Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Afegão convertido ao cristianismo será executado dentro de poucos dias

MENTE CONSERVADORA
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Said Musa, 45 anos, foi dito por um juiz que ele seria enforcado dentro de dias, a menos que ele se convertesse ao Islã.

Entretanto, o pai de seis filhos tem se recusado a renunciar à sua fé, dizendo ao jornal The Sunday Times, "Meu corpo é deles para fazerem o que quiser. Só Deus pode decidir se o meu espírito vai para o inferno".

Ele também afirmou que foi torturado e abusado sexualmente por guardas prisionais e reclusos.

Musa foi mantido na prisão desde maio do ano passado, depois de uma rede local de televisão transmitir imagens secretas de cristãos afegãos sendo batizados por ocidentais. A transmissão causou indignação, e os manifestantes exigiram a expulsão daqueles que apareceram na filmagem.

Ele buscou asilo na Embaixada da Alemanha, mas foi detido pelas autoridades, depois de apelos do deputado secretário do parlamento afegão, Abdul Sattar Khawasi, pela execução pública dos supostos convertidos, desencadeando uma caçada nacional.

O caso provocou indignação internacional de grupos de direitos humanos, que ressaltaram que o Afeganistão é um dos signatários da Declaração Universal dos Direitos Humanos. O documento declara o direito à liberdade de religião, incluindo a liberdade de mudar de religião ou crença. No entanto, sob o islamismo, ou a lei da charia, a conversão a outra religião é considerada um crime.

Os advogados de defesa se recusaram a representar Musa, a menos que ele se reconvertesse, enquanto outros abandonaram o seu caso depois de serem ameaçados.

Musa, que perdeu sua perna esquerda na explosão de uma mina na década de 1990, trabalhou como fisioterapeuta para a Cruz Vermelha por 15 anos, enquanto assistia no tratamento de companheiros amputados.

A situação dos cristãos no Afeganistão, que ficou em terceiro lugar na "World Watch", da Portas Abertas (lista de países onde a perseguição contra cristãos é mais severa), se deteriorou desde o ano passado, com uma ofensiva maior por parte do governo sobre crentes de origem muçulmana.

Gengis Khan, herói ecologista

BLOG DO MR. X
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Gengis Khan afirmou certa vez que "a maior felicidade é perseguir seu inimigo, destruí-lo, tomar suas riquezas, ver suas cidades reduzidas a cinzas, ver aqueles que o amam banhados em lágrimas, e tomar para si suas mulheres e filhas". 

Gengis Khan é também o mais novo herói dos ecologistas, considerado o "conquistador mais verde de todos os tempos". O motivo? Retirou do ar cerca de 700 toneladas de dióxido de carbono, graças à destruição de milhares de hectares de terra arável que graças a ele voltaram a virar floresta, e ao massacre de alguns milhões de pessoas em seu caminho.  

Qual será o próximo herói dos verdinhos? Hitler? Matou seis milhões de judeus e iniciou uma guerra na qual morreram cerca de quarenta milhões de pessoas, reduzindo o CO2 da atmosfera, por outro lado a incineração de corpos e os bombardeios não foram ecologicamente corretos. Fail 

Stalin? As mortes do Holomodor foram causadas pela fome, ou seja, foram perfeitamente carbon-neutral, e ainda tiveram a vantagem de extinguir milhares de quilômetros de terra arável. Yes! 

Notem que nada tenho contra a preservação de plantas e animais, e até acho que o mundo poderia ter ligeiramente menos gente (mas a redução populacional está acontecendo naturalmente nos países desenvolvidos, e se não fosse a imigração ilimitada seria ainda maior; e está acontecendo até em alguns países subdesenvolvidos, devido à urbanização).

Mas parece que alguns ecologistas estão levando essa idéia de redução populacional demasiado ao pé da letra. Faz alguns anos apareceu até um professor universitário que sugeriu exterminar 90% da população do planeta com o vírus do Ebola. E o que dizer dos mórbidos seriados e livros que nos informam como seria belo um mundo sem seres humanos?   

Outro herói possível para os ecologistas seria Átila o Huno. Ah, mas não foi ele que disse que, por onde passava, a grama já não crescia? Então, talvez não.  



Hosni Mubarak anuncia que vai continuar no cargo

DEXTRA
QUINTA-FEIRA, 10 DE FEVEREIRO DE 2011

Eis aqui 1, 2, 3, 4 5, 6 links para as últimas notícias sobre caso.


QUAL VACAS PARA TOURO

PERCIVAL PUGGINA

"...errei (no ENEM) praticamente todas as questões de Ciências Biológicas. Ah, em compensação eu tive o extremo mérito de entender que a foto de um jogador parado fora da quadra com uma bola de vôlei significa que ele vai sacar e também percebi a foto do Mr. Bean no quadro da Mona Lisa."


É muito provável que o leitor desconheça o fato relatado na edição de Zero Hora do dia 2 deste mês, em artigo com o título "Mamãe, passei em Medicina". O autor, professor de matemática e engenheiro pelo ITA foi protagonista da experiência que conta. Chama-se Daniel Lavouras e submeteu-se às provas do ENEM deste ano, sendo qualificado para ingresso no prestigiado e disputado curso de Medicina da Faculdade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

Até aí nada de mais. Afinal, supõe-se que um professor de matemática, engenheiro aeronáutico, seja uma pessoa com preparação escolar e conhecimentos bem superior à media dos concorrentes. Acontece que ele se confessa, no artigo, absolutamente ignorante nos principais conteúdos com relevo para um curso de Medicina. Transcrevo-o: "Nunca entendi a mitose e a meiose. Não sei a diferença entre eucariontes e procariontes, Darwin, Mendel e seus amigos não me são próximos. Tudo que sei de cromossomos e DNA é o que leio em jornais e revistas. (...) 'Chutei' com precisão? Não, ao contrário, errei praticamente todas as questões de Ciências Biológicas. Ah, em compensação eu tive o extremo mérito de entender que a foto de um jogador parado fora da quadra com uma bola de vôlei significa que ele vai sacar e também percebi a foto do Mr. Bean no quadro da Mona Lisa. É sim, eu acertei estas! (e para todos que ainda não conhecem a prova do Enem, fica o convite para que o façam, visitem o site do Inep).

O professor não vai cursar Medicina, claro. Sua experiência e o que escreveu bradam contra o absurdo de um exame vestibular nacional que não distingue alhos de bugalhos. E tampouco distingue o curso de Economia do de Artes Cênicas, ou o curso de Publicidade do de Engenharia de Minas. E assim, alguém que erra quase todas as questões de Ciências Biológicas habilita-se a cursar uma das melhores faculdades de Medicina do país.

O ENEM não é apenas um recordista em trapalhadas de grande porte. Ele é um mal em si mesmo. E é, também, sintoma específico, no campo da Educação, de dois males genéricos que afetam o Brasil: o centralismo e a ruptura com os fundamentos do sistema federativo. Estamos sendo cozinhados como sapos, pelo gradual aquecimento da água da panela, num modelo que privilegia, em tudo e para tudo, aquilo que é nacional e federal. Adotamos, cada vez mais, sistemas centralizados. Brasília deixou de ser tão-somente a capital do país. Ela se tornou a única cabeça pensante, o caixa único, a sede dos sistemas únicos e o ponto de convergência, pela via fiscal, de 23% do nosso PIB. Tamanha concentração de poder e dinheiro transformou a antiga cidade dos candangos no município brasileiro com mais alto Índice de Desenvolvimento Humano. E para ali convergem prerrogativas que aviltam a Federação, transformando estados e municípios, ora em pedintes, ora em agraciados com as migalhas que caem de sua mesa.

Pois o ENEM é filho desse sistema. Nasceu portador do defeito genético que herdou do papai, o enganoso federalismo brasileiro, no qual a União, cada vez mais, vai dispondo sobre tudo e sobre todos, absorvendo as autonomias ainda residuais na nossa vida social. Um exame de ingresso nos cursos de terceiro grau, com extensão nacional, é um devaneio autoritário, uma coisa de porte descomunal, monstruosa no aspecto e, por óbvio, descomedido na dimensão de seus erros.

É desanimadora, contudo, a bovina docilidade com que instituições de ensino superior, de tanta importância na formação da inteligência nacional, se entregam a esse sistema qual vacas para touro. Cedem autonomia e aceitam sua própria degradação. Em troca de um prato de lentilhas. Lentilhas federais, claro.

______________
* Percival Puggina (66) é titular do blog www.puggina.org, articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões.

Três ex-“bispos” anglicanos abrem onda de conversões ao catolicismo

IPCO
10, fevereiro, 2011


Cerimônia na catedral de Westminster, Londres

Três “bispos” anglicanos renunciaram a sua denominação e ingressaram formalmente na Igreja Católica no último dia de 2010 na catedral de Westminster, Londres, noticiou “The Telegraph”.
Eles foram acompanhados na conversão por representantes de 20 paróquias, entre as quais três freiras expulsas do santuário anglicano da padroeira do país, Nossa Senhora de Walsingham, quando anunciaram sua conversão.
Dois dos ex-“bispos” serão ordenados sacerdotes nas próximas semanas.
Nossa Senhora de Walsingham,
padroeira da Inglaterra
O gesto foi considerado como a abertura simbólica de um processo de conversão à Igreja Católica que envolverá na primeira fase por volta de 1.000 eclesiásticos, “bispos” e “sacerdotes” e incontáveis fiéis, chocados pela “ordenação” de mulheres e “sagração” de homossexuais na igreja anglicana.
Os novos católicos de tendência tradicionalista entraram na estrutura do Ordinariato criada especialmente para eles.
A multidão apertada na grande catedral aplaudiu quando os ex-“bispos” de Fulham, Ebbsfleet e Richborough, receberam a Santa Comunhão.
A Irmã Wendy Renata disse se sentir “fantástico” após ser recebida na Igreja Católica. “Eu quis isso durante anos. Afinal consegui”, acrescentou.
Aguarda-se que na Páscoa sejam ordenados pelo menos 50 sacerdotes que abandonaram a denominação herética.
Obviamente, há muitas disputas a respeito da propriedade e do uso de antigas igrejas anglicanas que ficaram ou ficarão sem clero e sem fiéis.

Piadinha sobre a vida

Por e-mail:

A vida resume-se em... 4 garrafas


Merda... já estamos na terceira!

Aproveitemos, pois pois!!!


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Islã e Democracia - Muito Trabalho Pela Frente

DANIEL PIPES

por Daniel Pipes

National Post
7 de Fevereiro de 2011
Original em inglês: Islam and Democracy - Much Hard Work Needed
Tradução: Joseph Skilnik



Com as furiosas manifestações contra o regime no Egito e a possibilidade de um novo governo liderado ou com a participação da Irmandade Muçulmana, muitos estão se perguntando se o islamismo é compatível com a democracia. A resposta é sim, potencialmente, mas requererá muito trabalho para se tornar realidade.

No momento a realidade está longe de ser animadora, posto que a tirania aflige a maioria dos países muçulmanos. Frederic L. Pryor do Swarthmore College concluiu em uma análise realizada no Middle East Quarterly em 2007 que, salvo algumas exceções, o "islamismo está associado com menos direitos políticos."Saliba Sarsar avaliou a democratização em 17 países de língua árabe e, escrevendo na mesma revista, percebeu que "entre 1999 e 2005… na maioria dos países não somente houve falta de progresso como também a reforma se deteriorou por todo o Oriente Médio".

Quão fácil seria partir desse padrão lúgubre e concluir que a própria religião do Islã deve ser a causa do problema. A antiga falácia post hoc, ergo propter hoc ("depois disso, logo, por causa disso") sustenta essa conclusão simplista. Na realidade, a situação difícil em que as ditaduras, a corrupção, a crueldade e a torturase encontram hoje resultam mais da evolução histórica específica do que do Alcorão ou de outras escrituras sagradas.

Há meio milênio, não havia democracia em lugar algum; o fato dela ter aparecido na Europa Ocidental foi consequência de muitos fatores, inclusive na esfera da herança Greco-Romana, provocando tensões do gênero "Dê a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus", específicas ao cristianismo, geografia, clima e progressos chave nos campos da tecnologia e da ciência política. Nada houve de predestinado no que diz respeito a Grã-Bretanha e depois os Estados Unidos terem liderado o caminho para a democracia.

Posto de outra forma: é claro, o Islã é antidemocrático em espírito, mas também o eram todas as outras religiões e sociedades pré-modernas.

Assim como o cristianismo passou a fazer parte do processo democrático, o mesmo poderá acontecer ao islamismo. Essa transformação certamente será violenta e exigirá tempo. A evolução da Igreja Católica, de força reacionária no período medieval em democrática hoje, evolução ainda não inteiramente concluída, está em desdobramento há 700 anos. Uma vez que demorou tanto tempo para uma instituição estabelecida em Roma, por qual razão deveria uma religião de Meca, repleta de escrituras sagradas singularmente problemáticas, ser mais rápida ou menos controversa?

Para o Islã incentivar a participação política implicaria numa guinada gigantesca no que tange a abordarem, especialmente com respeito a Sharia, seu código de leis. Elaborada há cerca de um milênio em circunstâncias quase tribais, operando em um éthos extremamente diferente do atual, o código contém uma gama de elementos excepcionalmente inaceitáveis à suscetibilidade moderna, incluindo ideias antidemocráticas a respeito da vontade de Deus prevalecer sobre a do povo, jihad militar como meio legítimo para expandir as leis dos muçulmanos, superioridade dos muçulmanos sobre os não muçulmanos e a dos homens sobre as mulheres.

Em suma, não é possível conciliar a Sharia conforme compreendida classicamente com a vida moderna em geral e com a democracia em particular. Para os muçulmanos, alcançar a participação política significa rejeitar os aspectos públicos da lei em sua totalidade – como Atatürk fez na Turquia – ou reinterpretá-los. O pensador sudanês Mahmud Muhammad Taha apresentou um exemplo de reinterpretação ao reler as escrituras sagradas islâmicas e de maneira extensiva eliminou as leis islâmicas perniciosas.

O Islã continua mudando, portanto é um erro insistir que a religião deve ser o que sempre foi. Conforme colocaHassan Hanafi da Universidade do Cairo, o Alcorão "é um supermercado, onde se leva o que se deseja, e se deixa o que não se deseja".

Atatürk e Taha à parte, os muçulmanos mal começaram a longa e árdua jornada para modernizar o Islã. Além das dificuldades inerentes de se reformar uma ordem do século VII com o intuito de ajustá-la ao éthos do século XXI dominado pelo Ocidente, o movimento islamista que hoje domina a vida intelectual muçulmana, catalisa precisamente na direção oposta à democracia. Em vez disso, luta para reativar a Sharia em sua totalidade e aplicá-la com extremo rigor, sem levar em conta o desejo da maioria.

Alguns islamistas condenam a democracia como herética e uma traição aos valores islâmicos e, os mais inteligentes, percebendo sua enorme popularidade, adotaram a democracia como mecanismo para tomar o poder. Seu sucesso em um país como a Turquia não transforma os islamistas em democratas (i.e., estarem dispostos a ceder o poder) e sim demonstra sua disposição em adotar qualquer tática que lhes traga o poder.

Sim, com muito esforço e tempo, os muçulmanos poderão ser tão democráticos quanto os ocidentais. Mas nesse momento, são os menos democráticos dos povos e o movimento islamista apresenta um enorme obstáculo à participação política. No Egito como em qualquer outro lugar, meu otimismo teórico, em outras palavras, está temperado com um pessimismo baseado nas realidades presentes e futuras.

Os mocinhos e os bandidos

MENTE CONSERVADORA
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A mídia conta a história mais ou menos assim:

Em 1964, os malvados bandidos militares resolveram dar um golpe de estado e implantar uma ditadura no Brasil. Os mocinhos carinhosos da esquerda, por sua vez, estavam lutando com todas as suas forças para levar o Brasil de volta à democracia, e conseguiram, se livrando do pior momento da história do Brasil.

No início dos anos 90, surge uma guerra: os mocinhos muçulmanos (incluindo Osama Bin Laden e vários altos nomes da Alcaida) resolveram reclamar da escravidão e jugo dos malvados bandidos sérvios, e lutaram pela sua independência. No meio da guerra, com bombas para todo o lado, houve um genocídio de... 6 mil pessoas, apenas do lado da Bósnia. Os sérvios foram culpados por tudo: por todas as mortes, pela destruição, pelo genocídio, e por terem começado a guerra.

No fim dos anos 90, ocorre novamente: os mocinhos muçulmanos do Kosovo (auxiliados por islamitas do mundo inteiro e pelos EUA) resolvem seguir o exemplo dos seus colegas bósnios e quiseram se livrar da escravidão e jugo dos malvados bandidos sérvios. Novamente, tudo foi culpa dos sérvios: eles que começaram a guerra e forçaram intervenção da OTAN, eles foram responsáveis por todas as mortes, destruição e tudo mais, embora a Sérvia tivesse ficado destruída pelos ataques da OTAN.

No início da década seguinte, mais uma guerra, essa mais prudente, dir-se-ía. Saddam Hussein detém armas de destruição em massa, é ditador, oprime e escraviza o seu povo, e precisa ser deposto. Os Estados Unidos invadem, depõem Saddam Hussein, e os mocinhos muçulmanos (incluindo o "Estado Islâmico do Iraque") ganham cada vez mais popularidade e força política no país.

Agora, em 2011, a história se repete: O Egito é governado por um malvado bandido ditador, Hosni Mubarak, que oprime e escraviza o seu povo. Mais uma vez, Estados Unidos e mídia em geral oferecem seu apoio (até agora tácito) aos mocinhos carinhosos da Irmandade Muçulmana, apoiados pelo governo iraniano e pelo "Estado Islâmico do Iraque", que lideram os protestos e estão prontos a compor um novo governo no Egito.

Caso Peña Esclusa: defesa exige presença de Chávez Abarca

MÍDIA SEM MÁSCARA

Caracas, 7 de fevereiro - Os advogados defensores do dirigente político venezuelano, Alejandro Peña Esclusa, introduziram hoje um recurso de apelação no julgamento que se leva contra ele.
O recurso foi introduzido pelo Dr. Alfredo Weil, devido às irregularidades cometidas pelo Juiz 6º de Controle, Luis Cabrera, durante a audiência preliminar, realizada no passado 27 de janeiro.

Durante a audiência, Peña Esclusa recusou o juiz Cabrera acusando-o diretamente de estar a serviço do Governo. Em conseqüência, o juiz deveria abster-se e transferir a decisão para uma instância superior, mas Cabrera passou por cima dos procedimentos legais e continuou julgando o caso.
O recurso de apelação também assinala que o juiz Cabrera violou o devido processo, ao negar a presença do salvadorenho Francisco Chávez Abarca no julgamento para ser interrogado pelas partes.
"O julgamento contra Peña Esclusa está baseado principalmente nas presumíveis declarações de Chávez Abarca, que foi enviado a Cuba pouco depois de ser capturado na Venezuela. Entretanto, suas declarações não aparecem no processo. Só existe um informe policial sobre o que supostamente disse o salvadorenho", disse Alfredo Weil.
Weil declarou que "os acordos firmados entre os governos de Cuba e Venezuela permitiriam trazer Chávez Abarca para ser interrogado durante o julgamento, mas Cabrera não quis autorizá-lo. Trata-se de uma nova 'testemunha estrela', idêntica a Giovanny Vásquez, fabricada pelo governo para inculpar um homem inocente. Porém, em lugar de enviá-lo à Colômbia, como ocorreu com Giovanny Vásquez, Abarca foi enviado a Cuba, onde não podemos confrontá-lo para desvirtuar seu provável testemunho".
Anteriormente, a defesa de Peña Esclusa introduziu dois recursos de nulidade: o primeiro, devido a que o processo foi designado "a dedo", para que tocasse a Cabrera, o qual, além de ilegal, faz pensar que trata-se de uma manobra política do governo para perseguir e inculpar um cidadão inocente, somente pelo fato de ser opositor.
E o segundo, porque na invasão praticada na residência de Peña Esclusa em 12 de julho passado, atuaram funcionários não autorizados judicialmente, o qual invalida absolutamente o procedimento. Presume-se que foram esses funcionários não autorizados que plantaram as falsas evidências para inculpar ilegalmente Peña Esclusa. Ademais, durante a invasão impediu-se a presença do advogado defensor, apesar de que o mesmo encontrava-se na porta de entrada da residência.

Médico cristão é demitido de conselho consultivo de drogas devido a preocupações envolvendo a homossexualidade

JULIO SEVERO
10 de fevereiro de 2011

LONDRES, Inglaterra, 9 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um médico cristão que foi nomeado para um conselho consultivo de drogas do governo inglês foi demitido depois de queixas vindas de ativistas homossexuais e outros que fizeram objeções aos comentários dele conectando o estilo de vida homossexual ao vício de drogas e abuso sexual de meninos.
Dr. Hans-Christian Raabe
O Dr. Hans-Christian Raabe havia sido nomeado para o Conselho Consultivo sobre Uso Indevido de Drogas (CCUID). Ele sofreu a ira dos ativistas gays quando disse que o vício de drogas é uma das razões por que o estilo de vida homossexual é destrutivo. Ele é membro e consultor da Comunidade Maranata, um movimento cristão que oferece aconselhamento para homossexuais que desejam deixar o estilo de vida gay.
Autoridades do Ministério do Interior também disseram que Raabe não havia revelado o fato de que ele é autor de um estudo que indica que há uma ligação entre a homossexualidade e a pedofilia. Durante o processo de entrevistas para o conselho, pediu-se que o Dr. Raabe revelasse qualquer coisa sobre sua vida pessoal ou profissional que poderia trazer vergonha para ele, para o governo ou para o CCUID.
Um porta-voz do Ministério do Interior disse: “A nomeação do Dr. Raabe para o CCUID foi revogada e estaremos iniciando uma campanha para recrutar um médico clínico que possa substitui-lo logo”.
O estudo dele em questão, um depoimento intitulado “Casamento Gay e Homossexualidade, Alguns Comentários Médicos”, foi apresentado para os parlamentares do Canadá que estavam considerando um projeto de lei que criaria o “casamento gay”.
O estudo alertou que a normalização da atividade homossexual já tem trazido como consequência graves riscos à saúde pública e aumentaria as despesas na saúde pública para tratar pessoas afetadas pela perigosa conduta sexual dos homossexuais.
“Mais de 70 por cento de todos os diagnósticos de AIDS no Canadá em adultos acima da idade de 15 anos até junho de 2004 estavam entre homens homossexuais (13.019 dos 19.238),” disse o estudo.
O comentário no estudo que de modo especial deixou furiosos os ativistas homossexuais ingleses e seus defensores nos meios de comunicação alertava acerca da conexão entre homossexualidade e abuso sexual de meninos.
“Embora a maioria dos homossexuais não esteja envolvida em pedofilia… há um número desproporcionalmente maior de homossexuais entre pedófilos e há algo em comum entre o movimento gay e o movimento que quer tornar a pedofilia aceitável”.
Apesar da impopularidade política, essa conclusão teve apoio de um documento de 1998 do Ministério do Interior, o ministério responsável pela remoção do Dr. Raabe do conselho sobre drogas, que disse, “aproximadamente de 20 a 33 por cento dos abusos sexuais de crianças são de natureza homossexual”, apesar do fato de que os homossexuais compõem no máximo uma pequena percentagem da população geral.
Numa declaração, o Dr. Raabe disse: “Minha nomeação foi revogada com base na percepção errada de que eu poderia potencialmente discriminar pessoas gays — algo que nunca fiz, nem na minha vida particular nem na minha vida profissional”.
Foi revogada, disse ele, “como consequência de minhas opiniões em assuntos sem relação nenhuma com as políticas de drogas”.
Colin Hart, diretor do Instituto Cristão, comentou: “Parece que a ideologia politicamente correta está sã e salva no Ministério do Interior”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Luiz Fux rasga a Constituição




nivaldocordeiro | 10 de fevereiro de 2011 | 
O recém nomeado ministro do STF, Luiz Fux, em sabatina ontem no Congresso Nacional declarou: "a neutralidade é um mito e é preciso tratar desigualmente os desiguais". Com isso Fux rasgou a Constituição Federal, especialmente no que estabalece no seu parágrafo quinto, de que todos são iguais perante a lei. É preciso lembrar que o conteúdo do referido parágrafo é o que torna o Ocidente "a" civilização. Essa igualdade jurídica só tem paralelo com os preceitos cristãos que dizem que na assembléia todos têm a mesma dignidade diante de Deus, não mais escravo e não mais senhor. É a grande conquista do Direito moderno. Fux declara um retrocesso civilizacional, tanto pior porque não é voz isolada, representa o espírito de boa parte da magistratura e dos agentes políticos. Grave porque condições de nascimento ou escolhas poderão favorecer demandantes diante do Estado, restabelecendo a desigualdade de fato, que foi duramente banida da civilização. Posições assim é que geraram Hitler e seu relativismo jurídico. É claro que o ministro tem a melhor das intenções, das quais o inferno está cheio. Relativismo jurídico é o meio do caminho para a barbárie.

Geert Wilders: “As luzes estão se apagando em toda a Europa”

MÍDIA SEM MÁSCARA

GEERT WILDERS | 09 FEVEREIRO 2011
INTERNACIONAL - EUROPA




Nota do editor: O deputado holandês Geert Wilders, principal liderança européia na resistência contra a islamização do continente, foi arrastado aos tribunais devido à pressão de grupos esquerdistas e islâmicos que, irmanados, culpam-no por uma suposta promoção de "discurso de ódio". Wilders já recebeu diversas ameaças e vive cercado de seguranças. Como afirma Daniel Pipes, Geert Wilders representa todos os ocidentais que valorizam sua civilização. Abaixo, o discurso de Geert Wilders na reabertura de seu julgamento.


As luzes estão se apagando em toda a Europa

As luzes estão se apagando em toda a Europa. Em todo o continente onde a nossa cultura floresceu e onde o homem criou a liberdade, a prosperidade e a civilização. Em todos os lugares, o fundamento do Ocidente está sob ataque.

Em toda a Europa as elites estão agindo como protetores de uma ideologia que tem sido dobrada em destruir-nos desde há quatorze séculos. Uma ideologia que surgiu a partir do deserto e que pode produzir somente desertos, porque não dá liberdade às pessoas. O Mozart islâmico, o Gerard Reve islâmico [um autor holandês], o Bill Gates islâmico; eles não existem, porque sem liberdade não há criatividade. A ideologia do Islã é especialmente conhecida por matar e oprimir, e só podem produzir sociedades que são atrasadas e empobrecidas. Surpreendentemente, as elites não querem ouvir qualquer crítica a esta ideologia.

Meu julgamento não é um incidente isolado. Somente tolos acreditam que é. Em toda a Europa, as elites multiculturais estão travando uma guerra total contra suas populações. Seu objetivo é dar continuidade à estratégia de imigração em massa, o que acabará por resultar em uma Europa islâmica - uma Europa sem liberdade: Eurábia.

As luzes estão se apagando em toda a Europa. Quem pensa ou fala individualmente está em risco. Cidadãos amantes da liberdade que criticam o Islã, ou mesmo apenas sugerem que existe uma relação entre o Islã e crime ou crimes de honra, têm que sofrer e são ameaçados ou criminalizados. Aqueles que falam a verdade estão em perigo.

As luzes estão se apagando em toda a Europa. Em toda parte o pensamento policial orwelliano está trabalhando, à procura de crimes de pensamento em todos os lugares, lançando o povo de volta dentro dos limites onde é permitido pensar.

Este julgamento não é sobre mim. Trata-se de algo muito maior. Liberdade de expressão não é a propriedade daqueles que por acaso pertencem às elites de um país. É um direito inalienável, o direito natural de nosso povo. Durante séculos, batalhas têm sido travadas por ele, e agora ele está sendo sacrificado para agradar a uma ideologia totalitária.

As gerações futuras olharão para este julgamento e saberão quem estava certo. Quem defendeu a liberdade e quem queria se livrar dela.

As luzes estão se apagando em toda a Europa. Nossa liberdade está sendo restringida em todos os lugares, então eu repito o que eu disse aqui no ano passado:

Não é apenas o privilégio, mas também o dever de pessoas livres - e, portanto, também o meu dever como membro do Parlamento holandês - falar contra qualquer ideologia que ameace a liberdade. Por isso, é um direito e um dever falar a verdade sobre a ideologia malvada chamada Islã. Espero que a liberdade de expressão saia triunfante deste julgamento. Espero não só que vou ser absolvido, mas especialmente que a liberdade de expressão continue a existir na Holanda e na Europa.



Fonte: Weblog Geert Wilders
Tradução: Júlio Lins, editor do blog Mente Conservadora.

Menino-bomba mata 31 em ataque a instalação militar no Paquistão

G1
10/02/2011 07h57 - Atualizado em 10/02/2011 08h48

Garoto de cerca de 12 anos em uniforme escolar explodiu-se em Mardan. Pelo menos 20 pessoas ficaram feridas, segundo as autoridades.



Do G1, com agências internacionais *
Um atentado suicida nesta quinta-feira (10) matou pelo menos 31 militares e feriu 20 numa instalação de recrutamento no Paquistão.
O ataque ocorreu na cidade de Mardan e foi provocado por um garoto de cerca de 12 anos com uniforme escolar, que entrou no complexo e acionou os explosivos em seu jaleco.
A bomba explodiu quando recrutas cadetes realizavam treinamento no Regimento de Punjab. O mesmo militar disse que, além dos mortos, ao menos 20 pessoas ficaram feridas.
Ataque ocorreu durante treinamento no Regimento de Punyab, na cidade de Mardán. (Foto: AFP Photo)Ataque ocorreu durante treinamento no Regimento de Punjab, na cidade de Mardan. (Foto: AFP Photo)

A região vem sendo alvo de manobras do Exército do Paquistão contra braços da al-Qaeda ligados aos insurgentes talibãs.

O "cavaleiro pálido" do Apocalipse é mostrado no Egito?



Tradução do Google, original aqui:

Uma misteriosa figura verde pálido visto nos noticiários televisivos dos distúrbios do Egito fez com que alguns espectadores a perguntar: "Poderia ser este o quarto cavaleiro do Apocalipse?"

As imagens, fornecidas pela Euronews e, posteriormente, visto na MSNBC, CNN e enviou mais de uma dúzia de vezes ao popular site de vídeo YouTube, capta o fogo, violentos protestos no Cairo na semana passada ... e outra coisa.

Entre a multidão de manifestantes e barricadas, o vídeo mostra um fluxo, pálida imagem verde que lembra um cavaleiro ereto em cima de um cavalo em barding Medieval-like. A figura etérea permanece por alguns instantes antes de flutuar sobre as cabeças dos manifestantes e fora da tela.

O último livro bíblico de Apocalipse Quatro Cavaleiros do Apocalyse, o "cavaleiro pálido" é dito ser o portador da morte e o precursor do "inferno" na terra.

__________

Do Wikipedia:




Os cavaleiros e suas cavalgaduras

Os cavaleiros e seus cavalos, tal qual são descritos na Bíblia:
Cor do CavaloSimbolismo da corCavaleiroPoderSimbolismo do CavaleiroDescrição original grega
Branco/cinzafalsa inocência/ paz disfarçada.[carece de fontes]Porta um arco uma coroa e uma mascara.Conquistar.Anticristo, o falso Cristo, a falsa religião.ίππος λευκός (híppos leukós), o Cavalo Branco
VermelhoO sangue derramado no campo de batalha.Porta uma espada.Traz a guerra.Guerra, destruiçãoίππος πυρρός (híppos pyrrós), o flamejante Cavalo vermelho
PretoEscuridão, planícies desertasPorta uma balançaEscassez de alimentosPenúria, fome, trocas injustasίππος μέλας (híppos mélas), o Cavalo Negro
Verde ÁguaPele esverdeada de um cadáver, DecomposiçãoPorta um tridente, um alfanje ou uma gadanhaDestruir pela guerra, pela fome, pela peste, etc.Morteίππος χλωρός, θάνατος (híppos khlōrós, thánatos), o Cavalo verde pálido, chamado Morte

Características individuais

Peste

Diz a Bíblia que ele virá e será seguido por muitos, o que remete a Zacarias 10:3-5, onde o profeta reúne seu "rebanho" e segue após ser "coroado", travando batalhas contra seus inimigos(pregando). Este cavaleiro faz pensar nos partos ("Feras da terra"), cuja arma característica era o arco, terror do mundo romano no século I (cf. Dt 7,22; Jr 15,2-4 e 50,17; Ez 34,28 e 9, 13-21)[carece de fontes]

E eu vi, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo e para completar a sua vitória.
— Apocalipse 6:2

Guerra

O Cavaleiro do Cavalo Vermelho, que tem uma Grande Espada, símbolo das guerras sangrentas. Acredita-se que o mesmo representa os flagelos, os meios pelos quais "Deus" castigaria e oprimiria os adoradores da besta e do falso profeta.

E saiu outro, um cavalo cor de fogo; e ao que estava sentado nele foi concedido tirar da terra a paz, para que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.
— Apocalipse 6:4

Fome

O Cavaleiro do Cavalo Negro, carrega consigo uma Balança e traz com isso, segundo uns, a justiça (proteção aos justos), segundo outros (a maioria dos estudiosos) o colapso econômico e a fome, pois a balança seria símbolo dos alimentos racionados e dos preços exorbitantes.

E eu vi, e eis um cavalo preto; e o que estava sentado nele tinha uma balança na mão. E eu ouvi uma voz como que no meio das quatro criaturas viventes dizer: "Um litro de trigo por um denário, e três litros de cevada por um denário; e não faças dano ao azeite de oliveira e ao vinho.
— Apocalipse 6:6

Morte


O Cavaleiro do Cavalo Baio (amarelo-esverdeado: a cor do cadáver que se decompõe), traz consigo a morte, a privação do plano terrestre, sendo ele o último cavaleiro.


A tradição popular perpetuou a ideia de que este último animal seria uma égua esquálida e não um cavalo. A citação do Inferno que a acompanha é, tradicionalmente, representada pelo Leviatã a engolir as vítimas, destinadas à morte eterna.


Então ouvi a terceira Criatura: "Venha" e apareceu um cavalo baio, o nome do cavaleiro era Morte e o Inferno o seguia de perto.
— Apocalipse-6:7

Projeto de Perseguição Religiosa volta à pauta no Senado

IPCO
9, fevereiro, 2011



Marta Suplicy, juntamente com 26 senadores, colocam novamente em pauta a "lei da homofobia", ou, para bom entendedor, "lei de perseguição religiosa"
Alberto Távora
Conforme anunciado pela Folha de S. Paulo (08/02), o projeto de lei que criminaliza a “discriminação” a homossexuais voltou à pauta do Senado.
No início da tarde da última terça-feira, o PLC 122/2006, mais conhecido como “lei da homofobia”, foi desarquivado pela senadora Marta Suplicy e outros 26 senadores.
De propósito coloquei “discriminação” entre aspas, pois é um conceito perfeitamente elástico, e pode se prestar a qualquer interpretação dos ativistas da causa homossexual. E como têm sido apontado por especialistas, a “lei da homofobia” poderá ser o início de uma grande perseguição religiosa no Brasil, além de colocar os homossexuais como classe privilegiada.
Lembro que esse projeto está entre as diretrizes do PNDH-3. Fiquemos de olho!

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".