VIVERDENOVO
SEXTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO DE 2010
Por Arlindo Montenegro
No endereço web http://whatreallyhappened.com/, Greg Ruggerio, "ativista e editor de mídia", comenta: "É legal comprar uma metralhadora Uzi totalmente montada neste país [Estados Unidos], mas é ilegal comprar um transmissor de rádio totalmente montado". Parece que seu Ruggerio, está pensando na possível traquinagem governamental mundial, que ensaia o controle da liberdade na web.
Pra que este cabra vai querer um transmissor de rádio? Isto é útil hoje em dia para o padre transmitir a missa, para informar uma pequena localidade ou em circunstâncias de apagão nos satélites, que transmitem sons e imagens, (quem sabe até apontam armas secretas), vigiam e escutam, prescrutam o interior da superfície terrestre, sabendo e informando seus controladores: onde estão os minerais... Por onde se deslocam as formigas...
No mesmo site, se pode ler: " É evidente que o declínio econômico dos EUA na América Latina, (...) está em pleno vigor. A força motriz do declínio acelerado não é insurgência popular, mas a atração e lucrativas oportunidades do mercado (...) Na medida em que o militarismo define as políticas e as estratégias do império dos EUA, não há remédio para os desafios do poder lumpen no seu "quintal".
Diz ainda que Washington não tem nada a oferecer para retomar a presença dominante na América Latina. E conclui: "O mercado mundial esta derrotando o Império. Os capitalistas do século XXI da América Latina estão liderando o caminho para uma nova queda do poder imperial." Será?
O Brasil, um dos países "lumpem no quintal" dos EUA, joga perfeitamente o jogo da nova ordem mundial. E apenas para exemplificar, Bush, Rockfeller e investidores mundiais do Grupo Carlyle, atuam com mais vigor que qualquer brasileirinho dos que aparecem na revista Forbes, listado entre os possuidores de grandes fortunas.
Quer saber? Desde há mais de meio século, para citar somente um, David Rockfeller, possui extensas propriedades no Brasil e foi ele quem decidiu nos "presentear" trazendo a Cargill e a Monsanto, ambas parte do portfólio de negócios da família, que atua em setores tão diversificados como: financeiro, bancário, alimentício, transportes, infra estrutura (portos, aeroportos...), educação (ai! Meu Deus!) e na religião!
O NCC (Conselho Nacional de Igrejas), continuidade do Conselho Federal de Igrejas, que os serviços de inteligência identificaram como a mais subversiva organização pró comunista, nasceu dentro do Seminário Teológico União, de Nova Iorque, bancado pela dinastia Rockfeller, considerando que "a religião é importante para moldar a opinião".
A teologia daquele seminário estava orientada para destruir os fundamentos do cristianismo tradicional e ficou conhecido como um centro que influenciava e transformava cristãos em comunistas. Um antecessor da Teologia da Libertação, pouco conhecida entre nós, o NCC, "doou centenas de milhares de dólares para os grupos comunistas revolucionários da Africa comprarem armas. Essas armas são usadas pelos comunistas para matar os cristãos, enquanto milhares de Pastores americanos ficam olhando um pra cara do outro. Se isso não é assassinato por procuração, o que é?"
Algumas das empresas Rockfeller são bem conhecidas: Mobil Oil Corp., Standard Oil, Eastman Kodak, General Electric, Texas Instruments, HP - Hewlett-Packard, IBM , Texaco , IT & T , Westinghouse, Boeing, Sperry Rand, Xerox, Laboratórios Pfizer e Merck, Avon, TWA, Eastern Airlines, United Airlines, National Airlines, Delta, Braniff, Northwest Airlines, Motorola e outras centenas de empresas. E o controle de outras como a Union Carbide, Bendix, Crysler, Shell, Gulf, Celanese, DuPont...
J.Richardson Dilworth, consultor financeiro dos Rockfeller, era sócio da Kuhn, Loeb & Co., satélite da família Rothschild, radicada na Europa e fortemente influente na criação do Federal Reserve Bank, que tem ascendência sobre o sistema financeiro mundial. Kuhn, Loeb & Co., é considerada a empresa bancária internacional mais poderosa politicamente. Atuou como enlace para o financiamento da União Soviética.
Chegamos ao Chase Manhattan Bank, unido à Kuhn, atravessando o Atlântico para vir a ser, junto com o Banco da América, o grande operador associado aos Rotschild, sem que as operações exteriores sejam consolidadas nos balanços dos EUA. Além do mais, existem as Fundações que não pagam impostos, mas atuam no mundo inteiro. Atuam no Brasil. Como as "brasileiras" Cargill, Monsanto...
A Cargill Brasil, é uma das 15 maiores empresas neste país. Industrializa alimentos, é a principal exportadora de soja das fazendas Rockfeller, processa cacau de toda a América Latina, tem sua rede logística própria com armazéns e terminais portuários. Óleo de soja Liza = Rockfeller. Grãos, farelos, exportação de álcool, compra e venda de algodão = Rockfeller. Lubrificantes industriais, medicamentos, cosméticos, adesivos, papel, ferro gusa, aço... Rockfeller.
Assim é que, dizer que existe declínio economico dos EUA na América Latina ou que “os capitalistas do século XXI da América Latina estão liderando o caminho para uma nova queda do poder imperial", pode ser lido assim: os socialistas que nem Rockfeller, estão na América Latina e no mundo, para instituir o capitalismo apoiado na economia da nova ordem mundial. Citamos apenas um operador, Rockfeller... e os milhares de outros?
Assim, seu Ruggerio pode comprar as peças e montar seu radio transmissor. Vai precisar.
Ref. Bibliográfica:”The Rockefeller File”, de Gary Allen – Livraria do Congresso Americano, Catalogado sob número : 75-39136
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Mensagem natalina desde o cárcere
MÍDIA SEM MÁSCARA
Queridos compatriotas:
Ao se completar cinco meses de meu injusto encarceramento e ante a proximidade do Natal, queria delinear-lhes o seguinte:
O modelo castro-comunista que enfrentamos não é só um projeto político, senão uma cosmovisão do homem, da história e do universo. Trata-se de uma concepção materialista que se proclama acima de Deus e de Seus mandamentos, para impor arbitrariamente sua vontade.
Não se pode derrotar um modelo como este unicamente com receitas políticas, mas recorrendo a outra cosmovisão, de caráter transcendente e com um alto conteúdo espiritual. Usarei três exemplos para me explicar melhor:
Quando Hugo Chávez anuncia em cadeia nacional a expropriação de uma empresa ou de uma fazenda, não o faz somente para cumprir com os postulados do socialismo, mas porque parece sentir prazer causando dor aos legítimos donos.
Quando o oficialismo persegue com crueldade seus adversários, não o faz somente para neutralizar a oposição mas por que lhe agrada fazer suas vítimas sofrerem e, ao fazê-lo, infundir medo no resto da sociedade.
Quando o regime presenteia seus aliados estrangeiros com nossos recursos, não o faz só para comprar consciências, senão porque carece de sensibilidade humana, e pouco lhe importa que milhões de venezuelanos se vejam prejudicados, contanto que exporte seu modelo.
Em resumo, trata-se de um regime que não só pratica o mal consciente e deliberadamente, mas que goza fazendo-o.
Além disso, mente para justificar suas más ações, e é do conhecimento de todos que diz mentiras. Poder-se-ia dizer que trata-se de um projeto com "tendências satânicas" porque preenche estas condições: nega a existência de Deus, viola deliberadamente Seus mandamentos, carece de sensibilidade humana, desfruta fazendo o mal, e recorre à mentira.
Este projeto foi capaz de avançar porque encontrou um ambiente propício na Venezuela. Quarenta anos de bonança petroleira e de uma cultura baseada no materialismo e no consumismo, abriram uma enorme brecha no "escudo moral" de nossa sociedade.
Como conseqüência, o regime conseguiu infundir o medo para que as pessoas não se atrevam a lutar por seus direitos e, além disso, romper os vínculos de solidariedade para que cada um cuide de sobreviver por seu lado, sem se ocupar dos demais.
Em meio a estas circunstâncias, o cidadão comum carece das ferramentas adequadas para se defender, enquanto que a liderança política diminui porque pretende derrotar um projeto totalitário e perverso com as mesmas regras que regem uma democracia.
Surge a pergunta: o que fazer para sair deste grande aperto? Há cinco anos o Cardeal Castillo Lara explicou aos venezuelanos as características totalitárias do regime e delineou a solução.
Em 14 de janeiro de 2006, por motivo da Feira da Divina Pastora, Castillo Lara pronunciou uma homilia onde disse: "Encontramo-nos em uma situação de extrema gravidade como muito poucas em nossa história... todos os poderes estão praticamente nas mãos de uma pessoa só, que os exerce arbitrária e despoticamente, não para procurar o bem maior da nação mas para um torcido e anacrônico projeto político".
Em seguida, o Cardeal fez um acertado diagnóstico do por quê chegamos a esta difícil situação:"Nosso Senhor Jesus Cristo quis, talvez, nos dar uma dura lição por nossas infidelidades, por não ter sabido aproveitar os dons que Ele nos deu... e por não haver ajudado devidamente os mais necessitados e não ter vivido limpamente nossa fé cristã".
Finalmente, Castillo Lara estabeleceu qual seria a solução: "Nesta ocasião solene desejo propor-lhes que todo juntos peçamos fervorosamente à Divina Providência que salve a Venezuela".
Pedir a Deus e à Virgem que salvem a Venezuela não significa somente orar e esperar passivamente que ocorra um milagre, mas passar por um processo de conversão, e solicitar os dons e virtudes necessários para enfrentar um projeto "torcido" como o que nos governa.
Conversão significa meditar sobre nossos erros passados, propor-se a emendá-los e se dispor a fazer o bem. Significa reconciliar-se com Deus para que Ele transforme nossos "corações de pedra" em "corações de carne", a fim de que sejamos capazes de amar em plenitude e de nos sacrificarmos pelo bem comum.
Entre os dons e virtudes que Deus proporciona ao homem estão o amor à verdade, a solidariedade e generosidade para com o próximo, a valentia para vencer o medo, a fortaleza para suportar situações difíceis, e a sabedoria para saber como atuar.
Desde há vários anos tornou-se-me evidente que Chávez ordenaria meu encarceramento. Quando decidi por minha própria vontade vir à prisão, o fiz pondo minha confiança em Deus e no povo venezuelano. Quis fazê-lo para ensinar a meus compatriotas que não devemos cair na chantagem do medo, para mostrar-lhes que o calabouço não é a pior opção, porque infinitamente pior é vier humilhado e atemorizado.
Pensei que se podia permanecer no cárcere mantendo intactos meu otimismo e alegria, os venezuelanos se contagiariam com esta força irresistível que vibra dentro de mim, e desta forma os ajudaria a perder o medo. Claro que a força que me acompanha não é própria, senão produto da fé e fruto da oração.
Entretanto, meu sacrifício não se compara com o do Cardeal Castillo Lara. Consta-me que durante aquela memorável homilia Sua Eminência decidiu se oferecer como vítima propiciatória, com a finalidade de pedir a Deus pela libertação da Venezuela. Com efeito, meses mais tarde Castillo Lara morreu, convencido de que seu sacrifício seria um benefício para nossa pátria.
O testemunho de Castillo Lara marcou minha vida e espero que inspire o mesmo sentimento em milhares de outros venezuelanos.
Este tipo de testemunho sublime de amor é o que salva as nações e as sociedades. O mais claro exemplo é a crucifixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, cuja entrega generosa causou tanto bem à humanidade. Jesus Cristo nos ensinou que o mal não se combate com outro mal, senão com o enorme poder do bem.
Em resumo, os venezuelanos devemos nos voltar para Deus, porém não só porque fazendo-o teremos a força e a sabedoria para derrotar o totalitarismo, mas porque viver junto a Deus é o último fim do ser humano e a fonte da verdadeira felicidade.
Queridos compatriotas venezuelanos: ao se aproximar o Natal, queria lhes propor uma reflexão profunda sobre o amor de Deus pelo homem ao Se encarnar no Menino Jesus, para viver junto conosco e para nos ensinar o caminho da caridade e da felicidade.
Aproveitemos estas festas natalinas para experimentar um sincero processo de conversão, para incrementar nosso amor pela pátria, e para fortalecer os vínculos familiares. Se regressamos a Deus, todos os demais problemas se resolverão por acréscimo.
Vivam este Natal em plenitude! Ponham confiança em Deus! Não tenham medo pelo futuro! Lembrem a promessa de Cristo! O Mal não prevalecerá!
Querido compatriotas venezuelanos: despeço-me desde meu "irmão cárcere" desejando-lhes um muito Feliz Natal e um Ano Novo cheio de alegria, liberdade e prosperidade.
Alejandro Peña Esclusa - Preso político
Presidente de Fuerza Solidaria e UnoAmérica
Tradução: Graça Salgueiro
ALEJANDRO PEÑA ESCLUSA | 16 DEZEMBRO 2010
INTERNACIONAL - AMÉRICA LATINA
INTERNACIONAL - AMÉRICA LATINA
Queridos compatriotas:
Ao se completar cinco meses de meu injusto encarceramento e ante a proximidade do Natal, queria delinear-lhes o seguinte:
O modelo castro-comunista que enfrentamos não é só um projeto político, senão uma cosmovisão do homem, da história e do universo. Trata-se de uma concepção materialista que se proclama acima de Deus e de Seus mandamentos, para impor arbitrariamente sua vontade.
Não se pode derrotar um modelo como este unicamente com receitas políticas, mas recorrendo a outra cosmovisão, de caráter transcendente e com um alto conteúdo espiritual. Usarei três exemplos para me explicar melhor:
Quando Hugo Chávez anuncia em cadeia nacional a expropriação de uma empresa ou de uma fazenda, não o faz somente para cumprir com os postulados do socialismo, mas porque parece sentir prazer causando dor aos legítimos donos.
Quando o oficialismo persegue com crueldade seus adversários, não o faz somente para neutralizar a oposição mas por que lhe agrada fazer suas vítimas sofrerem e, ao fazê-lo, infundir medo no resto da sociedade.
Quando o regime presenteia seus aliados estrangeiros com nossos recursos, não o faz só para comprar consciências, senão porque carece de sensibilidade humana, e pouco lhe importa que milhões de venezuelanos se vejam prejudicados, contanto que exporte seu modelo.
Em resumo, trata-se de um regime que não só pratica o mal consciente e deliberadamente, mas que goza fazendo-o.
Além disso, mente para justificar suas más ações, e é do conhecimento de todos que diz mentiras. Poder-se-ia dizer que trata-se de um projeto com "tendências satânicas" porque preenche estas condições: nega a existência de Deus, viola deliberadamente Seus mandamentos, carece de sensibilidade humana, desfruta fazendo o mal, e recorre à mentira.
Este projeto foi capaz de avançar porque encontrou um ambiente propício na Venezuela. Quarenta anos de bonança petroleira e de uma cultura baseada no materialismo e no consumismo, abriram uma enorme brecha no "escudo moral" de nossa sociedade.
Como conseqüência, o regime conseguiu infundir o medo para que as pessoas não se atrevam a lutar por seus direitos e, além disso, romper os vínculos de solidariedade para que cada um cuide de sobreviver por seu lado, sem se ocupar dos demais.
Em meio a estas circunstâncias, o cidadão comum carece das ferramentas adequadas para se defender, enquanto que a liderança política diminui porque pretende derrotar um projeto totalitário e perverso com as mesmas regras que regem uma democracia.
Surge a pergunta: o que fazer para sair deste grande aperto? Há cinco anos o Cardeal Castillo Lara explicou aos venezuelanos as características totalitárias do regime e delineou a solução.
Em 14 de janeiro de 2006, por motivo da Feira da Divina Pastora, Castillo Lara pronunciou uma homilia onde disse: "Encontramo-nos em uma situação de extrema gravidade como muito poucas em nossa história... todos os poderes estão praticamente nas mãos de uma pessoa só, que os exerce arbitrária e despoticamente, não para procurar o bem maior da nação mas para um torcido e anacrônico projeto político".
Em seguida, o Cardeal fez um acertado diagnóstico do por quê chegamos a esta difícil situação:"Nosso Senhor Jesus Cristo quis, talvez, nos dar uma dura lição por nossas infidelidades, por não ter sabido aproveitar os dons que Ele nos deu... e por não haver ajudado devidamente os mais necessitados e não ter vivido limpamente nossa fé cristã".
Finalmente, Castillo Lara estabeleceu qual seria a solução: "Nesta ocasião solene desejo propor-lhes que todo juntos peçamos fervorosamente à Divina Providência que salve a Venezuela".
Pedir a Deus e à Virgem que salvem a Venezuela não significa somente orar e esperar passivamente que ocorra um milagre, mas passar por um processo de conversão, e solicitar os dons e virtudes necessários para enfrentar um projeto "torcido" como o que nos governa.
Conversão significa meditar sobre nossos erros passados, propor-se a emendá-los e se dispor a fazer o bem. Significa reconciliar-se com Deus para que Ele transforme nossos "corações de pedra" em "corações de carne", a fim de que sejamos capazes de amar em plenitude e de nos sacrificarmos pelo bem comum.
Entre os dons e virtudes que Deus proporciona ao homem estão o amor à verdade, a solidariedade e generosidade para com o próximo, a valentia para vencer o medo, a fortaleza para suportar situações difíceis, e a sabedoria para saber como atuar.
Desde há vários anos tornou-se-me evidente que Chávez ordenaria meu encarceramento. Quando decidi por minha própria vontade vir à prisão, o fiz pondo minha confiança em Deus e no povo venezuelano. Quis fazê-lo para ensinar a meus compatriotas que não devemos cair na chantagem do medo, para mostrar-lhes que o calabouço não é a pior opção, porque infinitamente pior é vier humilhado e atemorizado.
Pensei que se podia permanecer no cárcere mantendo intactos meu otimismo e alegria, os venezuelanos se contagiariam com esta força irresistível que vibra dentro de mim, e desta forma os ajudaria a perder o medo. Claro que a força que me acompanha não é própria, senão produto da fé e fruto da oração.
Entretanto, meu sacrifício não se compara com o do Cardeal Castillo Lara. Consta-me que durante aquela memorável homilia Sua Eminência decidiu se oferecer como vítima propiciatória, com a finalidade de pedir a Deus pela libertação da Venezuela. Com efeito, meses mais tarde Castillo Lara morreu, convencido de que seu sacrifício seria um benefício para nossa pátria.
O testemunho de Castillo Lara marcou minha vida e espero que inspire o mesmo sentimento em milhares de outros venezuelanos.
Este tipo de testemunho sublime de amor é o que salva as nações e as sociedades. O mais claro exemplo é a crucifixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, cuja entrega generosa causou tanto bem à humanidade. Jesus Cristo nos ensinou que o mal não se combate com outro mal, senão com o enorme poder do bem.
Em resumo, os venezuelanos devemos nos voltar para Deus, porém não só porque fazendo-o teremos a força e a sabedoria para derrotar o totalitarismo, mas porque viver junto a Deus é o último fim do ser humano e a fonte da verdadeira felicidade.
Queridos compatriotas venezuelanos: ao se aproximar o Natal, queria lhes propor uma reflexão profunda sobre o amor de Deus pelo homem ao Se encarnar no Menino Jesus, para viver junto conosco e para nos ensinar o caminho da caridade e da felicidade.
Aproveitemos estas festas natalinas para experimentar um sincero processo de conversão, para incrementar nosso amor pela pátria, e para fortalecer os vínculos familiares. Se regressamos a Deus, todos os demais problemas se resolverão por acréscimo.
Vivam este Natal em plenitude! Ponham confiança em Deus! Não tenham medo pelo futuro! Lembrem a promessa de Cristo! O Mal não prevalecerá!
Querido compatriotas venezuelanos: despeço-me desde meu "irmão cárcere" desejando-lhes um muito Feliz Natal e um Ano Novo cheio de alegria, liberdade e prosperidade.
Alejandro Peña Esclusa - Preso político
Presidente de Fuerza Solidaria e UnoAmérica
Tradução: Graça Salgueiro
O Império ecológico e o totalitarismo planetário
OLAVO DE CARVALHO
O Império ecológico e o totalitarismo planetário
Sobre o livro de Pascal Bernardin, L’Empire écologique
por Charles Lagrave
Lectures Françaises, mars 1999.
Tradução de Olavo de Carvalho
Nota do Tradutor. — Como as conclusões do livro aqui comentado parecem aproximar-se em mais de um aspecto (se bem que não em todos) a algumas de O Jardim das Aflições(Rio, Diadorim, 1995), julguei que seria interessante reproduzir nesta homepage o artigo publicado em Lectures Françaises, revista que não está na Internet. — O. de C.
Nossos leitores lembram-se talvez de havermos explicado nestas crônicas (1), em diversas ocasiões, como estava em vias de operar-se o triunfo mundial do marxismo: o aparente deslocamento do campo comunista, fazendo cessar a oposição entre os dois blocos Leste e Oeste, permitiu a sua fusão num "liberal-socialismo" que nos leva diretamente a uma ditadura mundial. Essa síntese hegeliana não é o resultado de uma evolução natural, mas o resultado de uma manobra deliberada, preparada de longa data.
Alguns leitores talvez tenham pensado que exagerávamos, que a situação não era tão grave e que todas essas coisas eram bem inverossímeis. A esses — e aliás também aos demais — aconselho insistentemente comprar e ler o quanto antes o novo livro de Pascal Bernardin: L’Empire écologique ou la subversion de l’écologie par le mondialisme ("O império ecológico ou a subversão da ecologia pelo mundialismo", Éditions Notre-Dame des Grâces, 1998).
Na sua obra anterior, Machiavel pédagogue, o autor, apoiado em enorme massa de documentos oficiais, trazia-nos a prova de que um gigantesco empreendimento de lavagem cerebral vem se realizando no ensino, desde várias décadas, por meio das técnicas mais elaboradas de persuasão psicológica oculta. Do mesmo modo, no presente livro, ele estabelece, graças a uma documentação igualmente inatacável, que idêntico empreendimento de subversão das mentalidades está em ação sob a máscara da ecologia e que a convergência entre comunismo e capitalismo, que parece ter aproveitado somente a este último, é na verdade uma manobra cuidadosamente preparada para assegurar a perenidade da revolução, impondo ao mundo inteiro uma concepção totalitária do homem e da natureza. Esta revolução ideológica total desembocará por fim numa "espiritualidade global", isto é, numa nova civilização e numa nova religião que estarão a serviço de um socialismo absoluto e universal: o governo mundial.
A subversão pedagógica tem por objetivo "modificar os valores, as atitudes e os comportamentos, proceder a uma revolução psicológica, ética e cultural. Para chegar a isso, utilizam-se técnicas de manipulação psicológica e sociológica. Este processo, manifestamente revolucionário e totalitário, não encontra nenhuma resistência entre as elites, quer sejam de direita ou de esquerda. Concebido e conduzido por instituições internacionais, ele concerne ao conjunto do planeta, e muito raros são os países poupados. Ele inscreve-se no projeto mundialista de tomada do poder em escala global pelas organizações internacionais. Nesta perspectiva, os diversos governos nacionais não serão, ou já não são, senão simples executantes encarregados de aplicar as diretrizes que tenham sido determinadas em escalão mundial e de adaptá-las às condições locais, que, por outro lado, eles se esforçam para uniformizar" (2).
A difusão dessas técnicas de manipulação psicológica e sociológica no sistema educativo mundial não pode ser um fenômeno espontâneo, mas, ao contrário, é um trabalho "cuidadosamente planejado e rigorosamente executado" graças aos métodos desenvolvidos pelos soviéticos. "É certo que antes da perestroika os comunistas tinham criado as estruturas nacionais e internacionais que permitissem à revolução prosseguir por meios menos visíveis do que aqueles usados na sua fase bolchevique. Outra questão maior então surge imediatamente: pode essa estratégia ter sido aplicada em outros domínios? Ou ainda: que é, verdadeiramente, a perestroika? Um desmoronamento real do sistema comunista, sob a pressão de suas ‘contradições internas’, ou uma incrível virada estratégica elaborada cuidadosamente durante muitas décadas e executada magistralmente?(3)" A esta questão crucial, Bernardin responde, apoiado em textos irrefutáveis, eles mesmos "corroborados pelos acontecimentos sobrevindos após a queda do muro de Berlim, [...] que a perestroika foi um processo revolucionário de inspiração leninista e gramscista. Seu objetivo principal é portanto a tomada do poder em escala planetária. Nesta perspectiva, a convergência entre capitalismo e socialismo, que se realiza diante dos nossos olhos, não é senão uma etapa que deve conduzir à instauração de um governo mundial..." (4).
De fato, o verdadeiro pai da perestroika é o teórico comunista italiano Antonio Gramsci (1891-1937), o qual havia compreendido que a revolução bolchevique, querendo modificar em primeiro lugar as condições da vida econômica, era demasiado violenta para obter a aprovação de um consenso generalizado, e preconizava, em conseqüência, efetuar primeiro uma revolução ideológica, isto é, mudar antes de tudo as maneiras habituais de pensar. "Gramsci propõe realizar primeiro a instauração de uma nova civilização. Os meios que ele propõe parecem fracos, mas na verdade são muito poderosos. A revolução ideológica deve ser veiculada pelos intelectuais e por uma ditadura pedagógica. Deve ser feita em nome de imperativos éticos e respeitar a dignidade e os direitos do homem (isto é, utilizar métodos não-aversivos). [...] A revolução ecológica formará a ossatura das revoluções — ideológica, religiosa, ética e cultural — veiculadas pela ditadura pedagógica. As idéias de Gramsci são portanto indispensáveis para toda compreensão do mundialismo e da perestroika" (5).
O totalitarismo planetário
Após ter feito explodir sucessivamente tudo o que era cristão, primeiro a Igreja no século XVI, depois as monarquias católicas a partir de 1789, depois os impérios cristãos em 1918 e por fim as sociedades cristãs. a Revolução universal prepara-se para reunificar o mundo em torno de um novo paganismo que, como os paganismos antigos, constituirá uma camuflagem da religião do demônio (6). Os povos se rejubilarão de ter atingido a idade de ouro da humanidade enfim unificada, ao passo que terão de fato caído sob o poder daquele que é "mentiroso e homicida desde o princípio".
"A revolução ecológica em curso efetua a síntese entre o liberalismo, o comunismo e o ‘humanismo’ maçônico que se arraiga nos mistérios antigos e no culto da natureza. Ela permite lançar um olhar novo sob os dois fenômenos políticos maiores deste fim de século: a desaparição do comunismo e a emergência da Nova Ordem Mundial. Ela define-se como a convergência das forças revolucionárias anticristãs, que sobem ao assalto do último baluarte legado pela cristandade: a concepção inconsciente de Deus, do homem e do mundo que define o nosso quadro intelectual. Mais ainda que a revolução copernicana, essa mudança de paradigma (7) teria conseqüências infinitas. A antropologia cristã contrarrestava as tendências totalitárias de todo Estado, as quais, por definição, a perspectiva holística (8) enaltece. O totalitarismo será então declinado em todas as suas dimensões: primeiro a dimensão religiosa, depois as dimensões políticas e sociais. A destruição da antropologia cristã acrescentará ainda um obstáculo maior à busca da verdadeira fé: a perspectiva cristã se tornará estranha às gerações futuras. A destruição do comunismo e a aparição da Nova Ordem Mundial marcam portanto a emergência de um totalitarismo planetário inédito que muito deverá, no entanto, às concepções pagãs. É um episódio maior da guerra de religião que o paganismo move contra o cristianismo desde sua aparição" (9).
Esse totalitarismo planetário está programado para se estabelecer em nome do bem-estar da humanidade, sem provocar reação séria, pois quem desejaria lutar contra o bem? Ouçamos Gorbachov: "É minha convicção que a raça humana entrou num estágio em que todos somos dependentes uns dos outros. Nenhum país, nenhuma nação deveria ser considerada isoladamente das outras, ainda menos oposta às outras. Eis o que o nosso vocabulário comunista denominainternacionalismo, e isto significa nosso voto de promover os valores humanos universais" (10). Ora, como observa mui justamente Bernardin, "o interesse da humanidade substitui a ditadura do proletariado, mas o indivíduo continua sempre esmagado ou negado" (11).
A síntese dialética
Solve et coagula, dizem os iniciados para resumir sua estratégia: eles começam por destruir tudo o que lhes constitui obstáculo, em seguida passam a uma fase construtiva, não para restaurar o que abateram (mesmo se as aparências levam a crer nisso), mas para construir algo de radicalmente diferente. É esse movimento que Hegel sistematizou sob o nome de dialética: a tese é o que os iniciados querem destruir, a antítese são os meios utilizados para esse fim e a síntese é a nova construção estabelecida sobre as ruínas da antiga — construção que aliás é sempre provisória, pois o movimento da dialética não pode parar jamais. Com efeito, a Revolução é incapaz de atingir um estado de equilíbrio durável, de tanto que viola a natureza humana: seu triunfo quase absoluto, que chegará no fim dos tempos, será muito breve.
Bernardin dá-nos uma boa análise da atual síntese dialética destinada a alcançar uma falsa paz universal que não será senão uma ditadura assustadora: "A sociedade ainda cristã, tal como existia antes dos movimentos revolucionários, se organizava em torno de um princípio transcendente que lhe dava sua unidade tanto ‘nacional’ quanto ‘internacional’, se remontarmos à época em que toda a cristandade reconhecia a autoridade suprema do Papa. A luta das classes, aí, não era senão, no máximo, um elemento secundário. Vieram em seguida os movimentos revolucionários, culminando com o comunismo que exacerbou o antagonismo de classes no interior das nações e dividiu o mundo em dois blocos inimigos. Ele forneceu a antítese, uma sociedade atéia e fragmentada na qual, em vez de procurar melhorar verdadeiramente a condição operária, se eliminou a burguesia ou pelo menos se alimentou o ódio em relação a ela. A síntese desses dois momentos é a perestroika (e o mundialismo) que, renunciando a à luta de classes para tender na direção de um ‘Estado de todo o povo’, quer recriar uma sociedade unificada, interiormente e exteriormente, tanto no nível nacional quanto na escala internacional. Mas, a meio caminho, no curso desse processo dialético, perderam-se a cristandade e Deus... Temos aqui um exemplo típico daquilo que se deve chamar, malgrado todos os legítimos argumentos teológicos opostos, a dialética do bem e do mal. Uma situação má, no caso a divisão das sociedades e do planeta, é provocada pelos revolucionários (antítese). As tensões nacionais e internacionais que ela engendra clamam por um retorno ao bem, à unidade social e ao apaziguamento dos conflitos internacionais. Mas a síntese proposta sob o disfarce de retorno à normalidade, e que busca efetivamente voltar à unidade social, não é de maneira alguma semelhante à situação inicial: o mundialismo e o ‘Estado de todo o povo’ não são senão a forma mais completa e acabada do totalitarismo integral. Trocou-se a unidade social pelo totalitarismo, a unidade pela totalidade" (12).
Esse totalitarismo tem por objetivo despojar o homem de sua dignidade de criatura de Deus e torná-lo pura e simplesmente um animal:
"Desembaraçadas dos últimos resíduos de cristianismo as mentalidades, será então possível voltar ao culto da Terra — sob uma forma modernizada, naturalmente. A ecologia se tornará o princípio organizador da futura civilização, sobre o qual se edificará a espiritualidade global, pura negação da graça e do sobrenatural cristão, retorno ao eterno naturalismo, ao paganismo. Pois, uma vez efetuada essa mudança de paradigma, uma vez decaído o homem de sua dignidade de ente criado e desejado pelo próprio Deus, o indivíduo necessariamente desaparece por trás da coletividade, cujo assentamento ecológico é o que mais importa conservar: a Terra, então elevada ao nível de Deusa-mãe. As conseqüências desse rebaixamento então se desdobram, inelutáveis: totalitarismo, eutanásia, eugenismo, aborto, etc. A oposição dos ecologistas não poderá impedir que o homem, rebaixado ao nível dos animais, sofra também ele manipulações genéticas e clonagem" (13).
Dada a importância da obra, voltaremos a falar de L’Empire écologique, mas desde já podemos dizer aos leitores que, se tiverem de comprar não mais de um livro em 1999, será preciso absolutamente que seja esse. A obra de Bernardin, pela sua amplitude, ultrapassa em medida bem vasta os assuntos que citamos; seu conjunto constitui uma admirável demonstração, magistralmente sustentada, do objetivo que o autor se propôs: "descrever a etapa atual da Revolução, que deve desembocar na edificação do Império ecológico, da Cidade terrestre; e mostrar como esta, querendo se elevar até o céu, busca realizar neste mundo a Cidade celeste" (14). Nós, cristãos, bem sabemos que é impossível restabelecer o paraíso terrestre, mas que, em contrapartida, o inferno terrestre é sempre, e a qualquer momento, perfeitamente realizável. Que Deus, em Sua misericórdia, se digne de nos poupar essa provação, ou pelo menos de encurtá-la o mais possível!
Ch. Lagrave
NOTAS
- O autor refere-se à coluna "Réflexions sur la Politique" que escreve mensalmente em Lectures Françaises. [N. do T.]
- Pascal Bernardin, L’Empire écologique, p. 8.
- Id., p. 9.
- Ibid., p. 69.
- Ibid., pp. 54-55.
- "Os deuses dos pagãos são demônios", escrevia São Paulo.
- A palavra paradigma é aqui tomada no sentido de "maneira habitual de ver as coisas".
- Holístico ou holista é adaptação de uma palavra inglesa que significaglobal. O princípio holista implica especialmente a unidade dos contraditórios, o que destrói o fundamento mesmo de todo pensamento lógico. Aplicado à sociedade, esse princípio nega o indivíduo e não leva em consideração senão a comunidade, tal como numa formigueira ou cupinzeiro.
- Ibid., p. 12.
- Cit. ibid., p. 62.
- Ibid., p. 61.
- Ibid., pp. 63-64.
- Ibid., p. 573.
- Ibid., p. 570.
Material didático contra homofobia mostra adolescente que virou travesti
CORREIO BRAZILIENSE
Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.
Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.
O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.
O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.
O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”
Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.
O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.
Publicação: 24/11/2010 09:26 Atualização:
Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.
Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.
O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.
O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.
O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”
Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.
O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.
MENTES MORTÍFERAS II
VIVERDENOVO
QUINTA-FEIRA, 16 DE DEZEMBRO DE 2010
Por Arlindo Montenegro
A advertência de um amigo, teimoso leitor e colaborador deste blog, indicou a necessidade de mais esclarecimentos sobre as “mentes mortíferas”. Esta e outras manifestações, expõem a visceral ausência de metodologia deste blogueiro, no exercício de gerar textos curtos com o máximo de informação, citando as fontes e documentos, que fundamentam conclusões parciais, sobre temas tão importantes, quanto pouco conhecidos.
Desconhecidos por serem sabotados, mantidos na espiral do silêncio, descartados das pautas da mídia e ausentes dos textos escolares. São temas indigestos para os governantes do topo do mundo. Desconhecidos porque forçam a reflexão sobre a essência da vida, bem como a mecânica das relações entre pessoas e o estado, ou melhor entre as pessoas e seus governantes, líderes intelectuais, chefes e manipuladores da propaganda que induz a opinião pública.
O tenis, o carro, a viagem, o crédito fácil e individamento compulsório das pessoas e nações, modismos e opiniões, imagens como McDonalds, Mercedes Benz, Coca Cola, filmes como Avatar, atrizes desnudas, atores andróginos, bebidas, perfumes, carregam símbolos específicos, mensagens subliminarares e são amplamente divulgados sem censura. Os bastidores da história, não! Critérios secretos determinam versões maquiadas.
O orçamento da propaganda estatal é a galinha dos ovos de ouro dos profissionais que convencem os moucos sobre a “excelência” das decisões insensatas dos governantes. Convencem que a vacina “obrigatória” é benéfica para a saúde; convencem que o estado tem o dever de escolher os temas da educação de filhos, contra a cultura tradicional dos pais; que mais impostos serão aplicados em benefícios que nunca aparecem... que tal empresa ou tal banco preocupa-se com o bem estar do cliente...
O financiamento que sustentou a revolução soviética, cuja teoria de elaboração amadurecia desde os tempos da revolução francesa, saiu dos cofres de empresas e bancos, propriedade dos herdeiros das famílias de casta real que se espalharam pelas Europas e daqueles pioneiros que atravessaram o atlântico para colonizar a “Nova Inglaterra” = Estados Unidos da América do Norte após a independência política, que até há pouco, supunha-se, também significava independência econômica.
As fortunas e melhores oportunidades de negócios, concentradas entre familiares e amigos, seguiram a trilha dos mais sábios e bem informados, os Illuminati (século XVII), que derivaram para a formação de centros de estudos diversos, tanto científicos como esotéricos: maçonarias, grupos de exploradores coloniais, grupos fechados de investimento, todos com autoridade suficiente para controlar a economia, finanças, ciências, poder militar, policial e político.
Todos inter-relacionados e financiados por um núcleo duro, como demonstrado por Antony Sutton, corroborado por pesquisadores como Eugene Eustace, Caroll Quingley, D.A.Rivera, Edward Griffin e outros, satanizados pelo sistema de poder empresarial-bancário, controlador de todas as economias mundiais, o mesmo poder que financiava Trotsky nos EUA e Lenin no exílio, antes da revolução bolchevique.
O mesmo que estabeleceu o primeiro banco com a chancela dos Rotschild na Russia, para sustentar a Nova Política Econômica de Lenin e plantar a estrutura industrial dos soviéticos: navios com motores americanos, aviões com motores de propulsão rols royce, caminhões e tanques com tecnologia da ford, tecnologia e equipamentos de patente americana, vendidos para desenvolver a industria bélica e atômica, com aval do governo americano.
Todas as políticas e compadrios com o objetivo superior e estratégico de alcançar a nova ordem mundial num futuro, que é hoje, agora, depois que espalharam drogas e venenos lentos que chegam na água, nos alimentos e pelo próprio ar que respiramos. Depois que espalharam os modismos culturais que viciam os “rebeldes” enredados nos labirintos do consumo.
São tantas e tão diversificadas as áreas de atuação estratégica, são tão continuadas e disfarçadas com rótulos de “ajuda”, “cooperação”, “paz mundial”, “solidariedade”, “intercâmbio estudantil”, “intercambio cultural”, que os néscios aplaudem, utilizam e são fisgados pelas iscas ideológicas, vendendo a alma ao diabo e a liberdade ao estado e ao partido.
Os que controlam a economia mundial hoje, financiaram a aventura soviética que durante 70 anos dizimou mais vidas que qualquer outro evento histórico – evidência mantida em silêncio até hoje, verdade inconveniente documentada – e que perdura: é atual na Africa, na Colômbia, no Afeganistão, na reconstrução da União Soviética com nova face, que os da KGB perseguem, nos países do Foro de São Paulo “recuperando o que foi perdido com a queda do muro de Berlim”.
Os que controlam a economia mundial hoje, financiaram a “aventura” nazista, através dos seus bancos e empresas como a GE, ITT, Standard Oil e assessores. Bem por isto, militares e cientistas da Alemanha nazista, foram recrutados pelo governo americano, sem o conhecimento dos americanos. Para a tropa fiel, a intenção era de ajuda para conter os comunistas. O vídeo anexo dá alguns detalhes.
Hoje sabemos que os partidos comunistas da América Latina enviavam seus agentes para treinamento político e militar na União Soviética, sabemos que os nazistas se espalharam pela América do Sul: Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, são exemplos disso. Tudo incluído num só projeto secreto, hoje escancarado, em parte graças à internet.
QUINTA-FEIRA, 16 DE DEZEMBRO DE 2010
Por Arlindo Montenegro
A advertência de um amigo, teimoso leitor e colaborador deste blog, indicou a necessidade de mais esclarecimentos sobre as “mentes mortíferas”. Esta e outras manifestações, expõem a visceral ausência de metodologia deste blogueiro, no exercício de gerar textos curtos com o máximo de informação, citando as fontes e documentos, que fundamentam conclusões parciais, sobre temas tão importantes, quanto pouco conhecidos.
Desconhecidos por serem sabotados, mantidos na espiral do silêncio, descartados das pautas da mídia e ausentes dos textos escolares. São temas indigestos para os governantes do topo do mundo. Desconhecidos porque forçam a reflexão sobre a essência da vida, bem como a mecânica das relações entre pessoas e o estado, ou melhor entre as pessoas e seus governantes, líderes intelectuais, chefes e manipuladores da propaganda que induz a opinião pública.
O tenis, o carro, a viagem, o crédito fácil e individamento compulsório das pessoas e nações, modismos e opiniões, imagens como McDonalds, Mercedes Benz, Coca Cola, filmes como Avatar, atrizes desnudas, atores andróginos, bebidas, perfumes, carregam símbolos específicos, mensagens subliminarares e são amplamente divulgados sem censura. Os bastidores da história, não! Critérios secretos determinam versões maquiadas.
O orçamento da propaganda estatal é a galinha dos ovos de ouro dos profissionais que convencem os moucos sobre a “excelência” das decisões insensatas dos governantes. Convencem que a vacina “obrigatória” é benéfica para a saúde; convencem que o estado tem o dever de escolher os temas da educação de filhos, contra a cultura tradicional dos pais; que mais impostos serão aplicados em benefícios que nunca aparecem... que tal empresa ou tal banco preocupa-se com o bem estar do cliente...
O financiamento que sustentou a revolução soviética, cuja teoria de elaboração amadurecia desde os tempos da revolução francesa, saiu dos cofres de empresas e bancos, propriedade dos herdeiros das famílias de casta real que se espalharam pelas Europas e daqueles pioneiros que atravessaram o atlântico para colonizar a “Nova Inglaterra” = Estados Unidos da América do Norte após a independência política, que até há pouco, supunha-se, também significava independência econômica.
As fortunas e melhores oportunidades de negócios, concentradas entre familiares e amigos, seguiram a trilha dos mais sábios e bem informados, os Illuminati (século XVII), que derivaram para a formação de centros de estudos diversos, tanto científicos como esotéricos: maçonarias, grupos de exploradores coloniais, grupos fechados de investimento, todos com autoridade suficiente para controlar a economia, finanças, ciências, poder militar, policial e político.
Todos inter-relacionados e financiados por um núcleo duro, como demonstrado por Antony Sutton, corroborado por pesquisadores como Eugene Eustace, Caroll Quingley, D.A.Rivera, Edward Griffin e outros, satanizados pelo sistema de poder empresarial-bancário, controlador de todas as economias mundiais, o mesmo poder que financiava Trotsky nos EUA e Lenin no exílio, antes da revolução bolchevique.
O mesmo que estabeleceu o primeiro banco com a chancela dos Rotschild na Russia, para sustentar a Nova Política Econômica de Lenin e plantar a estrutura industrial dos soviéticos: navios com motores americanos, aviões com motores de propulsão rols royce, caminhões e tanques com tecnologia da ford, tecnologia e equipamentos de patente americana, vendidos para desenvolver a industria bélica e atômica, com aval do governo americano.
Todas as políticas e compadrios com o objetivo superior e estratégico de alcançar a nova ordem mundial num futuro, que é hoje, agora, depois que espalharam drogas e venenos lentos que chegam na água, nos alimentos e pelo próprio ar que respiramos. Depois que espalharam os modismos culturais que viciam os “rebeldes” enredados nos labirintos do consumo.
São tantas e tão diversificadas as áreas de atuação estratégica, são tão continuadas e disfarçadas com rótulos de “ajuda”, “cooperação”, “paz mundial”, “solidariedade”, “intercâmbio estudantil”, “intercambio cultural”, que os néscios aplaudem, utilizam e são fisgados pelas iscas ideológicas, vendendo a alma ao diabo e a liberdade ao estado e ao partido.
Os que controlam a economia mundial hoje, financiaram a aventura soviética que durante 70 anos dizimou mais vidas que qualquer outro evento histórico – evidência mantida em silêncio até hoje, verdade inconveniente documentada – e que perdura: é atual na Africa, na Colômbia, no Afeganistão, na reconstrução da União Soviética com nova face, que os da KGB perseguem, nos países do Foro de São Paulo “recuperando o que foi perdido com a queda do muro de Berlim”.
Os que controlam a economia mundial hoje, financiaram a “aventura” nazista, através dos seus bancos e empresas como a GE, ITT, Standard Oil e assessores. Bem por isto, militares e cientistas da Alemanha nazista, foram recrutados pelo governo americano, sem o conhecimento dos americanos. Para a tropa fiel, a intenção era de ajuda para conter os comunistas. O vídeo anexo dá alguns detalhes.
Hoje sabemos que os partidos comunistas da América Latina enviavam seus agentes para treinamento político e militar na União Soviética, sabemos que os nazistas se espalharam pela América do Sul: Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, são exemplos disso. Tudo incluído num só projeto secreto, hoje escancarado, em parte graças à internet.
Chegaram as tropas de Evo Morales
HEITOR DE PAOLA
Carlos Manuel Acuña
Desde há muito tempo falamos da presença de militares e outros elementos venezuelanos para realizar tarefas de organização extremista. Seu objetivo consiste em captar ideologicamente setores populares, prepará-los para se relacionar entre si de maneira organizada e orientá-los ao reclamo e à exigência. Agora essas tropas não só chegaram, como puseram em marcha um projeto ainda indefinido porém de perfis “bolivarianos”, quer dizer, um simples “progressismo” que pode se exteriorizar de diversas maneiras, a qualquer momento e em distintos lugares.
Como esta tarefa se realiza em diversos níveis, uns sessenta oficiais chavistas chegaram munidos de propaganda, para se apresentar ao exame de ingresso na Escola de Guerra do Exército Argentino, onde o intercâmbio de estudantes militares com outros países nunca superava o número de dois, eleitos por suas qualidades. Os sessenta venezuelanos prestaram exame porém foram reprovados e embarcados de volta em um avião para seu país. Entretanto, - oh! surpresa! - apenas chegaram em Caracas ordenaram-lhes reembarcar e voltar de imediato para Buenos Aires. Uma vez aqui e dentro de um regime privilegiado de um especial favoritismo, foram anotados e aceitos para participar dos cursos da Escola de Guerra. Para eles se estabeleceu que não deviam prestar exame mas sim concretizar um mínimo de presença para serem aprovados nas matérias e obter o diploma. A presença consistiu sempre em deixar constância de sua concorrência porém não de sua imediata reserva, pois suas obrigações eram muito diferentes.
Assim, estes jovens e politizados militares que já tinham - e têm - assegurado o ansiado título de Oficiais de Estado Maior, saíam - e estão - às ruas para fazer “contatos sociais”, estudar o terreno, avaliar as condições políticas daqueles com quem começavam a trabalhar e fazer amizade, e se preparar para um futuro próximo. Agora esse futuro chegou, graças à colaboração de Evo Morales, outro partidário do curioso “Socialismo do Século XXI”, que coordena desde a Bolívia alguns movimentos por demais notáveis. O primeiro foi selecionar grupos humanos, famílias mais necessitadas que são enviadas em contingentes mais ou menos importantes e a diversos pontos da Argentina, com a promessa de receber uma parcela de terra, meios para construção de residências e algum dinheiro para as primeiras necessidades. Não é muito - uns 1.000 pesos que poderão aumentar segundo as circunstâncias -, porém o mais importante é que receberão algo mais apetitoso: documentos de identidade para todo o grupo familiar. Desta maneira, se lhes facilitaria o acesso à educação dos filhos mas principalmente e gratuitamente, os centros de saúde que, diga-se de passagem, já estão repletos destes estrangeiros.
A invasão silenciosa avançou ao longo dos meses, as instruções que receberam é que a única obrigação seria a de votar nas próximas eleições e acatar, para esse efeito, as indicações dos ponteiros já estabelecidos. Com o passar dos meses, esta invasão calada e só perceptível para o olho vivo dos que conhecem e percorrem os conjuntos habitacionais, expandiu seus braços, chegou até as vilas de emergência que rodeiam a Capital Federal, transferiram-se permanentemente para outras cidades e se dispuseram a realizar o trabalho político que era seu único compromisso. Podiam obter trabalho - os bolivianos são reconhecidos trabalhadores na construção, obras viárias e cultivo de hortaliças, dentre outras capacidades -, mas chegado o momento das mobilizações deviam, aprontados pela metade, acompanhar as exteriorizações que lhes indicariam seus chefes.
Villa Soldati marcou o ponto do começo. Ocuparam o Parque Indoamericano na forma conhecida, seus porta-vozes surgiram para representá-los com habilidade, pois em alguns casos pareciam jovens bem preparados que utilizavam palavras de acordo com o tom idiomático local e, inclusive, com certos defeitos que eram expressados em público mas não em privado. Por isso, a Polícia Federal Argentina, que já começou a ser perseguida como são as Forças Armadas, antecipou às autoridades que não estava em condições de reprimir - reprimir, essa palavra exata que o dicionário e os Códigos dispõem - e recomendava o concurso da Gendarmería Nacional para enfrentar uma possível escalada de reclamos sociais. Em apenas uma palavra: violência.
Os fatos falam por si sós. A Gendarmería foi retirada das fronteiras enquanto os contrabandistas e narco-traficantes esfregam as mãos com alegria. Pôs boa parte de seus recursos materiais para atender o extraordinário caso de Villa Martelli, onde o governo cumpriu o pacto não-escrito - mas conversado entre Cristina Fernández de Kirchner e Evo Morales - e se dispôs a proteger estes estrangeiros que invadiram terrenos públicos e parques. Assim ficou aberta a possibilidade de que eventos similares se concretizem em praças e parques como Palermo, e os principais espaços públicos que impedirão os habituais passeios dos portenhos.
Porém, como tudo sai mal para este governo, perdeu-se o controle da invasão territorial. É possível que os ensinamentos dos instrutores venezuelanos chavistas não tenham contemplado a possibilidade de que os vizinhos, simples cidadãos comuns, expressassem sua indigestão mediante uma resistência ativa que até agora não se expressou em sua totalidade. De todo modo, a avaliação foi posta na cena. Em sua incapacidade, o governo não reagiu por um lapso de tempo demasiado extenso que facilitou o crescimento das tensões, e depois o apedrejamento e as pauladas foram superados pelos disparos das armas de fogo. O conflito ficou instalado e à Gendarmería deram-lhe o papel de resguardar os invasores, curiosidade única no mundo civilizado. O caso permitiu exteriorizações interessantes. Por um lado, pôs em evidência que se quis afetar a imagem política de Mauricio Macre que, além disso, tem na zona um importante baluarte eleitoral. Por outro lado, que integrantes de uma pequena vila de emergência localizada nas proximidades da Escola de Polícia, se aliaram espontaneamente com os vizinhos e tomaram parte ativa no rechaço aos invasores. Em outros círculos, os políticos por exemplo, surgiram as clássicas declarações, embora desta vez, uma contida sensação de alarme se evidenciou acima da prudência - vamos chamá-la assim - e entretanto se avistaram as mudanças, algumas das quais já se concretizaram. Horacio Verbitsky, o agente de inteligência experiente nestes misteres e responsável por mortes, começou a mover os fios para afiançar seu poder e estabelecer uma orientação que contradiz o aparentemente moderado rumo que a Casa Rosada está empenhada em adotar com vistas às eleições... e nada mais do que para isso.
Há muito, e inutilmente, começamos a falar da nova Guerra Social que se vislumbrava. Depois escrevemos sobre as Guerra Molecular e outras denominações concorrentes que hoje são motivo de estudo no mundo, menos na Argentina. Os integrantes desse conflito que disparou novas ações de enfrentamento, algumas sutis e outras violentas, são sempre os mesmos: elementos quase descartáveis da sociedade marcados pela pobreza e os dirigentes deste processo que são jovens universitários e dirigentes de partidos minoritários e minúsculos, circunstância que querem dissimular com o conteúdo de suas declarações. Tudo está em marcha e as maiorias que rechaçam - ao menos entre nós - estas tentativas de modificar a sociedade, seus valores, sua cultura e sua história, são postas de lado e lhes tiram os instrumentos para se expressar, um tema sobre o qual deveremos voltar a falar.
Porém, continuemos com os perigos depois dos mortos de Villa Martelli. No momento as tensões, o temor e a cólera dos vizinhos afetados, é similar à que existe nas Forças Policiais degradadas por ter atuado como lhes corresponde. Isto não é novo e terá inúmeros componentes. Por exemplo, apressam-se as sentenças contra militares, cujo conteúdo foi redigido com bastante antecedência ao desenvolvimento dos julgamentos. Inventam-se delitos imaginários para comprometer mais oficiais e sub-oficiais. Procura-se apressar este trabalho que mescla o ideologismo, a vingança e a prevaricação para encontrar datas emblemáticas para o anúncio das condenações. Haverá policiais presos e talvez gendarmes no futuro próximo. Tudo indica que este será um fim de ano mais que movimentado e que em meio ao calor do verão, se manifestará a todo vapor.
Fonte: Informador Público
Tradução: Graça Salgueiro
Carlos Manuel Acuña
Desde há muito tempo falamos da presença de militares e outros elementos venezuelanos para realizar tarefas de organização extremista. Seu objetivo consiste em captar ideologicamente setores populares, prepará-los para se relacionar entre si de maneira organizada e orientá-los ao reclamo e à exigência. Agora essas tropas não só chegaram, como puseram em marcha um projeto ainda indefinido porém de perfis “bolivarianos”, quer dizer, um simples “progressismo” que pode se exteriorizar de diversas maneiras, a qualquer momento e em distintos lugares.
Como esta tarefa se realiza em diversos níveis, uns sessenta oficiais chavistas chegaram munidos de propaganda, para se apresentar ao exame de ingresso na Escola de Guerra do Exército Argentino, onde o intercâmbio de estudantes militares com outros países nunca superava o número de dois, eleitos por suas qualidades. Os sessenta venezuelanos prestaram exame porém foram reprovados e embarcados de volta em um avião para seu país. Entretanto, - oh! surpresa! - apenas chegaram em Caracas ordenaram-lhes reembarcar e voltar de imediato para Buenos Aires. Uma vez aqui e dentro de um regime privilegiado de um especial favoritismo, foram anotados e aceitos para participar dos cursos da Escola de Guerra. Para eles se estabeleceu que não deviam prestar exame mas sim concretizar um mínimo de presença para serem aprovados nas matérias e obter o diploma. A presença consistiu sempre em deixar constância de sua concorrência porém não de sua imediata reserva, pois suas obrigações eram muito diferentes.
Assim, estes jovens e politizados militares que já tinham - e têm - assegurado o ansiado título de Oficiais de Estado Maior, saíam - e estão - às ruas para fazer “contatos sociais”, estudar o terreno, avaliar as condições políticas daqueles com quem começavam a trabalhar e fazer amizade, e se preparar para um futuro próximo. Agora esse futuro chegou, graças à colaboração de Evo Morales, outro partidário do curioso “Socialismo do Século XXI”, que coordena desde a Bolívia alguns movimentos por demais notáveis. O primeiro foi selecionar grupos humanos, famílias mais necessitadas que são enviadas em contingentes mais ou menos importantes e a diversos pontos da Argentina, com a promessa de receber uma parcela de terra, meios para construção de residências e algum dinheiro para as primeiras necessidades. Não é muito - uns 1.000 pesos que poderão aumentar segundo as circunstâncias -, porém o mais importante é que receberão algo mais apetitoso: documentos de identidade para todo o grupo familiar. Desta maneira, se lhes facilitaria o acesso à educação dos filhos mas principalmente e gratuitamente, os centros de saúde que, diga-se de passagem, já estão repletos destes estrangeiros.
A invasão silenciosa avançou ao longo dos meses, as instruções que receberam é que a única obrigação seria a de votar nas próximas eleições e acatar, para esse efeito, as indicações dos ponteiros já estabelecidos. Com o passar dos meses, esta invasão calada e só perceptível para o olho vivo dos que conhecem e percorrem os conjuntos habitacionais, expandiu seus braços, chegou até as vilas de emergência que rodeiam a Capital Federal, transferiram-se permanentemente para outras cidades e se dispuseram a realizar o trabalho político que era seu único compromisso. Podiam obter trabalho - os bolivianos são reconhecidos trabalhadores na construção, obras viárias e cultivo de hortaliças, dentre outras capacidades -, mas chegado o momento das mobilizações deviam, aprontados pela metade, acompanhar as exteriorizações que lhes indicariam seus chefes.
Villa Soldati marcou o ponto do começo. Ocuparam o Parque Indoamericano na forma conhecida, seus porta-vozes surgiram para representá-los com habilidade, pois em alguns casos pareciam jovens bem preparados que utilizavam palavras de acordo com o tom idiomático local e, inclusive, com certos defeitos que eram expressados em público mas não em privado. Por isso, a Polícia Federal Argentina, que já começou a ser perseguida como são as Forças Armadas, antecipou às autoridades que não estava em condições de reprimir - reprimir, essa palavra exata que o dicionário e os Códigos dispõem - e recomendava o concurso da Gendarmería Nacional para enfrentar uma possível escalada de reclamos sociais. Em apenas uma palavra: violência.
Os fatos falam por si sós. A Gendarmería foi retirada das fronteiras enquanto os contrabandistas e narco-traficantes esfregam as mãos com alegria. Pôs boa parte de seus recursos materiais para atender o extraordinário caso de Villa Martelli, onde o governo cumpriu o pacto não-escrito - mas conversado entre Cristina Fernández de Kirchner e Evo Morales - e se dispôs a proteger estes estrangeiros que invadiram terrenos públicos e parques. Assim ficou aberta a possibilidade de que eventos similares se concretizem em praças e parques como Palermo, e os principais espaços públicos que impedirão os habituais passeios dos portenhos.
Porém, como tudo sai mal para este governo, perdeu-se o controle da invasão territorial. É possível que os ensinamentos dos instrutores venezuelanos chavistas não tenham contemplado a possibilidade de que os vizinhos, simples cidadãos comuns, expressassem sua indigestão mediante uma resistência ativa que até agora não se expressou em sua totalidade. De todo modo, a avaliação foi posta na cena. Em sua incapacidade, o governo não reagiu por um lapso de tempo demasiado extenso que facilitou o crescimento das tensões, e depois o apedrejamento e as pauladas foram superados pelos disparos das armas de fogo. O conflito ficou instalado e à Gendarmería deram-lhe o papel de resguardar os invasores, curiosidade única no mundo civilizado. O caso permitiu exteriorizações interessantes. Por um lado, pôs em evidência que se quis afetar a imagem política de Mauricio Macre que, além disso, tem na zona um importante baluarte eleitoral. Por outro lado, que integrantes de uma pequena vila de emergência localizada nas proximidades da Escola de Polícia, se aliaram espontaneamente com os vizinhos e tomaram parte ativa no rechaço aos invasores. Em outros círculos, os políticos por exemplo, surgiram as clássicas declarações, embora desta vez, uma contida sensação de alarme se evidenciou acima da prudência - vamos chamá-la assim - e entretanto se avistaram as mudanças, algumas das quais já se concretizaram. Horacio Verbitsky, o agente de inteligência experiente nestes misteres e responsável por mortes, começou a mover os fios para afiançar seu poder e estabelecer uma orientação que contradiz o aparentemente moderado rumo que a Casa Rosada está empenhada em adotar com vistas às eleições... e nada mais do que para isso.
Há muito, e inutilmente, começamos a falar da nova Guerra Social que se vislumbrava. Depois escrevemos sobre as Guerra Molecular e outras denominações concorrentes que hoje são motivo de estudo no mundo, menos na Argentina. Os integrantes desse conflito que disparou novas ações de enfrentamento, algumas sutis e outras violentas, são sempre os mesmos: elementos quase descartáveis da sociedade marcados pela pobreza e os dirigentes deste processo que são jovens universitários e dirigentes de partidos minoritários e minúsculos, circunstância que querem dissimular com o conteúdo de suas declarações. Tudo está em marcha e as maiorias que rechaçam - ao menos entre nós - estas tentativas de modificar a sociedade, seus valores, sua cultura e sua história, são postas de lado e lhes tiram os instrumentos para se expressar, um tema sobre o qual deveremos voltar a falar.
Porém, continuemos com os perigos depois dos mortos de Villa Martelli. No momento as tensões, o temor e a cólera dos vizinhos afetados, é similar à que existe nas Forças Policiais degradadas por ter atuado como lhes corresponde. Isto não é novo e terá inúmeros componentes. Por exemplo, apressam-se as sentenças contra militares, cujo conteúdo foi redigido com bastante antecedência ao desenvolvimento dos julgamentos. Inventam-se delitos imaginários para comprometer mais oficiais e sub-oficiais. Procura-se apressar este trabalho que mescla o ideologismo, a vingança e a prevaricação para encontrar datas emblemáticas para o anúncio das condenações. Haverá policiais presos e talvez gendarmes no futuro próximo. Tudo indica que este será um fim de ano mais que movimentado e que em meio ao calor do verão, se manifestará a todo vapor.
Fonte: Informador Público
Tradução: Graça Salgueiro
Google CEO Eric Schmidt: questionar o alarmismo climático é criminal. Lógico, Eric é um doente mental.
“Tem gente que no meu ponto de vista duvida criminalmente da ciência.” “Concordo ‒ acrescentou James Cameron ‒ criminalmente. Gente, nós temos que evoluir mentalmente e filosoficamente para algo que nunca existiu antes. Nós precisamos nos transformar num povo tecno-indígena da Terra toda, não de um Estado, mas de um planeta”. (Sillicon Valley, oct 2010)
Cavaleiro: vejam o senhor Cameron, o HIPÓCRITA criador dos Smurfs gigantes:
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Cristãos donos de casa de hóspedes podem estar sendo vítimas de armação de ativistas homossexuais
JULIO SEVERO
16 de dezembro de 2010
Martyn Hall e seu parceiro civil Steven Preddy, que fizeram a reserva por meio de contato telefônico em setembro e tiveram uma recusa de quarto quando revelaram que eram homossexuais, estão afirmando que as normas são discriminatórias e estão requerendo 5 mil libras por danos. Os Bulls estão argumentando que deveriam ter liberdade de agir conforme suas convicções religiosas cristãs que eles seguem em seus negócios. A casa de hóspedes é também o lar do casal Bull.
16 de dezembro de 2010
Hilary White
BRISTOL, Inglaterra, 13 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Evidências dadas num tribunal municipal de Bristol hoje indicaram que um casal cristão, que é dono de uma casa de hóspedes em Cornwall, pode estar sendo vítima de uma operação armada por um grupo de militantes homossexuais. Peter e Hazelmary Bull estão sendo processados por uma dupla de homens homossexuais por causa das normas deles de não permitirem que duas pessoas não casadas ocupem o quarto de casal em sua casa de hóspedes.
Martyn Hall e seu parceiro civil Steven Preddy, que fizeram a reserva por meio de contato telefônico em setembro e tiveram uma recusa de quarto quando revelaram que eram homossexuais, estão afirmando que as normas são discriminatórias e estão requerendo 5 mil libras por danos. Os Bulls estão argumentando que deveriam ter liberdade de agir conforme suas convicções religiosas cristãs que eles seguem em seus negócios. A casa de hóspedes é também o lar do casal Bull.
No tribunal hoje, Bernie Quinn, um empregado na casa de hóspedes, insinuou que o caso inteiro foi deliberadamente orquestrado por Preddy e Hall com o apoio do grupo homossexual de pressão política Stonewall.
Quinn testificou que Stonewall estava ciente das normas da casa de hóspedes e havia escrito para os Bulls um mês antes “aconselhando-os” a mudar suas normas ou enfrentar possíveis ações legais sob a nova legislação de igualdade. Quinn disse que horas antes de Preddy fazer a reserva por telefone em setembro de 2008 ele (Quinn) havia falado com uma “Sra. Preddy” com relação a um quarto de casal.
A advogada dos gays queixantes, Catherine Casserley, perguntou ao Sr. Quinn: “Você está sugerindo que esse processo foi uma armação?”
O Sr. Quinn concordou e disse: “Isso não está fora das possibilidades. Tudo o que tenho como prova é a ligação telefônica. Não posso presumir por eles quais foram ou não as motivações deles. Presumi, recordando da ligação telefônica, que estávamos esperando um casal homem e mulher e o que chegou aqui foram dois cavalheiros”.
As despesas legais dos dois homens homossexuais estão sendo pagas pela Comissão de Igualdade e Direitos Humanos, entidade sustentada pelos cidadãos que pagam impostos e estabelecida sob o governo trabalhista [socialista] como parte das campanhas de igualdade.
A Sra. Bull explicou no tribunal que por causa da fé dela e de seu marido, eles não aprovam nenhum tipo de sexo fora do casamento, e não permitem que casais não casados de ambos os sexos durmam na mesma cama.
A Sra. Bull também confirmou que ela não tinha ideia de que os hóspedes, os quais ela conhecera a partir da chamada telefônica como “Senhor e Senhora Preddy”, eram na verdade dois homens, até chegarem à casa de hóspedes.
“Eu disse para o Sr. Quinn que eu havia alugado um quarto de casal para amanhã à noite e eu havia me esquecido de ler do começo ao fim as normas com eles e imediatamente o Sr. Quinn me assegurou que tudo ia ficar bem por causa da ligação telefônica anterior”, ela disse ao tribunal.
“Eu teria dito imediatamente que jamais eu permitiria que eles fizessem a viajem até nossa casa apenas para se desapontarem. Ficamos surpresos quando os dois cavalheiros apareceram no dia seguinte”.
O casal foi defendido numa carta ao jornal The Daily Telegraph por dois importantes bispos anglicanos, o Reverendíssimo Michael Scott-Joynt, bispo de Winchester, e o bispo aposentado de Rochester, o Reverendíssimo Michael Nazir-Ali, que expressou sua “preocupação muito grande” com a ação legal.
“A compreensão que o senhor e a senhora Bull têm acerca do casamento é a mesma da lei inglesa e da igreja cristã”, disseram eles. “A casa de hóspedes deles é o lar deles. As normas deles podem parecer tradicionais hoje em dia, mas em si não há nada de errado com essas normas”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/christian-guesthouse-owners-may-be-victims-of-a-sting-by-homosexualist-acti
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
Crack atinge 98% dos Municípios, indica estudo inédito da CNM
CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS MUNICÍPIOS
(13/12/2010)
Cavaleiro: baixe a pesquisa aqui.
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) fez um levantamento inédito e traçou uma radiografia da realidade do crack no Brasil. A pesquisa traz dados alarmantes e aponta que a droga já chegou a 98% dos Municípios – quase quatro mil foram consultados. O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, apresentou os dados à imprensa numa coletiva promovida nesta segunda-feira, 13 de dezembro.
"Queremos conversar de forma efetiva com o governo federal para buscar uma solução eficaz, urgente, que integre a União, os Estados e os Municípios, além de mobilizar a sociedade civil. Isso precisa ser enfrentado imediatamente”, disse Ziulkoski.
Os Municípios foram questionados sobre a presença ou não do crack e sobre o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à prevenção e ao controle do uso. Mais de 91% não possuem programa municipal de combate ao crack e nenhum tipo de auxílio dos governos federal e estadual para desenvolver ações. E, apenas 8,43% desenvolvem algum programa municipal de combate. As principais ações foram tomadas por iniciativa própria dos próprios gestores e estão voltadas à mobilização e orientação, prevenção ao uso de drogas, atendimento aos familiares, tratamento aos dependentes, combate ao tráfico, estudos e pesquisas.
Além dos programas municipais, a CNM perguntou se os Municípios desenvolvem alguma campanha de combate ao crack. Segundo as respostas, 48,15% disseram que promovem campanhas preventivas e 51,85% disseram que não. Rio Grande do Sul, Ceará e Sergipe lideram este ranking com, respectivamente, 64,5%, 59% e 56,5% de Municípios. Também não há apoio financeiro estadual ou federal em 58% desses casos.
AlternativasZiulkoski enumerou algumas alternativas para dar início à busca de uma solução. Segundo a CNM, é preciso implantar uma política eficaz de qualidade para combater a entrada de drogas no Brasil, um acordo entre os entes federados – União, Estados e Municípios – para agir nas fronteiras, o controle efetivo da cadeia produtiva da indústria química nacional, além da revisão de leis permissivas que impedem uma ação mais efetiva da polícia.
A partir desta segunda-feira, Ziulkoski anunciou a criação de um observatório municipal para monitorar o uso e o consumo de crack nos Municípios. Ele também informou que a CNM irá procurar as autoridades federais, estaduais e o legislativo para apresentar os dados e discutir alternativas. A CNM também pretende reunir os Municípios de fronteira e propor ações integradas.
ExclusãoSobre o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, Ziulkoski criticou o fato dele não contemplar Municípios com menos de 20 mil habitantes, que não podem solicitar recursos para instalar leitos de tratamento aos viciados. “Esse plano ainda não trouxe nada de real aos Municípios pequenos. É hora de buscarmos medida concretas”, afirmou.
O Crack nos Municipios Brasileiros - 2010
(13/12/2010)
Cavaleiro: baixe a pesquisa aqui.
CNM
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) fez um levantamento inédito e traçou uma radiografia da realidade do crack no Brasil. A pesquisa traz dados alarmantes e aponta que a droga já chegou a 98% dos Municípios – quase quatro mil foram consultados. O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, apresentou os dados à imprensa numa coletiva promovida nesta segunda-feira, 13 de dezembro."Queremos conversar de forma efetiva com o governo federal para buscar uma solução eficaz, urgente, que integre a União, os Estados e os Municípios, além de mobilizar a sociedade civil. Isso precisa ser enfrentado imediatamente”, disse Ziulkoski.
Os Municípios foram questionados sobre a presença ou não do crack e sobre o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à prevenção e ao controle do uso. Mais de 91% não possuem programa municipal de combate ao crack e nenhum tipo de auxílio dos governos federal e estadual para desenvolver ações. E, apenas 8,43% desenvolvem algum programa municipal de combate. As principais ações foram tomadas por iniciativa própria dos próprios gestores e estão voltadas à mobilização e orientação, prevenção ao uso de drogas, atendimento aos familiares, tratamento aos dependentes, combate ao tráfico, estudos e pesquisas.
Além dos programas municipais, a CNM perguntou se os Municípios desenvolvem alguma campanha de combate ao crack. Segundo as respostas, 48,15% disseram que promovem campanhas preventivas e 51,85% disseram que não. Rio Grande do Sul, Ceará e Sergipe lideram este ranking com, respectivamente, 64,5%, 59% e 56,5% de Municípios. Também não há apoio financeiro estadual ou federal em 58% desses casos.
AlternativasZiulkoski enumerou algumas alternativas para dar início à busca de uma solução. Segundo a CNM, é preciso implantar uma política eficaz de qualidade para combater a entrada de drogas no Brasil, um acordo entre os entes federados – União, Estados e Municípios – para agir nas fronteiras, o controle efetivo da cadeia produtiva da indústria química nacional, além da revisão de leis permissivas que impedem uma ação mais efetiva da polícia.A partir desta segunda-feira, Ziulkoski anunciou a criação de um observatório municipal para monitorar o uso e o consumo de crack nos Municípios. Ele também informou que a CNM irá procurar as autoridades federais, estaduais e o legislativo para apresentar os dados e discutir alternativas. A CNM também pretende reunir os Municípios de fronteira e propor ações integradas.
ExclusãoSobre o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, Ziulkoski criticou o fato dele não contemplar Municípios com menos de 20 mil habitantes, que não podem solicitar recursos para instalar leitos de tratamento aos viciados. “Esse plano ainda não trouxe nada de real aos Municípios pequenos. É hora de buscarmos medida concretas”, afirmou.
PSDB do PT: "oposição, afasta de mim este cálice!"
COTURNO NOTURNO
QUARTA-FEIRA, DEZEMBRO 15, 2010
Cavaleiro: para quem ainda credita que PSDB seja oposição ao PT.
Não pensem que teremos governadores no Brasil como os da"meja luna" boliviana ou de alguns estóicos e heróicos estados venezuelanos. Nada disso. Os oito governadores tucanos, por consenso, decidiram que não farão oposição ao governo. Segundo o presidente Sérgio Guerra, que não existe outro melhor para este PSDB, não cabe aos governadores fazer oposição. "Essa é uma tarefa partidária, que está mais afeita à bancada do partido na Câmara e no Senado. Mesmo assim, vamos fazer oposição de qualidade." A "refundação"do PSDB foi resolvida da forma mais fácil e prática: o partido não é mais oposição. Vejam o caso da CPMF, única derrota imposta ao governo petista: no máximo tem governador "pessoalmente"contra e outros "pessoalmente" a favor. Obviamente, ao ser reapresentada, o PSDB deixará a bancada livre para votar, o que já assegura a volta do imposto para 2012. Finalmente, a"refundação " do PSDB já tem até um lema, lançado por um dos governadores presentes: "Oposição? Afasta de mim este cálice!" Leia mais aqui.
QUARTA-FEIRA, DEZEMBRO 15, 2010
Cavaleiro: para quem ainda credita que PSDB seja oposição ao PT.
Vejam o desleixo do ambiente. Dois "banners"de quinta categoria, um datashow no meio da sala com fio coberto por fita crepe, um ambiente de desolação. Nem ao menos uma foto decente liberam. É de um amadorismo que chega a ser triste. Nem ao menos o símbolo do PSDB botaram na parede. Vergonhoso! Doloroso! Medíocre! E ainda falam do Gonzáles. Pobre Gonzáles!
The Person of the Year: The Tea Party
NETRIGHT DAILY
Thursday December 16th 2010
Thursday December 16th 2010
By Adam Bitely -
The Tea Party is the “Person of the Year for 2010” and it isn’t even close.
No single grassroots movement in modern politics has so rapidly developed while simultaneously influencing the U.S. political system as widely and deeply as the Tea Party Movement. The beginning of this movement can be traced back to late 2008 and early 2009, spawning out of the aftermath of the infamous bailouts and Obama’s “stimulus” plan.
The movement quickly spread nationwide. On April 15, 2009, the movement took to the streets in peaceful Tea Party rallies across the nation. Hundreds of thousands of Tea Party activists gathered and began to show their organizational strength.
Later that year, the Tea Party again showed its strength during the now-famous 2009 August recess of Congress. Throughout the month of August, Tea Party activists attended Town Hall meetings where they grilled their Congressmen and women on ObamaCare.
But the most important actions of the Tea Party Movement to date came in 2010—the year of the Tea Party.
As the 2010 midterm election cycle began, many wondered what strength the Tea Party Movement would have when it came to influencing the nomination process for GOP candidates for both House and Senate races. The Tea Party Movement was extremely successful in sending the message that they knew how to organize outside of rallies and brought down much of the GOP establishment in the process.
In Kentucky, the Tea Party Movement helped propel Rand Paul to the Senate after defeating the Senate Minority Leader’s chosen candidate Trey Grayson. In Florida, where the NRSC had prematurely endorsed Charlie Crist in the GOP primary, the Tea Party Movement helped Marco Rubio easily defeat Crist in the November elections after Crist bolted from the party before he could lose to Rubio in the primary.
The Tea Party Movement also ousted three-term moderate Republican Senator Bob Bennett during the nomination process in Utah. Lisa Murkowski in Alaska was also defeated in the GOP primary by Tea Party-supported candidate Joe Miller. Although Murkowski eventually came back and defeated Miller in the November election, the primary success is not to be overlooked.
On the House side of the aisle, the Tea Party movement wrought devastation to moderate Republican House members throughout the primary, and then to the Blue Dog Democrats in the general elections. Among House Democrats, the Tea Party played a big role in ousting Rep. Rick Boucher after being in Congress for 14 terms, Rep. Ike Skelton after 17 terms, Rep. John Spratt after 14 terms, and Rep. James Oberstar after 18 terms. And this isn’t even counting the Democrats that went into retirement voluntarily after seeing the organizational strength against them such as Rep. David Obey or Sen. Chris Dodd.
The Tea Party Movement sent a strong and clear message to the political establishment on both sides of the aisle in Washington, D.C. on Nov. 2, 2010. They played a most prominent role in the Midterm Elections that resulted in Obama losing the House of Representatives. The Tea Party Movement nearly destroyed Harry Reid in his re-election in Nevada, and “fired” Nancy Pelosi as Speaker of the House of Representatives.
When considering whom the person of the year should be in 2010, it was obvious that no one person or group influenced the direction of the country more than the Tea Party Movement. Without the Tea Party Movement, the Obama agenda would continue to go unchecked through the bowels of government, and the Republican Party would still be a dormant minority without any way to influence the political sphere.
In short, the Tea Party Movement has quickly matured into a political machine that is both powerful and driven by grassroots supporters. Tea Party activists have proven to be as good at influencing the electoral process as Obama’s supporters were in 2008. We are certain that Obama is quaking in his boots heading towards 2012 as he contemplates facing the movement himself, knowing the damage that this organization has already wrought on his party.
Adam Bitely is the Editor-in-Chief of NetRightDaily.com.
Assinar:
Postagens (Atom)
wibiya widget
A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".




