Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

E ainda defendem a DEMOCRACIA???

Recado (em forma de historinha para crianças) para quem falou que nunca mais viria ao blog Cavaleiro do Templo:

Digamos que Joaquim crie uma entidade para defender os cavaleiros do templo, a UNOTEMPLÁRIO. Joaquim percebe que sua criação é admirada por uns, detestada por outros. Joaquim, vendo que a coisa expandiu por todo um continente, delega a outras pessoas as decisões sobre quem pode participar ou não da UNOTEMPLÁRIO.

Mas...

Um belo dia, Joaquim descobre que outras pessoas estão usando o nome que ele criou e a logomarca SEM SEQUER INFORMÁ-LO. 

Como vocês acham que o Joaquim se sentiria?   

a - muito feliz por pessoas que ele não conhece estarem fazendo uso de suas criações sem consentimento;

b - desconfiado, no mínimo;

c - puto da vida.

E o que acham que ele faria?

a - deixar assim, que suas criações sejam usadas por todos e quem quer que seja;

b - aceitaria de pronto quem quer que seja estivesse usando suas criações na UNOTEMPLÁRIO, independente destas pessoas sequer se apresentarem a ele;

c - mandaria parar a bagunça.

Conclusão pessoal: se alguém não vê problema em usar a criação de outrem sem sequer se apresentar ANTES para, DEPOIS, pedir PERMISSÃO PARA FAZER USO DA MESMA, não entende o que é ESTADO DE DIREITO. E portanto não aceita a DEMOCRACIA visto que para que ela exista precisamos de um ambiente adequado onde, entre outras coisas, exista o RESPEITO AO INDIVÍDUO que se extende ÀQUILO QUE LHE PERTENCE. É falar o óbvio, as leis garantem isto, eu sei. Mas existem pessoas que acham que podem, mesmo supostamente em nome da boa intenção, fazer qualquer coisa que lhes passe pela cabeça. Temos que pensar e agir sobre princípios sempre senão nosso discurso será como o dos "outro lado". É novamente óbvio isto, eu sei.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".