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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Quando a verdade o incomodar, subverta-a

Por e-mail (sic)

A bolsa ou a vida

Diogo Mainardi

Em minha última coluna, segundo Lula, eu cometi um crime. Um crime que ele, Lula, comparou a um 'roubo'. Confesso: roubei. Pior: se surgir a oportunidade, vou roubar de novo. Eu sou um impenitente. A bolsa ou a vida, Lula.

Que crime eu cometi? Simplesmente reproduzi um grampo feito pela PF em que Marcelo Sato promete usar seu reconhecido talento para azeitar o processo de um usineiro junto à ANP. Para quem perdeu a memória: Marcelo Sato é o genro de Lula, casado com sua filha Lurian. Lula declarou que, quando a imprensa publica o conteúdo de um grampo, como eu fiz com o de Marcelo Sato, ela está cometendo um crime análogo a um roubo. Curiosamente - o brasileiro é mesmo um tipo muito curioso -, ninguém se interessou em perguntar ao presidente da República o que ele pensa sobre os negócios suspeitos de seu genro. O que se sabe é que, em seu sistema de valores - um sistema de valores que ele quer transformar agora em emenda constitucional -, o verdadeiro criminoso é quem denuncia o crime.

Antes do genro de Lula, houve o compadre de Lula. Antes do compadre de Lula, houve o irmão de Lula. Antes do irmão de Lula, houve o filho de Lula. O episódio envolvendo Marcelo Sato é tão corriqueiro que nem lhe dei muita bola. Usei-o apenas como um modesto retrato de nossa miséria institucional. Nesta semana, a ONG Transparência Internacional avaliou que o combate à corrupção, no Brasil, 'parece ter estancado'. Estancou mesmo. Só sobraram uns passadistas, uns retrógrados, uns golpistas de direita que continuam em sua bolorenta Marcha da Família com Deus pela Liberdade. Para os petralhas - tomando emprestado o termo cunhado por Reinaldo Azevedo -, eu represento a Dona Leonor de Barros do lulismo. E Reinaldo Azevedo é visto como uma espécie de padre Peyton, com sua Cruzada Mundial do Rosário. Nós brandimos anacronicamente os mesmos cartazes de meio século atrás: 'Queremos governo honesto', 'A melhor reforma é o respeito à lei', 'Senhora Aparecida iluminai os reacionários'. O fato é que o Brasil inteiro estancou. A Folha de S. Paulo mostrou que o programa Bolsa Família tornou-se um instrumento para garantir o voto de cabresto. Se eu sou aborrecidamente passadista, é só porque a gente estancou no passado.

Um adendo absolutamente desimportante: Marcelo Sato prometeu ajudar a Agrenco a acelerar um processo na ANP. No site da ANP, há um documento pedindo de impugnação de um leilão de biodiesel com o argumento de que a Agrenco, apesar de uma greve dos auditores da Receita Federal, conseguiu obter um 'registro especial'. Não sei exatamente o que isso significa. Só sei que é melhor investigar agora, antes que investigar o assunto seja considerado um crime, um roubo.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Gilmar Mendes, presidente do STF, capacho do presidente da República?

Do portal BRASIL ACIMA DE TUDO
Por Orion Alencastro, 08 de setembro de 2008
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Do Ministro Gilmar Mendes, Presidente do STF, e seus pares, a dignidade da magistratura brasileira espera que o Poder Judiciário mantenha-se na sua recomendável estatura diante do Poder Executivo, hoje, nas mãos de quem ameaça a honra nacional como Chefe do Governo mais corrupto da história da Pátria, desarticulador da segurança e paz social, e delapidador da soberania nacional.


Do Observatório de Inteligência

Destituído da Presidência da República em 1945, um ex-ditador líder de partido trabalhista volta a governar com apoio popular (1951-1954), desejoso do progresso social e econômico da nação. Envergonhado diante do quadro político de desonra pessoal, ao perceber que o seu Palácio do Catete estava sobre grossa lama de corrupção, traição de companheiros e vítima de aproveitadores de toda ordem, despediu-se das suas glórias terrenas e procurou a imortalidade da história dando fim à própria vida. Getúlio Dornelles Vargas, patriota do seu tempo, genuinamente captou a alma do trabalhador. Verdadeiro estadista que os falsos líderes de trabalhadores excluem dos livros didáticos, da mídia e da consciência nacional.

Renúncia de Jânio Quadros, fuga de Goulart e saída de Collor

Em 196l, Jânio da Silva Quadros, jovem professor, exímio linguista e advogado, após sete meses de mandato, surpreendemente renuncia ao cargo de presidente da República, para o qual fora eleito com retumbante votação, face às pressões da insanidade dos congressistas e dos controladores externos do país, cognominados de "forças ocultas", hoje parceiras do atual governo brasileiro.

Seu sucessor, João Goulart, abandonou o poder em 1964, pressionado pelos manipuladores ideológicos e partidários da lama vermelha da conspiração da revolução sindical-comunista. Tal fato provocou a contra-revolução das forças armadas, com o apoio incondicional da sociedade brasileira.

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Palácio da Presidência da República, da forma que é percebido por todos os que amam o Brasil: bases cobertas pela lama da corrupção, das mentiras, da farsa política e do embuste socialista-marxista

Um complô bem alinhavado pela malta política, empresarial, intelectual e jornalística culminou com a renúncia de um jovem candidato a estadista. O hoje senador Fernando Collor de Mello, ameaçado pelo torniquete de congressistas, foi induzido a renunciar em 1992 para não sofrer o impeachment na Presidência da República. Foi absolvido de todas as acusações.

A urdida derrubada de Collor, centrada na campanha da gangue marxista, causou irreparável prejuízo à democracia por ter sido o primeiro presidente eleito pelo voto direto em 1990, após o ciclo de dirigentes militares que nunca cobiçaram a reeleição, conduziram o país à 8ª. economia mundial e criaram a infra-estrutura para o desenvolvimento nacional que estamos a desfrutar.

Incrível Presidente do Brasil

Na hora presente, um ex-líder sindical trabalhista admirador de ditadores é o inquilino titular do Palácio do Planalto. Foi eleito com a moldura da esquerda e reeleito graças a maioria de votos da cidadania cativa das bolsas-família e congêneres.

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General Jorge Felix, o ministro-chefe do gabinete de segurança institucional que desaponta a sociedade pela organização institucional do crime dentro e fora do governo, com o esbanjamento dos cofres da Nação e das estatais financiando o terrorismo rural, a escola de marginais e a cultura anti-cívica.

Com desenvoltura e o logro do massivo pensamento único a seu respeito, sob a poderosa máquina de propaganda e de força subterrânea de sua polícia política, aparelha o Estado, pulveriza o erário em ajustes de facilidades com governantes e políticos sanguessugas de verbas. Faz do governo o financiador do crime organizado e da força de guerrilha rural denominada MST, mantém interlocução com o Foro de São Paulo e, perante a comunidade de inteligência internacional, está embaraçado com as trocas de carícias com membros das Farc.

Judiciário capacho do Presidente

Sutilmente, o governante de plantão acaba de dar um golpe de mestre alcapônico pois, com seus comparsas sub júdice pela quadrilha que abrigava no palácio, atraiu a seu gabinete no Palácio do Planalto o ministro Gilmar Mendes, presidente da Suprema Corte de Justiça da República Federativa do Brasil, para dele ouvir exigências de explicação sobre a matéria da Veja, denunciando grampo em sua conversa telefônica com o senador Demóstenes Torres, um dos líderes do senado.

Que nos desculpe o douto ministro Gilmar Mendes, mas sua excelência desapontou a necessária postura da mais elevada magistratura da nação ao dirigir-se ao “poderoso chefão da república”, o contumaz zombador da polícia, do ministério público, do judiciário e da imprensa.

O titular do STF jamais deveria ter deixado seu gabinete para ir pedir satisfação a um mandatário que já escapou de tentativa de impeachment pela falta de honradez da maioria dos congressistas e a conivência da imprensa que se rendeu às verbas e à manipulação da poderosa máquina de propaganda e agitação dirigida pelo ministro Frankenstein.

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O endinheirado Dantas, pivô da crise da corrupção que levou ao grampo do ministro do STF. Dantas jamais poderia ser preso: a sua língua desmontaria os Da Silva.

A atitude do ministro foi veladamente apreciada por uma elite de magistrados e suas associações de classe. Quando muito, deveria ter mandado um estafeta ou colega interlocutor ao palácio da permissividade política ou solicitar a presença de um representante do Exmo. Sr. Presidente da República para cobrar enérgica satisfação sobre a gravíssima violação da sua privacidade por eventual bisbilhoteiro agente da inteligência palaciana. STF e a lama do Palácio do Planalto

A mais elevada corte da justiça brasileira apequenou-se diante do insólito encontro realizado no Palácio do Planalto. É altamente recomendável que o respeitável ministro Gilmar Mendes fique atento para não confundir a dignidade do poder judiciário, não se macular ou deixar respingar no STF a lama que se avoluma sob os pilares palacianos com a irresponsabilidade administrativa, a corrupção, os ajustes de negócios da República e o amordaçamento gramscista que idiotiza o povo brasileiro.

O poder judiciário não pode se tornar capacho de um vocacionado ditador, estróina usuário da República, vendedor da soberania nacional que, em risco de crise institucional, resistiria ao impeachment, se acovardaria em passar para a glória como Getúlio, não admitiria a grandeza de uma renúncia, mas ousaria a resistência tirânica do prolongamento de mais um mandato, sob o fascínio da legião de bolsistas e idiotizados de todos os níveis da nação. (OI/Brasil acima de tudo)

domingo, 7 de setembro de 2008

Reconstruir o País

Do blog ALERTA TOTAL
Por Arlindo Montenegro, sábado, setembro 06, 2008

Mais uma noite depois de pesadelos em ambiente kafqueano esmagando baratas agressivas, desperto para o surrealismo do dito pelo não dito, desperto para o noticiário sobre crimes, acidentes e relatos coloridos sobre a fuga à responsabilidade dos que comandam a nação e “nada sabem”, que perpetram o genocídio cultural com máscara de democratas da nova ordem mundial.

Acordo para o ambiente em que, um Mao Tse Tung, estuprador de meninas camponesas, responsável pela morte de dezenas de milhões de chineses – segundo os biógrafos fundamentados em documentos históricos e depoimentos de sobreviventes – é considerado um grande líder e apontado como exemplo para a juventude, por políticos, por professores universitários, em textos escolares e até por seguidores da tal teologia da libertação, excomungados por Roma, coisa que os bispos da CNBB, os ativistas do Cimi e os padrecos de periferia ignoram olimpicamente.

Lembro o tempo do ensino básico que vivi, estudando latim para entender melhor o idioma português, aulas de geometria, música incluindo o canto gregoriano, teatro, redação, caligrafia e sinto as bofetadas da informação que diz: as escolas de ensino superior abriram espaço para reforçar as falhas (ignorância) dos alunos sobre conhecimentos básicos do idioma pátrio e matemática.

Ouço pelo rádio, vejo repórteres na tv e leio nos jornais grosseiros erros de concordância verbal. Vem à lembrança a discussão sobre textos escolares adotados pelo Ministério da Educação veiculando a desconstrução de textos históricos, exaltando e legitimando terrorismo e preconceitos: Guevara, Marighella, Lamarca, luta de classes, minorias, racismo. E sinto a inutilidade da velhice diante do quadro apavorante: balas perdidas, individualidade perdida, privacidade perdida, esperança (quase) perdida.

As novas leis são claras e vão de encontro à Constituição Cidadã, um documento que oferece detalhismo inédito em qualquer Carta Magna. Para os governantes obedientes ao Foro São Paulo é insuficiente. Por ser “democrática e burguesa”, inaceitável. Parece ter sido substituída pela enxurrada de decretos, portarias, medidas provisórias, instruções normativas, resoluções, dispositivos gerados por qualquer burocrata para fechar o cerco aos direitos e garantias individuais.

Estão cercados e no canto, sem defesa, os direitos de propriedade, de auto defesa, saúde, educação, direito à liberdade e privacidade, seja porque a Suprema Corte só age se acionada (e quando age, interpreta ou engaveta), seja por inexistir consciência, mobilização, recursos e vontade pátria para exigir, interpelar, responsabilizar os que “não sabem nada”, que têm o poder de estar acima das Leis que, pretensamente, deviam ser iguais para todos.

Paulo Brossard, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, diz que o grampo no telefone do ministro "é uma coisa inominável"! E completa: "Acho que o presidente não pode continuar dizendo que não sabia das coisas". O que acho é que todos os ministros sabem que ele, o presidente Lula sabe de tudo. E sendo assim, os ministros sabem que ele, o presidente Lula já passou da hora de pagar por sua pretensa ignorância.

O que concluo é que além dos ministros, assessores, puxa sacos, políticos, profissionais liberais, ativistas de instituições e ongs, professores, parte da nacionalidade informada e consciente, sabe. E cala enquanto mama nas tetas da República. E cala fazendo que não vê nada, fazendo que não há o que fazer. Contemporizando com o crime de lesa pátria.

Leis no Brasil só valem como aquela de Esperantina, um município com pouco mais que 30 mil habitantes no Piauí, onde, por decreto, é celebrado o Dia do Orgasmo. Ali vale a cultura do machismo patriarcal e o culto aos forrozeiros, bode e cerveja com agradecimentos ao “bolsa vadiagem”. Cultura das cavernas com direito ao pior das práticas ditas civilizadas: drogas, assaltos e o resto. As outras leis existem para serem dribladas, como ensinam muitas escolas de direito.

Alguns “últimos moicanos” acadêmicos ainda falam coisa com coisa, fundamentados em princípios, valores e documentação histórica. No geral a cultura foi descaracterizada pela base. Na literatura, na música, nos programas de “grande audiência” da tv, a baixaria e menosprezo à pessoa imperam.

Nas letras de músicas coisas como “Eu quero chá de cogumelos amarelos... Muito louco o mundo fica colorido...Vai a chuva i molhando a bosta da vaca... Alucina o coração de um maluco doidão...” Outro exemplo? Lá vai: “Zebu morreu, ele se fudeu, cogumelo é meu... Zebu morreu, ele se fudeu, cogumelo é nosso”. Me desculpem! Deixo de transcrever os “poemas líricos” que fazem apologia da maconha e cocaína ou aqueles que ofendem as mulheres, citam bundinhas, xoxotas, treisotão, teco na cara do meganha... e outras figuras exemplares.

Tudo ao alcance de qualquer menino ou menina das “melhores famílias”. E os pais não têm mais tempo para ocupar-se com a educação dos filhos. E os pais que ousam atribuir-se e assumir a educação dos filhos no lar são processados. A Lei só permite a deseducação oficial, o emburrecimento coletivo a partir da escola fundamental, com livros de texto feitos sob encomenda.

Estes Ministros – da Saúde, da Educação e outros grandolas – deste governo que privilegia o crime organizado e pune quem trabalha, cada um deles com a “ficha” mais suja que outro, tem de ser chamado “na chincha” e responsabilizado pelo genocídio cultural, além da matança, dos homicídios que superam em números as guerras localizadas em curso pelo mundo afora.

Acabaram-se os juristas, acabaram-se os patriotas, foi-se o tempo em que a Lei era cumprida e obedecida pela maioria. Foi-se o tempo em que a Pátria era uma entidade palpável, respeitada e dignificada pelo trabalho. Há quem espere de eleições! Francamente, se algo ainda pode ser feito para reconstruir esta nação desfigurada, reside na reeducação de cabo a rabo. Uma tarefa hercúlea que não interessa aos poderosos.

Pensar Brasil e reconstruir o Brasil. Estabelecer rumos, criar os mecanismos, juntar a inteligência que resta. Será que é vão querer viver num país soberano e democrático? Será melhor conformar-se com desejos pessoais como o do Ronaldo que só pensa em jogar no Flamengo? Ou alguma coisa do tipo visitar a Disneylândia, ganhar na loteria...

Arlindo Montenegro é Apicultor.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

O CASO ABIN & STF & GRAMPOS & JORNALISTAS

Este me chegou por e-mail, autor desconhecido, e não tenho experiência alguma para dizer se são fatos ou imaginação fértil:

Tenho alguma experiência na atividade de Inteligência. No Exército, desde o nível unidade (Batalhão) até o nível Exército, no CIE. Principalmente por isso fui chamado a trabalhar na Abin, em 1998, e lá permaneci por 9 anos seguidos. Fui da área de Inteligência Externa e da Escola de Inteligência.

Durante todo esse tempo pude observar que seus servidores, na imensa maioria, são pessoas corretas e trabalhadoras, interessadas no serviço que fazem e procuram fazê-lo com qualidade. Não interessa se são faxineiros, vigilantes, analistas, administrativos. São todos passageiros desse Jumbo chamado Inteligência de Estado. Se falhar o "motor" caem TODOS, se o piloto não souber navegar, uma hora vai cair por falta de combustível ...

Eventuais desacertos nos resultados dos serviços prestados são de ocorrência da FALTA DE RUMO geral que impera na agência por culpa ÚNICA e EXCLUSIVA do cliente e RESPONSÁVEL principal, o Presidente da República.

Um antigo chefe militar, com o qual trabalhei no CIE, dizia com muita ênfase e propriedade: "Inteligência não tem Arma, tem ALMA". Referia-se ao fato de que militares de diferentes armas e serviços prestavam serviço na área de Inteligência e tinham todos o mesmo propósito que engrandece o "Soldado do Silêncio": prestar serviço de qualidade para a autoridade superior, a fim de facilitar tomada de decisão. Sem alarde, sem regalias, em silêncio.

Asseguro que a Abin sempre teve alma e acho que tem, ainda.

Dito isto vamos ao caso que está repercutindo, em conseqüência de matéria assinada publicada na revista Veja.

Segundo a revista, a Abin teria "grampeado" o ministro Gilmar Mendes e o Senador Demóstenes Torres, de Goiás. Transcreve-se na Veja diálogo telefônico cuja duração seria aproximadamente de 30 minutos. Sim, digo a Abin dentro da lógica que não permite separar o servidor da organização ou instituição a qual presta seus serviços.

Para mim é muito estranho aparecer no "mesmo pacote" o nome do José Dirceu, chefe conhecido do serviço de inteligência paralelo que o PT mantém há muito tempo com o objetivo principal de destruir imagens e reputações e encobrir mazelas partidárias. Isso tem cheiro forte de "estória de cobertura" para desviar a atenção e merece ser investigado ...

A fonte dos jornalistas seria um "servidor da Abin" que teria participado da operação que resultou no tal "grampo". A tempestade desencadeada, a partir da queixa que os "grampeados" fizeram ao Presidente da República, é retrato fiel do desgoverno atual. Apuração rigorosa, suspensão, sindicâncias, MP, DPF, o escambau a quatro. Muito dinheiro vai ser gasto a troco de NADA.

SE foi vazamento proposital de alguém da Abin – tenho muitas dúvidas sobre isso – vai ficar por isso mesmo e nada será apurado. Em outras ocasiões, também em razão de noticiário da Imprensa, houve "vazamentos" e nada foi apurado.

A "rápida ação" do Presidente deve-se ao fato de que a Abin tem endereço, CNPJ, Comando, etc. Vai-se direto aos diretores – que também têm endereço, missão, CPF, etc. – e pronto: a providência foi tomada. O lulla agiu com energia... Tal energia nunca aparece quando a "coisa" atinge a "cumpanherada": nem MST's, nem "mensaleiros", nem doleiros de cuecas "bancárias", nem malas com milhão, nem lulinhas, nem dilmas e dossiês, nem Freud's ,... nem ... nem ... nada ou ninguém.

Conclusão: o poder de coerção desse governo e sua "energia" só podem ser aplicadas sobre "alvos" conhecidos, legais e não-integrantes da "cumpanherada".

Vamos aos autores da matéria: Expedito Filho e Policarpo Júnior. O Expedito, segundo MINHA fonte, pegou "carona" na matéria do Policarpo e seu nome está lá por esta razão. Parto do princípio que isso é verdade, até prova em contrário.

Fato: jornalista e "arapongas" são inimigos figadais.

O jornalista infere que o pessoal da Inteligência detém conhecimentos que fariam a redenção do jornalista SE nele colocasse as mãos. Atribui ao Oficial de Inteligência um poder que não existe. Em palestra na Abin, Eliane Catanhede, jornalista conhecida, disse: "A coisa que eu mais tenho vontade é de colocar as mãos naqueles papeizinhos que o Gen. Cardoso recebe todos os dias. Ia dar cada matéria" ... Entenderam?

O Policarpo é mau jornalista e mau caráter: não respeita princípios elementares de sua profissão. Não verifica fontes e, quando faz isso, continua "fiel" ao que se propunha a escrever ante de verificar a veracidade do que diz/dirá. Para ele a notícia tem sempre dois lados: a do Policarpo e a do Júnior. Ademais ele se diz "mestre" em matérias sobre inteligência. Já publicou outras matérias sobre o tema. Alardeia tal fato nas peladas no Iate Clube de Brasília.

Ele foi responsável direto pela demissão do Cel Decunto da chefia da Abin em 2000.

Explico: Policarpo foi até a Abin com pauta que incluía "grampos" contra o Itamar Franco, armadilhas contra o procurador Luiz Francisco – a Abin teria escalado uma Cabo PM para ir ao motel com o Procurador para ... para ... imaginem (???) – e outros assuntos.

O então diretor da Abin abriu-lhe as portas da agência e ele teve o acesso que pediu, a fim de "esclarecer" os fatos. Soube, por exemplo, com provas factuais e documentais, que a tal Cabo PM não trabalhava mais na agência e nem nunca havia sido empregada em trabalhos desse tipo por não haver como, em razão de não ser metodologia da agência agir daquela maneira. Conversou com quem quis – em especial com o Vice-Diretor de então, que lhe deu TOTAL atenção – viu o que quis, foi informado, com evidências objetivas, da falsidade dos assuntos de sua pauta, ou seja: foi tratado como profissional correto e de respeito cujo objetivo era informar bem aos leitores da Veja.

O resultado: em matéria de capa, em novembro de 2000, a Veja publicou TODAS as falsidades que o Policarpo tinha na pauta mostrada na Abin. Para salvar a face – a dele NÃO tem salvação – colocou no ÚLTIMO parágrafo algo assim: Consultada, a direção da Agência negou os fatos apresentados, o leitor tire suas conclusões. Crápula, canalha, cínico e mentiroso. Ainda o é, aposto...

Nada disso tem/terá solução enquanto o jornalista tiver "diploma para ser irresponsável" e não puder ser confrontado com as mentiras que escreve ou diz.

Constitucionalmente é o ÚNICO cidadão que pode mentir e atribuir sua mentira a outrem, sem ter obrigação de dizer quem seria o "outrem" - Art 5º. , XIV, CF 1988.

Mente e fica por isso mesmo. Ganha dinheiro com isso. Destrói reputações, imobiliza organizações e instituições, coloca na "praça" informações de qualquer natureza, mesmo aquelas de interesse nacional ou protegidas pela Justiça. Faz o que quer, sob a cobertura da Lei. Tudo em "nome da liberdade de Imprensa", valor caro de qualquer democracia, ainda que incipiente. Nem índio, por aqui, tem essa liberdade... Nem menor...

Em minha opinião isso está errado. Liberdade, sim. Irresponsabilidade, não. Juiz, Presidente, Ministro, Delegado, Promotor, "Zé Mané", todos estão impedidos, por lei, de mentir e/ou de agir de má fé em suas atividades. Jornalista PODE. Pode TUDO, acho.

Toda a "brabeza" do lulla e inconveniências pelas quais estão passando o Lacerda e o Campana seriam resolvidas – sem gastos supérfluos ou noticiário idem – com a resposta de uma simples pergunta ao Policarpo: Quem lhe forneceu isso? Continuaria protegido o direito que ele tem até de mentir, mas ele e o informante "infiel", de algum modo, pagariam pela inconfidência. Ele, pecuniariamente, por exemplo; o "infiel" na cadeia.

Em minha opinião, deveria ser criado urgentemente algum mecanismo legal que possibilitasse as pessoas e Instituições saberem de onde vêm denúncias e acusações estampadas na mídia que atingem indistintamente vagabundos e pessoa honestas, bem como Instituições. O STF agiu rápido no caso das algemas, deveria fazer o mesmo agora.

Ou se faz isso ou TODOS continuaremos reféns de vagabundos que vão desde seqüestradores e ladrões de galinha até jornalistas do jaez desse Policarpo e outros que têm por aí.

Eu considero uma vergonha a Abin ser investigada pelo DPF "em rigoroso inquérito". Se há algo que o pessoal da Abin conhece bem é o DPF... Para o bem e para o mal...

Por último: cabe aos integrantes da agência eliminar de seu meio - se for o caso presente e sempre - gente que se presta ao papel de jogar na lama o nome da agência e o de TODOS que lá trabalham.

O único patrimônio que a Abin tem é sua credibilidade. Nenhuma Agência de Inteligência sobrevive ao mau-caratismo de seus integrantes. Um só que seja. Isso é privilégio exclusivo do PT...

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".