Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

As mentiras do PT sobre Pinheirinho

 

AUGUSTO NUNES

01/02/2012 às 12:13 \ Feira Livre

PUBLICADO NA FOLHA DESTA QUARTA-FEIRA

Aloysio Nunes Ferreira

Em face da reintegração judicial de posse da área conhecida como Pinheirinho, em São José dos Campos, o PT montou uma fábrica de mentiras para divulgar nas próximas campanhas eleitorais. Em respeito aos leitores da Folha, eis as mentiras, seguidas da verdade:

Mentira 1: “O governo federal fez todos os esforços para buscar uma solução pacífica”.

Verdade: Desde 2004, a União nunca se manifestou no processo como parte nem solicitou o deslocamento dos autos para a Justiça Federal. Em 13 de janeiro de 2012, oito anos após a invasão, quando a reintegração já era certa, o Ministério das Cidades – logo o das Cidades, do combalido ministro Mário Negromonte – entregou às pressas à Justiça um “protocolo de intenções”. Sem assinatura, sem dinheiro, sem cronograma para reassentar famílias nem indicação de áreas, o documento, segundo a Justiça, “não dizia nada”, era uma “intenção política vaga.”

Mentira 2: “Derramou-se sangue, foi um massacre, uma barbárie, uma praça de guerra. Até crianças morreram. Esconderam cadáveres”.

Verdade: Não houve, felizmente, nenhuma morte, assim como nas 164 reintegrações feitas pela Polícia Militar em 2011. O massacre não existiu, mas o governo do PT divulgou industrialmente a calúnia. A mentira ganhou corpo quando a “Agência Brasil”, empresa federal, paga com dinheiro do contribuinte, publicou entrevista de um advogado dos invasores dando a entender que seria o porta-voz da OAB, entidade que o desautorizou. A mentira ganhou o mundo. Presente no local, sem explicar se na condição de ativista ou de servidor público, Paulo Maldos, militante petista instalado numa sinecura chamada Secretaria Nacional de Articulação Social, disse ter sido atingido por uma bala de borracha. Não fez BO nem autorizou exame de corpo de delito. Hoje, posa como ex-combatente de uma guerra que não aconteceu.

Mentira 3: “Não houve estrutura para abrigar as famílias”.

Verdade: A operação foi planejada por mais de quatro meses, a pedido da juíza. Participaram PM, membros do Conselho Tutelar, do Ministério Público, da OAB e dos bombeiros. O objetivo era garantir a integridade das pessoas e minimizar os danos. A prefeitura mobilizou mais de 600 servidores e montou oito abrigos. Os abrigos foram diariamente sabotados pelos autodenominados líderes dos sem-teto, que cortavam a água e depredavam os banheiros.

Mentira 4: “Nada foi feito em São Paulo para dar moradia aos desabrigados”.

Verdade: O governo do Estado anunciou mais 5.000 moradias populares em São José dos Campos, as quais se somarão às 2.500 construídas nos últimos anos. Também foi oferecido aluguel social de R$ 500 até que os lares definitivos fiquem prontos. Nenhuma família será deixada para trás.

Entre verdades e mentiras, é certa uma profunda diferença entre PT e PSDB no enfrentamento do drama da moradia para famílias de baixa renda. O Minha Casa, Minha Vida só vai sair do papel em São Paulo graças ao complemento de R$ 20 mil por unidade oferecido pelo governador Geraldo Alckmin às famílias de baixa renda. Sem a ajuda de São Paulo, o governo federal levaria 22 anos para atingir sua meta.

O PT flerta com grupelhos que apostam em invasões e que torcem para que a violência leve os miseráveis da terra ao paraíso. Nós, do PSDB, construímos casas. Respeitar sentença judicial é preservar o Estado de Direito. É vital que esse princípio seja defendido pelas mais altas autoridades. Inclusive pela presidente, que cometeu a ligeireza de, sem maior exame, classificar de barbárie o cumprimento de uma ordem judicial cercado de todas as cautelas que a dramaticidade da situação exigia.

Esperança ambiental: fungo amazônico que come plástico pode solucionar problemas de lixo

 

HYPERSCIENCE

Por Natasha Romanzoti em 2.02.2012 as 14:00

Se você não está convencido da importância de proteger a biodiversidade de florestas tropicais, aqui vai mais um argumento a favor: estudantes da Universidade de Yale, EUA, descobriram um fungo amazônico que pode comer os resíduos mais duráveis de nossos aterros: o poliuretano.

Durante uma expedição ao Equador, os universitários perceberam que o fungo tinha a capacidade de decompor o plástico. Este plástico é um dos compostos químicos encontrados em muitos, mas muitos mesmo produtos modernos – de mangueiras de jardim a fantasias.

Ele é valorizado por sua flexibilidade e rigidez ao mesmo tempo. O problema é que, como muitos outros polímeros, ele não se quebra facilmente. Isso significa que persiste em aterros e lixões de todo mundo por muito tempo.

O plástico até queima muito bem, mas esse processo libera monóxido de carbono e outros gases na atmosfera, por isso é uma impossibilidade ambiental. Nem precisamos destacar que algo que pode degradá-lo naturalmente seria uma solução muito melhor.

O fungo, chamado Pestalotiopsis microspore, consegue sobreviver com uma dieta de apenas poliuretano, em um ambiente anaeróbico.

A equipe de Yale isolou a enzima que permite que este fungo faça esse trabalho e que poderia ser usada para biorremediação.

Para nós, é estranho pensar em um microorganismo que coma material sintético durável, mas acredite, esse não é sequer o primeiro a fazer isso. Bactérias e fungos são capazes de quebrar muitos materiais. Uma espécie bacteriana – Halomonas titanicae – está comendo o Titanic no fundo do mar, por exemplo. Sorte nossa que podemos contar com tais criaturas incríveis. [POPSCI]

Supremo mantém poderes de investigação do CNJ

 

FOLHA

02/02/2012 - 20h29

DE SÃO PAULO
DE BRASÍLIA

Atualizado às 21h19.

A maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quinta-feira manter os poderes de investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Por 6 votos a 5, a decisão reconheceu a autonomia do órgão em abrir investigações contra magistrados sem depender de corregedorias locais.

A decisão contraria liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello no fim do ano passado, atendendo pedido feito pela AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), que tentava fazer valer a tese de que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) só poderia investigar magistrados após processo nas corregedorias dos tribunais estaduais.

STF define que todos os julgamentos do CNJ devem ser públicos
Peluso nega crise no Judiciário e defende atuação do CNJ

Iniciado ontem, o julgamento sobre a atuação do CNJ provocou intenso debate no plenário.

"Até as pedras sabem que as corregedorias [locais] não funcionam quando se trata de investigar seus próprios pares", afirmou o ministro Gilmar Mendes, que votou a favor da chamada "competência concorrente" do CNJ.

"As decisões do conselho passaram a expor situações escabrosas no seio do poder judiciário nacional", concordou Joaquim Barbosa, também afirmando que, por esse motivo, houve "uma reação corporativa contra o órgão, que vem produzindo resultados importantíssimos no sentido de correção das mazelas".

A discussão girou em torno de duas teses distintas. A primeira, que prevaleceu, afirmava que o CNJ deve ter amplo poder de investigar e, inclusive, de decidir quando os processos devem correr nos tribunais de origem.

Sérgio Lima/Folhapress

Ministros no plenário do STF durante a sessão do STF que julgou ação sobre o CNJ

Ministros no plenário do STF durante a sessão do STF que julgou ação sobre o CNJ

"Uma coisa é declinar da competência, outra é ser privado de sua competência", argumentou Ayres Britto. Além dele, de Mendes e Joaquim, também votaram assim os colegas Rosa Weber,Cármen Lúcia e José Antonio Dias Toffoli.

Já a segunda tese, encabeçada por Marco Aurélio Mello (relator do caso e autor da liminar que suspendeu, no final de dezembro, os poderes originários de investigação da instituição), afirmava que investigações contra magistrados devem ser, prioritariamente, ocorrer nas corregedorias dos Estados.

Com ele, votaram Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e o presidente da Corte, Cezar Peluso.

SESSÃO PÚBLICA

Durante o julgamento, os ministros decidiram analisar ponto por ponto do que foi contestado na ação da AMB.

Entre os itens discutidos, o Supremo manteve o entendimento de que todos os julgamentos de magistrados devem acontecer em sessão pública.

Os ministros entenderam que é constitucional a parte da resolução do CNJ que estabelece a publicidade de todas as sessões que julgam processos disciplinares. A AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), autora da ação contra o conselho, argumentava que, nos processos que pedem a punição de "advertência" e "censura" de juízes, as sessões deveriam ser secretas. Isso porque a Loman (Lei Orgânica da Magistratura Nancional) define que essas duas sanções tem caráter sigiloso.

Os ministros também afirmaram que o CNJ não pode definir onde os magistrados devem responder administrativamente, quando processados em seus respectivos tribunais.

A AMB questionou o fato de o CNJ ter escrito em sua regulamentação que as corregedorias devem apurar irregularidades cometidas por juízes de primeiro grau, enquanto as presidências devem investigar os desembargadores e que ambos devem avisar o conselho quando decidirem arquivar os processos. Neste caso, os ministros afirmaram que cada tribunal deve realizar internamente essa "divisão de atribuições".

O STF, no entanto, não suspendeu os artigos questionados, mas proferiu a chamada "interpretação conforme". Ou seja, definiu que a resolução do CNJ é constitucional, ao definir que os tribunais devem apurar as irregularidades e avisar o conselho quando decidirem arquivar os casos, mas não poderia dizer que os corregedores atuarão em alguns casos e os presidentes em outro -- referindo-se apenas ao "órgão competente" responsável pelo processo.

Impeça que o Cristo Redentor seja mais uma vez escarnecido no Carnaval do Rio de Janeiro

 

IPCO

 

Assine agora

uma Petição ao Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta e ao prefeito da cidade, Sr. Eduardo Paes, pedindo a eles que tomem providências em relação ao insulto a Nosso Senhor Jesus Cristo, que a escola de samba Beija-Flor quer fazer, dando como desculpa uma homenagem ao falecido carnavalesco Joãosinho 30.

A ideia, que já está sendo colocada em prática, é refazer uma alegoria chamada “Cristo Mendigo” - criação do póstumo carnavalesco para o Carnaval de 1989.

Como você pode ver na foto, o Cristo está totalmente coberto por uma lona. Na época deste desfile haviam proibido a Imagem Sagrada de Nosso Senhor de entrar nesta festa cujo único objetivo é enaltecer a carne e a imoralidade.

Não podemos permitir que este ultraje aconteça novamente!

Por isso assine agora mesmo a Petição ao Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta
e ao Prefeito Eduardo Paes, para que eles não autorizem esta grande ofensa a Nosso Senhor
Jesus Cristo.

Todas as assinaturas, junto com a Petição, serão levadas pessoalmente no dia 10 de fevereiro para a Arquidiocese no Rio de Janeiro e para o Gabinete do Prefeito.

É urgente a sua ação em defesa de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Convide o máximo de amigos que puder.

Mãe exige reprovação de filho na escola




Enviado por  em 29/01/2012
Filho vai mal nos estudos e "Sistema de Progressão Continuada" passa o aluno mesmo assim. Mãe não se conforma e exige repetência de filho.

Resposta: A moralidade cristã é psicótica e psicopática? - William Lane Craig, Legendado PT - BR




Enviado por  em 30/07/2011
Resposta ao video "A moralidade cristã é psicótica e psicopática?" (http://www.youtube.com/watch?v=5q5ARceWgJY)

Quando se assiste apenas ao discurso de um neoateu, em um debate, e se omite a resposta avassalora do oponente, pode-se dar a impressão de que o neoateu é algum tipo de exemplo de inteligência, moralidade e cultura filosófica-teológica.

O Dr Craig simplesmente trucidou a fala de Harris, mostrando sua irracionalidade, seus truques fajutos para tentar desviar o assunto do debate, e expôs seu "exemplo de moralidade" ao apelar para um Ad Hominem do mais baixo nível.

Harris não passa de mais um exemplo vergonhoso do estrago - aparentemente irreversível como toda doutrinação subversiva - que o neoateísmo pode fazer na cabeça de uma pessoa.

Um resumo de todo o debate você encontra em:
http://teismo.net/quebrandoneoateismo/2011/04/09/debate-william-lane-craig-co...

Hungria desafia críticos com nova lei pró-família

 

MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR SUSAN YOSHIHARA | 02 FEVEREIRO 2012
ARTIGOS - DIREITO

Por que tanta fúria contra a Hungria? Simples. O país promulgou uma nova Constituição respeitando e valorizando a cultura cristã do povo húngaro. Ou seja: uma verdadeira afronta à elite tecnocrata européia, à imprensa internacional, ONG´s globalistas e os tais "órgãos multilaterais".

Líderes húngaros aprovaram uma lei que protege a família tradicional, desafiando continuas críticas de que sua nova constituição restringiria o aborto e a homossexualidade.

A nova lei diz que a família, baseada no casamento de um homem e uma mulher cuja missão é cumprida através da criação de filhos, é uma “comunidade autônoma… estabelecida antes do surgimento da lei e do Estado” e que o Estado tem de respeitá-la como questão de sobrevivência nacional. A nova lei diz: “A vida embrionária e fetal deverá ter garantido o direito à proteção e respeito desde o momento da concepção”, e o Estado tem de incentivar “circunstâncias favoráveis” para o cuidado das crianças. A lei obriga os meios de comunicação a respeitar o casamento e a responsabilidade de criar e educar filhos e concede aos pais, em vez de ao Estado, a responsabilidade principal na proteção dos direitos da criança. A lei enumera as responsabilidades para os menores de idade, inclusive o respeito e o cuidado dos pais idosos.

O propósito da lei é “criar um ambiente legislativo previsível e seguro para a proteção da família e a promoção do bem-estar familiar, e o cumprimento da Lei Fundamental”, a nova Constituição da nação, a qual entrou em vigor em 1 de janeiro e foi aprovada por uma votação de 262 contra 44 em abril passado.

A Lei Fundamental anulou a constituição húngara da era comunista e data sua democracia desde a revolução contra a União Soviética em 1956 e o colapso soviético em 1990. A Hungria é a última nação da Europa Central a aprovar uma Constituição pós-era comunista.

A Constituição pede a proteção da vida desde a concepção e proíbe a tortura, tráfico humano, eugenia e clonagem humana. Ela reconhece o casamento como a “união matrimonial de um homem e uma mulher”.

A Anistia Internacional disse que o artigo que protege a vida desde a concepção poderá “minar os direitos das mulheres e meninas” que estão “consagrados em vários tratados assinados e ratificados pela República da Hungria, tais como a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (conhecida pela sigla em inglês CEDAW), o Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PIDESC) e a Convenção dos Direitos das Crianças (CDC)”. A organização disse que o artigo que define o casamento “poderá preparar o terreno para a introdução de uma proibição explícita aos casamentos de mesmo sexo, o que viola as normas antidiscriminação internacionais e europeias… consagradas pelo Artigo 23 do PIDCP [Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos]”.

De forma semelhante, a organização Human Rights Watch invocou os tratados de direitos humanos da ONU numa carta exortando o presidente da Hungria a “fazer uma emenda à constituição para garantir o respeito aos direitos reprodutivos das mulheres”. O golias dos direitos humanos expressou a preocupação de que a cláusula antidiscriminação de “raça, cor, sexo, deficiência física, idioma, religião, opinião, origem ou condição política, nacional ou social, nascimento e quaisquer outras circunstâncias” exclui referência à orientação sexual ou identidade de gênero que eles disseram estava garantida no PIDCP.

Especialistas legais internacionais repudiaram as alegações das organizações de direitos humanos dizendo que a Hungria tem o direito de aprovar uma Constituição sem interferência. Eles apontaram para o fato de que nenhum tratado da ONU chega a mencionar aborto, orientação sexual ou identidade de gênero e que a Assembleia Geral da ONU nunca aceitou tais redefinições.

Roger Kiska, especialista legal europeu, vê as novas leis da Hungria como parte de uma tendência crescente entre os países europeus de recuar em tais interpretações e proteger a vida e a família. Mark Palmer, ex-embaixador americano na Hungria, disse que a expulsão da Hungria da UE é “agora não mais impensável”, mas Julia Lakatos, analista húngara, minimizou a polêmica, dizendo ao jornal CSMonitor: “Grande parte das críticas do exterior são exageradas”.

Publicado no site do C-FAM.

Tradução: Julio Severo

True Outspeak - Olavo de Carvalho - 1 de fevereiro de 2012




Enviado por  em 01/02/2012
Gravação do programa True Outspeak, de Olavo de Carvalho, transmitido em 1 de fevereiro de 2012.

Chefe do FMI para América Latina pede que região se prepare para o pior

 

UOL

02/02/2012 - 17h31

Washington, 2 Fev 2012 (AFP) -A América Latina deve esperar o melhor, mas se preparar para o pior, em meio à crise da dívida europeia, aconselhou nesta quinta-feira o responsável do Fundo Monetário Internacional (FMI), Nicolás Eyzaguirre, em um blog.

"É preciso desejar o melhor, mas se preparar para o pior", escreveu Eyzaguirre no blog "Diálogo a Fundo".

"A perspectiva para a região depende da ação política na Europa", enfatizou Eyzaguirre.
"As autoridades (na Europa) devem intensificar seus esforços para conter a crise, e pôr fim ao aumento das variáveis de risco dos bônus soberanos e à seca de crédito bancário, que ameaçam a economia mundial em 2012", acrescentou.

"Esses esforços deveriam ser apoiados com políticas adequadas no mundo avançado e emergente", explicou.

O FMI revisou para baixo, há duas semanas, o crescimento mundial em 2012, a 3,3%, e o da América Latina de 4% para 3,6%, em um contexto de desaceleração e de risco elevado de descontrole financeiro na Zona Euro.

Diante deste panorama, Eyzaguirre aconselhou reconstituir reservas fiscais e estar dispostos a flexibilizar a política monetária.

"Estas políticas darão à América Latina e ao Caribe a melhor proteção contra as crescentes incertezas mundiais", explicou.

Eu quero ter o DIREITO de invadir sua casa II

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Como pensa um louco e como argumentar com ele

 

SENTIR COM A IGREJA

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012


Chesterton responde o que se deve fazer quando se discute com um louco. O louco aqui não é apenas uma pessoa com problemas mentais, mas alguém muito comum em nossas universidades. Aquele que chega no dia de discutir um livro na sala sem ler o livro, mas quer ter uma opinião brilhante sobre o assunto. Ele geralmente começa dizendo: "não li, mas eu acho...". São aqueles que têm uma simples explicação para tudo. Por exemplo, eles dizem que os capitalistas são ladrões ou que os judeus são cruéis ou que a religião é o ópio do povo. Este louco pode até ser uma pessoa inteligente e seus argumentos podem apresentar lógica, mas não explicam nada.

Também já fiquei chateado no Youtube por certos ateístas militantes no Brasil que nem sabiam que existia o termo neoateu para se referir ao ateísta militante antireligioso e por isso até me tacharam de preconceituoso e intolerante para com ateus (!!!)
Realmente, eu gostaria de saber onde estavam esses indivíduos que distorceram o que falei em meus vídeos, explicando que critico o neoateísmo e não o ateísmo. Será que eles estavam ouvindo Michel Teló enquanto a revista Wired e outros meios ateus no mundo (além de Dawkins, Hitchens & Friends) já espalhava para o mundo o termo novo-ateísmo? Será que fui eu que inventei isso? Imaginem a confusão que causaram por este simples mal entendido.

Na internet o que mais se vê são argumentos fracos e muito mal escritos. Mas muitas vezes aparecem argumentos desses loucos. O cara começa com uma frase forte, atacando alguém, e quando vai justificar seu argumento, usa frases curtas, desconexas e ainda usa reticências e coloca interjeições do tipo, ha ha, he he e símbolos mostrando rostos zangados ou tristes.
Chesterton ensina no livro Ortodoxia o que se deve fazer se for obrigatório discutir com este tipo. Este livro mudou meu modo de pensar. Eu não conseguiria dizer o quanto recomendo este livro. Agradeço ao blog Canterbury Tales por selecionar as partes sobre os loucos. Vamos ao que diz Chesterton (em azul):

Se você for discutir com um louco, é extremamente provável que você leve a pior, pois em muitos aspectos a mente do louco se move mais rápido porque não é atrasada por as coisas que são do bom senso. Ele não é prejudicado por um senso de humor ou pela caridade, ou pelas certezas da experiência da vida. Ele é mais lógico pois não tem apego a sanidade. O louco não é o homem que perdeu a razão. O louco é o homem que perdeu tudo exceto a razão.  
Explicação do louco de uma coisa é sempre completa, e muitas vezes num sentido puramente racional, satisfatórias. Ou, para falar de forma mais rigorosa, a explicação insana, se não for conclusiva, é pelo menos incontestável, o que pode ser observado especialmente nos dois ou três tipos mais comuns de loucura.
    Se um homem diz (por exemplo) que os homens têm uma conspiração contra ele, você não pode contestá-la, exceto por dizer que todos os homens negam que são conspiradores, que é exatamente o que os conspiradores fariam. A explicação do louco abrange os fatos, tanto quanto a sua. Ou se um homem diz que ele é o legítimo Rei de Inglaterra, não há nenhuma resposta completa para dizer que as autoridades existentes o chamam de louco, pois se ele fosse o rei da Inglaterra esta seria a coisa mais sábia que as autoridades existentes poderiam dizer. Ou se um homem diz que ele é Jesus Cristo, não é resposta para lhe dizer que o mundo nega a sua divindade, pois o mundo negou Cristo...
    ... A mente de um louco se move em um círculo perfeito, mas estreito. Um pequeno círculo é tão infinito como um grande círculo, mas, embora seja tão infinito, não é tão grande ... A teoria do lunático explica um grande número de coisas, mas não as explica de uma forma geral...
... Se pudéssemos expressar nossos mais profundos sentimentos de protesto e apelo contra a obsessão do louco, suponho que deveríamos dizer algo como isto: "Oh, eu admito que você tem o seu caso e tê-lo de cor, e que muitas coisas se encaixam outras coisas como você diz. Admito que a sua explicação explica muita coisa, mas deixa uma grande quantidade de coisa fora! Você acha que não há outras histórias no mundo, exceto a sua, e são todos homens ocupados com a sua lógica? Suponha que nós concedessemos os detalhes, talvez quando o homem da rua não parecia vê-lo foi apenas a sua astúcia, talvez quando o policial lhe perguntou o seu nome foi apenas porque ele já sabia. Mas quanto mais feliz você seria se você soubesse que essas pessoas não se importavam nada com você! Quanto maior a sua vida seria se você pudesse realmente olhar para outros homens com curiosidade e prazer comum, se você pudesse vê-los andando como estão no seu egoísmo e sua indiferença! Você poderia começar a se interessar por eles, porque eles não estavam interessados em você. Você iria sair desse teatro pequeno e de mau gosto em que o seu enredo próprio pequeno está sempre sendo jogado e você iria encontrar-se sob um céu mais livre, em uma rua cheia de estranhos esplêndidos. "
Curar um louco não é discutir com um filósofo, mas expulsar um demônio.

Isto é apenas uma palhinha do livro Ortodoxia. Leiam. 

Em suma, com o louco, você não pode convencê-lo a entrar no mundo real. Você deve entrar em seu universo e expô-lo como uma fraude. É muito perigoso, mas assim são os exorcismos. Orar, jejuar, e proceder com cautela com os malucos da Internet. Eu simplesmente tento evitá-los.

Escrito por mim com partes condensadas de http://pedrodaveiga.blogspot.com/

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Quem foi Chesterton?
Chesterton nasceu em Londres no dia 29 de maio de 1874. Chesterton tinha 1,93 metros e pesava 135 quilos e nunca fez faculdade. Ele escreveu mais de cem livros sobre os mais diversos assuntos, incluindo poemas, peças de teatro, romances e uma série de detetives (Padre Brown), que inclusive gerou um filme chamado The Detective.

Gilbert Keith Chesterton (1874-1936) é um dos maiores pensadores católicos do século XX e, infelizmente, por diversos motivos, desconhecido  no Brasil.

SITUAÇÃO GRAVÍSSIMA NO RIO DE JANEIRO. AJUDEM A ESPALHAR ESTA NOTÍCIA.

Greve da PM no Rio: Governador Sérgio Cabral está fazendo graves ameaças para policiais que pararem

Debate entre mim e alguns colegas do grupo Concurseiros

Debate Entre Mim e Alguns Colegas Do Grupo Concurseiros

Tutorial sobre empreendimento com file-sharing

Tutorial Sobre to Com File-sharing

A Grande Fome de Mao

 

MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR EMANNUEL MARTIN | 01 FEVEREIRO 2012
INTERNACIONAL - CHINA

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“Mas não é simplesmente a extensão do número de mortos que conta, mas também como essas pessoas morreram. Não é que as pessoas morressem de fome porque não havia comida disponível. A comida era na verdade usada como uma arma para forçar as pessoas a cumprirem as tarefas atribuídas pelo Partido.”

UnMondeLibre: Estamos felizes em publicar hoje (7 de outubro de 2010) uma entrevista que o professor Frank Dikötter da Universidade de Hong Kong concedeu a Emmanuel Martin, que acaba de publicar um livro intitulado “Mao’s Great Famine : The History of China’s Most Devastating Catastrophe” (“A Grande Fome de Mao: A história da catástrofe mais devastadora da China”- 2010, Bloomsbury, Londres; Walterbook, New York).

Emmanuel Martin: Professor Dikötter, sua obra trata das conseqüências do “Grande Salto Para Frente”, iniciado por Mao na China. Qual era a idéia, o objetivo deste “Grande Salto Para Frente”?

Frank Dikötter: O “Grande Salto Para Frente” começou em 1958 e terminou em 1962. Foi uma catástrofe enorme. Por que ele foi feito? Em 1958, Mao estava há quase dez anos no poder e crescia sua impaciência diante da falta de desenvolvimento econômico e da resistência dos agricultores à coletivização. Mas, acima de tudo ele desejava assumir a liderança do campo socialista.

Sua idéia, portanto, foi superar os seus concorrentes usando o que ele considerava a verdadeira riqueza do país: uma força de trabalho de centenas de milhões de homens e mulheres. Ele achava que, usando todos os agricultores do país, agrupando-os em comunas gigantes, e transformando-os em soldados de um exército industrial da revolução, ele poderia transformar simultaneamente a agricultura e a indústria, catapultando assim o país para além do desempenho da União Soviética e talvez mesmo da Inglaterra em quinze anos. Na verdade, este era o slogan: superar a Inglaterra em quinze anos.

Mao

Então, o que ele fez foi coletivizar praticamente tudo. As pessoas do campo foram amontoadas em comunas populares, as cantinas eram os únicos lugares onde a comida era distribuída, e a colheradas, por assim dizer. As pessoas viram as suas terras confiscadas, como suas casas e seu estilo de vida. Tudo foi coletivizado. A única maneira de fazer os camponeses famintos trabalharem no campo foi o uso da força. Muito rapidamente o paraíso utópico provou ser um enorme quartel militar. A coerção e a violência eram as únicas formas de garantir que as pessoas executassem as tarefas que lhes eram ordenadas pelos membros locais do Partido.

EM: Quais fatos históricos você descobriu sobre esse episódio trágico?

FD: Em primeiro lugar, este é o primeiro livro baseado nos enormes arquivos do Partido. Até agora, os historiadores têm utilizado como fontes publicações não oficiais ou semi-oficial para determinar o que se passou. Desta vez, tivemos acesso a relatórios, inquéritos, sondagens extremamente detalhadas, bem como aos relatórios da vigilância da polícia de segurança sobre o desenvolvimento da fome, ou seja, milhares de documentos escritos pelo partido na época. O livro lança então uma luz inteiramente nova sobre o que aconteceu.

E depois, a fome tomou dimensões muito além do que se pensava anteriormente. Os especialistas estimavam a catástrofe demográfica entre 15 e 30 milhões de mortes. Com as estatísticas compiladas pelo próprio Gabinete de Segurança Pública na época descobre-se uma calamidade muito maior: pelo menos 45 milhões de mortes prematuras entre 1958 e 1962.

Mas não é simplesmente a extensão do número de mortos que conta, mas também como essas pessoas morreram. Não é que as pessoas morressem de fome porque não havia comida disponível. A comida era na verdade usada como uma arma para forçar as pessoas a cumprirem as tarefas atribuídas pelo Partido. E as pessoas que eram consideradas como de direita ou conservadoras, as pessoas que dormiam no serviço, que estavam muito doentes ou enfraquecidas serem obrigadas a trabalhar se viram sem acesso à cantina e morriam mais rapidamente de fome. Pessoas fracas ou os elementos considerados como inaptos pelo Partido foram, portanto, deliberadamente levados à fome.

Mas também devemos ressaltar a violência do sistema. Entre dois e três milhões de pessoas foram sumariamente executadas ou torturadas até a morte. Alguns foram torturados por roubar uma batata. Em um caso, que foi relatado no alto da cadeia de comando, um homem teve, por roubar uma batata, suas pernas amarradas com arame, atadas sobre as costas, uma das orelhas cortadas e, em seguida torturado com brasas. A tortura foi generalizada. Outro homem, por exemplo, foi obrigado a enterrar seu próprio filho vivo porque este tinha roubado um punhado de grãos da cantina.

EM: Isso tinha sido planejado por Mao e os dirigentes comunistas?

FD: Não foi planejado no sentido do Grande Timoneiro ter dado alguma ordem específica para torturar e matar. Mas isso não foi totalmente imprevisto, pois Mao tinha especificado que o exército representava a moral a seguir, que as pessoas de direita e conservadoras deveriam ser eliminadas, e muitas de suas mensagens eram suficientemente vagas para que os de “boa vontade” instalassem um regime de terror sobre os aldeões. Um pouco como Hitler, que não deixava suas ordens sempre claras: seus subordinados interpretavam.

Mas uma coisa é certa: Mao sabia exatamente o que se passava. Ele recebia relatórios e cartas escritas por pessoas comuns. Seus próprios secretários iam aos locais para ver o que lá se passava. Além disso, nós sabemos, e o livro lançou uma luz sobre esse fato graças aos memorandos secretos, que em março de 1959, em meio à fome, o presidente disse a alguns altos dirigentes que metade do país poderia muito bem morrer da fome enquanto que a outra metade poderia comer até se fartar. Ele deu a ordem para levar até um terço da safra de cereais, decididamente mais do que tinha sido levado até então. Ele enviou uma equipe adicional para arrancar essas reservas de cereais dos aldeões.

EM: O economista e filósofo austríaco Friedrich Hayek escreveu extensamente sobre o planejamento central e o socialismo. Ele foi uma inspiração para o historiador que você é?

FD: Um dos principais capítulos, intitulado “The End of Truth”, descreve como, no verão de 1959, Mao voltou-se contra alguns líderes que tinham manifestado sua insatisfação com o Grande Salto Para Frente. Ele os anulou, os expulsou do Partido, aplicando assim um expurgo. O título “O fim da verdade” foi com certeza diretamente inspirado no título de um capítulo da grande obra de Hayek “O Caminho da Servidão”. Eu considero “O Caminho da Servidão” um clássico, e qualquer um que queira entender como funcionam um Estado de partido único e uma economia planejada deve lê-lo. O livro já descrevia, antes que Mao chegasse ao poder, o que se passaria na China. Todo o livro conta a história das conseqüências da coletivização radical. Não só o que ela provoca em termos de destruição de seres humanos, mas também em destruição do conhecimento, da infra-estrutura de transporte, das casas, ou da natureza. Tudo cai e se paralisa quando os que estão no topo da pirâmide de poder pensam que pode dirigir toda a economia numa direção ou noutra.

EM:
Parece-me que o comunismo foi também uma catástrofe moral, reduzindo seres humanos à condição de animais em luta pela sobrevivência. Nesta situação, estamos prontos para fazer coisas que não estaríamos dispostos a fazer em um contexto normal.

FD:
Decididamente. Primo Levi descreveu isso muito bem quando ele narra como sobrevivia em Auschwitz. Ele diz como as pessoas devem fazer todo tipo de compromissos morais o objetivo de sobreviver, como, por exemplo, não compartilhar alimentos que eles descobrissem. Isso é o que ele chamava de “a zona cinzenta”. Eu acho que o Grande Salto Para Frente, entre 1958 e 1962, é uma enorme “zona cinzenta” durante a qual não foram apenas os carcereiros que sustentavam a violência contra as pessoas comuns, mas também as próprias pessoas comuns que deveriam fazer coisas terríveis a seus vizinhos, às vezes a membros da própria família, apenas para sobreviver: mentir, trapacear, roubar, dissimular... Às vezes, vendem seus filhos por alguns grãos, comer lama ou mesmo restos humanos para ter energia suficiente.

EM:
Tais coisas são muito difíceis de entender. Também é difícil acreditar que ainda possa haver partidos comunistas atualmente. Parece que alguns não têm conhecimento do passado e da aplicação de suas idéias à realidade. Haverá uma versão chinesa do livro?
FD: Muitos chineses, da China ou do exterior, enviam-me mensagens todos os dias. Eles me dizem que estão felizes por este livro ter sido publicado. Eu tenho a impressão que muitos leitores na China querem saber o que se passou durante este período da história maoísta.

Entrevista para Emmanuel Martin em 19 de setembro de 2010. Você pode ouvir o áudio original em inglês aqui.

Do site UnMondeLibre.

Tradução: Jorge Nobre

Divulgado pelo blog da Juventude Conservadora da UNB.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".