Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Sobre o perigo de sentir-se inteligente no Brasil

UM BLOG COM A SUA CARA, CÃOZINHO



Nesta crônica Nelson Rodrigues dá testemunho do momento em que os idiotas deixaram de perceber-se como idiotas e principiaram a falar crendo-se cheios de propriedade, elevadíssimos, como se não fossem o que eram, como se não fossem o que são. Recordo que recentemente (i.e. recentemente para mim means algo como uns dois meses atrás) um amigo falou-me de uma outra crônica do Nelson – não a li, ou acho que não a li – em que nosso reacionário afirma ser algo complicado se achar inteligente no Brasil, conquanto haja dificuldade de sobra para se encontrar bons parâmetros de comparação neste curral entre os trópicos. Um francês, por exemplo, falaria umas besteiras de vez em quando mas saberia se manter a uma certa altura do chão – afinal, há Sthendal e Proust ventilando o oxigênio que desopila seu cérebro. Não concordo, não sou francófilo, mas a idéia tem lá sua verdade.

E uma amiga minha – aliás, namorada daquele meu amigo, belo casal – disse-me que sua vida mudara após a leitura de Ortega y Gasset e que ela passara a sentir um prurido estranho na ponta de seu nariz, o qual iniciara, sutilmente, a erguer-se loop acima sempre que sentisse cheiro de homem-massa. Depois comentou que, bom, estou no Brasil, sentir isso é natural, mas fora daqui acho que seria o nariz dos outros que seria influenciado por essa saudável inversão da força da gravidade sempre que de mim se aproximasse. Os dois comentários dela eram meio sem pé nem cabeça, de quem se trumbica mas não explica, mas ok, ela tinha bebido uns vinhos e já começava a dançar loucamente as chansons da Françoise Hardy.

O fato é que em tudo isso há um sério risco – o de que você olhe as pessoas que o rodeiam e comece, assim, a se achar inteligente. Entenda: você simplesmente não pode fazer isso no Brasil. Talvez você nunca tenha visto mais que duas pessoas inteligentes por aqui, se é que as viu. Porque, perceba só, é bastante provável que você seja só mais um imbecil habituado a se confraternizar com as pequenas inteligências a que você se uniu por força de uma cumplicidade vagamente parecida com uma amizade. Entenda: se os idiotas pararam de se dar conta de sua idiotia, é bom que nos aproximemos um pouco mais do espelho ao escovar os dentes pela manhã.

Por que eu, ora bolas, me acharia inteligente? Só porque sei a diferença entre stream of consciousness e Erinnerung? Só porque fico lendo ensaios do Franklin de Oliveira quando ninguém mais se lembra de os ler? Só porque gosto de passar umas horas ouvindo a Anne Sofie von OtterHeimheim






Seria eu mais inteligente que quem? Que o meu vizinho que joga futebol de botão ouvindo tecnobrega? Mais inteligente que você, que fica aí digitando o nome de Paulo Leminski no Google e vendo entrevistas com Clarice Lispector no YouTube? Ou mais inteligente que você, que, só porque leu dois textinhos do Hayek e uma resenha sobre Voegelin, já se acha especialista em Lonergan e parte da nova elite cultural brasileira?

Mas, no fim das contas, eu queria apenas dizer que educar-se, em mais de um sentido, é manter-se suficientemente atento para que a saída de emergência de sua consciência – sempre usada em momentos em que a idiotia e a megalomania intelectual estão prestes a incendiar tudo – permaneça aberta. Preventivamente escancarada, melhor dizendo.

Votemos todos!!!

VOTE NAS DIVERSAS ENQUETES DO


BLOG DO CLAUSEWITZ

DVD Tomas Schuman/Yuri Bezmenov

Pessoal, quem quiser receber um DVD com a gravação da palestra do Tomas Schuman (ou Yuri Bezmenov - http://cavaleirodotemplo.blogspot.com/2009/01/bomba-bomba-bomba.html) me mande um e-mail com endereço completo, ok? Se não aparecem muitos eu vou enviar de graça mas caso o número aumente terei que cobrar os custos apenas.

A única condição para receber é assumir um compromisso comigo:

O DE COPIAREM E PASSAREM PARA O MAIOR NÚMERO DE AMIGOS QUE CONHECEM.




segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Comunismo - História de uma ilusão

MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Movimento Endireitar   
Dom, 11 de Janeiro de 2009 18:01

Uma fascinante série documental que começa na época de Lenin e acaba com Gorbachev. Ao longo de três episódios dá-se relevo às pessoas e aos acontecimentos que mais ilustraram a ascensão de uma ideia revolucionária e a queda de um império. Como é que é possível que esta ideia possa fascinar tanta gente, incluindo centenas de intelectuais? De que modo é que milhares de pessoas acabam com a repressão a indignidade e a opressão económica e mesmo assim continuam fiéis ao conceito de comunismo? Neste programa esta questão é posta a políticos e conceituados cientistas. Inclui ainda depoimentos de Sergei Khruschev, filho de Nikita Khrushchev, e de antigos elementos do KGB como Vladimir Kryuchkov.









O PT E A Guerra Entre Israel E O Hamas Na Faixa De Gaza

PAPÉIS AVULSOS (HEITOR DE PAOLA)

A declaração do PT sobre a operação de guerra israelense em Gaza é um retrato perfeito de como o conflito no Oriente Médio pode ser utilizado para fins ideológicos e partidários

Este comentário foi escrito pelo Prof. Franklin Goldgrub, autor de “O anti-sionismo – de esquerda, direita, liberal e islâmico" – Editôra Samizdat

Em primeiro lugar, associa Israel e Estados Unidos, segundo o conhecido mantra de que Israel é o braço do imperialismo no Oriente Médio, e atribui aos americanos a responsabilidade pelos “ataques” israelenses bem como o conseqüente dever de impedi-los.

Em segundo lugar, repete a conhecida comparação entre Israel e nazismo, que tem provado ser a cédula de identidade e o cartão de visitas do anti-sionismo militante professado pela esquerda.

Em terceiro lugar, atribui o conflito à “ocupação” israelense, argumento repetidamente usado para justificar o que tem sido chamado de “resistência palestina”, vinculando Israel ao colonialismo europeu dos séculos passados.

Ao assumir uma posição anti-sionista expressa nesses termos o PT não faz senão seguir a política adotada pela esquerda a partir da ideologização do conflito do Oriente Médio, decorrente da perda de influência francesa e inglesa na região (década de 50), substituída pelos Estados Unidos e pela União Soviética. 

A princípio parece estranho que a esquerda adira à posição anti-israelense defendida por regimes monárquicos de figurino medieval (alguns dos quais ainda persistem, como a Arábia Saudita e os Emiratos), bem como ao anti-sionismo visceral de suas sucessoras, as ditaduras castrenses (representadas principalmente pelo Egito, a Síria e a Líbia). Mais surpreendente ainda é a entente não oficial mas nem por isso menos conspícua entre a esquerda e o poder teocrático iraniano, cujas ambições nucleares são respaldadas pela Rússia, que procura recuperar o papel de potência, e a ainda comunista República Popular da China. 

Uma forma de compreender essa estranha relação entre a esquerda e as ditaduras árabe/muçulmanas é examinar a história da aliança entre a União Soviética com o Egito (Gamal Nasser) e a Síria (Hafez Assad), que inaugurou o que poderia ser chamado de “Realpolitik” ideológica no âmbito do conflito do Oriente Médio. A esquerda ocidental não fez senão herdar essas diretrizes e as adotou como próprias a partir do colapso do “socialismo real”

A partir do final da década de 60 e até a dissolução do regime soviético, os princípios ideológicos e éticos foram sacrificados às conveniências da Guerra Fria, isto é, à necessidade de combater e derrotar o capitalismo. Nesse sentido, regimes e crenças cujos valores são totalmente contraditórios com o ideário marxista foram considerados aliados no confronto com o ocidente. 

O fim da guerra fria, com a derrota da foice e do martelo, representou um duro golpe para os partidos políticos, sindicatos e movimentos da esquerda ocidental. As denúncias cada vez mais freqüentes dos crimes cometidos em nome do comunismo, o fracasso tecnológico das sociedades do leste europeu, o progressivo autoritarismo da revolução cubana, a transformação dos países do terceiro mundo que haviam adotado o modelo socialista em ditaduras brutais e ineficazes impactaram fortemente o pensamento e a prática do chamado campo progressista. 

Assim como aconteceu com a direita alemã na seqüência da derrota na primeira guerra mundial, a esquerda pós queda do muro de Berlim e pós colapso da União Soviética, procurou emergir dos escombros mediante um gesto dramático e convincente. Ao cabo da primeira guerra mundial, depois da derrota do Império Germânico e face à ameaça da revolução comunista, a direita alemã recorreu primeiramente à perseguição política, depois à eliminação física de seus adversários (Rosa Luxemburgo, Karl Liebknecht) e finalmente ao nazismo. 

O anti-semitismo pode ser analisado pela ótica do preconceito brutal e mesmo enquanto patologia assassina, mas representou acima de tudo uma estratégia altamente eficaz para permitir à direita teutônica manter o poder na esteira do fracasso militar que ela mesma havia provocado. 

Similarmente, os argumentos utilizados pelo atual anti-sionismo da esquerda podem parecer absurdos, porque se apóiam num conjunto de contradições, omissões, distorções e análises desprovidas de qualquer base histórica e lógica. Entretanto, assim como o anti-semitismo deu impulso ao nazismo, restaurando o orgulho abalado do cidadão alemão, permitindo o roubo e o confisco de bens dos judeus, bem como do respectivo mercado de trabalho, “compensando” o trauma do pós-guerra (como a inflação recorde que se abateu sobre a Alemanha), o anti-sionismo da esquerda é igualmente uma estratégia que nada tem de espontânea ou ingênua, concebida com a finalidade de recuperar a imagem da esquerda, duramente afetada pelo fracasso do socialismo real


Além dessa função abrangente, que explica a popularidade do anti-sionismo em toda a esquerda ocidental, trata-se, em cada país, de usar o conflito do Oriente Médio em função de interesses específicos relacionados à política local. Cada situação tem a sua particularidade. Chavez, na Venezuela, aproveita a guerra de Gaza para justificar a sua política anti-americana e arvorar-se em defensor dos palestinos, conservando ou mesmo aumentando a sua popularidade, estratégia nada casual, sobretudo quando usada em circunstâncias como as atuais, relacionadas à queda vertiginosa do preço do petróleo em função da crise econômica. 

No Brasil, não é preciso lembrar a perda do prestígio do PT (que contrasta com a popularidade irrestrita de Lula), em função dos vários escândalos em que o partido se envolveu. A classe média, notadamente, que além do acesso às notícias possui capacidade de análise, ressente-se da pesada carga tributária e sabe que está financiando uma política de paternalismo dirigida aos mais pobres, associada a vantagens concedidas aos setores bancário e industrial, os maiores beneficiários da política econômica do governo. 

A tentativa de recuperar a bandeira ética faz com que o PT mobilize a militância, servindo-se do conflito do Oriente Médio para restaurar a imagem de partido de esquerda, anti-americano e anti-capitalista. A finalidade é estancar a erosão diária ligada ao exercício do poder, com as habituais manifestações de acomodação, politicagem, favoritismo, clientelismo e corrupção


Ninguém melhor do que o estado judeu para encarnar os demônios da “agressão imperialista”, do “massacre da população indefesa”, do “genocídio”, papel que a aliança com os Estados Unidos torna ainda mais plausível e conveniente segundo a ótica progressista. O PT afivela assim a máscara da ética, de defensor dos oprimidos, de portavoz dos injustiçados, de corajoso representante do povo palestino... Não é improvável que a demonização de Israel se alimente também de arcaicas raízes anti-semitas presentes no “inconsciente coletivo” popular, que a prática tradicional da malhação do Judas no sábado de aleluia pode ilustrar. 

Evidentemente, esse mesmo PT nunca protestou contra o bombardeio de cidades israelenses, nem contra atentados terroristas (em Israel, em Mumbai, em Madrid, em Londres, em Nova York, etc), nem contra a opressão do povo árabe em geral (não há país árabe e/ou muçulmano que não seja governado por uma ditadura a única exceção, o Líbano, está em vias de perder essa condição, graças à Síria e ao Irã).

Muito menos protestou contra o genocídio de Darfur (300 mil mortos, 2 milhões de deslocados, visto que é praticado por um regime islâmico), nem contra a invasão do Tibet pela China, nem contra a repressão do povo birmanês pelo regime militar que governa Mianmar (apoiado pela China). Os exemplos poderiam ser multiplicados.


Mas quando aparece a possibilidade de demonizar Israel, o PT desperta de seu torpor diante das contínuas violações aos direitos humanos e se torna subitamente sensível ao sofrimento do povo palestino, cuja opressão brutal por parte das ditaduras do Hamas e do Fatah jamais havia suscitado qualquer crítica dos companheiros... 

Adendo e informação importante do nosso leitor, Samuel Groissman: Chama a atenção os comentários dos internautas que se vê a partir de um link no final da nota do PT. Tem gente dizendo declaradamente que judeu não presta. E eu tentei enviar um comentário e vi que assim como o meu, todos os comentários têm que passar por aprovação. Ou seja, todo anti-semitismo nos comentários dos internautas é aprovado pelo PT, mesmo os que tem conteúdo anti-semita.

Para ler a nota, e (tentar) postar seu comentário, clique 
aqui.

domingo, 11 de janeiro de 2009

LULA AO AVESSO

LULA AO AVESSO

A DECADÊNCIA MORAL DO FALSO DEFENSOR DOS TRABALHADORES COMPROVADA NO LIVRO "LULA, LUÍS INÁCIO - ENTREVISTAS E DISCURSOS", EDITADO PELO PT EM 1981. CONTRADIÇÕES E MENTIRAS JÁ PERCEBIDOS NAQUELA ÉPOCA, POR ALGUNS ENTREVISTADORES, QUANDO SEUS DISCURSOS EVIDENCIAVAM A FALSA IMAGEM QUE ENGANOU MUITOS ELEITORES.


Para apresentar o lado avesso de Luís Inácio, um pequeno cálculo numérico para mostrar QUEM É O GRANDE MENTIROSO QUE GOVERNA O PAÍS.

 

Logo na primeira entrevista, em 78,  perguntam sua idade.  Luís Inácio tinha 32 anos.  Diz que entrou para o sindicato em l969, ou seja, com 23 anos.  


Depois afirma que naquela ocasião já era torneiro mecânico há 14 anos.  Portanto, nosso presiMENTE começou sua profissão com apenas NOVE ANOS DE IDADE. Mas não é só isso.

 

Em outra entrevista, o ex-sindicalista conta que fez o curso de torneiro durante três anos no SENAI. Ou seja, Luís Inácio teria iniciado o curso no SENAI em São Paulo, aos seis aninhos de idade... quando ainda vivia no Nordeste.

Clique aqui para ler na íntegra

Medalha da Aeronáutica para quem?

Por e-mail (sic)



INACREDITÁVEL!

Se alguém souber o motivo, por favor, divulgue! Gente... medalha de Honra ao Mérito Santos Dumont? Se você pensou que já tinha visto tudo no nosso Brasil, enganou-se. Nunca antes, neste país, aproveitou-se tanto do 'pudê' para se fazer tanta loucura! 'Relevantes serviços prestados à Força Aérea Brasileira'? Isto é uma afronta ao nosso Patrono da Aviação e a nós, brasileiros!
 
 
A Aeronáutica concedeu a Medalha de Honra ao Mérito Santos Dumont para a Dona Marisa Letícia, pois a considerou uma cidadã brasileira que prestou relevantes serviços à Força Aérea Brasileira.

Pelo menos é para isso que a condecoração foi instituída em 1956, por decreto presidencial.
 
Não foi dado saber ao Brasil quais foram estes 'relevantes' serviços que ela prestou à Aeronáutica para merecer tamanha honraria. Uma homenagem que não foi concedida, por exemplo, às esposas dos comandantes mortos nos acidentes com os aviões da Gol e da TAM, recentemente ocorridos,
que escancararam o apagão aéreo que o Brasil está vivendo. Elas também mereciam essa deferência.
 
Na foto de Ricardo Stuckert, a primeira-dama, vestindo 'vermelho PT', ostenta a sua medalha, tendo, ao fundo, a tropa formada da Força Aérea Brasileira.

Um dia, esta FAB teve um lema que dizia: 'servir, nunca se servir'.
 
Atualizando:

a Medalha de Santos Dumont é a mesma que foi concedida a Milton Zuanazzi e a Denise Abreu, ex-diretores da ANAC, demitidos e escorraçados pela sua culpa no apagão aéreo. A condecoração a eles causou revolta entre os 'FABianos'. Cláudio Candiota, presidente da ANDEP, que havia recebido a condecoração em 1989, devolveu a comenda.
 
Quando a gente pensa que já viu tudo... 

A Primeira Inutilidade recebe medalha!  

Esse país não tem mais solução. Fecha a conta, passa a régua e me tira os tubos! Argh!

sábado, 10 de janeiro de 2009

O MUNDO ESTÁ PARA ACABAR

Por e-mail (sic)

ESTA NEM AS MELHORES PROFECIAS PREVIRAM...


Mais uma prova de que o fim do mundo está próximo.


Foto: RicardoStuckert/PR  



LULA - na ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS - EXPLICANDO A NOVA ORTOGRAFIA
E OS IMORTAIS PRESTANDO A MAIOR ATENÇÃO!!!!!!

Mais do Lula americano, o mestiço OBAMA

We The People Foundation's Obama citizenship Press Conference at the National Press Club on Dec. 8, 2008. Speakers included WTP Chairman Bob Schulz and attorneys w/ cases pending at the U.S. Supreme Court challenging Barack's Obama citizenship status as a "natural born citizen" as is required by Article II of the Constitution. See the evidence and read the legal pleadings at www.WeThePeopleFoundation.org/Obama WTP Foundation is a not for profit 501(c)3 educational foundation. All donations to the tax-exempt WTP Foundation are fully deductible.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

UnoAmerica against the Sao Paolo Forum

UNOAMERICA
2008-12-15

Delegates of several Latin-American Non Governmental Organizations (NGOs) gathered in Bogotá , Colombia , between December 12 and December 14, 2008, to explore ways to defend democracy and freedom, which has been severely restricted and threatened in the continent. The delegates decided to establish a confederation of NGOs – christened UnoAmerica — to pursue their common goals.  UnoAmerica will primarily function as an instrument for Latin American democratic sectors to exchange information, coordinate action, and support each other. The Final Declaration signed by the delegates is the following:


           The failure of governments to eradicate poverty in Latin America , in spite of it being the richest continent on Earth, allowed the growth and development of the Sao Paulo Forum (FSP), an organization that brought together all the leftist movements and political parties in the region, including the Colombian narco-terrorist guerrilla group FARC (Colombian Revolutionary Armed Forces).


            The members of the Sao Paulo Forum take advantage of people's needs in order to manipulate the poor, promising “social justice” and better economic conditions. However, once in power, they don't solve any of the crucial problems in our countries, but instead introduce Marxist ideological models that divide our societies into factions based on class and race, promoting hate, violence and anarchy.


            At present, there are fourteen Latin American governments connected to the Sao Paulo Forum. Although most of them reached power through democratic elections, some are destroying democracy from within, eliminating separation of power, checks and balances and fundamental rights. Such is the case with Hugo Chavez ( Venezuela ), Evo Morales ( Bolivia ), Rafael Correa ( Ecuador ), Cristina Kirchner ( Argentina ) and Daniel Ortega ( Nicaragua ).


            To achieve their goals, the members of the Sao Paulo Forum do not resort to firing squads to eliminate their enemies, as was done in Cuba by Fidel Castro, the most prominent founding member of the FSP. They now use more modern and sophisticated methods. One basic process is through constitutional reforms that allow them  to control all three branches of power, and to remain permanently in the Presidency. Elections are rigged and voting secrecy is, in practice, eliminated. Although these attacks on democracy are executed quite openly, other “moderate” members of the FSP -- Brazil 's Lula da Silva (co-founder of the FSP along with Fidel Castro), Uruguay 's Tabaré Vázquez and Chile 's Michelle Bachelet -- don't complain or criticize their radical counterparts.


            The FSP has a transnational project that disregards national borders or sovereignty. To achieve their goals, FSP members intervene in the internal affairs of other countries, funding candidates of their liking, supplying military equipment, and even making decisions on internal conflicts using related organizations such as the Union of South American Nations (UNASUR).  Democratic political and social forces, on the other hand, have so-far limited their action to their own national territory.


            These two very different methods of operation have so far placed Latin American democrats at a serious disadvantage, hampering their ability to counterbalance the advance of the FSP. UnoAmerica is an attempt to correct that imbalance.


            In addition to the goal of counteracting FSP, UnoAmerica will design economic programs to promote industrialization and development in our continent, in order to help solve the oldest and most serious problems in our region – poverty, illiteracy and even hunger -- as an antidote to totalitarianism.


            Poverty and illiteracy are the main barriers to the consolidation of democracy and freedom in Latin America . There are no other real obstacles to development in a region full of resources.


            We invite all democratic forces in Latin America to join this initiative. We invite them to work together to promote a better future in which freedom, social justice, solidarity and integration, and the rule of law will prevail.  

NORMA DE REDAÇÃO - prova de fonte primária da ideologização na mídia

PAPÉIS AVULSOS (HEITOR DE PAOLA)

Cavaleiro do Templo: vejam a prova do que Olavo (de Carvalho) vem dizendo faz tempo. A mídia nacional é claramente ideologizada e obedece, portanto, seus patrões: a esquerdopatia.

Olavo de Carvalho

Publicado no Jornal do Brasil, 8 jan. 09

Confissões de Luiz Garcia, um dos potentados da redação de O Globo, reveladas durante um simpósio da University of Tulane, em março de 2008, por Carolina Matos, em conferência intitulada (sem ironia aparente) Partisanship versus professionalism:


“Fizemos um enorme esforço para atrair o pensamento esquerdista para O Globo. E fizemos isso em tal extensão que depois tivemos de procurar um direitista que escrevesse bem, e escolhemos Olavo de Carvalho, o que hoje lamentamos um bocado. Toda a esquerda tem acesso ao Globo: Élio Gaspari, Zuenir Ventura, Veríssimo... E também os ativistas, as ONGs. Estamos fazendo uma coisa balanceada.”


Leram? Leiam de novo. Com o maior ar de inocência, com aquela consciência limpa de quem não quer sujá-la num confronto com os próprios atos, o criador da página de opinião de um grande diário brasileiro apresenta sua noção de jornalismo balanceado, isento, equilibrado: 


franquear as páginas do jornal para “toda a esquerda”, um exército inteiro de editorialistas, cronistas, analistas e ongueiros, depois camuflar o partidarismo concedendo um espacinho a um – isso mesmo: um, um único – articulista de direita, em seguida reduzir um pouco mais esse espacinho e no fim ainda reclamar que o convidado, um brutamontes sem educação, ultrapassou a quota de direitice admitida. 


Em matéria de disfarce, isso foi tão eficiente quanto limpar bumbum de elefante com um cotonete.


Mas disfarçar era totalmente desnecessário: quem, entre as multidões, reclamaria do viés esquerdista do Globo? Brasileiro não lê jornal. Num país de 180 milhões de habitantes, a tiragem dos maiores diários, somada, mal chega a dois milhões de exemplares. A imagem que o zé-povinho tem dos jornais é a de trinta anos atrás: o Estadão ainda é os Mesquita, O Globo ainda é Roberto Marinho. Diga ao cidadão comum que O Globo é de esquerda, e ele rirá na sua cara com aquele ar de infinita superioridade que é o privilégio sublime da completa ignorância. De outro lado, o esquerdismo da mídia nacional é mais que hegemônico: é uma instituição tão antiga, tão sólida, tão tradicional e intocável que acabou por se tornar um estado natural. O jornalismo de esquerda já nem pode ser reconhecido como tal, pois há três gerações não existe um de direita que lhe sirva de contraste. A firme obediência ao programa esquerdista passa hoje como a encarnação mesma do profissionalismo idôneo, mainstream. Fanatismo, propaganda, distorção ideológica, só na coluna do Olavo de Carvalho, é claro. Pois não é que o safado teve a ousadia de contar para todo mundo que o Foro de São Paulo existia, quando a massa de seus colegas de ofício se empenhava solicitamente em ajudar essa central da subversão a crescer em silêncio? Por que ele não se limitou ao direitismo cool, educado, àquele amável direitismo de centro que festeja a eleição de Barack Obama como uma glória da democracia americana e de vez em quando até verte umas lágrimas (de crocodilo ou não) pelos terroristas mortos nos “anos de chumbo”?


Se querem entender como essa mudança aconteceu, leiam o livro de Alzira Alves de Abreu, Eles Mudaram a Imprensa (FGV, 2003). São “depoimentos de seis jornalistas que, na qualidade de diretores de redação, tiveram uma participação fundamental na reformulação ou na criação de órgãos de imprensa brasileiros nas últimas três décadas do século XX”. Dos seis entrevistados, cinco são esquerdistas. Só faltou, dessa geração de reformadores célebres, o Cláudio Abramo, que já tinha morrido. E Cláudio era um devoto de Leon Trotski. Isso, meus amigos, é a mídia brasileira. Ser esquerdista, no ambiente que esses homens criaram, não requer nem mesmo uma tomada de posição pessoal: é só você não pensar no assunto, e a força da rotina geral o arrastará insensivelmente para a esquerda sem que você tenha de assumir a mínima responsabilidade por isso.


Se Luiz Garcia parece não ter a menor consciência de que confessou uma manipulação abjeta, delituosa até, não é porque seja cínico de propósito: é porque, no meio em que ele vive, a insensibilidade moral para com os abusos do esquerdismo se tornou uma espécie de norma de redação.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Chique de matar: o amor doentio de Hollywood por Che Guevara

Paquito D'Rivera e Kai Chen, fugitivos do comunismo, discutem o aspecto nefasto do marketing que existe em torno de figuras como Che Guevara e Mao Tsé-Tung.

E ainda defendem a DEMOCRACIA???

Recado (em forma de historinha para crianças) para quem falou que nunca mais viria ao blog Cavaleiro do Templo:

Digamos que Joaquim crie uma entidade para defender os cavaleiros do templo, a UNOTEMPLÁRIO. Joaquim percebe que sua criação é admirada por uns, detestada por outros. Joaquim, vendo que a coisa expandiu por todo um continente, delega a outras pessoas as decisões sobre quem pode participar ou não da UNOTEMPLÁRIO.

Mas...

Um belo dia, Joaquim descobre que outras pessoas estão usando o nome que ele criou e a logomarca SEM SEQUER INFORMÁ-LO. 

Como vocês acham que o Joaquim se sentiria?   

a - muito feliz por pessoas que ele não conhece estarem fazendo uso de suas criações sem consentimento;

b - desconfiado, no mínimo;

c - puto da vida.

E o que acham que ele faria?

a - deixar assim, que suas criações sejam usadas por todos e quem quer que seja;

b - aceitaria de pronto quem quer que seja estivesse usando suas criações na UNOTEMPLÁRIO, independente destas pessoas sequer se apresentarem a ele;

c - mandaria parar a bagunça.

Conclusão pessoal: se alguém não vê problema em usar a criação de outrem sem sequer se apresentar ANTES para, DEPOIS, pedir PERMISSÃO PARA FAZER USO DA MESMA, não entende o que é ESTADO DE DIREITO. E portanto não aceita a DEMOCRACIA visto que para que ela exista precisamos de um ambiente adequado onde, entre outras coisas, exista o RESPEITO AO INDIVÍDUO que se extende ÀQUILO QUE LHE PERTENCE. É falar o óbvio, as leis garantem isto, eu sei. Mas existem pessoas que acham que podem, mesmo supostamente em nome da boa intenção, fazer qualquer coisa que lhes passe pela cabeça. Temos que pensar e agir sobre princípios sempre senão nosso discurso será como o dos "outro lado". É novamente óbvio isto, eu sei.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Sobre a UNOAMERICA

Pessoal, quero passar aqui algumas dicas sobre a UNOAMERICA. 

QUALQUER coisa que vocês encontrarem com o nome UNOAMERICA (comunidade do Orkut, grupos, lista de e-mails, etc) eu sugiro que solicitem ao HEITOR DE PAOLA maiores informações para confirmarem se é OFICIAL ou não.


No Brasil temos ele, Heitor de Paola e a Graça Salgueiro, os dois que podem responder/falar pela UNOAMERICA.

A formação de uma confederação de ONGs para barrar o avanço do Foro de São Paulo

UNOAMERICA
André F. Falleiro Garcia | 2008-12-18

Acaba de ser criada em Bogotá, em 14 de dezembro, uma confederação internacional de organizações não-governamentais, denominada União de Organizações Democráticas da América – UNOAMÉRICA. Seu objetivo principal será a defesa da democracia e da liberdade, ameaçadas pela expansão do castro-comunismo e sua nova versão, o Socialismo do Século XXI, através do Foro de São Paulo. 

Os delegados - provenientes da Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, El Salvador, Peru, Uruguai e da Venezuela - denunciaram os métodos que os integrantes do Foro de São Paulo usam para destruir as democracias e acabar com as liberdades, utilizando mecanismos como as reformas constitucionais e a fraude eleitoral, para controlar os poderes públicos e eternizar-se no poder.

Acusaram também a UNASUL de ser um instrumento do Foro de São Paulo para intervir nos assuntos internos de outras nações e favorecer os seus membros, como ocorre na Bolívia, onde a UNASUL avalizou a gestão totalitária de Evo Morales e tergiversou os fatos sobre o massacre de Pando (Informe Mattarollo), culpando injustamente o governador Leopoldo Fernández. 

Também criticaram o intervencionismo de Chávez, que financia ilegalmente seus aliados, como o fez com Cristina de Kirchner e o faz agora com o salvadorenho Mauricio Funes, da Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN).

Quanto à direção da UnoAmérica, será presidida por Alejandro Peña Esclusa, presidente da ONG venezuelana Fuerza Solidaria. A Secretaria Executiva da nova entidade ficará a cargo da Federação de Organizações Não-Governamentais Verdad Colombia. 

Cabe uma referência especial aos dois delegados brasileiros. São dois articulistas com notória atuação com sentido conservador e anticomunista no site Mídia Sem Máscara. Graça Salgueiro, psicóloga e jornalista, tornou-se uma especialista nos assuntos políticos sul-americanos e cubanos. Edita o blog Notalatina. Heitor de Paola, médico, psicanalista, escritor e comentarista político, publica artigos nos jornais Inconfidência e Visão Judaica. Heitor edita o site Papéis Avulsos. 

Mais do que nunca a América Latina necessita da formação de lideranças capazes de realizar um trabalho contrário à revolução cultural. É indispensável que tenham certo conhecimento da guerra psicológica revolucionária e da contra-revolução. E que atuem dentro da lei e da ordem. Com essa bagagem de conhecimentos e diretrizes de ação será possível galvanizarem e orientarem o clamor popular, sobretudo na Colômbia, Bolívia, Venezuela e Argentina, nações em que a opinião pública tem se mostrado mais reativa. Oxalá a UnoAmérica realize um bom trabalho de articulação e formação de lideranças em tempo de tanta demolição e caos. 

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".