| Defesa@Net 02 Novembro 2009 Estadão 02 Novembro 2009 | |
|
|
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
| Defesa@Net 02 Novembro 2009 Estadão 02 Novembro 2009 | |
|
|
NOTÍCIAS FALTANTES - FORO DE SÃO PAULO
A matança de Curvaradó destrói outro mito que se pretendia inflar na Colômbia: o da probidade e seriedade da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).
Eu convoco o Fiscal Geral encarregado, Guillermo Mendoza Diago, a que ordene imediatamente uma completa investigação judicial sobre o massacre de El Carmen de Darién (Choco, Colômbia), onde foram seqüestrados, torturados e assassinados três líderes populares: Manuel Moya Lara, Graciano Blandón e o filho deste último, de 22 anos, em 17 de dezembro de 2009.
A Procuradoria deve prender rapidamente os autores dessa nova matança. Porém, também deve descobrir quem são os autores intelectuais da mesma. A ONG Comissão Intereclesial de Justiça e Paz, dirigida pelo sacerdote marxista Javier Giraldo Moreno, deve ser objeto de uma exaustiva investigação por parte da Procuradoria. Essa ONG, pretensamente "humanitária", é mostrada pelas comunidades de Manuel Moya e Graciano Blandón como o elemento instigador desses assassinatos. Desde há doze anos os esforços de Moya e Blandón sempre encontraram a hostilidade mais brutal dessa ONG e da ONG canadense Brigadas Internacionais de Paz (BIP)-PASC Canadá.
Além de ser investigada, esta última deve ser expulsa do país. As ONGs estrangeiras que atuam na Colômbia devem ser não só irrepreensíveis desde o ponto de vista moral e legal, mas também parecê-lo. Esse não é o caso da BIP. Sua vinculação direta ou indireta com essa matança de colombianos (a investigação determinará o grau de compromisso da BIP nisso) a inabilita desde já a permanecer no território colombiano.
A matança de Curvaradó destrói outro mito que se pretendia inflar na Colômbia: o da probidade e seriedade da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). Desde 2004, os líderes de Curvaradó e Jiguamiandó haviam pedido a esse organismo, baseado no pacto de São José da Costa Rica, que lhes outorgasse as mesmas garantias que esse organismo concedeu em 2003 aos deslocados representados pela ONG de Javier Giraldo. Os mártires de Curvaradó haviam feito essa viagem até a Costa Rica, em fevereiro de 2008, para expor seus pontos de vista e pedir essa proteção para as suas comunidades. Entretanto, a CIDH negou-se a fazer esse gesto simbólico. Numa coincidência alarmante, no mesmo dia em que Pablo Saavedra Alessandri, secretário da CIDH, enviou a Manuel Moya e a Graciano Blandón a notificação que nega essa proteção, eles e o filho de Blandón foram seqüestrados e assassinados na beira do rio Caño Claro.
Em seu vergonhoso despacho, a CIDH preferiu dar proteção às 161 famílias que a Comissão Intereclesial de Justiça e Paz diz representar, e negá-la às 231 famílias de Moya e Blandón. Para a CIDH, estas famílias carecem de "critérios de pertinência" suficientes, quer dizer, que essas vítimas dos violentos são uma espécie de "universo" inexistente. Pior: a CIDH estima que o perigo em que vivem essas comunidades não é extremo nem iminente. Essa é a justiça que a CIDH distribui. As altas instâncias da OEA deveriam revisar seu patrocínio ao estranho conclave de São José que decidem tais aberrações.
Essa visão das coisas deve-se, em parte, às intrigas de Javier Giraldo e seus procuradores. Eles se opõem a que as famílias afro-descendentes da bacia do Baixo Atrato optem pela via da auto-representação. Para Justiça e Paz não é bom negócio deixar que as pessoas saiam de suas mãos. Por isso Moya e Blandón haviam sido objeto de tenazes campanhas de desestabilização. Justiça e Paz chegou ao extremo de incitar a Procuradoria para que os jogasse no cárcere sob a invenção de que haviam apresentado documentos falsos.
Os afro-descendentes querem livrar-se da influência de Giraldo, pois este se opõe ao progresso das comunidades. Os projetos agrícolas de desenvolvimento que o governo ou a empresa privada propõem às famílias são rechaçados pelo citado grupo e pela BIP. Com o falacioso pretexto de "proteger a biodiversidade", eles prolongam o isolamento e a miséria dessas famílias. O grupo de Giraldo sempre cria a cizânia entre a população negra e a mestiça, e a rivalidade entre as comunidades submetidas e as liberadas dessa perniciosa influência é agora constante. As FARC aproveitam essa tensão para aterrorizar as pessoas, utilizar a região como corredor e impor a lei do silêncio.
Jornalista do Wall Street Journal, Mary Anastasia O'Grady havia denunciado essa situação em um artigo de 14 de dezembro de 2009, intitulado "As ONGs amigas das FARC". Nesse artigo, um guerrilheiro desmobilizado das FARC, cognome Samir, confirmou que desde o começo existe uma "relação aproximada" entre Justiça e Paz e as FARC. Samir reiterou que a "comunidade de paz" de Giraldo era "um refúgio para os rebeldes feridos e doentes das FARC, e para armazenar fornecimentos médicos". Afirmou que "fornecedores do grupo armado se reuniam com guerrilheiros no povoado, onde sempre havia também cinco ou seis membros das Brigadas Internacionais de Paz". O artigo sublinha que a comunidade de paz "ajudou as FARC em seu esforço para rotular o Exército colombiano como um violador dos direitos humanos" e que, "quando a comunidade se aprontava para acusar alguém de uma violação aos direitos humanos, Samir organizava as 'testemunhas', ordenando os membros das FARC que posavam de civis para que dessem seu testemunho".
A resposta de Giraldo a essas acusações foi lançar, no mesmo dia do massacre, uma fatwa contra Mary O'Grady em um artigo difundido em uma página web etarra-comunista com base na Europa. Após a matança de Curvaradó, Javier Giraldo praticamente desculpou as FARC, ao deslizar a idéia de que os assassinos são uns latifundiários da região.
Como bem lembrou o advogado Fernando Vargas, presidente do Comitê Nacional de Vítimas da Guerrilha, e o senador Víctor Velásquez Reyes, do Partido da U, Manuel Moya Lara e Graciano Blandón Borja também haviam denunciado ante a Fiscalização 14 de Direitos Humanos (processo número 2022) o deslocamento forçado que suas comunidades haviam sofrido em 1997 pelas FARC, em conchavo com a ONG de Giraldo. Essa denúncia está em poder da Procuradoria Geral da Nação. Porém, o fiscal 14, Luis Alberto Reyes, contradizendo o que seu antecessor havia feito, deixou em liberdade vários dos indivíduos que participaram de atos violentos que originaram o êxodo das famílias de Curvaradó e Jiguamiandó.
Moya e Blandón também informaram ao ministério do Interior e Justiça o que estava ocorrendo. Dois dos cartazes que afixaram ante o ministério diziam: "O território coletivo é dos negros, não das ONGs Justiça e Paz", "Zonas Humanitárias são refúgio das FARC" e "Somos Vítimas do Terrorismo Humanitário". Foram ao Congresso e à Comissão Nacional de Reparação para apresentar suas denúncias e advertir que as FARC queiram matá-los. Ninguém os escutou realmente. Durante anos Justiça e Paz os havia caluniado e mostrado como agressores. Um jornalista, Daniel Coronel, a quem eles haviam procurado para que Noticias Uno alertasse a opinião pública, tergiversou seus testemunhos e os fez passar como "paramilitares". Coronel jamais quis retificar seu malfeito. Outro que tentou destruir a história de Manuel Moya Lara foi Iván Cepeda, ativista comunista que escreveu em outubro de 2008 um texto no qual descreve Manuel Moya como uma "suposta testemunha", um amigo dos militares e um adversário da "Comissão de Justiça e Paz" e da BIP.
As FARC passaram das ameaças ao ato quando se deram conta de que toda essa gente, e até a CIDH, haviam conseguido isolar esses lutadores sociais. Inclusive depois do triplo atentado a imprensa colombiana continua guardando silêncio, excetuando-se dois matutinos que publicaram artigos relativamente informados.
Horas antes do novo ato de barbárie das FARC, os conselhos comunitários de Curvaradó e Jiguamiandó anunciaram que o Tribunal Contencioso Administrativo (TCA) do Chocó havia reconhecido, em 9 de dezembro de 2009, os direitos à propriedade coletiva, à restituição efetiva e material dos territórios reclamados por esses conselhos, assim como o direito destes à vida e à autonomia. Também informaram que temiam uma invasão massiva a seus territórios por parte da ONG do padre Giraldo, a qual pretende, disseram, criar "várias zonas humanitárias" para congelar a entrega de terras aos conselhos beneficiados pela providência do TCA do Chocó. Pediram, em conseqüência, que as autoridades e a força pública estejam alertas para impedir esse ato eventual de recuperação ilegal de terras que se inscreve "dentro de uma estratégia (das FARC) para manter seu controle" sobre esses territórios.
Ninguém ouviu tampouco essa mensagem e os assassinos puderam atuar aleivosamente e de forma segura.
Após esses atos sangrentos, outra conclusão se impõe: o Vaticano deve assumir uma atitude ante o ocorrido em El Carmen de Darién e acerca do nefasto papel que vem exercendo o sacerdote Javier Giraldo no Chocó. Não é a primeira vez que a imprensa e as associações de base se queixam dele e que denunciam atos de violência e ameaças sofridos por pessoas que se opõem a esses desígnios. O assassinato de Manuel Moya Lara, Graciano Blandón Borja e o filho deste derrubou o véu de mentiras tecidos pelas citadas ONGs e mostra, finalmente, quem são nessa região os agressores e os agredidos.
Tradução: Graça Salgueiro
Ouça agora! (10:04min / 9.2MB)
Julio Severo
Enquanto a população e o Congresso Nacional estão ocupados e distraídos com a estação do Natal e reuniões de família, governo Lula dá um presente para o Brasil.
Em 21 de dezembro de 2009, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, um documento de 121 páginas que faz as seguintes recomendações:
Criação de mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos — como o crucifixo ou a Bíblia — em estabelecimentos públicos.
Inclusão no currículo escolar do ensino da "diversidade religiosa", com destaque especial para as religiões afro-brasileiras como o candomblé.
Criação de uma comissão para investigar os "crimes" cometidos durante a ditadura militar, transformando comunistas armados e mortos em "heróis" e transformando os militares em criminosos.
Modificação do Código Penal para garantir a "descriminalização do aborto".
Defesa de projeto de lei que regulariza o "casamento" de casais homossexuais.
Grupos homossexuais, abortistas, comunistas e religiosos afro-brasileiros estão comemorando o lançamento do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos.
Com o aborto e o "casamento" homossexual sendo tratados oficialmente como "direitos humanos", a população tem o que para comemorar?
Numa sociedade ideal, a defesa da vida dos bebês em gestação seria considerada fundamental. A proteção ao casamento natural contra ameaças à sua existência seria igualmente vista como vital.
Contudo, um governo pervertido insiste em inverter tudo.
Direitos humanos agora viraram desculpa para matar bebês inocentes por meio de leis de aborto.
Direitos humanos agora viraram desculpa para permitir o casamento de dois seres cuja sexualidade não tem nenhuma função e valor para a família e para a sociedade. Pelo contrário, com o reconhecimento da disfunção homossexual como merecedora de "casamento", crianças serão entregues em adoção diretamente na boca dos leões.
Direitos humanos agora viraram desculpa para apoiar, defender e promover o crime e os criminosos.
No Reino Animal, os animais protegem seus filhotes dos predadores. No mundo humano, as crianças estão sendo entregues ao aborto e as que sobreviverem serão entregues aos predadores homossexuais, com as desculpas mais elegantes do governo de Herodes, que tem sede de sangue.
Na calada da noite, o criminoso de máscara tira vantagem da desatenção da vítima, pegando-a de surpresa e dando-lhe pouca oportunidade de reação. Na euforia dos feriados, bem às vésperas da comemoração do nascimento do Salvador Jesus Cristo, o governo Lula entrega para a desprevenida população brasileira seu presente de aborto e "casamento" homossexual.
Verdadeiramente, um presente de Herodes.
Verdadeiramente, um Presente das Trevas.
Fonte: www.juliosevero.com
IPOJUCA PONTES | 22 DEZEMBRO 2009
ARTIGOS - GOVERNO DO PT
- "E daí?... Se Lula pode e faz pior, por que é que eu não posso?"
No romance "Os Irmãos Karamazov", de Fiódor Dostoievski, o personagem Ivan, o mais velho dos irmãos, durante extensa conversa com o diabo em pessoa, ao ser tomado por incontrolável impulso de euforia, observa: "Se Deus não existe, tudo é permitido!".
Alguns analistas da mais importante obra do escritor russo sugerem que Ivan, intelectual ateu sobrevivendo no epicentro de uma crise familiar (dentro de um país que se desintegrava), pretende justificar, com a frase niilista, o assassinato do pai, o devasso Pávlovich, do qual, julga-se, é o mentor intelectual.
Pois bem: associando a calamitosa situação do Brasil de 2009 à da Rússia pré-revolucionária do fim do século 19, que levou o mundo ao pesadelo do comunismo, entendo que a tarefa de quem escreve e fala é a de responsabilizar o atual presidente da República pelo caos moral, político e social que corrói os alicerces da nação, principiando por parafrasear o personagem do mestre russo: "Se Lula existe, tudo é permitido!".
E não o digo só por mim: outro dia, numa feira pública de Copacabana, um delinqüente embriagado, cheio de si, arrancou a bolsa de uma idosa. Ao ser admoestado por um feirante, o marginal saiu-se com resposta modelar:
- "E daí?... Se Lula pode e faz pior, por que é que eu não posso?"
Com efeito, basta o sujeito andar pelas ruas ou ler o noticiário dos jornais para pressentir que, sob a tutela de Lula e sua exemplar corriola socialista o Brasil tornou-se o tablado diário do mais sórdido vale-tudo moral jamais travado nos seus cinco séculos de existência, onde pontificam roubos oficiais, fraudes ministeriais, desvio de verbas públicas, mentiras institucionais, chantagens e manipulações governamentais, crimes hediondos cometidos por autoridades que deveriam combatê-los, leis permissivas criadas para achacar o cidadão, prevaricação, concussão, etc. - tudo a formar um monstruoso leque de iniqüidades que a população, tal qual uma manada ao entrar no matadouro, a tudo assiste entre humilhada e impotente.
Sim, é fato, o Brasil "moderno" já viu de tudo: desde o massacre dos fanáticos de Canudos pela Quarta Expedição do General Artur Oscar, passando pelos incríveis golpes do ladrão Meneghetti na São Paulo dos anos 20 e a Revolta da Armada, promovida pela Marinha, que bombardeou o Rio de Janeiro contra as manobras continuístas do Marechal Floriano; desde a incrível (e covarde) Intentona Vermelha de 1935 financiada por Moscou até o crime da Fera da Penha, que nos anos 1960 seqüestrou e tocou fogo numa menina de 4 anos, passando pela a ação criminosa de Virgulino Lampião, que tinha como prazer sádico o ato de capar velhos que se casassem com adolescentes, fazendo-os engolir depois pênis e testículos para - segundo ele - "dar o ensino"; desde o brutal "justiçamento" da adolescente Elza Fernandes, a "Garota", que foi estrangulada por um fio de varal e quebrada em duas partes, em 1936, por ordens do indigitado Luiz Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança Malograda, passando pelas tragédias, artimanhas e fraudes políticas vividas por Vargas, Juscelino, Jânio, Jango, Geisel, Sarney, Collor e FHC até os atos canibalescos do famigerado Febrônio, tarado que violentava crianças e depois comia-lhes fígado e intestinos, aterrorizando o imaginário da população do eixo Rio-São Paulo nos anos 1930 - nada ou muito pouco escapou a nossa reconhecida capacidade de cultivar a barbárie.
No entanto, a bem da verdade, convém assinalar sem maior espanto: perto do que ocorre em matéria de crime público e privado (sem punição, acrescente-se) na Era Lula, o incalculável acervo de monstruosidades acumulado no histórico da nação não passa de mera "brincadeirinha de auditório", do tipo criado pelo simplório Raul Gil nas tardes televisivas para diversão popular.
Por trás de tudo, claro, um espectro se abate sobre a Era Vertiginosa - o espectro de Lula, um tipo que engana bem o país (e o mundo, segundo dizem), mas cuja disposição de idéias e comportamento, se analisada pelo viés da psicologia, nos remete à imagem do criminoso reincidente. Basta examinar: seus truques, arroubos e impulsos incontroláveis, o uso do deboche e do palavrão como arma de represália, a sistemática adoção da mentira enquanto norma de conduta, o fato de aceitar com naturalidade atos desonestos e justificá-los, mais que isto, a ordenação de valores no qual o crime parece fazer sentido, etc. - só consagram a avaliação acima exposta.
Neste sentido, é bom não esquecer que um dos primeiro gestos conscientes de Lula, ainda adolescente, segundo ele próprio, foi justamente o de tentar enganar a mãe: ao cabo do primeiro dia no emprego, para impressionar D. Lindu, sujou de graxa o macacão de trabalho. Pior: na troca da essência pela aparência, deu-se por feliz.
Sem dúvida, desta sombra aterradora emerge a tragédia nacional: vive-se hoje num país em que o crime, a violência e a corrupção institucional não intrigam mais ninguém, a começar pelos que nele mandam. De fato, não há mais coragem cívica entre nós, estamos todos "dominados" - como se diz pelas esquinas. Um ou outro "cientista político", e os economistas de plantão, se reportam, em tom de quem pede antecipadas desculpas, à má qualidade da educação ("um desafio a ser vencido") e assinalam a insuficiência da infraestrutura ("sem a qual não ingressaremos no clube fechado dos países desenvolvidos"). No geral, prevalece o puxa-saquismo alvissareiro bem-remunerado.
Na grande imprensa, por sua vez, comentaristas menos curvos ousam contestar a violência e a corrupção na política - e é só. Na internet, espaço agora ameaçado pela censura oficial da Confecom (Foro de São Paulo), o ambiente ainda é de liberdade e em muitos sites o leitor encontra exames mais detidos na denúncia da raiz do mal. Mas onde vislumbrar a necessária ação política para se deter, ainda que a longo-prazo, o avanço do monstro?
No tocante ao Estado Forte preconizado por Lula, nítido executor das recomendações globalistas da ONU, a ordem e solapar a estrutura moral comprometida com os valores da antiga civilização ocidental, incensando-se a permissividade da droga, a fraude ambiental, o abuso das minorias sexuais e a impunidade do crime - organizado ou não.
Até quando, nem a banca internacional, nem a KGB e muito menos os atuais donos do poder no Brasil sabem.
Fonte: INTERNET ARCHIVE