Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Importantes documentos pró-vida ajudarão as nações a resistir às pressões da ONU para legalizar o aborto

JULIO SEVERO
9 de outubro de 2011


NOVA IORQUE, EUA, 7 de outubro de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — É comum agora autoridades da ONU e professores de direito dos Estados Unidos dizerem aos governos estrangeiros que eles são obrigados pelas leis internacionais a liberalizar suas leis contrárias ao aborto. Exatamente no mês passado o Inspetor Especial de Saúde da ONU circulou um relatório fazendo essa declaração. O Secretário Geral deu seu apoio a esse relatório. Logo depois, o Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU disse a mesma coisa.
Ativistas pró-vida há anos dizem que essa é uma afirmação falsa. Mesmo assim, alguns governos estão começando a ouvir e liberalizar suas leis. O Supremo Tribunal da Colômbia mudou suas leis de aborto com base nessas afirmações de um comitê da ONU. Dois juízes do Supremo Tribunal do México fizeram essas afirmações também.
Entram em cena os Artigos de San José, que foram lançados nesta semana na sala de coletiva à imprensa na sede da ONU em Nova Iorque. O professor Robert George disse à imprensa e observadores na ONU que os Artigos de San José foram escritos com o propósito de ajudar autoridades governamentais a lutar contra tais afirmações.
“Os Artigos de San José foram escritos por um grande grupo de especialistas em direito, medicina e políticas públicas. Os Artigos apoiarão e ajudarão pessoas ao redor do mundo que estão sofrendo pressões de funcionários da ONU e outros que dizem falsamente que os governos são obrigados pelas leis internacionais a revogar suas leis nacionais que protegem os seres humanos nas fases embriônicas e fetais de desenvolvimento contra a violência do aborto”, disse George.
O Embaixador Joseph Rees, ex-embaixador dos EUA no Timor Leste e uma vez representante dos EUA no Conselho Econômico e Social da ONU juntou-se a George na coletiva à imprensa. Rees disse: “Quando eu estava no Timor testemunhei ao vivo uma campanha prolongada feita por alguns funcionários públicos internacionais e representantes de ONGs estrangeiras para intimidar um pequeno país em desenvolvimento, pressionando-o a revogar suas leis pró-vida. O problema é que as pessoas do país, até mesmo autoridades governamentais, têm pouco com que refutar à extravagante afirmação de que o aborto é um direito humano internacionalmente reconhecido. Os Artigos de San José têm a intenção de ajudá-las a se defenderem dos ataques”.
Os Artigos demoraram um ano para serem feitos, inclusive uma sessão de negociação de dois dias em San José, na Costa Rica, em março. No total, 29 especialistas ajudaram a escrever e assinar o documento. Os signatários dos Artigos incluem o professor John Finnis, da Universidade de Oxford; o professor John Haldane, da Universidade de St. Andrews; Francisco Tatad, ex-líder do Senado das Filipinas; Javier Borrego, ex-juiz do Tribunal Europeu de Direitos Humanos; o professor Carter Snead, do comitê internacional de bioética UNESCO; e o lorde Nicholas Windsor, um confesso defensor pró-vida que é membro da Família Real Britânica.
Nos próximos dias, os Artigos serão lançados na Câmara dos Comuns da Inglaterra, no Parlamento Europeu e no Parlamento Italiano, também em Madri, Washington DC, Santiago, Manilha, Buenos Aires, Calgary e San José.
Os Artigos podem ser vistos num site, também lançado nesta semana: www.sanjosearticles.org
Publicado com a permissão de c-fam.org.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Nenhum comentário:

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".