Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Delirantes furiosos. O que mais poderiam ser? Bem, poderiam ser coisas piores...

Íntegra aqui, trecho abaixo:


(Marilena Chauí ) apresentou-se aos jornalistas varada de luz como um santo de vitral. Numa frase, resumiu a experiência que acabara de viver:


“Quando Lula fala, o mundo se ilumina”





Só se consegue compreender estas pessoas quando percebemos que estão navegando por um quadro psicopatológico, não?

Paraná: Homem que tomou vacina contra H1N1 contrai gripe suína

A NOVA ORDEM MUNDIAL

WEDNESDAY, 19 MAY 2010

De acordo com a 16ª RS, é a primeira vez que uma pessoa imunizada contra a Gripe A contrai a doença na região

Paciente foi vacinado contra a nova gripe em abril

A 16ª Regional de Saúde (RS) confirmou hoje que uma das pessoas infectadas pelo vírus H1N1 na região já havia tomado a vacina contra a nova gripe.

Um homem de 30 anos, possivelmente portador de doença crônica, foi vacinado no dia 20 de abril e passou a apresentar sintomas da Influenza A cerca de 15 dias depois.

O paciente é de Arapongas.

É a primeira vez que uma pessoa imunizada contrai a doença na região.

CULTURA DA VIOLÊNCIA

ViVerdeNovo

QUINTA-FEIRA, 20 DE MAIO DE 2010

Por Arlindo Montenegro

A manutenção do poder está sedimentada sobre tumbas e valas comuns. A disputa encarniçada dos coletivistas, cada vez mais agressivos, exige a defesa encarniçada dos individualistas, que são naturalmente humanistas e descartam a obediência cega ao poder político. Por isto, os coletivistas da nova ordem mundial querem que sejam banidos da face da terra e aplicam a propaganda massiva para subordinar as boiadas desinformadas. 

Sem contemplar neste momento os lances guerreiros e políticos no Afeganistão, Irã, Iraque, Oriente Médio, África, Europa ou América do norte, passeamos pelas Américas pobres. Sem lembrar os soviéticos matando com um tiro na nuca mais de 20 mil integrantes do exército e elite polonesa na floresta de Katyn... sem referir a perseguição aos cristãos e o império das drogas e utilização das técnicas de hipnose massiva em engenharia social... refiro o chão de cada dia.

Notícias mais recentes, colhidas na imprensa internacional, informam que na Sexta Feira, 15 de Maio, uma patrulha do Exército Colombiano protegia uma estrada que atravessa a mata, no Município de Choco, a 16 km da cidade de Quibdó, no noroeste do país. 

De repente, os guerrilheiros das Farc atacaram a patrulha e deixaram 4 mortos e 7 feridos. O objetivo é boicotar as eleições que estão marcadas para o próximo dia 30 de Maio. Eles costumam espalhar minas, que resultam em amputações ou morte de civis e militares. No Sábado dinamitaram torres de transmissão e deixaram o município de Toledo sem energia. E no Domingo mataram mais dois policias, em emboscadas. Na Quarta-feira, 19 mais 6 militares mortos...

Guerras e guerrilhas, extermínio de populações que os comunistas e nazistas marcaram para morrer, milhares de vítimas do narcotráfico nas nossas cidades, comércio infame que mantém as finanças das Farc e seus sócios bolivianos, venezuelanos, cubanos, paraguaios, brasileiros – tudo resulta em funerais, orfandade e dor. Entre nós são mortos mais de 50 mil por ano. Sem pensar, sem agir, caminhamos, pisamos sobre os cadáveres dos antepassados.

Pena que a população brasileira não saiba, não entenda, não seja bem informada, sobre o viés da ideologia marxista presente em todos estes cenários de morte. Autoridades do governo colombiano já afirmam sobre atuação das Farc na amazônia, em território brasileiro. Mas neste governo, - a ministra candidata e os assessores mais próximos do presidente bom moço, que nada sabe, - todos têm as Farc como amigos íntimos e defendem o que há de pior entre os ditadores totalitários do planeta.

Na Argentina as eleições estão marcadas para 2011, mas as táticas para isolar os opositores da dona Cristina, já foram ativadas. O postulante do PRO, o milionário Mauricio Macri, que foi presidente do Boca Juniors e também Prefeito de Buenos Aires, está sendo acusado de “participar de uma associação ilícita” com a Polícia da capital, para fazer escutas telefônicas.

No milionário negócio das drogas, depois dos empresários das Farc que já atuam no Brasil desde o tempo em que a galinha tinha dentes – a polícia federal só veio a “saber” na semana passada – temos a vizinhança do Peru e da Bolívia, o terceiro produtor mundial de folhas de coca, matéria-prima da cocaína e também, junto com o Paraguai, figurando entre os maiores produtores mundiais de maconha.

Tudo começou com os Castro a serviço das políticas da ex União Soviética, distribuindo as drogas na Américas para quebrantar a moral ocidental cristã. A mais antiga ditadura do planeta, nega a manutenção de prisioneiros políticos, não obstante as damas de branco e zilhões de testemunhos.

O parlamento europeu acaba de fixar uma “posição comum” com os EUA, exigindo que Cuba observe e restaure os direitos e garantias individuais próprios de uma democracia. A resposta vem na bucha: “Cuba é um país soberano e não reconhece nenhuma moral na União Europeia para tratar questões de Direitos Humanos em Cuba.”

É neste clima que o boliviano Morales enfrenta uma greve geral da Central Operária Boliviana, por melhores salários, declarando que a greve contra os salários miseráveis “e contra revolução inspirada pelas ditaduras neoliberais que confundem os trabalhadores” e o vice presidente diz “é coisa da direita e não duvido que por trás estejam funcionários da embaixada norte americana”

O filme se repete, a miséria cubana se espalha, na esteira das políticas de estado marxista que interfere nos ciclos naturais, anula as liberdades individuais e à medida que controla todos os setores aumenta a pobreza e a frustração diante das promessas não cumpridas.

Esta gente não trabalha com programas racionais e sim com experiências improdutivas e demagógicas. Quando enfrentam oposições bem organizadas, começam a cortar cabeças, promovendo os que afirmam posições ideológicas mais radicais e autoritárias, no caminho do totalitarismo.

Esta gente repete, segue, idolatra Marx, Lenin, Stalin, o Trotsky que Stalin mandou matar, Mao Tsé Tung, Kim Il Sung da Coréia e seu filho e sucessor Kim Il Jong. Segue e idolatra os assassinos Guevara e Castro, que aconselham a matar e aterrorizar. Aconselham a fechar o cerco e ensinam a quebrantar toda resistência crítica dos trabalhadores, da elite intelectual e principalmente da imprensa independente. O exemplo está na Venezuela. Os exemplos estão no Brasil.

José Serra disse que Lula esta acima do bem e do mal! O que pensa Mario Oliveira?

Oh! Admirável mundo novo

MÍDIA A MAIS

Por Melanie Phillips em 18 de maio de 2010


O recém eleito Primeiro-Ministro David Cameron (D) e o Vice-Primeiro- Ministro Nick Clegg (E) em entrevista coletiva no jardim da Downing Street, nº10, na tarde de 12/05
OConservative Home relata:
 
Respondendo a perguntas, o primeiro-ministro disse que ambos haviam examinado a opção de um governo de minoria[1] com base em votos de confiança e de aprovações orçamentárias[2], mas concordaram que isso seria ‘tão sem inspiração’ que não lhes permitiria fazer o que pretendiam realizar na política e não significaria nada.
 
Será este talvez o primeiro exemplo de um descarado malabarismo verbal Cleggrooniano?[3] “Sem inspiração”. Por favor! Em vez disso, entendam: “uma ameaça grande demais para um já rápido desaparecimento de perspectiva de poder”. De forma incompetente, David Cameron colocou-se numa posição onde Nick Clegg poderia jogar com Trabalhistas e Conservadores, e estava claramente apavorado com a possibilidade de Clegg formar uma coalizão com os Trabalhistas.
 
Em vez de adotar a visão de que tal coalizão Trabalhista/Liberal Democrata seria catastrófica para esses dois partidos por que a) ela se desmancharia b) seria considerada culpada pela implementação de duríssimos cortes de gastos c) os eleitores puniriam os Liberal Democratas por manter os Trabalhistas no poder [cuja popularidade e aprovação estava em baixa acentuada] contra a sua vontade expressa nas urnas – uma análise que fez com que os maiorais Trabalhistas soassem o alarme sobre um acordo de tal tipo, ajudando a afundá-lo – Cameron decidiu que deveria agir preventivamente para evitar esse acordo natimorto; e fez isso oferecendo a Clegg uma coalizão Conservadora [Tory]/Liberal Democrata [LibDem], com concessões sobre políticas e ofertas de postos no gabinete [ministério].
 
Essa decisão foi considerada ainda mais urgente em função da pressuposição de Cameron de que se os Trabalhistas e LibDems se unissem e deixassem os Conservadores mais uma vez na oposição, a sua própria posição de líder do partido ficaria ainda mais vulnerável diante da justificada fúria de seus colegas Tories pelas falhas táticas e estratégicas da fracassada campanha eleitoral. O que realmente carecia de “inspiração” era o medo de que poderia ser alijado da liderança Conservadora, medo que o impediu de tomar essa posição baseada em princípios e sabedoria política.
 
O resultado é que, com os Cameroons alegremente trombeteando que os Conservadores agora são os atores principais da política ‘progressista’, o conservadorismo político na Grã-Bretanha parece ter morrido. A fim de neutralizar o rótulo insultuoso de “partido sujo” atribuído aos conservadores, Cameron transformou o partido ao adotar muito do pacote Liberal Democrata – social libertário, ‘ecológico’ e comprometido com o controle estatal através do NHS [National Health Service – Serviço Nacional de Saúde].
 
Agora os Tory Cameroons pensam que por governar em coalizão com os LibDem finalmente provarão que não são o partido sujo, uma vez que os LibDem são ‘bacanas’. Tal raciocínio demonstra uma superficialidade extraordinária. Os LibDem estão ainda mais à esquerda. Os LibDem, de um modo geral, estão à esquerda dos Trabalhistas! Isso significa que aquilo que eles defendem não é ‘bacana’ de jeito nenhum. Significa que eles têm uma visão de mundo ideológica iliberal, a qual solapa a base moral desta sociedade para onde quer que você olhe, substituindo verdade, justiça e moralidade por ideologia e demonização da divergência.
 
Portanto, duvido que ouçamos alguma coisa dos Tries sobre a revogação do Human Rights Act [lei de 1998 que, na prática, transfere certas decisões das cortes britânicas para a Corte Européia, em Estrasburgo; em 2003 Cameron prometeu revogar a lei se chegasse ao poder]. Duvido ainda mais que ouçamos qualquer coisa sobre a proteção dos direitos dos cristãos que têm sido atormentados por tentar viver de acordo com seus princípios religiosos; ou sobre lutar contra a praga do politicamente correto na polícia; ou contra a demonização dos homens pelas guerreiras feministas defensoras do “gênero”; ou parar a islamização da Grã-Bretanha, sem falar de impedir que o Irã obtenha a sua bomba genocida.
 
Em todas essas questões e em mais outras, a grande missão do conservadorismo, isto é, a defesa dos valores fundamentais da sociedade ocidental contra os ataques que esta sofre, foi jogada fora, na medida e que o Partido Conservador agora junta forças com quem a ataca em nome de um liberalismo cujo significado foi virado de cabeça para baixo. A tarefa que está diante do conservadorismo é resgatar a linguagem do liberalismo, dos direitos humanos e da decência, sequestrada pela esquerda, e devolvê-los ao seu sentido verdadeiro. Em vez disso, os Conservadores estão tão excitados porque agora os LibDems lhes conferirão a aura do ‘progressismo’, que não conseguem ver que, na verdade, serão manchados pela mistura singular de insipidez e malignidade que caracteriza seus iliberais e não muito democráticos companheiros de coalizão.
 
Com a notável exceção de Iain Duncan Smith, cuja indicação para a o ministério do Trabalho e Previdência oferece uma chance real de que o welfare state possa finalmente ser reformado de acordo com os princípios de responsabilidade moral e verdadeira justiça, este é agora um governo de Cleggeroons. Os Cameroons e os LibDems se dão tão bem porque, na verdade, são muito parecidos em sua percepção da vida – um abordagem secular, utilitária, na qual o princípio mais profundo é a liberação das restrições sobre os indivíduos a expensas das regras morais, para produzir as perniciosas doutrinas de relativismo cultural e sua coerção através do politicamente correto, também conhecido como marxismo cultural.
 
E isso me traz à lembrança Michael Gove, que consegue incorporar tanto o libertarianismo social quanto um profundo entendimento da importância da nação e de sua história. Gove, depois de muitos alarmes falsos e andanças, acabou no ministério que agora é feliz e novamente chamado de Educação (seu primeiro ato sólido). Temo, todavia, que o seu aparentemente radical programa de ‘escolas livres’ (que desde o princípio foi questionado pela oposição conservadora à seleção acadêmica) pode ter sido finalmente emasculado por esta pequena expressão no Acordo de Coalizão:
 
Concordamos em promover a reform das escolas para garantir... que todas as escolas prestem contas apropriadamente.
 
Prestem contas a quem? Às autoridades locais, tal como os LibDems sempre insistiram? Se for isso, será o fim do experimento de ‘escolas livres’. Quanto a isto, bem como a tantas outras coisas neste admirável alvorecer azul-laranja[4], aguardamos esclarecimento com cansada expectativa.
 
Tradução: Henrique Dmyterko
 
Publicado originalmente na Spectator.co.uk/melaniephillips em 12/05/2010
 

[1] NT: Os conservadores conquistaram 305 dos 650 assentos, 21 a menos para a maioria absoluta. Seria o chamado hung parliament, situação que não acontece há mais de 50 anos na Grã-Bretanha. O Partido Conservador britânico (Tory), liderado por David Cameron conquistou o maior número de assentos no parlamento, mas não em número suficiente para ter a maioria absoluta. O distante terceiro colocado, o Partido Liberal Democrata, liderado por Nick Clegg, ficou na confortável posição de ser cortejado por Gordon Brown, ex-primeiro-ministro pelo Partido Trabalhista e por Cameron. Os Trabalhistas estavam no poder há treze anos (Tony Blair- Gordon Brown).
 
[2] NT: Nos regimes parlamentaristas e durante um hung parliament, “confidence and supply”, são os votos de um partido minoritário que podem manter ou derrubar o governo, expressando voto de confiança/desconfiança ou de aprovação/desaprovação do orçamento.
 
[3] NT: O grupo de “jovens conservadores” que se formou sob a liderança de David Cameron já vinha sendo chamado de Tory Cameroons. A autora cria um neologismo híbrido, Cleggeroonian,abertamente debochado ao misturar Clegg e Cameroons. Apenas a título de ilustração, seria algo como falar em “Malufolulistas”, “Lulobrizolistas”, etc.
 
[4] NT: Referência às cores dos dois partidos.

Aprovado Estatuto do Nascituro!

INSTITUTO PLINIO CORRÊA DE OLIVEIRA

19, maio, 2010


Até que enfim um alívio: o Estatuto do Nascituro, que defende a vida humana desde a concepção, foi aprovado em Comissão da Câmara dos Deputados.
Agência Câmara – A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou hoje o substitutivo da deputada Solange Almeida (PMDB-RJ) ao Projeto de Lei 478/07, dos deputados Luiz Bassuma (PV-BA) e Miguel Martini (PHS-MG), que cria o Estatuto do Nascituro.
O texto define que a vida humana começa já na concepção, o que eliminaria a hipótese de aborto em qualquer caso.
A parlamentar ressaltou no substitutivo que, desde a concepção, são reconhecidos todos os direitos do nascituro, em especial o direito à vida, à saúde, ao desenvolvimento e à integridade física.
A principal mudança em relação à legislação atual, segundo a parlamentar, é que, se o projeto virar lei, a mulher vítima de estupro não poderá mais abortar. “A criança não pode pagar pelo erro dos pais”, ressalta.
(…)

Se você é católico, cuidado! Sob pretexto de luta contra o “preconceito”, uma feroz perseguição religiosa.

INSTITUTO PLINIO CORRÊA DE OLIVEIRA

20, maio, 2010

Leia com atenção e reflita sobre os negritos que colocamos. Em vermelho nossos breves comentários.
19/05/2010

Cerca de 1,5 mil pedem criminalização da discriminação durante Marcha Contra a Homofobia




Da Agência Brasil

Brasília – Representantes do movimento de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT) de todo o país se reuniram hoje (19), em Brasília, para a 1ª Marcha Nacional contra a Homofobia. A passeata contou com mais de 1,5 mil participantes. O objetivo do movimento é reivindicar a garantia de Estado laico (sem interferência religiosa nas decisões públicas), aprovação imediata do Projeto de Lei da Câmara (PLC 122/2006) que torna crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, e uma decisão favorável da Justiça sobre a união civil entre casais homoafetivos. [O que eles entendem por discriminação? Se uma mãe não contrata uma babá lésbica, será punida e responderá queixa-crime por discriminação?]
(…)

Para o coordenador-geral da marcha, Carlos Magno, o maior entrave para o avanço dos direitos dos homossexuais é o controle exercido pela Igreja em temas que deveriam ser exclusivos do Estado[Quer dizer, a Igreja não poderá mais pregar contra o homossexualismo. E será perseguida se o fizer]  “Os fundamentalistas religiosos têm interferido no Estado e impedem os avanços de qualquer direito relacionado aos homossexuais, precisamos mudar isso.”
Edição: Lílian Beraldo Foto: Elza Fiúza/Abr

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Marta afirma que Gabeira foi sequestrador

Vamos estudar isto aqui? Imaginando que a "relaxa e goza" falou exatamente o que está escrito abaixo, sem tirar nem por uma vírgula sequer e nesta mesma ordem da matéria:


FOLHA


17/05/2010 - 00h30



da Reportagem Local

A pré-candidata ao Senado por São Paulo Marta Suplicy (PT) disse neste domingo em encontro com militantes petistas na zona leste paulistana que a mídia tem dois pesos e duas medidas ao tratar do passado guerrilheiro de Dilma Rousseff (PT).

Para a ex-prefeita, o pré-candidato ao governo do Rio Fernando Gabeira (PV) teve atuação mais efetiva contra a ditadura no sequestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick, em 1969, mas não é cobrado porque fechou aliança com o PSDB. O embaixador foi solto em troca de reféns.

"Vocês notaram, Aloizio [Mercadante], que do Gabeira ninguém fala? Esse sim sequestrou. Eu não estou desrespeitando ele, ao contrário, mas ele sequestrou. Ele era o escolhido para matar o embaixador. Ninguém fala porque o Gabeira é candidato ao governo do Rio e se aliou com o PSDB. Então, ninguém fala." A declaração foi divulgada pela Agência Estado.
No Rio, Gabeira disse: "Vou ignorar essa acusação porque já faz muitos anos que ignoro as coisas que a Marta diz". Afirmou que "não é verdade" que tenha sido escalado para matar Elbrick. "Tenho uma visão bastante clara do sequestro. Hoje o condeno como forma de luta."

À noite, a pré-candidata disse, via assessoria: "Foi um discurso político feito para a militância do PT para mostrar o tratamento diferenciado da mídia sobre dois jovens que lutaram contra a ditadura".


Voltei

Marta fala que a mídia andou tratando do passado guerriheiro da Dilma. Daí, pula para o Gabeira e o sequestro do embaixador americano. Estaria ela desviando o assunto ou ela (que é do PT) falou que a Dilma (que é do PT) estava metida no sequestro? Se tivéssemos empresas de comunicação compromissadas com FATOS a pergunta do entrevistador deveria ser:

- A senhora falou que "...Gabeira (PV) teve atuação mais efetiva..." no sequestro, o assunto que a senhora está abordando é o "...passado guerrilheiro de Dilma Rousseff (PT)...". Dilma teve participação nesta ação, o sequestro, apenas "menos efetiva", é o que a senhora afirmou? Ou estaria apenas desviando o assunto? 

Mais um pouquinho e a gangue vermelha se entrega com nome, endereço, CPF, foto e vídeo. Digo, na grande míRdia.

Importante: Gabeira aceitou o selo que lhe pertence, o de sequestrador. Só afirma que não era ele que mataria o embaixador, o que não faz a menor diferença, visto que ele não foi morto.

OBAMA HUMILHA “O CARA”. OU: O FIM DO “LULA GLOBALIZADO”

BLOG REINALDO AZEVEDO
quarta-feira, 19 de maio de 2010 | 6:37

Luiz Inácio Lula da Silva tornou o mundo mais seguro!

É verdade! Acreditem em mim! Não fosse a decidida, pertinaz, corajosa, ousada, fabulosa, estonteante estréia do Babalorixá de Banânia no miolo mesmo da principal questão de segurança hoje no mundo, o consenso das cinco potências para impor sanções ao Irã demoraria um pouco mais. Mas “o Cara” agiu, e os EUA decidiram calciná-lo e apressar a aprovação de sanções! Quem disse que Lula não dá uma dentro no cenário externo?

Sim, queridos, as sanções demorariam um pouco mais. Mas aí um grupo de gênios brasileiros — em que se destacam, além do próprio Grande Morubixaba, inteligências estratégicas como Samuel Pinheiro Guimarães, Celso Amorim e Marco Aurélio Garcia — decidiu que os filósofos já haviam pensado demais o mundo; era chegada a hora de transformá-lo. Como vocês sabem, a sacada é de Karl Marx, certamente formulada num momento em que os furúnculos no traseiro lhe doíam terrivelmente. Ajeitou a sentada sobre a banda direita; incomodou; sobre a esquerda depois, continuou a incomodar. Então ele disparou aquele repto contra o pensamento. Fosse um existencialista, poderia ter escrito: “Como ser feliz com tanta dor?” Mas era um materialista dialético, né? Então se saiu com essa brutalidade!

A formosura daquele pensamento atravessou a história, fez seu ninho no Itamaraty e instruiu a aventura do Grande Negociador! E Lula, então, foi ao Irã, com seu “papo pra lá de Teerã”, e negociou a paz. Seus aloprados tinham resolvido que já era hora de tomar os destinos da segurança mundial nas mãos, tanto as dianteiras como as traseiras. Deu do que deu!

A ironia de Obama, quando declarou o seu “Ecce homo” (”Esse é o Cara!) sobre o político mais popular da Terra, finalmente se revela. Em menos de 24 horas, os Estados Unidos e os outros quatro com assento permanente no Conselho de Segurança da ONU submeteram Lula e seus aloprados de gravata ao ridículo. Celso Amorim pode incluir mais esta derrota (ver abaixo) à sua formidável coleção de trapalhadas. Lula, o Bibelô da Nova Ordem Internacional, é, hoje, só um senhor patético, que resolveu brincar com o perigo, sem se dar conta do salseiro em que estava se metendo.

O que esperar de alguém que senta ao lado de Medvedev, uma invenção de Vladimir Putin, herdeiro das aspirações imperiais tanto da velha Rússia como da extinta União Soviética, e deita proselitismo contra, nas suas palavras, “a invasão da Rússia do Afeganistão”. Se os russos soubessem que isso, em português, está mais para o russo, certamente teriam se divertido um tanto. Aliás, em Moscou, ele já havia desenhado um plano para a paz no Oriente Médio — que incluía o… Afeganistão!!! A geografia não é um limite para o pensamento criativo! Lula já havia “atravessado o Atlântico” para chegar aos EUA…

O Babalorixá de Banânia merece o Prêmio Nobel da Paz! Como, ao tentar proteger Mahmoud Ahmadinajed, colega com quem trama a Nova Ordem Global, ele conseguiu apressar o consenso sobre as sanções, temos, então, que Lula colaborou de maneira decidida para encostar o facinoroso contra a parede. Agora só falta aquela colunista escrever que tudo foi rigorosamente combinado com Barack Obama… Afinal, ela havia feito essa descoberta quando o presidente do Irã visitou o Brasil. Segundo asseverou então, Lula cumpria uma missão passada pelo presidente americano. No dia seguinte, Obama enviou uma carta esculhambando o governo brasileiro.

Vocês querem o quê? Lula é um clichê. Quem nunca comeu melado, quando come, se lambuza. Meu bisavô tinha outra frase, não muito elegante, que recende a certo ruralismo. Vou torná-la mais familiar: “Quem nunca viu aquele monossílabo de duas letras da anatomia humana, quando vê, pensa que o dito-cujo é uma cidade”.

Já escrevi sobre a reação patética de Amorim, que pode ser definido como a menor distância entre o fígado e o cérebro. Ontem, na TV, apareceu Marco Aurélio Garcia, com esgares de insatisfação, virando os olhos —  mais ou menos, suponho, como Marx naqueles momentos terríveis — a fazer ameaças: “Se os EUA optarem pelas sanções, vão se dar mal. Vão sofrer uma sanção moral e política”. A Casa Branca tremeu.  É mesmo? De quem? Deixe-me ver… Do Brasil, da Venezuela, da Bolívia, do Equador… A Turquia só está esperando alguma facilidade da União Européia para cair fora.

O Brasil se isola de tal maneira na questão que a embaixadora do país na ONU, Maria Viotti, abandonou ontem a reunião do Conselho de Segurança. Não aceita nem mesmo participar das discussões. Huuummm…O grupo reúne 15 países. São necessários nove votos para aprovar as sanções desde que não haja veto de nenhum dos cinco com assento permanente (EUA, Rússia, China, Grã-Bretanha e França). Com o Brasil fora do debate e sendo a Turquia co-patrocinadora do acordo, será preciso conquistar quatro adesões entre os países restantes: Nigéria, Bósnia-Herzegóvna, México, Uganda, Gabão, Líbano, Áustria e Japão.

O Brasil foi pego de calças curtas. A reação abobalhada, a começar da de Lula, se deveu à fulminante reação das cinco potências. Só não me parece correto afirmar que é como se o Brasil jamais tivesse anunciando um acordo porque, reitero, Lula conseguiu, na prática, apressar o consenso  dos grandes. Rússia e China, que mais resistiam às sanções,  tiveram de escolher entra as duplas “Lula-Amorim” e “Obama-Hillary”. Imaginem a angústia…

Resta a Lula, agora, voltar ao Brasil e transformar a sua formidável derrota num ativo eleitoral, excitando o antimericanismo rombudo. O discurso do recalcado triunfante é sempre um bom lugar para esconder uma monumental derrota.
Lá fora, a máscara de Lula caiu. Agora só lhe sobrou o picadeiro da política interna.

Queremos MARIO OLIVEIRA Presidente – “Um Brasil Bem Melhor é Possível”.




CONHEÇA O HOMEM

1. É um homem de atitude, sem vícios, ficha limpa, equilibrado, sincero e confiável.

2. Origem simples, sulmatogrossense, 57 anos, estudou, trabalhou e venceu. Conhece muitos países e fala vários idiomas.

3. Engenheiro, advogado, escritor, Ex-presidente de empresa multinacional, Professor.

4. Democrata, legalista, pluralista. É de centro e de vanguarda.

5. Defende a propriedade privada, a livre iniciativa, a segurança jurídica, a liberdade de expressão e de imprensa. É contra todo tipo de censura.

6. Quer o resgate da verdade e da dignidade, dos valores morais, religiosos e cívicos.

7. É o único dos Presidenciáveis que tem um Projeto de Governo pronto, com idéias modernas, consistentes e viáveis (ver www.mibrasil.com.br).

VEJA SUAS PROPOSTAS


1. Um governo focado nos interesses nacionais, uma administração baseada no mérito e trabalho duro com a obsessão por cumprimento de metas e parâmetros internacionais. Respeito absoluto às leis e aos direitos, com princípios de governança e de prestação transparente de contas. A meta-síntese é tornar o Brasil um país de primeiro mundo em até 8 anos.

2. O restabelecimento da autoridade e da segurança para proteção efetiva da vida e do patrimônio, com a implantação do rigorismo penal (penas de 30 anos e/ou prisão perpetua para crimes hediondos, pedofilia, tráfico de drogas e corrupção, as quais serão cumpridas na integralidade). Redução da maioridade penal para 16 anos, extinção do auxilio-reclusão, criação de colônias penais agrícolas nas regiões de fronteira.

3. O ensino fundamental e médio passará a ser de tempo integral, gratuito e de qu alidade. Modernização das Universidades Públicas tornando-as autossustentáveis e integradas com a iniciativa privada e as necessidades da sociedade.

4. Os investimentos públicos na saúde passarão dos atuais R$ 90 bilhões para R$ 150 bilhões. Planos de saúde estrangeiros serão liberados para operar no Brasil proporcionando mais competição e prestação de mais serviços de qualidade a preços competitivos, inclusive com o reembolso de remédios pelos planos de saúde.

5. A efetiva valorização, com "status diferenciado", dos profissionais das áreas da Saúde, Educação e Segurança, com o estabelecimento de pisos salariais justos (50 a 90% maiores do que os atuais).

6. Forte participação das Mulheres nos centros de decisão, ocupando os cargos ministeriais de forma paritária com os homens  e sendo remuneradas de forma igual aos homens no mercado de trabalho, desde que com mesmas qualificações e experiência.

7. Fortalecimento dos Municípios com o aumento do Fundo de Participação, para que os Prefeitos tenham melhores condições econômicas de atender as necessidades dos cidadãos.

8.  Redução da Carga Tributária em até 10% nos primeiros 4 anos, extinguindo impostos e reduzindo alíquotas. Desoneração total dos investimentos produtivos estimulando os empresários a implantarem negócios e criarem empregos e permitindo o crescimento do país a taxas chinesas (em torno de 10% a.a).

9.  Política fiscal e creditícia prudente e racional para permitir a prática de juros de níveis internacionais e reduzir os juros pagos pelas pessoas jurídicas e físicas.

10. Banco Central independente com mandatos fixos para seus diretores, para ser efetivamente o "guardião da moeda", e ter independência para impedir o Governo de promover gastos excessivos.

11. Programas Sociais. Dar dignidade e ocupação às pessoas, transformando-as de beneficiarias de “Bolsas” em trabalhadoras nas áreas de reflorestamento e meio ambiente, e recebendo pelo menos o dobro do valor atual.

12. Considerar como de Saúde Pública Prioritária a questão do Saneamento Básico (esgotos, água tratada, lixo, poluição atmosférica).

13. A proteção da Amazônia e das fronteiras será de responsabilidade das Forças Armadas e não da Polícia Federal.

14. Que as deduções e a base de cálculo da tabela de imposto de renda sobre os salários e rendimentos sejam atualizadas, corrigindo-se a defasagem atual (55%).

15. Reavaliação dos contratos públicos e estatais relevantes firmados cujos procedimentos não tenham sido pautados por estrita observância das leis aplicáveis.


SEUS COMPROMISSOS


1. Não criar novos impostos e reduzir os existentes.

2. Prestigiar as instituições da república, especialmente o Judiciário e o Congresso. Não enviar mais do que 6 medidas provisórias por ano, libertando o Congresso da servidão das Medidas Provisórias.

3. Erradicar a corrupção, o crime organizado, privilégios e mordomias indevidas.

4
. Levar a paz e segurança às cidades e ao campo, não permitindo a existência de movimentos ilegais ou de invasão de propriedades privadas ou públicas.
5. Total transparência em seu governo, concedendo e ntrevistas coletivas abertas para todos os órgãos de imprensa e mídia, a cada 30 dias. Não haverá atos e nem despesas secretas.

6. Identificar os funcionários marajás (aqueles que ocupam indevidamente posições em empresas públicas ou estatais e percebem salários incompatíveis com suas qualificações e experiências) e promover suas demissões.

7. Servir e liderar o Brasil pelo exemplo de trabalho, dedicação e prática dos melhores costumes e valores.


PERFIL

Mario Oliveira nasceu em Aquidauana, em Mato Grosso do Sul, em 1952. Pai paulista, negro, ferroviário da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil; mãe mato-grossense, branca. Sétimo de nove filhos. Casou-se e teve três filhos – duas mulheres e um homem. Divorciado. Esportista. Cristão ecumênico.

Estudou primário, ginasial e colegial em escolas públicas. Cursou o Senai e formou-se mecânico geral. Graduou-se em Engenharia Mecânica pela Universidade Estadual de São Paulo (Unesp). Fez pós-graduação em Administração e Finanças na Fundação Getulio Vargas. É bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Tem pós-graduação em Gestão Avançada pela Fundação Dom Cabral e pelo Insead (França). Estagiou na Estra da de Ferro Noroeste do Brasil em Bauru e na Companhia do Metropolitano de São Paulo.

Como executivo galgou todas as posições no setor, iniciando-se sua carreira como engenheiro na Petrobras (admitido por concurso público) e atingindo a posição de presidente de empresa multinacional. As empresas em que trabalhou: Sul-Americana de Engenharia (construção de refinarias de petróleo, linhas de transmissão de energia, usinas hidrelétricas), italiana; Conger (fabricação e montagem de usinas de etanol); Tenenge (construção de plataformas fixas de petróleo, instalações marítimas off-shore, plantas petroquímicas, usinas siderúrgicas, etc.); Odebrecht (plantas petroquímicas, hidrelétricas, fábricas de cimento, linhas de transmissão, gasodutos, etc.); Degremont/Suez (plantas de tratamento de água e esgoto, sistemas de saneamento), francesa; Vega Ambiental (coleta e tratamento de lixo); Whiteclay Tech (mineração); e Latam Water (concessões de trat amento de água e esgoto).

Ao longo de trinta anos trabalhou com grandes empresas nacionais e estrangeiras, no setor público e no setor privado, no Brasil e no Exterior. Acumulou experiência em alta administração, gestão de recursos humanos, finanças, orçamentos, investimento, planejamento estratégico, garantia da qualidade, programas de produtividade, engenharia de construção, transferência de tecnologia, desenvolvimento de negócios, governança corporativa, relações com bancos de investimentos e agências internacionais de crédito, e parcerias público-privadas (PPPs). Sua vivência internacional contempla o Quênia, a Alemanha, a França, a Inglaterra, Portugal, a Rússia, os Estados Unidos, a Venezuela, a Argentina, a Colômbia e o Peru. É fluente na língua inglesa.

Atualmente exerce a advocacia em São Paulo – fundou seu escritório em 1995 –, com atuação nas áreas de Contratos, Direito Societário, Direito Tributário, Di reito Civil e Direito Trabalhista. É professor de Direitos Humanos e Direito Internacional na Faculdade de Direito Damásio de Jesus.

Foi personagem do filme-documentário Preto e Branco, dirigido pelo cineasta Carlos Nader, e tema de matéria de capa da revista Veja.

É autor do livro Brasil: O Entulho Oculto dos Privilégios Oligárquicos, no qual faz uma análise detalhada e diferenciada das principais questões brasileiras, apontando as causas e propondo as soluções necessárias, urgentes e viáveis para o Brasil se tornar uma nação com nível de desenvolvimento igual ao dos países de Primeiro Mundo.

Sua posição política é de centro, pragmática. Entende que a principal responsabilidade do homem público é garantir o bem-estar da população, e para isso é preciso promover a competição entre os agentes econômicos e decidir de forma a beneficiar sempre o maior número de pessoas. Acredita também que o principal desafio do governante é encontrar a melhor relação entre um Estado regulador e indutor do desenvolvimento com uma livre iniciativa pujante e criadora de riquezas.


WWW.MARIOOLIVEIRA.COM.BR

EU, HEIN, ROSA… DE LUXEMBURGO! DILMA NEM CHEGOU LÁ E JÁ CENSURA PREFEITOS!

BLOG REINALDO AZEVEDO
quarta-feira, 19 de maio de 2010 | 15:36

Por Renata Lo Prete e Letícia Sander, na Folha Online. Título meu. Comento em seguida:


Um vídeo que descreve o périplo de um prefeito pelos gabinetes de Brasília em busca de verbas para seu município causou polêmica durante a participação dos presidenciáveis, na manhã de hoje, na Marcha dos Prefeitos, em Brasília.

Durante sua exposição, José Serra (PSDB) se referiu mais de uma vez à produção (”Cadê o vídeo?”) e disse que gostaria de assisti-lo. Pessoas envolvidas na organização do evento explicaram que não havia como atender o pedido do tucano naquele momento.



De acordo com apoiadores que acompanhavam Serra, a não exibição do vídeo foi uma exigência de Dilma Rousseff (PT) para comparecer, pois a peça teria sido considerada demeritória das ações do governo Lula. Entrevistada ao final de sua exposição, Dilma negou o veto e disse que nada sabia sobre o assunto.
Segundo a Folha apurou, houve uma negociação entre a Confederação Nacional dos Municípios, organizadora da marcha, e assessores da candidata petista, ao fim da qual ficou definido que o vídeo não seria exibido. A negociação teria envolvido também assesores dos demais candidatos.


Conteúdo


Com o título “O calvário dos prefeitos para conseguir recursos - “A história do pires na mão”, o vídeo é feito em formato de história em quadrinhos e narrado por um locutor. Conta a história da peregrinação de um prefeito que recebe “inúmeros pedidos da população”.


O prefeito, então, liga para um parlamentar, que se compromete a encaminhar uma emenda para a liberação de recursos. Logo começa a peregrinação do prefeito a Brasília, para onde, segundo o vídeo, ele tem que ir “uma, duas, três vezes”. A seguir, ele vai à Caixa (Caixa Econômica Federal) buscar informações sobre documentação, que ele providencia.


Na história, a primeira parcela da emenda não é liberada. O prefeito descobre que deve assinar um documento afirmando desistir de uma dívida que na prática não existe.


Por diversos problemas com a burocracia estatal, o prefeito é obrigado a pagar com recursos do próprio município a dívida com a empreiteira que realizou a obra.


Resultado: o vídeo mostra o prefeito sendo algemado e preso, colocado na parte traseira de um carro da polícia, sugerindo que os desvios de conduta acontecem em razão da burocracia federal. O vídeo termina citando diversas operações policiais que terminaram em problemas para os prefeitos.


Comento


Eu, hein, Rosa… de Luxemburgo!


A mulher nem ganhou ainda e já está impondo censura prévia!? Sem querer parecer indelicado nestes tempos em que as pessoas só têm passado virtuoso, essa decisão está mais para o “centralismo democrático” da VAR-Palmares do que para, se me permitem a tautologia, o “espírito democrático da democracia”.


A crítica, como o vídeo deixa claro — e nem estou dizendo que concordo com ela necessariamente — é feita à burocracia federal, não à pessoa da candidata.


Lula pode reclamar das licenças ambientais, do TCU, dos juízes (ele não se conforma de ter de se submeter a juízes…), mas os prefeitos não podem questionar o andamento da burocracia? Caso Dilma seja eleita, pode-se criar um Comissariado Especial para Elaborar Vídeos que não Agastem a Companheira.

QUEM SÃO NOSSOS INIMIGOS?


OPOSIÇÃO SISTEMÁTICA - BLOG DO JHEITOR


Mas, curiosamente, não éramos pró-União Soviética!
Cavaleiro do Templo: seria por este motivo, a subversão?








Invariavelmente, pela manha, desperto com alguma lembrança, às vezes insuspeitada, coisas que julgava deletadas de minha mente vindo, como do nada, povoar meus pensamentos matinais.

Hoje me lembrei do Saulo, colega do curso científico, antigo nome do atual segundo grau.

O ano era 1967, o colégio, o Sílvio de Almeida em Batatais.

Em nossa aula de redação o Saulo me aparece com um texto que levava esse título e era impregnado da ideologia comunista tão em moda na época.

Meu amigo dizia que nossos inimigos eram os banqueiros, agiotas, os grandes latifundiários, o imperialismo americano e outros menores, e contra eles bradava com veemência.

O 31 de março de 64 era ainda recente e urgia lutar com todas as forças contra esse “mal” que acometera a nação.

Éramos todos, então, comunistas, melhor, comunistóides, porque na realidade o que éramos mesmo era ignorantes, imbecis, desinformados a ponto de exaltarmos Che Guevara e usarmos camisetas com o pôster desse assassino estampadas.

Mas, curiosamente, não éramos pró-União Soviética! Sean Connery era ainda o James Bond e os filmes de espionagem que exploravam a Guerra Fria, mesmo ficção, nos mostravam o que era a KGB, fazendo de nós comunistas meio termo. Odiávamos os russos mas amávamos Cuba! E era moda, era bonito ser um comunista pró-Cuba; dava “status”, éramos admirados pelas meninas em nossos cabelos compridos à Beatles e nossas aventuras irresponsáveis*.


*a partir dos 8 minutos mais ou menos uma excelente explicação

Mas o fato é que nenhum de nós sequer vislumbrava a verdade; não sabíamos realmente o que acontecera em 64, nem tampouco fazíamos idéia da verdade sobre nossos supostos ídolos.

Mas o tempo passou, a realidade,felizmente, saltou aos meus olhos mostrando-me por fim o idiota que fui. Eram apenas os normais arroubos juvenis, mas mesmo assim, hoje me envergonho disso.

Hoje sei que a ação do exército brasileiro em 64 foi uma verdadeira aula de estratégia anti-guerrilha que desarmou um verdadeiro banho de sangue sem dar sequer um tiro, aula essa que poderia ser ministrada a qualquer exército do Primeiro Mundo.

E depois vieram os “anos de chumbo”, a tão decantada !Ditadura Militar”!
Mas que ditadura foi essa que permitiu a palhaços como o Sr. Ulysses Guimarães viverem como nababos tramando a construção do maior e mais corrupto partido político da América Latina? Que chumbo foi esse que permitiu a criminosos como Lula, José Dirceu, Genoíno, Dilma e todos os componentes desse partido chamado “dos trabalhadores” e constituído de pessoas que nunca trabalharam na vida, chegarem hoje ao poder?

Mas todos eles contam com o Alzheimer popular. Quem sabe hoje, por exemplo, que o partido que apoiava os militares, então governo, chamava-se ARENA (Aliança Renovadora Nacional) e que tinha como presidente o Sr. José Sarney?

Então, de quem eles querem falar mal?

Eu, que me envergonhei de meus arroubos juvenis, hoje estou sentindo vergonha de ser brasileiro!

Me envergonho de pertencer a um povo que se conforma em viver de esmolas das incontáveis bolsas do governo; me envergonho de pertencer a uma raça que idolatra criminosos enquanto tenta apagar a memória de personagens retos e patriotas de nossa história. Sinto vergonha de ser chamado pelo mesmo nome de um safado que ousa fazer um filme mentiroso sobre a vida do presidente, patrocinado com dinheiro público. Sinto-me enojado de respirar o mesmo ar de um médico ateu e oportunista que defende bandidos, mascara seu comunismo no rótulo de “Direitos Humanos”, que se diz preocupado com a saúde dos fumantes quando sua verdadeira preocupação é com a própria fama imerecida e com o próprio bolso.

Sinto-me constrangido ao ligar a TV e me deparar com jornalistas que simplesmente ocultaram por dezesseis anos a existência de um caótico Foro de São Paulo! Tenho arrepios quando passo perto de uma escola pública, em horário de aulas e ouço uma verdadeira que mais parece um jogo de futebol e vejo robôs imbecilizados ocupando o lugar de meus antigos mestres, dignos e sábios.

E tenho vergonha de ver um congresso protelando a votação de uma lei que, mesmo inócua, pretende impor um mínimo de decência aos ditos “homens públicos”.

Meu amigo Saulo, quem são verdadeiramente nossos inimigos?

Hoje esses seres contaminados pelo vírus gramsciano comunista, estão aí, bem visíveis: são a quadrilha que nos governa
.

Espero em Deus que, como eu, você tenha despertado do delírio da juventude!

Os partidos verdes e Antanas Mockus

MÍDIA SEM MÁSCARA

Eduardo Mackenzie discorre sobre os posicionamentos pró-terrorismo e antidemocráticos dos partidos verdes europeus, e de possíveis implicações caso Antanas Mockus vença as eleições presidenciais na Colômbia.


Ator circense senil ou se fazendo passar por um (e daí não sei o que seria pior), no vídeo verão a bunda de Mockus e seu desfile com modelito de super-herói latino. É fantástico (no mau sentido), parece vídeo de brincadeirinha de
crianças no YouTube. MARINA ia se encontrar com ele, tá? "Verdes, unidos, jamais serão vencidos..."

É bom que os colombianos saibam o que são os Partidos Verdes europeus e que relações têm com a Colômbia. Essas formações constituem um entramado multinacional do qual o grupo de Antanas Mockus é um recente broto. Por isso, os verdes colombianos, e seu líder, recebem e receberão instruções, pressões e até ordens desse aparato sectário e intervencionista que sonha em substituir a democracia por "outra coisa". A estrutura internacional mais visível dessa gente é o European Green Party, uma galáxia que inclui 46 grupos, quase todos minúsculos, de 40 países (nem todos europeus), e algumas personalidades sem partido.
Os verdes defendem a economia planejada e querem suspender a democracia "por um tempo" para que um "grupinho de pessoas com autoridade" adote as medidas necessárias para salvar o planeta do aquecimento global. Quem propõe isto é James Lovelock, o Papa da ecologia e autor da teoria de Gaia (o mundo é um gigante que se auto-regula). Com 90 anos, o pensador britânico diz: "Necessitamos de um mundo mais autoritário". Ele pede para suspender os mecanismos democráticos das economias avançadas para frear o aquecimento. "Os seres humanos são muito estúpidos para prevenir a mudança climática", assegura. (Ver entrevistas de Leo Hockman com Lovelock em The Guardian, Londres, 29 de março de 2010).




Cavaleiro do Templo: quer demonstração mais perfeita de demência e imbecilidade que dizer que devemos ter um mundo mais autoritário, já que os seres humanos são muito estúpidos? Nunca vi tamanha falta de vergonha na cara ou, pior, de burrice. Quem seria a "autoridade" que este senhor propõe? As alfaces? Marcianos? Gnomos verdes? Ou os azuis estariam mais adequados para a tarefa de substituir os estúpidos humanos nos governos? O cara fala um negócio destes e ninguém manda ele pro hospício?  



A obsessão contra o capitalismo, o mal absoluto para eles, e contra a democracia mesma, reflete-se nas atitudes dos verdes frente à Colômbia. O presidente Álvaro Uribe e a política de segurança democrática são duramente criticados por eles. Esses reflexos vêm de longe. Em outubro de 2000, quando a Colômbia pediu ajuda aos Estados Unidos e à União Européia (UE) para tratar de conter o tremendo avanço do narco-terrorismo, esta última deu as costas ao Plano Colômbia. Só Washington apoiou a Colômbia. Por trás da traição da UE estava a forte confraria dos partidos de esquerda, entre eles os verdes de vários países, presentes no Parlamento Europeu. Eles viam as FARC como um movimento de "libertação nacional" digno de apoio. Todos eles aplaudiram a péssima experiência das falsas negociações de paz na zona "desmilitarizada" do Caguán, de 1999 a 2002. O rechaço da Europa à ajuda pedida pelo presidente Andrés Pastrana atrasou os êxitos da luta anti-terrorista e agravou o balanço em perdas humanas e materiais na Colômbia.
Apoiados pelas outras facções de extrema esquerda, os verdes trabalharam, durante os anos do seqüestro de Ingrid Betancourt, para acusar o governo colombiano de tudo o que se possa imaginar. Foram eles que exigiram, sem descanso, que Bogotá aceitasse o que as FARC pediam: uma nova zona "de despejo" para negociar a libertação da ex-senadora verde.
Exigiram que os governos cessassem todo tipo de ajuda à Colômbia. Opuseram-se ao acordo de livre comércio entre a Colômbia e a União Européia. Esses partidos gesticularam o tempo todo contra o resgate militar dos seqüestrados. Quando a Operação Xeque libertou quinze reféns "políticos", esses partidos negaram o heroísmo dos militares colombianos. Defenderam a versão das FARC de que haviam sido "traídos" por "César".
Os verdes são o resultado da crise da extrema esquerda. Na França apareceram em 1984. No começo não queriam ser "nem de esquerda nem de direita". Defendiam algo que não era mal: a estrita autonomia da ecologia frente à política. Sob a direção de Antoine Waechter obtiveram seu melhor resultado nas eleições européias de 1989 (10,8%). Dois anos depois, esse movimento deu um giro à esquerda e Waechter foi desbancado em 1994, pelos mentores de uma militância política e "social". Após um período de alianças efêmeras com comunistas e socialistas, os verdes entram no governo do socialista Lionel Jospin, em 1997. Entretanto, sua eficácia em matéria de proteção ao meio ambiente não convenceu a opinião pública. Em seguida, caem em uma fase de estancamento: sua especificidade ecologista havia sido quase apagada pela linha da "luta social", ao lado da "esquerda plural". Os novos líderes eram Alain Lipietz, Dominique Voynet, Yves Cochet e Nöel Mamère. Este obterá, nas eleições presidenciais de 2002, 5,2% dos votos.
Euro-deputado desde 1999, ex-maoísta, ex-socialista, ex-trotskista, Alain Lipietz se entrevistou na França com um representante de Raúl Reyes em 27 de maio de 2002 para pedir-lhe, segundo Lipietz, a libertação de Ingrid Betancourt. Ela havia assistido ao congresso mundial dos Partidos Verdes em Camberra, Austrália, em abril de 2001. Os verdes se opunham a que as FARC fossem declaradas terroristas. Alegavam que a inclusão na lista européia de organizações terroristas prejudicaria Ingrid. Perderam a partida, pois em 13 de junho de 2002 o Conselho Europeu incluiu as FARC na famosa lista. Os verdes sempre apoiaram os chamados "movimentos de libertação nacional", inclusive pediram a anistia dos nacionalistas corsos que assassinaram o prefeito Erignac, o que os dividiu e isolou ainda mais.
Na Alemanha, os verdes exigiram em 1998 a supressão da indústria nuclear, a dissolução da OTAN e o aumento de 30% no preço da gasolina para baixar o consumo. O ingresso dos verdes franceses à ATTAC, um movimento altermundialista, acentuou o sectarismo. Em 2005, dividem-se de novo em torno do tema da construção européia e a linha "anti-liberal" cobra mais força. Nas eleições presidenciais de 2007, Dominique Voynet obtém só 1,5% dos votos. A recente aliança com Europa Ecologia (de Daniel Cohn Bendit) os tira do poço: essa coalizão obtém 12,5% dos votos nas regionais de março de 2010. Porém, sérias diferenças subsistem entre eles: na Europa Ecologia alguns continuam vendo os Verdes como uma "seita". Europa Ecologia quer uma Europa federal, o que é rechaçado por Cécile Duflot, a nova líder dos Verdes. Ela promete maravilhas: "Os Verdes de hoje não são os de 1984, são abertos, querem que a ecologia política triunfe com todos. Eles não têm um girassol tatuado no braço". De verdade? Se isso é assim, por que Cohn Bendit exige que o orçamento militar grego seja reduzido? Danny parece ter descoberto a chave para tirar a Grécia da crise financeira: indignado, o ativista verde disse por esses dias: "Cerca de 300 milhões de euros do orçamento grego vai para a Igreja Ortodoxa".
Para a Colômbia, quais são as exigências mais recentes dos Verdes? As de sempre. Em março de 2010, o Partido Verde Europeu se reuniu em Barcelona e votou uma resolução sobre a Colômbia. Citando como fonte de suas "informações" a organização Justiça e Paz, do padre Javier Giraldo, culpam Álvaro Uribe e as "forças do Governo" de toda sorte de crimes, sem mencionar as FARC, é claro, nem uma só vez. E exigem que os Estados Unidos, Canadá, Noruega e a União Européia cessem as negociações econômicas que adiantam com a Colômbia.
Estes são os amigos europeus de Antanas Mockus. Resta saber se há ou não, se houve ou não, uma implicação do Partido Verde colombiano nestas manobras desleais realizadas pelo Partido Verde Europeu contra a segurança e a economia dos colombianos.

Tradução: Graça Salgueiro

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".