Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Lixo unido jamais será vencido... Até a passagem do pessoal da coleta

Recebida por e-mail:

"Este artigo, não tão recente, joga alguma luz sobre a conjunção factual que inequivocamente se observa hoje: o movimento revolucionário vermelho está unido ao movimento islâmico, e juntos já ameaçam a civilização ocidental.

Abraço
F. (não tenho autorização para divulgar o nome de meu amigo)"


Do site comuna VERMELHO.ORG

A resistência do mundo árabe é parte da luta antiimperialista

José Reinaldo de Carvalho

As guerras preventivas de Bush, sendo a guerra de Israel no Líbano mais uma delas, mostram quão distante está o mundo dos justos critérios para organizar a ordem internacional

No momento em que redigimos estas notas – 28 dias depois do início dos bombardeios israelenses sobre o Líbano – o Conselho de Segurança da ONU ainda não deliberou sobre um documento capaz de produzir o único, razoável e aceitável efeito esperado de algo que seja digno de ostentar o título de resolução desse organismo ao qual a comunidade internacional atribui a responsabilidade de atuar como guardião da paz e promotor da harmonia entre as nações. A única resolução aceitável, no caso do Líbano, para efeito de promover a paz é a cessação dos bombardeios e de quaisquer operações militares israelenses em território libanês, ou o que se convencionou chamar de cessar-fogo imediato.

É sempre positivo que países influentes no concerto internacional e detentores do poder de veto no Conselho de Segurança tomem a iniciativa e impeçam que os Estados Unidos decidam sozinhos sobre o curso dos acontecimentos. Igualmente importante, contudo, é não permitir que os organismos internacionais e a ONU, a fortiori, sejam instrumentalizados e obrigados a deliberar mediante uma pressão chantagista. Israel e os Estados Unidos condicionam o cessar-fogo à manutenção de sua presença como força de ocupação no Líbano e à liquidação física e logística do Hezbolá (do árabe Hizb Allah – Partido de Deus). É digno de asco o cinismo com que as autoridades da diplomacia norte-americana entravam as negociações, impedindo a rápida decisão sobre o cessar-fogo, para permitir o tempo necessário a Israel a fim de completar seu desígnio pelo holocausto da população libanesa. Somente então, cumpridas as condições impostas por Israel e os Estados Unidos, o “processo de paz” ingressaria numa nova etapa, através do envio de uma “força multinacional”, sobre cuja composição, e patrocínio, há muitas controvérsias.

Enquanto isso, a aviação israelense continua a bombardear intensamente o Líbano, a capital Beirute e seus arredores. Em quatro semanas de uma guerra desigual, os facínoras israelenses já provocaram um holocausto. O Líbano encontra-se em chamas e sob destroços – mais de mil mortos, população civil massacrada, infra-estrutura destruída, êxodo de cerca de 1 milhão de pessoas e prejuízos da ordem de 2 bilhões de dólares à economia do país. (O massacre de Cana, em 30 de julho, ficará para sempre na história como uma ata de acusação ao sionismo como sucedâneo do fascismo, como crime de lesa-humanidade pelo qual inapelavelmente um dia, ainda que tardio, terão de pagar, como ato de justiça em nome da dignidade do gênero humano, da razão e da excelência dos valores democráticos.)

Uma avaliação realista nos leva a duvidar da eficácia e da justiça dos entendimentos realizados entre os Estados Unidos e a França em 5 de agosto, base para uma eventual resolução do Conselho de Segurança sobre o “fim do conflito”. Na verdade, da maneira que as coisas estão sendo conduzidas, e dada a intransigência dos Estados Unidos e Israel em impor cláusulas que assegurem seus interesses expansionistas, somos levados a crer exatamente no oposto. Ao não enfrentar, sequer perfunctoriamente, as verdadeiras motivações que levaram Israel a atacar o Líbano em 12 de julho, corre-se o risco de confundir agressor e vítima, dar ainda mais força a Israel e atuar no sentido de agravar os fatores de crise e de guerra, não apenas no Líbano, que é tão somente o cenário atual, mas em toda a região (cenário permanente), ou pelo menos numa parte significativa desta, num arco que abrange Palestina, Síria e Irã.

Não foi o incidente fronteiriço em que forças da Resistência nacional libanesa, nomeadamente o Hesbolá, atacaram uma guarnição inimiga o que provocou a fúria de Israel. Nem é, portanto, a reação israelense algo “desmedido” e “desproporcional”, mas justificável, como pretendem a mídia estipendiária e os governos acovardados. Igualmente, não foi outro fato semelhante protagonizado por forças da Resistência palestina duas semanas antes o que levou o Exército israelense a atacar Gaza e a desencadear atos de terrorismo de Estado contra o governo legitimamente constituído da Autoridade Nacional Palestina. Esses incidentes apenas apressaram algo já metodicamente planejado e preparado.

A atual escalada belicista de Israel é a decorrência de uma estratégia conscientemente elaborada pelos Estados maiores imperialista e sionista. A existência e a atividade de Israel como Estado expansionista e cabeça de ponte do imperialismo norte-americano na região choca-se objetivamente com as aspirações nacionais dos povos árabes e o palestino. A opção de Israel e dos Estados Unidos pela violência decorre da concepção de que Israel só estará em plena segurança se destruir a Resistência nacional árabe e palestina e eliminar os países considerados rivais na região –, hoje Síria e Irã, como foi até recentemente o Iraque de Saddam Hussein. Assim, a guerra no Líbano é parte de um conjunto de ações que abrangem a anexação do território palestino; o impedimento da autodeterminação palestina que só existirá com a existência de um Estado soberano sobre um território íntegro; o desmantelamento do Líbano e a instalação de um enclave militar no território desse país; e a confrontação com a Síria e o Irã, adversários desses planos expansionistas de Israel e, portanto, considerados inimigos figadais dos sionistas.

Por sua vez, os Estados Unidos, que usam Israel como seu instrumento, encontram-se empenhados na execução do seu plano de reestruturação do Oriente Médio, no qual a diplomacia é o que menos conta, como não contava quando eles decidiram atacar o Iraque em 2003, a despeito da oposição do Conselho de Segurança e de constituir uma evidente violação de todas as normas do direito internacional. Do mesmo modo como naquela ocasião, Bush e seus operadores de política externa consideraram a ONU “irrelevante”, Condoleeza Rice declarou, numa coletiva à imprensa em 21 de julho, o que em outras épocas uma política externa conduzida com algum pudor silenciaria por se tratar de algo inconfessável. “Não vejo – disse a secretária de Estado do segundo governo Bush – qualquer interesse na diplomacia se for para voltar ao status quo anterior entre Israel e o Líbano. Penso que isso seria um erro. O que nós estamos presenciando de certa forma é um começo, são as dores do parto de um novo Oriente Médio e, seja o que for que façamos, devemos estar certos de que avançaremos para o novo Oriente Médio e não voltaremos ao antigo”. Entendamos o que disse a senhorita secretária de Estado.

Os Estados Unidos não aceitam que o Líbano permaneça livre da ocupação israelense, que durou 18 anos, desde 1982 a maio de 2000, quando as tropas sionistas foram escorraçadas do país pelo Hezbolá, que então se credenciou e se engrandeceu aos olhos do povo libanês não como organização “terrorista” ou “fundamentalista”, “a serviço do Irã”, mas como força de libertação nacional. “O Hezbolá goza de grande prestígio no Líbano porque libertou nosso país. Em todo o mundo árabe você escuta ‘o Hezbolá preserva a honra árabe, e apesar de ser muito pequeno enfrenta Israel’. E é claro que Nasrallah (secretário-geral da organização) tem o meu respeito”, disse o presidente libanês Emile Lahoud, em entrevista publicada no jornal alemão Der Spiegel – reproduzida no Brasil pelo sítio de internet UOL. A secretária de Bush não aceita também que o Hamas, outro movimento de Resistência nacional, indexado como “organização terrorista”, tenha vencido as eleições na Palestina, como não aceita que depois da tentativa do imperialismo norte-americano de dividir o Líbano, estimulando a chamada “Revolução do Cedro” em 2004, o Hezbolá tenha conquistado quase um terço das cadeiras do Parlamento nacional e tomado parte do governo do país, o que dissipou o perigo de uma guerra civil. O governo estadunidense não aceita que sua secretária tenha sido instada pelo primeiro-ministro libanês, Fouad Siniora, a cancelar a viagem ao Líbano quando ocorreu o massacre em Cana e que tenha dito que não negociaria enquanto não se declarasse o cessar-fogo. Ou que esse mesmo governante que os Estados Unidos supunham poder manipular indefinidamente tenha, também ele, agradecido de público ao Hezbolá “pelo sacrifício feito em nome do país”. A isso é que a secretária chama de “volta ao status quo”. E a isso é que os EUA declaram guerra, mancomunados com seus sicários israelenses.

Tudo está a indicar que o novo Oriente Médio de Bush e Olmert, e todos os herdeiros de Sharon, depende mais da repetição dos crimes da aviação israelense do que dos acertos entre Douste-Blazy e John Bolton. Para além da retórica, estão as manobras estadunidenses e israelenses protelatórias do cessar-fogo. No mundo unilateral e convulsionado pelas guerras preventivas de Bush, as únicas ações consideradas válidas na atual crise do Oriente Médio são a ocupação unilateral dos territórios palestinos; a construção do muro; a divisão da Palestina em três bantustões e a redução do seu território à décima parte; o desrespeito sistemático a anteriores resoluções da ONU; a nova (atual) invasão do Líbano; a destruição desse país; a nova invasão de Gaza; e as ameaças abertas de confrontação com a Síria e o Irã. Tem sido assim também no Afeganistão e no Iraque, que não são guerras passadas, mas conflitos em curso, em pleno desenvolvimento. No Iraque sucedem-se os massacres. Falluja e Hadhita são fatos da atualidade a mostrar que o novo Oriente Médio de Bush não será fruto de um entendimento para a paz, mas de uma carnificina.

Entretanto, mirando a perspectiva e tendo em conta as forças em confronto, algo nos diz que não existirá o novo Oriente Médio concebido pelo imperialismo norte-americano. E que do holocausto provocado por ele em conluio com seus aliados de Israel, poderão resultar vários cenários, difíceis de prever pela dureza dos confrontos que inevitavelmente se produzirão. Uma coisa é certa, porém. Da carnificina com que Bush empesta o ambiente no limiar do século XXI não surgirá a paz, nem a estabilidade.

No Oriente Médio não cabe outra solução duradoura que não passe por uma resolução abrangente e justa para o conflito árabe-israelense, que não se restringe ao Líbano. O ponto de partida terá de ser a decisão sobre a questão palestina, com a retirada de Israel de todos os territórios ocupados, a criação do Estado nacional palestino e o respeito à soberania de todos os países da região, o que pressupõe a convivência com a Síria e o Irã, tal como estes são.

A convicção de que o novo Oriente Médio do imperialismo norte-americano é uma miragem difunde-se cada vez mais não só nos países da região, mas entre as forças que em todo o mundo e mesmo nos Estados Unidos são solidárias com a Resistência árabe-palestina. E um espectro assustador a tirar o sono dos senhores da Guerra que habitam a Casa Branca e operam desde o Pentágono. É cada vez mais improvável um Oriente Médio dócil e submisso aos ditames do imperialismo estadunidense e de Israel. A derrota dos planos israelenses e norte-americanos quanto ao futuro do Oriente Médio está sendo desenhada também no terreno político. A atual guerra israelense no Líbano é o mais duradouro conflito entre os agressores sionistas e a Resistência árabe. E que diferença para 1967, quando Israel se impôs numa guerra de seis dias! Um mês depois de iniciado o atual conflito, não há perspectiva para Israel de silenciar e deter os Katiusha. Em 5 de agosto, ocorreram as primeiras batalhas terrestres entre o exército invasor e as forças da Resistência. É indisfarçável o sentimento de derrota em Israel e, inversamente, em meio ao horror semeado pelos bombardeios israelenses, é também patente um sentimento de orgulho nacional no Líbano por estar conseguindo levar adiante a resistência, pois nunca nenhuma força militar árabe agüentou por tanto tempo um ataque de Israel, que possui o mais poderoso exército da região. As conseqüências políticas são óbvias e inevitáveis. O Líbano, que há um ano estava à beira de uma guerra civil fomentada pelos EUA e Israel que instrumentalizam determinadas forças políticas internas, hoje conta com o Hezbolá, como fator político e militar decisivo para o enfrentamento do agressor externo.

Não é difícil prever que o mesmo sentimento de orgulho nacional e de ser possível resistir se espalhe a outros rincões do mundo árabe.

O mito da invencibilidade norte-americana também se esboroa no Iraque. Na semana seguinte ao massacre de Cana, generais estadunidenses e seus pró-cônsules no Iraque foram obrigados a admitir que o país se encontrava à beira da guerra civil. Três anos depois da ocupação, está longe, muito longe o momento em que os Estados Unidos poderão dizer que afinal “democratizaram”, “reestruturaram” e submeteram o Iraque. Tal é a sensação do fracasso que se debate abertamente nos círculos políticos e militares e mesmo às esconsas, dentro da Casa Branca e do Pentágono sobre uma irrecusável disjuntiva: permanecer no terreno sofrendo vergonhosas derrotas ou retirar as tropas.

George W. Bush e Condoleeza Rice talvez tenham razão num ponto. O holocausto dos libaneses é de fato as dores de um parto. Longas e lancinantes dores, não do nascimento do “novo Oriente Médio” de dominação colonialista, mas de uma nova luta antiimperialista, que objetivamente vai alterar a “novíssima” ordem mundial instaurada por Bush. Há muitas ilusões no mundo de hoje quanto ao desenvolvimento do cenário mundial. As guerras preventivas de Bush, sendo a guerra de Israel no Líbano mais uma delas, mostram quão distantes estamos duma “raison de Sisteme”, em que prevaleçam o multilateralismo e justos critérios de legitimidade para organizar a ordem mundial. Resistir e lutar, com firmeza, tenacidade e amplitude, com capacidade de unir todas as forças do progresso, da paz, da democracia e do socialismo parece ser a postura e a perspectiva do movimento antiimperialista em face do unilateralismo e do belicismo dos EUA e de seus aliados. A resistência em curso no Oriente Médio é parte desse movimento, acumula na mesma perspectiva.

______________
José Reinaldo Carvalho é jornalista, diretor do Cebrapaz e consultor do Brussel’s Tribunal contra os Crimes de Guerra; autor de Conflitos Internacionais no Mundo Globalizado e A Luta Antiimperialista versus A Hegemonia Norte-americana, em conjunto com Lejeune Mato Grosso.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Pedido aos vermelhos que navegam pelo Cavaleiro

Nunca, do "verbo" JAMAIS, aconteceu de um vermelho postar algum comentário no blog que justificasse sua predileção pelo socialismo/comunismo, os irmãos gêmeos ou o monstro de duas cabeças do século XX. Sempre que utilizam o teclado dos seus computadores (aliás, eles não abdicam de NADA feito pelos "malditos capitalistas", não é mesmo? Nem mesmo são capazes de dizer algo do tipo "olha, o capitalismo é 99% ruim mas tem 1% que presta...") é para xingar, gritar, espernear, imputar crimes e ameaçar. 

Tentem apresentar justificativas para seus gostos político-sociais pessoais, do contrário fica fácil mostrar para os meus leitores que o que está no blog é tudo verdade. Ou seja, que vocês são apenas uns celerados, loucos, insanos ou aproveitadores apenas, "surfistas-sabonete", aqueles que vão na espuma das ondas grandes que só os que tem algum tipo de coragem surfam lá no fundo. 

Não que eu não queira xingamentos aqui. Como falei, o que vocês "escrevem" serve como aula. É que estou me sentindo, como diz Olavo de Carvalho (www.olavodecarvalho.org), como se estivesse batendo em criança e estou ficando mal acostumado. Quero enfrentar cérebros que "funcionam", doentes mentais "tico e teco" está muito fácil e sem graça.

Me ajudem, vermelhos!!! Ajudem o Brasil!!! Chamem os mentores da sociopatia para escreverem aqui e nos outros blogs.

Cavaleiro do Templo 

domingo, 10 de agosto de 2008

Esquerda latino-americana se reúne na Bolívia em apoio a Evo

Do portal VERMELHO, A esquerda bem informada (?)
Por Fernando Damasceno (La Paz), 9 de agosto de 2008


Comentário do Cavaleiro do Templo: devidamente "codificado", neste artigo está o que significa para a esquerdopatia nacional as próximas eleições nacionais: O TERCEIRO MANDATO DO LULA, como podem ver no trecho em vermelho logo abaixo. Evidentemente, este é um dos objetivos buscados pelo FORO DE SÃO PAULO e por isto o assunto "eleições no Brasil" aparece neste artigo que tinha aparentemente um único objetivo, como indica o texto do mesmo).

Às vésperas do referendo revogatório que definirá uma nova etapa na luta pelas mudanças na Bolívia, reuniu-se neste sábado (9), em La Paz, o Grupo de Trabalho do Foro de São Paulo. Entre outros temas e atividades, o encontro serviu para que as forças de esquerda da América Latina se solidarizassem ao presidente Evo Morales e também para denunciar as ações de caráter fascista da direita boliviana.

O Grupo de Trabalho é a instância de coordenação do Foro entre um encontro e outro realizado pela organização. Pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), quem assistiu à reunião foi Ronaldo Carmona, da Comissão de Relações Internacionais do Comitê Central. Estiveram ainda presentes, levando sua solidariedade ao povo boliviano, Valter Pomar, do Partido dos Trabalhadores (PT) e da Secretaria Executiva do Foro, e representações da Argentina, Cuba, El Salvador, Guatemala, México, Nicarágua, Peru e Uruguai, além da anfitriã Bolívia, que assistiu à reunião representada pelo senador Antonio Peredo, do Movimento ao Socialismo (MAS), e por Inacio Mendoza, Secretário Geral do Partido Comunista Boliviano.

Novas ações imperialistas

O primeiro tema a ser debatido foi a conjuntura política latino-americana. Carmona valorizou a realização do Encontro do GT em La Paz, observando que “esta reunião tem caráter simbólico, pois demonstra a unidade da esquerda latino-americana em apoio ao processo de mudanças vivido na Bolívia”. O representante do PCdoB destacou ainda que os fatos recentes da conjuntura regional confirmam a análise aprovada no XIV Encontro do Foro, realizado em maio, na cidade de Montevidéu, quando se ressaltou a contra-ofensiva da direita como marca principal da reação do imperialismo contra o avanço das forcas progressistas na região.

Para sustentar a análise dessa tendência, Carmona, destacou, dentre outros exemplos, a reintrodução da IV Frota Naval dos Estados Unidos na região, em contraposição direta ao Conselho Sul-Americano de Defesa proposto pelo governo Lula. O representante do PCdoB destacou ainda, ao fazer seu relato sobre a conjuntura brasileira, a importância das eleições municipais de outubro para a definição da correlação de forças no país, tendo em vista a continuidade das forças progressistas à frente do governo brasileiro a partir de 2010.

Apoio a Evo e às forças progressistas do continente

A reunião aprovou uma moção de solidariedade ao povo e ao governo do país, que denuncia o comportamento racista e fascista da direita local, destaca o protagonismo da maioria indígena que compõe a população boliviana na luta pelas mudanças e hipoteca solidariedade ao presidente Evo Morales.


A reunião do GT também discutiu outros pontos, como a solidariedade a Colômbia, o apoio à FMLN nas eleições presidenciais em El Salvador, em marco de 2009, a participação no Fórum Social Mundial de Belém, em janeiro de 2009, e a realização do XV Encontro do Foro de São Paulo, programado para 2009 na Cidade do México.

Houve espaço também para os participantes da reunião aprovarem resoluções em solidariedade a Cuba e pela libertação dos cinco patriotas cubanos presos nos Estados Unidos, uma resolução em solidariedade à luta do povo mexicano contra a privatização da Pemex e outra em repúdio à decisão da União Européia em impor a chamada “diretiva de retorno” contra os milhares de imigrantes que vivem nesse continente.

Os representantes da esquerda latino-americana seguem na capital boliviana por mais alguns dias, acompanhando, como observadores internacionais, o referendo que se realiza
neste domingo.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

O Idiota latino-americano esquerdista

Direto do site Vermelho, a Esquerda bem Informada (????????????????)

"É de domínio público que o sexo, e não a religião, é o tema central da Igreja Católica..."

Comentário do Cavaleiro do Templo: como ter um debate, uma troca de idéias ou mesmo uma conversa com pessoas tão despreparadas, sem noção alguma das coisas que as cercam e vazias como estas, a esquerdopatia latina? Não é que eu fique aborrecido com tal afirmação. Não, não é isto. O que me causa ler tal estupidez é a constatação de que do outro lado não existem pessoas interessadas em fatos, apenas nas suas verdades, quase todas mentiras imensas como esta.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".