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terça-feira, 24 de março de 2009

Plano Econômico dos Democratas: Culpe os Republicanos por Qualquer Coisa

TRADUÇÕES ESSENCIAIS
Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Traduzido por Leandro Diniz

Link do artigo original aqui

por John R. Lott, Jr. [1]
26 de Janeiro de 2009 [2]


O que você espera que os americanos façam quando o presidente Obama nos contar que nós estamos em "uma crise econômica sem precedentes"? Alguém se surpreende quando os consumidores passam a comprar menos? Quando companhias param de gastar dinheiro?

Infelizmente, as declarações de Obama não são novas - ele fez declarações similares durante sua campanha ano passado. Consultores políticos democratas têm aparecido em toda a mídia clamando sobre nós estarmos na "maior crise financeira sem precedentes da história." Claro, a mídia tem espalhado essa mensagem também.

Não só esse discurso sobre a "crise econômica sem precedentes" é falso - é absurdamente falso. Mas ao amedrontar os americanos e levá-los a mudar seus hábitos, eles causam o caos econômico que dizem querer resolver.

Pegue alguns números:

-- As pessoas podem não se lembrar disso, mas praticamente um terço de todos os meses durante as décadas de 1970, 1980 e 1990 tiveram taxa de desemprego alta, ou mais alta que agora.

-- A taxa de inflação hoje é incrivelmente baixa. Ao longo do último ano a taxa de inflação tem sido 0.1 por cento. Só existe um ano desde 1960 em que a taxa de inflação foi menor do que 0.7 por cento (1961).

-- O crescimento do PIB deve ter caído levemente uns 0.5 porcento no terceiro trimestre do ano passado, mas isso foi depois de um crescimento de 2.8 porcento no trimestre anterior. Os americanos estão mesmo assim mais ricos que estavam no início do ano.

Dado todo o falatório sobre o desastre, é um mistério que a economia não esteja em estado pior. Você deve pensar que os políticos devem ter entendido o impacto das suas palavras. Mas se não entenderam (e é muito difícil de acreditar que eles não entenderam), eles tiveram bastantes oportunidades para aprender essa lição novamente ano passado.

Senador Chuck Schumer (D-N.Y.) soltou publicamente uma carta que escreveu ao Federal Deposit Insurance Corp (FDIC) e o Office of Thrift Supervision (OTS) questionando as chances de sobrevivência do IndyMac Bancorp. Ele não tinha nenhuma evidência de nada, apenas a suspeita de que o IndyMac tinha uma condição financeira frágil.

Os depositários entraram em pânico e retiraram seu dinheiro do banco, o que o levou a falência.

O escritório do OTS concluiu: "A causa imediata do fechamento foi uma esvaziamento nos depósitos que começou e continuou depois da liberação pública da carta de 26 de Junho para o OTS e o FDIC do Senador Charles Schumer de Nova York. A carta expressava preocupações sobre a viabilidade do IndyMac. Nos próximos 11 dias úteis, os depositários sacaram mais de $1.3 bilhões de suas contas."

Ou pegue a declaração do Líder da Maioria do Senado Harry Reid: "Um dos indivíduos na reunião de hoje falou sobre uma grande companhia de seguro. Uma grande companhia de seguro - uma de nome que todos conhecem e que está à beira da falência. Isso é a razão disso tudo." Nenhuma companhia de seguro estava à beira da falência, mas todos os preços de ações da indústria de seguros despencaram no dia seguinte. Ninguém sabia de qual companhia de seguro Reid tinha informações privilegiadas.

Se essas táticas de pânico sobre a economia não foram suficientes, a ameaça de taxas maiores, ou cancelamento de contratos de hipoteca, ou grandes novas regulamentações, ou subsídios para pessoas desempregadas só fizeram as coisas piorarem ainda mais. Porque o aumento do benefício do seguro desemprego termina muito antes das eleições do próximo ano?

Meu palpite é que os Democratas realmente entendem o impacto de suas palavras. Mas esses são apenas algumas de suas declarações sobre a economia. Então por que o esforço consciente para derrubar a economia?

A resposta é simples: se as coisas piorarem economicamente, especialmente antes do plano de estímulo dos Democratas entrar em vigor, os Democratas pensam que serão capazes de culpar os Republicanos por tudo. Mesmo que a maioria dos americanos não sabem que os Democratas controlaram ambos, Congresso e Senado, pelos últimos dois anos.

Pode levar uns anos, mas as coisas eventualmente vão se acertar por si mesmas na economia, e os Democratas dirão que foram seus planos que arrumaram as coisas. Infelizmente, esse ganho político será feito nas costas dos americanos que estão vivendo um sofrimento desnecessário.

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[1] John Lott é o autor de Freedomnomics e um pesquisador científico Sênior da Universidade de Maryland. voltar

[2] Traduzido por Leandro Diniz. voltar



segunda-feira, 9 de junho de 2008

Mensagem urgente à oposição brasileira

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Alejandro Peña Esclusa em 09 de junho de 2008

Resumo: A relação entre Lula e as FARC existe – comprovadamente – desde julho de 1990, data em que Lula fundou – junto com Fidel Castro – o Foro de São Paulo, organização que agrupa, entre outros, Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa, Daniel Ortega, o FMLN de El Salvador e as FARC.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Caracas, 6 de junho – Segundo uma nota publicada hoje no jornal El País do Uruguai, o Partido Democrata do Brasil (DEM) investigará os nexos entre o governo de Lula e as FARC. A investigação estará baseada em documentos extraídos do computador de Raúl Reyes e inclui a participação de Frei Betto, ex-assessor de Lula.


A relação entre Lula e as FARC existe – comprovadamente – desde julho de 1990, data em que Lula fundou – junto com Fidel Castro – o Foro de São Paulo, organização que agrupa, entre outros, Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa, Daniel Ortega, o FMLN de El Salvador e as FARC.

Durante mais de quinze anos, Frei Betto foi o editor da revista do Foro de São Paulo – América Libre – em cujo Conselho Editorial [*] aparece (até o dia de hoje) Manuel Marulanda, codinome “Tirofijo”, junto com outras figuras do Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil como Gilberto Carvalho , ex-Chefe de Gabinete de Lula e Luis Eduardo Greenhalgh, membro da Direção Nacional do Partido dos Trabalhadores.

Mesmo que depois da “Operação Fênix” o PT tenha lançado uma campanha pública para desvincular-se das FARC, existem centenas de documentos que demonstram a estreita relação entre ambas as organizações. No ano de 2006, pouco antes das eleições presidenciais do Brasil, viajei a São Paulo e mantive uma reunião com um importante dirigente do comando de campanha de Geraldo Alckmin – candidato opositor a Lula – para recomendar-lhe divulgar os nexos entre Lula e as FARC; porém, por algum inexplicável motivo, ele negou-se a fazê-lo.

Nesta oportunidade, me atrevo a recomendar à oposição brasileira que centre sua investigação nos nexos existentes ente o PT e as FARC através do Foro de São Paulo, e depois contraste essa informação com os documentos extraídos dos computadores de Raúl Reyes. Estou certo de que chegarão a conclusões surpreendentes e definitivas.

[*]: Lista de integrantes do Conselho Editorial de América Libre disponível em http://www.nodo50.org/americalibre/consejo.htm

Tradução: Graça Salgueiro

O autor é engenheiro mecânico, formado pelo Instituto de Altos Estudos da Defesa Nacional. Atualmente é Presidente da associação civil Fuerza Solidaria – www.fuerzasolidaria.org.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Desgoverno negocia nos bastidores para que STF rejeite ações do DEM contra aumentos de impostos

Do blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão, Segunda-feira, 07 de janeiro de 2008

O DEM ingressa hoje no Supremo Tribunal Federal (STF) com duas ações diretas de inconstitucionalidade (Adins) contra o aumento das alíquotas de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL). Além de negociar nos bastidores da Justiça para não perder mais uma, o desgoverno terá de amansar a base aliada, já que a área econômica pretende cortes de até 70% nos R$ 12 bilhões e 900 milhões fixados para as emendas de bancadas. O ministro das Relações Institucionais, José Múcio, avisará ao ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que os cortes devem ser negociados, ou há risco de o Orçamento de 2008 não ser aprovado.

No ano de eleição municipal, o chefão Lula mandou preservar as emendas individuais (chamadas de paroquiais) dos parlamentares. São R$ 4 bilhões e 800 milhões destinados a projetos e ações nos redutos eleitorais. A área econômica pretende cortar R$ 20 bilhões no Orçamento deste ano. Quer recuperar R$ 10 bilhões com aumento de impostos, ou 25% dos R$ 40 bilhões previstos com a CPMF, além de cortar R$ 20 bilhões de despesas nos três poderes. Mas se o desgoverno sofrer uma derrota no STF, nas adins sobre o IOF e a CSLL, terá de refazer todas as contas. Outra aposta dos burocratas é que o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras deve frear o crescimento do crédito, o que pode segurar o consumo, conter a inflação e abrir espaço para a redução da Selic a partir de junho.

O risco de derrota é grande. O DEM argumentará no STF que ocorre dupla incidência do OF sobre as mesmas operações. Nos empréstimos incide a alíquota de 0,0082% ao dia e a alíquota adicional de 0,38%. Além disso, a medida do desgoverno fere o princípio da isonomia, porque estabelece diferentes alíquotas para pessoas físicas e jurídicas, em operações de crédito idênticas. No caso da CSLL, o DEM entende que a medida provisória que elevou a alíquota de 9% para 15% é inconstitucional e só poderia valer para 2009. O partido alega também que a MP não tem urgência nem relevância, como exige a Constituição.

Já o PSDB, por meio do senador Álvaro Dias (PR), apresentará no Senado um decreto legislativo prevendo a suspensão do decreto presidencial que aumentou o IOF.

Álvaro Dias acredita que há grandes chances de o Senado aprovar o decreto legislativo que deve ser apresentado no início de fevereiro e precisa ser aprovado, por maioria simples, no Senado e na Câmara.

“Minha assessoria jurídica garantiu que é possível apresentar esse projeto suspendendo os efeitos do decreto sobre o IOF. Considero essa medida mais eficaz do que recorrer à Justiça. No Senado, onde o governo não tem maioria, há grande possibilidade de êxito. O problema é na Câmara”.

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Democratas, sim, e daí?

Pelo deputado Rodrigo Maia é deputado federal pelo DEM-RJ e presidente nacional do Democratas.

A QUESTÃO não é nova, mas aflorou com intensidade nos últimos dias, quando as firmes posições dos Democratas -quanto à fidelidade partidária e à batalha contra o achaque dos impostos, agora via CPMF, que sustentamos desde o princípio- levaram ao reconhecimento de que há um novo ciclo no partido, abrindo espaço para novas lideranças e claros delineamentos políticos na nova democracia brasileira.

O fato de os Democratas assumirem abertamente a condição de liberais, no sentido de origem, afirmarem sua ideologia e seus compromissos fora do transnoitado embate entre os tradicionais de esquerda e de direita assustou alguns e os animou a abandonar suas tocas para lançar dúvidas quanto a nossas afirmações de democratas sem adjetivos. Pois bem, cartas à mesa. Os Democratas são liberais, sim.

Nossos compromissos começam com a liberdade que só se afirma num Estado democrático de Direito e com garantias de mínimos sociais. Quando nos caluniam cavilosamente, não analisam nossas ações, mas, quem sabe, se assustam com os espaços que temos ocupado.

Essa é a batalha das idéias que aqueles que nos caluniam por meio de aleivosias grosseiras procuram repetir para alcançar o imaginário popular. Batalha inglória e perdida para aqueles.
Na verdade, reivindicamos uma posição de centro reformista, topograficamente mais próxima à localização que ocupamos de fato no espectro político brasileiro, diferente da bem-aceita divisão dos campos direita-esquerda do século passado.

Para ser preciso tecnicamente na nossa autodefinição: professamos o "empenho pelo direito à liberdade de cada indivíduo e a manutenção da dignidade humana", independentemente da diversidade cultural, social e econômica. Conservadores e imobilistas são aqueles que ressuscitam ou justificam o populismo dos anos 40 e 50 hoje na América Latina. O Estado mínimo abre espaços à injustiça, e o Estado máximo, à corrupção e ao autoritarismo.

O Estado cumpre múltiplos papéis, seja por sua função intransferível de equilíbrio social e regional, seja por seu papel essencial de garantidor do Estado de Direito e de mantenedor da ordem, sem a qual nenhuma sociedade sobreviveria. Os exemplos desde o século 19 são muitos.
"Não há liberdade sem leis. O uso egoísta da liberdade por parte de indivíduos mais fortes à custa dos mais fracos leva, naturalmente, a longo prazo, à perda da liberdade dos mais fracos." Estou citando o liberal alemão Karl-Hermann Flach, arquiteto do que se chamou "liberalismo social" e que serviu de base para a histórica coligação entre liberais e social-democratas que deu à antiga Alemanha Ocidental 13 anos de desenvolvimento, paz e equilíbrio. As tentativas pela esquerda ou pela direita, desde o século 19, de substituir a democracia por ilustrados donos do poder nunca deram certo.

Por isso mesmo, entendemos que não há futuro sem passado, para ensinar, para corrigir, para avançar. Lutar pela democracia -como valor, além de sistema- exige essa permanente reflexão sobre tática e estratégia, da qual não podem escapar de julgamento os que negaram o voto a Tancredo Neves (o que redundava num presidente do regime que se superava) e negaram a sua assinatura na Constituição de 1988, que hoje lhes dá as garantias que não tinham.

Todos os partidos orgânicos brasileiros -se comparados com os europeus- estão em sua formação com menos de 30 anos das instituições democráticas implantadas. Afirmamos nossas utopias -não como o inalcançável, mas como um processo permanente de aperfeiçoamento partidário, político e institucional.

Os donos da verdade já produziram as catástrofes de que todos se lembram. E alguns insistem, o que exige de nós permanente vigilância. Para nós, ética é uma preliminar e uma obrigação. Desvios, antes mesmo de serem cobrados para fora, devem ser cobrados para dentro.

Somos liberais, ou seja, democratas sem adjetivos, e afirmamos uma sociedade que inclua todos nas possibilidades de progresso econômico, social e cultural. No nome, na ideologia e no comportamento. Que se cobre, de todos os partidos e de nós também, pelo que somos e fazemos.

O resto é desaforo, pura grosseria destrutiva.

Rodrigo Maia é deputado federal pelo DEM-RJ e presidente nacional do Democratas.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

DEM reage a disparate de Lula, repudia sua aliança com Chávez e denuncia tentação golpista

Do blog REINALDO AZEVEDO
Brasília, 15 de novembro de 2007

Por entender que, ao defender a continuidade de Hugo Chávez no poder com base em plebiscitos, o presidente Lula da Silva fez a mais grave ameaça à democracia brasileira desde que assumiu o mandato, o Democratas vem a público para:

1) repudiar a sociedade do presidente da República e do governo com o ditador da Venezuela, Hugo Chávez, por considerar que esta aliança ameaça a democracia e o Estado de Direito, além de ser contrária e nociva aos interesses do povo brasileiro;

2) denunciar ao país que, ao avalizar e tentar conferir legitimidade ao governo ditatorial de Hugo Chávez, o presidente Lula emite sinal verde a golpistas que estão urdindo emenda à Constituição para impedir a alternância de poder no Brasil, a exemplo do que foi feito na Venezuela;

3) reafirmar que o prazo do mandato do presidente Lula está definido na Constituição da República e que propostas espúrias para mexer neste prazo serão tratadas pelo Democratas como aquilo que realmente são: tentativas de golpe de Estado para extinguir a Democracia e o Estado de Direito com o objetivo de instalar uma ditadura no Brasil;

4) antecipar que as bancadas democratas na Câmara e no Senado rejeitarão toda e qualquer manobra para enfraquecer o Congresso Nacional e conduzir o país à margem da Lei e do Estado de Direito;

5) reafirmar que o Democratas vota contra o ingresso da Venezuela no Mercosul porque o Mercado Comum exige a credencial democrática dos países membros, requisito que o ditador Hugo Chávez subtraiu do seu País e do seu povo;

6) e, por fim, manifestar total solidariedade aos valentes venezuelanos que enfrentam o governo antidemocrático de Hugo Chávez na Venezuela.

Rodrigo Maia - Presidente do partido DEMOCRATAS

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".