Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Começa Revolta contra Agenda LGBT de Obama

 

C-FAM

Jan 20, 2012

Wendy Wright

NOVA IORQUE, EUA, 20 de janeiro (C-FAM) Cidadãos de vários países estão fazendo resistência à expressa ordem de política externa pró-LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) do presidente Obama. Líderes em El Salvador lançaram um site sobre “Obama Está Corrompendo a Política Externa” e estão pedindo ao Senado dos EUA que rejeite a pessoa nomeada para ser embaixadora em seu país.

O presidente Obama anunciou em dezembro que a promoção da conduta lésbica, gay, bissexual e transgênera (LGBT) é política externa prioritária, até mesmo para inspetores militares dos EUA. Ao mesmo tempo, a secretária de Estado Hillary Clinton deu um discurso muito publicado na ONU igualando a condição LGBT com a religião. O Departamento de Estado orientou os embaixadores no mundo inteiro a reconhecerem um “mês de orgulho gay” e divulgou uma "lista de “realizações”, inclusive o fato de que uma embaixadora dos EUA publicou um artigo de jornal promovendo a agenda LGBT em favor dos Estados Unidos.

Mari Carmen Aponte, embaixadora temporária em El Salvador, publicou um artigo igualando a desaprovação da homossexualidade à “hostilidade brutal” e “agressão” por parte “daqueles que promovem ódio”. Os salvadorenhos têm a “responsabilidade” de se tornarem promotores das questões LGBT e “informarem nossos vizinhos e amigos sobre o que significa ser lésbica, gay, bissexual ou transgênera”, escreveu ela. O artigo dela saiu num grande jornal salvadorenho, provocando uma explosão de protestos de cidadãos ofendidos.

Quase quarenta líderes de países latino-americanos repreenderam a embaixadora. Numa declaração num jornal salvadorenho, eles acusaram a representante dos EUA de “desprezar nossos profundos valores cristãos, enraizados na lei natural” ao tentar “impor… uma nova visão de valores estrangeiros e bizarros, completamente estranhos à nossa fibra moral, tencionando disfarçar isso como ‘direitos humanos’” com “um ar de superioridade”. A única coisa com que eles concordaram, declararam eles, é que a violência tem de ser repudiada “exatamente como tem de ser repudiada a violência contra os magros, os gordos, os altos ou os baixos”.

Os líderes enviaram também uma carta aos senadores dos EUA protestando contra a nomeação de Aponte. Numa audiência do Congresso em dezembro, o senador Jim DeMint leu a queixa deles e criticou a “presunção de Aponte de achar que representa as opiniões de todos os americanos” em seu artigo. “Gostaria, em nome dos Estados Unidos, de pedir desculpas ao povo salvadorenho e reassegurá-los de que a maioria dos americanos tem os mesmos valores deles”, disse DeMint.

Os salvadorenhos perceberam que a agressão veio de gente acima de Aponte e lançaram um site nesta semana desmascarando que “Obama Está Corrompendo as Políticas Externas”. O site registra a campanha orquestrada por autoridades americanas para promover a homossexualidade, e a contra-campanha feita por latino-americanos.

The Washington Times, um grande jornal de Washington, DC, publicou uma carta de líderes latino-americanos avisando que a promoção agressiva de direitos homossexuais constitui “guerra contra a religião”. O governo de Obama vem colocando pessoas de outros países “nas linhas de frente”, disse a carta, e está “humilhando nossa cultura e insultando nossos valores”. Os líderes escreveram: “Apoiamos os direitos humanos legítimos de todos os nossos cidadãos. Não apoiamos ‘direitos homossexuais’ inventados. Não apreciamos que uma embaixadora de outro país venha e passe sermão em nós. Temos a intenção de defender nossos valores morais e preservar nossas famílias”.

No Paquistão, a embaixada dos EUA realizou, em suas próprias dependências, uma “celebração de orgulho” LGBT em junho que provocou protestos em várias cidades. O líder de um dos comícios disse: “Os Estados Unidos estão desencadeando uma tempestade de valores imorais” e “resistiremos a todo custo”. O embaixador dos EUA na Sérvia promoveu uma parada de direitos homossexuais nesse país em outubro passado que levou a tumultos com um tom explicitamente antiocidental.

Tradução: Julio Severo

67 – A Resposta Católica: “Ser comunista é motivo de excomunhão?”

ter, 24/01/2012 | Categoria: A Resposta Católica | Autor: Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior





Enviado por  em 23/01/2012

Sim.

Portanto, se você não quer se afastar dessa doutrina terrível, que gera excomunhão automática, não assista esse vídeo. Nele, você tomará conhecimento que a doutrina comunista, materialista e anticristã, foi condenada mesmo antes de Pio XII. Saberá que os chamados "decretos" contra o comunista ainda estão em pleno vigor e que não basta não votar em partidos que apoiam o comunismo, não se deve votar também em partidos que estejam aliados a eles. Saberá ainda, caso assista ao vídeo, que quem simpatiza ou propaga a doutrina comunista torna-se um apóstata da fé católica, não podendo, nesse caso, aproximar-se dos sacramentos.

Assim, caso tenha a contumácia em prosseguir na simpatia, propagação ou apoio da doutrina comunista, mesmo após assistir esse vídeo, saiba: a excomunhão é automática -- latae sententiae -- e só poderá ser revertida mediante arrependimento e confissão sacramental junto ao Bispo.

Imprensa $$$ "IGNORA" $$$ a manifestação dos Policiais e Bombeiros dia 29 em Copacabana




Enviado por  em 30/01/2012
Imprensa $$$ "IGNORA" $$$ a manifestação dos Policiais e Bombeiros dia 29 em Copacabana.

Carta à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (Washington)

 

MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR EDUARDO MACKENZIE | 30 JANEIRO 2012
INTERNACIONAL - AMÉRICA LATINA

O Sistema Interamericano de Direitos Humanos não pode substituir a justiça dos Estados signatários, nem complementá-la. É só um sistema subsidiário. Isto significa que só tem competência ante um caso de comprovada inatividade da justiça do Estado signatário, em causas qualificadas como de lesa-humanidade.

Paris, 22 de janeiro de 2012

Para María Isabel Rivero
Diretora de Imprensa e Difusão
Comissão Interamericana de Direitos Humanos
mrivero@oas.org

Estimada doutora Rivero,

Respondo a sua amável mensagem eletrônica de ontem. O “processamento de um caso”, como a senhora diz, na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, pode ser tudo menos uma coisa: um “processamento” que prescinde dos princípios gerais e universais de Direito.

A senhora me confirma que houve um processo adiantado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos e que o informe de 132 páginas deste, que alguém entregou sub-repticiamente à imprensa colombiana, existe e é um documento acabado e autêntico, porém secreto, pois a senhora continua classificando-o como “confidencial”, quando na realidade esse informe já perdeu, de fato, esse caráter.

É um informe autêntico que terá conseqüências para a Colômbia, porém que, ao mesmo tempo, não pode ser dado a conhecer aos cidadãos colombianos.

Tudo isso é não só estranho senão contrário às normas democráticas.

Segundo a imprensa colombiana, o informe da Comissão “reconhece” que após o sangrento assalto realizado, em novembro de 1985, por um movimento terrorista contra o Palácio da Justiça de Bogotá, o Estado colombiano fez “desaparecer” onze civis e uma guerrilheira, e que por esse fatos o Estado colombiano deve ser condenado. O Estado colombiano, segundo esse informe, deve “procurar os corpos e conseguir a completa identificação das 11 pessoas declaradas como desaparecidas”. Esse informe afirma que a Comissão “reconheceu a responsabilidade do Estado no desaparecimento e posterior assassinato do magistrado auxiliar do Conselho de Estado, Carlos Horacio Urán Rojas”. Segundo a imprensa colombiana, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, nesse informe, dá um prazo de dois meses ao Estado colombiano para sancionar “os culpados, localizar os desaparecidos e reparar às famílias”.

As citadas conclusões da Comissão, ao estar longe de constituir fatos provados, pois só refletem as alegações de uma das partes (os “peticionários”), se antecipam de maneira abusiva e substituem de fato a justiça civil colombiana, a qual ainda investiga esses mesmos fatos e não chegou a provar nada de maneira definitiva.

Em sua mensagem de ontem a senhora acusa o Estado colombiano de haver “filtrado” à imprensa o “informe de fundo”. A senhora tem razão. Segundo minhas fontes, esse documento poderia ter sido entregue por um funcionário da Chancelaria colombiana a uma revista bogotana.

Essa “filtração” viola o Artigo 12, parágrafo 3 do regulamento da Comissão Interamericana de Direitos Humanos que diz: “O Secretário Executivo, o Secretário Adjunto e o pessoal da Secretaria Executiva deverão guardar a mais absoluta reserva sobre todos os assuntos que a Comissão considere confidenciais”. Viola também outros artigos do mesmo Regulamento, como os Artigos 20, 43 parágrafo 2, 44 parágrafo 2, 47 e 59. Esse fato, e o conteúdo do informe de 132 páginas, provam que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos viola a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, sobretudo seus Artigos 8 (garantias judiciais) e 9 (princípio de legalidade e retroatividade), e viola seus próprios regulamentos de funcionamento interno.

A Convenção americana proíbe os processos secretos e as sentenças secretas. Proíbe os processos nos quais as partes não são ouvidas. O Artigo 8, parágrafo 5, diz: 5. “O processo penal deve ser público, salvo no que seja necessário para preservar os interesses da justiça”.

O Artigo 8 da Convenção Americana diz que durante o processo toda pessoa inculpada “tem direito, em plena igualdade, às seguintes garantias mínimas: a. direito do inculpado de ser assistido gratuitamente por tradutor ou intérprete, se não compreende ou não fala o idioma do tribunal; b. comunicação prévia e detalhada ao inculpado da acusação formulada; c. concessão ao inculpado do tempo e dos meios adequados para a preparação de sua defesa; d. direito do inculpado de se defender pessoalmente ou de ser assistido por um defensor de sua escolha e de se comunicar livre e privadamente com seu defensor; e. direito irrenunciável de ser assistido por um defensor proporcionado pelo Estado, remunerado ou não segundo a legislação interna, se o inculpado não se defender por si mesmo nem nomear defensor dentro do prazo estabelecido pela lei; f. direito da defesa de interrogar as testemunhas presentes no tribunal e de obter o comparecimento, como testemunhas ou peritos, de outras pessoas que possam lançar luz sobre os fatos; g. direito a não ser obrigado a depor contra si mesmo nem a se declarar culpado, e h. direito de recorrer da sentença ante o juiz ou tribunal superior”. (Ver http://www.oas.org/es/cidh/mandato/documentos_basicos.asp).

Nenhum desses direitos pôde ser exercido pelos militares colombianos mencionados no “processamento” e no “informe de fundo” da Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

Sem haver convidado os advogados dos militares acusados na Colômbia pelos fatos do Palácio da Justiça a se expressar e a atuar em direito, não se pode dizer que esse “processamento” seja a culminação de uma instrução ou investigação judicial adiantada com as garantias que a Convenção Americana prevê sobre Direitos Humanos e o direito penal de qualquer país civilizado.

Tudo isso é uma burla dos princípios e dos valores que a Convenção Americana defende sobre Direitos Humanos.

Este “processamento” tem como objetivo não só condenar o Estado colombiano, senão pesar de maneira abusiva, insidiosa e brutal nos processos penais que se executam em Bogotá sobre os fatos do Palácio da Justiça. Esses processos, repito, não culminaram. As sentenças não adquiriram o estatuto de coisa julgada. Portanto, o “processamento” da Comissão Interamericana de Direitos Humanos aparece como uma intromissão paralela e abusiva.

Nos processos de Bogotá os acusados não são o Estado Colombiano, senão vários oficiais aposentados de alta posição das Forças Militares da Colômbia. Estes não participaram nem foram ouvidos no “processamento” executado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos em Washington e agora devem, não obstante, suportar o peso desse pretendido “informe de fundo” que foi feito pelas suas costas e dado a conhecer de maneira capciosa.

Todavia, é de conhecimento público na Colômbia que os acusados nesses processos em Bogotá rechaçam vigorosamente todas as acusações que lhes fazem, em particular aquele de ter ordenado o “desaparecimento” de pessoas. Por outra parte, todos eles conseguiram provar sua plena inocência. Grande parte da opinião pública colombiana espera que a justiça absolva esses oficiais aposentados nos próximos meses.

O “processamento” da Comissão aparece então não só como um obstáculo ao devido processo na Colômbia, mas como o protótipo de um novo tipo muito questionável de justiça penal internacional: é um processo no qual a parte A e a parte B (o que a senhora chama o Estado colombiano e os “peticionários”) interagem com o resultado de que, no final, a parte C (os militares julgados em Bogotá) é a que recebe, de fato, a sanção, apesar de que o ator processual C nunca foi convidado para atuar nem a se defender em direito.

Tudo isso é monstruoso, ilegal e detestável. Ao agir dessa maneira, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos não aparece como um modelo de transparência e justiça.

É como se a Comissão Interamericana de Direitos Humanos dispusesse de normas ou usos internos que permitem marginalizar as pessoas naturais que são investigadas pela Comissão, que lhe permite impedir que elas tenham advogados de defesa, que lhe permite negar àqueles o direito à defesa, à informação e ao conhecimento do “processamento”.

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos age como se fosse perfeitamente justo e equilibrado que os únicos sujeitos processuais que conhecem o desenrolar da investigação sejam o “peticionário”, os investigadores e o Estado acusado, enquanto que as pessoas privadas que são objeto de acusações, fundadas ou não, do “peticionário”, ou dos investigadores, são excluídas totalmente desse “processamento”.

Isso constitui uma violação ao direito de defesa, exigência fundamental de todo procedimento penal. Pior, isso constitui uma violação à Declaração Americana dos Direitos e Deveres do Homem, sobretudo em seus Artigos II, XVII, XVIII e XXVI.

O Sistema Interamericano de Direitos Humanos não pode substituir a justiça dos Estados signatários, nem complementá-la. É só um sistema subsidiário. Isto significa que só tem competência ante um caso de comprovada inatividade da justiça do Estado signatário, em causas qualificadas como de lesa-humanidade. O caso do Palácio da Justiça de Bogotá não pode ser objeto de atuações da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, nem da Corte Interamericana de Direitos Humanos, pois a justiça colombiana funciona e executa processos sobre esse episódio e estes não chegaram à sua fase culminante.

Talvez essa acumulação de anomalias no Direito explique porque o “informe de fundo” da Comissão foi posto em circulação de maneira ilegítima: como a “filtração” de um documento que não pode ser dado a conhecer em sua integridade à opinião pública colombiana, como uma sentença secreta que, ao mesmo tempo, aspira a ter um impacto sobre o curso dos processos em Bogotá nos quais só os defensores do Palácio da Justiça foram acusados, privados da liberdade e condenados em primeira instância.

Isso explica os inúmeros erros de interpretação da imprensa colombiana sobre o que diz o informe de 132 páginas e sobre a confusão acerca das atribuições da Comissão Interamericana de Direitos Humanos e da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Para evitar tais erros e impedir que o “informe de fundo” da Comissão continue sendo utilizado por alguns como instrumento de linchamento midiático dos oficiais processados em Bogotá, o que não parece ser o objetivo da Comissão, rogo-lhe tornar público esse documento. Em caso contrário, rogo-lhe ter a amabilidade de advertir publicamente que o revelado pela imprensa colombiana nestes dias acerca da Comissão Interamericana de Direitos Humanos não tem nenhuma validade, pois encontra-se, como a senhora diz, “em uma etapa processual confidencial”.

Rogo-lhe fazer chegar uma cópia dessa carta aos sete magistrados que compõem a Comissão - Dinah Shelton, José de Jesús Orozco Henríquez, Rodrigo Escobar Gil, Felipe González, Tracy Robinson, Rosa María Ortiz e Rose-Marie Belle Antoine - que talvez não estejam inteirados do grande mal-estar que a publicação desse informe “confidencial” causou na Colômbia.

Cordialmente,
Eduardo Mackenzie
Jornalista

From: Rivero, Maria Isabel
Sent: Saturday, January 21, 2012 9:09 PM
To: Eduardo Mackenzie
Subject: RE: solicitação de um informe sobre a Colômbia

Estimado Eduardo:

O Estado obviamente teve oportunidade de se defender. Não uma vez, senão todas as vezes que quis apresentar informação e documentação, ao longo de todos os anos que durou o processo. Além disso, foi o Estado quem filtrou à imprensa o informe de fundo, segundo o que nos informaram os meios de comunicação que o publicaram.

As duas partes do processo foram muito ativas e participaram de todas as etapas processuais. As duas partes em um caso ante o sistema interamericano são os peticionários e o Estado.

A CIDH nunca emite nenhuma decisão sobre admissibilidade nem fundo de um caso sem participação de ambas as partes. Seria uma violação da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, que é a que os Estados aprovaram e é onde se estabelece como se processa uma denúncia na CIDH.

Convido-o a se informar primeiro sobre como é o processamento de um caso na CIDH lendo ao menos os documentos básicos do sistema interamericano de direitos humanos, disponíveis em http://www.oas.org/es/cidh/mandato/documentos_basicos.asp. Certamente, se depois de lê-los lhe ficarem dúvidas, continuo à sua inteira disposição para qualquer consulta que deseje realizar.

Saudações cordiais,
Maria Isabel

Tradução: Graça Salgueiro

COLOMBIA: ÚLTIMO ESTÁGIO DA ESTRATÉGIA GRAMSCIANA

 

HEITOR DE PAOLA

Graça Salgueiro

Ao longo de 10 anos estudando os movimentos comuno-terroristas na América Latina, observo, já há alguns anos, que os ensinamentos de Gramsci em nosso continente tiveram o mais rotundo dos êxitos, mais do que em qualquer outra parte do mundo. Suas teorias começaram a ser postas em prática a partir da cultura, abrangendo a mídia, as escolas e universidades, depois saltou para a demonização visando à destruição total das forças de segurança (Militares e Polícias), das instituições religiosas, com a infiltração de comunistas e homossexuais nos conventos e seminários, alterou-se as leis (o tal do “direito alternativo”), corrompeu-se o Parlamento e finalmente chegou à Justiça.

Não preciso citar os casos do nosso judiciário porque todos conhecem bem, e o nível de desaprovação dos brasileiros que chega aos espantosos 92%. Mas o caso que vou abordar é sobre a justiça colombiana, porque o que está ocorrendo lá, hoje, já está sendo seguido pelo Brasil, como sempre, de forma sutil. E me refiro especificamente aos militares. Argentina e Uruguai já retiraram os militares de suas leis de anistia e estão fazendo um verdadeiro “tribunal revolucionário” contra os militares que defenderam seus países da subversão e terrorismo comunista. O STF negou o pedido de se excluir os militares da Lei de Anistia mas já no fim do ano passado, a CIDH exigiu em um comunicado que o Brasil revisse os casos dos “desaparecidos e mortos” do período da ditadura, alegando que os países vizinhos já estavam pondo em prática o plano da tal “comissão da verdade”.

As Altas Cortes colombianas estão infiltradas por “ex-narco-terroristas” e, embora lá não exista nenhuma lei de anistia como as nossas, os magistrados têm usado de vários artifícios para favorecer os bandidos e penalizar os militares. Um desses artifícios foi indultar e absolver de todos os crimes os terroristas do bando M-19, autor do massacre do Palácio da Justiça em 1985, após um acordo de entregar as armas, acordo consagrado na Constituição de 1991 da qual esses terroristas já participaram escrevendo leis para beneficiá-los e aos seu comparsas de outras facções. Teoricamente eles fizeram isto e se beneficiaram, ocupando hoje altos cargos não só no governo federal, como nos governos de estados, parlamento e prefeitura da capital, Bogotá, como é o caso de Gustavo Petro e Antonio Navarro Wolf, secretario da Prefeitura. Outro recurso que vem sendo freqüentemente usado é deixar os terroristas capturados detidos sem julgamento, até que, passado o tempo exigido por lei para que se instaure o processo eles sejam libertados por “decurso de prazo”. Isto é feito propositadamente para proteger - dentro da lei - seus cúmplices.

No fim do governo de Álvaro Uribe a Corte Suprema de Justiça (CSJ) entendeu que o convênio firmado entre Estados Unidos e Colômbia, para uso de bases militares e ajuda bélico-tecnológica não deveria ser renovado. Santos podia ter rejeitado a decisão da CSJ e dado prosseguimento à renovação do contrato mas não quis, porque essa era a maior pedra no sapato para reatar as relações diplomáticas com Chávez (não com a Venezuela). Sem a renovação, o apoio foi minguando e a capacidade de reação das Forças Militares e Policiais enfraqueceu sensivelmente, pari pasu com a ousadia e violência das FARC em seus ataques.

No último dia 23, as FARC cometeram seu mais criminoso ataque deste mês de janeiro - o mais violento dos últimos 8 anos! -, embora estejam negociando com o governo “sentar para conversar sobre a paz”. Nesse dia, às 12 e pouca da manhã, um batalhão com mais de 100 terroristas das FARC atacou um posto policial no morro de Santana, no Cauca, cujo objetivo maior não era a vida dos parcos 18 policiais mas destruir os radares e satélites de longo alcance situados naquele posto que cobriam toda a área sudeste e sul da Colômbia. Nesse ataque, além da desproporcional desigualdade de homens dos dois lados, as FARC utilizaram armamento pesado de guerra para destruir esses equipamentos: mísseis anti-tanque russos que, curiosamente, Chávez os comprou no ano passado. Os policiais lutaram bravamente, embora despreparados, enquanto seu comandante, o intendente Guido Holguín, pedia reforços pelo rádio informando que iam matá-lo e finalmente “estão me matando”. Sem esses radares, todo o espaço aéreo dessa região fica descoberto, servindo para o tráfico de armas e drogas das FARC e dos outros bandos criminosos.

Ao mesmo tempo, o Tribunal Superior de Neiva ordenou a liberdade do segundo chefe da Coluna Teófilo Forero das FARC, Pedro Luis Gonzáles, cognome “Genaro”, e a de dois de seus comparsas que haviam sido condenados a 39 anos de prisão pelo massacre dos 9 vereadores de Rivera. Os magistrados dizem que “ficaram com muitas dúvidas” porque os 3 guerrilheiros que serviram de testemunhas se contradisseram em suas declarações, e que “não há provas contundentes” para manter “Genaro” na prisão.

Enquanto isso, está para sair a sentença que ratifica - ou nega - a condenação do Coronel Luis Alfonso Plazas Vega a 30 anos de prisão, onde não se teve o mesmo cuidado em analisar as provas que eram TODAS falsas e forjadas. O coronel Plazas salvou 265 reféns do holocausto do Palácio da Justiça e não teve nenhum contato com eles depois que saíam do palácio. A testemunha-chave, o cabo do Exército Edgar Villamizar, apareceu para denunciar que usaram seu nome num depoimento que ele JAMAIS dera, pois na ocasião estava internado no hospital militar de outra cidade e assistira ao fato pela televisão, além de nunca ter visto o coronel antes. O nome que aparece atribuído a Villamizar está errado e a assinatura do documento, após teste grafológico, provou que não se trata da mesma pessoa. O Coletivo de Advogados José Alvear Restrepo, que moveu a ação contra o coronel Plazas e o general Arias Cabrales 25 anos depois do ocorrido, foi denunciada há poucos dias por ter criado uma outra farsa, no massacre de Mapiripán, com objetivo de incriminar militares inocentes, encobrir o crime dos verdadeiros autores - as FARC - e de receber indenizações bilionárias cujas falsas vítimas recebiam uma ínfima parte. Até a própria OEA, que respaldou esta mega-farsa, agora pede explicações ao Coletivo de advogados.

Recentemente, o membro do M-19, Carlos Alonso Lucio, que é marido da Promotora Geral da Nação, Viviane Morales, declarou no púlpito da igreja onde é pastor que se comete uma injustiça em manter preso o coronel Plazas, enquanto eles, os verdadeiros autores do massacre do Palácio da Justiça, estão livres e com todos os direitos políticos e civis garantidos. Mas, apesar de todas essas evidências PROVANDO a inocência do coronel Plazas, a justiça não o absolve nem o libera deste suplício infame, enquanto terroristas das FARC com crimes comprovados fartamente, são liberados porque os magistrados “não vêem muita consistência” nas denúncias.

E no último Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, o terrorista Cesare Battisti se abraçava no Palácio Piratini com o governador Tarso Genro, desfrutando da liberdade que as nossas Cortes lhe brindaram. Se tudo isso não serve de motivo para nos mostrar que a Justiça no hemisfério está completamente politizada e operando contra os militares e a favor do crime e do terrorismo, então continuemos curtindo o BBB e aguardando a próxima Copa do Mundo.


Artigo ampliado do escrito originalmente para o Jornal Inconfidência de Minas Gerais.

Fórum Social foi um fracasso monumental: de 40.000 esperados, apenas 7.000 almas apareceram

 

LUCIANO AYAN

Fonte: Folha

Criado em 2001 como contraponto de esquerda à cúpula econômica de Davos, o Fórum Social Mundial encerra hoje sua 11ª edição esvaziado e com dúvidas sobre a própria capacidade de manter alguma relevância no cenário internacional.

O clima de crise existencial marcou o evento em Porto Alegre, que recebeu a primeira visita de Dilma Rousseff como presidente, mas foi ignorado por líderes estrangeiros e ganhou ares de congresso do PT.

Um dos idealizadores do fórum, o ativista Chico Whitaker expôs o desconforto na sexta-feira, em desabafo que surpreendeu a plateia acostumada com discursos empolgados sobre a derrocada iminente do capitalismo.

Ele disse que o encontro não conseguiu se conectar a novos fenômenos como os movimentos de “indignados”, que passaram a ocupar ruas na Europa e nos EUA.

“Temos que mudar de estratégia. Hoje concordamos em tudo e saímos daqui satisfeitos com nós mesmos. Precisamos inventar uma maneira de começar a falar com os 99% que estão insatisfeitos”, disse Whitaker.

Anunciado como evento preparatório para a Rio+20, o Fórum deste ano não conseguiu articular um consenso sobre a melhor forma de preservar o planeta.

Enquanto ambientalistas recitavam o discurso de defesa das florestas, intelectuais de esquerda alertavam que a causa seria usada pelo G8 para barrar o crescimento dos países emergentes.

“O capitalismo nunca será verde, exceto nas notas de dólar americano”, disse o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos.

ENCOLHEU

O fórum de 2012 teve números modestos mesmo para uma versão temática. A organização informou que 40 mil pessoas participaram do evento, e só 7.000 se inscreveram formalmente.

O acampamento para jovens não lotou, a marcha de abertura foi dominada por claques de centrais sindicais e as barraquinhas de livros marxistas e camisetas de Che Guevara praticamente sumiram da paisagem.

Até o discurso de Dilma sofreu com a falta de público, agravada pela decisão de espalhar atividades do Fórum por mais três municípios gaúchos administradas pelo PT: Canoas, São Leopoldo e Novo Hamburgo.

Em Porto Alegre, os debates na Assembleia Legislativa serviram para projetar a pré-candidatura a prefeito do presidente da Casa, o deputado petista Adão Villaverde.

O presidente uruguaio José Mujica, convidado para debater com Dilma, cancelou a viagem. O boliviano Evo Morales e o venezuelano Hugo Chávez, que bateram ponto em anos anteriores, também não apareceram.

Meus comentários

Não é de se estranhar esse fracasso monumental.

Antes, ficariam com lamúrias contra os países ricos. Só que hoje estes países estão em uma pindaíba de dar dó. Antes, ficariam com oposição ao governo. Mas hoje eles SÃO GOVERNO. Antes, poderiam ficar falando das maravilhas de Cuba. Mas o próprio Fidel Castro reconhece hoje que o marxismo é uma ilusão.

Tirando a obsessão pela aprovação do casamento gay e a pregação apocalíptica do aquecimento global, não há muito a ser discutido por lá.

Nem a presença do terrorista apadrinhado pelo PT, Cesare Battisti, no primeiro dia ajudou a livrar a coisa do marasmo.

É fato: o discurso fantasioso marxisa só faz sucesso quando eles estão na oposição. Agora, como vidraça, tornam-se cansativos até para os próprios adeptos.

Mais um motivo para tratá-los como realmente merecem: como adeptos de uma religião política que só serve para ser motivo de chacota.

El fracaso del Foro Social de Porto Alegre, símbolo de una era que acaba

 

EL PAÍS

Por: Juan Arias | 30 de enero de 2012

El fracaso de la XI edición del Foro Social de Porto Alegre, es el mejor símbolo de la crisis de la izquierda y de una era histórica acabada. Recuerdo cuando en Porto Alegre el periódico tuvo que colocarme en un hotel (motel) para encuentros amorosos, a 20 kilómetros de la ciudad, porque el entusiasmo del Foro Social Mundial, antagonista al Foro Económico Mundial, había abarrotado la ciudad con enviados llegados de todo el mundo.

Poeto AlegreMarcha de activistas en el Foro Social de Porto Alegre

Eran los años en los que Lula, el exsindicalista había llegado al poder y con él el mayor partido de izquierdas de América Latina, el Partido de los Trabajadores (PT),  y Porto Alegre se había convertido en un laboratorio de la famosa iniciativa del “Presupuesto participativo”, una experiencia de democracia comunitaria, que tanto fascinó entonces a la izquierda francesa.

Si el Foro de Davos, celebrado en concomitancia con Porto Alegre, era visto como el capitalismo en declive, el Foro de Porto Alegre, prenunciaba un “mundo mejor y diferente”, protagonizado por la izquierda social del mundo. Jefes de Estado, de todo el mundo y sobretodo de América Latina se peleaban por estar presentes en Porto Alegre, así como intelectuales y activistas de izquierda del tercer Mundo.

Si entoncesPorto Alegre fue el símbolo de algo nuevo que nacía como alternativa al capitalismo tradicional de Davos, este año, el Foro Social Mundial, ha revelado mejor que muchos análisis sesudos, que lo que Porto Alegre soñaba se ha desvanecido de repente. Ya no es lo nuevo. Se ha quedado viejo en menos de diez años. No es eso lo que el mundo en crisis está buscando.

De Porto Alegre desaparecieron los libros que explicaban el marxismo y hasta las camisetas de Che Guevara que se habían convertido en el amuleto de aquellos encuentros festivos y variopintos que recogían en un abrazo el abanico de todas las experiencias progresistas fuera del sistema.

Han desaparecido también este año, los Jefes de Estado o de gobierno que solían estar siempre presentes. No aparecieron a Porto Alegre ni José Mujica, presidente de Uruguay, ni el boliviano Evo Morales, ni el fogoso Hugo Chávez que un año substituyó a Lula, que estaba en Davos y arengó durante cuatro horas a una multitud que lo sacó casi en hombros, después de haber predicado la llegada al mundo de su revolución bolivariana.

Que Porto Alegre ha acabado este año como experiencia piloto del mundo del futuro, lo ha denunciado mejor que nadie, uno de los idealizadores más importantes del Foro, Chico Whitaker, que desilusionó y desarmó a los miles de presentes, con un jarro de agua fría. Les dijo que el Foro “no había sabido conectar con el Movimiento de los Indignados que han inundado las calles y plazas en el mundo”, dando a entender que ellos y no ya el Foro Social Mundial de Porto Alegre han tomado el relevo político de un mundo nuevo en fermentación.

Mi_1559239708461148Chico Whitaker con jóvenes activistas en el Foro de Porto Alegre

“Tenemos que cambiar de estrategia. Necesitamos inventar una manera nueva de empezar a hablar al 99% de insatisfechos del mundo”, les dijo Whitaker. Ni siquiera supieron ponerse los activistas de Porto Alegre de acuerdo en una propuesta para el encuentro de la conferencia de la ONU Rio+20, que se celebrará en Rio en junio próximo. Se enfretaron ambientalistas con intelectuales de izquierdas y no hubo consenso.

La crisis de Porto Alegre quedó patente cuando ni la presencia por primera vez en el Foro Social, de la exguerrillera Dilma Rousseff , consiguió enardecer a los presentes, mucho menos numerosos que otros años que no llegaron a llenar el campamento que siempre se había quedado pequeño.

Imagem(Dilma-Foro)Dilma Rousseff en el Foro Social de Porto Alegre

Si el Foro Social Mundial de Porto Alegre se ha considerado agonizante y si el Foro Económico Mundial de Davos, tampoco brilló con excesivos motivos de esperanza, ello indica mejor que nada, que estamos ante un mundo que muere y otro que empuja para nacer, pero que por el momento, sólo sabe indignarse

1318675228_581822_1318703542_album_normalMovimiento de los Indignados en España

Cultura e educação : tão idealizada, mas tão desprezada.

 

APENAS ESCREVER

sábado, 28 de janeiro de 2012

                      É comum ouvirmos, desde um intelectual respeitado a um pedreiro, que a educação é a base de tudo. A educação e a cultura fornecidas pelo governo é fortemente criticada, é dito que o governo não investe em escolas e etc. Mas sabemos que o problema educacional vai além do sistema tradicional da rede de ensino público.

                    A partir do nascimento, o indivíduo começa seu processo de aprendizagem que inicialmente,  é de responsabilidade apenas da família. As noções básicas de comportamento e de visão acerca  das coisas são transmitidas neste momento.

                    No Brasil há preponderância da cultura de não se ter cultura, e de que educação é um atributo daqueles que têm dinheiro. Como consequência dessa mentalidade retrógada ,temos o emburrecimento em cadeia, pois a criança ao começar seu processo de aprendizagem já terá as piores referências, a dos pais; mal informados e dogmatizados com mitos a cerca da educação.

                    A máxima defendida de que educação é a base de tudo, é dita da boca para fora. A festa do final de semana substitui um passeio ao teatro, os gastos secundários com apetrechos domésticos e etc. são de maior aplicação do que a compra de livros. O programa preferido da família é o jornalismo noticioso,programas policiais, pseudo realidade mostrada na Tv – Reality show- e afins.

                   A mensagem que o povo dá ao governo e aos veículos de informação é que; ‘’nós estamos felizes sem cultura, mantenha-nos desta maneira, reclamamos, mas gostamos , somos paradoxalmente estúpidos’’.

                  Pelas próprias preferências do povo, percebemos sua ignorância, e a conivência com tal. O problema cultural-educacional do país vai além das escolas mal equipadas e professores desvalorizados, alcança todos os níveis de informação, costumes, grade programática televisiva, acessibilidade a cultura e etc.

                  Em tese todos defendem a cultura e a educação, não há resposta por parte do governo quanto a isso, permanecemos atrasados e sofremos, cada vez mais, um processo de desinformação através de engodos, como influencias com festas e meios propagadores de infâmias culturais, as novelas, por exemplo.

                  A maneira de iniciar-se uma mudança quanto a esse quadro de desvalorização da cultura e  educação, é a exigência de bibliotecas públicas em cada bairro, não dar audiência a programas com a única finalidade de entreter, que não agregam nada na formação intelectual do indivíduo. Escolher representantes políticos que se proponham a investir nesse ramo. Não gastar dinheiro com trivialidade, incentivar os filhos a lerem e procurar o conhecimento.

                 A leitura deve ser rotineira, através de blogs, livros, enciclopédias, não importa o veículo. A pedra angular do conhecimento é construída a partir da leitura e comunicação desta, por meio de discussões, produções textuais e etc.

                Além da necessidade do aprimoramento da educação básica pública, que são as escolas e associados, deve se ter uma mudança ideológica do povo, onde todos procurem adquirir conhecimento, e a exigir isso de forma constante. Somente com a mudança de postura e uma real valorização da cultura é que o povo pode, verdadeiramente, tornar - se livre e  entendedor dos problemas como um todo, facilitando a resolução de tais problemas e não sendo enganado por aqueles que sabem e que querem tirar proveito.

               A cultura e educação já são bastante idealizadas, contudo são desprezadas. O grande avanço seria idealiza-las e cultiva-las.

Postado por Robert Brenner. às 13:42

GUERRA AVISADA SÓ PERDE QUEM QUER!

 

SOS GUARDA-VIDAS

DOMINGO, 29 DE JANEIRO DE 2012

 

 

 

PARABÉNS AO BLOG BOMBEIROS DO BRASIL, POR ALCANÇAR AS 500 MIL VISITAS, ALÉM DE ESTAR SEMPRE JUNTO, INCANSAVELMENTE NA LUTA POR DIGNIDADE! OBRIGADO BOMBEIROS DO BRASIL POR ESTAR PRESENTE NO NOSSO COTIDIANO, INFORMANDO-NOS, CONSCIENTIZANDO-NOS... TEMOS MUITAS BATALHAS PELA FRENTE, E SEM DÚVIDA ESSA EQUIPE AJUDA A FAZER TODA A DIFERENÇA!
JUNTOS SOMOS FORTES!

04 - Marxismo Cultural e Revolução Cultural - Quarta Aula




Enviado por  em 25/01/2012
Enquanto os EUA viviam Woodstock e a revolução cultural, o Brasil vivia um regime de exceção, de um governo civil-militar que foi instaurado para evitar a instalação do comunismo no Brasil. Em 1964, antes do início do processo mundial de transformações culturais, os militares estavam preocupadíssimos com a situação do comunismo no Brasil. A Igreja brasileira apoiava os militares, fazendo diversas manifestações populares contra o comunismo no país. A Igreja brasileira era conservadora e anticomunista.

Notícias assustadoras




Enviado por  em 29/01/2012
O que tem em comum o editorial do jornal O Estado de São Paulo ("Agora a capital, depois o Estado"), a notícia de que o secretário da Cultura, Andrea Matarazzo, foi agredido por uma turba politicamente orientada e que um dos ícones do empresariado nacional, Jorge Gerdau, está emprestando seu prestígio para gerenciar os ministros da presidente Dilma Rousseff? Tudo. A adesão de Jorge Gerdau é símbolo da adesão integral do grande empresariado ao governo do PT. A notícia de que todos os meios estão sendo empregados para eleger o candidato petista em São Paulo também, pois São Paulo tem sido o entrave ao projeto hegemônico do petismo. E o cerceamento do secretário Andrea Matarazzo é demostração de que as turbas petistas vão mesmo usar a "ação direta" para atingir seus objetivos. Tudo como nos anos Trinta. O Brasil está sob o perigo da instituição de uma ordem totalitária.

Editorial J Entrevista - Percival Puggina

Governo de Dilma Rousseff quer monitoração de mulheres grávidas

 

25 de janeiro de 2012

JULIO SEVERO

Julio Severo e Dr. Zenóbio Fonseca, professor de direito e assessor legislativo

Todos os sistemas públicos e privados de saúde serão obrigados, por norma compulsória, a identificar e cadastrar todas as mulheres grávidas no Brasil, conforme o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para a Prevenção da Mortalidade Materna, instituído pela Medida Provisória nº 557/11 do governo de Dilma Rousseff em 26/12/11. Uma Medida Provisória é uma ação legal mediante a qual um presidente do Brasil pode decretar leis sem a aprovação do Congresso Nacional.

À primeira vista, a ação do governo federal até parece preocupação com as mulheres, com sua pretensão de cuidar das gestantes em situação de risco, impondo o exame pré-natal e concedendo um auxílio de até R$ 50 para o pré-natal e o acompanhamento pós-parto. As mulheres mais pobres vão pular de alegria com a generosidade estatal.

O governo alega que está obrigando todas as instituições de saúde do Brasil a registrar TODAS as mulheres apenas para saber quais as mulheres que estão em situação de risco.

Entretanto, o que é de chamar a atenção é: qual a razão do governo apresentar uma Medida Provisória em caráter de urgência, bem no dia 26 de dezembro, quando toda a população do Brasil, inclusive os parlamentares, estava totalmente distraída com o Natal? Qual o motivo do governo querer compulsoriamente cadastrar todas as gestantes com o pretexto de ajudar a gravidez se a política partidária e ideológica do PT é no sentido de legalizar o aborto no Brasil?

Essa Medida Provisória foi elaborada por um governo repleto de feministas que alegam que a legalização do aborto fortalece os direitos humanos das mulheres, que tratam o aborto como mero “direito de escolha” nos casos de gravidez comum, ou seja, abortar (matar) o bebê “simplesmente” porque a mulher deveria ter a liberdade de decidir se continua ou não uma gravidez.

É assombroso que a Medida Provisória, que já está em vigor, tem como foco o controle compulsório de todas as mulheres grávidas do Brasil, como questão de saúde pública, mas silencia totalmente na questão do bebê em gestação e seu valor e proteção.

O artigo 3º, inciso V, aponta que o foco é somente a mulher e não o bebê:

“V - estabelecer políticas, programas e ações com o objetivo de aprimorar a atenção à saúde das gestantes e puérperas de risco.”

O artigo 7º, inciso IV e VI, estabelece medidas para evitar novas ocorrências de morte nas mulheres, mas exclui totalmente os bebês em gestação. Ué? Bebês em gestação também não morrem? Qual então é a pretensão do governo? Estabelecer e fortalecer um sistema obrigatório para preparar as mulheres para interromper a gravidez em determinados casos? Implementar a eugenia? Veja:

“IV - informar, em sistema informatizado, a ocorrência de óbitos de mulheres gestantes ou puérperas, com informações sobre a investigação das causas do óbito e das medidas a serem tomadas para evitar novas ocorrências;

“VI - propor aos gestores federal, estaduais, distrital e municipais do SUS a adoção de medidas necessárias para garantir o acesso e qualificar a atenção à saúde das gestantes e puérperas, e para prevenir o óbito materno”.

O fato mais preocupante é que a Medida Provisória limita a garantia individual de liberdade da mulher ao obrigá-la compulsoriamente a cadastrar-se em sistema de controle e vigilância pelo simples fato de estar grávida, mesmo que tenha todas as condições econômicas equilibradas, pague o seu próprio plano de saúde, esteja saudável e não precise do Estado para nada. A Medida Provisória deixa as mulheres grávidas à mercê do controle e intrusão estatal.

Tirar a liberdade dos cidadãos não é prática de governos democráticos. É prática de governos autoritários.

No Brasil agora, basta à mulher estar grávida e o Estado passará, cedo ou tarde, a controlar o fruto de seu ventre compulsoriamente, independente das escolhas dela. Com tal controle, será fácil o governo brasileiro impor o número de filhos que as mulheres poderão ter e exigir um controle da natalidade forçado, conforme a ONU exigir. Afinal, o sistema de cadastramento compulsório das mulheres grávidas do Brasil está sendo estabelecido para atender às exigências da ONU.

Com o tempo, o que o governo fará para regulamentar seu controle sobre as mulheres grávidas? O que será dos bebês em gestação e sua proteção? Se o governo decidir que a gestação de um bebê com síndrome de Down é uma gravidez de risco e a mãe decidir prosseguir, o que o governo fará? Se a mãe tiver algum problema de saúde, porém decidir prosseguir sua gravidez, o que o governo fará? Quais as pressões “médicas” que as mulheres sofrerão dentro do sistema compulsório de acompanhamento pré-natal estatal?

Esta Medida Provisória, por tirar a liberdade das mães e por omitir completamente a proteção dos bebês em gestação, precisa ser denunciada.

A perfeita preocupação às mães envolve garantir sua plena liberdade e proteção e a proteção da vida desde a concepção.

Versão em inglês deste artigo: Brazilian government wants pregnant women monitored

Fonte: LifeSiteNews, via www.juliosevero.com

Brasileiros rejeitam em maioria esmagadora agenda abortista e homossexualista do partido do governo

O partido do aborto

Para entender o PT

Dilma e o aborto

Partido dos Trabalhadores, que governa o Brasil, pune dois membros que se opõem ao aborto

PT usa o código de ética e pune dois parlamentares pró-vida seus com raro rigor

Presidente do Brasil busca garantir aborto como “direito” e proibir crucifixos em prédios governamentais

DOSTOIEVSKI JÁ HAVIA CAPTADO A ESTRATÉGIA MACABRA DA REVOLUÇÃO CULTURAL

 

ADVERSUS HAERESES

14 / jan

Posted by historia in Dostoievski, Mentalidade Revolucionária, Olavo de Carvalho


"Quase meio século antes da tomada do Palácio de Inverno, um século antes da difusão mundial das obras de Antônio Gramsci, o romancista já havia captado a estratégia macabra da "revolução cultural", à qual o fundador do Partido Comunista Italiano deu apenas um embelezamento teórico mas que, em essência, já estava em ação desde o século XVIII, nos salões onde aristocratas se deliciavam com as idéias de Diderot e Rousseau sem perceber que o único propósito delas era legitimar sua decapitação." (Olavo de Carvalho, O Globo , 22 dez. 2001)

http://www.olavodecarvalho.org/semana/12222001globo.htm

Manifestação de apoio aos bispos do Uruguai - Aborto Não!




Enviado por  em 27/01/2012
Padre Paulo Ricardo convida os católicos brasileiros a manifestarem seu apoio aos valorosos bispos do Uruguai que lutam contra a aprovação do aborto em seu país.

Conferencia episcopal de Uruguay
ceusecre@adinet.com.uy

Diócesis de Salto, Obispo Mons. Pablo Jaime Galimberti Di Vietri
obispadodesalto@adinet.com.uy

Diócesis de Tacurembó, Obispo Mons. Julio César Bonino
recepcióntbo@adinet.com.uy; ceutbo@adinet.com.uy; ceurivera@adinet.com.uy

Diócesis de Melo, Obispo Mons. Heriberto Bodeant
obispadodemelo@hotmail.com; vicariapastoralmelo@gmail.com; frmabbtd@adinet.com.uy

Diócesis de Minas, obispo Mons. Jaime Rafael Fuentes
obispojaime@gmail.com

Diócesis de Maldonado, Obispo Mons. Rodolfo Wirz
ceumaldo@adinet.com.uy

Canelones, Obispo Mons. Alberto Sanguinetti Montero
cancillería.can@adinet.com.uy; curiacan@adinet.com.uy

Diócesis de Florida, Obispo Mons. Martín Pérez Scremini
pescre1@yahoo.com.ar, mariboz@hotmail.com

Arquidiócesis de Montevideo, Obispo Mons. Nicolas Domingo Cotugno Fanizzi
vicariopastoral@gmail.com;secretariadjunta@arquidiocesis.net

Diócesis de San Jose Mayo, Obispo Mons. Arturo Eduardo Fajardo Bustamente
catsj@redfacil.com.uy

Diócesis de Mercedes, Obispo Mons. Carlos María Collazzi
obismerc@adinet.com.uy

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".