Pessoal, o player abaixo vai exibir os dois primeiros vídeos do novo sistema de interaçãodo Blog do Ricardo Gama. Para quem não sabe, ele sofreu um atentado medonho, 4 tiros, 3 acima do pescoço mas não largou o osso. Cabra macho é isto aí. Se tivéssemos 100 políticos assim a nos defender este seria um outro país.
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Vejam o que fez este padre em plena praça pública.
Uploaded by pequenaobra on Dec 19, 2011
Lift the City a Catholic Eucharistic flash mob
http://www.pequenaobra.com.br/
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Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro concede a Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho
ALERJ
Texto da Resolução [ Em Vigor ]
Faço saber que, tendo em vista a aprovação, na Sessão de 15 de dezembro de 2011, do Projeto de Resolução nº. 536, de 2011, de autoria do Deputado Flávio Bolsonaro, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro resolve e eu, Presidente, promulgo a seguinte:
RESOLVE:
Art. 1º Ficam concedidos a Medalha Tiradentes e o respectivo Diploma ao Filósofo, Escritor, Jornalista e Conferencista Olavo Luiz Pimentel de Carvalho.
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Atalho para outros documentos
| Resolução nº | 396/2011 | Data da promulgação | 12/15/2011 |
Faço saber que, tendo em vista a aprovação, na Sessão de 15 de dezembro de 2011, do Projeto de Resolução nº. 536, de 2011, de autoria do Deputado Flávio Bolsonaro, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro resolve e eu, Presidente, promulgo a seguinte:
RESOLUÇÃO Nº. 396,
DE 2011
DE 2011
| CONCEDE A MEDALHA TIRADENTES E O RESPECTIVO DIPLOMA AO FILÓSOFO, ESCRITOR, JORNALISTA E CONFERENCISTA OLAVO LUIZ PIMENTEL DE CARVALHO. |
RESOLVE:
Art. 1º Ficam concedidos a Medalha Tiradentes e o respectivo Diploma ao Filósofo, Escritor, Jornalista e Conferencista Olavo Luiz Pimentel de Carvalho.
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Rio de Janeiro, em 15 de dezembro de 2011.
DEPUTADO PAULO MELO
Presidente
Presidente
Projeto resolução nº | 536/2011 | Mensagem nº | |
Autoria | FLAVIO BOLSONARO | ||
Data de publicação | 12/16/2011 | Data Publ. partes vetadas |
Tipo de Revogação: | Em Vigor |
Revogação: |
Regulamentação |
Ateísmo como conquista da razão é risível, escreve Pondé
SENTIR COM A IGREJA
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Tem coisa mais monótona do que discutir sobre a existência ou não de Deus? Ninguém crê em Deus "por razões lógicas". Isso é papo furado. Ninguém "decide" ter fé.
Tentar provar que Deus existe porque ele seria "uma necessidade da razão" me parece um engodo.
Primeiro porque a razão é risível em suas necessidades, como diria o cético Michel de Montaigne (século 16). A pergunta pela origem de tudo que existe (como numa espécie de aristotelismo aguado) não prova nada. Temos inúmeras necessidades que não são autoevidentes -por exemplo, que o bem deva vencer ao final das coisas.
Muitas vezes o mal vence e pronto. Quase sempre. Por outro lado, é interessante se pensar de onde veio a matéria que explodiu um dia e o lugar onde ela explodiu.
Mas isso nada prova acerca do Deus ocidental. O princípio pode ser uma mecânica estúpida.
Aliás, o chamado argument from evil (argumento a partir do mal) do ateísmo é famoso. Autores grandes como Dostoiévski e Kafka, entre outros, já o frequentaram de forma brilhante.
O argumento basicamente é o seguinte: se Deus é bom, por que o mundo é mau? Alguns já chegaram a supor que Deus seria mesmo mau, como o próprio Kafka.
Duas questões são importantes apontar nesse debate, uma com relação aos crentes, outra aos ateus.
Primeiro os crentes. Uma falácia comum por parte dos crentes é supor que seria impossível você ser uma pessoa razoavelmente moral sem alguma forma de religião. A história prova que ateus e crentes dividem o mesmo lote de miséria moral. Pouco importa ser ou não crente.
Pessoalmente, acho que o acaso decide: o temperamento (o acaso de você ter nascido "assim ou assado") é quase sempre o juiz do comportamento humano e não "valores" religiosos ou éticos seculares (não religiosos).
Portanto, a tentativa de afirmar que, se você é ateu você necessariamente não é "bom", é pura falácia. Tampouco penso que uma religião faça falta para todas as pessoas. Muita gente vive sem crise sem acreditar em coisa nenhuma "do outro mundo". Isso não significa que ela seja sempre feliz (tampouco os religiosos o são), a (in)felicidade depende de inúmeros fatores.
E mais: "crer ou não crer" não é algo que você escolhe, "acontece". Grandes teólogos como Santo Agostinho, Lutero e Calvino diziam que a "fé é uma graça" (simplificando a coisa), alguns receberam o dom e outros não (portanto, ela "acontece", como eu dizia acima, não é você quem escolhe ter ou não). Acho essa ideia bem mais elegante do que esse papo furado acerca das necessidades racionais, sociais, morais ou psíquicas da crença.
Quanto aos ateus, acho risível a ideia de que o ateísmo seja uma "conquista" da razão ou de alguma forma de rigor moral ou "coragem cosmológica".
Nada disso, como já disse antes, e repito, até golfinhos conseguem ser ateus em sua maravilhosa vida aquática. Fiquei ateu quando tinha oito anos.
O ateísmo me parece, entre todas as hipóteses sobre o universo, a mais fácil, simples, rápida e quase fast food theory (teoria fast food).
Não precisamos nos esforçar muito para perceber que podemos talvez um dia descobrir a causa "natural" do universo, ou acabarmos como espécie antes de descobrir qualquer coisa. E who cares se sumirmos um dia?
E mais: é quase evidente que somos uma raça abandonada na face da Terra e a indiferença dos elementos naturais para conosco (sejam eles externos ou internos ao nosso corpo) salta aos olhos.
E mais: a possibilidade de estarmos sozinhos é sempre mais fácil do que acompanhados por um ser maravilhoso, dono do universo e que sabe cada fio do cabelo que você tem na cabeça.
Não há nenhuma evidencia definitiva de que Deus ou que qualquer outra entidade divina exista. O ônus da prova é de quem crê. Além do fato de que os japoneses, caras bem inteligentes, não creem em Jesus na maioria das vezes.
Acho Deus uma hipótese acerca da origem das coisas mais elegante do que a dos golfinhos. Mas, por outro lado, a ideia de que um dia o pó tomou consciência de si mesmo e constatou sua dolorosa solidão cósmica é bela como uma ópera.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Tem coisa mais monótona do que discutir sobre a existência ou não de Deus? Ninguém crê em Deus "por razões lógicas". Isso é papo furado. Ninguém "decide" ter fé.
Tentar provar que Deus existe porque ele seria "uma necessidade da razão" me parece um engodo.
Primeiro porque a razão é risível em suas necessidades, como diria o cético Michel de Montaigne (século 16). A pergunta pela origem de tudo que existe (como numa espécie de aristotelismo aguado) não prova nada. Temos inúmeras necessidades que não são autoevidentes -por exemplo, que o bem deva vencer ao final das coisas.
Muitas vezes o mal vence e pronto. Quase sempre. Por outro lado, é interessante se pensar de onde veio a matéria que explodiu um dia e o lugar onde ela explodiu.
Mas isso nada prova acerca do Deus ocidental. O princípio pode ser uma mecânica estúpida.
Aliás, o chamado argument from evil (argumento a partir do mal) do ateísmo é famoso. Autores grandes como Dostoiévski e Kafka, entre outros, já o frequentaram de forma brilhante.
O argumento basicamente é o seguinte: se Deus é bom, por que o mundo é mau? Alguns já chegaram a supor que Deus seria mesmo mau, como o próprio Kafka.
Duas questões são importantes apontar nesse debate, uma com relação aos crentes, outra aos ateus.
Primeiro os crentes. Uma falácia comum por parte dos crentes é supor que seria impossível você ser uma pessoa razoavelmente moral sem alguma forma de religião. A história prova que ateus e crentes dividem o mesmo lote de miséria moral. Pouco importa ser ou não crente.
Pessoalmente, acho que o acaso decide: o temperamento (o acaso de você ter nascido "assim ou assado") é quase sempre o juiz do comportamento humano e não "valores" religiosos ou éticos seculares (não religiosos).
Portanto, a tentativa de afirmar que, se você é ateu você necessariamente não é "bom", é pura falácia. Tampouco penso que uma religião faça falta para todas as pessoas. Muita gente vive sem crise sem acreditar em coisa nenhuma "do outro mundo". Isso não significa que ela seja sempre feliz (tampouco os religiosos o são), a (in)felicidade depende de inúmeros fatores.
E mais: "crer ou não crer" não é algo que você escolhe, "acontece". Grandes teólogos como Santo Agostinho, Lutero e Calvino diziam que a "fé é uma graça" (simplificando a coisa), alguns receberam o dom e outros não (portanto, ela "acontece", como eu dizia acima, não é você quem escolhe ter ou não). Acho essa ideia bem mais elegante do que esse papo furado acerca das necessidades racionais, sociais, morais ou psíquicas da crença.
Quanto aos ateus, acho risível a ideia de que o ateísmo seja uma "conquista" da razão ou de alguma forma de rigor moral ou "coragem cosmológica".
Nada disso, como já disse antes, e repito, até golfinhos conseguem ser ateus em sua maravilhosa vida aquática. Fiquei ateu quando tinha oito anos.
O ateísmo me parece, entre todas as hipóteses sobre o universo, a mais fácil, simples, rápida e quase fast food theory (teoria fast food).
Não precisamos nos esforçar muito para perceber que podemos talvez um dia descobrir a causa "natural" do universo, ou acabarmos como espécie antes de descobrir qualquer coisa. E who cares se sumirmos um dia?
E mais: é quase evidente que somos uma raça abandonada na face da Terra e a indiferença dos elementos naturais para conosco (sejam eles externos ou internos ao nosso corpo) salta aos olhos.
E mais: a possibilidade de estarmos sozinhos é sempre mais fácil do que acompanhados por um ser maravilhoso, dono do universo e que sabe cada fio do cabelo que você tem na cabeça.
Não há nenhuma evidencia definitiva de que Deus ou que qualquer outra entidade divina exista. O ônus da prova é de quem crê. Além do fato de que os japoneses, caras bem inteligentes, não creem em Jesus na maioria das vezes.
Acho Deus uma hipótese acerca da origem das coisas mais elegante do que a dos golfinhos. Mas, por outro lado, a ideia de que um dia o pó tomou consciência de si mesmo e constatou sua dolorosa solidão cósmica é bela como uma ópera.
OLAVO DE CARVALHO - GUERRA CULTURAL, DESCONSTRUÇÃO, DESINFORMAÇÃO
Uploaded by gaiasohl on Dec 9, 2011
Muitos de nossos problemas, conflitos, obstáculos, restrições são efeitos de manobras calculadas por engenharia social. Origem: Nova Ordem Mundial via ONU. Objetivo: obediência absoluta, ao ponto de se sobrepor à percepção, à intuição, ao sentimento.
Veja também
OLAVO DE CARVALHO - MANIPULAÇÃO E CONTROLE DO COMPORTAMENTO - ENGENHARIA SOCIAL
http://www.youtube.com/watch?v=Nkw01Mxb5ug&context=C3d64659ADOEgsToPDskIZ...
OLAVO DE CARVALHO - GUERRA CULTURAL, DESCONSTRUÇÃO, DESINFORMAÇÃO
http://www.youtube.com/watch?v=vQoA984jrqI&context=C38331a8ADOEgsToPDskLE...
OLAVO DE CARVALHO - MANIPULAÇÃO DA MENTE
http://www.youtube.com/watch?v=gAwh_5-Wid0
OLAVO DE CARVALHO - A NOVA ORDEM MUNDIAL E OS MOVIMENTOS SOCIAIS
http://www.youtube.com/watch?v=-pMlawkIhUw
PNDH 3 , ONU E A NOVA ORDEM MUNDIAL NO BRASIL
http://www.youtube.com/watch?v=--AtQTeBnxY
CANAL DE OLAVO DE CARVALHO
http://www.youtube.com/user/CanalMSM
LEI DA PALMADA - INTERFERÊNCIA DA NOVA ORDEM MUNDIAL NA FAMÍLIA
http://holosgaia.blogspot.com/2011/11/lei-da-palmada-interferencia-da-nova.html
OLAVO DE CARVALHO - LEI DA PALMADA NA SUÉCIA - controle das massas por engenharia social
http://www.youtube.com/watch?v=w7m2fGvhHDo&context=C31eedefADOEgsToPDskJG...
DESINFORMAÇÃO
http://holosgaia.blogspot.com/search/label/desinforma%C3%A7%C3%A3o
Veja também
OLAVO DE CARVALHO - MANIPULAÇÃO E CONTROLE DO COMPORTAMENTO - ENGENHARIA SOCIAL
http://www.youtube.com/watch?v=Nkw01Mxb5ug&context=C3d64659ADOEgsToPDskIZ...
OLAVO DE CARVALHO - GUERRA CULTURAL, DESCONSTRUÇÃO, DESINFORMAÇÃO
http://www.youtube.com/watch?v=vQoA984jrqI&context=C38331a8ADOEgsToPDskLE...
OLAVO DE CARVALHO - MANIPULAÇÃO DA MENTE
http://www.youtube.com/watch?v=gAwh_5-Wid0
OLAVO DE CARVALHO - A NOVA ORDEM MUNDIAL E OS MOVIMENTOS SOCIAIS
http://www.youtube.com/watch?v=-pMlawkIhUw
PNDH 3 , ONU E A NOVA ORDEM MUNDIAL NO BRASIL
http://www.youtube.com/watch?v=--AtQTeBnxY
CANAL DE OLAVO DE CARVALHO
http://www.youtube.com/user/CanalMSM
LEI DA PALMADA - INTERFERÊNCIA DA NOVA ORDEM MUNDIAL NA FAMÍLIA
http://holosgaia.blogspot.com/2011/11/lei-da-palmada-interferencia-da-nova.html
OLAVO DE CARVALHO - LEI DA PALMADA NA SUÉCIA - controle das massas por engenharia social
http://www.youtube.com/watch?v=w7m2fGvhHDo&context=C31eedefADOEgsToPDskJG...
DESINFORMAÇÃO
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CANAL DE OLAVO DE CARVALHO
http://www.youtube.com/user/CanalMSM
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2ª Parte - STF pode considerar incontitucional punir usuário de maconha, crack e cocaína
Parte 1 aqui.
From: 99239721rg | Dec 27, 2011
Folha de São Paulo
O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu colocar em votação processo que questiona se usar droga é crime ou somente direito individual.
No início do mês, os ministros do órgão decretaram a repercussão geral da discussão sobre o porte de drogas.
Isso significa que casos idênticos em todas instâncias da Justiça terão a mesma decisão a ser tomada pelo STF.
É decretada a repercussão geral quando ao menos 8 dos 11 ministros do Supremo entendem que o caso é relevante ao Judiciário e à sociedade.
Esse julgamento será o primeiro em que a mais elevada instância da Justiça brasileira discutirá o uso de drogas -em 2009, a Suprema Corte da Argentina travou discussão semelhante e considerou inconstitucional punição para quem consome maconha.
No caso brasileiro, o processo que originou a discussão se refere a consumidor de maconha, mas a decisão do STF valerá a todas as drogas.
Não há previsão de quando o caso será julgado. O ministro-relator, Gilmar Mendes, pode realizar audiências públicas com especialistas, como o STF já fez em outros casos polêmicos.
Pela lei, usar droga é crime, embora, desde 2006, não haja cadeia para os punidos.
O condenado deixa de ser réu primário e tem como pena máxima dez meses de prestação de serviços comunitários, além de multa.
Se o Supremo decidir que não há crime, o usuário, em tese, não poderá receber nem advertência, a mais branda das punições previstas na lei.
A ação que será julgada pelo STF foi movida pela Defensoria Pública de São Paulo.
From: 99239721rg | Dec 27, 2011
Folha de São Paulo
O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu colocar em votação processo que questiona se usar droga é crime ou somente direito individual.
No início do mês, os ministros do órgão decretaram a repercussão geral da discussão sobre o porte de drogas.
Isso significa que casos idênticos em todas instâncias da Justiça terão a mesma decisão a ser tomada pelo STF.
É decretada a repercussão geral quando ao menos 8 dos 11 ministros do Supremo entendem que o caso é relevante ao Judiciário e à sociedade.
Esse julgamento será o primeiro em que a mais elevada instância da Justiça brasileira discutirá o uso de drogas -em 2009, a Suprema Corte da Argentina travou discussão semelhante e considerou inconstitucional punição para quem consome maconha.
No caso brasileiro, o processo que originou a discussão se refere a consumidor de maconha, mas a decisão do STF valerá a todas as drogas.
Não há previsão de quando o caso será julgado. O ministro-relator, Gilmar Mendes, pode realizar audiências públicas com especialistas, como o STF já fez em outros casos polêmicos.
Pela lei, usar droga é crime, embora, desde 2006, não haja cadeia para os punidos.
O condenado deixa de ser réu primário e tem como pena máxima dez meses de prestação de serviços comunitários, além de multa.
Se o Supremo decidir que não há crime, o usuário, em tese, não poderá receber nem advertência, a mais branda das punições previstas na lei.
A ação que será julgada pelo STF foi movida pela Defensoria Pública de São Paulo.
Bate-bola pela internet entre Ricardo Gama e Alex Brum Machado vai parar na "capa" do YouTube
Do página do Blog do Ricardo Gama aqui:
O bate-papo do blog do Ricardo Gama iniciado ontem com um programa piloto entre o Ricardo e Alex Brum Machado está na capa do YouTube. Não sei até quando ficará nesta posição, veja na imagem a indicação das setinhas laranja.
O bate-papo do blog do Ricardo Gama iniciado ontem com um programa piloto entre o Ricardo e Alex Brum Machado está na capa do YouTube. Não sei até quando ficará nesta posição, veja na imagem a indicação das setinhas laranja.
A história soviética
INSTITUTO MISES BRASIL
por Equipe IMB, segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Há exatos 20 anos, no dia 26/12/1991, esfacelava-se o regime mais tirânico e homicida da história: o regime comunista soviético. Após tímidas medidas de abertura, iniciadas por Mikhail Gorbachev, o sistema não mais suportou todas as suas contradições internas e, impulsionado por uma enorme insatisfação impopular, pelo caos, pela fome e pelo total empobrecimento do seu povo, o inevitável resultado final foi o colapso seguido pela deintegração. (Veja toda a sequência em detalhes aqui).
Essa desintegração do comunismo soviético não apenas representou um passo incalculável rumo à liberdade, pois libertou da opressão e da tirania milhões de pessoas, como também teve uma importância fundamental no campo da teoria econômica: o colapso da URSS demonstrou de maneira cabal a validade da teoria de Mises, explicitada ainda em 1920, a respeito da impossibilidade do socialismo.
por Equipe IMB, segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Há exatos 20 anos, no dia 26/12/1991, esfacelava-se o regime mais tirânico e homicida da história: o regime comunista soviético. Após tímidas medidas de abertura, iniciadas por Mikhail Gorbachev, o sistema não mais suportou todas as suas contradições internas e, impulsionado por uma enorme insatisfação impopular, pelo caos, pela fome e pelo total empobrecimento do seu povo, o inevitável resultado final foi o colapso seguido pela deintegração. (Veja toda a sequência em detalhes aqui).
Essa desintegração do comunismo soviético não apenas representou um passo incalculável rumo à liberdade, pois libertou da opressão e da tirania milhões de pessoas, como também teve uma importância fundamental no campo da teoria econômica: o colapso da URSS demonstrou de maneira cabal a validade da teoria de Mises, explicitada ainda em 1920, a respeito da impossibilidade do socialismo.
Porém, quem não conhece a história está condenado a repeti-la, já diz o sábio ditado. Infelizmente, apenas teorias não são suficientes para convencer as pessoas sobre o quão perverso e diabólico é o comunismo, e o quão imoral é defendê-lo; muitas vezes são necessários relatos e imagens para ilustrar o quão abominável e execrável é esse regime.
Especialmente agora que estamos vivendo em uma época em que intelectuais, professores universitários e até mesmo a mídia estão acalentando com profunda intensidade ideias abertamente socialistas, nunca é demais ressuscitar e relembrar vivamente todos as "façanhas" do marxismo na URSS, pois elas ilustram vivamente tudo o que inevitavelmente acontece a uma sociedade quando o socialismo é imposto. Como explicou George Reisman:
Mesmo que um governo genuinamente socialista fosse eleito democraticamente, seu primeiro ato de governo ao implantar o socialismo teria de ser um ato de enorme violência, qual seja, a expropriação a força dos meios de produção.A eleição democrática de um governo socialista não alteraria o fato de que o confisco de propriedade contra a vontade dos proprietários é um ato de força. Uma expropriação à força da propriedade baseada no voto democrático é tão pacífica quanto um linchamento também baseado no voto. Trata-se de uma violação primordial dos direitos individuais. A única maneira de o socialismo realmente ser implantado por meios pacíficos seria com os donos de propriedade voluntariamente doando sua propriedade ao estado socialista. Porém, pense nisso. Se o socialismo tivesse de esperar que os donos de propriedade doassem voluntariamente sua propriedade para o estado, este certamente teria de esperar para sempre. Logo, se o socialismo tem de ser implementado, então ele só pode existir por meio da força — e força aplicada em escala maciça, contra toda a propriedade privada.O socialismo necessariamente deve começar com um enorme ato de confisco. Aqueles que querem seriamente roubar devem estar preparados para matar aqueles a quem eles planejam roubar.
A seguir, aquele que provavelmente é o melhor (e mais chocante) documentário sobre a história da União Soviética (The Soviet Story), com legendas em português. Veja-o e entenda por que é absolutamente imoral ter sequer a mais mínima simpatia por esse regime.
À ala jovem que nos lê, sugerimos enviar esse vídeo como presente de Natal aos seus queridos professores de História e Geografia. À ala universitária, enviem-no aos líderes de seus DA e DCE.
Glórias acadêmicas lulianas
DIÁRIO DO COMÉRCIO
Publicado em Segunda, 26 Dezembro 2011 18:43
Escrito por Olavo de Carvalho
O sr. Paulo Moreira Leite, que no exercício do jornalismo assumiu como sua particular missão e glória nunca entender nada, escreve que as reclamações contra a pletora de títulos universitários concedidos ao ex-presidente Luís Inácio da Silva refletem um preconceito, um pedantismo acadêmico que não se conforma em ver subir na vida um self made man cuja pobreza o impediu de adquirir educação escolar.
Anos atrás dei ao sr. Moreira o apelido de sr. Moleira, por me parecer que a formação do seu aparato craniano tinha sido ainda mais incompleta que a educação do sr. Lula. Seu palpite de agora sugere que ela tenha mesmo retrocedido um pouco.
Quem quer que conheça a história intelectual do nosso país sabe que é uma constante da sociedade brasileira o ódio à inteligência, misto de temor e despeito, e acompanhado, à guisa de compensação neurótica, pelo culto devoto aos títulos, cargos e honrarias exteriores que a substituem eficazmente em festividades acadêmicas e homenagens parlamentares.
A mentalidade geral, já antiga e tão bem retratada por Lima Barreto, segue a das vizinhas fofoqueiras do Major Quaresma, que, ao ver pela janela a biblioteca daquele infausto patriota, comentavam: "Para que tanto livro, se ele não é nem bacharel?"
Que, em contrapartida, faltem livros nas estantes dos bacharéis e doutores, onde abundam garrafas de uísque e fotos de viagens internacionais, é coisa que não ofende nem choca a alma nacional. O estudante universitário brasileiro lê em média menos de dois livros por ano, e nem por isso deixa de receber seu diplominha e tornar-se, no devido tempo, chefe de departamento, reitor ou ministro.
Um amigo meu, nascido e criado no Morro da Rocinha, no Rio de Janeiro, confessava: "Sofri mais discriminação na favela, por ler livros, do que aqui na cidade por ser preto".
Todo mundo sabe que, neste país, para subir na carreira universitária não é preciso conhecimento nenhum, apenas ter as amizades certas e emitir, nos momentos decisivos, as opiniões políticas recomendáveis. Pessoas ilustres como o dr. Emir Sader, o ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, o ex-reitor da UnB, Christovam Buarque, assim como inumeráveis outras cujos pensamentos e obras exaltei em O Imbecil Coletivo, já deram provas sobejas de que uma sólida incultura e uma inépcia pertinaz são não somente úteis mas indispensáveis ao sucesso acadêmico, desde que acompanhadas de uma carteirinha do PT ou documento equivalente.
Se os títulos acadêmicos são tidos como valores absolutos em si mesmos, independentemente de quaisquer méritos intelectuais correspondentes, e se estes, por sua vez, nada valem se desacompanhados daqueles, a razão disso está nos profundos sentimentos democráticos do povo brasileiro.
A inteligência e o talento são dons inatos, que a natureza ou a Providência distribuem desigualmente aos seres humanos, criando entre eles uma diferenciação hierárquica que, do ponto de vista dos mal dotados, é uma humilhação permanente, uma ofensa intolerável e um mecanismo de exclusão verdadeiramente fascista.
Os títulos acadêmicos foram inventados para aplanar essa diferença, dando aos incapazes e medíocres uma oportunidade de se sentir, ao menos em público e oficialmente, igualados aos maiores gênios criadores das artes, das letras, das ciências e da filosofia, se não mesmo aos santos da Igreja, aos anjos do céu e até à Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, como é precisamente o caso do sr. Lula.
Ao contrário do que diz o sr. Moleira, o que faltou a este último não foi a educação formal, foi justamente a educação informal, aquela que um trabalhador impedido de frequentar escola adquire em casa, em ônibus, em trens ou no metrô, lendo livros. O sr. Lula já expressou mais de uma vez sua invencível ojeriza a essa atividade dolorosa, na qual tantos escritores brasileiros, pobres como ele ou ainda mais pobres, adquiriram a única formação que tiveram.
A diferença entre eles e o sr. Lula reside precisamente aí: eles conquistaram seus méritos intelectuais por seu próprio esforço solitário, sem a ajuda de professores, do Estado ou de qualquer entidade que fosse, ao passo que o sr. Lula preferiu subir na vida sem precisar de méritos intelectuais ou morais nenhuns, contando apenas com a ajuda de algumas dezenas de organizações bilionárias – empresas, bancos, sindicatos, partidos – e o dinheiro do Mensalão.
Isso não o torna nem um pouco diferente dos bacharéis e doutores, apenas mostra que ele levou à perfeição o sonho de todos eles: ostentar um punhado de títulos universitários sem precisar, para isso, ter estudado ou aprendido absolutamente nada exceto a arte sublime do alpinismo social.
Quando cidadãos de nível universitário reclamam das glórias acadêmicas lulianas, não o fazem, como o imagina o sr. Moleira, por elitismo intelectual genuíno, que ao menos supõe algum amor ao conhecimento. Fazem-no por pura inveja do concorrente desleal que conquistou mais títulos sabendo ainda menos.
Quem fala pela boca deles não é a inteligência humilhada pelo sucesso da ignorância: é o corporativismo do establishment acadêmico, que gostaria de reservar para si o monopólio da produção de analfabetos diplomados, sem dividi-lo com a mídia e os partidos políticos.
O sr. Moleira imagina que se opõe a essas criaturas, mas na verdade expressa melhor que ninguém o sentimento delas todas, ao proclamar que os títulos acadêmicos de Lula devem ser motivo de orgulho nacional. Que maior motivo de orgulho existe, numa alma de brasileiro, senão o título enquanto tal, o título em si, o título sem nada dentro?
Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia
Publicado em Segunda, 26 Dezembro 2011 18:43
Escrito por Olavo de Carvalho
O sr. Paulo Moreira Leite, que no exercício do jornalismo assumiu como sua particular missão e glória nunca entender nada, escreve que as reclamações contra a pletora de títulos universitários concedidos ao ex-presidente Luís Inácio da Silva refletem um preconceito, um pedantismo acadêmico que não se conforma em ver subir na vida um self made man cuja pobreza o impediu de adquirir educação escolar.
Anos atrás dei ao sr. Moreira o apelido de sr. Moleira, por me parecer que a formação do seu aparato craniano tinha sido ainda mais incompleta que a educação do sr. Lula. Seu palpite de agora sugere que ela tenha mesmo retrocedido um pouco.
Quem quer que conheça a história intelectual do nosso país sabe que é uma constante da sociedade brasileira o ódio à inteligência, misto de temor e despeito, e acompanhado, à guisa de compensação neurótica, pelo culto devoto aos títulos, cargos e honrarias exteriores que a substituem eficazmente em festividades acadêmicas e homenagens parlamentares.
A mentalidade geral, já antiga e tão bem retratada por Lima Barreto, segue a das vizinhas fofoqueiras do Major Quaresma, que, ao ver pela janela a biblioteca daquele infausto patriota, comentavam: "Para que tanto livro, se ele não é nem bacharel?"
Que, em contrapartida, faltem livros nas estantes dos bacharéis e doutores, onde abundam garrafas de uísque e fotos de viagens internacionais, é coisa que não ofende nem choca a alma nacional. O estudante universitário brasileiro lê em média menos de dois livros por ano, e nem por isso deixa de receber seu diplominha e tornar-se, no devido tempo, chefe de departamento, reitor ou ministro.
Um amigo meu, nascido e criado no Morro da Rocinha, no Rio de Janeiro, confessava: "Sofri mais discriminação na favela, por ler livros, do que aqui na cidade por ser preto".
Todo mundo sabe que, neste país, para subir na carreira universitária não é preciso conhecimento nenhum, apenas ter as amizades certas e emitir, nos momentos decisivos, as opiniões políticas recomendáveis. Pessoas ilustres como o dr. Emir Sader, o ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, o ex-reitor da UnB, Christovam Buarque, assim como inumeráveis outras cujos pensamentos e obras exaltei em O Imbecil Coletivo, já deram provas sobejas de que uma sólida incultura e uma inépcia pertinaz são não somente úteis mas indispensáveis ao sucesso acadêmico, desde que acompanhadas de uma carteirinha do PT ou documento equivalente.
Se os títulos acadêmicos são tidos como valores absolutos em si mesmos, independentemente de quaisquer méritos intelectuais correspondentes, e se estes, por sua vez, nada valem se desacompanhados daqueles, a razão disso está nos profundos sentimentos democráticos do povo brasileiro.
A inteligência e o talento são dons inatos, que a natureza ou a Providência distribuem desigualmente aos seres humanos, criando entre eles uma diferenciação hierárquica que, do ponto de vista dos mal dotados, é uma humilhação permanente, uma ofensa intolerável e um mecanismo de exclusão verdadeiramente fascista.
Os títulos acadêmicos foram inventados para aplanar essa diferença, dando aos incapazes e medíocres uma oportunidade de se sentir, ao menos em público e oficialmente, igualados aos maiores gênios criadores das artes, das letras, das ciências e da filosofia, se não mesmo aos santos da Igreja, aos anjos do céu e até à Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, como é precisamente o caso do sr. Lula.
Ao contrário do que diz o sr. Moleira, o que faltou a este último não foi a educação formal, foi justamente a educação informal, aquela que um trabalhador impedido de frequentar escola adquire em casa, em ônibus, em trens ou no metrô, lendo livros. O sr. Lula já expressou mais de uma vez sua invencível ojeriza a essa atividade dolorosa, na qual tantos escritores brasileiros, pobres como ele ou ainda mais pobres, adquiriram a única formação que tiveram.
A diferença entre eles e o sr. Lula reside precisamente aí: eles conquistaram seus méritos intelectuais por seu próprio esforço solitário, sem a ajuda de professores, do Estado ou de qualquer entidade que fosse, ao passo que o sr. Lula preferiu subir na vida sem precisar de méritos intelectuais ou morais nenhuns, contando apenas com a ajuda de algumas dezenas de organizações bilionárias – empresas, bancos, sindicatos, partidos – e o dinheiro do Mensalão.
Isso não o torna nem um pouco diferente dos bacharéis e doutores, apenas mostra que ele levou à perfeição o sonho de todos eles: ostentar um punhado de títulos universitários sem precisar, para isso, ter estudado ou aprendido absolutamente nada exceto a arte sublime do alpinismo social.
Quando cidadãos de nível universitário reclamam das glórias acadêmicas lulianas, não o fazem, como o imagina o sr. Moleira, por elitismo intelectual genuíno, que ao menos supõe algum amor ao conhecimento. Fazem-no por pura inveja do concorrente desleal que conquistou mais títulos sabendo ainda menos.
Quem fala pela boca deles não é a inteligência humilhada pelo sucesso da ignorância: é o corporativismo do establishment acadêmico, que gostaria de reservar para si o monopólio da produção de analfabetos diplomados, sem dividi-lo com a mídia e os partidos políticos.
O sr. Moleira imagina que se opõe a essas criaturas, mas na verdade expressa melhor que ninguém o sentimento delas todas, ao proclamar que os títulos acadêmicos de Lula devem ser motivo de orgulho nacional. Que maior motivo de orgulho existe, numa alma de brasileiro, senão o título enquanto tal, o título em si, o título sem nada dentro?
Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Blog do Ricardo Gama agora com sala de bate-papo. Assunto: STF poderá decidir que é inconstitucional punir "usuários"...
RICARDO GAMA
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Como eu (Ricardo Gama) já postei aqui no blog, eu adquiri um programa que é um tipo de sala de bate papo.
Hoje eu fiz o primeiro bate papo com um colega meu Alex, que estava no Espírito Santo, sobre a notícia que o STF poderá decidir que é inconstitucional punir usuários de todas as drogas como maconha, cocaína, crack e etc.
Abaixo posto o vídeo.
Link do vídeo no youtube.
O meu objetivo é discutir assunto que sejam interessantes para a sociedade, conto com a colaboração de vocês, quem estiver interessado em participar me mande um e-mail (ricgama@uol.com.br) sugerindo temas.
Abraços,
Ricardo Gama
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Como eu (Ricardo Gama) já postei aqui no blog, eu adquiri um programa que é um tipo de sala de bate papo.
Hoje eu fiz o primeiro bate papo com um colega meu Alex, que estava no Espírito Santo, sobre a notícia que o STF poderá decidir que é inconstitucional punir usuários de todas as drogas como maconha, cocaína, crack e etc.
Abaixo posto o vídeo.
Link do vídeo no youtube.
O meu objetivo é discutir assunto que sejam interessantes para a sociedade, conto com a colaboração de vocês, quem estiver interessado em participar me mande um e-mail (ricgama@uol.com.br) sugerindo temas.
Abraços,
Ricardo Gama
BARBARIDADE: STF pode considerar incontitucional punir maconheiro, fumador de crack e cheirador de cocaína
RICARDO GAMA
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
A alegação ABSURDA é que fumar maconha e usar outras drogas seria um direito da "vida privada" dosmaconheiros e viciados em geral.
Bem, imaginemos que o STF decida ABSURDAMENTE a favor dessa ação, por exemplo, o álcool não deixa de ser uma droga, ainda que lícita, beber e dirigir não seria mais crime, já que "encher a cara" é um "direito da vida privada" do bebum e ninguém poderia se meter.
temos milhares de outras situações absurdas, fumar crack seria também um "direito da vida privada" do "cidadão", assim automaticamente seria "legalizada" todas as cracolandias no Brasil.
A situação chega a ser surreal, ainda leio na matéria abaixo que o STF vai fazer audiências públicas para discutir o tema, como assim?
Na matéria abaixo, a Argentina decidiu apenas que fumar maconha seria um "direito da vida privada" domaconheiro, já aqui no Brasil querem LIBERAR GERAL.
Em breve o Brasil vai virar o país dos turistas viciados e uma terra sem lei se o STF decidir a favor das drogas.
reprodução da Folha de São Paulo
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
É isso mesmo, o STF pode julgar ação e decidir que é INCONSTITUCIONAL punir maconheiro e o usuário deoutras drogas, tal como cheirar cocaína, fumar crack e etc.
A alegação ABSURDA é que fumar maconha e usar outras drogas seria um direito da "vida privada" dosmaconheiros e viciados em geral.
Bem, imaginemos que o STF decida ABSURDAMENTE a favor dessa ação, por exemplo, o álcool não deixa de ser uma droga, ainda que lícita, beber e dirigir não seria mais crime, já que "encher a cara" é um "direito da vida privada" do bebum e ninguém poderia se meter.
temos milhares de outras situações absurdas, fumar crack seria também um "direito da vida privada" do "cidadão", assim automaticamente seria "legalizada" todas as cracolandias no Brasil.
A situação chega a ser surreal, ainda leio na matéria abaixo que o STF vai fazer audiências públicas para discutir o tema, como assim?
Na matéria abaixo, a Argentina decidiu apenas que fumar maconha seria um "direito da vida privada" domaconheiro, já aqui no Brasil querem LIBERAR GERAL.
Em breve o Brasil vai virar o país dos turistas viciados e uma terra sem lei se o STF decidir a favor das drogas.
O comentário dessa e de outras matérias você poderá ver o vivo no blog às 22:30 horas, ou no meu canal noyoutube (clique aqui).
reprodução da Folha de São Paulo
O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu colocar em votação processo que questiona se usar droga é crime ou somente direito individual.
No início do mês, os ministros do órgão decretaram a repercussão geral da discussão sobre o porte de drogas.
Isso significa que casos idênticos em todas instâncias da Justiça terão a mesma decisão a ser tomada pelo STF.
É decretada a repercussão geral quando ao menos 8 dos 11 ministros do Supremo entendem que o caso é relevante ao Judiciário e à sociedade.
Esse julgamento será o primeiro em que a mais elevada instância da Justiça brasileira discutirá o uso de drogas -em 2009, a Suprema Corte da Argentina travou discussão semelhante e considerou inconstitucional punição para quem consome maconha.
No caso brasileiro, o processo que originou a discussão se refere a consumidor de maconha, mas a decisão do STF valerá a todas as drogas.
Não há previsão de quando o caso será julgado. O ministro-relator, Gilmar Mendes, pode realizar audiências públicas com especialistas, como o STF já fez em outros casos polêmicos.
Pela lei, usar droga é crime, embora, desde 2006, não haja cadeia para os punidos.
O condenado deixa de ser réu primário e tem como pena máxima dez meses de prestação de serviços comunitários, além de multa.
Se o Supremo decidir que não há crime, o usuário, em tese, não poderá receber nem advertência, a mais branda das punições previstas na lei.
A ação que será julgada pelo STF foi movida pela Defensoria Pública de São Paulo.
VIDA PRIVADA
Os defensores entendem que a lei que criminaliza as drogas fere a Constituição, que garante o direito intimidade e vida privada.
A ação afirma ainda que quem usa droga não prejudica ninguém, além de si próprio, o que seria o exercício do direito à privacidade.
"O porte para uso de entorpecentes não produz nenhuma lesão a bem jurídico alheio. O usuário não cria um risco para qualquer valor juridicamente relevante, especialmente para a saúde pública", diz a Defensoria.
USUÁRIO
A ação apresentada pela Defensoria trata da condenação a dois meses de serviço comunitário de preso pego, dentro da cadeia em Diadema (ABC), com maconha escondida na marmita.
Os agentes disseram que Francisco Benedito de Souza confessou o porte da maconha. À Justiça, ele negou e disse que não era usuário. Havia outros 32 presos na cela onde a droga foi achada.
True Outspeak - 21 de dezembro de 2011
Uploaded by CanalMSM on Dec 23, 2011
Gravação do programa True Outspeak, de Olavo de Carvalho, transmitido em 21 de dezembro de 2011.
PC do B emite nota em solidariedade ao povo da Mocreia do Norte, pela morte de seu "amado líder" Kim-Jong-ILL
por José Octavio Dettmann, domingo, 25 de Dezembro de 2011 às 12:39
A cúpula do PC do B emitiu nota em solidariedade ao povo da Cureia do Norte (sim, aquilo ali é um cu), pela morte do seu "amado líder", Kim-Jong- ILL (L a mais acrescido de propósito - pois, ser amado assim, com culto de personalidade, é coisa de doente mesmo, como suegere o seu nome, em inglês). Nela, destacaram a lula de ILL pela luta contra o imperialism, bem como para tornar a economia da Mocreia da Morte mais próspera, mais avançada e mais soberana (hahahaha! Sem Comentários!)
Não se pode chamar de economia avançada, nem de próspera, nem de soberana a economia de um país onde a população morre de fome, é impedida de de empreender e onde há o famigerado "pleno emprego", em que a força de trabalho se vê forçada a dar duro nas minas de carvão, durante muito tempo, até o pleno esgotamento de sua capacidade laborativa. E por pretenderem ser melhores que a religião, alegam, hipocritamente, que os domingos são de trabalho voluntário, como fizeram lá em CUba. Essa é demais!
Esse é o socialismo! Mentira em cima de mentiras!
E quem come com porcos, farelo come! Meus amigos de faculdade acham que o pessoal do PCdoB é "burguês" (tenho pena de tanta burrice - por isso que deletei todos eles do meu orkut e do Facebook, uma vez que não compactuo com sandice. E pior de tudo é que eles enchem a boca pra dizer que têm mestrado. Então, que enfiem o mestrado no cu, como diz o Olavo)
Fonte da notícia: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=171494&id_secao=3
A cúpula do PC do B emitiu nota em solidariedade ao povo da Cureia do Norte (sim, aquilo ali é um cu), pela morte do seu "amado líder", Kim-Jong- ILL (L a mais acrescido de propósito - pois, ser amado assim, com culto de personalidade, é coisa de doente mesmo, como suegere o seu nome, em inglês). Nela, destacaram a lula de ILL pela luta contra o imperialism, bem como para tornar a economia da Mocreia da Morte mais próspera, mais avançada e mais soberana (hahahaha! Sem Comentários!)
Não se pode chamar de economia avançada, nem de próspera, nem de soberana a economia de um país onde a população morre de fome, é impedida de de empreender e onde há o famigerado "pleno emprego", em que a força de trabalho se vê forçada a dar duro nas minas de carvão, durante muito tempo, até o pleno esgotamento de sua capacidade laborativa. E por pretenderem ser melhores que a religião, alegam, hipocritamente, que os domingos são de trabalho voluntário, como fizeram lá em CUba. Essa é demais!
Esse é o socialismo! Mentira em cima de mentiras!
E quem come com porcos, farelo come! Meus amigos de faculdade acham que o pessoal do PCdoB é "burguês" (tenho pena de tanta burrice - por isso que deletei todos eles do meu orkut e do Facebook, uma vez que não compactuo com sandice. E pior de tudo é que eles enchem a boca pra dizer que têm mestrado. Então, que enfiem o mestrado no cu, como diz o Olavo)
Fonte da notícia: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=171494&id_secao=3
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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".





