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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Obama está fadado a desapontar

UOL NOTÍCIAS
02/04/2009

Cavaleiro do Templo: eu postei este artigo extremamente bondoso com o OBAMA para que vocês notem que mesmo quando um esquerdopata faz imensas c*g*d*s (*=a) a mírdia (com "r" mesmo) jamais os acusam do que eles realmente são e do que vieram fazer: DESTRUIR A NOSSA FORMA DE VIVER, A NOSSA CIVILIZAÇÃO. Parece exagero mas o tempo dirá. Tomará que eu e todos que comungam desta opinião estejamos errados, tomara mesmo.

Prospect

Bartle Bull*

Barack Obama sempre esteve fadado a desapontar. Quando um indivíduo promete quase tudo a quase todos, ele inevitavelmente decepcionará muita gente. Mas poucos esperavam que o novo governo saísse de ritmo assim tão rapidamente (Cavaleiro do Templo: poucos sim pois estes poucos são aqueles que buscam os fatos e nãose rendem às crendices, aos discursos e a macaqueação como faz a maioria. Estes poucos esperavam sim que Obama mostrasse desde cedo a sua verdadeira cara. O mais "curioso" disto é que ninguém na grande mídia esperava... Que coisa, não? Os caras que ganham dinheiro para MOSTRAR OS FATOS são hoje os que ganham dinheiro FAZENDO PROPAGANDA DOS PIORES SERES HUMANOS (VIVOS E MORTOS) e nada mais. Quem lê os blogs destes poucos sabem do que estou falando). Transcorridas apenas algumas semanas após a posse, a Casa Branca de Obama está em apuros. O mercado de ações dos Estados Unidos perdeu um quarto do seu valor desde a eleição de Obama. O governo está em meio a uma crise total de quadros para a sua equipe: tendo perdido uma quantidade recorde de dez nomes escolhidos para cargos graduados, ele está com vários cargos importantes no Poder Executivo ainda desocupados - incluindo todos os postos do Departamento do Tesouro que estão abaixo do cargo principal. E o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, parece estar apavorado tanto em frente às câmeras de televisão quanto perante os executivos.

Até mesmo a imprensa que tem simpatia pelo governo está começando a falar de uma "crise de incompetência" (Cavaleiro do Templo: incompetência não, altíssima competência. Obama está lá para AJUDAR A ACABAR com os Estados Unidos. Esta é a função deleQuem lê os blogs daqueles poucos sabem do que estou falando). No exterior, Coreia do Norte, Rússia, China e Irã adotaram um tom mais agressivo. Em casa, a agenda "cavalo de Troia" de Obama - usar a crise econômica como desculpa para promover mudanças sociais radicais em áreas que não têm relação com o retorno do crescimento econômico - ameaça arrastar o seu governo para areias movediças ideológicas quanto tudo o que a população realmente deseja são empregos. 

Um presidente que tem ambições históricas jamais se contentaria com a resolução de uma simples recessão. Assim, no seu discurso na televisão perante ambas as casas parlamentares em fevereiro ele deu uma lição especial de história: "A nossa economia não entrou em declínio da noite para o dia. E os nossos problemas também não começaram quando o mercado imobiliário entrou em colapso ou o mercado de ações afundou". Ele disse que a atual recessão e os problemas imobiliários e financeiros têm causas mais profundas. E quais são esses males subjacentes que necessitam tanto do toque do xamã? O presidente citou quatro: energia, sistema de saúde, educação e dívida.

Os norte-americanos que se concentraram nas palavras do presidente e não no seu discurso caracteristicamente bem declamado acharam o diagnóstico desconcertante. De fato, a educação, o setor de energia e a política de saúde nos Estados Unidos, como quase em todos os países, precisam de ajuda. Mas será que as falhas dos Estados Unidos nessas áreas são de fato as causas do colapso do setor imobiliário e da paralisação do sistema bancário?

Dois dias após o seu discurso no Congresso, o presidente apresentou um esboço de 150 páginas do seu orçamento, que, no valor de US$ 3,6 trilhões, já representa a maior e a mais ambiciosa expansão do Estado norte-americano desde a Great Society (Grande Sociedade) de Lyndon Johnson (Cavaleiro do Templo: viram? isto se chama SOCIALISMO/COMUNISMO disfarçado). Apesar das promessas em contrário, o orçamento defende um déficit que - correspondendo a 12,7% do produto interno bruto - é quatro vezes maior do que quaisquer dos grandes déficits registrados durante o governo de George W. Bush

Dirigido pelos compromissos colossais com as três áreas sociais prioritárias de Obama, o orçamento dele propõe ampliar os gastos federais, que em 2008 corresponderam a 21% da economia, para 28% em 2009. Acrescentem-se a isso os gastos nos níveis estadual e municipal, e a parcela governamental da economia dos Estados Unidos chegará a cerca de 45%, o que é mais ou menos o patamar do Reino Unido. O esboço do orçamento de Obama apresenta os adicionais US$ 634 bilhões para o sistema de saúde como um adiantamento do custo integral do serviço de saúde universal, que ele calcula que será o dobro da quantia que está fornecendo. Segundo Obama, o Congresso terá que encontrar o resto do dinheiro.

A educação nos Estados Unidos é uma questão pertinente aos Estados individuais, e não ao governo federal. A constituição é clara quanto a isso, mas Washington, especialmente durante o regime Bush, avançou inexoravelmente sobre esta área. E agora Obama apodera-se de forma sem precedentes dela em nome do governo central, ao pedir a aplicação de padrões universais nas escolas. As cifras referentes a essa iniciativa ainda não foram publicamente divulgadas, mas serão enormes (Cavaleiro do Templo: Obama quer escolas iguais (em incompetência) para, no final, impedir que CONHECIMENTO DE FATO chegue aos jovens transformando-os em imbecis úteis à revolução e inúteis para todo o resto, como no Brasil).

Quanto ao setor de energia, acredita-se que Obama obtenha US$ 600 bilhões com a venda de direitos negociáveis de emissão de carbono. Isto representa fundamentalmente um grande imposto adicional sobre todas as atividades do setor privado - US$ 800 por ano em novos impostos para cada norte-americano. O novo imposto de emissão de carbono é formulado de forma a tornar a tradicional economia do setor de energia tão cara que as outras alternativas tornem-se viáveis(Cavaleiro do Templo: que bela forma de tornar viável o que é inviável, não? Entendam vocês como a coisa funciona: tudo é desculpa para o GOVERNO assumir o CONTROLE TOTAL do país. Assim é aqui, lá também está indo por aí. Se uma forma de energia é inviável, para que torná-la viável AUMENTANDO O CUSTO DA VIÁVEL? Lógico que é para roubar dinheiro do contribuinte, mas não pára por aí apenas. Se isto não é IDEOLOGIA, é o que? Se isto não é enfiar goela abaixo de todos o que um grupelho de gente ACHA O CERTO, é o que então?)

Ainda que você aprecie o rumo liberal seguido por Obama, este é exatamente o oposto de uma política formulada para lidar com a atual crise, política esta que se fundamentaria simplesmente no fato de que os norte-americanos precisam de empregos. 

A apressada e não debatida legislação de estímulo do presidente, no valor de US$ 800 bilhões, foi a maior medida individual de gastos na história do governo dos Estados Unidos. Ela pouco tem a ver com consertar a economia atual e tudo a ver com uma agenda social do tipo "grande Estado": 80% dos gastos previstos no projeto ocorrerão após o final deste ano, quando até mesmo a equipe de Obama prevê um saudável crescimento de 3% do produto interno bruto. Não é de se admirar que, apesar de ter passado duas semanas cortejando os parlamentares republicanos, Obama não tenha sido capaz de atrair nem um só deles, o que acabou com as suas promessas de campanha no sentido de adotar ações bipartidárias. 

Assim, o plano do presidente Obama representa um realinhamento radical da economia política dos Estados Unidos. Para tornar este programa aceitável, Obama faz um uso agressivo de comparações com a Grande Depressão. Mas essa comparação é falsa. 

A recessão atual consiste em uma contração econômica normal, em termos de gravidade e duração, segundo os padrões históricos. Considerando-se que todos os setores preveem que o crescimento econômico retornará na segunda metade deste ano, a economia dos Estados Unidos está se saindo substancialmente melhor do que durante a recessão de 1981-1982, quando o desemprego, que atualmente é de 8,1%, chegou a 10,8%. 

Assim, apesar dos constantes paralelos traçados pelo presidente, a situação atual não é nem remotamente comparável à Grande Depressão. A produção automotiva caiu 90% em 1932, contra 25% em 2008. Em 1931 e 1932 mais de 10 mil bancos faliram, enquanto que em 2008-2009 houve apenas um punhado de falências similares. E em 1932 o índice de desemprego ultrapassou os 25%.

A economia dos Estados Unidos pode não estar tão ruim quanto Obama diz, mas ela encontra-se de fato em dificuldades. E ele sem dúvida deveria estar fazendo algo a respeito disso. No entanto, em vez disso, Obama está usando isso como uma oportunidade para promover aquilo que, para os padrões dos Estados Unidos, é uma agenda ideológica tremendamente ambiciosa. Do "New York Times", à esquerda, ao "Wall Street Journal", à direita, o orçamento de Obama tem sido classificado como a maior mudança nas políticas dos Estados Unidos desde a revolução Reagan na década de 1980.

Obama de fato prometeu algumas dessas enormes iniciativas políticas durante a campanha de 2008. Mas o maior momento de franqueza que emergiu deste governo até o momento deu-se quando o chefe de gabinete, Rahm Emanuel, afirmou: "Ninguém deseja jamais que uma crise séria seja desperdiçada. Esta crise proporciona a oportunidade para que façamos coisas que não teríamos sido capazes de fazer antes". Hillary Clinton, a outra grande força no governo, fez a mesma observação recentemente, em Bruxelas: "Jamais desperdice uma boa crise... Não a desperdice quando ela pode ter um impacto bastante positivo sobre a mudança climática e a segurança energética".

Isso é de tirar o fôlego. Os membros mais graduados do governo Obama estão confessando publicamente (e talvez involuntariamente) a existência de precisamente aquele tipo agenda cabalística secreta que era o fator mais odiado quanto ao governo Bush. Imaginem a apoplexia da base política de Obama se Dick Cheney tivesse chamado o 11 de setembro de uma "boa crise" porque ela proporcionou uma boa desculpa para uma invasão do Iraque que há muito o governo pretendia fazer. 

A retórica alarmista de Obama é muito diferente do tom do seu herói econômico, Franklin Roosevelt. Os desafios atuais de Washington são pequenos se comparados àqueles enfrentados por Roosevelt. A natureza do Estado norte-americano mudou. Em 2008, após uma enorme expansão fiscal sob Bush, o governo federal respondia por 20% da economia. Em 1930 essa parcela governamental era de 3%. E, ao contrário de Roosevelt, Obama contou com o benefício de 80 anos de história. 

Obama prometeu tentar usar impostos para procurar sair do buraco de gastos que está criando, com cada vez mais taxações sobre aqueles que ganham mais de US$ 250 mil por ano. Isso não tem como funcionar. Independentemente dos danos que tais desincentivos causarão aos investimentos e aos pequenos negócios, os impostos de estilo Obama, concentrados nos ricos, simplesmente não são capazes de arrecadar dinheiro suficiente para cobrir os gastos de estilo Obama. Incapaz de tapar o buraco com impostos, o Tio Sam será obrigado e imprimir papel moeda em uma escala jamais vista desde o governo Jimmy Carter. 

Obama cita Ronald Reagan quase com a mesma frequência com que cita Roosevelt, mas caso ele deseje uma comparação apropriada para a situação atualmente enfrentada pelos Estados Unidos, o exemplo não seria nem a Grande Depressão nem a revolução Reagan, e sim os problemas da era Carter: debilidade e pessimismo impressionantes tanto no país quanto no exterior

Ao retornar ao estado de espírito da breve (1931-1939) experiência do New Deal, que foi por si só uma anomalia nos 240 anos do país, Obama está revertendo o rumo filosófico do Estado norte-americano. Isso é o oposto daquilo que os norte-americanos moderados acreditavam que receberiam ao votarem nele

Um centrista pós-partidário: essa foi a mentira do século. Agora o Obama real emergiu. A versão moderada e sustentável do Partido Democrata, personificada pelos presidentes Kennedy e Clinton, baseada na responsabilidade fiscal e em uma economia de baixos impostos e elevado crescimento, foi arquivada. A ideologia retornou. Para os democratas pragmáticos em um país politicamente moderado que ainda se baseia em uma filosofia de forte liberdade individual, essa expansão revolucionária do governo federal é muito preocupante. Não é essa a mudança que buscávamos. 

Assim, a grande pergunta atual nos círculos democratas é: "O que Hillary Clinton fará a respeito disso?" Aqueles que a apoiaram ainda sentem que roubaram a eleição da sua candidata. Com o capital em greve, os Estados rebelando-se contra a agenda de dependência traçada pelo presidente, o secretário do Tesouro provavelmente prestes a ser substituído, vários cargos ainda não preenchidos, a imprensa liberal ansiosa e os índices de popularidade despencando, a saída de Hillary Clinton poderia afundar um governo que já dá a impressão de ser uma canoa furada, colocando à frente dela um caminho desimpedido para a candidatura democrata em 2012. 

Pessoas sérias não gostam de estar associadas a uma Casa Branca que, oito semanas após a posse e quatro meses após a eleição, em um momento de conturbação econômica concreta, não conta com um único indicado para os vários cargos do Departamento do Tesouro, e muito menos com um indicado concreto sentado atrás de uma mesa de trabalho. Esse fiasco quanto ao preenchimento dos cargos repete-se nos departamentos de Defesa, de Estado e muitos outros. Nunca se viu nada semelhante a isso em Washington.

O Partido Republicano encontra-se tão confuso que está deixando a crise de Obama ser desperdiçada. O governador da Louisiana, Bobby Jindal, de 37 anos, um astro republicano em ascensão, fez um discurso sem brilho em resposta ao discurso do presidente no parlamento. O novo presidente do comitê nacional republicano, Michael Steele, teve recentemente um desentendimento público com o titã dos programas de rádio conservadores dos Estados Unidos, Rush Limbaugh. Sarah Palin e Mike Huckabee estão dividindo entre si a classe trabalhadora e a direita religiosa, e Mitt Romney está silencioso por ora. No longo prazo, um governo Obama poderia ser resgatado por uma figura do tipo Newt Gingrich que trouxesse de volta a Washington, a partir da direita, políticas econômicas voltadas para o crescimento. Em tal caso, muitos senadores e deputados democratas não seriam reeleitos. Por ora, porém, a verdadeira ameaça ao presidente está dentro do seu próprio partido cada vez mais inquieto. 

Para os democratas moderados que veem na tendência nacional predominante a melhor esperança do partido para a obtenção de uma maioria de longo prazo, é extremamente perigoso associar-se a uma presidência tão ideologizada. E a situação é ainda pior quando a ideologia em questão é aquela que tem a menor probabilidade de funcionar. Mais guerra e menos crescimento significa liderança e política ruins. 

* Bartle Bull é editor de notícias internacionais da "Prospect"

Tradução: UOL

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Obama admite erros em nomeações para o gabinete

MSN NOTÍCIAS

Olhem que equipe de salafrários o Lula americano quer(ia) perto de si. Alguma diferença do nosso? Nem mesmo no discurso "... eu sou O ético...", não é mesmo? É o HOMEM MASSA no poder. 

Cliquem aqui pois a BBC não me deixa copiar e colar a matéria.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Construindo a ditadura americana

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 9 de janeiro de 2009


Não há “crise de crédito” nem recessão nenhuma, mas os gastos do governo americano para remediar problemas inexistentes podem criar um problema real: a hiperinflação. Os EUA ameaçam menos repetir a sua crise de 1929 do que o destino da República de Weimar em 1922, quando era preciso uma cesta de dinheiro para comprar um pãozinho.


Estas são as conclusões de um relatório publicado pela firma de consultoria Celent. O autor do estudo, Octavio Marenzi, é freqüentemente citado como fonte pelo Economist, peloFinancial Times e pelo Wall Street Journal. Antes de fundar a Celent, ele foi chefe do departamento de Tecnologia da Informação do Union Bank de Zurique e consultor doBooz, Allen & Hamilton's Financial Services Group na Europa e nos EUA.


Ele afirma que os diagnósticos apresentados ao público pelo secretário do Tesouro, Henry Paulson, e pelo presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, são integralmente desmentidos pelas estatísticas oficiais dos órgãos que eles mesmos dirigem.


Em setembro, quando persuadiu o presidente Bush a liberar 700 bilhões de dólares em verbas de emergência, Paulson disse que o sistema financeiro estava “paralisado”, que os mercados de crédito haviam “congelado” e que os empréstimos entre bancos tinham se “reduzido substancialmente”. Bernanke afirmou que os negócios estavam enfrentando “reduzido acesso ao crédito”.


Tudo isso é cem por cento falso. As tabelas da Secretaria do Tesouro e do Federal Reserve mostram que, em vez de diminuir, a oferta de dinheiro aumentou – e aumentou numa velocidade jamais vista antes na história americana: 74 por cento em apenas 84 dias (15 por cento só no auge da “crise”). “Antes, observa Marenzi, esse salto aconteceria no curso de uma década ou mais.”


“Sem dúvida – prossegue –, um certo número de importantes instituições financeiras e de firmas industriais está em sérias dificuldades. No entanto, dificuldades de crédito que afetem um conjunto específico de firmas não é a mesma coisa que um problema no mercado de crédito como conjunto.” No geral, afirma Marenzi, este último estava funcionando muito bem. Se algum risco havia era o da hiperinflação – e a maciça injeção de dinheiro do governo só pode transformar esse risco numa realidade iminente.


O relatório está emhttp://www.celent.com/PressReleases/20081210/WhatCreditCrisis.asp. A conclusão de Marenzi é que Paulson e Bernanke deformaram os fatos “para justificar um acréscimo sem precedentes da intervenção governamental nos mercados”. Mas os dois não fizeram isso sozinhos: a grande mídia inteira os ajudou, endossando suas palavras e abstendo-se meticulosamente de conferi-los com os dados publicados pelas instituições que eles chefiam. Foi justamente por ver que os jornalistas não cumpriam sua função que a Celent decidiu cumpri-la em lugar deles.



No entanto, é claro que os riscos não se limitam à hiperinflação. O anúncio espalhafatoso de uma crise inexistente deslancha, por si mesmo, uma crise real. O gráfico mostra claramente que a oferta de crédito caiu significativamente depois da Lei de Estabilização Econômica assinada em 3 de outubro (Emergency Economic Stabilization Act). Mas, se o remédio foi tão manifestamente culpado por reduzir ao estado de coma um paciente que estava são, não se pode dizer que esse fenômeno não teve precedentes na história da economia americana. Num discurso pronunciado em 8 de novembro de 2002 na Universidade de Chicago, o próprio Bernanke confessou que a Grande Depressão de 1929-1933 não foi causada pela ação espontânea dos fatores econômicos, mas pelo intervencionismo nefasto do Federal Reserve. O discurso foi feito na cerimônia de homenagem ao nonagésimo aniversário de Milton Friedmann – o economista que ao longo de décadas, contra tudo e contra todos, vinha responsabilizando o Federal Reserve pela crise de 1929. Agora era um dos diretores do próprio Federal Reserve que confessava publicamente as culpas da instituição. Mas nem sempre a confissão é um ato sincero de repúdio ao crime. Pode haver nela uma ponta de orgulho secreto, que prenuncia a reincidência. Decorridos seis anos, com Bernanke na presidência, o Federal Reserve está de novo criando uma crise do nada, e, como diz Marenzi, novamente “para justificar um acréscimo de intervenção governamental nos mercados”.


Mas, se é assim – e, depois de olhar a tabela anexa, não imagino como possa ter sido outra coisa –, então resta a pergunta: foi George W. Bush quem mandou Paulson e Bernanke fazerem isso? Por que um presidente que está nos últimos dias do mandato buscaria aumentar dessa maneira o poder do Executivo, se ele mesmo não poderá desfrutar dos novos instrumentos de comando? Obviamente, Bernanke e Paulson não estão entregando esses instrumentos nas mãos de George W. Bush, mas de Barack Hussein Obama. Trata-se de fazer com que o próximo presidente já assuma o cargo na condição de ditador financeiro.


Se a operação foi realizada na base do engodo e da ocultação premeditada de informações, não há nisso nada de estranho, de vez que a própria vitória eleitoral de Obama foi alcançada pelos mesmos meios: não há a menor dúvida de que, se a mídia armasse em torno do sumiço dos documentos de Obama um centésimo do escarcéu que fez quanto à gravidez da filha de Sarah Palin ou das multas de trânsito de Joe the Plumber, o candidato democrata não teria tantos votos. O eleitorado foi totalmente ludibriado quanto à identidade do homem em quem votava, substituída pelo símbolo “candidato negro”, como se tudo quanto os votantes precisavam saber do futuro presidente fosse a cor da sua pele – e qualquer curiosidade quanto aos capítulos incertos da sua biografia fosse crime de racismo: duas premissas que a mídia inteira adotou como cláusulas pétreas do seu manual de redação durante as eleições.


Se duas gigantescas operações de desinformação são empreendidas simultaneamente, uma para forçar o povo a escolher um candidato sem fazer perguntas, outra para ajudar esse candidato a subir ao cargo já com poderes incalculavelmente aumentados, só um idiota completo poderia supor que essas duas operações foram totalmente independentes, só unidas pela mera coincidência de um sincronismo junguiano ou de uma imponderável decisão divina.


Em compensação, é verdadeira a articulação das duas manobras com uma terceira, uma quarta e uma quinta, todas convergentemente destinadas a munir de poderes especiais o próximo presidente.


1) A mais óbvia de todas é invenção pessoal de Barack Hussein Obama: a menina-dos-olhos do presidente-eleito é o seu projeto de uma “força civil de segurança nacional”, militância estudantil armada, paga com o dinheiro dos contribuintes para atemorizá-los e persegui-los ao menor chamado do profeta ungido (v.http://www.ibdeditorials.com/IBDArticles.aspx?id=305420655186700).


2) Enquanto o diretor do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Khan, advertia que as restrições de crédito para pessoas de baixa renda podem provocar distúrbios sociais, o próprio Paulson informava que o governo está preparado para enfrentar com a lei marcial as eventuais agitações e protestos que a “crise” venha a suscitar. Lei marcial significa suspensão dos direitos e garantias individuais.


3) Discretamente, alguns expoentes do pensamento militar americano preparam-se para jogar no lixo a lei Posse Comitatus, que desde 1878 proíbe o uso das Forças Armadas como instrumento de repressão interna. Um relatório do Instituto de Estudos Estratégicos do U.S. Army War College afirma explicitamente: “O Departamento de Defesa pode ser forçado a conter e reverter ameaças violentas à tranqüilidade interna. Sob as mais extremas circunstâncias, isso pode incluir o uso da força militar contra grupos hostis dentro dos EUA.” (V.http://www.newsmax.com/headlines/military_domestic_use/2008/12/23/164765.html?s=al&promo_code=763E-1). Alguns conservadores, num lance de humor negro, chamam isso de Posse Obamitatus.


Aqueles seres superiores que adquirem suas certezas da contemplação diária de um aparelho de TV devem sentir-se livres, sem nenhum ressentimento da minha parte, para desprezar a convergência lógica desses fatos como pura “teoria da conspiração”. Mas não impedirão que, ao 61 anos de idade, eu já tenha compreendido que a obsessão de parecer normal, equilibrado e mainstream é um sintoma de insegurança muito mal disfarçado.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Barack Obama e a estratégia da Crise Fabricada

TRADUÇÕES ESSENCIAIS
Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

Tradução e publicação original:

Link original:

por James Simpson[1]
American Thinker, 28 de Setembro de 2008[2]


***

Notas da tradução:

1) Procurei ser o máximo fiel ao texto original mas nalgumas vezes tiver que adaptar para o melhor entendimento do texto.

2) Todas as referências foram mantidas do texto original, logo todas elas estão em inglês.

3) Todos os negritos e itálicos foram mantidos do texto original, nada acrescentei.

4) Vocês podem se perguntar o porquê de esforço para traduzir um texto que expõe coisas tão faladas nos círculos honestos de divulgação, ou seja todas as tramóias do Obama. Esse texto tem particular importância, pois explica a estratégia por trás do modo de agir do Obama, e como ele está inserido no processo maior. Por isso, e somente por isso, me dei ao trabalho de traduzir esse artigo, que para o entendimento da situação atual daquele país é peça chave.

5) Não traduzi o quadro pois qualquer pessoa que ler o post inteiro não terá dificuldade de reconhecer ali todos os nomes e indicações!

6) Qualquer sugestão de modficação da tradução será bem vinda, traduzi livremente sem seguir regras nem imposições alguma. Assim não terei o menor problema em alterar partes do texto desde que mantenha o seu sentido.

7) Obrigado e boa leitura!

***

Prendendo a respiração, a América espera enquanto Washington luta para tirar a economia dos EUA da beira do desastre. Mas muitos desses mesmos políticos causaram a crise, e se deixados à solta com seus ardis vão fazer tudo de novo.

Apesar do bloqueio da grande mídia, uma série de livros, programas de rádio e blogs conseguiu revelar as ligações de Barack Obama com seus mentores radicais – os terroristas do Weather Underground
William Ayers e Bernardine Dohrn, o membro do Partido Comnunista Frank Marshall Davis e outros. David Horowitz e seu Discover the Networks.org também contribuíram com muitas informações, e apontaram as ligações radicais de Obama desde o início.

Que eu saiba, porém, ninguém até agora ligou todos os pontos entre Barack Obama e a Esquerda Radical. Vistas em conjunto, as influências na vida de Obama contém um mostruário do movimento esquerdista radical, e se torna dolorosamente visível que Obama não só participa voluntariamente do movimento como passou a maior parte da sua vida adulta profundamente mergulhado nele.

Mas mesmo isso não descreve inteiramente a natureza extremista desse candidato. Pode-se associá-lo diretamente a uma vasta estratégia maliciosa que motiva muitas, se não todas, das mais destrutivas organizações esquerdistas radicais dos EUA desde a década de 1960.



A Estratégia Cloward-Piven e a Crise Orquestrada

Numa
mensagem anterior, apontei o histórico esquerdista de completos desastres legislativos, o último dos quais está se desenrolando agora nos mercados financeiros bem diante dos nossos olhos. Antes da ascensão republicana de 1994, os Democratas tiveram sessenta anos de poder virtualmente contínuo no Congresso – na maior parte das vezes com maioria substancial. É possível que um grupo de pessoas inteligentes, com recursos praticamente ilimitados sob o seu comando, estudando problema após problema por anos a fio, não tenha sido capaz de elaborar uma única política que funcione? Qual é a razão dessa incapacidade crônica?

Qual é a razão?

Uma de duas coisas tem de ser verdade. Ou os Democratas são idiotas completos, que na sua santa ignorância perseguem políticas cada vez mais destrutivas apesar de décadas de evidências contrárias, ou eles entendem perfeitamente as conseqüências de suas ações e ainda assim persistem na mesma direção, porque são de algum modo beneficiados por ela.

Digo a vocês que eles entendem as conseqüências. Para muitos é simplesmente uma questão prática, de obter votos do eleitorado alvo às custas do contribuinte; nós perdemos um pouco, eles ganham muito, e os políticos mantêm seus cargos. Mas para outros, o objetivo é mais maligno – o fracasso é deliberado. Não riam. Esse método não só possui seus defensores, mas possui um nome:
Estratégia Cloward-Piven, que descreve os seus objetivos, as suas táticas e a sua estratégia a longo prazo.

A Estratégia foi explicada pela primeira vez na edição de 2 de Maio de 1966 da revista The Nation, por uma dupla socialistas radicais, Richard Andrew Cloward e Frances Fox Piven, professores da Universidade de Columbia. David Horowitz a resume como:

    A estratégia de forçar uma mudança política através da crise orquestrada. A "Estratégia Cloward-Piven" procura acelerar a queda do capitalismo ao sobrecarregar a burocracia governamental com uma enchende de demandas impossíveis, arrastando então a sociedade para uma crise e um colapso econômico.

Cloward e Piven inspiraram-se no organizador radical (e mentor de Hillary Clinton) Saul Alinsky:

    "Faça o inimigo pôr em prática seu próprio manual" escreveu Alinsky no seu livro Rules for Radicals (Regras para Radicais) de 1989. Quando pressionada a honrar cada palavra de cada lei e estatuto, cada princípio moral judaico-cristão e cada promessa implícita do contrato social liberal, a ação humana é inevitavelmente deficiente. A falha do sistema do "pôr em prática" o seu manual de regras pode então ser usado para desacreditá-lo completamente, e para substituir o manual capitalista por um socialista. (cortesia de Discorver the Networks.org)

A Newsmax esclarece mais ainda:
    Sua estratégia de criar caos político, financeiro e social que resulte em revolução mistura conceitos de Alinsky com esforços mais agressivos de causar uma mudança no governo americano. Para atingir sua mudança revolucionária, Cloward e Piven procuraram usar um time de organizadores agressivos, ajudados por uma mídia amigável, para forçar uma re-distribuição da riqueza nacional.

No seu artigo na The Nation, Cloward e Piven foram específicos quanto ao tipo de "crise" que estavam tentando criar:

    Por "crise", nós queremos dizer um rompimento público visível de alguma esfera institucional. Crise pode ocorrer espontaneamente (ex. revoltas) ou como resultado de táticas intencionais de protestos e manifestação em que ou se gera uma quebra institucional ou se traz para a atenção pública uma quebra até então não reconhecida.

Onde quer que a estratégia seja implementada, ela terá as seguintes características:

  1. A ofensiva organiza grupos antes dispersos, elegíveis para benefícios governamentais, mas que ainda não recebem tudo que podem receber.
  2. A ofensiva procura identificar novos beneficiários e/ou criar novos beneficiários.
  3. A finalidade é sempre impor novas pressões sobre os sistemas-alvos, com o objetivo último de forçar seu colapso.

Explorando a tensão racial da década de 1960, Cloward e Piven viram o Sistema de Previdência como seu primeiro alvo. Alistaram o ativista negro radical George Wiley, que criou o National Welfare Reform Organization (NWRO – Organização Nacional de Reforma da Previdência) para implementar a estratégia. Wiley contratou uma infantaria de militantes para invadir escritórios de previdência ao redor do país, reivindicando violentamente os seus "direitos". De acordo com um artigo de Sol Stern para o City Journal, o resultado foi um crescimento no número de beneficiados pela Previdência de 4.3 para 10.8 milhões até o meio da década de 1970, e na cidade de Nova York, onde a estratégia foi particularmente bem sucedida, "havia uma pessoa na Previdência. . . para cada duas empregadas na iniciativa privada."

De acordo com outro artigo do City Journal intitulado "
Compassion Gone Mad" (Compaixão Enlouquecida):

    O impacto do movimento na cidade de Nova York foi chocante: o número de casos na Previdência, que já subia 12 por cento ao ano no início da década de 1960, subiu 50 por cento nos dois primeiros anos do governo de Lyndsay; os gastos dobraram. . . A cidade tinha 150.000 casos na Previdência em 1960; uma década depois, tinha 1.5 milhão.

A vasta expansão da Previdência em Nova York causada pelas táticas Cloward-Piven da NWRO levou a cidade à falência em 1975. Rudy Giuliani citou Cloward e Piven pelo nome, como os responsáveis por "um esforço na sabotagem econômica." Ele também atribuiu à Cloward-Piven a mudança na atitude cultural em relação à Previdência que, de um expediente temporário, passou a ser vista como um direito vitalício – mudança de atitude que, em si mesma, talvez tenha causado o maior dos danos.

Cloward e Piven viram nessa estratégia uma mina de ouro de oportunidades. Dentro dos grupos recém-organizados, cada ofensiva encontraria uma ampla gama de recrutas dispostos a promover sua agenda radical
por pouco ou nada em troca, e a expandir a sua base de eleitores confiáveis, legais ou não. As táticas ameaçadoras dos radicais construiriam ainda uma reputação intimidadora, gerando inúmerasoportunidades de extorquir dinheiro e outras concessões das organizações-alvo. Enquanto isso, ofensivas bem-sucedidas afundariam cada vez mais a sociedade. Como eles observaram, deliciados:

    Ademais, esse tipo de influência de massa é cumulativa, pois os benefícios são contínuos. Uma vez estabelecida a elegibilidade para subsídios básicos de comida e aluguel, o ralo nos recursos locais prosseguirá indefinidamente.


Na próxima vez que vocês dirigirem por um dos muitos bairros empesteados das nossas cidades, ou lerem sobre a criminalidade astronômica, o vício em drogas, as taxas de natalidade fora do controle, ou refletirem sobre as escolas falidas, a polícia atada e os recursos dos bombeiros de cada grande cidade, lembre-se da excitação de Cloward e Piven ao preverem que "o ralo nos recursos locais prosseguirá indefinidamente."


ACORN, a nova ponta-de-lança Cloward-Piven

Em 1970, um dos protegidos de George Wiley,
Wade Rathke – como Bill Ayers, um membro da radical Students for a Democratic Society (SDS - Estudantes para uma Sociedade Democrática) – foi mandado para fundar a Arkansas Community Organizations for Reform Now (Organização Comunitária do Arkansas para a Reforma Agora). Ainda que a NWRO tivesse tido um bom começo, ela sozinha era incapaz de atingir os objetivos de Cloward-Piven. O grupo de Rathke ampliou a ofensiva para incluir uma ampla gama de "direitos" para as pessoas de baixa renda. Pouco tempo depois, eles trocaram o "Arkansas" por "Association of," e a ACORN tornou-se uma organização nacional.

Hoje a ACORN está envolvida em uma ampla variedade de atividades, incluindo habitação, direitos eleitorais, imigração ilegal e outros. De acordo com o site da ACORN: "A ACORN é a maior organização comunitária de base para pessoas de baixa renda do país, com mais de 400.000 famílias afiliadas, organizadas em mais de 1.200 filiais, em bairros de 110 cidades ao redor do país." Ela é talvez o mais radical grupo em ação nos EUA, e tem sido acusada pela
prática generalizada de atividades criminosas em vários fronts.


Eleições

Quanto a direitos eleitorais, a ACORN e a sua subsidiária de mobilização eleitoral, a
Project Vote, estão envolvidas nacionalmente em esforços para garantir o direito a voto a criminosos condenados, e fizeram pesado lobby em favor do Motor Voter Act de 1993, uma lei que autoriza as pessoas a se registrarem para votar em departamentos de trânsito, escolas, bibliotecas e outros lugares públicos. Esta lei era perseguida por Cloward e Piven desde o início da década de 1980, e ambos estavam presentes, atrás do presidente Bill Clinton, na cerimônia de assinatura da lei.

A tática da ACORN em relação a direitos eleitorais segue a Estratégia Cloward-Piven:

  1. Registrar o maior número possível de eleitores Democratas, legais ou não, e ajudá-los a votar, várias vezes se possível.
  2. Sobrecarregar o sistema com registros fraudulentos, usando múltiplas entradas com o mesmo nome, nomes de mortos, nomes aleatórios da lista telefônica, e até mesmo nomes inventados.
  3. Tornar o sistema difícil de controlar, através do lobby pelas exigências mínimas de identificação.

Nesse esforço, a ACORN cria locais de registro por todo o país, e tem sido freqüentemente acusada de entregar registros fraudulentos e de destruir registros republicanos. Apenas no período das eleições de 2004-2006, a ACORN foi acusada de fraude eleitoral generalizada em 12 Estados, e pode ter conseguido virar a eleição de um governador estadual.

O website da ACORN se vangloria: "Desde 2004, a ACORN tem ajudado mais de 1,7 milhões de cidadãos de baixa e moderada renda a proceder o registro eleitoral." O Project Vote diz que foram 4 milhões. Eu me pergunto quantos deles estão mortos. Para o ciclo eleitoral de 2008, a ACORN e o Project Vote não tiveram escrúpulos. Dada a intensidade de seus esforços por todo o país, não é inconcebível que essa corrida presidencial possa ser decidida apenas por votos fraudulentos.

Barak Obama dirigiu o Project Vote da ACORN em Chicago, e a sua extremamente bem-sucedida campanha de registro eleitoral foi
apontada como responsável pela eleição da ex-Senadora Carol Moseley-Braun, caída em desgraça. A Newsmax enfatiza as aspirações de Cloward e Piven para os esforços de registro eleitoral da ACORN:

    Ao defender massivas campanhas de registro eleitoral sem nenhum controle, eles [Cloward e Piven] buscavam uma administração Democrata em Washington D.C., que redistribuiria a riqueza nacional e levaria o país a um estado socialista totalitário.

Imigração Ilegal

Como
escrevi em outro lugar, a ofensiva da Esquerda Radical para promover a imigração ilegal é "Cloward-Piven ao quadrado." A ACORN está na dianteira também desse movimento, e foi a líder de uma vasta coalizão de grupos radicais, incluindo a Soro's Open Society Institute, aService Employees International Union (o fundador da ACORN, Wade Rathke, também dirige uma filial da SEIU), e outras, que se tornaram aCoalition for Comprehensive Imigration Reform (Coalizão para uma Reforma Compreensiva da Imigração). A CCIR felizmente fracassou em conseguir fazer passar a lei de anistia para imigrantes ilegais de 2007, mas seus objetivos continuam os mesmos.

O fardo da imigração ilegal em nosso já sobrecarregado sistema de Previdência já foi amplamente documentado. Algumas cidades na Califórnia já foram inclusive tomadas por c
artéis de narcotráfico de imigrantes ilegais. A doença, o crime e a superlotação trazidas pelos imigrantes ilegais pesa sobre cada segmento da sociedade e cada instância de governo, ameaçando dividir o país com um abismo. Enquanto isso, os esforços dos esquerdistas radicais em dar cidadania a imigrantes ilegais garante uma quantidade enorme de novos eleitores Democratas e, com quase nenhum controle de fronteira, terroristas também conseguem entrar.

Obama auxiliou a ACORN como advogado principal em um
processo bem-sucedido que ele moveu contra o governo de Illinois para implementar no Estado o Motor Voter Act. O governador republicano Jim Edgars havia resistido à lei, por temer que ela fosse uma abertura para a fraude eleitoral generalizada.

Seus temores eram justificados, pois o Motor Voter Act tem sido desde então apontada como uma grande oportunidade de fraude eleitoral, especialmente para imigrantes ilegais, incluindo terroristas.
De acordo com o Wall Street Journal: "Depois do 11 de Setembro, o Departamento de Justiça descobriu que oito dos 19 seqüestradores eram eleitores registrados. . ."

As duas ofensivas da ACORN, em eleições e imigração ilegal, são convenientemente complementares. Ambas incham as listas de eleitores com Democratas fiéis, enquanto a ACORN, atacando o país, procura arruiná-lo com uma sobrecarga de novos problemas.


Crise imobiliária

E agora nós temos a crise imobiliária, que atingiu Wall Street com uma onda de choque e levou pânico aos mercados financeiros mundiais como nenhuma outra desde a quebra da bolsa de valores em 1929. Mas esse é um problema criado em Washington há muito tempo atrás. Ele teve início com o
Community Reinvestment Act (CRA - Ato do Reinvestimento Comunitário), assinado em 1977 pelo presidente Jimmy Carter. O CRA foi a resposta de Carter a um movimento ativista iniciado em Chicago, e forçou bancos a darem empréstimos a clientes de baixa renda e alto risco. Phil Gramm, doutor em economia e ex-senador pelo Texas, o chamou de "um vasto esquema de extorsão contra os bancos nacionais."

A ACORN buscou agressivamente a expansão de empréstimos para grupos de baixa renda usando o CRA como açoite. O economista
Stan Leibowitz escreveu no New York Post:

    Nos anos 80, grupos como os ativistas da ACORN começaram a apresentar denúncias de redlining,[3] alegando discriminação dos bancos contra minorias em empréstimos imobiliários. Em 1989, membros simpatizantes do Congresso conseguiram emendar o Home Mortgage Disclosure Act (Ato de Divulgação de Empréstimos Imobiliários), para forçar os bancos a coletar dados raciais em pedidos de empréstimos, o que estimulou a realização de vários estudos, que pareceram validar a acusação original.

De fato, pedidos de empréstimos de minorias eram rejeitados mais freqüentemente do que outros – mas a razão esmagadora não era discriminação racial, mas simplesmente o fato de que minorias tendem a ter piores finanças.

A ACORN mostrou a cara novamente em 1991, ao ocupar a sala doHouse Banking Committee por dois dias para protestar contra esforços para limitar o CRA. Obama representou a ACORN no processoBuycks-Robertson vs. Citibank Fed. Sav. Bank, de 1994, contra a prática de redlining. Mais significativo ainda, a ACORN foi a grande força por trás da revisão regulatória de 1995 promovida pelo governo Clinton, que expandiu enormemente o CRA e abriu o caminho para que Fannie Mae e Freddie Max produzissem a crise que nós confrontamos hoje. Barack Obama era o advogado da ACORN nesse esforço. Com esta nova autoridade, a ACORN usou sua subsidiária, a
ACORN Housing, para promover empréstimos de alto risco (subprime) mais agressivamente.

Como um
artigo no New York Post descreve:

    Um fortalecimento do Community Reinvestment Act em 1995 obrigou os bancos a encontrar maneiras de distribuir empréstimos para suas comunidades mais carentes, e permitiu que ativistas comunitários interferissem em revisões bancárias anuais, sacudindo os bancos para tirar deles grandes quantidades de dinheiro.

Os bancos que receberam revisões negativas foram punidos; alguns viram seus planos de fusão frustrados; outros foram diretamente interpelados pelo Departamento de Justiça.

Programas de empréstimos flexíveis se expandiram, muito embora eles tivessem taxas mais altas do que os empréstimos tradicionais. Na internet, vocês ainda podem encontrar empréstimos disponíveis pelo CRA via ACORN com "100 por cento de financiamento. . . sem avaliação de crédito. . . sem comprovação de renda. . . mesmo que você não o inclua na sua declaração de imposto de renda." Aconselhamento financeiro é obrigatório, é claro.

Ironicamente, um relatório entusiasmado da Fannie Mae Foundationselecionou um paradigma de empréstimo não-discriminatório, uma instituição que trabalhava com ativistas comunitários e seguia "os mais flexíveis critérios de seguro permitidos." O 1 bilhão de dólares que esta instituição destinou a empréstimos de baixa renda em 1992 cresceu para 80 bilhões em 1999, e para 600 bilhões no início de 2003.

A instituição da qual eles falavam era a Countrywide, que se especializou em empréstimos subprime e
que mantinha um relacionamento de parceria com a ACORN.

O
Investor's Business Daily acrescentou:

    As revisões também permitiram pela primeira vez a securitização de empréstimos regulados pelo CRA que continham hipotecas de alto risco (subprime). As mudanças aconteceram na medida em que grupos radicais de "direitos habitacionais," liderados pela ACORN, faziam lobby por esses empréstimos. A ACORN naquela época era representada por um jovem advogado do interesse público em Chicago chamado Barack Obama. (Ênfase minha.)

Uma vez que esses empréstimos seriam assumidos por Fannie Mae e Freddie Mac, que por sua vez eram patrocinados pelo governo, a garantia implícita do governo sobre esses empréstimos liberou os financiadores, bundlers[4] e investidores de qualquer preocupação com o risco óbvio. Como o Bloomberg descreveu: "Esse é um caso clássico de socialização de riscos e privatização de lucros."

E se vocês pensam que os políticos de Washington se importaram com a influência negativa da ACORN, pensem melhor. Antes de todo esse problema vir à tona, uma lei patrocinada pelos Democratas teria criado um "Affordable Housing Trust Fund" (Fundo Fiduciário de Custeio Habitacional), que daria à ACORN acesso a aproximadamente 500 milhões de dólares dos rendimentos da Fannie Mae e Freddie Mac, com pouca ou nenhuma vigilância.

E mesmo agora, inacreditavelmente – com o país à beira do desastre – os Democratas têm insistido que a ACORN se beneficie das negociações de bailout! O Senador Lindsay Graham afirmou, ontem à noite (25/09/08), numa entrevista com Greta Van Susteren para o
On the Record, que os Democratas querem que 20 por cento do dinheiro do socorro governamental (bailout) vá para a ACORN!

Todo esse fiasco representa talvez o auge dos esforços da ACORN para promover a Estratégia Cloward-Piven, e é uma demonstração perfeita do poder que eles possuem em Washington.


Obama entra em cena

Numa tentativa de capturar o significado das conexões de Barack Obama com a Esquerda Radical e sua relação com a Estratégia Cloward-Piven, eu construí o mapa abaixo. Ele não está completo de modo algum; o número de indivíduos e organizações radicais é simplesmente grande demais para que todos fossem incluídos aqui. Mas estes talvez sejam os mais significativos:




O mapa põe Barack Obama no epicentro de uma incestuosa rede de esquerdismo radical americano. Suas conexões não são somente significativas: elas praticamente definem quem ele é. Juntas, elas constituem um "quem é quem" da esquerda radical americana e, guiando a todos, lá está a Estratégia Cloward-Piven.

Notáveis por suas ausências são quaisquer conexões com qualquer outro grupo, seja moderado, ou mesmo esquerdista light. Eles são todos radicais, firmemente unidos na mesma malha antiamericana, comunista, socialista, esquerdista radical.


Saul Alinsky

A maioria das pessoas não sabe que Barack Obama recebeu seu treinamento em "organização comunitária" da Industrial Areas Foundation, de Saul Alinsky. Mas ele recebeu. Isso marca, por si só, a sua herança e o seu treinamento como sendo os de um radical ativista. Ninguém precisaria ir mais fundo. Mas nós fomos.


Bill Ayers

Obama nega ser associado ao terrorista da SDS Bill Ayers, e afirma estar sendo difamado com "culpa por associação." Mas eles trabalharam juntos no
Woods Fund. O Wall Street Journal aumentou substancialmente o nosso conhecimento ao descrever detalhadamente o trabalho de Obama por cinco anos com o terrorista da SDS Bill Ayers na diretoria de uma ONG, a Chicago Annenberg Challenge, impondo a sua agenda radical a crianças da rede pública. Como Stanley Kurtz declara:

    ". . . a questão aqui não é de culpa por associação; é de culpa por participação. Enquanto presidente da CAC, o senhor Obama apoiava moral e financeiramente o senhor Ayers e o seu círculo radical. Isso seria digno de interesse mesmo que o senhor Ayers nunca tivesse plantado uma única bomba 40 anos atrás."

Também incluída no bolo está a instituição de caridade preferida de Theresa Heinz Kerry, a Tides Foundation. Uma lista parcial dos beneficiários da Tides diz tudo que é preciso saber: ACLU, ACORN,Center of American Progress, Center for Constitutional Rights (um front comunista), CAIR, Earth Justice, Institute for Policy Studies (um ninho de espiões da KGB), National Lawyers Guild (o front comunista mais antigo dos EUA), People for the Ethical Treatment of Animals (PETA), e praticamente todos os outros grupos radicais que existem. Wade Rathke, da ACORN, dirige uma subsidiária da Tides, a Tides Center.


Carl Davidson e o New Party

Nós temos ouvido falar do terrorista Bill, mas pouco ouvimos a respeito do seu companheiro de SDS
Carl Davidson. De acordo com o Discover the Networks, Davidson foi um antigo aliado de Barack Obama e um proeminente membro do New Party de Chicago, que é uma síntese de membros da CPUSA, socialistas, veteranos da ACORN e outros radicais. Obama procurou e recebeu o endosso do New Party, e eles o ajudaram na campanha. O New Party também desenvolveu uma relação forte com a ACORN. Como um excelente artigo sobre o New Party observa: "Barack Obama sabia no que estava se metendo, e continua sendo, para o New Party, um candidato ideal."


George Soros

O mapa sugere a razão do fervor com que George Soros apóia Obama. O presidente da sua Open Socieaty Institute é Aryeh Neier, fundador do radical Students for a Democratic Society (SDS). Como mencionado acima, três outros ex-membros da SDS tiveram extenso contato com Obama: Bill Ayers, Carl Davidson e Wade Rathke. Certamente Aryeh Neier teria ouvido de seus antigos colegas sobre o novo político promissor. E, o que é mais importante, Neier está firmemente empenhado em apoiar a imensamente bem-sucedida organização radical, a ACORN, e certamente apoiaria seu candidato favorito, Barack Obama.


ACORN

Obama dedicou uma grande parte da sua vida profissional trabalhando para a ACORN ou suas subsidiárias, representando a ACORN como advogado em algumas das suas mais críticas questões, e treinando seus líderes. O excelente artigo de Stanley Kurtz para a National Review, "
Inside Obama´s Acorn," também descreve em detalhes as conexões de Obama com a ACORN. Mas eu não posso melhorar as próprias palavras de Obama:

    Eu tenho lutado durante toda a minha carreira ao lado da ACORN nos problemas que preocupam vocês. Mesmo antes de eu ser eleito, quando eu administrava o movimento de registro de eleitores doProject Vote em Illinois, a ACORN estava bem no meio de tudo, e nós somos gratos pelo seu trabalho. – Barack Obama, discurso para a ACORN, novembro de 2007. (Contesia da Newsmax. A ênfase é minha.)


Em outro excelente artigo sobre as conexões de Obama com a ACORN, a Newsmax faz uma pergunta perturbadora:

    Seria revelador saber se Obama, durante os seus anos em Columbia, teve a oportunidade de encontrar Cloward e estudar a Estratégia Cloward-Piven.

Eu pergunto a vocês: é possível que a ACORN tivesse treinado Obama para ocupar posições de liderança dentro da própria ACORN sem dizer a ele para que ele estava sendo treinado? É possível que a ACORN pusesse Obama em posições de liderança sem informá-lo a respeito dos objetivos? É possível que a mais radical das organizações pusesse alguém para treinar seus treinadores, sem que ele soubesse para que ele os treinava?

Enquanto ativista comunitário da ACORN; enquanto treinador de lideranças da ACORN; enquanto
organizador principal do Project Voteda ACORN; enquanto advogado representando os bem-sucessivos esforços da ACORN em impor os regulamentos do Motor Voter Act em Illinois; enquanto representante da ACORN nos lobbies para a expansão de empréstimos imobiliários de alto risco através da Fannie Mae e Freddie Mac que levaram à crise atual; enquanto político assistido pela ACORN em suas campanhas políticas – tanto com dinheiro quanto com funcionários de campanha; é duvidoso que ele desconhecesse os verdadeiros objetivos da ACORN. É duvidoso que ele não soubesse da Estratégia Cloward-Piven.

Avancemos para 2005, quando um obsequioso, serviçal e ruidoso Daniel Mudd, CEO da Fannie Mae,
se pronunciou perante oCongressional Black Caucus na cerimônia de juramento do recém-eleito Senador de Illinois, Barack Obama. O Congressional Black Caucus, disse Mudd, é "nossa família," a "a consciência da Fannie Mae."

Em 2005, Republicanos procuraram apertar as rédeas de Fannie e Freddie. O
Senador John McCain liderava esse esforço, que fracassou devido a um intenso esforço de lobby de Fannie e Freddie.

Em seus poucos anos como senador americano, Obama recebeu $126.349 em contribuições de campanha de Fannie e Freddie, tendo sido superado apenas pelo Senador Chris Dodd ($160.400), que vinha recebendo doações desde 1988. O que torna Obama tão especial?

Seus conselheiros mais próximos formam uma
lista negra de indivíduos que estão no coração da crise financeira: o ex-CEO da Fannie Mae Jim Jonhson; o ex-CEO da Fannie Mae e antigo Diretor de Orçamento de Clinton Frank Raines; e o bilionário membro da Diretoria do falidoSuperior Bank of Chicago, Penny Pritzker. Johnson precisou deixar seu cargo, de conselheiro de Obama na busca por seu vice-presidente, depois que essa pérola surgiu.

Um relatório do Office of Federal Housing Enterprise Oversight(OFHEO), de setembro de 2004, descobriu que durante o exercício de Johnson como CEO, a Fannie Mae impropriamente adiou $200 milhões em despesas, o que possibilitou que seus executivos-chefes, incluindo Johnson e seu sucessor, Franklin Raines, recebessem bônus substanciais em 1998. Um relatório de 2006 da OFHEO descobriu que os números divulgados pela Fannie Mae são muito menores dos que os efetivamente recebidos por Johnson em compensações. Originalmente ela havia reportado compensações entre 6 e 7 milhões de dólares, quando Johnson, na verdade, recebeu algo em torno de 21 milhões.

Obama nega ligações com Raines, mas o Washington Post fala de Raines como membro do "
círculo político de Obama." Raines e Johnson foram multados em $3 milhões pelo OFHEO pela manipulação dos registros da Fannie. A multa é uma ninharia, contudo, quando comparada aos $50 milhões que Raines conseguiu obter em bônus impróprios através de suas fraudes.

Mais significativamente, Penny Pritzker, atual Chefe de Finanças da campanha presidencial de Obama, ajudou a desenvolver, na qualidade de acionista e membro executivo do Superior Bank, o complicado esquema de proteção sobre investimentos de alto risco que está no coração do desastre. O banco faliu em 2001, levando consigo $50 milhões em poupanças não seguradas de aproximadamente 1.400 clientes. Penny foi citada em um processo sob a Racketeer Influenced and Corrupt Organizations Act (RICO - Lei das Organizações Corruptas e Vítimas de Extorsão), mas não parece ter saído dele tão mal.

Como um jovem advogado nos anos 90, Barack Obama representou a ACORN em Washington em seus vitoriosos esforços para expandir a autoridade do Community Reinvestment Act (CRA). Alem de facilitar a ação dos grupos da ACORN, de obrigar bancos a dar empréstimos de alto risco, isso também abriu caminho para que bancos como o Superiorinserissem hipotecas no rol de investimentos, e para que as GSE's
[5]Fannie Mae and Freddie Mac as endossassem. Essas mudanças criaram as condições que, no fim, levaram à crise financeira atual.

Eles sabiam que isso iria ocorrer? Será que essas pessoas inteligentes, liderados por um graduado em Harvard, desconheciam o conceito de
risco moral, primário em economia, que resultaria do fato do governo garantir implicitamente o endosso de riscos financeiros do setor privado? Eles tinham que saber que, livrando o mercado de empréstimo de alto risco dos riscos, a calamidade viria com certeza. Eu creio que eles sabiam.

Barack Obama, o candidato da Cloward-Piven, independentemente de como ele descreve a si mesmo, tem sido um radical ativista na maior parte de sua carreira política. Esse ativismo tem sido em suporte de organizações e iniciativas que, em suas essências, buscam derrubar os pilares da nação e substituí-los por seus malucos sonhos socialistas. Sua influência se espalhou tão ampla e profundamente que, apesar de sua culpa evidente na atual crise financeira, eles conseguiram manipular os políticos do Capitólio e levar um pedaço de $140 bilhões do bolo dobailout!

Deus há de dar aos poucos políticos responsáveis que ainda existem em Washington a força para impedir essa fraude maciça. Deus há de dar-lhes coragem para se levantar e encarar o tsunami Marxista.

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[1] James Simpson é ex-economista da Casa Branca e analista financeiro. Seus textos já apareceram em American Thinker, Washington Times, FrontPage Magazine, e DefenseWatch, entre outros. Edita o blog Truth and Consequences. voltar

[2] Traduzido por Leandro Silva. voltar

[3] Redlining: prática bancária – ilegal nos EUA – de recusar empréstimos ou qualquer outro tipo de crédito a populações de certas áreas geográficas consideradas de alto risco. [N.T.] voltar

[4] Bundler: Profissional que coleta e reúne contribuições de indivíduos em comunidades, e as apresenta de forma unificada. [N.T.] voltar

[5] GSE's: Government Sponsored Enterprises, isto é, empresas que, ainda que privadas, com o suporte do governo federal e assumem responsabilidades públicas. Literalmente, "Empresas Patrocinadas pelo Governo." [N.T.] voltar

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Hussein OBAMA: Ele é um blefe descomunal

Olavo de Carvalho - 9/10/2008 - 20:26

Candidato negro (Cavaleiro do Templo: negro??? Olavo, ele é mestiço!!!) é um símbolo com força inibitória tão automática, tão contundente, que o Partido Democrata não precisou de um negro americano típico - escolheu o que havia de mais extravagante.

Entrevistado sobre a ligação entre Barack Hussein Obama e o terrorista William Ayers, o advogado e cientista político Steve Diamond entregou ao New York Times as provas documentais de que Ayers havia fundado a ONG Chicago Annenberg Challenge (CAC) e nomeado Obama diretor da entidade. O jornal preferiu esconder as provas e proclamar que “segundo várias pessoas envolvidas no caso, Ayers não influenciou em nada a nomeação de Obama.” Os documentos falam por si. São cartas entre Ayers e a Brown University, patrocinadora da CAC, mostrando que a autoridade de compor a diretoria dessa ONG incumbia inteiramente ao próprio Ayers. Mais que “influenciar a nomeação” de Obama, ele o nomeou pessoalmente. Veja os papéis no site de Diamond, http://globallabor.blogspot.com/2008/09/obamaayers-update-letters-show-bill.html e explicações suplementares do repórter Aaron Klein em http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE..view&pageId=77075.

Às provas, o New York Times preferiu as meras opiniões de terceiros, porque estas negavam a dívida de Obama para com Ayers. A mídia esquerdista chique, insisto, é puro crime organizado. Organizadíssimo. A matéria do NYT saiu ao mesmo tempo que os anúncios da campanha de Obama que qualificavam de insulto a afirmação de Sarah Palin de que Obama tem ligações estreitas com terroristas, acusação aliás já feita pela própria Hillary Clinton em abril (v. http://www.politifact.com/truth-o-mter/statements/440). E mal o NYT havia acabado de abafar a denúncia de Steve Diamond, quando a Universidade de Illinois veio confirmá-la integralmente, divulgando 140 caixas de documentos – não documentos, mas 140 caixas! – que reconstituem com detalhes todo o trabalho conjunto desempenhado na CAC pela dupla Obama-Ayers (v. http://elections.foxnews.com/2008/08/26/newly-released-documents-highlight-obamas-relationship-with-ayers).

Outra denúncia que, com a ajuda da grande mídia, a tropa-de-choque obamista tem desmentido, naquele tom de dignidade ofendida tão típico da eloqüência esquerdista, é a da troca de favores entre o candidato e o vigarista sírio Tony Resko, já condenado por dezesseis crimes. Resko foi um dos principais financiadores da campanha de Obama ao Senado. Obama jura: “Nada fiz em favor dele.” Em resposta, o Sun Times publicou as cartas que o senador então recém-eleito escreveu a várias prefeituras recomendando que investissem num projeto imobiliário do malandro (http://www.suntimes.com/news/politics/425305,CST-NWS-obama13.article).

Tal como aconteceu com a ocultação do Foro de São Paulo pela totalidade da classe jornalística brasileira, o manto de proteção estendido em torno de Obama não pode ser explicado como efeito casual da mera incompetência. Desde que o momento em que apostou tudo em Obama, a grande mídia dos EUA abandonou os últimos escrúpulos de idoneidade e partiu para a manipulação cínica do eleitorado, sem a qual um candidato tão obviamente desprovido de credibilidade não teria jamais a menor chance, como Lula não teria tido no Brasil se o povo soubesse de sua parceria com as Farc, o Mir e organizações congêneres.

Caprichando na falsificação, a Associated Press disse que a denúncia das ligações perigosas de Obama tinha “subtons racistas” (http://www.breitbart.com/article.php?id=D93KD6Q00&show_article=1). A alegação é manifestamente absurda, mas, na esquerda, quem liga para isso? Desde o início, a propaganda obamista tratou de inibir os críticos por meio da chantagem racial. A AP, que só nominalmente não é órgão da campanha obamista, leva a trapaça às últimas conseqüências ao chamar de racismo qualquer insinuação de que a folha corrida de Obama é enegrecida não pela cor da sua pele, mas pela cumplicidade com Ayers - um branco.

Já expliquei aqui (http://www.olavodecarvalho.org/semana/080721dc.html) que a inversão revolucionária de sujeito e objeto pode ser observada não só nas grandes linhas do discurso ideológico de esquerda, mas até nos detalhes mais mínimos da sua tática verbal. Quod erat demonstrandum, pela enésima vez. O símbolo candidato negro tem uma força inibitória automática, tão contundente em si mesma que, para encarná-lo nas presentes eleições, o Partido Democrata não precisou nem mesmo escolher um negro americano típico, mas sim o que podia haver de mais atípico, de mais extravagante.

Primeiro, Obama não é descendente de escravos, mas sim de proprietários de escravos. 

O Islã, religião que ele herdou do pai e da qual obteve sua primeira educação na Indonésia, é a cultura mais escravagista dos últimos dois milênios. Sete séculos antes que o primeiro português comprasse seu primeiro escravo africano, os muçulmanos – árabes e negros misturados - já capturavam brancos na Europa, asiáticos na Ásia e africanos na África, levando-os, aos milhões, para servir como escravos em Meca e Medina (muitas vezes capando-os, a caminho, para vendê-los a preço melhor como eunucos) – e continuaram firmes no escravagismo muito tempo depois de o Ocidente ter abandonado essa prática.

Mais atípica ainda é a história moral da família Obama. O pai do senador é um estrangeiro bígamo que só ficou no território americano pelo tempo necessário para engravidar uma coitada e dar no pé. Nunca fez nada pelo bem do filho, que acabou sendo entregue à caridade de um casal de brancos. Dizer que isso é a imagem média da família negra americana seria uma ofensa racista intolerável. Maior ainda é o contraste entre os Obamas e as famílias dos presidentes americanos em geral, de George Washington a George W. Bush: jamais um candidato presidencial nos EUA veio de um lar tão destrambelhado.

Obama não é o tipo do left liberal que personifica usualmente a ideologia do Partido Democrata. Contrastando com o discurso moderado e patriótico com que ele tem conquistado a confiança dos eleitores, toda a sua carreira, subsidiada desde seus tempos de estudante por pessoas e entidades pró-terroristas, é a de um anti-americano e anticristão radical, discípulo dos Panteras Negras e da black liberation theology. No Senado, ele permaneceu fiel a seus mentores e patrocinadores, votando, sistematicamente, mais à esquerda do que qualquer outro senador americano, de hoje ou de qualquer outra época. Se todos os inimigos dos EUA torcem tão ardentemente por ele, não é sem razão.

Nenhum político com um currículo tão ruim seria jamais aceito como candidato à Presidência americana se o partido que o escolheu não possuísse garantias de que a verdadeira história desse indivíduo permaneceria desconhecida do público, encoberta sob densas camadas de atenuações e desconversas.

Independentemente do resultado das eleições, a mera candidatura Obama constitui, por si, o maior e mais bem sucedido esforço jamais tentado para corromper e destruir desde dentro o sistema democrático americano.

Mas é da natureza do blefe ser tanto mais eficiente quanto mais forçado. O fingimento pequeno, verossímil, desperta nas vítimas aquela pontinha de suspeita que as convida ao exercício da inteligência crítica. A farsa exagerada, grotesca, descomunal, faz o público duvidar de que alguém seja idiota o bastante para tentar enganá-lo com um truque tão besta. E por isso mesmo o truque besta funciona.

Se Obama fosse um negro americano médio, e além disso fosse apenas moderadamente esquerdista ou levemente desonesto, sua reputação seria facilmente reduzida a cacos. Como ele é monstruosamente atípico, e ademais seu comprometimento com a traição e o crime é o mais profundo que já se viu num candidato à presidência dos EUA, o tamanho do perigo que se anuncia parece grande demais para ser verdade, e o eleitor, iludido pela confiança rotineira na ordem normal das coisas, não percebe que está diante da maior anomalia política da história americana.

Olavo de Carvalho é jornalista, ensaista e professor de Filosofia.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".