assunto.

Valeu Fredão, mano velho...

A verdade sobre o Comunismo

Do blog NADANDO CONTRA A MARÉ VERMELHA

No aniversário de 90 anos da infame "Revolução de Outubro" na Russia, um presente especial: vídeo sobre a história do comunismo, de 1917 até a Guerra Fria.

Introdução de Alexander Kerensky presidente do governo provisório da Rússia após a queda do regime Czarista e com narração de Ronald Reagan.

Duas horas, p&b , produzido em 1962, inglês sem legendas.

Será que as coisas estão mudando em Cuba?

A teoria do valor e o MITO da mais-valia

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA

por João Luiz Mauad em 11 de novembro de 2007

Resumo: O preço de venda de qualquer bem depende da avaliação subjetiva que tanto compradores quanto vendedores fazem dele, e não apenas do custo de produção nele embutido e, muito menos, do tal "valor-trabalho".

Do cavaleiro do Templo: nada melhor do que saber as mentiras dos marxistas em um debate ou conversa com um ou mais deles. Portanto, aqui está a aniquilação completa da MAIS-VALIA, base oracular destes mentirosos que acham-se DEUSES.

© 2007 MidiaSemMascara.org

"Adam Smith e David Ricardo lançaram, nas suas investigações econômicas, os fundamentos da teoria do valor-trabalho. Marx continuou sua obra. Fundamentou com toda precisão e desenvolveu de forma conseqüente aquela teoria. Mostrou que o valor de qualquer mercadoria é determinado pela quantidade de tempo de trabalho socialmente necessário investido na sua produção."

Vladímir Ilitch Ulianov, dito Lênin.


É quase impossível acreditar que dois dos maiores gênios que a ciência econômica já conheceu estiveram na raiz de toda essa baboseira teórica chamada "mais-valia". Por mais inverossímil que pareça, no entanto, quanto a isso não há em que desmentir o maestro do bolchevismo, autor da epígrafe. Marx realmente apoiou a sua tese fundamental sobre as teorias dos dois economistas clássicos, torcendo e contorcendo argumentos à exaustão, evidentemente, como era do seu feitio.

Naquela época, a maioria dos economistas acreditava que os bens valiam o quanto custava para produzi-los, ou seja, tinham um valor intrínseco. Muito embora Adam Smith tenha partido de um "insight" perfeito, quando inferiu que o trabalho é o meio que tem todo indivíduo para alcançar o verdadeiro fim, ou seja, o consumo das coisas que lhe garantirão o bem-estar, sua dedução sobre o "valor real" dos bens como função exclusiva do "valor-trabalho" neles embutido estava obviamente equivocada, dentre outras coisas, por desconsiderar fatores como as diferenças de produtividade do trabalho ou as preferências individuais.

(Aliás, se o estimado leitor me permite uma rápida digressão, o erro de Smith e Ricardo só vem comprovar aquilo que muitos já sabem, mas que outros tantos ainda insistem em recusar: nenhum homem, por mais sábio que seja, estará certo 100% do tempo. Nem mesmo os maiores filósofos e os melhores cientistas estão imunes ao erro. Alguns acertaram mais do que erraram e outros estiveram equivocados quase o tempo todo. A ciência é uma obra em permanente construção, em que a dúvida e a investigação têm papel decisivo, cabendo aos estudiosos que se debruçam sobre ela separar o joio do trigo e fazê-la evoluir. Nesse contexto, não se pode, por exemplo, considerar a obra de Marx uma completa "nulidade", malgrado ela carregue em seu bojo uma imensidão de equívocos. “O Capital”, principalmente, traz algumas contribuições ao pensamento econômico, notadamente em relação à história do capitalismo ainda em seus primórdios. O que não dá é para transformar uma obra que já se provou ultrapassada em Bíblia de economia, como é feito amiúde nas nossas universidades.)

Mas, voltando à mais-valia, mais incrível ainda do que o erro dos economistas clássicos é constatar que há, em pleno século XXI, certos "intelequituais" que nunca ouviram falar da teoria marginalista ou em valoração subjetiva, e continuam apostando todas as fichas numa extemporânea luta de classes, apoiada no suposto antagonismo entre capital e trabalho, burguesia e proletariado, cuja gênese está justamente na tese espúria da "mais-valia" e sua idiota interpretação de que o lucro não é outra coisa senão a exploração do trabalho, quando na verdade ele é fruto da satisfação do consumidor e da eficiência empresarial.

Foram os liberais austríacos que derrubaram a teoria do valor-trabalho de Smith e Ricardo, demonstrando, por tabela, que a base sobre a qual Marx ergueu a tese da mais-valia e tudo que dela deriva, inclusive – e principalmente – a existência de um conflito de classes inexorável (que povoa ainda hoje os sonhos revolucionários de um monte de gente), é uma tremenda furada. A "revolução" austríaca está, basicamente, no “insight” de que a pedra angular da teoria econômica é a avaliação (individual) subjetiva. Fiquemos com uma síntese de Murray Rothbard:

"A ciência econômica não trata das coisas ou dos objetos materiais. Ela analisa os atributos lógicos e as conseqüências da valoração individual. Evidentemente, as "coisas" fazem parte do problema, já que não pode haver valoração sem que existam objetos a serem valorados. Entretanto, a essência e a força propulsora da ação humana – e, portanto, do mercado – são as avaliações dos indivíduos. A ação humana é resultado de escolhas entre alternativas, que refletem valores, ou seja, preferências individuais."

Resumidamente, o que os austríacos fizeram foi demonstrar que o valor de troca dos bens é função de parâmetros outros, que não apenas os custos diretos dos mesmos e, muito menos, a quantidade de trabalho neles embutida, como inferiu equivocadamente Adam Smith. Dentre outras coisas, mostraram que, se o valor dos bens dependesse exclusivamente do seu custo, circunstâncias como escassez, abundância, utilidade ou preferências subjetivas não teriam qualquer relevância na formação do valor de troca e, conseqüentemente, nos preços dos bens. Um diamante bruto, achado ao acaso, por exemplo, jamais poderia valer mais do que, digamos, um par de sapatos ou uma bisnaga de pão.

O valor subjetivo que atribuímos às coisas varia em função de diversas circunstâncias, como clima (invernos amenos costumam fazer encalhar coleções inteiras), estado psicológico do consumidor (euforia ou depressão), etc. Quem nunca notou, por exemplo, que é muito mais difícil resistir àqueles lindos salgados da vitrine de qualquer boa padaria antes do almoço do que depois dele? Por conta desse detalhe simples, famílias precavidas e econômicas estabelecem como norma que as compras do supermercado sejam feitas somente de barriga cheia, a fim de evitar que as guloseimas expostas nas prateleiras se transformem em tentações irresistíveis.

Ademais, se a satisfação do comprador ou a escassez de determinado produto não tivessem qualquer interferência na formação do valor de troca, como desejava Marx, nenhuma empresa jamais teria problemas para vender seus produtos, bastando ofertá-los no mercado a preço de custo, mais uma módica margem de lucro e os clientes fariam fila na sua porta. Até mesmo a venda de geladeiras para esquimós seria possível e lucrativa, já que as necessidades e preferências do consumidor não teriam qualquer peso.

Partindo da premissa de que havia um componente subjetivo na formação de valor de todos os bens, os economistas austríacos desenvolveram também o que se convencionou chamar de "teoria marginalista", ou "lei da utilidade marginal decrescente", a qual, resumidamente, estabelece que "cada unidade extra de um determinado bem proporciona menor benefício subjetivo que a unidade anterior". Imagine um homem perdido no meio do deserto, sedento e cansado. Ele provavelmente seria capaz de pagar uma fortuna ao primeiro "capitalista" que aparecesse em seu caminho para vender-lhe uma simples garrafa de água gelada, mas não pagaria o mesmo valor por uma segunda e assim sucessivamente.

Em resumo, o preço de venda de qualquer bem depende da avaliação subjetiva que tanto compradores quanto vendedores fazem dele, e não apenas do custo de produção nele embutido e, muito menos, do tal "valor-trabalho". Se entro numa loja e compro um par de sapatos é porque valorizo mais o produto do que o dinheiro pago por ele, enquanto o comerciante valoriza mais o dinheiro do que a mercadoria. Quem quer que já tenha precisado vender com urgência um bem de menor liquidez (imóvel, veículo, etc.) sabe que o valor que atribuímos a ele se reduz à medida que o tempo se esgota.

De tão óbvias e elementares que são as evidências acima, a impressão que se tem é que os acadêmicos marxistas e sua profusão de acólitos são viajantes do tempo. É como se eles não fossem do presente, mas seres do passado. Em matéria de economia, estão ainda na pré-história. Comparando com a astronomia, por exemplo, eles seriam de uma era anterior a Galileu.

Link da matéria

Diogo Mainardi em entrevista na PUC/RS

Meu irmão de coração do super blog Lost in the e-Jungle, Frederico Pissarra, postou estes e eu "colei" a idéia, hehehe...

São dez vídeos e no sexto sociopatas mirins atrapalham a entrevista expondo suas demências com gritos de ordem, tão comuns a este tipo de monstro. Era algo do tipo "Diogo, traíra da Amércia Latina"...

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Simon Bolivar ensina para aqueles que usam INDEVIDAMENTE seu nome o que já sabia a quase 200 anos atrás...

Durante vinte anos tive o poder e tirei umas poucas conclusões inquestionáveis:

1. A América é ingovernável por nós.
2. Quem serve à causa da revolução perde tempo.
3. A única coisa a fazer na América é emigrar.
4. Este País cairá infalivelmente nas mãos de um bando desenfreado de tiranos mesquinhos de todas as raças e cores, que não merecem consideração.
5. Devorados por todos os crimes e aniquilados pela ferocidade, seremos desprezados pelos europeus.
6. Se fosse possível que parte do mundo voltasse ao caos primitivo, esta parte seria a América”.

(Simon Bolívar, falecido em 17 de dezembro de 1830)"


Pena que nossos presiMentes tenham feito a opção por não lerem nada... Se nem mesmo entendem o que Bolivar disse lá no ítem 2 (acima), dando à revolução deles o nome de "bolivariana", o que fazer?

Aliás, o que fazer quando um jumento "gruda no chão" e não se mexe? Já ouvi algumas vezes que é preciso fazer uma fogueira embaixo dele. É o que o revolucionário de esquerda ou direita busca, sempre. Que alguém faça uma fogueira, é a senha para ele correr para trás dos idiotas que acreditam em suas demências e vão morrer nos campos de batalha.

É sempre assim.

Eles nunca brigam, fazem os trouxas, imbecilizados pela falta de cultura brigarem por eles (na verdade, a falta de cultura não imbeciliza. A falta dela impede o sujeito de sair da imbecilidade natural so ser humano "animal").

Vejam por exemplo o MST do Sr. Stédile, que estudou Economia na PUC e disse em seu livro "A Questão Agrária no Brasil" que morrem por ano 50 pessoas nos conflitos de terra.

Entende-se disto, então, que o campo é o local MAIS SEGURO DO PAÍS, visto que 23% da nossa população mora "no interior". Porém a conclusão do pseudo-apedeuta é que precisávamos de uma entidade selvagem como o MST para impedir aquela grande tragédia.

Lógico que ele está usando os "não cultos" em prol de um movimentos com outros objetivos. Uma sobrinha dele me disse que tem gente ganhando dinheiro com isto... Grande novidade...

Mais uma do amigo venezuelano do Lula

Você contrataria para sua empresa ou residência alguém sem PELO MENOS postura??? E para a Presidência do teu país??? Abaixo o vídeo do Hugo Chávez, amigo do Lula e parceiro no FORO DE SÃO PAULO, conseguiondo tirar do sério e Rei Juan Carlos da Espanha, que teve que perguntar àquele "porque não se calava..."

É a América Lat"R"ina mostrando ao mundo quem ela é... Aqui um presiMente que definiu para si mesmo a ignorância, estupidez e que vai viver de escolhas fáceis...

Aqui (do BLOG DA SUZY) um comentário perfeito sobre o fato:

"Afinal, o brio falou mais alto do que a arrogância, a dignidade se coloca acima do despautério.

Afinal o mundo assistiu a um homem de fibra silenciar um megalomaníaco exibicionista.Parabéns, Majestade, pela intervenção oportuna.

O senhor Hugo Chavez está destruindo, na Venezuela, todas as tradições de grandeza e de prosperidade daquele país, e cuja ânsia ditatorial ameaça toda a América Latina já que contamina os outros países deste subcontinente com a disseminação do ódio que emerge de uma retórica ultrapassada e carcomida, própria aos totalitaristas.

Trata-se de macromaníaco doente tão perigoso para a humanidade como o foram Stalin e Hitler.

O gesto de V. Majestade, silenciando-o e retirando-se do recinto, falou bastante alto aos corações de todos os que têm a liberdade, o estado de direito e o respeito como expressões máximas dos valores individuais e não se deixam manipular por sociopatas no poder à custa do sangue de seus semelhantes ou da mentira usada como propaganda contra quem dessa artimanha não conta com os necessários meios para se defender.

Afinal, alguém se levanta contra a baderna que este indivíduo indecoroso tenta implantar.

Parabéns e aceite o respeito do povo decente brasileiro que não compactua com os descalabros daquela pessoa ou de governos que tentam imitá-lo."

Leia na íntegra

Vejam por vocês mesmos o vídeo e leiam os posts anteriores. É a coisa chamada Venezuela de hoje, bem diferente daquela vendida pelo sociopata que está no poder. Infelizmente, mais uma vez um povo sofre nas mãos de um diatdor. Até quando isto? Estamos fadados ao sofrimento pelas mãos de pessoas que acham que são O Deus?

domingo, 11 de novembro de 2007

Estudantes venezuelanos feridos a bala

Mais do Hugo Chávez "de Cadeia" e suas barbáries. Agora contra estudantes. Não se enganem com este sociopata assassino, é um clone do Fidel.

Comentário do blog NOTALATINA:

"...O desespero chavista é visível, pois ele já não encontra tantos apoios como em anos anteriores, daí a necessidade de agir do único modo que sabe: caluniando, agredindo, intimidando com a força bruta das armas. Há uma passagem que seria apenas patética, se não demonstrasse tal desespero. Há poucos dias, numa conversa em um programa da “Unión Radio” entre a deputada oficialista Cilia Flores e Mary Pili, Cilia exigia que se prendessem os membros da resistência (estudantil por supuesto!) porque eles “estão mandando as pessoas armazenarem ‘energizantes e chocolates’! Isto é terrorismo! Terrorismo puro!!!” Pode? Além de loucos e fanáticos, são também muito burros..."



Venezuela HOJE

Melhor verem o que está acontecendo no site da Martha Colmenares. Verão um pouco mais sobre Hugo Chávez "de Cadeia"...

Juan Carlos manda calar Hugo Chávez

O monarca espanhol parece ter perdido a paciência com o presidente venezuelano, que não parava de interromper o primeiro-ministro espanhol.

O Rei Juan Carlos não se conteve e na última sessão plenária da XVII Cimeira Ibero-Americana, a decorrer em Santiago do Chile, mandou calar o Presidente venezuelano, Hugo Chavez, com um frontal "porque não te calas?".

Este momento pouco protocolar aconteceu quando o polêmico chefe de estado não parava de interromper o primeiro-ministro espanhol, José Luiz Zapatero, depois deste ter pedido contenção nas palavras de Chávez, que qualificou o anterior primeiro-ministro espanhol, José María Aznar, como um "fascista de todo o tamanho".

Esta terá sido a gota de água que fez transbordar o copo, pois Chávez já ontem havia desconsiderado o ausente José Maria Aznar, sem que Zapatero dissesse nada. Hoje tudo foi diferente.

O chefe do governo espanhol pediu a palavra para lembrar a Chávez que estava reunido com vários líderes de governos democraticamente eleitos e por isso devia demonstrar respeito, mais que não seja pelos cidadãos e pelos países que representam.

Um Rei sem papas na língua

"Podemos estar nos antípodas de uma posição ideológica e eu não estou nem sequer perto das ideias de Aznar, mas ele foi eleito pelos espanhóis e exijo respeito", pediu Zapatero, enquanto Chavéz tentava, mesmo com o microfone desligado, interromper o espanhol, alegando o seu direito à liberdade de opinião.

Este comportamento do venezuelano roubou alguma compostura ao monarca espanhol, que com um ar visivelmente enfadado e depois de já ter tentado intervir, soltou um "porque não te calas?", que ficou algures entre um pedido e um lamento, mostrando assim que para além de azul, o seu sangue também é latino.

A presidenta chilena e anfitriã da cimeira, Michelle Bachelet, não teve outra solução senão pôr termo a este imbróglio diplomático, para que o encontro não se tornasse numa troca de acusações.

Depois da palavra ser devolvida a Zapatero, o primeiro-ministro espanhol pediu para que não se caia na ofensa fácil, mesmo que se discorde radicalmente com as ideias de outra pessoa.
"O direito à defesa" de Chavez

Esta situação insólita levou a que Juan Carlos, em mais uma quebra do protocolo, tivesse abandonado a sala pouco tempo depois. Segundo afirmou fonte do governo espanhol, o Rei saiu do plenário para "demonstrar o desagrado da delegação espanhola" em relação aos ataques a Aznar.

Michelle Bachellet mais uma vez teve de tomar as rédeas da situação, saindo da sala para convencer Juan Carlos a regressar, o que foi aceite imediatamente pelo monarca, que assim voltou a integrar a comitiva espanhola.

Ao lado de Chávez esteve o presidente nicaraguense, Daniel Ortega, que aproveitou para atacar as empresas espanholas a operar na Nicarágua e os sempre fiéis cubanos, que pela voz do vice-presidente, Carlos Lage, reconheceram "o direito à defesa" de Hugo Chavez.

Segundo Lage, o venezuelano terá sido alvo de várias ofensas por parte de Aznar, que também desconsiderou a Venezuela e o seu povo.

Fonte: site portugûes EXPRESSO

11 de abril de 2002 - Hugo Chávez atira na multidão

Alejandro Peña Esclusa, maior expositor do sociopata Huhgo Chávez, expôe a operação criminosa deste revolucionário amigo de Lula e Fidel.


La masacre del 11 de abril fue planificada
Colocado por ricardonunez

Europa reconhece a necessidade de condenação internacional dos crimes dos regimes totalitários comunistas

No passado dia 25 de Janeiro de 2006 foi aprovada uma resolução na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, em Estrasburgo, defendendo a "necessidade de condenação internacional dos crimes dos regimes totalitários comunistas".

É finalmente um abrir de olhos em relação à história do comunismo, escrita com sangue de inocentes. Em baixo encontram-se os pontos mais significativos da resolução e um convite a uma reflexão de todos os esquerdelhos.

Resolução 1481 (2006)

2. Os regimes totalitários comunistas que governaram na Europa Central e de Leste no século passado, e que continuam ainda no poder em diversos países do mundo, caracterizaram-se, sem excepção, por violações massivas dos direitos humanos. As violações variaram consoante a cultura, o país e o período histórico e incluíram assassínios e execuções individuais e colectivas, mortes em campos de concentração, morte pela fome, deportações, tortura, trabalho forçado e outras formas de terror físico de massas, perseguição por motivos étnicos ou religiosos, atentados à liberdade de consciência, de pensamento e de expressão e à liberdade de imprensa e falta de pluralismo político

3. Os crimes eram justificados em nome da teoria da luta de classes e do princípio da ditadura do proletariado. A interpretação destes dois princípios tornava legítima a “eliminação” das categorias de pessoas consideradas prejudiciais à construção de uma sociedade nova e, por conseguinte, como inimigos dos regimes comunistas totalitários. Em cada país, as vítimas eram em grande parte nacionais desse país. Foi o caso nomeadamente das populações da ex-URSS que, em número, foram mais vitimadas do que outras nacionalidades.

4. A queda dos regimes comunistas totalitários da Europa Central e Oriental não foi seguida de uma investigação internacional exaustiva e aprofundada, nem de um debate sobre os crimes cometidos por esses regimes. Além disso, os crimes em questão não foram condenados pela comunidade internacional, como foi o caso dos crimes horrendos cometidos pelo nacional-socialismo (nazismo).

sábado, 10 de novembro de 2007

O povo da Venezuela agoniza...

É fácil ser santo no céu... Meu pai sempre me falava isto quando criança. Hoje eu diria, como nesta apresentação no link logo abaixo vai mostrar que é fácil ser SOCIALISTA/SOCIOPATISTA em Miami...

Cliquem para ver quem acha bonito andar com HUGO CHAVEZ, porém mora beeeem longe dele e em condições beeeeeeeem melhores que o povo que este canalha oprime. Artistas e pessoas públicas sérias, que entendam o poder de suas imagens, deveriam calar a boca e jamais manisfestarem suas opiniões sobre o que quer que seja...

No mais, é "diga-me com quem andas que te direis quem és..." Lula adora FIDEL, até criou a mando deste o FORO DE SÃO PAULO.

Clique AQUI e baixa a apresentação em PowerPoint

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Estamos piorando ou melhorando como seres humanos?

Outro dia uma pessoa chegou até minha casa e, como temos muitas plantas medicinais por aqui, perguntou se tínhamos uma planta chamada BOLDO.

Para quem não conhece, suas folhas amassadas com água são bom remédio para o estômago e aparelho digestivo em geral. Eu tinha. Indiquei a planta e aquele "ser humano" ARRANCOU-A TODA!!! Isto mesmo, arrancou a planta TODINHA!!! Fiquei de queixo caído com a atitude, era uma senhora em seu automóvel, moradora com certeza absoluta do bairro Fradinhos em Vitória/ES. Neste bairro moram ex-governadores, deputados estaduais e federais, vereadores e algumas pessoas bastante "bem de vida". Carros importados não faltam...

A atitude dela me fez pensar: estamos melhorando ou piorando como seres humanos? Falamos tanto em meio ambiente e preservação, aliás um dos tópicos abordados em quase toda roda de pessoas mais "esclarecidas" como eu supunha que a pessoa o fosse...

Se as pessoas com mais acesso à informação e conhecimento são assim, o que será deste país? Guardas as proporções, o que ela fez foi MUITO PIOR que alguns políticos fazem com o dinheiro público. Ele extirpou a planta toda, nenhum político, ao que eu sabia, conseguiu apoderar-se de TODO o nosso dinheiro.

Aqui estão do meu lado agora meus que trabalham na Prefeitura, Ailton e Nilson com os quais eu conversava a instantes sobre o fato. Eles preservam o pouco verde que existe aqui e sempre conversamos diversos assuntos. Ao contrário do que nos vendem, estas duas pessoas "mais simples" são extremamente mais conscientes, bondosas, amáveis e gentis que o monstrinho cuja atitude gerou este post.

Teoria da Mentira

Encontrei este post no blog ALERTA TOTAL, post este feito anonimante. Ao final do mesmo tem um arquivo emformato .pdf (Adobe Acrobat Reader) que acredito ser de interesse de muitos.

Escola Superior de Geopolítica e Estratégia - ESGE
O.E.C - Organização para Estudos Científicos - desde 1958
ESFE - Escola Superior de Geopolítica e Estratégia - desde 1993
Organismo da Presidência da O.E.C.

Teoria da Mentira - Novo Curso

A Escola Superior de Geopolítica e Estratégia programou mais um curso de extensão cultural, que abordará a importante questão da Teoria da Mentira, analisando a questão sob o ponto de vista filosófico e prático.

O curso concluirá a discussão da prática da mentira como discurso intencional na política, na guerra e na prática das relações internacionais, quando o assunto é mais conhecido como desinformação ou, ainda, propaganda negra.

As aulas devem ser realizadas no Colégio Militar de Porto Alegre, que cederá instalações, no horário das 19:30 até 22:30 horas, sendo divididas em 10 aulas com um total aproximado de 30 horas. Serão conferidos certificados aos que obtiverem freqüência plena e a taxa de participação é de R$ 200,00 (Duzentos reais), pagáveis em duas vezes.

Todo o curso é apresentado na forma de resumos-guia e diagramas e projeções sendo entregues aos alunos.

O início desta atividade que terá vagas limitadas está previsto para a segunda quinzena de abril, com final durante o mês de maio.

Inscrições e maiores informações no final de março, mas os interesados já podem realizar inscrições prévias por via eletrônica para o endereço esge@defesanet.com.br

Maiores informações também pelos telefones
51 - 3061-4615
51 - 3343-1921

Para uma visão do assunto a ser tratado veja o texto a Teoria da Mentira do Professor Fernando G. Sampaio, baixe o arquivo Teoria da Mentira em http://www.defesanet.com.br/esge/teoria_mentira.pdf

Outubro, nunca mais

Por Demétrio Magnoli*

Já era noite. O brilho das estrelas e o suave clarão da lua refletiam-se na neve. O Regimento Pavlovsk, em uniforme de campanha, estava formado à margem do canal. Sua banda tocava a Marselhesa sob a aclamação dos soldados. Os camponeses desfraldaram a bandeira vermelha (...) na qual pouco antes se havia bordado, com letras douradas, a seguinte inscrição: "Viva a união das massas trabalhadoras revolucionárias!"
- John Reed, Os Dez Dias que Abalaram o Mundo

Não foi principalmente A Internacional, hino socialista, mas A Marselhesa, que acompanhou as jornadas revolucionárias da Rússia de 1917. Quando, há 90 anos, no 7 de novembro (25 de outubro, pelo antigo calendário juliano), os bolcheviques tomaram o poder em Petrogrado, narrou-se o evento como a seqüência inevitável da Revolução Francesa de 1789. A nossa era histórica se afigurava como uma longa transição entre o poder dos homens de "sangue azul" e a sociedade sem Estado ou classes sociais prometida pelos comunistas.

Octavio Paz assinalou que a modernidade, insurgindo-se contra a tradição, alçou a idéia de ruptura como seu valor supremo. Sob essa lógica, gerações de iconoclastas instauraram uma nova tradição: a tradição da ruptura. Eis o motivo pelo qual a noção de revolução experimentou, ela própria, uma revolução: a palavra, do latim revolutio, que nomeava a trajetória orbital dos planetas, no seu ciclo de eterno retorno, converteu-se no signo da mudança radical, que cria o novo absoluto a partir das ruínas do velho.

A modernidade, definida em 1789, ergueu-se sobre o tenso compromisso entre os princípios da liberdade e da igualdade. A Revolução de Outubro, em nome da igualdade, aboliu completamente a liberdade. Ela não foi moderna e seu arcaísmo se refletiu no culto ao Líder. Karl Marx ofereceu a uma classe, o proletariado, a chave da História. Lenin transferiu-a para um Partido, o veículo da verdade final. Stalin, o czar vermelho, concluiu o movimento, guardando-a em seu próprio bolso. O corpo embalsamado de Lenin repousa, até hoje, num mausoléu de mármore na Praça Vermelha.

Intelectuais de esquerda, saudosos dos tempos de glória de Stalin, justificam o "socialismo real" sob o argumento de que o sistema totalitário acelerou a modernização industrial e, no fim, propiciou a vitória na guerra contra o nazismo. Nas sete décadas da URSS, o PIB do país cresceu menos que o dos EUA ou o do Brasil. A crise de fome que acompanhou a coletivização rural soviética só foi superada pelas tragédias incomensuráveis da China maoísta. Uma falsa narrativa da 2.ª Guerra Mundial contamina, persistentemente, manuais de História e livros didáticos escritos pelos órfãos de Outubro. A URSS fez a guerra ao nazismo apenas depois que a aliança com a Alemanha foi rompida, por iniciativa de Hitler. Ela nunca venceria sem o fluxo de abastecimento bélico dos EUA.

Marx imaginou o socialismo como uma transição para o comunismo, o "reino de abundância" no qual trabalho e prazer se tornariam faces inextricáveis da plenitude da experiência humana. A URSS flertou com a militarização do trabalho, proibiu a organização sindical independente e ergueu o sistema do Gulag para promover a conquista da Sibéria. Walt Rostow estava certo quando qualificou o socialismo como uma "doença da modernização do capitalismo". As suas manifestações atuais, especialmente na China, continuam a fascinar uma esquerda que se recusa a aprender com a História.

É um equívoco comum traduzir a oposição entre capitalismo e socialismo como uma alternativa entre mercado e Estado. Não existe mercado sem Estado, a não ser na forma primitiva do escambo. Estado sem mercado é o que existiu, e fracassou, na URSS. A abolição do mercado gerou uma desastrosa alocação de investimentos e destruiu os impulsos de criatividade e inovação. A economia soviética ruiu sob o peso de uma imensa massa inútil de cimento, aço e máquinas. O segredo da eficiência do capitalismo está na teia de empresas pequenas e médias que não podem ser replicadas pelo Estado-Leviatã. A esquerda que não entendeu isso procura no capitalismo de Estado um sucedâneo para o socialismo.

A liberdade é indivisível. No poder, os bolcheviques esmagaram, primeiro, a liberdade da "burguesia" e, em seguida, a do "proletariado". A URSS converteu-se numa prisão de seus cidadãos, enquanto os comunistas, no mundo inteiro, proclamavam o caráter "burguês" da democracia. No Ocidente, em contraste, a democracia propiciou o desenvolvimento dos movimentos sociais, que transformaram por dentro o capitalismo. É por isso que, com a universalização dos direitos políticos e sociais, desapareceram tanto o Estado liberal do século 19 como o impulso da revolução socialista.

O "socialismo científico" declarou-se proprietário da História e impugnou a crítica, definindo os opositores como inimigos do futuro. Na URSS, os dissidentes foram declarados "loucos" e internados em manicômios, pois a divergência, quando não era traição, tinha de ser doença. As farsas judiciais dos Processos de Moscou, nos anos 1930, tiveram o apoio de quase todos os intelectuais de esquerda no Ocidente, que, mesmo conscientes das falsificações grosseiras, preferiram incorporar-se à marcha inevitável do "exército da História". Os herdeiros desses intelectuais seguem disponíveis para escrever o elogio de fuzilamentos sumários, se a causa é boa e o ditador, amigo.

A utopia comunista percorreu um ciclo completo, encerrado com a queda do Muro de Berlim. Depois daquele evento, os partidos comunistas renegaram o dogma da ditadura do proletariado, extirparam o marxismo-leninismo de seus programas e trocaram seus nomes de batismo, na esperança de reescrever a própria história. Essa operação de linguagem desatualiza a Revolução de Outubro, remetendo-a, de uma vez por todas, para o passado. Outubro, agora, é só um mês no calendário.

*Demétrio Magnoli é sociólogo e doutor em Geografia Humana pela USP.
E-mail: demetrio.magnoli@terra.com.br

A ação contra a Petrobrás

Do blog ALERTA TOTAL

PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA

PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO
SUB PROCURADORA-GERAL ELA WIECKO VOLMER DE CASTILHO
PROCURADORA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO

João Batista Pereira Vinhosa, qualificado ao final, vem, por meio do presente documento, denunciar a Petrobrás - Petróleo Brasileiro S.A. pelo fato da empresa – única produtora e importadora de gás natural no país – ter, levianamente, estimulado o uso do gás natural (produto cuja disponibilidade sabia ser precária) e, em conseqüência, ter provocado incomensuráveis prejuízos aos consumidores e ter colocado em risco a credibilidade da utilização de tal alternativa energética. Adicionalmente, o denunciante vem solicitar urgentes providências no sentido de evitar maiores prejuízos aos consumidores de gás natural, que foram induzidos, por meio de propaganda enganosa, a utilizar referido energético.

O mais perfeito exemplo do temerário estímulo ao uso do gás natural é a constituição da empresa GEMINI – sociedade da Petrobrás com a White Martins para produção, distribuição e comercialização de Gás Natural Liquefeito (GNL) nas regiões não servidas por gasoduto nos Estados de São Paulo, Paraná e Goiás.

Para um melhor entendimento da questão, necessário se torna esclarecer que o GNL é o próprio gás natural que, resfriado a baixíssima temperatura, passa ao estado líquido, podendo, assim, ser transportado em carretas para locais não atendidos por gasoduto. O processo é, basicamente, o seguinte: o gás natural é transportado normalmente (em um gasoduto) até uma planta industrial; lá ele é resfriado a uma temperatura baixíssima, mudando do estado gasoso para o estado líquido; no estado líquido, ele é transportado para os consumidores em carretas especiais (na realidade, gigantescas garrafas-térmicas nas quais o produto é mantido a baixíssima temperatura e, conseqüentemente, no estado líquido); no cliente, o produto volta à temperatura ambiente, mudando do estado líquido ao estado gasoso. Então, o que há, simplesmente, é uma mudança de estado, de gasoso para líquido, com a finalidade de possibilitar o transporte. É de se destacar que neste tipo de alternativa para o transporte do gás natural consome-se intensivamente a energia elétrica (para liquefazer o gás natural), além do óleo diesel (para levar o produto liquefeito, em carretas, até o consumidor).

Uma das provas de que a Petrobrás estimulou temerariamente o uso do gás natural colocando em risco os investimentos dos consumidores é a matéria publicitária publicada na página 9 do jornal O GLOBO de 27/07/05, época em que a empresa não poderia garantir, como não garantiu, o suprimento de gás natural. Em tal enganosa matéria, que contém os logotipos da Petrobrás, do Ministério de Minas e Energia e do Governo Federal, lê-se o seguinte:

“Agora, os benefícios do gás natural vão estar por toda parte. A Petrobrás e a White Martins, em sintonia com o Programa de Massificação do Uso do Gás Natural do Governo Federal, já iniciaram a construção da primeira planta para a produção de gás natural liquefeito da América Latina....tornará possível o uso do gás natural em lugares onde o gasoduto não chega e que vai levar mais longe a evolução, o conforto, o progresso e o desenvolvimento. O gás natural liquefeito produzido em Paulínia será transportado em carretas especiais até clientes do interior de São Paulo e estados vizinhos. Indústrias, postos de abastecimento e muitos outros estabelecimentos passarão a contar com todos os benefícios do gás natural.

”Qualquer pessoa que tenha acompanhado pela mídia os problemas causados aos consumidores de gás natural pela recente crise no abastecimento do produto pode avaliar a magnitude da inconseqüência de se constituir a GEMINI, com o objetivo de tornar possível o uso do gás natural em lugares onde o gasoduto não chega, levando “mais longe a evolução, o conforto, o progresso e o desenvolvimento”.

Quanto ao aspecto levar “mais longe” os benefícios do gás natural, torna-se necessário esclarecer que a Petrobrás – apesar de ser a monopolista da matéria prima – detém apenas 40% das quotas da GEMINI, sendo que os outros 60% pertencem à White Martins. Isso, somado ao fato da sociedade ter contratado sua sócia majoritária para a prestação de todos os serviços necessários a levar o produto ao consumidor (liquefação do gás natural, transporte do gás natural liquefeito, etc.) permite concluir que quanto “mais longe” for o gás natural mais faturará a sócia majoritária como prestadora de serviço de transporte. Em outras palavras, para a sócia majoritária da GEMINI, não há o menor inconveniente em estimular o uso do gás natural em regiões “mais longe”. Muito pelo contrário, quanto mais se expandir a área de atuação da GEMINI, mais faturará a White Martins. A propósito, é sigiloso o valor do frete cobrado da GEMINI pela sua sócia majoritária; devido ao fato da sociedade não ser controlada pela União, já que a Petrobrás optou por permitir que a White Martins detivesse 60% das quotas, não se exigiu licitação para tal contratação.

Para tornar ainda mais indefensável a situação da Petrobrás, é de se considerar que, na esteira da crise que se abateu sobre os consumidores do Rio e de São Paulo, a empresa afirmou que, desde setembro de 2006, já havia alertado o governo para o risco de desabastecimento do gás natural. Esse fato é extremamente comprometedor, principalmente, ao se considerar que a GEMINI só teve sua constituição autorizada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) em julho de 2006, ou seja, dois meses antes da Petrobrás alertar o governo para a fragilidade do abastecimento. Com o objetivo de justificar mais convincentemente uma das providências que será solicitada ao final, torna-se importante, nesta altura, relembrar as pretensões de sigilo nas relações da GEMINI com seus dois sócios.

Trata-se da pretensão, levada à Justiça Federal, da suspensão da obrigação (determinada pelo CADE) de dar publicidade a informações referentes às suas atividades de distribuição de gás natural. A GEMINI – que contratou, sem licitação, com a sua sócia majoritária a prestação de todos os valiosos serviços necessários à colocação do produto no consumidor – tinha também a pretensão de impossibilitar a fiscalização do preço pago à Petrobrás pelo gás natural.

Acolhendo manifestação da Procuradoria do CADE, o Juiz da 20ª. Vara da Justiça Federal em Brasília, Dr. Paulo Ricardo de Souza Cruz, reconheceu que o interesse público na preservação da ordem econômica se sobrepõe a eventuais direitos privados. Na decisão datada de 25/01/07 (em que indeferiu liminar requerida pela Gemini), o citado Juiz afirmou "assistir razão ao CADE quando alega que é essencial para que possa haver concorrência no setor que os potenciais concorrentes conheçam os preços pelo qual o gás natural é transferido pela PETROBRAS ao CONSÓRCIO GEMINI". Isso porque, "conhecendo a forma como é feita a remuneração dos integrantes do CONSÓRCIO GEMINI, os concorrentes poderão fiscalizar a atuação da PETROBRAS, saber, dia a dia, se a PETROBRAS está 'jogando limpo', ou está tentando beneficiar o consórcio de que é parte".

Como se sabe, para transformar o gás natural em GNL, consome-se grande quantidade de energia elétrica que, no projeto GEMINI, é gerada a partir do gás natural recebido na planta de liquefação. Logo, com o único propósito de levar (em carretas, consumindo óleo diesel) o gás natural a regiões não atendidas por gasoduto, consome-se uma quantidade substancial de gás natural. Considerando que – conforme demonstrado na recente crise de abastecimento – a capacidade instalada de gasodutos está acima da disponibilidade do gás natural, consumir tal energético para disponibilizá-lo em locais não atendidos por gasodutos é completamente irracional. A irracionalidade se torna ainda mais flagrante ao se considerar o fato que os energéticos substituídos pelo GNL são mais facilmente obtidos no país (ou mais facilmente importados) que o gás natural. Resumidamente, na situação atual, em que sequer se vislumbra um fornecimento firme para os clientes servidos por gasoduto, a existência da GEMINI é não só desnecessária, como também altamente nociva ao país.

Diante dos fatos acima relatados, e considerando a grandeza dos danos que podem ser causados aos consumidores de gás natural e ao país de um modo geral, vem o denunciante solicitar providências urgentes no sentido de garantir o respeito aos direitos e interesses sociais e coletivos dos cidadãos brasileiros.

Nestas condições, e considerando principalmente o exíguo intervalo de tempo (dois meses) decorrido entre a autorização para a constituição da GEMINI e o alerta da Petrobrás ao governo sobre a incerteza do suprimento de gás natural, o denunciante submete à apreciação desta Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão a possibilidade da aplicação das seguintes providências:

1 – O imediato congelamento da expansão da GEMINI, proibindo-a de contratar novos clientes ou aumentar o fornecimento a clientes já contratados.

2 – Um estudo comparativo entre os preços cobrados pela Petrobrás à GEMINI e os preços cobrados pela Petrobrás aos demais clientes.

3 – A comparação (relativamente a garantia de suprimento) entre o tratamento dispensado pela Petrobrás à GEMINI durante a recente crise de abastecimento e o tratamento dispensado às outras distribuidoras de gás natural e entre eventuais consumidores industriais que a Petrobrás atenda diretamente.

4 – Exigência de uma absoluta transparência nos procedimentos da Petrobrás com a GEMINI, comparativamente com os procedimentos da Petrobrás com seus outros clientes, em especial nos aspectos garantia de fornecimento e preço (cujo aumento já está sendo cogitado pela Petrobrás para inibir o consumo do produto). Como afirmou o Juiz Federal Paulo Ricardo de Souza Cruz na sentença acima referida, é preciso “saber, dia a dia, se a PETROBRAS está 'jogando limpo', ou está tentando beneficiar o consórcio de que é parte".

Colocando-se à disposição para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários, o denunciante finaliza se qualificando.

João Batista Pereira Vinhosa

Link da matéria

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Grupo Guararapes

Em outubro de 1991, um grupo de 17 companheiros das Forças Armadas reuniram-se e fizeram uma análise da situação nacional reinante e chegaram à conclusão de que o Governo estava levando o País ao caos. No dia 5 de novembro de 1991, idealizou-se a formação de um grupo de oficiais da reserva e reformados da Marinha, Exército e Aeronáutica, inicialmente residentes no Ceará, mas, posteriormente, absorvendo oficiais domiciliados em todo o território nacional.

Este grupo recebeu o título de Grupo Guararapes em homenagem e perfeito reconhecimento do valor histórico das duas batalhas dos Montes Guararapes.

O Grupo de Estudos Guararapes é uma entidade de personalidade jurídica, sob o registro nº 125893, Cartório do 1º Registro de Títulos e Documentos de Pessoas Jurídicas, Fortaleza - CE títulos e documentos, em Fortaleza, caixa postal 196. CEP 60001-070.

Somos 674 CIVIS – 28 OFICIAIS GENERAIS – 291 OFICIAIS SUPERIORES E 74 CAP/TEN. TOTAL 1.067

Site: www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7366019
E-mail: batistapinheiro@fortalnet.com.br

CHE - Há quarenta anos morria o "homem" e nascia FARSA

Do arquivo do portal da REVISTA VEJA

Assim começa a MATÉRIA DE CAPA que a VEJA publicou no dia 3 de outubro de 2007 sobre uma das figuras mais imundas, em todos os sentidos, que já existiu...

"Não disparem. Sou Che. Valho mais vivo do que morto."

Há quarenta anos, no dia 8 de outubro de 1967, essa frase foi gritada por um guerrilheiro maltrapilho e sujo metido em uma grota nos confins da Bolívia. Nunca mais foi lembrada. Seu esquecimento deve-se ao fato de que o pedido de misericórdia, o apelo desesperado pela própria vida e o reconhecimento sem disfarce da derrota não combinam com a aura mitológica criada em torno de tudo o que se refere à vida e à morte de Ernesto Guevara Lynch de la Serna, argentino de Rosário, o Che, que antes, para os companheiros, era apenas "el chancho", o porco, porque não gostava de banho e "tinha cheiro de rim fervido".

O cara era, além de salafrário, assassino, vigarista e vagabundo, "TÃO MACHO" que, não contente em fazer de si mesmo um dos piores capítulos da América Lat"R"ina, soltou estas outras, todas no mesmo estilo da clemência pela própria vida, ou seja, dignas de nada mais nada menos que um COVARDE:

"Estou na selva cubana, vivo e sedento de sangue."
Carta à esposa, Hilda Gadea, em janeiro de 1957

"Fuzilamos e seguiremos fuzilando enquanto for necessário. Nossa luta é uma luta até a morte."
Discurso na Assembléia-Geral da ONU, em 11 de dezembro de 1964

"O ódio intransigente ao inimigo (...) converte (o combatente) em uma efetiva, seletiva e fria máquina de matar. Nossos soldados têm de ser assim."
Revista cubana Tricontinental, em maio de 1967

Mais um pouco da matéria:

"Por suas convicções ideológicas, Che tem seu lugar assegurado na mesma lata de lixo onde a história já arremessou há tempos outros teóricos e práticos do comunismo, como Lenin, Stalin, Trotsky, Mao e Fidel Castro. Entre a captura e a execução de Che na Bolívia, passaram-se 24 horas. Nesse período, o governo boliviano e os americanos da CIA que ajudaram na operação decidiram entre si o destino de Guevara. Execução sumária? Não para os padrões de Che. Centenas de homens que ele fuzilou em Cuba tiveram sua sorte selada em ritos sumários cujas deliberações muitas vezes não passavam de dez minutos.

VEJA conversou com historiadores, biógrafos, antigos companheiros de Che na guerrilha e no governo cubano na tentativa de entender como o rosto de um apologista da violência, voluntarioso e autoritário, foi parar no biquíni de Gisele Bündchen (o que esta pessoa faz na vida além de desfilar pelo mundo afora? Não vá me dizer que isto é cultura ou algo essencial para o mundo. Ela vive perdendo a chance de tornar-se REALMENTE importante e ajudar a fazer o mundo melhorar, isto sim), no braço de Maradona (precisa comentar alguma coisa sobre a personalidade desta pessoa?), na barriga de Mike Tyson (precisa comentar alguma coisa sobre a personalidade desta pessoa?), em pôsteres e camisetas... O mito é particularmente enganoso por se sustentar no avesso do que o homem foi, pensou e realizou durante sua existência. Incapaz de compreender a vida em uma sociedade aberta e sempre disposto a eliminar a tiros os adversários (do Cavaleiro do Templo - isto é SOCIOPATIA) – mesmo os que vestiam a mesma farda que ele –, Che é, paradoxalmente, visto como um símbolo da luta pela liberdade. Guevara é responsável direto pela morte de 49 jovens inexperientes recrutas que faziam o serviço militar obrigatório na Bolívia. Eles foram mobilizados para defender a soberania de sua pátria e expulsar os invasores cubanos, sob cujo fogo pereceram. Tendo ajudado a estabelecer um sistema de penúria em Cuba, Che agora é apresentado como um símbolo de justiça social. Politicamente dogmático, aferrado com unhas e dentes à rigidez do marxismo-leninismo em sua vertente mais totalitária, passa por livre-pensador. (Do Cavaleiro do Templo - está na hora de mudarmos isto definitivamente e para sempre. Não usem NADA que tenha a foto nem o nome deste MONSTRO, queimem suas camisas, biquinis, o que for. Não deixem seus filhos usarem nada dele também, ensinem que é o mesmo que ter uma foto de HITLER na camisa.)."

Leia (muito) mais sobre este montsro SOCIALISTA/SOCIOPATA AQUI.

PSDB e a CPMF

Este foi o resultado da votação da bancada do PSDB no Senado:

. A FAVOR DA CPMF (VOTANDO A FAVOR DO LULA ou CONTRA O POVO):

Tasso Jereissati (CE)
Sergio Guerra (PE)
Lucia Vania (GO)
Eduardo Azeredo (MG)

. CONTRA A CPMF (VOTANDO A FAVOR DO POVO):

Álvaro Dias (PR)
Arthur Virgílio (AM)
Cícero Lucena (PB)
Marisa Serrano (MS)
Papaléo Paes (AP)
Mario Couto (PA)
Marconi Perillo (GO)
Flexa Ribeiro (PA)
João Tenório (AL)

REPASSEM ESSAS LISTAS PARA SEUS AMIGOS E ANVIEM MENSAGENS DE REPÚDIO Á ESSES TUCANOS TRAIDORES DO BRASIL!

eduardo.azeredo@senador.gov.br
lucia.vania@senadora.gov.br
tasso.jereissati@senador.gov.br
sérgio.guerra@senador.com.br

VAMOS METRALHAR PESSOAL!

Proposta de fusão entre Cuba e Venezuela (dá-lhe Foro de São Paulo!!!)

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA

por Edgard C. Otálvora em 08 de novembro de 2007

Resumo: A Confederação Cubano-Venezuelana seria o caminho escolhido por Fidel Castro e Hugo Chávez para garantir a sobrevivência do atual regime na ilha.

© 2007 MidiaSemMascara.org

A fusão dos governos da Venezuela e de Cuba em uma única entidade é, segundo fontes consultadas em vários países, algo mais que uma frase de ocasião. Tanto o governo venezuelano como setores específicos do regime cubano estariam considerando esta opção seriamente. No caso da Venezuela, o governo de Hugo Chávez se propõe dar pavimento constitucional a essa via, incluindo na reforma constitucional uma claúsula que permitiria um governo conjunto Caracas-Havana.

A criação de uma entidade que unifique os governos da Venezuela e de Cuba foi incluída como parte das reformas constitucionais que os deputados da Assembléia Nacional colaram à proposta inicial apresentada por Chávez.

No artigo 153 foi incorporada a “Fundação de Repúblicas que consolidem os projetos estruturantes da região” como uma das ações que a República “promoverá e favorecerá”.

De acordo com o Dr. Adolfo Salgueiro, na semana passada, poucas horas antes que a Assembléia Nacional (AN) levasse ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE) o texto “definitivo” da reforma, o conteúdo do Artigo 153 foi modificado sem ter ido a nenhum “debate” parlamentar. Salgueiro, que vem realizando um minucioso exame do texto constitucional proposto e seu impacto no campo internacional, fundamenta que a “fundação de Repúblicas” gerou mal-estar entre grupos chavistas os quais imediatamente relacionaram o texto (saído ao que tudo indica de Miraflores) com o que Chávez já havia adiantado poucos dias antes em Cuba, sobre a fusão dos dois governos.

O texto do artigo 153 que finalmente foi entregue pela senhora Cilia Flores – presidenta da AN – à senhora Tibisay Lucena – presidenta do CNE -, já aparece na página da Internet do organismo eleitoral. No texto que será submetido à votação em dezembro foi apagada a parte que diz “fundar Repúblicas”, introduzindo com camuflagem a mesma idéia. O texto definitivo já não se refere à criação de novas repúblicas, senão que faz referência a que a República promoverá a “Confederação” (escrito com maiúsculas pelos redatores) na América Latina. O produto de uma “Confederação” segundo o neutro dicionário da Real Academia, é a criação de um Estado. A nova Constituição abre assim caminho para a formação de um novo Estado resultante da confederação ou aliança de Cuba e Venezuela.

A modificação do artigo, nas intimidades palacianas, foi realizada com tal discrição que, ao que parece, não se inteiraram nem sequer no diário “Últimas Notícias”, dirigido por Eleazar Díaz Rangel, um publicitário próximo do governo. Em sua edição do domingo passado, quando o texto definitivo já aparecia nas páginas oficiais na web, esse matituno publicou um resumo do conteúdo da mudança da Constituição no qual ainda figura como Artigo 153, o correspondente à “fundação de Repúblicas”.

Chávez e Raul Castro em Cuba.0Durante sua visita a Cuba iniciada em 12 de outubro passado,
Hugo Chávez referiu-se a que, na prática, os governos da Venezuela e de Cuba são um só. Chávez utilizou em várias de suas intervenções públicas a palavra “confederação”, para referir-se à fusão dos dois governos.

Américo Martí, um cuidadoso analista do dia-a-dia cubano, ressalta o fato de que nas palavras de Raúl Castro em resposta a Chávez, o cubano nunca se referiu a algo que pudesse ser entendido como uma fusão de ambos os governos. Com efeito, o presidente interino cubano falou de “união e integração”. O contraste de posições entre ambos os mandatários se produziu durante a assinatura de uma nova série de acordos bilaterais no dia 15 de outubro.

Poucos dias depois, o chanceler cubano Felipe Pérez Roque falou implicitamente, desde Nova York, sobre o tema da fusão com a Venezuela. E o fez sob a euforia de haver derrotado os Estados Unidos na ONU, quando a maioria dos países votou rechaçando o embargo norte-americano à ilha. Nesse contexto, Pérez Roque assegurou que seu país estava disposto a ceder sua soberania e bandeira em honra da “Pátria Grande”.

A Confederação Cubano-Venezuelana seria o caminho escolhido por Fidel Castro e Hugo Chávez para garantir a sobrevivência do atual regime na ilha, o qual está em dúvidas, uma vez que o cubano faleça ou fique, por razões de seu estado de saúde, anulado em sua capacidade de intervir no exercício do poder.

Após o discurso de George W. Bush sobre Cuba, pronunciado na Casa Branca em 24 de outubro, ficou no ambiente certa ambivalência sobre a posição definitiva de Washington ante um governo de transição encabeçado (diretamente ou com um segundo interposto) por Raúl Castro. Parece pouco provável que Raúl Castro e a casta militar que se mantém a seu redor, estejam na linha de uma fusão com a Venezuela. A Confederação seria então um projeto dos civis que rodeiam Fidel e os que têm ligações privilegiadas com Chávez.

Fonte: El Nuevo País – Caracas
Tradução: Graça Salgueiro

***

Comentário do Cavaleiro do Templo: é o FSP, FORO DE SÃO PAULO, gente. Estes dois canalhas participam dele, como você sabem, junto com mais um monte, entre eles vocês sabem quem...

Quem votou sim em 1996 (CPMF)?

Conheça os parlamentares que participaram da sessão da Câmara, em 1996, que resultou na instituição da CPMF. Saiba quem votou SIM e quem votou NÃO.

Fiscalize.

Alguns desses mesmos nomes farão parte da votação que definirá a permanência ou não do tributo este ano.

Clique AQUI para a lista.

Aproveite e assine CONTRA a CPMF. Já somos mais de 40 mil internautas.

Como capturar porcos selvagens

Do portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA


O Farol faz uma pausa nos artigos de grande profundidade para contar uma fábula, não menos profunda. Ela chegou a um de nós por email, sem fonte de referência, mas parece-nos apropriada para refletir sobre o que está ocorrendo no nosso País e no nosso Continente.


Havia um professor de química em um grande colégio com alunos de intercâmbio em sua turma. Um dia, enquanto a turma estava no laboratório, o professor notou um jovem do intercâmbio que continuamente coçava as costas e se esticava como se elas doessem.

O professor perguntou ao jovem qual era o problema. O aluno respondeu que tinha uma bala alojada nas costas pois tinha sido alvejado enquanto lutava contra os comunistas de seu país nativo que estavam tentando derrubar seu governo e instalar um novo regime, um "outro mundo possível".

No meio da sua história ele olhou para o professor e fez uma estranha pergunta: "O senhor sabe como se capturam porcos selvagens?"

O professor achou que se tratava de uma piada e esperava uma resposta engraçada. O jovem disse que não era piada.

"Você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e colocando algum milho no chão. Os porcos vêm todos os dias comer o milho gratuito. Quando eles se acostumam a vir todos os dias, você coloca uma cerca mas só em um lado do lugar em que eles se acostumaram a vir. Quando eles se acostumam com a cerca, ele voltam a comer o milho e você coloca um outro lado da cerca. Mais uma vez eles se acostumam e voltam a comer. Você continua desse jeito até colocar os quatro lados da cerca em volta deles com uma porta no último lado. Os porcos que já se acostumaram ao milho fácil e com as cercas, começam a vir sozinhos pela entrada. Você então fecha a porteira e captura o grupo todo."

"Assim, em um segundo, os porcos perdem sua liberdade. Eles ficam correndo e dando voltas dentro da cerca, mas já foram pegos. Logo, voltam a comer o milho fácil e gratuito. Eles ficaram tão acostumados a ele que esqueceram como caçar na floresta por si próprios, e por isso aceitam a servidão."

O jovem então disse ao professor que era exatamente isso que ele via acontecer neste país. O governo ficava empurrando-os para o comunismo e o socialismo e espalhando o milho gratuito na forma de programas de auxílio de renda, bolsas isso e aquilo, impostos variados, estatutos de "proteção", cotas para estes e aqueles, subsídio para todo tipo de coisa, pagamentos para não plantar, programas de "bem-estar social", medicina e medicamentos "gratuitos", sempre e sempre novas leis, etc, tudo ao custo da perda contínua das liberdades, migalha a migalha.

Devemos sempre lembrar que "Não existe esse negócio de almoço grátis".

Finalmente, se você percebe que toda essa maravilhosa "ajuda" governamental é um problema que se opõe ao futuro da democracia em nosso país, você vai mandar esta mensagem para seus amigos. Mas se você acha que políticos e ongueiros pedem mais poder para as classes deles tirarem liberdades e dinheiro dos outros para beneficiar *você* ou "os pobres" então você provavelmente vai deletar este email, mas que Deus o ajude quando trancarem a porteira!

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Decreto Papal excomunga comunistas e socialistas

Q. 1 Utrum licitum sit, partibus communistarum nomen dare vel eisdem favorem praestare.
[Acaso é lícito dar o nome ou prestar favor aos partidos comunistas?]

R. Negative: Communismum enim est materialisticus et antichristianus; communistarum autem duces, etsi verbis quandoque profitentur se religionem non oppugnare, se tamen, sive doctrina sive actione, Deo veraeque religioni et Ecclesia Christi sere infensos esse ostendunt.

Q. 2 Utrum licitum sit edere, propagare vel legere libros, periodica, diaria vel folia, qual doctrine vel actioni communistarum patrocinantur, vel in eis scribere.
[Acaso é lícito publicar, propagar ou ler livros, diários ou folhas que defendam a ação ou a doutrina dos comunistas, ou escrever nelas?]

R. Negative: Prohibentur enim ipso iure

Q. 3 Utrum Christifideles, qui actus, de quibus in n.1 et 2, scienter et libere posuerint, ad sacramenta admitti possint.
[Se os cristãos que realizarem concientemente e livremente, as ações conforme os n°s 1 e 2 podem ser admitidos aos sacramentos?]

R. Negative, secundum ordinaria principia de sacramentis denegandis iis, Qui non sunt dispositi

Q. 4 Utrum Christifideles, Qui communistarum doctrinam materialisticam et anti Christianam profitentur, et in primis, Qui eam defendunt vel propagant, ipso facto, tamquan apostatae a fide catholica, incurrant in excommunicationem speciali modo Sedi Apostolicae reservatam.
[Se os fiéis de Cristo, que declaram abertamente a doutrina materialista e anticristã dos comunistas, e, principalmente, a defendam ou a propagam, "ipso facto" caem em excomunhão ("speciali modo") reservada à Sé Apostólica?]

R. Affirmative

Comentários
Deste modo todos os católicos que votarem (é uma espécie de prestar favor) ou se filiarem em partidos comunistas, escreverem livros filo-comunistas, ou revistas estão excluídos dos sacramentos.

Os que defenderem, propagarem ou declararem o materialismo dos comunistas também estão excomungados automaticamente.

Esse decreto do Santo Ofício de Pio XII, que foi confirmado por João XXIII em 1959, continua válido. Aliás, Pio XII trabalhou pessoalmente contra o comunismo na Itália.

Tal condenação do comunismo se soma às condenações feitas por Pio IX, Leão XIII, São Pio X, Pio XI, Pio XII (ele também condenou em outras oportunidades), João XXIII, Paulo VI, Concílio Vaticano II (reiterou as condenações precedentes) e João Paulo II.

Faz mais de cem anos que a Igreja Católica condena o comunismo, SOCIALISMO e qualquer tipo de materialismo e igualdade material. A pena para os que desobedecem a proibição de ajudar o comunismo (ou suas variantes) sob qualquer aspecto (incluindo a votação nos partidos filo-comunistas) é a EXCOMUNHÃO AUTOMÁTICA.

"Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios: ninguém pode ao mesmo tempo ser bom católico e socialista verdadeiro" (Pio XI).

Papa Pio XII - "Decretum Contra Communismum" MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=decretos&artigo=anticomunismo&lang=bra Online,
07/11/2007 às 22:55h


***

Comentário do Cavaleiro do Templo: quem vota no PT, seus partidários e TODA a sua composição, inclusive o LULA (lembre-se sempre do SOCIALISMO PETISTA que eles querem para o Brasil, está E-X-C-O-M-U-N-G-A-D-O!

Cristãos brasileiros que votam no LULA, entenderam onde se meteram? Pois lembrem-se do que o Filho Dele disse a Pedro: " O que você ligar na Terra será ligado no céu, o que você desligar na Terra será DESLIGADO no céu". E o Papa está sentado na cadeira de Pedro.

Clique AQUI para ler com seus própios olhos

A teoria da exploração do socialismo-comunismo

Do portal do mestre OLAVO DE CARVALHO

Totalmente IMPERDÍVEL, estes artigos sepultam QUALQUER IDÉIA DE QUALQUER PETISTA, doidos que estão pelo seu SOCIALISMO PETISTA.

Apelo a todos: precisamos LER, gente. Não podemos deixar estes vagabundos falarem o que quere, as imundícies que saem de suas cabeças imbecilizadas e sociopatas.

Além de ASSASSINA, esta sociopatia chamada Socialismo (o estágio "inicial" do Comunismo, que JAMAIS foi implantado no mundo, pois a m***a é tão ruim que nem seu início jamais funcionou a contento) não tem NENHUM fundamento científico nem "comprovação de campo" que a valide.

Lá vai o link. Cliquem aqui para ler.

Marxismo segundo Ludwig von Mises - I

"Este é o primeiro capítulo intitulado "Mind, Materialism, and the Fate of Man" do livro "Marxism Unmasked: From Delusion to Destruction", publicado pela Foundation for Economic Education.

Faz parte de uma série de nove discursos formais de Ludwig Von Mises, (1881-1973), pronunciados entre 23 de junho e 3 de julho de 1952, na Biblioteca Pública de São Francisco, São Francisco, Califórnia, num seminário patrocinado pela revista The Freeman".

Um pouco do grande Ludwig...

"Ludwig von Mises é um dos mais notáveis filósofos e economistas do nosso tempo. Inspirado no início de sua carreira pelo trabalho de seus professores - os grandes economistas austríacos Carl Menger e Böhm-Bawerk - Mises, por meio de uma série de pesquisas universitárias, analisou sistematicamente cada problema econômico importante, criticou erros inveterados e substituiu velhos sofismas por idéias sólidas e sadias."

Download do texto aqui ou leia a matéria no portal MOVIMENTO ENDIREITAR.

Do marxismo cultural

Do portal MOVIMENTO ENDIREITAR

Segundo o marxismo clássico, os proletários eram inimigos naturais do capitalismo. Lênin acrescentou a isso a idéia de que o imperialismo era fruto da luta capitalista para a conquista de novos mercados. Conclusão inevitável: os proletários eram também inimigos do imperialismo e se recusariam a servi-lo num conflito imperialista generalizado. Mais apegados a seus interesses de classe que aos de seus patrões imperialistas, fugiriam ao recrutamento ou usariam de suas armas para derrubar o capitalismo em vez de lutar contra seus companheiros proletários das nações vizinhas.

Em 1914, esse silogismo parecia a todos os intelectuais marxistas coisa líquida e certa. Qual não foi sua surpresa, portanto, quando o proletariado aderiu à pregação patriótica, alistando-se em massa e lutando bravamente nos campos de batalha pelos “interesses imperialistas”!

O estupor geral encontrou um breve alívio no sucesso bolchevique de 1917, mas logo em seguida veio a se agravar em pânico e depressão quando, em vez de se expandir para os países capitalistas desenvolvidos, como o previam os manuais, a revolução foi sufocada pela hostilidade geral do proletariado.

Diante de fatos de tal magnitude, um cérebro normal pensaria, desde logo, em corrigir a teoria. Talvez os interesses do proletariado não fossem tão antagônicos aos dos capitalistas quanto Marx e Lênin diziam.

Mas um cérebro marxista nunca é normal. O filósofo húngaro Gyorgy Lukacs, por exemplo, achava a coisa mais natural do mundo repartir sua mulher com algum interessado. Pensando com essa cabeça, chegou à conclusão de que quem estava errado não era a teoria: eram os proletários. Esses idiotas não sabiam enxergar seus “interesses reais” e serviam alegremente a seus inimigos. Estavam doidos. Normal era Gyorgy Lukács. Cabia a este, portanto, a alta missão de descobrir quem havia produzido a insanidade proletária. Hábil detetive, logo descobriu o culpado: era a cultura ocidental. A mistura de profetismo judaico-cristão, direito romano e filosofia grega era uma poção infernal fabricada pelos burgueses para iludir os proletários. Levado ao desespero por tão angustiante descoberta, o filósofo exclamou: “Quem nos salvará da cultura ocidental?”

A resposta não demorou a surgir. Felix Weil, outra cabeça notável, achava muito lógico usar o dinheiro que seu pai acumulara no comércio de cereais como um instrumento para destruir, junto com sua própria fortuna doméstica, a de todos os demais burgueses. Com esse dinheiro ele fundou o que veio a se chamar “Escola de Frankfurt”: um “think tank” marxista que, abandonando as ilusões de um levante universal dos proletários, passou a dedicar-se ao único empreendimento viável que restava: destruir a cultura ocidental. Na Itália, o fundador do Partido Comunista, Antônio Gramsci, fôra levado a conclusão semelhante ao ver o operiado trair o internacionalismo revolucionário, aderindo em massa à variante ultranacionalista de socialismo inventada pelo renegado Benito Mussolini. Na verdade os próprios soviéticos já não acreditavam mais em proletariado: Stálin recomendava que os partidos comunistas ocidentais recrutassem, antes de tudo, milionários, intelectuais e celebridades do “show business”. Desmentido pelos fatos, o marxismo iria à forra por meio da auto-inversão: em vez de transformar a condição social para mudar as mentalidades, iria mudar as mentalidades para transformar a condição social. Foi a primeira teoria do mundo que professou demonstrar sua veracidade pela prova do contrário do que dizia.

Os instrumentos para isso foram logo aparecendo. Gramsci descobriu a “revolução cultural”, que reformaria o “senso comum” da humanidade, levando-a a enxergar no martírio dos santos católicos uma sórdida manobra publicitária capitalista, e faria dos intelectuais, em vez dos proletários, a classe revolucionária eleita. Já os homens de Frankfurt, especialmente Horkheimer, Adorno e Marcuse, tiveram a idéia de misturar Freud e Marx, concluindo que a cultura ocidental era uma doença, que todo mundo educado nela sofria de “personalidade autoritária”, que a população ocidental deveria ser reduzida à condição de paciente de hospício e submetida a uma “psicoterapia coletiva”.

Estava portanto inaugurada, depois do marxismo clássico, do marxismo soviético e do marxismo revisionista de Eduard Bernstein (o primeiro tucano), a quarta modalidade de marxismo: o marxismo cultural. Como não falava em revolução proletária nem pregava abertamente nenhuma truculência, a nova escola foi bem aceita nos meios encarregados de defender a cultura ocidental que ela professava destruir.

Expulsos da Alemanha pela concorrência desleal do nazismo, os frankfurtianos encontraram nos EUA a atmosfera de liberdade ideal para a destruição da sociedade que os acolhera. Empenharam-se então em demonstrar que a democracia para a qual fugiram era igualzinha ao fascismo que os pusera em fuga. Denominaram sua filosofia de “teoria crítica” porque se abstinha de propor qualquer remédio para os males do mundo e buscava apenas destruir: destruir a cultura, destruir a confiança entre as pessoas e os grupos, destruir a fé religiosa, destruir a linguagem, destruir a capacidade lógica, espalhar por toda parte uma atmosfera de suspeita, confusão e ódio. Uma vez atingido esse objetivo, alegavam que a suspeita, a confusão e o ódio eram a prova da maldade do capitalismo.

Da França, a escola recebeu a ajuda inestimável do método “desconstrucionista”, um charlatanismo acadêmico que permite impugnar todos os produtos da inteligência humana como truques maldosos com que os machos brancos oprimem mulheres, negros, gays e tutti quanti, incluindo animais domésticos e plantas.

A contribuição local americana foi a invenção da ditadura lingüística do “politicamente correto”.

Em poucas décadas, o marxismo cultural tornou-se a influência predominante nas universidades, na mídia, no show business e nos meios editoriais do Ocidente. Seus dogmas macabros, vindo sem o rótulo de “marxismo”, são imbecilmente aceitos como valores culturais supra-ideológicos pelas classes empresariais e eclesiásticas cuja destruição é o seu único e incontornável objetivo. Dificilmente se encontrará hoje um romance, um filme, uma peça de teatro, um livro didático onde as crenças do marxismo cultural, no mais das vezes não reconhecidas como tais, não estejam presentes com toda a virulência do seu conteúdo calunioso e perverso.

Tão vasta foi a propagação dessa influência, que por toda parte a idéia antiga de tolerância já se converteu na “tolerância libertadora” proposta por Marcuse: “Toda a tolerância para com a esquerda, nenhuma para com a direita”. Aí aqueles que vetam e boicotam a difusão de idéias que os desagradam não sentem estar praticando censura: acham-se primores de tolerância democrática.

Por meio do marxismo cultural, toda a cultura transformou-se numa máquina de guerra contra si mesma, não sobrando espaço para mais nada.

Link da matéria AQUI

Publicado em O Globo, 8 de junho de 2002
Fonte: site do Olavo de Carvalho

O perigo venezuelano

Quer saber porque? Leia o que o filósofo Denis Rosenfield falou no site do Jornalista Diego Casagrande.

Um trecho: "...seu projeto de constituição lhe confere poderes próprios de um líder totalitário. Seus antecedentes são os do século XX: Stálin, Mao, Castro e outros. Suas ações imediatas consistem na abolição da propriedade privada, na anulação completa da divisão de Poderes, no controle da imprensa e da mídia em geral, no culto à personalidade, na formação de milícias, fortemente armadas, no controle estatal das manifestações públicas e na progressiva supressão dos direitos políticos. O mais surpreendente é que ele ainda suscite admiradores no Brasil! Será que a mentalidade de alguns é tão atrasada assim..."

Na íntegra aqui.

Sede do PT gaúcho vai a leilão para pagar dívida de campanha

Da Agência Folha, em Porto Alegre

O prédio onde funciona a sede do diretório estadual do PT do Rio Grande do Sul poderá ir a leilão no dia 19. O partido foi intimado ontem e o edital de leilão publicado nos jornais de Porto Alegre.

Segundo o secretário de Finanças do PT estadual, Rodrigo Campos, o processo de execução ocorreu em razão de uma dívida do PT de Porto Alegre, referente à campanha para prefeito da capital gaúcha, em 2004.

A cooperativa Casanova, uma produtora de vídeo que fez os programas eleitorais de TV da campanha, não recebeu R$ 350 mil e entrou na Justiça para ter acesso aos recursos devidos pelo partido. Segundo Campos, a Justiça decidiu cobrar do diretório estadual. Ele disse que está conversando com os responsáveis pela produtora para que o prédio não seja leiloado e que aceite negociar a dívida pendente.

O PT comprou a sede em 2002. Ela se localiza em uma rua próxima ao centro de Porto Alegre. Tem dois andares e abriga toda a estrutura operacional do PT gaúcho.

Confira no TJ gaúcho. Aqui no Cavaleiro do Templo a notícia é assim, na íntegra... heheheh. Ver o PT se ferrando é lindo!!!!

Evo ameaça: Brasil tem que aceitar regras para ter gás

Da "Orkuteira" SOU EU SIM!!!!!

O presidente da Bolívia, Evo Morales, afirmou nesta terça-feira que o Brasil precisará respeitar as regras do país se quiser ter acesso a mais gás boliviano. No entanto, foram justamente as medidas impostas pelo governo local que levaram a Petrobras a suspender os investimentos, após duas de suas refinarias terem sido encampadas pelo governo em maio de 2006.

Segundo Evo, a Bolívia "precisa de milhões e milhões" para poder avançar na industrialização do gás natural e do petróleo. Contudo, ele salientou que os novos investimentos precisam "respeitar as normas" do país.

"Se quer investir, seja bem-vindo", disse o esquerdista.

No dia 12 de dezembro deste ano, o presidente Lula se reunirá com o colega boliviano para debater a crise do gás. O problema se estende desde 1º de maio de 2006, quando Evo assinou um decreto de nacionalização de todos os hidrocarbonetos (entre eles, o gás), o que acarretou na ocupação militar das refinarias da Petrobras na Bolívia. Sem chegar a um acordo, em maio de 2007 o governo brasileiro resolveu vender 100% das refinarias que tinha no país vizinho por US$ 112 milhões – valor abaixo da proposta original da estatal (US$ 120 milhões). O gás natural representa quase 10% da matriz energética brasileira.

O Brasil importa 25 milhões de metros cúbicos de gás boliviano diariamente, sendo que mais de 50% deste volume é direcionado para São Paulo.

Lançamento do livro Transparência em Foco

Cliquem aqui para o convite. Dia 20 de novembro.

O Direito à Informação no Brasil

Por Eloisa Machado Advogada da ONG Conectas

Nossa Constituição Federal estabelece que toda atividade exercida pelo Poder Público deve respeitar a regra da publicidade, inserta no artigo 37 da Constituição Federal:

Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:

Mais especificamente, nossa Constituição assegura, por meio do inciso XXXIII do artigo 5°, o todo cidadão o direito de receber dos órgãos públicos informações de interesse particular ou de interesse coletivo ou geral.

Art. 5º. XXXIII – todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado;

Como pode de verificar, a regra para os órgãos públicos para a prestação de informações é a publicidade e transparência. As únicas exceções admitidas são os casos em que o sigilo das informações seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado.

Somado a isso a Constituição Federal garante ainda, por meio da letra “a” do inciso XXXIV de seu artigo 5°, o direito do cidadão de peticionar (“direito de petição”) aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidades ou abuso de poder, sem que para isso tenha que pagar taxas.

XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas:

a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder;

Com base nesses dispositivos todo cidadão ou organização da sociedade civil pode peticionar aos órgãos públicos de qualquer esfera (municipal, estadual e federal) requerendo informações que sejam de interesse público ou coletivo.

Referido direito garantido aos cidadãos brasileiros traz ao poder público, em contrapartida, o dever de resposta. Tal resposta, como prevê o citado inciso XXXIII do artigo 5° da CF, deverá ser prestada “no prazo da lei”.

Com isso, tendo em vista a inexistência de lei federal regulando a matéria, diferentes prazos podem ser estipulados por leis Estaduais e Municipais. No caso de ausência de lei estipulando tal prazo, entende-se como devido o prazo de 15 dias por analogia a lei Federal 9.051/95 que regula a expedição de certidão (analisada logo abaixo).

Tendo o cidadão peticionado ao órgão público requerendo informações de interesse coletivo e se expirado o prazo para a resposta, poderá o indivíduo fazer uma representação ao ministério público para que o mesmo tome as medidas judiciais cabíveis, ou ele mesmo poderá impetrar um Mandado de Segurança contra a autoridade pública que se recusou a respondê-lo.

Cumpre ressaltar que para impetrar um Mandado de Segurança o indivíduo ou organização da sociedade civil precisará se fazer representar por um advogado, tendo também que arcar com as custas judiciais.

No que se refere à representação ao Ministério Público a mesma deverá ser direcionada ao MP Estadual nas situações em que a negativa de resposta advém de organismo municipal ou estadual, e ao MP Federal na hipótese do órgão violador for da esfera Federal.

Somado à hipótese acima explanada temos ainda o direito constitucional de obter informações dos órgãos públicos de interesse pessoal. Esse direito o instrumento para sua proteção está presente em outros dispositivos constitucionais, além do precitado inciso XXI do artigo 5°, vejamos:

Art. 5°, XXXIV – são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: (...) b) a obtenção de certidões em repartições públicas, para a defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal.

O remédio constitucional previsto para a defesa desse direito fundamental é o “Habeas Data” previsto no inciso LXXII do artigo 5° de nossa Constituição Federal:

Art. 5°, LXXII - conceder-se-á "habeas-data": a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público; b) para a retificação de dados, quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso, judicial ou administrativo;

Por fim, merece destaque a regulamentação de referido direito trazida pela Lei Federal 9.051/95 de 18 de maio de 1995 que estipulou o prazo de 15 dias para a emissão da certidão requerida, não sendo possível prorrogação:

Art. 1º As certidões para a defesa de direitos e esclarecimentos de situações, requeridas aos órgãos da administração centralizada ou autárquica, às empresas públicas, às sociedades de economia mista e às fundações públicas da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, deverão ser expedidas no prazo improrrogável de quinze dias, contado do registro do pedido no órgão expedidor.

O segundo artigo apresenta o único requisito exigido pela lei em questão, qual seja: que os interessados em obter as certidões apresentem as razões e finalidades dos pedidos.

Art. 2º Nos requerimentos que objetivam a obtenção das certidões a que se refere esta lei deverão os interessados fazer constar esclarecimentos relativos aos fins e razões do pedido.

Enviem e-mails e telefonem aos congressistas exigindo o fim da CPMF

Vamos mostrar nosso repúdio à CPMF e exigir seu fim!!!

SENADO:
http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/formulario/form.asp-
DISQUE SENADO
0800 - 612 211
E-MAIL DOS SENADORES EM FORMATO .doc

CÂMARA FEDERAL
http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado
DISQUE CÂMARA
0800 - 619 619

O Foro de São Paulo é um perigo para o hemisfério

Escrito por Diario Las Américas em 06 de novembro de 2007

O engenheiro venezuelano Alejandro Peña Esclusa qualifica o Foro de São Paulo (FSP), de política internacional, como um perigo para o hemisfério e o descreve como um projeto continental com vistas a uma expansão coletivista mundial.

Em entrevista ao Diario Las Américas, Peña Esclusa, opositor há pelo menos oito anos do presidente de seu país, Hugo Chávez (um dos cabeças do FSP), referiu-se precisamente aos acordos de Chávez com o Irã que abriu as portas a Ahmadinejad, não só as da Venezuela como do resto da América. Por esta razão o terrorismo está mais perto dos Estados Unidos e quer utilizar a América Latina como plataforma para poder atuar, contando com o respaldo do FSP.

Peña Esclusa é um expert em América Latina e especialmente no FSP, organização à qual deu seguimento desde que foi fundada em 1990 por Fidel Castro com o apoio do Partido dos Trabalhadores, do Brasil, “com a finalidade de reagrupar todas as forças de esquerda da região, desmanteladas pelo colapso do socialismo real”.

Peña Esclusa tem viajado por toda a América advertindo sobre o perigo que esse FSP representa para a segurança hemisférica, e assegura que o tempo lhe deu razão porque agora a maioria dos presidentes da América Latina formam parte do FSP, quer seja da ala radical, quer da suposta ala moderada.

Na ala radical estariam Evo Morales, Daniel Ortega, Hugo Chávez e Fidel Castro e na ala moderada estariam Tabaré Vázquez, Michelle Bachelet, Néstor Kirchner, Lula da Silva e Omar Torrijos, de modo que têm o controle da maioria da América Latina. E nos que não têm o controle, como México, Peru, Colômbia e El Salvador, têm respecivamente um López Obrador, Ollanta Humala, as FARC e o ELN, e o FMLN, tratando de desestabilizá-los.

Peña Esclusa considera que a situação por ele anunciada converteu-se em uma ameaça clara e real à segurança hemisférica, tanto pela quantidade de membros do FSP que são atualmente governos, quanto pelos acordos de Chávez com os Estados terroristas.

Para Peña Esclusa a suposta divisão entre as esquerdas da América não existe mas são apenas diferentes estilos de governos, radicais e moderados, que convivem dentro do FSP e se apóiam mutuamente, e cita em apoio à sua tese o documento aprovado no último Encontro do Foro de São Paulo efetuado em El Salvador, de 12 a 14 de janeiro, no qual deixaram bem claro que não existem duas esquerdas, que são estilos e estratégias diferentes, que dependem das circunstâncias de luta de cada país. E, embora seja certo que Chávez, Evo Morales e Fidel Castro têm um estilo diferente dos de Lula, Tabaré Vázquez, Kirchner e Bachelet, cada vez que Chávez está com problemas Lula e seus companheiros “moderados” saem a apoiá-lo, tendo votado nele para o assento do Conselho de Segurança da ONU. Lula esteve participando do Foro Econômico Mundial que acaba de se realizar em Davos, Suíça, defendendo Chávez e Evo Morales; Kirchner foi à Espanha para falar bem de Chávez e Evo Morales. “E não só falam bem deles, como não denunciam o que Chávez faz. Lula não diz nada do fechamento dos canais de televisão, da perseguição aos presos políticos, das fraudes eleitorais, não renega as FARC e o ELN, bandos terroristas que se financiam com o dinheiro do narcotráfico e, do mesmo modo que as FARC e o ELN, continua pertencendo ao FSP”. E arremata dizendo que “são estilos diferentes de uma mesma esquerda que tem um mesmo projeto castro-comunista para a América”.

O Foro de São Paulo começou como uma estrutura informal. Quando foi fundado só um membro era governo: Cuba. Agora têm o controle de vários governos e utilizam as chancelarias e demais estruturas de governo para promover as mesmas idéias. “Com o passar do tempo converteu-se em uma internacional política e agora estão se expandindo internacionalmente, através do Fórum Social Mundial, estabelecendo contatos com o Irã, com a Coréia do Norte, de governo para governo. Quer dizer, o FSP foi a crisálida onde nasceu uma estrutura que agora já governa nações inteiras”.

O entrevistado expressa que um dos pontos que esteve enfatizando neste giro que está realizando pelo continente, da qual é parte a conferência que está dando nesta segunda-feira no Instituto de Estudos Cubanos e Cubano-Americanos da Universidade de Miami é que cada país, no nível nacional, está se enfrentando com o gerente local do FSP internacional que não respeita soberanias nem fronteiras, que considera a América Latina como um só território e tomam decisões globais para cada país. “Dito de outra forma, as FARC não são uma estrutura colombiana, senão a representação colombiana da estrutura internacional do FSP. Do mesmo modo, o FMLN não é um partido nacional, pois recebe instruções e atua conforme os planos do FSP e assim sucessivamente; são delegações regionais de uma estrutura internacional”.

O Foro de São Paulo sofreu uma mudança de fase quando Chávez chegou à presidência e quando Lula alcançou o poder no Brasil. Aí começou a expansão em grande escala.

Peña Esclusa insistiu finalmente na necessidade da divulgação destas realidades que está denunciando, porém considera fundamentalmente que o que faz falta é a coordenação de uma frente para produzir uma batalha internacional, contra um inimigo que é internacional.

Fonte: http://www.diariolasamericas.com/news.php?nid=21830&pag=2
Tradução: Graça Salgueiro
Publicado originalmente no site MidiaSemMascara.org

O Brasil e o cinismo das Farc

Do portal MOVIMENTO ENDIREITAR

Escrito por Marcelo Rech, editor do InfoRel em 06 de novembro de 2007

No início da década de 1990, a esquerda brasileira foi decisiva na criação do chamado Foro de São Paulo, uma espécie de organização que reúne as esquerdas da América Latina.

Na época, além de representantes de partidos políticos, participaram também integrantes de movimentos sociais e guerrilheiros da região, como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Farc.

São históricos e profundos os laços que unem a guerrilha e a esquerda brasileira. Com a chegada ao poder do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, essas relações se tornaram mais discretas por um lado, e mais intensas por outro.

E isso se explica através da decisão do Comitê Nacional para Refugiados (Conare), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, e que em julho do ano passado, decidiu conceder ao ex-padre Francisco Antonio Cadenas Collazzos, também conhecido como Olivério Medina, o status de refugiado político. Ele atuava como porta-voz das Farc no Brasil.

Cadena Collazzos é acusado na Colômbia de crimes hediondos como terrorismo e seqüestro. No dia 21 de março, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu arquivar o pedido de extradição do governo colombiano.

Os ministros entenderam que a decisão do governo brasileiro de conceder status de refugiado ao acusado, impedia o prosseguimento do processo.

Ainda em julho do ano passado, o governo colombiano pediu que a decisão fosse revista e o pedido de extradição foi reiterado.

Os advogados do colombiano sustentaram que ele corria risco de morte se fosse entregue às autoridades do país. Vários partidos políticos do Brasil criaram um movimento pela libertação de Medina, que assumiu em carta, o compromisso de afastar-se do conflito político da Colômbia.

A decisão é incômoda. Principalmente para um governo que tem vínculos muito estreitos com a guerrilha. Mas, foi uma decisão política e não técnica.

Foi mais cômodo manter o guerrilheiro no Brasil, apesar das muitas dúvidas que pairam sobre as verdadeiras relações entre Farc, PT e governo.

Um possível derrame de dinheiro das Farc na primeira campanha de Lula foi denunciado pelo deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF), mas a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), garantiu não ter nada de concreto sobre o assunto.

O PT chegou a desmentir os vínculos com as Farc, mas solidarizou-se com a guerrilha como ficou claro na Resolução número 9 do X Foro de São Paulo, de 7 de dezembro de 2001.

O documento condena a repressão à guerrilha por parte do governo colombiano classificando-a como “terrorismo de Estado” e “verdadeiro plano de guerra contra o povo”.

Desta forma, a assembléia decidiu: “Ratificar a legitimidade, justeza e necessidade da luta das organizações colombianas e solidarizar-nos com elas.”

Trata-se de uma promessa de solidariedade que poucos meses depois, por temores eleitorais foi negada pelo PT. O texto é assinado por representantes de 39 organizações, entre as quais o Partido dos Trabalhadores.

Foram partidos políticos que orientaram Olivério Medina a pedir refúgio no Brasil. Foram partidos políticos que politizaram os debates do Conare. Foram essas pressões, que em alguns momentos vieram do Palácio do Planalto, que contribuíram para que o colombiano não fosse entregue para responder na Justiça do seu país, pelos crimes que lhe imputam.

O Brasil, em que pesem os discursos pró-integração, é omisso com o conflito colombiano, ainda que tenhamos o ônus da fronteira comum. As Farc não são um movimento político beligerante, mas um grupo de narcoterroristas aos quais não interessa a paz na Colômbia.

Talvez as pressões políticas exercidas sobre o Conare não tenham permitido que seus conselheiros tivessem uma visão mais ampla do que representam as Farc no contexto regional.

Um exército irregular que busca combatentes nos países vizinhos usa o Brasil para abastecer-se de insumos, e já possui bases na fronteira com o Equador. Que usam crianças nos combates e assassinam camponeses, controlando com mão-de-ferro os interiores da Colômbia.

Isso sem falar no que fazem com as meninas adolescentes que são recrutadas e sem opção ou por coação, acabam integrando as várias frentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.

Uma vez integradas à guerrilha, são submetidas a todo tipo de humilhações, incluindo violações sexuais por parte dos “guerreiros”.

Ao conceder o status de refugiado político ao senhor Medina, as autoridades brasileiras legitimam as agressões aos direitos humanos e a violência naquele país.

A postura brasileira de não imiscuir-se em temas internos dos países soberanos beira a covardia, pois é notória a vinculação das Farc com o crime organizado no Brasil.

Além disso, o território brasileiro não é utilizado apenas e tão somente para a compra de provisões. Aqui são negociadas drogas e armas e planejadas operações executadas na Colômbia.

Não se trata, portanto, de condenar os vínculos com a esquerda latino-americana que tem logrado êxitos legítimos, através das urnas, mas de ressaltar-se o óbvio: as Farc não têm interesse na paz e não almejam o poder pela via democrática.

Muito diferente do que ocorreu recentemente com os sandinistas na Nicarágua, ou com Chávez, Morales e Correa, na Venezuela, Bolívia e Equador, respectivamente. Todos ascenderam ao poder democraticamente.

No dia 28, realizou-se em Brasília, a terceira edição do Dia Internacional do Soldado e do Policial Colombiano Mutilados. Em 17 anos, foram mais de 3.600 os feridos por minas terrestres. Uma média de 215 por ano, mas que tem crescido de forma absurda nos últimos dois anos.

Os militares colombianos têm hoje, um índice de aprovação popular de 82% e as Forças Armadas daquele país, são a instituição de maior credibilidade na Colômbia. Enquanto isso, as Farc que se autodenominam “Exército do Povo”, tem menos de 1% de aprovação e só ficam à frente do ELN.

Esses dados mostram que a violência na Colômbia tem feito vítimas não apenas junto à população civil, mas também àqueles que combatem diretamente a guerrilha. Para essas pessoas, os direitos humanos são letra morta.

O Brasil, talvez sem a intenção deliberada, ignorou essas vítimas e fortaleceu o papel das Farc na região, ao impedir que o senhor Medina fosse extraditado. Nem mesmo as possíveis ligações de integrantes do governo colombiano com paramilitares, justificam tal decisão.

O Brasil ignorou os direitos humanos de Tatiana, 15 anos, da Frente 58 das Farc, que perdeu a mãe assassinada pela guerrilha e foi abandonada pelo pai, em Dabeiba, Antioquia. Sem opção, foi recrutada pelas Farc e poucas semanas depois, já manuseava um fuzil AK-47 reforçado.

Em julho de 2003, a revista SEMANA, de Bogotá, publicou extensa reportagem sobre a infâmia cometida pelas Farc. Computadores da guerrilha foram apreendidos e registravam até onde chegavam os abusos cometidos contra as meninas colombianas.

Adriana, com 16 anos, recebeu dos comandantes a quem servia sexualmente, comprimidos de Cytotec abortivos. A gravidez contraria as regras impostas pelas Farc e Adriana, algumas semanas depois do aborto, foi condenada a semear quatro hectares de milho na região de La Esmeralda. Pelo menos 35 menores de 16 anos integraram a Frente 58 das Farc, de acordo com a Justiça colombiana.

Como bem ressaltou a reportagem de SEMANA, um crime contra a humanidade minimizado pelos comandantes com muito cinismo. Cinismo este que também o Brasil legitimou com sua decisão.

Fonte: portal MOVIMENTO ENDIREITAR

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".