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sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Papai do MST batendo palmas para OBAMA

Do portal do DIEGO CASAGRANDE

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FHC diz que Obama é melhor para o Brasil: "pode revisar ordem geral"


O ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso afirma que a eleição do candidato do partido democrata à Casa Branca, Barack Obama, seria melhor para o Brasil (C.T. - é claro que o FHC prefere a turma dele, a da esquerda). "Obama é mais aberto ao 'soft power', ao poder mundial legitimado e dividido. Pelo próprio fato de ser negro, de ser alguém que tem experiência internacional, que viveu na Indonésia, que é doutor em Harvard. Ele é tudo isso e por tal pode oferecer um espaço para a revisão da ordem geral", justifica FHC.

"Uma vez me perguntaram o que é necessário para que os EUA inspirem o mundo novamente. Eu disse: 'olha, são gestos, não coisas de natureza material'. E Obama é, em si mesmo, um gesto", completou o tucano.

Comentário do Cavaleiro do Templo: FHC sempre com suas falas bonitas, não é mesmo? Quem não sabe ler e portanto não sabe entender se encanta com políticos como OBAMA, FHC, LULA e ODORICO PARAGUAÇU, todos da mesma turma, os embromadores, os artistas circenses. OBAMA é um dos piores candidatos à Presidência que já surgiram nos EEUU mas consegue aparecer pelo mesmo motivo que o LULA: antes deles veio a estupidificação do povo. Portanto, são a consequência de um projeto levado a cabo para permitir, como triunfo, a eleição de (no mínimo) hipócritas, quando não mentirosos, salafrários e entreguistas, os piores homens públicos de todos os tempos.

sábado, 28 de junho de 2008

É proibido parar de mentir - Lula, Obama e a mídia brasileira

Do portal do OLAVO DE CARVALHO
Por Olavo de Carvalho, 27 de junho de 2008

Seja em ciência política, seja no mero comentário jornalístico, a análise de um candidato a qualquer cargo eletivo, para ter o mínimo de confiabilidade, tem de abranger os seguintes aspectos e suas interrelações:

1. Sua imagem publicitária, o "personagem" criado pela sua campanha, o qual pode coincidir em mais ou em menos com a sua personalidade real.

2. Seu programa de governo ou plano de ação, considerado na sua pura lógica interna.

3. A comparação entre esse plano e a situação externa objetiva que ele promete alterar ou corrigir.

4. As correntes de pensamento atuais ou pretéritas que, de maneira mais próxima ou mais remota, se refletem nesse plano.

5. Os grupos políticos, econômicos e culturais que apóiam o candidato de maneira ostensiva ou discreta.

6. A posição real do candidato ante esses grupos, seja como seu líder efetivo, como seu parceiro permanente ou temporário ou como seu agente e serviçal.

7. As alternativas reais ou possíveis contra as quais sua candidatura se opõe de maneira explícita ou velada.

Só quando esses sete fatores estão esclarecidos você pode ter uma certeza razoável de que conhece o candidato e sabe a que ele veio. É essa a condição sine qua non do alardeado "voto consciente". E não é preciso dizer que essa condição depende, fundamentalmente, dos "formadores de opinião" – dos intelectuais públicos e da mídia.

Pois bem: em duas eleições sucessivas o brasileiro votou em Lula sem ter a menor idéia de que ele era o fundador e presidente da maior organização revolucionária que já existiu na América Latina. Faltaram por completo, na imagem pública do candidato, os itens 5, 6 e 7 da lista. Essas informações foram propositadamente, sistematicamente sonegadas ao eleitor pela propaganda partidária e por toda a "grande mídia", com a cumplicidade passiva da pretensa Justiça Eleitoral.

Essas duas eleições foram ilegais no mais estrito sentido da palavra. Não atenderam às condições mínimas de informação fidedigna que o público precisa para escolher uma marca de automóvel, uma geladeira ou um remédio para hemorróidas. Todos os proprietários de jornais, revistas e canais de TV sabiam disso perfeitamente. A Justiça Eleitoral sabia disso. As Forças Armadas sabiam disso. A cumplicidade geral deu ao crime ares de legitimidade, marcando a ruptura definitiva entre o debate público e a realidade da vida nacional e gerando a atmosfera de alienação e loucura da qual a corrupção e a violência, em doses jamais vistas no mundo, são apenas o sintoma mais visível e escandaloso.

Jamais, na história de qualquer nação, a elite falante, por amor e temor a um grupo político ambicioso e cínico, traiu e ludibriou tão completamente um povo.

Não é de estranhar que, decorridos alguns anos, o hábito da trapaça consciente e fria tenha se impregnado tão profundamente na moral dessa elite que até mesmo ao falar de outros países ela tenha de mentir compulsivamente – e mentir no preciso sentido que interessa ao grupo dominante. Só para dar um exemplo, a cobertura jornalística da candidatura Barack Obama na mídia brasileira limita-se estritamente a vender ao público a sua imagem publicitária -- item 1 da nossa lista --, sem chegar a tocar nem mesmo no seu programa de governo. Ela mente em favor de Obama ainda mais espetacularmente do que mentiu em favor de Lula. Nenhum jornal ou canal de TV brasileiro jamais informou que Obama é um apóstolo da "Media Reform" calculada para eliminar a liberdade de opinião no rádio, um defensor ardente da proibição total de armas de fogo pela população civil (na mesma linha que Hitler adotou na Alemanha), um partidário fervoroso do imediato desmantelamento das defesas americanas anti-míssil (portanto da rendição incondicional ante qualquer poder nuclear estrangeiro). Ninguém jamais informou que ele votou contra a proibição de matar bebês que sobrevivam ao aborto e que ele é um discípulo da "teologia da libertação" na sua versão mais radical e extremada. Ninguém informou que os grupos que o apóiam são círculos bilionários globalistas aos quais ele serve como agente para a destruição da soberania americana e a imediata implantação de um governo mundial pelos meios mais antidemocráticos que se pode imaginar. E ninguém informou que sua maior vantagem ante o concorrente republicano reside precisamente na superioridade dos seus fundos de campanha (400 milhões de dólares contra 85), o que já basta para mostrar que Obama não é de maneira alguma o candidato dos pobres e oprimidos.

Contra todas essas informações essenciais, a mídia brasileira martela e remartela a imagem publicitária baseada exclusivamente na cor da pele. Se Obama fosse candidato a presidente do Brasil, teria a maior votação da nossa história.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Obama é comunista

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
O grupo "Sobrevivência dos Estados Unidos "America's Survival" colocou em sua página da internet, informes sobre as conexões comunistas de Obama, desde sua infância no Havai até sua chegada a arena política em Chicago. Segundo o grupo, o senador democrata por Illinois tem um passado comunista.

Em declarações à Efe, Cliff Kincaid, o presidente do grupo afirmou que todas as provas contidas nos informes “são sólidas e verdadeiras, porém, os meios de comunicação, encantados com Obama, não querem aceitá-las". "Somos investigadores e queremos apenas dar ao público a informação veraz que ele necessita. Seu passado importa porque ele se associou com grupos e pessoas da extrema-esquerda, comunistas, desleais aos EUA, e teria que explicar essas conexões" disse Kincaid.

Kincaid quer que Obama explique, por exemplo, seus vínculos com a ativista Bernadine Dohrn e com o "terrorista comunista" William Ayres, um ex-membro do grupo "Weather Underground" ligado a atentados contra instalações governamentais no final da década de 1960. – Informação da AOL/Latina

COMENTÁRIO

Nosso Blogue tem se dedicado a fazer comentários sobre o perfil de Obama, com o objetivo de informar aos nossos leitores que vivem nos USA, e que logo mais estarão escolhendo o homem que irá presidir a maior potência do mundo. Esta informação de hoje merece ampla divulgação, pois trata das conexões COMUNISTAS de OBAMA.

Durante o nosso jantar de ontem, eu e Arthur falávamos justamente sobre o modelo de vida americano, sobre a construção planejada desse país, sobre a civilidade do povo, e de como o americano é importante como cidadão, isto é, ele é respeitado pelo seu governo.

Nós vivenciamos a vida americana de vez enquando, e sabemos que a diferença estrutural dos EUA com os países de 3º. Mundico equivale a estar em outro planeta, naquele que imaginamos existir quando sonhamos.

Daí, discutimos sobre o que a INVEJA é capaz de fazer: perseguir, destruir, matar e cometer toda ordem de atrocidades em nome dessa coisa chamada "COMUNISMO" - o alimento dos vagabundos do mundo, inconformados com sua incapacidade de mudar a própria vida, através do trabalho. O comunista é um "ser" doente, incapaz, ressentido, complexado e imoral. Enfim, é um delinqüente ideológico que, se preciso for, comete qualquer crime para poder se apropriar da vida material dos outros. O comunismo é uma FERIDA ATÁVICA da humanidade, criada para nivelar os fracos (pelo rodapé) em torno da INVEJA, porque eles não conseguem aceitar as diferenças entre os homens, não suportam os graus evolutivos - seja da beleza física, moral, intelectual ou financeira.

Se você prezado leitor, dispensar um breve olhar nesse cardume de piranhas comunistas, que ataca o mundo por aí afora, perceberá o quanto eles se parecem entre si. Querer descobrir alguma diferença entre eles é missão impossível. A espécie nasceu com o primitivismo em destaque. Deve ser alguma reminiscência dos ferozes “hunos”, o exército de bárbaros. Eu nunca conheci um só comunista que fosse belo, bem-sucedido e culto.

Para se ter uma idéia, os hunos foram descritos em uma crônica européia do século VI d.C, da seguinte maneira:

"Eles vêm das estepes asiáticas, e toda a Europa tremerá perante eles, em seus peitos batem os corações de animais selvagens, desde a antiguidade eles não são considerados humanos! Nenhum cultiva a terra nem toca mesmo um arado. Sem morada fixa, sem casas, erram por todos os lados e parecem sempre fugir com as suas carriolas. Como animais desprovidos de razão, ignoram inteiramente o que é o bem e o que é o mal; não têm religião, nem superstição, nada iguala a sua paixão pelo ouro".

Pois estamos bem no meio de uma deplorável “Revolução dos Vagabundos”, aqui na América Latina, onde a massa acéfala de ressentidos é paga pelos medíocres (que ocupam as cadeiras de presidentes) para saquear e depredar, portanto, só nos resta torcer para que Obama não venha se somar na desorganização das democracias. Seria o fim de qualquer chance para o resto do mundo. Por Gabriela/Gaúcho

Se essa coisa vencer por lá, aí sim, we will be shitted, definitivamente. Para conhecer sobre o passado comunista de Obama, clique aqui

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Velha novidade

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Thomas Sowell em 07 de maio de 2008

Resumo: A proteção a criminosos, o ataque a empresários, o aumento de despesas governamentais, a promoção da inveja e descontentamento, o aumentar impostos para os que são produtivos e o subsídio para os que não são – tudo isso é uma reprise dos anos 1960, representada por Barack Obama.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Muitos anos atrás, o grande rebatedor Paul Waner estava se aproximando do fim de sua longa carreira. Ele começou uma partida com 2999 rebatidas – há uma rebatida da marca histórica de 3000 que muitos rebatedores gostariam de atingir, mas que muito poucos realmente conseguem.

Waner atingiu uma bola que o fielder[1] não conseguiu interceptar inteiramente, e o juiz considerou isso uma rebatida, perfazendo a sua 3000ª. Paul Waner então mandou dizer ao juiz que ele não queria que aquela rebatida questionável fosse a que o colocaria numa posição de destaque.

O juiz reverteu a decisão e assumiu o erro. Mais tarde, Paul Waner conseguiu uma rebatida limpa para ser a 3000ª.

Isso me vem à mente quando vejo o grande fervor que muitos parecem sentir a respeito da possibilidade de ter o primeiro negro como presidente dos EUA.

Sem dúvida, é uma questão de tempo para que haja um presidente negro, tal qual era apenas uma questão de tempo para que Paul Waner atingisse a marca de 3000 rebatidas. A questão é se queremos atingir tanto essa marca histórica que estamos dispostos a desconsiderar o quão questionável são os meios de atingi-la.

Paul Waner teve muito orgulho de aceitar a rebatida suada e inquestionável. Escolher um presidente dos EUA é muito mais momentoso que bater um recorde do beisebol. Precisamos como eleitores ter muito mais preocupação sobre quem colocamos para decidir o destino de uma nação e de gerações ainda por vir.

Não há razão para que alguém tão arrogante, idiotamente inteligente e em última análise perigoso quanto Barack Obama se torne presidente – especialmente não em um momento em que a ameaça de terroristas internacionais com armas nucleares espreita os mais de 300 milhões de americanos.

Muitos parecem considerar eleições como ocasiões para descarregar emoções, tal como torcer para seu time ou escolher a Rainha da Escola.[2]

Os três candidatos estão sendo discutidos em termos demográficos – raça, sexo e idade – como se isso fosse o mais importante para o cargo.

Um dos mais dolorosos aspectos do estudo de grandes catástrofes do passado é descobrir como muitas pessoas estavam preocupadas com trivialidades quando se encontravam à beira do abismo. A demografia da presidência é muito menos importante do que o momentoso peso da responsabilidade inerente ao cargo.

Apenas o poder de nomear juízes federais para as cortes de julgamento e apelação em todo o país, incluindo a Suprema Corte, pode ter um enorme impacto por décadas no futuro. Não há sentido em se sentir indignado por coisas decididas por juízes federais se você vota, na base da emoção, naquele que os nomeia.

Barack Obama já deu indicações de que quer juízes que façam política social em vez de simplesmente aplicarem a lei. Ele já tentou evitar que jovens criminosos fossem julgados como adultos.

Apesar de o senador Obama se apresentar como um candidato das coisas novas – usando o mantra “mudança” indefinidamente – a verdade pura e simples é que virtualmente tudo o que ele diz sobre política doméstica vem diretamente dos anos 1960 e virtualmente tudo o que ele diz sobre política externa vem diretamente dos anos 1930.

A proteção a criminosos, o ataque a empresários, o aumento de despesas governamentais, a promoção do sentimento de inveja e descontentamento, o aumento de impostos para aqueles que são produtivos e o subsídio para os que não são – tudo isso é uma reprise dos anos 1960.

Pagamos um preço altíssimo por tais noções daquela década nos anos que se seguiram, na forma de taxas de criminalidade rapidamente ascendentes, inflação e desemprego de dois dígitos. Durante os anos 1960, os guetos em todo o país foram sacudidos por distúrbios dos quais muitos ainda não se recobraram.[3]

A violência e destruição foram concentradas não onde havia a maior pobreza ou injustiça, mas onde havia os políticos mais esquerdistas, que promoviam o descontentamento e paralisavam a polícia. (C.T. - sentiram a semelhança com o Brasil de já algumas décadas?)

Internacionalmente, o que o senador Obama propõe – inclusive os encontros midiáticos de chefes de estado – foi tentado durante os anos 1930. Isso, em nome da paz, foi o que levou à mais catastrófica guerra da história humana.[4]

Tudo parece novo àqueles muito jovens para lembrar o passado e muito ignorantes em história para ter ouvido falar a seu respeito.

Thomas Sowell é doutor em Economia pela Universidade de Chicago e autor de mais de uma dezena de livros e inúmeros artigos, abordando tópicos como teoria econômica clássica e ativismo judicial. Atualmente é colaborador do Hoover Institute.

Publicado por Townhall.com

Tradução de Antônio Emílio Angueth de Araújo

[1] O fielder é uma espécie de defensor no jogo de beisebol, que no caso tenta agarrar a bola com a luva antes que ela toque o chão ou saia do campo.

[2] Tradição americana de escolher uma estudante para ser coroada a rainha da escola ao final do curso secundário ou universitário. (N. do T.)

[3] Ver, de Sowell, Conseqüências dos anos 1960. (N. do T.)

[4] Ver, de Sowell, Moralmente paralisado. (N. do T.)

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".