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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Guia do Estudante Esperto Para Compreender a Nova Ordem Internacional Autora: Erica Carle — setembro de 2005

Autora: Erica Carle; artigo extraído de Kjos Ministries, em http://www.crossroad.to
Tradução: Maria Stella Tupynambá
Data da publicação: 18/1/2006
Revisão: http://www.TextoExato.com
Patrocinado por: C. e E. S. — Itá / SC
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/guia-nom.asp



Guia do Estudante Esperto Para Compreender a Nova Ordem Internacional

Autora: Erica Carle — setembro de 2005

O Que É a Nova Ordem Mundial?



A essência da Nova Ordem Mundial (NOM) ou sistema de gestão internacional, é o gerenciamento por engenheiros sociais, em vez de um governo baseado numa Constituição escrita. Como você é afetado por esse sistema administrativo depende do que esses engenheiros sociais decidirem que o sistema deva fazer ou requerer de você. Os engenheiros sociais e os gestores de sistemas consideram-se cientistas que aplicam o método científico de controle comportamental de grupo. O seu comportamento e seus relacionamentos são considerados como objeto de investigação e de controle por aqueles que chamam a si mesmos de cientistas sociais. Você está entre suas cobaias de laboratório, e não tem nenhuma autoridade de decisão e, muitas vezes, nenhum conhecimento dos experimentos que envolvem a sua pessoa. Se a Nova Ordem Mundial for totalmente implementada, a independência, individualidade e liberdade que você ainda tem hoje irão desaparecer.


Não há nada de novo na idéia de gerenciar os outros, ou até mesmo de controlar o mundo. Essa tem sido a meta dos filósofos sociais há milhares de anos. No entanto, não precisamos voltar à história da antigüidade. Nossa maior preocupação é com o que está acontecendo em nossas próprias gerações. Isso pode ser bem entendido se nos delimitarmos aos séculos XIX e XX.

Objetivos da Nova Ordem Mundial


Para começarmos a entender a Nova Ordem Mundial (NOM) você precisa esquecer o que lhe foi dito sobre as diferenças filosóficas entre os Republicanos e Democratas, esquerda e direita, socialistas e libertários, capital e trabalho, revolucionários e conservadores, brancos e negros, etc. Os planejadores da Nova Ordem Mundial sabem que devem usar, influenciar, e prover para que todos esses grupos alcancem os objetivos perseguidos, que são:

  1. Consolidar tudo.
  2. Comercializar tudo.
  3. Classificar tudo.
  4. Reivindicar tudo.
  5. Controlar tudo.


Se esses objetivos forem totalmente implementados, a liberdade de expressão, de personalidade, de metas e decisões pessoais, de responsabilidade individual, propriedade privada, empresa privada, moralidade, governos constitucionais, soberania nacional e liberdade religiosa não serão mais tolerados. Todas as pessoas, de todas as nações, estarão sujeitas ao sistema de gerenciamento da NOM. Para citar o matemático e filósofo francês Auguste Comte (1798-1856), um dos mais importantes planejadores do sistema mundial de gerenciamento:

"O objetivo mais importante desse Estado regenerado é a substituição dos Direitos por Deveres; subordinando assim as considerações pessoais pelas sociais. A palavra Direito deve ser excluída da linguagem política, assim como a palavra Causa da linguagem filosófica." (tradução nossa) [1].

"A única vida real é a vida coletiva da raça; a vida individual não tem existência, exceto como uma abstração." (tradução nossa) [2].


Ele também escreveu: "Quando o sistema estiver totalmente regulado, o efeito será assegurar uma maior unicidade, ao diminuir a influência do caráter pessoal." (tradução nossa) [3]. Isso significa que para os planejadores do sistema mundial de gerenciamento da NOM, você, como indivíduo, é considerado sem caráter ou personalidade. Sua vida pessoal e seus objetivos individuais não são relevantes para eles, a não ser que esses objetivos estejam em conformidade com as metas sociais, econômicas e religiosas da Nova Ordem Mundial.

As Escolas Públicas e a Nova Ordem Mundial


Para demonstrar como os objetivos sociológicos, econômicos e religiosos da NOM estão sendo implementados, podemos olhar primeiro para as Escolas Públicas. A maioria dos estudantes e seus pais pensam que o propósito da escola pública seja o de ensinar informações essenciais e relevantes, além de habilidades vocacionais e recreativas, comportamento responsável e cortês e a apreciação pela nossa história nacional e pela Constituição. Após sua educação formal ter terminado, seus pais esperam que você responda por si mesmo moral e materialmente e cuide do seu próprio bem-estar social, além do cuidado moral, material e social dos filhos que você venha a ter, até que eles mesmos possam reivindicar essa mesma emancipação para si mesmos.

Por um momento, as metas daqueles que planejavam o currículo escolar nos municípios pareciam se identificar com os desejos da família e com as necessidades dos estudantes. Agora, no entanto, aqueles sociólogos que têm o poder de afetar as políticas nas escolas públicas não se preocupam com o que você precisa, ou com o que seus pais querem para você, ou com o respeito e apoio à Constituição do país. Os principais objetivos deles são CONSOLIDAR políticas, COMERCIALIZAR a instrução, CLASSIFICAR os indivíduos, REIVINDICAR jurisdição, estabelecer o CONTROLE e treinar você para se encaixar obedientemente no sistema deles de gestão mundial, sem hesitação ou protesto. Em 1928, o sociólogo Ross L. Finney escreveu:

"Um Novo Mundo está emergindo em que as estruturas sociais terão um formato diferente, os recursos sociais terão um calibre e uma abrangência diferentes de quaisquer outros registrados na história. É um Novo Pacto — de fato, um jogo diferente com novas cartas; e nós, que estamos vivos, somos privilegiados para testemunhar seu nascimento, por mais que muitos possam estar cegos para suas implicações a nós mesmos e à nossa prosperidade. E, para uma Nova Era, uma Nova Escola!" (tradução nossa) [4].

O Conselho Nacional Para os Estudos Sociais


Uma organização chamada Conselho Nacional Para os Estudos Sociais (NCSS, de Nacional Council for the Social Studies), que surgiu a partir da Associação Nacional da Educação (NEA, de National Education Association) e promotora da Nova ordem Mundial, REIVINDICOU o poder de determinar o que você deve ou não aprender em geografia, história, governo, economia, psicologia, religião, política internacional, etc. Essas matérias foram CONSOLIDADAS muitas décadas atrás por sociólogos para que elas pudessem ser apresentadas conjuntamente sob uma agenda chamada Estudos Sociais. Esses líderes da NCSS agora decidem o que deve ser ensinado, como deve ser ensinado e como será decidida a sua aprovação.


Além do Conselho Nacional dos Estudos Sociais, os diversos Estados têm conselhos estaduais para estudos sociais. Por meio dos esforços dos conselhos estaduais — geralmente com a ajuda da Comissão de Educação dos Estados — projetos de lei são apresentados para definirem o padrão curricular da NCSS como exigência legal. Depois que essas definições são aprovadas em seu Estado, sua junta de educação local, os professores locais e seus pais terão pouco poder de opinar sobre o que deve ser aprendido nessas matérias. Se você, sua escola ou sua comunidade têm padrões diferentes e não se conformarem ao padrão requerido pela NCSS para a Nova Ordem Mundial, suas escolas poderão ser fechadas ou sua comunidade punida com a retenção de verbas federais, estaduais, ou das fundações privadas.

Agrupando as Pessoas Para Poder Controlá-las


É interessante investigar como essa conquista foi implementada. Como tudo que está ligado à nova Ordem Mundial, o CONTROLE é obtido por meio dos grupos de influência, mais particularmente dos líderes. A razão é que as pessoas que estão envolvidas emocionalmente com os grupos submetem-se à liderança. Elas também tendem a sentir uma fidelidade de CLASSE. Por exemplo, quando as autoridades eleitas se CONSOLIDAM em grupos para se encontrarem com autoridades de outras áreas, elas freqüentemente se deixam levar pela oratória e pelo espírito de camaradagem. No entanto, elas podem não entender completamente as implicações das idéias que são promovidas por oradores cuidadosamente selecionados e promovidas pelos facilitadores; as autoridades são manipuladas para sentirem-se na obrigação de apoiar o que o grupo apóia. Ao entregar sua lealdade a esses grupos secundários, as autoridades eleitas freqüentemente traem o principal juramento de lealdade para com você e os cidadãos dos estados, cidades e países a quem supostamente deveriam servir. O CONTROLE das autoridades do governo, educadores, congressistas, legisladores, homens de negócios, vereadores, juntas escolares, etc., por meio das organizações é parte do plano da NOM para a substituição da Constituição por tal sistema.


Por meio da CONSOLIDAÇÃO de organizações "cortinas de fumaça" nacionais ou internacionais, uma pessoa ou um pequeno grupo de pessoas podem tomar decisões e definir metas para centenas de milhares, até mesmo para milhões de pessoas. Eles podem definir os objetivos para você caso você não reclame. Lembre-se sempre que quem define os objetivos, ou apresenta a você aquilo que eles chamam de visão, missão, ou propósito, CONTROLA o seu comportamento. É melhor que você entenda completamente todos esses compromissos que lhe são propostos.

Definindo Metas e a Gerência Política


Definir os objetivos e propor visões e missões para grupos de pessoas é uma das preocupações favoritas dos filósofos e gestores sociais da Nova Ordem Mundial. Na educação, a definição de metas e visões serve para CONSOLIDAR políticas para que o currículo da NOM e da NCSS possa ser estabelecido nas escolas de todo o país. Quando você ouvir alguém usar a frase: "Devemos..." ou variações disto, como: "Precisamos...", "É essencial que façamos...", etc., sem adicionar a sentença "se quisermos...", existe uma grande chance de que essa pessoa esteja tentando convencê-lo a deixar a idéia de pesquisa e pensamento independentes, para apoiar qualquer objetivo ou programa que ela estiver promovendo.


É uma pena que poucos de nossos congressistas, deputados estaduais e vereadores estejam alertas o suficiente para detectarem o gerenciamento comportamental e o CONTROLE que foram direcionados a eles. Muitos deles foram enganados, lisonjeados, coagidos, subornados ou chantageados a entregarem suas legítimas autoridades para os tomadores de decisões da Nova Ordem Mundial. Isso, também, foi algo planejado. Em 1906, o sociólogo Lester Ward explicou como a legislação da Nova Ordem Mundial poderia ser implantada.

"Não se deve supor que essa legislação possa ser conduzida de maneira extensiva nas sessões abertas dos corpos legislativos. Esses, sem dúvida, precisam ser preservados, e cada nova lei deve ser finalmente adotada pelo voto de tais corpos, mas cada vez mais se tornará meramente uma maneira formal de colocar a sanção final da sociedade nas decisões que foram cuidadosamente elaboradas naquilo que pode ser denominado de laboratório sociológico." (tradução nossa) [5].

Goals 2000 — Controle é o Objetivo


A maioria dos governadores dos Estados Unidos é membro do National Governors' Association. Eles têm encontros nacionais para CONSOLIDAR suas decisões políticas. Em 1990, uma política foi definida para promover a adoção de metas educacionais nacionais. A administração republicana de Bush endossou a idéia em 1989. As corporações multinacionais e a Câmara do Comércio dos Estados Unidos também apoiaram. Depois, em 1994, o Congresso (democratas e republicanos) aprovou e autorizou o financiamento para a legislação Goals 2000: Educate America Act.


Originalmente, os Estudos Sociais não estavam incluídos, mas a NCSS achou que eles deveriam ser anexados à agenda nacional. Os líderes do NCSS nomearam um grupo de trabalho para desenvolver padrões curriculares CONSOLIDADOS. Esses padrões foram posteriormente adotados na maioria dos Estados como parte do Goals 2000: Educate América Act. Oito objetivos foram escolhidos e publicados. Os oito objetivos educacionais do Goals 2000 não eram a parte importante dessa operação. Qualquer meta que soasse boa, juntamente com a promessa de liberação de verbas, poderia ter incitado os governadores e legisladores estaduais a aprovarem a legislação de autorização em seus estados. As verdadeiras metas do Goals 2000 são CONSOLIDAR a liderança sobre todos os estados; receber a CONCESSÃO de jurisdição sobre o currículo para CONTROLAR o que você e outros estudantes devem aprender; e eventualmente COMERCIALIZAR e CONTROLAR todos os recursos educacionais por meio das escolas licenciadas (Charter Schools) e tíquetes culturais.


Não foi nenhuma surpresa ver que as oito metas publicadas não foram alcançadas até o ano 2000. Isso quer dizer que o estabelecimento de metas CONSOLIDADAS e a implantação da visão serão interrompidos? Muito pelo contrário! Para aqueles que estabelecem as metas, isso apenas significa que o Goals 2000 deve ser renomeado para "Metas de Educação para a América" e deve ser estendido para além do ano 2000, sem a especificação de um prazo de cumprimento. Mesmo quando o fracasso é obvio e as promessas não são cumpridas, o CONTROLE, uma vez tomado, nunca mais é devolvido pelos promotores regionais da NOM e do governo da Organização das Nações Unidas.

Os Fracassos das Escolas Públicas


Nas décadas recentes, a educação pública tornou-se alvo de uma grande carga de críticas. Como as escolas e os currículos sofreram a interferência daqueles que promovem a NOM com seu sistema de gestão mundial, os estudantes não estavam aprendendo o que seus pais, seus potenciais empregadores e eles mesmos sabiam que deveriam aprender. Habilidades em leitura, em ciências naturais, inglês, matemática e línguas estrangeiras estavam tristemente faltando em muitas escolas do ensino médio e até mesmo em formandos universitários. Todos os tipos de desculpas foram usados como:

  • O problema está nos pais, que não se interessam pela escolarização dos filhos.
  • O problema está em você e nos outros alunos, porque vocês não estudam o suficiente ou se interessam pelo aprendizado.
  • As escolas não estão utilizando o sistema de ensino correto. Precisamos experimentar novos sistemas.
  • O problema é a falta de investimentos na educação. Se as escolas recebessem mais dinheiro, produziriam melhores resultados.
  • O problema é a segregação, precisamos integrá-las.
  • As classes estão superlotadas, precisamos de mais professores.
  • As escolas públicas devem ter competições apoiadas pelo sistema de arrecadação de impostos. Precisamos de escolas especiais e de bolsas de estudos.


E assim tem sido por décadas.

Os Inimigos do Aprendizado


Poucos dos criadores de desculpas revelaram a possibilidade de você não estar sendo ensinado corretamente porque o sistema de gestão da NOM não quer que você saiba muito. Em seu livro A Sociological Philosophy of Education (Uma Filosofia Sociológica da Educação), publicado em 1928 pela McMillan Company, Ross L. Finney, professor assistente de Sociologia Educacional na Universidade de Minnesota, escreveu o seguinte sobre o que deve ou não ser oferecido aos alunos:

"... uma maior ênfase deve ser dada no currículo às novas ciências humanas e às belas-artes, especialmente a primeira, e correspondentemente, menos tempo e energia devem ser gastos em matemática, na língua formal e nos idiomas estrangeiros... " (tradução nossa) [5].

"O que obviamente precisamos é de uma ciência da sociedade. Desde o tempo de Auguste Comte essa tem sido a aspiração da educação moderna. Em vez de cometer erros ao longo de uma crise até a próxima, a ciência deve dar à sociedade importância teleológica, e reduzir os fenômenos sociais para CONTROLÁ-LOS, como foi feito no mundo natural..." [ênfase adicionada] (tradução nossa) [7].

"Para que a liderança dos inteligentes seja algum dia conseguida, a obediência dos estúpidos e ignorantes deve ser assegurada de alguma forma. A obediência, assim como a liderança, é o problema crucial da crise atual..." (tradução nossa) [8].

"Portanto, a segurança da democracia não deve ser buscada na independência intelectual das massas medíocres, mas em sua dependência intelectual. Não no que eles pensam, mas no que eles acham que pensam..." (tradução nossa) [9].

"O problema da democracia é qual subgrupo especializado deve funcionar como o córtex cerebral. Isso dependerá do sucesso de quem conseguir adestrar epigramas dentro das memórias das massas medíocres. Se os cientistas e os educadores deixarem de fazê-lo, então os enganadores egoístas e exploradores o farão. Mas pensar por si mesmas, essas massas medíocres nunca poderão." (tradução nossa) [10].


Aqueles de nós que não concordam com sociólogos como Ross L. Finney são CLASSIFICADOS como enganadores egoístas, exploradores, ou membros das massas medíocres. Os usurpadores da NOM não sentem nada por nós ou por nossa necessidade de aprendizado, a não ser desprezo. Muitos pais, professores, administradores, legisladores e governadores, etc., foram dominados pela agenda da NOM. Existe pouca chance de seu Estado e escola serem independentes do sistema gerencial da NOM. Por isso, é importante que você comece a reconhecer os inimigos do aprendizado até mesmo quando eles possuem educação superior, diplomas avançados, apoio das universidades, dos governos e das fundações e também toda a publicidade pré-planejada que precisam para impressionar aqueles que eles consideram enganadores egoístas, exploradores, ou massas medíocres.

A Declaração de Metas para as Escolas


Você deve entender que aqueles que pretendem tomar o CONTROLE de sua educação para limitar o acesso ao conhecimento não estão fazendo isso porque o amam ou o respeitam, mas sim porque querem REIVINDICAR e ter o CONTROLE sobre você. Quanto mais você souber sobre história, geografia, matemática, inglês, ciências, etc., mais poder terá para se defender contra a falsidade, o engano e a dominação.


Ao estabelecer metas, missões e visões, o NCSS encontrou uma forma de limitar o conhecimento em todas as matérias. Eu devo lembrá-lo que quem escolhe as metas para você controla seu comportamento. A declaração de meta para os estudos sociais que foi escolhida pelo Conselho Nacional de Estudos Sociais e adotada de forma similar e, algumas vezes, igual pelos estados é:

"... ajudar os jovens a desenvolverem habilidades de tomar decisões informadas e racionais para o bem-estar público, como cidadãos de uma sociedade culturalmente diversificada e democrática em um mundo interdependente." (tradução nossa).

Resolução de Problemas e Tomada de Decisões


Para a maioria das pessoas isso soa como algo bom, mas observe que é tudo sobre política e CONSOLIDAÇÃO mundial. Nada é mencionado sobre o que é bom para você, sobre dar-lhe o conhecimento para tomar decisões pessoais que sejam inteligentemente baseadas em fatos ou mesmo sobre ajudá-lo a se preparar para uma carreira de sua própria escolha. Nada também é mencionado sobre o que é bom para sua cidade, seu estado, ou para o seu país. Não — você é tratado como um membro dependente do mundo interdependente da Nova Ordem Mundial. Interdependência significa CONTROLE na sociologia da Nova Ordem Mundial e a perda do controle sobre seu próprio destino.


Metas curriculares, diretrizes e padrões para os estados e municípios são ordenados seguindo os moldes do NCSS e da Nova Ordem Mundial da ONU. Em todos os casos, o currículo está baseado na idéia de resolução racional de problemas e tomada de decisões e também no que a turma da Nova Ordem Mundial chama de interdependência. Você é compelido a tomar decisões relacionadas a problemas sociais pré-selecionados com base em informações limitadas disponíveis nas tarefas propostas em salas de aula.


Sendo assim, é importante conhecer outro fato que envolve o controle de comportamento. Aquele que define o problema para você controla seu pensamento. Seus pensamentos e seus esforços são direcionados a problemas que foram selecionados para você. Quando você expressa uma opinião sugestionada sobre algum problema social ou pessoal, está aceitando a agenda da Nova Ordem Mundial e reconhecendo uma obrigação de compartilhar seus pensamentos sobre tais problemas com seus colegas de classe. Você poderá então ser CLASSIFICADO, ou agrupado, de acordo com suas opiniões pessoais expressas publicamente.

Limitando o Conhecimento — Exigindo Opiniões


O tempo para aprender fatos e habilidades pode ser limitado quando é ocupado para ouvir ou debater as opiniões mal-informadas de outras pessoas. Além disso, um perigo especial está envolvido nesse tipo de educação para a tomada de decisões e solução de problemas. Você e seus colegas são encorajados a se juntarem em grupos e agirem de imediato com base nas opiniões e decisões que expressaram na sala de aula — nunca levando em consideração que suas opiniões e decisões podem mudar ao longo do processo de amadurecimento e depois de conhecer informações de outras fontes.


Se você expressar a opinião que gostaria de experimentar drogas e se envolver em relacionamentos sexuais, se disser que vai roubar ou se tornar violento, os professores são instruídos a não o advertirem sobre seu comportamento ou dizer que sua decisão é errada ou perigosa. Isso, dizem os planejadores curriculares, seria um julgamento de valores.

Não Existe Certo ou Errado, Apenas a Consciência Racional


Assume-se que nenhum dos problemas ou dilemas pessoais possam ser prevenidos ou resolvidos pelo autocontrole ou pelo comportamento moral. Como os planejadores curriculares justificam esse tipo de omissão? Seus professores são ensinados que qualquer comentário que diga respeito à moral é considerado uma crença não examinada baseada em autoridade. O Conselho Nacional de Estudos Sociais diz que a tomada de decisão deve ser o que é denominada por eles de racional, em vez de ser baseada na consciência de uma autoridade. Por exemplo, em Wisconsin os professores foram aconselhados assim:

"Uma criança geralmente entra na escola com o que R. J. Havighurst chama de consciência autoritária, adquirida de seus pais por meio de uma progressão de punições e recompensas. A criança logo aprende que não está equipada para todas as situações novas que enfrenta. Os amigos e professores se envolvem e muitas vezes suplantam os pais ao ajudá-la a encontrar soluções que são muitas vezes conflituosas com o que é oferecido pela educação dos pais. A tarefa dela, portanto, passa a ser mudar de uma consciência autoritária anterior para uma racional. Isso requer que ela aprenda um processo de decisão para sua própria satisfação dos conflitos que inevitavelmente aparecerão com qualquer mudança ou confrontação com uma visão de mundo opositora a faça questionar seus valores existentes." (tradução nossa) [11].

Decisões Baseadas na Consciência Não São Permitidas


Quando você é ensinado a duvidar de sua própria consciência em favor da tomada de decisão racional, muitos tipos de comportamentos destrutivos, ofensivos e imorais não mais serão questionáveis. Você aprenderá a encontrar razões para justificar qualquer tipo de comportamento que tenha algum apelo emocional. Por mais inacreditável que pareça, os professores no estado de Wisconsin foram advertidos a não exigir dos estudantes padrões tradicionais elevados:

"Tradicionalmente havia pouco questionamento sobre se as escolas deveriam promover valores como:

  • Respeito à propriedade privada.
  • Respeito aos adultos.
  • Dizer por favor e obrigado nos momentos apropriados.
  • Não usar linguagem grosseira ou gramaticalmente incorreta.
  • Ser limpo e arrumado.
  • Não mentir ou colar."

"Agora, no entanto, em algumas situações isso é bastante controverso. Muitos processos e controvérsias comunitárias focalizaram-se no significado de "limpos", por exemplo. Inúmeras pesquisas atuais indicam que colar na escola, em vez de ser inaceitável, tornou-se a norma, e a maioria dos alunos não se sente culpado por isso. Os padrões de vulgaridade estão constantemente mudando e palavras que raramente ouviríamos anos atrás, estão agora sendo amplamente utilizadas. Embora muitos desaprovem esses desenvolvimentos, é muito necessário que os professores reconheçam que as mudanças estão acontecendo." (tradução nossa) [12].

Os Professores São Intimidados Pela NOM


Sabendo o que sabe sobre as metas da Nova Ordem Mundial, você poderá entender que a instrução acima para os professores pode ser encarada como uma ameaça velada, dizendo-lhes que é melhor não criticarem os comportamentos mencionados. Fazer isso pode torná-los vulneráveis a processos judiciais, ou talvez punição pelos seus superiores. Além disso, o Departamento de Instrução Pública de Wisconsin, seguindo as metas do NCSS, na realidade promoveu a idéia de que é aceitável para você e seus colegas de classe roubarem, serem, desrespeitosos, ingratos, vulgares, desleixados, "coladores" sujos, e mentirosos que não possuem consciência e, portanto, não têm nenhum sentimento de culpa por tal comportamento. A Nova Ordem Mundial da Organização das Nações Unidas não precisa de pessoas com caráter. Eles precisam apenas de pessoas que sejam maleáveis e manuseáveis.

Criando Problemas


A criação de problemas é outro aspecto inacreditável da educação da NOM. De Acordo com o NCSS, um dos maiores deveres dos professores é criar problemas emocionais para você:

"Qualquer tentativa que um professor faça de criar um problema sem provocar os alunos emocionalmente pode apenas resultar em um pseudoproblema. Quando os alunos ficam perturbados, contrariados, e até mesmo com raiva, estão mais próximos de terem um problema do que quando os professores fazem da preservação da objetividade a sua única preocupação. Um professor pode, algumas vezes, criar nos alunos um sentimento de que suas crenças, conceitos e valores são de alguma forma inadequados. Quando os alunos são desafiados a respeito de suas crenças, ficam mais inclinados a terem um problema autêntico em suas mãos..." (tradução nossa) [13].

"Para o aluno se envolver na solução de problemas, ele deve estar confuso, incerto e ser desafiado sobre algo de sua experiência e ter o desejo de remover a dúvida por meio da investigação. Enquanto ele estiver certo sobre a verdade ou bondade de uma idéia ou ação em particular, ou enquanto permanecer despreocupado sobre o assunto, não estará envolvido na solução do problema. Assim, a tarefa inicial com a qual o professor se confronta é a de criar um estado de incerteza ou de dúvida na mente do aluno... o professor deve implantar o elemento da dúvida." (tradução nossa) [14].

"Estratégias Utilizadas Para Criar Problemas"

"Como a presença do elemento de dúvida ou desafio é uma condição necessária para a iniciação na atividade de solução de problemas, vamos considerar algumas estratégias que provavelmente provocarão essas reações..."

"... O professor pode apresentar aos alunos um problema no contexto do conteúdo."

"... O professor pode incentivar os alunos a descobrir um problema no contexto do conteúdo."

"... O professor pode converter as crenças não examinadas dos alunos em problemas."

"... O professor pode apontar lacunas nos "padrões de crença" dos alunos, criando assim, problemas."

"... O professor pode apontar lacunas no conteúdo do curso, criando assim, problemas." (tradução nossa) [15].


Ensinar a resolução de problemas, tomada de decisões e interdependência pode parecer bom para muitos professores, membros da junta de educação, coordenadores curriculares locais, legisladores, pais e alunos. No entanto, se eles tivessem a oportunidade de ler o que está escrito acima, e o que os planejadores curriculares querem ao promover esse tipo de educação, todos aqueles que forem afetados podem ficar mais hesitantes antes de lhes dar sua sanção.

Mudando as Crenças


Lembre-se que os planejadores da NOM e seus gerenciadores querem o CONTROLE, mas sabem que não podem levá-lo a adotar seus planos se você estiver vigilante sobre suas intenções e se estiver firmemente convencido que fazer isso seria errado. É por isso, que muitos métodos foram arquitetados para impeli-lo a se questionar ou mudar sua cabeça sobre aquilo em que acredita.


Para que a Nova Ordem Mundial possa ter sucesso e alcançar suas metas, o judaísmo e o cristianismo estão entre as religiões que precisarão ser eliminadas. As pessoas que são guiadas pela Bíblia, pelos Dez Mandamentos e pelo que a Bíblia ensina sobre Deus, não podem se tornar dependentes ou totalmente dedicadas às metas sociológicas do sistema gerenciador mundial. Elas não podem ser intimidadas a trocar sua moral e consciência por metas sociológicas. É por isso que o sistema não tolera a concorrência. Sua própria religião Positivista, ou a religião Humanista, deve prevalecer. O fundador da sociologia, Auguste Comte, escreveu:

"Falando do Positivismo como orgânico, queremos dizer que ele tem um propósito social; esse propósito é substituir a Teologia no direcionamento espiritual da humanidade." (tradução nossa) [15].

"A Sociologia substitui de uma vez por todas a Teologia como a base para um governo religioso para a humanidade." (tradução nossa) [17].

"O último passo nesse longo curso de treinamento é, agora, estabelecer uma verdadeira forma de subjetividade, substituindo a Teologia pela Sociologia." (tradução nossa) [18].


Em 1929, Ross L. Finney estava entre aqueles que trabalhavam em uma nova moralidade para a sociedade gerenciada. Ele escreveu:

"O novo regime não pode ser operado com as crenças do antigo... Com relação aos ideais pelos quais vivemos, eles também devem ser repensados, e erigidos em um sistema moral de educação eficaz e adequado." (tradução nossa) [19].

O Fim da Liberdade


A educação moral do sistema gerencial da NOM não tem nada que ver com a liberdade ou os princípios e ideais com base nos quais nossa nação foi fundada. O falecido B. F. Skinner, psicólogo da Universidade de Harvard, disse o seguinte:

"A hipótese que o homem NÃO É LIVRE é essencial para a aplicação de um método científico de estudo para o comportamento humano." [20] (tradução nossa).


Se você não quer ser uma pessoa sociologicamente controlada e um membro semi-ignorante da Nova Ordem Mundial da Organização das Nações Unidas, precisa reconhecer a importância do conhecimento e rejeitar as tentativas de manipulação emocional e limitação do conhecimento. O sistema de tomada de decisões e a solução de problemas da educação atual usa você, brinca com suas emoções e tenta aliená-lo daqueles de quem você mais deveria se aproximar. Isso cria animosidades entre você e seus colegas de classe; desperdiça um tempo valioso de aprendizado ao forçá-lo a formar opiniões e ouvir as opiniões desinformadas de seus colegas; além de desencorajar o comportamento inteligente e com base em princípios morais. Ele o faz ficar contra seu país e contra sua Constituição, a em favor do sistema gerencial da Nova Ordem Mundial.

O Que Você Pode Fazer?


Aprenda a reconhecer quando você está sendo usado ao invés de informado. Aprenda a reconhecer quando você está sendo enganado. Seja como um pesquisador e um como um repórter consciente. Não fique com medo de fazer perguntas investigativas quando tiver dúvidas sobre a filosofia que está por trás dos projetos, exercícios e jogos educacionais, especialmente se eles parecem totalmente inúteis ou destrutivos.


Se você quer ter alguma esperança em relação à dádiva da liberdade com a qual foi abençoado, precisa aprender e compartilhar a verdade. Se tem preocupações com a sua educação, compartilhe isso com seus pais. Poucos pais têm a mínima idéia do que acontece nas escolas. É responsabilidade deles descobrir, e a sua responsabilidade é a de ajudá-los.


Você não é uma cobaia de laboratório criada para servir à ambição dos cientistas sociais e dos gerenciadores do mundo. Não permita que sua educação seja limitada e corrompida, como se tudo o que você precisasse é ser treinado para obedecer ao sistema da inconstitucional Nova Ordem Mundial.


Lembre-se também que, se você realmente desejar, todo o conhecimento pode ser seu:

"Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque aquele que pede recebe; e, o que busca encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á." [Mateus 7:7,8].

Notas Finais


1.
Auguste Comte, System of Positive Polity, Vol. 1, LENOX HILL Pub. &Dist. Co.(Burt Franklin), New York, 1973. Publicado pelo autor em julho de 1851; pág. 289.

2. Ibidem; pág. 292.

3. Ibidem, Vol. 2, Publicado pelo autor em maio de 1852; pág. 237.

4. Ross L. Finney, Ph. D., Professor Assistente de Sociologia Educacional, Universidade de Minnesota; A Sociological Philosophy of Education; The Macmillan Company, Nova York, 1929, pág. 110.

5. Lester F. Ward, Applied Sociology, Ginn & Company, 1906. pág. 338.

6. Ibidem, pág. 187.

7. Ibidem, pág. 280.

8. Ibidem, pág. 386.

9. Ibidem, pág. 389.

10. Ibidem, pág. 397.

11. Knowledge, Processes " Values in the New Social Studies, Wisconsin Dept. of Public Instruction, Bulletin No. 185, 1968-1970, pág. 43.

12. Ibidem, pág. 45.

13. Problem-Centered Social Studies Instruction; Curriculum Series, Number Fourteen; National Council for the Social Studies, 1971; pág. 1.

14. Ibidem, pág. 59.

15. Ibidem.

16. Auguste Comte; System of Positive Polity, Vol 1, pág. 45.

17. Ibidem; Vol .1, pág. 364.

18. Ibidem, pág. 471.

19. Ross L. Finney, Ph. D., Professor Assistente de Sociologia Educacional, Universidade de Minnesota; A Sociological Philosophy of Education, The MacMillan Company, 1929. pág. 112.

20. Skinner, B. F.; Science and Human Behavior, The Free Press (Div. MacMillan Corp.), 1953.


Erica Carle é uma pesquisadora e escritora independente. Ela é Bacharela em Ciências pela Universidade de Wisconsin. Já produziu e escreveu para a televisão e rádio e também lecionou matemática e composição na escola particular em que seus filhos estudavam, em Brookfield, Wisconsin. Por dez anos, ela escreveu a coluna semanal "A Verdade na Educação", no Winconsin Report, e serviu como editora educacional para essa publicação. E-mail: ericacarle@sbcglobal.net.

A entrevista de Sérgio Guerra

Fonte: NIVALDO CORDEIRO


A ENTREVISTA DE SÉRGIO GUERRA

10 de janeiro de 2010



A política esquerdista é criminosa na origem porque esconde o real e proclama o delírio como a verdadeira realidade


Caro leitor, para saber-se a origem de todas as nossas tragédias políticas não se precisa de muito. Basta ler a entrevista do senador Sérgio Guerra, publicada nas páginas amarelas de Veja, para termos um descortino completo. A destruição dos valores tradicionais na política começou pelo desaparecimento dos políticos tradicionais, isto é, daqueles que defendiam a economia de mercado e os valores judaico-cristãos. O senador Sérgio Guerra é, ele mesmo, uma amostra de como políticos oriundos das famílias tradicionais enriquecidas aderiram, sem qualquer subterfúgio, ao credo esquerdista. Se não há políticos conservadores não haverá nada a conservar em política.

A entrevista é interessante por muitos aspectos, a começar pela confirmação do nome de José Serra para encabeçar a chapa que disputará a Presidência da República. Segredo de Polichinelo, claro, mas mesmo o óbvio precisa ser dito. O que destaco, todavia está abaixo. Por primeiro, a ênfase que o senador dá ao fato de que seu partido, o PSDB, está à esquerda de Lula. Veja-se bem, o cacique do partido insiste nesse ponto. Podemos ler:


Mas nós estamos à esquerda mesmo. Se ganharmos, vamos acelerar os investimentos na educação e na saúde. Manteremos o Bolsa Família, que é um mecanismo eficiente de erradicação da miséria e da fome. O PT não é de esquerda. Já foi; não é mais. O PT se transformou num partido populista. Antes, o PT tinha militância nas grandes cidades. Agora, tem cabos eleitorais nos grotões, pagos com dinheiro público, que escorre por meio de ONGs. Isso é esquerda? Não, é populismo. A verdade é que o PT só gosta de democracia quando lhe convém. Na eleição passada, quando estávamos atrás nas pesquisas, o PT introduziu o crime na campanha, com o dossiê fajuto dos aloprados e aquela pilha de dinheiro que ninguém sabe de onde surgiu. Agora que estamos na frente, imagine o que eles vão fazer. Será uma campanha sangrenta. Eles vão fazer de tudo para impedir uma possível vitória nossa. O que está acontecendo atualmente são apenas ensaios”.


Todo esquerdismo, inclusive o do PSDB, é populismo, no sentido de servir para adular as massas de forma irracional, mas não é verdade que este esteja à esquerda do PT. O PT levou o esquerdismo às últimas conseqüências. Com o III Plano Nacional de Direito Humanos podemos dizer que ele logrou inclusive declarar o terrorismo como um dos direitos humanos fundamentais e que os crimes eventualmente praticados pelos terroristas são inimputáveis. Ao contrário, as ações ordinárias das forças da ordem ao combater o terrorismo estão criminalizadas para todo o sempre. O PSDB, não obstante ter abrigado e defendido os terroristas, nunca foi tão longe. É menos esquerdista, isto é, menos maluco, do que o PT.

(Cavaleiro do Templo: ou quem sabe o "novo" PSDB venha a tirar definitivamente a máscara e mostrar, se Serra ganhar, que ele é mesmo "mais esquerda que o PT". Vai saber, mas não acho impossível. O PSDB mostrar-se em um novo governo ainda mais comunista que o PT não me surpreenderia nem um pouco.)

Esse campeonato de esquerdismo entre as duas forças políticas dominantes é o maior sintoma de que a doença política do Brasil nasce da doença das almas individuais, que se expressa nos agentes políticos que tomaram os cargos de direção das agremiações partidárias e do Estado. Todos imersos no sonho delirante de grandeza e de poder a partir do ato infame de ajoelhar-se diante das massas insaciáveis, que querem sempre mais: mais saúde, educação, bolsas, segurança, empregos, como se tudo pudesse vir da mão do Estado.
A política esquerdista é criminosa na origem porque esconde o real e proclama o delírio como a verdadeira realidade. Atuando no mundo dos sonhos pode-se construir qualquer maluquice e transformá-la em instrumento para adular as massas.


Por isso que essencialmente não há diferença prática de formulação de políticas públicas de ambos os partidos. Sérgio Guerra declarou, a propósito: “Iremos mexer na taxa de juros, no câmbio e nas metas de inflação. Essas variáveis continuarão a reger nossa economia, mas terão pesos diferentes. Nós não estamos de acordo com a taxa de juros que está aí, com o câmbio que está aí. Estamos criando empregos no exterior. Os últimos resultados da balança comercial são negativos. Precisamos estabelecer mecanismos para criar empregos no Brasil. Espero que a sociedade nos compreenda. Será necessário fazer um rigoroso ajuste das contas públicas. Hoje, o governo gasta muito – e mal. Os gastos cresceram além da capacidade fiscal do país”.


É claro que o ponto principal de uma reformulação da política econômica foi ignorado. Mudar a política econômica basicamente é reduzir impostos e gastos, coisa que nem Sérgio Guerra e nem seu candidato sequer cogitam. Portanto, a política econômica do PSDB é apenas uma variação sobre o mesmo ponto. Ambos, PT e PSDB, estão de acordo em esbulhar escancaradamente a população pelo instrumento tributário, para ter recursos para adular a multidão e manter a vasta legião de parasitas ligados ao funcionalismo e à burocracia partidária. Mexer no câmbio pode ser deletério, como vimos agora na Venezuela, dependendo de como se faça. Mas não significa mudar substantivamente alguma coisa. É apenas acomodação à situação vigente de roubo extravagante da renda e da riqueza daqueles que trabalham, para pagar a vida boa e a vagabundagem de largas parcelas da população.


A taxa de câmbio é o instrumento pelo qual a lei da escassez se revela impiedosa com os jacobinos no poder. É o calcanhar de Aquiles de todos eles. O Brasil, não demorará muito, imitará a Venezuela. Essa história de câmbio duplo tem longa tradição entre nós e não duvido que algum economista do PT esteja por detrás das decisões de Hugo Chávez. Bem sabemos no que vai dar: hiperinflação. Mas os esquerdistas não aprendem nunca, sempre insistem em ignorar a lei da escassez.

INDIVIDUALISMO, COLETIVISMO E DIREITOS HUMANOS

Fonte: ViVerdeNovo
QUINTA-FEIRA, 28 DE JANEIRO DE 2010

Por Arlindo Montenegro


"Sr. Dodd, operamos em resposta a algumas diretrizes, a essência das quais é que usaremos nossa capacidade de conceder bolsas para alterar a vida nos Estados Unidos para que o país possa ser confortavelmente fundido com a União Soviética."


Há muito tinha dificuldade em lidar com estas diversas categorias de direita, esquerda, socialismo, comunismo, liberalismo. Hoje tenho a informação convincente, concisa, científica mesmo, para poder tratá-las doravante em dois blocos, como faces da mesma moeda ou como está organizado no meu arquivo mental: o espiritual/material e o cristão/ateu.

Em 1954, no gabinete da Fundação Ford, seu presidente, Rowan Gaither, recebeu o investigador chefe do Comitê do Congresso para Auditar as Fundações Isentas de Impostos, Norman Dodd. O papo foi rápido e rasteiro:

-"Você estaria interessado em saber o que fazemos aqui na Fundação Ford?"
-"Sim! É precisamente para isso que estou aqui.”

Sem perda de tempo, o Sr. Dodd, ouviu do Presidente da Fundação Ford:

-"Sr. Dodd, operamos em resposta a algumas diretrizes, a essência das quais é que usaremos nossa capacidade de conceder bolsas para alterar a vida nos Estados Unidos para que o país possa ser confortavelmente fundido com a União Soviética."

O testemunho do Sr. Dodd, está gravado em vídeo, parte de uma entrevista concedida em 1982 a G. Edward Griffin. Mais detalhes e outros documentos de leitura obrigatória, podem ser encontrados no site Freedom Force International,

no endereço: http://www.freedomforceinternational.org, em inglês,
ou no endereço: http://www.espada.eti.br/futuro-4.asp, em português.

(Cavaleiro do Templo: o material citado pelo autor, em três partes e português, encontra-se nestes três links. É ABSOLUTAMENTE imprescindível:

Griffin, é presidente da America Media, uma empresa de editoração e produção de vídeos no sul da Califórnia, fundador e diretor de diversas associações ligadas à saúde como a Câncer Cure Association, e recebeu o cobiçado Prêmio Telly por excelência em produção para a televisão. É antes de tudo um indivíduo livre, um pesquisador e defensor dos direitos humanos. No site acima está a íntegra de uma palestra exemplar, para compreender a atual política brasileira e mundial.

Ele começou assim: “embora creia-se comumente que a Guerra ao Terrorismo é um esforço nobre para defender as liberdades, na realidade ela tem pouco a ver com o terrorismo e menos ainda com a defesa das liberdades.” É “uma guerra em defesa do terrorismo.” E na sequência, ele comprova de modo claro, documentado sua afirmação.

Continuando com aquele encontro da introdução, o papo rolou assim:

- Dodd: “Bem, vocês podem fazer qualquer coisa que quiserem com sua capacidade de conceder bolsas, mas não acha que têm a obrigação de revelar isso ao povo americano? Vocês têm isenção de impostos, o que significa que são subsidiados indiretamente pelo contribuinte, então, por que não dizem ao Congresso e ao povo americano o que acaba de me dizer?"
- Gaither, presidente da Fundação Ford: "Nunca faríamos isso, nem sonhando."

No decorrer da palestra, Griffin demonstra como estas agendas ocultas reúnem os governantes, banqueiros e alguns magnatas, citando nomes, declarações e propósitos de uma elite para dominar o planeta. Para esta elite, desde 1920, uma das linhas de ação para convencer a população norte americana a abandonar seus princípios era “a guerra.” E outra era “controlar a educação nos EUA”. Para isto uniram-se as fundações Rockfeller, Carnegie Endowment e Fundação Guggenheim, formaram historiadores, mudaram a história e introduziram a idéia do coletivismo nas escolas americanas.

Coletivismo contra o individualismo. Individualismo, característico da formação cultural norte americana. Individualismo inscrito na Constituição: "Consideramos essas verdades auto-evidentes, que todos os homens foram criados iguais, que receberam do Criador certos direitos inalienáveis, que entre esses direitos estão a vida, a liberdade e a busca da felicidade. Que para assegurar esses direitos, os governos são instituídos entre os homens..."

Direitos humanos inalienáveis não podem ser “concedidos” ou discutidos pelos governantes. O estado existe para assegurar aqueles direitos, servindo à nação e não o contrário. a nação obediente a serviço do estado. Se o estado advoga a si o poder de conceder direitos, tem o poder de retirá-los. Aí é que a porca torce o rabo! A relação fica invertida: é a nação obediente a serviço do estado. Ai está a grande diferença entre individualistas e coletivistas. E é isto que está em pauta no Brasil atual.

Todos os sistemas políticos coletivistas agem como se fosse direito do estado conceder direitos. Assim são os nazistas, fascistas, e comunistas. E as Nações Unidas! O artigo Quarto da Convenção da ONU Sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais diz: "Os Estados participantes da presente Convenção reconhecem que, no gozo desses direitos oferecidos pelo Estado...”

Entre nós mudaram a história. Tomaram o estado. Ditam a educação nos moldes socialistas fabianos. Mudam as leis sem respeito à Constituição. E na expressão de sua arrogância ditatorial consideram-se senhores de todos os direitos humanos, acima da Constituição. Como diria o velho Vargas: “A lei? Ora a Lei!...”

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Mudança! Um Novo Mundo, Novos Caminhos, Uma Nova Mentalidade e Novos Deuses!

Mudança! Um Novo Mundo, Novos Caminhos, Uma Nova Mentalidade e Novos Deuses!

Autora: Berit Kjos, 25 de janeiro de 2008

"Deus está produzindo o maior despertar espiritual na história da igreja... Reinvente-se para o século 21 ou morra." [1] pastor Leonard Sweet, Soul Tsunami.

"Uma nova civilização está emergindo em nossas vidas, mas indivíduos sem visão em toda a parte estão tentando suprimi-la. Essa nova civilização traz consigo novos estilos de família, uma transformação nos modos de trabalhar, de amar e de viver, uma nova economia, novos conflitos políticos e, acima de tudo, uma consciência alterada..." [2] Alvin e Heidi Tofler, Creating a New Civilization.

"Mudando deliberadamente a imagem interna da realidade, as pessoas podem modificar o mundo." [3, pg 157] Dr. Willis Harman, Global Mind Change.



MUDANÇA! Por mais rasas que sejam as promessas, esse chavão atual traz uma ilusão de unidade. Até os mais diversos políticos, pastores, gerentes da área empresarial e mestres da mídia parecem concordar em um ponto: Mudança é essencial para o próprio sucesso deles.

"É para mudar!", proclama o candidato Obama em seu sítio na Internet, Obama for Change.

"Não se trata apenas de mudança", diz Frank Luntz, que trabalha com pesquisas de opinião. "É um novo começo." [4].

"Este não é o mundo de ontem; este mundo é agora — e o agora acaba de mudar!", [5] declara o sítio Rethink na Internet. Tendo oradores de diversas áreas culturais, eles juntaram os pastores Robert Schuller e Erwin McManus, o ex-presidente americano George H. W. Bush, Larry King, Kay Warren (esposa do pastor Rick Warren), Rupert Murdoch e muitos outros em diálogos coletivos que projetam o futuro e propõem a mudança "necessária".

"Você precisa mudar sua vida?" pergunta Oprah Winfrey. Você se sente emperrado? Está infeliz com sua vida? [6] Os fãs dela respondem "Sim" — e Oprah os guia no caminho. Uma de suas soluções é o aclamado livro O Segredo.

Como a maioria das pessoas está insatisfeita com alguma coisa — com as guerras, com suas finanças, com o problema da migração ou com a globalização — a mudança parece boa. E se as massas ainda não estiverem insatisfeitas o suficiente para seguirem a agenda da transformação, os agentes de transformação logo encontrarão uma nova crise conveniente. Enquanto isso, prepare-se. Como o livro A Conspiração Aquariana nos advertiu, já em 1980, o apoio popular está crescendo:

"Uma rede sem liderança, porém poderosa, está trabalhando para produzir mudanças radicais nos Estados Unidos. Mais ampla do que reforma, mais profunda do que revolução, essa conspiração benigna para uma nova agenda humana deu origem ao mais rápido realinhamento cultural da história. O grande estremecimento, a mudança irrevogável que está passando por nós não é um novo sistema político, religioso ou filosófico. É uma nova mente..."

"Os conspiradores são legião. Eles estão nas grandes empresas, nos hospitais, nas faculdades das universidades públicas, nas fábricas, nos consultórios médicos, nas agências estaduais e federais, nas câmaras de vereadores, na equipe de funcionários da Casa Branca, nas legislaturas estaduais, nas organizações voluntárias, em virtualmente todas as arenas de criação de políticas no país..." [7].

Mas em que essa mudança implica? Para aonde estamos caminhando? Quais são os custos sociais e pessoais?

Para uma resposta mais rápida, veja nosso diagrama "Mudança de Paradigma: Transformação Total". Mas uma descrição mais reveladora encontra-se em Spiritual Politics: Changing the World from the Inside Out (Política Espiritual: Transformando o Mundo de Dentro Para Fora). Conheci sua co-autora, a líder teosofista Corinne McLaughlin em uma Conferência da ONU em 1995, onde ela foi uma palestrante. Co-fundadora do Centro para Liderança Visionária em Washington, ela tinha ensinado suas estratégias de meditação no Pentágono, no Departamento de Educação e a EPA. Durante o governo Clinton, ela chefiou um grupo de trabalho nacional para o Conselho de Desenvolvimento Sustentável do presidente. E, como Robert Pastor, (chamado de "Pai da União da América do Norte") ela ensinou Política na Universidade Americana.

"À medida que trabalhávamos juntos [nos nossos grupos], começamos a pensar como um sistema completo", ela explicou. "Perguntávamos, 'Qual é o bem maior para todos nós?'... Também aprendemos o modo de contar o tempo usado pelos índios nativos americanos e pelos tibetanos... aguardando o tempo correto."

O livro dela foi endossado por Dr. Willis Harman, ex-diretor de Pesquisa Política no Instituto de Pesquisa de Stanford, fundador do Instituto de Ciências Noéticas e consultor para algumas das grandes empresas da lista Fortune 500. Embora imerso em metafísica mística evolucionária, ele foi convidado a falar na Consulta Evangélica Sobre o Futuro, patrocinada pelo Centro Billy Graham. Ali, ele compartilhou suas visões de Nova Era com alguns dos líderes mais influentes das igrejas norte-americanas.

Agora, ao ler exemplos de McLaughlin do novo pensamento coletivista, lembre-se que essas mentalidades transformadas já permeiam as igrejas, as escolas, os governos e as grandes empresas em todo o mundo.

1. Pensamento Separatista / Pensamento Comunitário

"Ver a nós mesmos como separados é o problema central no nosso pensamento político", disse o vice-presidente americano Al Gore durante uma conferência Comunitariana em 1991. [8, pg 147].

"... há realmente somente um pecado — o separatismo", escreveu McLaughlin. "... a persistência da guerra mais provavelmente advém do desmedido nacionalismo, do etnocentrismo e do fundamentalismo religioso intolerante — todas atitudes extremas e separatistas... A razão principal do sofrimento da Terra é que a humanidade está presa na ilusão da separação... O que é necessário é uma cura para o separatismo e um profundo senso de comunidade... O falso senso de separatismo é a raiz de todos os nossos temores." [8, pg 147-148].

Essa afirmação dela vira o medo e a liberdade de cabeça para baixo! O que é realmente falso é a ilusão crescente da unidade politicamente correta, não a escolha de se separar da multidão de modo a seguir sua própria consciência.

Para eliminar o separatismo, um conjunto crescente de "leis contra o ódio" estão espalhando medo por toda a Europa. Até mesmo no Canadá, os fatos e verdades que poderiam ofender "grupos minoritários" poderosos como os muçulmanos ou os homossexuais estão proibidos pela lei. Em um artigo intitulado "O Direito de Não Ser Ofendido", o conhecido autor Mark Steyn ilustra a ameaça.

"O Congresso Islâmico Canadense... reclamou de três das muitas comissões de 'direitos humanos' do Canadá, duas das quais concordaram em ouvir o caso... As intimações não dizem que eles estão reclamando que meu artigo seja falso, ou um libelo, ou que seja sedicioso, para todos os quais haveria uma solução jurídica apropriada. A reclamação deles é essencialmente emocional: o artigo os ofendeu."

As igrejas parecem igualmente dispostas a banir as verdades ofensivas. Muitas estão adotando novas regras sociais que sugerem ocultar a "ofensa da cruz" e negar o chamado de Deus para a separação bíblica! O verdadeiro evangelho é simplesmente "divisivo" demais! [Leia o artigo Veja Igreja Dirigida pelo Espírito ou Orientada por Propósitos? — Parte 4: Como Lidar com os Resistentes].

"Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia. Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu senhor. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa. Mas tudo isto vos farão por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou." [João 15:19-21].

2. Pensamento Linear / Pensamento Holístico

Ao contrário "do paradigma linear predominante, o Novo Paradigma vê tudo como interconectado e interdependente por meio de padrões complexos de relacionamentos, fluxos, e vias de retroalimentação", escreveu McLaughlin. "... há muito tempo que os hindus e budistas usam as mandalas circulares para ensinar sobre totalidade." [8, pg 150].

Apontando para a "ciência" contemporânea, ela tenta validar sua visão holística mística:

"... o prestigioso Clube de Roma, bem como estudos realizados pelo Instituto de Pesquisas de Stanford, concluíram que os muitos problemas que constituem a crise planetária hoje são de fato um vasto problema de sistemas..." [8, pg 150].

Esse "prestigioso clube" — um centro globalista de estudos e debates fundado pelos Rockefellers — realmente promove o pensamento de sistemas holístico. Assim, quando preparou seu relatório de 1991 intitulado "A Primeira Revolução Global", ele usou propaganda descarada para ganhar as massas para a sua causa:

"Na busca por um novo inimigo que nos unisse, tivemos a idéia que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a escassez da água, a fome e outras coisas parecidas, seriam apropriadas..." [9].

A estratégia funcionou! Trocando o pensamento linear e factual por pensamento visionário holístico, esses "conspiradores" mudaram a consciência do público. Com a ajuda da mídia, que essencialmente tem a mesma visão, a população foi logo imersa em novos "fatos" e imagens memoráveis. Em pouco tempo, a nova visão da "realidade" parecia mais normal do que a verdadeira realidade.

O professor de Stanford, Stephen Schneider ajudou a acelerar esse processo. Como membro do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU, ele compartilhou o Prêmio Nobel da Paz de 2007 com Al Gore e ganhou a admiração em todo o mundo. Mas em 1989, ele descreveu sem qualquer vergonha a manipulação que estava por trás do "pensamento de sistema" e da mudança social:

"... precisamos obter algum suporte em base bem ampla, para capturar a imaginação das pessoas... Portanto, temos de oferecer cenários atemorizadores, fazer declarações simplificadas, dramáticas e raramente mencionar as dúvidas... Cada um de nós tem de decidir que o equilíbrio correto é entre ser eficaz e ser honesto." [10].

O mundo consiste de sistemas complexos! Todo o cosmos, bem como uma única folha caída no chão, ilustram a vastidão do universo interconectado que Deus criou. Mas para compreender essas complexidades, precisamos usar o pensamento factual, lógico e linear — não o pensamento subjetivo, circular e holístico, que rejeita os fatos indesejáveis, silencia os opositores e constrói o consenso social no terreno instável da "ciência" imaginada.

3. Pensamento Polarizado / Pensamento Unificador

"As verdades mais profundas sempre contêm os opostos em uma unidade mais elevada", escreveu McLaughlin, lembrando-nos do conceito de Yin/Yang do antigo taoísmo. "Os antigos conheciam a importante qualidade catalisadora deste elemento caótico e oposto na criação de um padrão de totalidade e uma abertura para a transformação de modo a impedir a cristalização." [8, pg 154].

Ela está se referindo ao processo dialético! Semana após semana, grupos pequenos em toda a parte usam esse processo para combinar os opostos em uma nova síntese sempre em evolução. Cada nova síntese torna-se a "verdade" para o dia de amanhã, que precisa logo ser fundida com novas "informações" para ser moldada na próxima "verdade" unificante, ou síntese. O processo continua indefinidamente.

Cristalização — Aderir a uma verdade imutável fundamental — é incompatível com esse processo dialético. Esta é uma razão por que os agentes de transformação nas igrejas em toda a parte estão reescrevendo ou ignorando grandes porções da imutável Palavra de Deus.

Como Julian Huxley, irmão do escritor Aldous Huxley, autor de Admirável Mundo Novo, e o primeiro diretor-geral da UNESCO explicou bem em seu livro de 1947, UNESCO: Its Purpose and its Philosophy (UNESCO: Seu Propósito e Sua Filosofia). A filosofia socialista dele lançou os fundamentos para os sistemas educacionais do mundo hoje:

"A tarefa diante da UNESCO... é ajudar no aparecimento de uma única cultura mundial... Você pode categorizar as duas filosofias como... individualismo versus coletivismo... ou como capitalismo versus comunismo, ou como cristianismo versus marxismo. Podem esses opostos serem reconciliados, essa antítese ser resolvida em uma síntese mais elevada?... por meio da inexorável dialética da evolução, ela precisa acontecer..."

"... precisamos evitar [silenciar] o dogma... O Oriente e o Ocidente não concordarão em uma base do futuro se eles meramente lançarem um contra o outro as idéias fixas do passado. É para isto que servem os dogmas — a cristalização de algum sistema dominante de pensamento... Para que possamos alcançar o progresso, precisamos aprender a descristalizar nossos dogmas." [11].

O comunismo vê a humanidade como uma vasta coletividade a ser manipulada. Mas Deus nos vê como seres humanos individuais e responsáveis. Se O conhecermos, confiarmos Nele e O seguirmos, estaremos unidos com Ele. Ele nos chama para amar e servir uns aos outros — e para resistirmos à contemporização. Ele nos adverte: "Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem." [Romanos 12:9b].

Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.

4. Pensamento Cristalizado / Pensamento Expandido

A conferência Rethink, mencionada anteriormente, encaixa-se perfeitamente neste plano. Seu sítio na Internet nos diz que:

"Repensar... é sobre estar na dianteira das idéias sobre nosso mundo sempre em transformação... Participe dos estudos e debates, onde esses líderes proeminentes do pensamento [Chuck Colson, Robert Schuller, Rupert Murdoch, Rick Warren, Lee Strobel, Larry King, George Barna, Erwin McManus, George H. W. Bush, etc.] tornam-se seus parceiros de pensamento. Você processará aquilo que aprendeu e discutirá com grupos pequenos liderados por apresentadores e outros facilitadores. Lute com os temas, dialogue sobre eles, concorde ou discorde deles — então leve-os um passo à frente e faça-os serem seus. Determine como isso se aplica a você — ao seu trabalho, ao seu ministério e à sua vida." [5].

Esse diálogo transformacional mistura das visões "cristãs" de pastores contemporizadores com as visões seculares de Larry King e outros. Irão esses "líderes do pensamento" modificar suas convicções de modo a construir relacionamentos mais poderosos? Irão eles concordar para poderem seguir juntos? Em caso afirmativo, essa síntese certamente "expandirá" o pensamento deles! [12].

Essa contemporização é paralela com a ideologia da apresentadora de televisão Oprah Winfrey. Já descristalizada e 'expandida', ela serve bem para a transformação. Não somente Oprah fez o livro O Segredo ser um fenômeno de vendas, ela agora está imergindo o mundo focado em si mesmo nos ensinos ocultistas de Um Curso em Milagres. Se há alguma coisa que possa descristalizar as antigas verdades bíblicas, as sedutoras sugestões teosóficas desse curso irão! Canalizadas por meio de Helen Schucman a partir de seu espírito-guia demoníaco, que afirma ser "Jesus", a mensagem "positiva" desse livro distorce cada verdade bíblica e a transforma em uma mentira.

Essa "revelação" ocultista nega a necessidade da cruz e de um Salvador, pois "não existe pecado". O narrador afirma ser "Jesus" — uma tentadora falsificação amoral do nosso Senhor. Como Warren Smith aponta em seu texto "Atualização sobre Oprah Winfrey, Marianne Williamson e Um Curso em Milagres":

"À medida que Marianne Williamson usar em 2008 Um Curso em Milagres para ensinar seus ouvintes no programa Oprah & Friends como sistematicamente desmantelar a cosmovisão do cristianismo bíblico, que supostamente está baseada no medo, a grande questão é: "Os líderes cristãos irão pelejar pela sua fé de forma tão apaixonada quanto Marianne Williamson, Oprah Winfrey e os outros líderes da Nova Era estão defendendo as suas crenças?" [12].

A não ser que a resposta seja "Sim", não estamos preparados para as batalhas espirituais que estão diante de nós. A Bíblia nos diz que "o mundo jaz no Maligno" [1 João 5:19]. Escolheremos resistir à enganação, ou simplesmente seguiremos com a multidão e a cultura?

"Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo; e estando prontos para vingar toda a desobediência, quando for cumprida a vossa obediência." [2 Coríntios 10:3-6].

5. Compreensão Incorreta dos Tempos / Tempo Certo

McLaughlin nos diz que "o ideal comunista de compartilhar todos os recursos era admirável, um ideal que a humanidade talvez venha a alcançar algum dia, mas a maioria das pessoas no nosso atual nível de evolução não está pronta para fazer de forma voluntária... Uma apreciação do princípio de tempo permitiria uma educação gradual em níveis ainda maiores de compartilhamento voluntário entre as pessoas em toda a parte." [8, ppg 157].

Para o presidente Clinton, esse momento "certo" ocorreu em 1998. Enquanto a população americana estava focada em notícias mais cintilantes, Clinton caladamente assinou uma nova Ordem Executiva intitulada "Implementação dos Tratados dos Direitos Humanos". A mídia a ignorou.

O tempo foi perfeito. Um ataque ao Iraque tinha sido planejado. Após o processo de Impeachment em dezembro, o Congresso entrou em recesso para o período de Natal e fim de ano. Sem a objeção do Congresso, a Ordem Executiva entrou em vigor. Poucos observaram sua ameaça às liberdades. Afinal, seu documento de fundamento — a Declaração Universal dos Direitos Humanos — parecia ser tão boa. O Artigo 18 prometia "o direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião..." O Artigo 19 afirmava o "direito de liberdade de opinião e de expressão."

Mas o Artigo 29 diz que "esses direitos e liberdades de modo algum poderão ser exercidos de forma contrária aos propósitos e princípios das Nações Unidas." As liberdades prometidas não se aplicam àqueles que criticam os passos para a Nova Ordem Internacional.

A Verdade Imutável de Deus

As verdadeiras liberdade e unidade vêm somente por meio de Jesus Cristo. Mas não é isto que os líderes de hoje e seus seguidores querem ouvir! Buscando "verdades" convenientes que afirmam suas visões, eles evitam a cruz. Muito tempo atrás, Deus já descreveu essa tolice e nos deu a solução:

"Ai dos filhos rebeldes, diz o SENHOR, que tomam conselho, mas não de mim; e que se cobrem, com uma cobertura, mas não do meu espírito, para acrescentarem pecado sobre pecado." [Isaías 30:1].

"Houve alguma nação que trocasse os seus deuses, ainda que não fossem deuses? Todavia o meu povo trocou a sua glória por aquilo que é de nenhum proveito. Espantai-vos disto, ó céus, e horrorizai-vos! Ficai verdadeiramente desolados, diz o SENHOR. Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm águas." [Jeremias 2:11-13].

"Porque assim diz o SENHOR Deus, o Santo de Israel: Voltando e descansando sereis salvos; no sossego e na confiança estaria a vossa força, mas não quisestes." [Isaías 30:15].

Notas Finais

1. Leonard Sweet, Soul Tsunami, (Grand Rapids, MI: Zondervan Publishing House, 1999), pg 17, 34, 75.

2. Alvin and Heidi Toffler, Creating a New Civilization (Atlanta: Turner Publishing, 1994), pg 19.

3. Willis Harman, Global Mind Change: The New Age Revolution in the Way we Think (Warner Books, 1988).

4. http://www.time.com/time/politics/article/0,8599,1701506,00.html

5. http://www.rethinkconference.com/content/view/1/2/

6. https://www.oprah.com/plugger/templates/BeOnTheShow.jhtml?action=respond&plugId=302200005

7. Marilyn Ferguson, The Aquarian Conspiracy, pg 23-24

8. Corinne McLaughlin and Gordon Davidson, Spiritual Politics (New York: Ballantine Books, 1994). [A pg 331 lista as credenciais de Harman].

9. Alexander King & Bertrand Schneider, The First Global Revolution (New York: Pantheon Books, 1991), 115.

10. Jonathan Schell, "Our Fragile Earth," Discover (Outubro de 1989); 44.

11. Julian Huxley, UNESCO: Its purpose and Its Philosophy (Washington DC: Public Affairs Press, 1947). 61

12. Este vídeo ilustra a contemporização: http://www.youtube.com/watch?v=ypGJRiVNiHQ&feature=user

13. Warren Smith, "Update on Oprah Winfrey, Marianne Williamson and A Course in Miracles," http://www.crossroad.to/articles2/08/discernment/oprah.htm



Autora: Berit Kjos (Kjos Ministries, em http://www.crossroad.to)
Data da publicação: 31/1/2008
Revisão: http://www.TextoExato.com
Patrocinado por: Paulo César Semblano da Costa — Serra / ES
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/db100.asp

PT e PSDB - O ovo das serpentes gêmeas

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA

Heitor de Paola rebate Tibiriçá Ramaglio, lembrando do Pacto de Princeton, de 1993, uma aliança feita entre o Foro de São Paulo e o Diálogo Interamericano, representado por FHC, líder e mentor intelectual dos tucanos.


Eu não pretendia me imiscuir mais uma vez na sujeira da política interna brasileira, particularmente sobre as próximas eleições, mas o Sr. Tibiriçá Ramaglio houve por bem contestar com um novo artigo os comentários que eu fizera ao anterior, no sentido de que não há diferença palpável entre PT e PSDB, ou entre Dilma e Serra. Neste novo artigo o Sr. Tibiriçá faz três coisas:


1. Derrama-se numa verdadeira declaração de amor e admiração ao PSDB e suas principais figuras as quais, a seu ver, transbordam fidalguia e amor ao próximo, enquanto a liderança petista seria um bando de bárbaros que só sabe odiar os primeiros e ao resto do mundo. Penso que este novo texto é a quarta-feira de cinzas do autor: rasgou a fantasia de liberal-conservador e mostrou com clareza a sua plumagem e longo bico, revelando sua opção socialista Fabiana.


2. Num lamentável último parágrafo, como a demonstrar que reconhece a fraqueza de sua argumentação, passa para a ofensa pessoal, comparando-me com os delirantes Chávez e Zelaya e introduzindo um assunto que nada tem a ver com a discussão. De quebra, ainda opõe o que seria minha obtusidade ao pragmatismo de Churchill, do qual este se arrependeria amargamente depois, não somente pela traição do socialista Roosevelt que chamava Stalin de Uncle Joe, a ele entregando mais da metade da Europa.


3. No que seria o âmago do texto o Sr. Tibiriçá demonstra desconhecimento de quase tudo sobre o que fala. Vejamos.


Revela uma completa ignorância sobre a política da República de Weimar ao declarar: 'Na Alemanha de 1933, para abalar o governo socialista da República de Weimar, os comunistas votaram nos nacional-socialistas, cometendo um suicídio que só não era previsível para eles mesmos. Um equívoco terrível, que ajudou o verdadeiro inimigo. Essa é a questão: o verdadeiro inimigo, que não é uma entidade ideal, abstrata, encarnação de nossos mais terríveis pesadelos. O verdadeiro inimigo, em política, é indicado pelas circunstâncias'.


Não tenho conhecimento de nenhuma eleição em que isto tenha ocorrido. A participação dos Comunistas (KPD), após um resultado pífio em junho de 1920 (2,1%) variou de maio de 1924 a julho de 1932 entre 12,6 a 14,3%. Na última eleição antes da tomada do poder por Hitler, em novembro de 1932 subiu para a maior votação de sua história: 16,9%, obtendo sua maior participação no Reischstag: 100 Deputados. Mesmo na eleição já realizada sob o terror nazista,em março de 1933, citada pelo Sr. Tibiriçá, obteve 12,3% e 81 cadeiras (Fontes: HISTORICAL EXHIBITION PRESENTED BY THE GERMAN BUNDESTAG, Weimar Republic e The Radicalization of the German Electorate). Dificilmente esta diferença de 4,6% e 19 cadeiras indicariam que, nesta eleição, "os comunistas votaram nos nacional-socialistas".


Quanto a nazistas e comunistas serem inimigos é uma afirmação sem sentido depois da abertura dos arquivos de Moscou. Desde 1922, por força do Tratado de Rapallo (German-Russian agreement, signed at Rapallo, April 16, 1922) a URSS armou o Reichswehr, permitiu progressivamente a instalação de bases de treinamento para os alemães dentro de suas fronteiras, de forma a ludibriar o Tratado de Versailles, permitiu a instalação de fábricas de gás mostarda, forneceu aviões e tanques de guerra para treinamento. Isto sem falar no Pacto Ribbentropp/Molotov. Os comunistas jamais votaram nos nazistas, como afirma o autor, porque o eleitorado, como qualquer eleitorado inclusive o brasileiro, é composto de idiotas úteis e militantes de base que nada sabem dos acordos de cúpula. Stalin via no nazismo a ponta de lança do comunismo para destruir as democracias européias e tomar conta de todo o território. A cúpula do KPD já sabia de tudo muito antes e coube a Ernst Thäelmann, Presidente do Partido, explicar aos militantes que o inimigo jamais fora inimigo: o único inimigo era a democracia liberal de Weimar que ambos pretendiam destruir. (Sugiro também a leitura de The Red Army and the Wermacht: how the Soviet Militarized Germany and Paved the Way for Fascism, Prometheus Books, Amherst, NY, 1995).


Exatamente o que ocorre no Brasil atual e que, mais uma vez, o Sr. Tibiriçá ignora: em 1993, Lula, pelo Foro de São Paulo, e FHC, pelo Diálogo Interamericano, se reuniram em Princeton, onde FHC lecionava, e sob a coordenação do Secretário de Estado de Clinton, Warren Christopher, assinaram o Pacto de Princeton, versão tupiniquim dos anteriormente citados. Se o Sr. Tibiriçá quiser, está tudo lá no Capítulo XII do Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial (É Realizações, 1998), PP. 209-219. Os amorosos tucanos exigiram do PT as metas de controle populacional defendidas pelo Diálogo: legalização do aborto, esterilização em massa, legalização da união de homossexuais e enfraquecimento da Igreja Católica que deveria ser substituída por um misticismo individualista sem necessidade da intervenção sacerdotal. Incluía-se também o enfraquecimento dos partidos "de elite" com constantes e ininterruptas denúncias de corrupção e das Forças Armadas.


Esquece o Sr. Tibiriçá, ainda, que o próprio PNDH teve suas duas primeiras versões aprovadas nos governos de FHC, que foi este que iniciou os processos de indenizações por "crimes da ditadura" e criou o Ministério da Defesa, tirando os Militares das decisões políticas da Nação, e que também foram os elegantes tucanos que começaram a financiar a guerrilha do MST.
Esquece também as inúmeras declarações de FHC de que a diferença entre os dois partidos não é ideológica (leia-se: ambos são comunistas) e da entrevista do Senador tucano Sérgio Guerra, brilhantemente comentada por Nivaldo Cordeiro, na qual afirma que o PSDB está à esquerda do PT.


PT e PSDB são serpentes gêmeas nascidas do ovo USP bastante fecundadas pela Unicamp.
Votar num ou n'outro é exatamente a mesma coisa.


Cavaleiro do Templo: além disto tudo que nos diz Heitor de Paola, temos este bate-papo entre FHC e Cristovam Buarque (na época do PT) atestando que a leitura do autor do artigo acima está CORRETÍSSIMA. PT e PSDB são farinha PODRE do mesmo saco.

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Aproveito para lançar uma teoria: como no Pacto de Princeton foi combinada uma alternância no poder entre os dois partidos, impedindo qualquer outro de participar em igualdade de condições - e isto foi cumprido à risca, pois, depois de oito anos de FHC, os tucanos lançaram um Serra amorfo em 2002 e um picolé de chuchu em 2006 - não estará agora o PT cumprindo sua parte ao lançar uma péssima candidata ao invés de outros melhores, só para perder para Serra? Se eu fosse Presidente do PT lançaria um candidato melhor, como o Suplicy, testado várias vezes nas urnas e sobre o qual não pairam dúvidas de corrupção. A conferir!

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".