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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Projeto F-X2 - o caça brasileiro

Dois artigos do site DEFESANET sobre os caças que o Brasil quer comprar.


Defesa@Net 02 Novembro 2009
Estadão 02 Novembro 2009


Ellen Tauscher - Subsecretária de Estado para Controle de Armas e Segurança Internacional


''Seria uma pena não levar o melhor avião
e a melhor oportunidade''


De acordo com ela, venda dos caças F-18 ajudaria
aprofundamento das relações entre EUA e Brasil


Patrícia Campos Mello,
Correspondente Washington


O venda dos caças F-18 da Boeing à Força Aérea Brasileira aproximará os governos dos Estados Unidos e do Brasil e tornará a relação estratégica entre os dois países mais dinâmica e profunda. Esse foi o recado passado pela subsecretária de Estado para Controle de Armas e Segurança Internacional, Ellen Tauscher. "É uma grande oportunidade de aprofundar nosso relacionamento com o Brasil", disse Tauscher, que se reporta diretamente à secretária Hillary Clinton e esteve no Brasil em agosto para entregar ao governo brasileiro a carta da secretária.


"O mais importante desse acordo é nosso relacionamento com o povo brasileiro e o governo brasileiro", disse Tauscher, em entrevista ao Estado. Comentando a vantagem que os franceses, fabricantes dos caças Rafale da Dassault, teriam na disputa, Tauscher afirmou: "Não estamos confusos sobre o que oferecemos; ainda temos o melhor avião, a maior empresa aeroespacial do mundo e ainda somos os Estados Unidos da América; acreditamos que, no fim, esses são os parâmetros."


Segundo ela, a secretária de Estado, Hillary Clinton, o secretário de Defesa, Robert Gates, e o presidente americano, Barack Obama, estão pessoalmente empenhados nessa venda. "Francamente, seria uma pena (o Brasil) não levar o melhor avião e a melhor oportunidade."


Abaixo, trechos da entrevista concedida ao Estado.


Ellen Tauscher: subsecretária de Estado para
Controle de Armas e Segurança Internacional dos EUA


O governo brasileiro está finalizando o processo de escolha dos 36 caças que serão comprados pela Força Aérea. Por que o Brasil deveria comprar os F-18 fabricados pela Boeing?


Porque é o melhor avião, com a melhor tecnologia, transferência completa. O presidente Barack Obama está empenhado na venda e é uma oportunidade de aprofundar o relacionamento com o Brasil.


Quais são os próximos passos do ponto de vista dos EUA?


Nós esperamos ser escolhidos.


Mas o governo brasileiro já indicou várias vezes que os franceses têm vantagem....


Veja, não estamos confusos sobre o que oferecemos. Ainda temos o melhor avião, a maior empresa aeroespacial do mundo e ainda somos os Estados Unidos da América. Acreditamos que, no fim, esses são os parâmetros, e nós temos boa chance de ganhar.


O governo brasileiro tem preocupações em relação à transferência de tecnologia. O Brasil teve uma má experiência quatro anos atrás envolvendo a venda dos Super Tucanos para a Venezuela - os aviões da Embraer tinham tecnologia americana sensível e os EUA vetaram a venda. O governo americano pode garantir que isso não vai se repetir?


Esse é um novo governo e uma nova venda. Nós garantimos a transferência. Essa é uma oferta sem precedentes de transferência de tecnologia.


Por que é sem precedentes?


Porque inclui maior transferência do que estava previsto originalmente. Mas o mais importante desse acordo é nosso relacionamento com o povo brasileiro e o governo brasileiro. A Boeing é a maior empresa aeroespacial do mundo, há oportunidade de gerar empregos bem além da produção desses 36 jatos. Isso significa conectar a Embraer e o Brasil à maior rede de produção de aviões do mundo. Tivemos o secretário de Defesa, Robert Gates, a secretária Hillary Clinton e até o presidente Barack Obama empenhados. Isso vai aproximar os dois governos.


Os suecos (fabricantes do jato Gripen, da Saab) e os franceses melhoraram suas propostas, oferecendo mais contratos para o Brasil.


Aposto que eles fizeram, é difícil competir com os EUA.


Sim, mas então, há alguma coisa mais que vocês oferecem?


Os Estados unidos acreditam que esse é o início de uma relação muito importante em um grande mercado.


Existe alguma chance de o Congresso americano interferir na transferência de tecnologia?


Eles não podem interferir. O Congresso americano teria de passar uma lei para bloquear a transferência de tecnologia e, como o Executivo quer aprofundar o relacionamento com o Brasil, isso não vai acontecer.


Para o relacionamento estratégico entre o Brasil e os Estados Unidos, qual é o significado da venda dos caças?


Nós temos uma relação muito forte com o Brasil, compartilhamos valores e interesses. O sentido do acordo é assegurar que esse relacionamento se torne mais profundo e mais dinâmico.


Os EUA ficariam decepcionados se não ganhassem a concorrência?


Claro que sim. Mas sabemos que há várias razões para as pessoas tomarem decisões, que não são a qualidade do produto e os detalhes específicos do acordo. Nos méritos do acordo, nós temos o melhor avião, a melhor transferência e a melhor parceria estratégica. Nós vamos continuar amigos do Brasil se não ganharmos, mas, francamente, seria uma pena o Brasil não levar o melhor avião e a melhor oportunidade.



***


DEFESA@NET 17 Setembro 2009
Boeing 15 Setembro 2009


Encontro entre Boeing e indústria brasileira reafirma Super Hornet como solução de melhor valor


SÃO PAULO, 15 de Setembro, 2009 – A Boeing Company [NYSE: BA] iniciou hoje, em São Paulo, dois dias de conferências com 140 fornecedores e parceiros em potencial, reafirmando seu compromisso em cumprir plenamente, com seu Super Hornet, todos os requisitos brasileiros especificados na concorrência de caças F-X2.


“Estamos confiantes que a nossa oferta representa a solução de melhor valor para o Brasil, proporcionando a mais avançada tecnologia disponível, superior e comprovado sistema de apoio logístico e preço que é consideravelmente mais baixo que aquele apresentado pelo Rafale”, disse Bob Gower, vice-presidente da Boeing para o programa F/A-18E/F.


Foi dado aos concorrentes até 18 de setembro para melhorar suas ofertas, e a Boeing está examinando todas as alternativas.


Em agosto, a Boeing entregou à Força Aérea Brasileira uma proposta que incluía plena transferência de tecnologia. A proposta já contemplava a opção de co-produzir o Super Hornet no Brasil e o compartilhamento de tecnologia, o que permitiria ao Brasil integrar suas próprias armas.


O Departamento de Defesa dos Estados Unidos, bem como o Departamento de Estado e o Congresso daquele país, deram plena autorização e apoio à venda do Super Hornet ao Brasil.


“O governo dos Estados Unidos aplicou medidas sem precedentes para dar apoio a essa oportunidade, tanto em termos de acelerar a velocidade normal do processo de aprovação, como ao apoiar os objetivos brasileiros quanto à autonomia nacional”, disse Gower.


Durante a conferência, líderes da gerência de fornecedores da Boeing se reunirão com representantes de empresas brasileiras para discutir as certificações e requisitos necessários ao empreendimento de negócios com a Boeing, e ainda obter melhor visão dos padrões e das complexidades peculiares à condução de negócios internacionais na indústria aeroespacial.


“O objetivo da Boeing é montar uma rede de fornecedores que representem o que há de melhor na indústria, e nós vislumbramos oportunidades promissoras no Brasil”, disse Ron Shelley, vice-presidente de Abastecimento Global e Gerência de Fornecedores da Boeing Integrated Defense Systems. “As oportunidades para as empresas do maior país da América Latina vão muito além da concorrência F-X2, estendendo-se para todas as áreas de negócios da Boeing”.


A Boeing conta com um índice de 100% de sucesso na condução de seus programas de cooperação industrial em quase 40 países. Ela já concluiu obrigações, dentro ou antes do prazo, que ultrapassam a marca de US$ 31 bilhões. Hoje em curso, a Boeing conta com mais de 45 programas industriais em mais de 17 países, cujos valores representam outros US$ 13 bilhões distribuídos entre mais de uma dúzia de produtos da Boeing.


Unidade pertencente à The Boeing Company, a Boeing Integrated Defense Systems é uma das maiores empresas do setor de defesa e espacial, especializando-se em soluções inovadoras e de realçada capacidade de acordo com as necessidades de seus clientes. Ademais, é o maior e mais versátil fabricante de aeronaves militares do mundo. Sediada em St. Louis, a Boeing Integrated Defense Systems detém negócios avaliados em US$ 32 bilhões, contando ainda com 70.000 funcionários distribuídos por todo o mundo.

É DE LASCAR! Ou uma forma sofisticada de escravidão

Fonte: ViVerdeNovo
SÁBADO, 26 DE DEZEMBRO DE 2009


"É inteiramente possível que o desenvolvimento de uma forma sofisticada de escravidão possa ser um pré-requisito absoluto para o controle social, num mundo de paz"


Por Arlindo Montenegro


Ler para compreender o que está nas entrelinhas desta novela do aquecimento global é um exercício fantástico. Traduzir certos discursos numa linguagem popular, é o jeito para transmitir o irritante, grotesco e risível. Para compreender a linguagem esotérica das mentes doentias regiamente pagas com recursos carreados pelos estados que compõem a ONU, hoje um verdadeiro laboratório de insanidades.

Os estados membros, contribuem com o fruto do trabalho de gente honesta, para que um grupo de apátridas, internacionalistas sedentos de poder, imponham regras universais. Estão trabalhando para a maior concentração de renda no planeta. Trabalhando para influenciar, seduzir, (comprar!) os governantes dos estados membros, na defesa do absurdo: “Eu mando, vocês obedecem... ou então vai se ferrar!”

Quem manda de fato são cerca de trezentas famílias, incluindo reis no trono, descendentes de casas reais espalhados pela Europa e EUA, banqueiros que nem os Rotschild, Rockfeller, Morgan e grupos fechados de investidores como os Carlyle. São os Bilderberger, proprietários e controladores de mais de 50% das grandes corporações espalhadas pelo mundo. Os tais que instalam a “crise”, financiam as guerras, vendem as armas e drogas e mantém o terrorismo.

A serviço desta gente, estão os “estudiosos” da ONU, gerando relatórios e diretrizes infames. Dizem por exemplo que o controle de natalidade na China é exemplar, porque economiza algumas toneladas de peidos que poderiam contribuir para o aquecimento da terra. O Brasil também deve reduzir seu rebanho bovino, caprino, porcino... tudo pela redução de peidos!

A população da China está ficando velha porque é costume privilegiar o nascimento de filhos varões. A prática do infanticídio de nascituros femininos ou deficientes físicos é “normal” por lá nas áreas rurais. Assim faltam mulheres para o casamento. É um grande e maravilhoso programa de controle de natalidade!

Exemplar! para os psicopatas da ONU. Assim querem justificar é um rigoroso controle de natalidade no mundo inteiro. Menos gente, menos peidos, menor aquecimento do planeta! Mobilizam recursos imensos para doutrinar, contaminar as mentes das novas gerações, principalmente nas áreas que rotulam como “países em desenvolvimento”, onde se deve preservar o verde em seu estado natural, reduzindo as possibilidades de vida e de trabalho produtivo.

Inúmeros documentos comprovam que os propósitos de Paz Universal objetivados pela Organização das Nações desUnidas, obedecem a uma agenda secreta, diferente da meritória e propalada ajuda mútua contra a pobreza, a fome, o analfabetismo e a guerra. E mais agora, com a direção de um comunista.



Um documento dos anos 60, gerado por cérebros contratados pelo Governo Kennedy e que parecia arquivado por seu conteúdo e conclusões, escandalosas para a época é o “Iron Mountain Report” transformado em livro pouco conhecido. O trabalho consumiu 3 anos, analisando as conseqüências políticas de um ambiente mundial pacificado. Pinçamos algumas conclusões daquela sigilosa investigação sócio-científica, econômica, militar, filosófica e os cambau, revelando que, tudo quanto tentam rotular como “teoria da conspiração” é uma prática real continuada, aterrorizante.

É o propósito de um grupo que pretende ser ditador dos destinos e pensamentos de cada pessoa, escravidão global controlada com sensores, câmeras, escutas eletrônicas, implantação de chips, rastreadores e práticas de vigilância “para a nossa segurança” em um mundo caótico e permanentemente aterrorizado por hordas armadas, contidas apenas pelo exército policial, das “Forças de Paz Mundial da ONU”, que o diga Orwell.

"A Paz Indesejável” está descrita no Iron Mountain Report, datado de 1969. A paz é dada como intangível e inútil, porque, segundo os tais estudiosos, a guerra é o principal estabilizador político das sociedades e necessária para manter o poder dos governantes por longos períodos. O estado de guerra, ou seja a instabilidade emocional de pessoas aterrorizadas, fundamenta as escolhas comportamentais, submete a sociedade, influi na escolha de valores para fazer frente aos inimigos diversos, com máscaras mutantes, variadas.

O relatório aconselha a identificação de “um risco de destruição pessoal real, numa escala compatível com a envergadura e a complexidade dos modernos sistemas sociais”, um risco real ou imaginário capaz de promover a coesão social planetária e aceitação de uma só autoridade política. Como a tentativa de coesão mundial social contra seres extra terrestres não funcionou, utilizaram intensa propaganda com um substitutivo: construíram a credibilidade sobre uma mentira “científica”.

"Um substitutivo político efetivo ... Pode ser, por exemplo, a brutal poluição do meio-ambiente, (...) como a principal ameaça aparente à sobrevivência das espécies (...) Um substitutivo de qualidade e magnitude críveis (...) deve ser encontrado (...) É mais provável, a nosso ver, que uma ameaça que tenha de ser inventada ao invés de ser criada a partir de condições desconhecidas".

As condições foram inventadas e Al Gore escalado como arauto do reino. Por trás da mensagem, a intenção deliberada inscrita naquele relatório: "É inteiramente possível que o desenvolvimento de uma forma sofisticada de escravidão possa ser um pré-requisito absoluto para o controle social, num mundo de paz". É este o rolo em que todos estamos metidos. O esquema gorou! Mas os poderosos vão continuar concentrando forças, poder. Deus que se cuide!

Justiça para os mártires de Curvaradó

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
EDUARDO MACKENZIE | 26 DEZEMBRO 2009

A matança de Curvaradó destrói outro mito que se pretendia inflar na Colômbia: o da probidade e seriedade da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).


Eu convoco o Fiscal Geral encarregado, Guillermo Mendoza Diago, a que ordene imediatamente uma completa investigação judicial sobre o massacre de El Carmen de Darién (Choco, Colômbia), onde foram seqüestrados, torturados e assassinados três líderes populares: Manuel Moya Lara, Graciano Blandón e o filho deste último, de 22 anos, em 17 de dezembro de 2009.


Manuel Moya Lara e Graciano Blandón Borja representavam 231 famílias afro-descendentes de Curvaradó e Jiguamiandó. Eles denunciavam desde há anos as ameaças das FARC que sua gente sofre. Estas se opõem às famílias da bacia do Atrato que aspiram a recuperar as terras do norte chocoano, das quais foram expulsas em 1997 pelo bando dirigido por Alfonso Cano e por para-militares.


A Procuradoria deve prender rapidamente os autores dessa nova matança. Porém, também deve descobrir quem são os autores intelectuais da mesma. A ONG Comissão Intereclesial de Justiça e Paz, dirigida pelo sacerdote marxista Javier Giraldo Moreno, deve ser objeto de uma exaustiva investigação por parte da Procuradoria. Essa ONG, pretensamente "humanitária", é mostrada pelas comunidades de Manuel Moya e Graciano Blandón como o elemento instigador desses assassinatos. Desde há doze anos os esforços de Moya e Blandón sempre encontraram a hostilidade mais brutal dessa ONG e da ONG canadense Brigadas Internacionais de Paz (BIP)-PASC Canadá.


Além de ser investigada, esta última deve ser expulsa do país. As ONGs estrangeiras que atuam na Colômbia devem ser não só irrepreensíveis desde o ponto de vista moral e legal, mas também parecê-lo. Esse não é o caso da BIP. Sua vinculação direta ou indireta com essa matança de colombianos (a investigação determinará o grau de compromisso da BIP nisso) a inabilita desde já a permanecer no território colombiano.


A matança de Curvaradó destrói outro mito que se pretendia inflar na Colômbia: o da probidade e seriedade da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). Desde 2004, os líderes de Curvaradó e Jiguamiandó haviam pedido a esse organismo, baseado no pacto de São José da Costa Rica, que lhes outorgasse as mesmas garantias que esse organismo concedeu em 2003 aos deslocados representados pela ONG de Javier Giraldo. Os mártires de Curvaradó haviam feito essa viagem até a Costa Rica, em fevereiro de 2008, para expor seus pontos de vista e pedir essa proteção para as suas comunidades. Entretanto, a CIDH negou-se a fazer esse gesto simbólico. Numa coincidência alarmante, no mesmo dia em que Pablo Saavedra Alessandri, secretário da CIDH, enviou a Manuel Moya e a Graciano Blandón a notificação que nega essa proteção, eles e o filho de Blandón foram seqüestrados e assassinados na beira do rio Caño Claro.


Em seu vergonhoso despacho, a CIDH preferiu dar proteção às 161 famílias que a Comissão Intereclesial de Justiça e Paz diz representar, e negá-la às 231 famílias de Moya e Blandón. Para a CIDH, estas famílias carecem de "critérios de pertinência" suficientes, quer dizer, que essas vítimas dos violentos são uma espécie de "universo" inexistente. Pior: a CIDH estima que o perigo em que vivem essas comunidades não é extremo nem iminente. Essa é a justiça que a CIDH distribui. As altas instâncias da OEA deveriam revisar seu patrocínio ao estranho conclave de São José que decidem tais aberrações.


Essa visão das coisas deve-se, em parte, às intrigas de Javier Giraldo e seus procuradores. Eles se opõem a que as famílias afro-descendentes da bacia do Baixo Atrato optem pela via da auto-representação. Para Justiça e Paz não é bom negócio deixar que as pessoas saiam de suas mãos. Por isso Moya e Blandón haviam sido objeto de tenazes campanhas de desestabilização. Justiça e Paz chegou ao extremo de incitar a Procuradoria para que os jogasse no cárcere sob a invenção de que haviam apresentado documentos falsos.


Os afro-descendentes querem livrar-se da influência de Giraldo, pois este se opõe ao progresso das comunidades. Os projetos agrícolas de desenvolvimento que o governo ou a empresa privada propõem às famílias são rechaçados pelo citado grupo e pela BIP. Com o falacioso pretexto de "proteger a biodiversidade", eles prolongam o isolamento e a miséria dessas famílias. O grupo de Giraldo sempre cria a cizânia entre a população negra e a mestiça, e a rivalidade entre as comunidades submetidas e as liberadas dessa perniciosa influência é agora constante. As FARC aproveitam essa tensão para aterrorizar as pessoas, utilizar a região como corredor e impor a lei do silêncio.


Jornalista do
Wall Street Journal, Mary Anastasia O'Grady havia denunciado essa situação em um artigo de 14 de dezembro de 2009, intitulado "As ONGs amigas das FARC". Nesse artigo, um guerrilheiro desmobilizado das FARC, cognome Samir, confirmou que desde o começo existe uma "relação aproximada" entre Justiça e Paz e as FARC. Samir reiterou que a "comunidade de paz" de Giraldo era "um refúgio para os rebeldes feridos e doentes das FARC, e para armazenar fornecimentos médicos". Afirmou que "fornecedores do grupo armado se reuniam com guerrilheiros no povoado, onde sempre havia também cinco ou seis membros das Brigadas Internacionais de Paz". O artigo sublinha que a comunidade de paz "ajudou as FARC em seu esforço para rotular o Exército colombiano como um violador dos direitos humanos" e que, "quando a comunidade se aprontava para acusar alguém de uma violação aos direitos humanos, Samir organizava as 'testemunhas', ordenando os membros das FARC que posavam de civis para que dessem seu testemunho".


A resposta de Giraldo a essas acusações foi lançar, no mesmo dia do massacre, uma
fatwa contra Mary O'Grady em um artigo difundido em uma página web etarra-comunista com base na Europa. Após a matança de Curvaradó, Javier Giraldo praticamente desculpou as FARC, ao deslizar a idéia de que os assassinos são uns latifundiários da região.


Como bem lembrou o advogado Fernando Vargas, presidente do Comitê Nacional de Vítimas da Guerrilha, e o senador Víctor Velásquez Reyes, do Partido da U, Manuel Moya Lara e Graciano Blandón Borja também haviam denunciado ante a Fiscalização 14 de Direitos Humanos (processo número 2022) o deslocamento forçado que suas comunidades haviam sofrido em 1997 pelas FARC, em conchavo com a ONG de Giraldo. Essa denúncia está em poder da Procuradoria Geral da Nação. Porém, o fiscal 14, Luis Alberto Reyes, contradizendo o que seu antecessor havia feito, deixou em liberdade vários dos indivíduos que participaram de atos violentos que originaram o êxodo das famílias de Curvaradó e Jiguamiandó.


Moya e Blandón também informaram ao ministério do Interior e Justiça o que estava ocorrendo. Dois dos cartazes que afixaram ante o ministério diziam:
"O território coletivo é dos negros, não das ONGs Justiça e Paz", "Zonas Humanitárias são refúgio das FARC" e "Somos Vítimas do Terrorismo Humanitário". Foram ao Congresso e à Comissão Nacional de Reparação para apresentar suas denúncias e advertir que as FARC queiram matá-los. Ninguém os escutou realmente. Durante anos Justiça e Paz os havia caluniado e mostrado como agressores. Um jornalista, Daniel Coronel, a quem eles haviam procurado para que Noticias Uno alertasse a opinião pública, tergiversou seus testemunhos e os fez passar como "paramilitares". Coronel jamais quis retificar seu malfeito. Outro que tentou destruir a história de Manuel Moya Lara foi Iván Cepeda, ativista comunista que escreveu em outubro de 2008 um texto no qual descreve Manuel Moya como uma "suposta testemunha", um amigo dos militares e um adversário da "Comissão de Justiça e Paz" e da BIP.


As FARC passaram das ameaças ao ato quando se deram conta de que toda essa gente, e até a CIDH, haviam conseguido isolar esses lutadores sociais. Inclusive depois do triplo atentado a imprensa colombiana continua guardando silêncio, excetuando-se dois matutinos que publicaram artigos relativamente informados.


Horas antes do novo ato de barbárie das FARC, os conselhos comunitários de Curvaradó e Jiguamiandó anunciaram que o Tribunal Contencioso Administrativo (TCA) do Chocó havia reconhecido, em 9 de dezembro de 2009, os direitos à propriedade coletiva, à restituição efetiva e material dos territórios reclamados por esses conselhos, assim como o direito destes à vida e à autonomia. Também informaram que temiam uma invasão massiva a seus territórios por parte da ONG do padre Giraldo, a qual pretende, disseram, criar "várias zonas humanitárias" para congelar a entrega de terras aos conselhos beneficiados pela providência do TCA do Chocó. Pediram, em conseqüência, que as autoridades e a força pública estejam alertas para impedir esse ato eventual de recuperação ilegal de terras que se inscreve "dentro de uma estratégia (das FARC) para manter seu controle" sobre esses territórios.


Ninguém ouviu tampouco essa mensagem e os assassinos puderam atuar aleivosamente e de forma segura.


Após esses atos sangrentos, outra conclusão se impõe: o Vaticano deve assumir uma atitude ante o ocorrido em El Carmen de Darién e acerca do nefasto papel que vem exercendo o sacerdote Javier Giraldo no Chocó. Não é a primeira vez que a imprensa e as associações de base se queixam dele e que denunciam atos de violência e ameaças sofridos por pessoas que se opõem a esses desígnios. O assassinato de Manuel Moya Lara, Graciano Blandón Borja e o filho deste derrubou o véu de mentiras tecidos pelas citadas ONGs e mostra, finalmente, quem são nessa região os agressores e os agredidos.

Tradução: Graça Salgueiro

Alarmistas 'formam uma máfia que se apossou da questão clima', diz cientista dinamarquês

Fonte: VERDE: A COR NOVA DO COMUNISMO
domingo, 27 de dezembro de 2009


Bjorn Lomborg, cientista político dinamarquês, concedeu entrevista a VEJA na sede da COP15, em Copenhague. As suas declarações reforçam a deplorável impressão deixada pelo “Climagate” e a desastrada ‒ poderia ter sido diferente?‒ conferência de Copenhague.

Qual foi o estrago do "climagate"?

O que está claro é que havia uma inclinação evidente para não compartilhar dados com pesquisadores cujos trabalhos não reforçariam a teoria do aquecimento global. Possivelmente, os dados foram mascarados, o que não significa exatamente uma falsificação.

O escândalo não pode ser considerado apenas uma tempestade em copo d’água. O que eles fizeram é muito sério e perturbador. Tem implicações muito maiores.

Esses cientistas formam uma máfia que se apossou da questão do clima.

Tive muitos problemas com essa máfia do clima. Quando estava escrevendo meu livro, tentei me corresponder com alguns daqueles pesquisadores que detinham dados pelos quais eu tinha interesse.

Recebi de volta algumas mensagens em cujo campo de destinatário eu fui incluído por engano. Foram mensagens reveladoras. Elas diziam: "Esse homem é perigoso. Não forneçam nenhum dado a ele. Devemos ter cuidado em não deixar que nossas informações apareçam em pesquisas públicas".


Por que o senhor é cético em relação ao aquecimento global?

Discordo da forma como as discussões sobre esse tema são colocadas. Existe a tendência de considerar sempre o pior cenário – o que aconteceria nos próximos 100 anos se o nível dos mares se elevar e ninguém fizer nada.

Isso é irreal, porque é óbvio que as pessoas vão mudar, vão construir defesas contra a elevação dos mares.

No entanto, isso é só uma parte do que tenho dito. Sou cético em relação a algumas previsões, sim. Mas sou cético principalmente em relação às políticas de combate ao aquecimento global.

O problema principal não é a ciência. Precisamos dos cientistas. A questão é que tipo de política seguir. E isso é um aspecto econômico, porque implica uma decisão de gastar bilhões de dólares de fundos sociais.

Em outras palavras, não sou um cético da ciência do clima, mas um cético da política do clima. Basicamente, digo que não estamos adotando as melhores políticas porque não estamos pensando onde gastar o dinheiro para produzir os maiores benefícios.

Com que cenários é razoável trabalhar quando se fala da elevação do nível dos oceanos?

Quando perguntamos aos cientistas do IPCC qual seria o resultado mais provável do aquecimento sobre o mar, eles disseram que o nível das águas subiria entre 18 e 59 centímetros. Esse é o parâmetro mais aceitável. Não faz sentido trabalhar com cenários de até 6 metros, como quer o Al Gore, ex-vice-presidente americano. Porque é tão improvável que isso aconteça quanto que não haja elevação alguma.

Análises e argumentos baseados no pior dos piores cenários induzem ao pânico, e o pânico não é a melhor forma de fazer um bom julgamento.


Quais são esses impactos?

Costumamos esquecer que a maioria dos lugares ricos no mundo conseguirá lidar com o aquecimento global.

A Holanda tem 60% de sua população vivendo abaixo do nível do mar. O principal aeroporto de Amsterdã fica 3 metros e meio abaixo do nível do mar. É simplesmente uma questão de tecnologia. Ninguém que vai à Holanda fica pensando: "Ai, meu Deus, estou abaixo do nível do mar".

Não que isso não seja problemático ou custoso. Mas é um custo que chega a 0,5% ou no máximo 1% do PIB.

Então, é bom enfatizar, o Rio de Janeiro nunca vai submergir, tampouco Nova York. Nos últimos 150 anos, o nível do mar subiu 30 centímetros.

Fala-se muito do impacto causado pela forma como as pessoas desperdiçam produtos e energia. Como o senhor faz no seu dia a dia?

Há muita confusão em torno desse debate sobre consumo ético, como se a questão toda se resumisse ao que a pessoa faz. Acho que reduzir tudo à idéia de que você deve fazer algo sobre seu consumo não é o melhor caminho.


Se todos no mundo ocidental trocassem suas lâmpadas atuais por um modelo mais econômico, ao final de um ano as emissões se reduziriam apenas o equivalente à quantidade de CO2 que a China joga na atmosfera em um dia.

Resumindo: organizações verdes querem mudar a natureza humana, dizendo que não se deve querer ter ou gastar mais. É muito difícil mudar a natureza humana. Prefiro mudar a tecnologia. Assim, poderemos fazer o que quisermos, mesmo emitindo CO2.

As empresas estão fazendo sua parte?

A maioria das coisas que se veem por aí é marketing. É o chamado banho verde. Estão fazendo economia de energia como sempre fizeram, desde o início do século XIX, de quando datam as estatísticas.

Todas as empresas, em todos os lugares, inclusive nos Estados Unidos e na Europa, vêm reduzindo o desperdício de energia. Mas é óbvio que o que estão economizando são dólares. Não há nada de errado nisso. Só não devemos achar que elas estão salvando o planeta.

Por que o crescimento populacional não é levado em consideração nas discussões sobre clima?

Se fosse possível limitar substancialmente o crescimento da população mundial, provavelmente as emissões não aumentariam tanto. Mas você só consegue alterar essa variável dramaticamente num regime autoritário como o da China, onde o governo determina que os casais só podem ter um filho.
 

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

O Abominável Homem do Minhocão

Fonte: O GARGANTA DE FOGO

yuri vieira, 10:50 PM

Neste audiobook, você ouvirá uma leitura – by myself – do conto supracitado, extraído do livro “A Tragicomédia Acadêmica – Contos Imediatos do Terceiro Grau” (1998).

Trata-se da história de um professor de sociologia que passa vinte anos escondido dos militares no esgoto do campus universitário. Caso queira ler o texto enquanto ouve minha leitura, clique aqui.


Ouça agora! (10:04min / 9.2MB)

Para quem ainda não conhece e quem conhece rever e ouvir de novo: bate-papo antológico entre Yuri Vieira e Olavo de Carvalho

Para mim este é uma das falas do professor Olavo de Carvalho. Talvez, para quem não o conhece, sirva como uma introdução ao pensar deste brasileiro ilustre e abnegado. São dois amigos, dois camaradas conversando com um gravador ligado. Me parece ter sido esta a atmosfera reinante.

Quem não conhece Olavo, quando toma contato com este bate-bola entre ele e o Yuri Vieira, leva um baita susto. Sim, existe inteligência de topo no Brasil. E quem conhece pode tranquilamente voltar sempre a estes áudios pois sempre se aprende mais alguma coisa.

Aliás, com o professor Olavo é assim sempre.

Presente de Natal para vocês. Quem já ouviu, recomendação: faça de novo

Presente das Trevas

Fonte: JULIO SEVERO
22 de dezembro de 2009


Programa de "Direitos Humanos" de Lula traz aborto e "casamento" gay às vésperas do Natal


Julio Severo

Enquanto a população e o Congresso Nacional estão ocupados e distraídos com a estação do Natal e reuniões de família, governo Lula dá um presente para o Brasil.


Em 21 de dezembro de 2009, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, um documento de 121 páginas que faz as seguintes recomendações:

Criação de mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos — como o crucifixo ou a Bíblia — em estabelecimentos públicos.

Inclusão no currículo escolar do ensino da "diversidade religiosa", com destaque especial para as religiões afro-brasileiras como o candomblé.

Criação de uma comissão para investigar os "crimes" cometidos durante a ditadura militar, transformando comunistas armados e mortos em "heróis" e transformando os militares em criminosos.

Modificação do Código Penal para garantir a "descriminalização do aborto".

Defesa de projeto de lei que regulariza o "casamento" de casais homossexuais.


Grupos homossexuais, abortistas, comunistas e religiosos afro-brasileiros estão comemorando o lançamento do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos.


Com o aborto e o "casamento" homossexual sendo tratados oficialmente como "direitos humanos", a população tem o que para comemorar?


Numa sociedade ideal, a defesa da vida dos bebês em gestação seria considerada fundamental. A proteção ao casamento natural contra ameaças à sua existência seria igualmente vista como vital.


Contudo, um governo pervertido insiste em inverter tudo.

Direitos humanos agora viraram desculpa para matar bebês inocentes por meio de leis de aborto.


Direitos humanos agora viraram desculpa para permitir o casamento de dois seres cuja sexualidade não tem nenhuma função e valor para a família e para a sociedade. Pelo contrário, com o reconhecimento da disfunção homossexual como merecedora de "casamento", crianças serão entregues em adoção diretamente na boca dos leões.


Direitos humanos agora viraram desculpa para apoiar, defender e promover o crime e os criminosos.


No Reino Animal, os animais protegem seus filhotes dos predadores. No mundo humano, as crianças estão sendo entregues ao aborto e as que sobreviverem serão entregues aos predadores homossexuais, com as desculpas mais elegantes do governo de Herodes, que tem sede de sangue.


Na calada da noite, o criminoso de máscara tira vantagem da desatenção da vítima, pegando-a de surpresa e dando-lhe pouca oportunidade de reação. Na euforia dos feriados, bem às vésperas da comemoração do nascimento do Salvador Jesus Cristo, o governo Lula entrega para a desprevenida população brasileira seu presente de aborto e "casamento" homossexual.

Verdadeiramente, um presente de Herodes.

Verdadeiramente, um Presente das Trevas.


Fonte: www.juliosevero.com

Se Lula existe, tudo é permitido

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA

- "E daí?... Se Lula pode e faz pior, por que é que eu não posso?"


No romance "Os Irmãos Karamazov", de Fiódor Dostoievski, o personagem Ivan, o mais velho dos irmãos, durante extensa conversa com o diabo em pessoa, ao ser tomado por incontrolável impulso de euforia, observa: "Se Deus não existe, tudo é permitido!".


Alguns analistas da mais importante obra do escritor russo sugerem que Ivan, intelectual ateu sobrevivendo no epicentro de uma crise familiar (dentro de um país que se desintegrava), pretende justificar, com a frase niilista, o assassinato do pai, o devasso Pávlovich, do qual, julga-se, é o mentor intelectual.


Dostoievski escreveu "Os Irmãos Karamazov", seu último romance, entre 1877/1880, quando a infeliz Rússia, movida pelo conflito entre a fé cristã e a razão iluminista, dava os primeiros passos rumo ao regime de terror revolucionário que seria instalado por Lenin et caterva em outubro de 1917.


Pois bem: associando a calamitosa situação do Brasil de 2009 à da Rússia pré-revolucionária do fim do século 19, que levou o mundo ao pesadelo do comunismo, entendo que a tarefa de quem escreve e fala é a de responsabilizar o atual presidente da República pelo caos moral, político e social que corrói os alicerces da nação, principiando por parafrasear o personagem do mestre russo: "Se Lula existe, tudo é permitido!".


E não o digo só por mim: outro dia, numa feira pública de Copacabana, um delinqüente embriagado, cheio de si, arrancou a bolsa de uma idosa. Ao ser admoestado por um feirante, o marginal saiu-se com resposta modelar:


- "E daí?... Se Lula pode e faz pior, por que é que eu não posso?"


Com efeito, basta o sujeito andar pelas ruas ou ler o noticiário dos jornais para pressentir que, sob a tutela de Lula e sua exemplar corriola socialista o Brasil tornou-se o tablado diário do mais sórdido vale-tudo moral jamais travado nos seus cinco séculos de existência, onde pontificam roubos oficiais, fraudes ministeriais, desvio de verbas públicas, mentiras institucionais, chantagens e manipulações governamentais, crimes hediondos cometidos por autoridades que deveriam combatê-los, leis permissivas criadas para achacar o cidadão, prevaricação, concussão, etc. - tudo a formar um monstruoso leque de iniqüidades que a população, tal qual uma manada ao entrar no matadouro, a tudo assiste entre humilhada e impotente.


Sim, é fato, o Brasil "moderno" já viu de tudo: desde o massacre dos fanáticos de Canudos pela Quarta Expedição do General Artur Oscar, passando pelos incríveis golpes do ladrão Meneghetti na São Paulo dos anos 20 e a Revolta da Armada, promovida pela Marinha, que bombardeou o Rio de Janeiro contra as manobras continuístas do Marechal Floriano; desde a incrível (e covarde) Intentona Vermelha de 1935 financiada por Moscou até o crime da Fera da Penha, que nos anos 1960 seqüestrou e tocou fogo numa menina de 4 anos, passando pela a ação criminosa de Virgulino Lampião, que tinha como prazer sádico o ato de capar velhos que se casassem com adolescentes, fazendo-os engolir depois pênis e testículos para - segundo ele - "dar o ensino"; desde o brutal "justiçamento" da adolescente Elza Fernandes, a "Garota", que foi estrangulada por um fio de varal e quebrada em duas partes, em 1936, por ordens do indigitado Luiz Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança Malograda, passando pelas tragédias, artimanhas e fraudes políticas vividas por Vargas, Juscelino, Jânio, Jango, Geisel, Sarney, Collor e FHC até os atos canibalescos do famigerado Febrônio, tarado que violentava crianças e depois comia-lhes fígado e intestinos, aterrorizando o imaginário da população do eixo Rio-São Paulo nos anos 1930 - nada ou muito pouco escapou a nossa reconhecida capacidade de cultivar a barbárie.


No entanto, a bem da verdade, convém assinalar sem maior espanto: perto do que ocorre em matéria de crime público e privado (sem punição, acrescente-se) na Era Lula, o incalculável acervo de monstruosidades acumulado no histórico da nação não passa de mera "brincadeirinha de auditório", do tipo criado pelo simplório Raul Gil nas tardes televisivas para diversão popular.


Por trás de tudo, claro, um espectro se abate sobre a Era Vertiginosa - o espectro de Lula, um tipo que engana bem o país (e o mundo, segundo dizem), mas cuja disposição de idéias e comportamento, se analisada pelo viés da psicologia, nos remete à imagem do criminoso reincidente. Basta examinar: seus truques, arroubos e impulsos incontroláveis, o uso do deboche e do palavrão como arma de represália, a sistemática adoção da mentira enquanto norma de conduta, o fato de aceitar com naturalidade atos desonestos e justificá-los, mais que isto, a ordenação de valores no qual o crime parece fazer sentido, etc. - só consagram a avaliação acima exposta.


Neste sentido, é bom não esquecer que um dos primeiro gestos conscientes de Lula, ainda adolescente, segundo ele próprio, foi justamente o de tentar enganar a mãe: ao cabo do primeiro dia no emprego, para impressionar D. Lindu, sujou de graxa o macacão de trabalho. Pior: na troca da essência pela aparência, deu-se por feliz.


Sem dúvida, desta sombra aterradora emerge a tragédia nacional: vive-se hoje num país em que o crime, a violência e a corrupção institucional não intrigam mais ninguém, a começar pelos que nele mandam. De fato, não há mais coragem cívica entre nós, estamos todos "dominados" - como se diz pelas esquinas. Um ou outro "cientista político", e os economistas de plantão, se reportam, em tom de quem pede antecipadas desculpas, à má qualidade da educação ("um desafio a ser vencido") e assinalam a insuficiência da infraestrutura ("sem a qual não ingressaremos no clube fechado dos países desenvolvidos"). No geral, prevalece o puxa-saquismo alvissareiro bem-remunerado.


Na grande imprensa, por sua vez, comentaristas menos curvos ousam contestar a violência e a corrupção na política - e é só. Na internet, espaço agora ameaçado pela censura oficial da Confecom (Foro de São Paulo), o ambiente ainda é de liberdade e em muitos sites o leitor encontra exames mais detidos na denúncia da raiz do mal. Mas onde vislumbrar a necessária ação política para se deter, ainda que a longo-prazo, o avanço do monstro?


No tocante ao Estado Forte preconizado por Lula, nítido executor das recomendações globalistas da ONU, a ordem e solapar a estrutura moral comprometida com os valores da antiga civilização ocidental, incensando-se a permissividade da droga, a fraude ambiental, o abuso das minorias sexuais e a impunidade do crime - organizado ou não.


Até quando, nem a banca internacional, nem a KGB e muito menos os atuais donos do poder no Brasil sabem.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Feliz TUDO para vocês!!!

Este vai para todos os meus leitores.

Estes são meus desejos para todas as gentes que conheço "on e offline". Como tem pessoas de todos os sabores, cores, credos e percepções do mundo (excetuando esquerdopatas, evidentemente e a estes eu desejo apenas que acordem do pesadelo em que existem), quero que estejam e sejam felizes nestas duas datas especiais: o NATAL e as entradas de 2010!!!

Feliz TUDO para vocês.

Cavaleiro do Templo

NOVA ORDEM MUNDIAL - Iron Mountain: Blue Print for Tyranny

Fonte: INTERNET ARCHIVE


Cavaleiro do Templo: vejam o filme todo, especialmente a partir dos 40 minutos (mais ou menos do quarto vídeo em diante, são catorze no total, 10 minutos em média para cada) começa a parte que explica Copenhague e toooddoooo o movimento "ecológico" das últimas décadas. Até aparece o nome do canalha do Al Gore nos primórdios de sua empreitada em favor de nossa escravização.


"Iron Mountain: Blue Print for Tyranny"




"Report from IRON MOUNTAIN" is a secret study by 15 reseachers ordered by JFK in 1961, Lyndon Johnsen received the report in 1966, and kept it silent as bottom drawer material. In 1967 one of the researchers who called himself "John Doe" published it, and the media denounced it as a Hoax.... BUT...

Never before has a Hoax, "REPORT FROM IRON MOUNTAIN ON THE POSSIBILITY AND DESIRABILITY OF PEACE", developed into a accurate description of the factual plans which are layed out before us, day by day.

Iron Mountain is a report created by 15 experts in their field about the problem of how geopolitical strategies must be changed and adapted in order to stay and maintain a successfull global governance, without the need to wage wars.

The general conclusion of this report is that at the time of writing, the 1960's, the trend to global disarmament was started, the USA would have to fall under the United Nations, U.N. and obey them. All souvereign nations borders will disappear, the army's of the USA and USSR will be vanished, a new army, the U.N. global army will take over, next to a new global federal police.

Humanism will become the new theocracy... the old world religions will only be accessable inside museums.

This movie is part of the collection: Open Source Movies

Director: Artificial Shortage
Producer: A Adams
Production Company: Best Video Productions
Audio/Visual: sound, color
Language: English

Na Colômbia os heróis existem, sim!

Fonte: HEITOR DE PAOLA


Na Colômbia os heróis existem, sim!

Coronel Luis Alberto Villamarín Pulido


Sob este título, o conhecido jornalista Pirry descreveu algumas das milhares de dificuldades que enfrentam diariamente os soldados de contra-guerrilhas, aqueles seres anônimos que, como ciganos, carregam a casa nas costas e... às vezes a lápide, com a única finalidade de salvaguardar a vida e a honra dos compatriotas que no mais das vezes os ignoram ou até os vilipendiam sem ter tido sequer a honra de ser soldados. Nós que comandamos unidades de contra-guerrilhas em combate, sabemos e conhecemos as qualidades humanas e militares destes valorosos colombianos que, uniformizados com uma roupa camuflada e com a alma pletórica de fortaleza moral, expõem suas vidas em defesa da liberdade. Seja nas planícies desertas, nas agrestes montanhas, nas selvas inóspitas ou nos ásperos morros das cidades, os soldados estão sempre prontos para combater pela Colômbia. Com sobeja razão se diz que o soldado nem vê nascer os filhos, nem vê morrer os pais. Essa máxima é coincidente com a vida de quase todos os militares colombianos dos últimos cinqüenta anos, período em que o Partido Comunista com seu braço armado, auxiliado pelos valentões de colarinho branco que sangraram as finanças públicas, e os narco-traficantes que puseram o país em xeque por meio do narco-terrorismo. Sem considerar datas nem horas, a ação patriótica, o sacrifício supremo e a inquebrantável vontade de luta do soldado colombiano têm impedido que os bandidos do povão ou fora dele, destruam a instituicionalidade.


Em boa hora, o popular jornalista Pirry apresentou ante a opinião pública imagens reais e episódios certeiros para que os garotinhos das camadas 5, 6 e 7, que amiúde enganam o serviço militar com argumentos estúpidos, que não hasteiam a bandeira nos dias pátrios e fora disso não pagam os impostos de forma honesta, entendam que o inimigo da Colômbia são os comunistas armados e desarmados, não os militares que com sua quota de sangue, suor e lágrimas lhes permitem viver com tranqüilidade no mesmo país em que os anti-militares o ensangüentam diariamente. E também serve para que as camadas 1, 2 e 3 vejam e entendam o que é que fazem os soldados, para evitar que os terroristas enganem seus familiares para comprometê-los na guerra ímpia contra a Colômbia.


Porém, estes vídeos servem, além disso, para destacar em primeiro plano a moral e honradez dos verdadeiros militares, daqueles soldados que entregam tudo em troca de nada e que não admitem nem alianças sinistras com bandidos iguais ou piores que as FARC, nem muito menos vendem sua alma ao diabo com ações tão aberrantes como os chamados “falsos positivos”’. Na realidade, são muito poucos os delinqüentes infiltrados que mancham o bom nome da instituição armada. Em contraste, são milhares de homens probos, cujo único lema é: “qualquer missão, em qualquer lugar e a qualquer hora”. Entretanto, os poucos com capacidade daninha afetam muito a imagem institucional. Os verdadeiros contra-guerrilheiros, os soldados exemplares, comungam com a doutrina que se ensina aos que temos a honra de haver sido alunos da Escola de Lanceiros [1]. Para o lanceiro não existe palavra “impossível”... No campo de combate só sobrevivem o valor, a lealdade e a honra. Em torno a esta filosofia de vida, se reza com fervoroso ânimo patriótico que só merece viver quem está disposto a morrer por um nobre ideal.


Enquanto via o documentário de Pirry, lembrei a histórica frase de um distinto general dos Estados Unidos na Coréia, sob cujo comando operava o batalhão Colômbia em 1952: “Combati em seis guerras, acreditei que já conhecia tudo que fosse relacionado com o valor no campo de batalha, porém estava equivocado: me faltava ver combater o soldado colombiano”. Talvez por essa razão, o ditador Fidel Castro advertiu os terroristas do M-19 que seu governo treinou na ilha em 1980: “Vocês vão combater contra o melhor Exército da América Latina”. Reitero: os que combatemos contra o M-19, as FARC, o ELN ou o EPL no comando de soldados colombianos, sabemos que isto é certo, que a galhardia, o valor e a coragem de nossos soldados é ilimitada.


O melhor de tudo: esses valorosos homens não pedem nada como reconhecimento. Pela regra geral, o soldado que se destaca em um combate o comandante o estimula com uma permissão especial para que saia para descansar quando entrar o próximo helicóptero. Porém, muitas vezes fomos testemunhas de episódios em que os soldados destacados em uma operação renunciaram a essa permissão especial, para estar com sua contra-guerrilha no combate seguinte, pois não estar com eles no momento crucial é interpretado como uma deslealdade. Muitas vezes os vimos caminhar doentes pelos frios cumes ou pela floresta tropical com uma mochila que pesa duas ou mais arrobas em suas costas. Não dizem nada, nem renegam, e ao chegar ao local da praça de armas também cumprem com o serviço de sentinela, ou as demais atividades administrativas ou operacionais. São os mesmos homens humildes e valentes que, iniciado o combate, protegem seu comandante, dão segurança ao rádio-operador e a quem tenha as metralhadoras, o lança-granadas ou os equipamentos de primeiros socorros. Muitos deles morrem nessa tarefa, porém isso não é obstáculo para que os demais percam a mística combativa. Em reiteradas ocasiões os vi prestando ajuda médica a um terrorista ferido, ou compartilhar sua escassa ração com o terrorista recém capturado ou que se entregou. Outras vezes os vi entregando sua manta à guerrilheira doente ou ao guerrilheiro assustado que se entrega ante uma patrulha e não tem nem um plástico para colocar no chão quando chega a hora de dormir. E mil episódios mais desta profissão honrosa, à qual Calderón de la Barca assim definiu: “a principal façanha é obedecer, e o modo como há de ser, é sem pedir nem recusar”.


Em síntese, o documentário de Pirry cai como o anel no dedo para que os indiferentes conheçam e apreciem o que os soldados fazem por eles para que as camadas baixas entendam que os comunistas são farsantes e os enganam ao metê-los em uma guerra sem sentido para que os valentões que se colam nas fileiras militares saiam por subtração de matéria e para que os vizinhos belicistas se dêem conta de contra quem teriam que combater, no desafortunado caso de o boquirroto de Miraflores ter a ousadia de agredir a Colômbia. O soldado colombiano é a biografia da pátria, é a guarda de honra do país, da constituição e das leis. Ele vai aonde os outros temem ir. Não o assustam nem o frio nem a morte, nem o fragor do combate. Sua mente e seu ideal estão na Colômbia, a pátria querida, tão formosa qual Deus a criou.


Por isso podemos dizer com orgulho: na Colômbia os heróis existem, sim!


Notas:


[1] “Lanceiro” é a especialidade militar mais honrosa para os militares colombianos. É um curso intenso de treinamento de combate de contra-guerrilhas. É orgulho e paradigma em toda a América Latina e como reza um adágio, “ser Lanceiro é uma honra que custa”. O autor do texto é Lanceiro.


O autor é Analista de assuntos estratégicos - www.luisvillamarin.com


Tradução: Graça Salgueiro

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".