Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Chique de matar: o amor doentio de Hollywood por Che Guevara

Paquito D'Rivera e Kai Chen, fugitivos do comunismo, discutem o aspecto nefasto do marketing que existe em torno de figuras como Che Guevara e Mao Tsé-Tung.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Canalhas Envelhecem

Do portal CINFORM ONLINE
Por Rodorval Ramalho, 19 de abril de 2008

Resumo: Uma frase muito conhecida de Antero de Quental afirma que a tolice num velho é tão incômoda quanto a gravidade numa criança. A idéia caberia como uma luva no caso de Oscar Niemeyer, mas ele é muito mais do que um velho tolo, o comunista centenário é inescrupuloso.

Anos atrás, outro comunista sem escrúpulos (desculpem o pleonasmo), José Saramago, após uma onda repressiva da ditadura cubana, afirmou que até ali ele teria ido com Fidel, mas a partir dali a sua consciência o impedia. Patéticos, esses comunistas! Não sei o que é que faz com que eles aceitem que seu regime predileto assassine 70.435 pessoas, mas não 70.445.

Entretanto, o caso específico de Niemeyer, saudado unanimemente por sua história de ética e coragem, é ainda pior. Ele nunca se incomodou de emprestar o seu apoio à carnificina dos regimes comunistas. Para o bom velhinho os fins justificam os meios. O arquiteto dos Jetsons, na verdade, deve morrer de saudades de líderes como Stálin, Mao Tse Tung, Pol Pot, Enver Hoxha, Ceucescu e outros sociopatas da mesma categoria.

Dias atrás, lendo um jornal de circulação nacional me deparei com uma das manifestações de apoio aos guerrilheiros e narco-terroristas das FARC mais abjetas que já vi. No artigo, o vencedor do prêmio Stálin de 1964 não deixa dúvidas de que envelheceu da pior maneira possível, abolindo todo e qualquer senso moral.

O esquerdiota centenário afirma que os facínoras das FARC são guerrilheiros que lutam contra a opressão de um governo local reacionário e o imperialismo americano que quer roubar as riquezas da Amazônia. Arrrgg!!! Traz-me o dramin!!

O que o rei das obras públicas não falou é que esse governo "reacionário" foi eleito pela ampla maioria do povo colombiano que vem exigindo, permanentemente, a eliminação dos dublês de guerrilheiros e narco-sequestradores. Além disso, o governo eleito tem toda a legitimidade para compor parcerias com países amigos e parceiros no combate ao terrorismo e ao narcotráfico.

O xeleléu de facínoras ainda aproveitou para cantar loas à posição da diplomacia brasileira relativa ao episódio da eliminação de um lote de bandidos das FARC na fronteira com o Equador. O que ele não sabe, ou não quis saber, é que a nossa atitude no caso foi vexatória, pois apenas repetiu as decisões do Foro de São Paulo (a internacional comunista latino-americana) e incluiu uma fuga do Apedeuta, que não topou ir para a reunião de Cúpula que ocorreu na República Dominicana, de onde Álvaro Uribe saiu vitorioso, pois provou que o ataque foi uma reação (e não uma prevenção, como afirma a petralhada) e que os seus "colegas" da Venezuela e do Equador estão auxiliando os terroristas. Uribe pediu desculpas, mas afirmou que para defender o seu país continuará fazendo o que lhe permitirem as leis internacionais.

Niemeyer não se incomoda com os mais de 700 reféns seqüestrados pelos seus amigos, que vivem em condições desumanas pelas florestas da Venezuela; não se incomoda com as pessoas que foram explodidas, literalmente, pelos guerrilheiros; não lhe importam as atrocidades cometidas pelos traficantes de cocaína que tanto mal fazem a milhões de famílias em redor do mundo. Mas, por que haveria de se importar?

Apoiou Mao Tsé Tung: 61 milhões de mortes!
Apoiou Stálin: 35 milhões de mortes!
Apoiou Pol Pot: 2 milhões de mortes!
Apoiou Ceaucescu: 435 mil mortes!
Apoiou Henver Hoxha: 100 mil mortes!
Apóia Fidel Castro: 70 mil mortes!

Sintetizando: apoiou o totalitarismo comunista e seus mais de 100 milhões de assassinatos. Por que não haveria de dar uma força para meia-dúzia de bandidos esquerdistas?

Alguém poderia afirmar que ele está esclerosado, demente, gagá. Infelizmente, não é nada disso. A doença do arquiteto é na alma e o remédio para a cura, neste caso, é praticamente impossível, pois toda uma vida dedicada a cultuar assassinos esmagou-lhe qualquer resquício de culpabilidade.

Ainda lhe restaria a infinita piedade divina, mas para isto ele teria que, pelo menos no fim da vida, experimentar, minimamente que seja, o senso de amar o próximo como a si mesmo. Tarefa impossível no caso de um comunista.

PS: os comunistas chineses estão reprimindo, fortemente, os monges tibetanos. O boboca centenário deve estar em êxtase.

Rodorval Ramalho é sociólogo.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Monstros

Do portal MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Olavo de Carvalho em 28 de fevereiro de 2008

Para os comunistas e seus bajuladores, a morte de uns 400 terroristas, durante o regime militar brasileiro, foi algo de incomparavelmente mais grave, mais revoltante, mais intolerável do que a matança de 75 milhões de civis chineses pela ditadura de Mao Dzedong, de 20 milhões de russos pelo governo soviético ou de 3 milhões de cambojanos pela quadrilha de Pol-Pot. Claro, os comunistas são diferentes de nós. Segundo Che Guevara, são "o primeiro escalão da espécie humana". Se você mata um deles, mesmo em defesa própria, é crime hediondo. Se ele mata 100 mil de nós, desarmados e amarrados, torna-se um herói, que é como o senhor Mino Carta define Fidel Castro.

Protestando contra a comparação quantitativa entre a ditadura brasileira e a cubana, que o colunista Reinaldo Azevedo faz na última Veja, Gerald Thomas vocifera seu sacrossanto horror à contagem de cadáveres e em seguida se põe a contá-los por sua vez, acusando os militares brasileiros pela "perda da vida de milhares, digo, milhares de vidas inocentes". Primeiro, não eram inocentes: eram guerrilheiros armados, que só começaram a morrer depois de estourar com bombas dezenas de civis (estes sim, inocentes). Segundo: não foram milhares, foram quatro centenas na mais hiperbólica das hipóteses, jamais submetida a revisão crítica. Para Gerald Thomas, números são um expediente retórico desonesto quando verdadeiros: só os falsos são argumentos honrados.

Sinceramente, já estou velho demais para continuar fingindo que indivíduos capazes de julgar seus semelhantes com um critério tão desproporcional, tão disforme, tão manifestamente iníquo, sejam pessoas normais e decentes com quem eu não tenha senão divergências filosóficas. Esses sujeitos são doentes, são sociopatas perigosos, incapazes de olhar para os discordantes sem antever, com sádica alegria, o cadáver do "inimigo de classe" girando no espeto como um frango no forno da História.

Eis alguns - só alguns - dos objetivos proclamados abertamente pelos líderes e mentores comunistas:

1. Karl Marx: extermínio de classes sociais inteiras e de uns quantos "povos inferiores" (sic).

2. V. I. Lênin: terrorismo sistemático como fórmula de governo.

3. Leon Trotsky: militarização completa do trabalho industrial e agrícola. Supressão da liberdade de escolher emprego.

4. Stálin: "Morte aos pequenos proprietários rurais. Ódio e desprezo aos que os defendem" (sic).

5. Che Guevara: Treinar os militantes para que se tornem "eficientes e frias máquinas de matar" (sic).

Notem bem: não são crueldades impremeditadas, sobrevindas no calor da batalha. São intenções declaradas.

Como é possível que alguém em seu juízo perfeito considere o comunismo um belo ideal humanitário, que um acaso infeliz desviou de seus altos propósitos?

Foi só por um desejo insano de enganar-se retroativamente a si próprios que muitos comunistas, depois da morte de Stálin, começaram a espremer seus cérebros para explicar como o regime dos seus sonhos pudera "degenerar" em tanta violência e maldade. Não era degenerescência: era a execução racional e bem sucedida de planos traçados com muita antecedência - desde Marx - e levados à prática com a frieza metódica de uma obra de engenharia.

Fidel Castro, Guevara, Pol-Pot, Lênin, Stálin, Trótski, Marx - quem quer que escreva uma só palavra em favor desses monstros é seu semelhante, distinguindo-se deles em tamanho apenas, não em qualidade. Ainda que por covardia ou falta de ocasião não venha a realizar pessoalmente seus desígnios macabros, não esconde sua admiração por quem os realiza. E depois ainda se faz de horrorizado ante quem cometeu crimes incomparavelmente menores, se é que é crime apelar à violência para deter um genocídio anunciado e já em fase avançada de execução.

Publicado no Jornal do Brasil - 28/02/2008

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

O Socialismo e Capitalismo - sistema de poder não natural X natureza humana

Vejam os dois posts abaixo e entendamos, de uma vez por todas, que o Capitalismo opõe-se ao Socialismo quando este IMPEDE AS LIBERDADES INDIVIDUAIS. Mesmo assim, o "Socio-capitalismo" chinês, por exemplo, pode existir como estamos vendo na prática.

Mas como pode isto?

Simples: Socialismo é um sistema de Poder e o Capitalismo não. Capitalismo é "natural" no ser humano como verão nas matérias abaixo. Já o Socialismo não é nada natural. Menos ainda o Socialismo Revolucionário que estamos vendo na América LatRina. O Capitalismo pode existir "em cima" do Socialismo, como acontece TAMBÉM NO BRASIL faz algumas décadas.

Mas porque então ser RADICALMENTE contra o Socialismo? Primeiro porque é não-natural e já foi provado que não serve para absolutamente nada que não seja criar uma nova classe de poderosos que fazem o que querem como em Cuba e China sem nenhuma oposição. Segundo porque se o Capitalismo é de conhecimento prático de um povo inteiro, este JAMAIS aceitou a implantação do Socialismo em substituição a outros sistemas sem UM BANHO DE SANGUE. Terceiro porque o partido do LULA disse que vai "extinguir o Capitalismo". Vejam a prova aqui.

O Movimento Revolucionário tem na Revolução Francesa com o "Liberdade, Igualdade e Fraternidade" um grande exemplo pois começa cortando as cabeças dos que não eram TÃO IGUAIS ASSIM...

Precisamos começar a pensar.

A França só cai ano a ano, presa que esta desta mentira pregada por aquela Revolução. O que existe de tão bom nos movimentos revolucionários? Quem passou por isto tornou-se um país melhor?

Leiam abaixo, caros leitores.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

A chegada da cavalaria

Do blog MÍDIA SEM MÁSCARA
por Percival Puggina em 19 de novembro de 2007

Resumo: Quando deveríamos estar cuidando do planeta sem aderir à burrice, todos os demais argumentos estão declarados inúteis porque o capitalismo acabará com a humanidade se a cavalaria esquerdista não vier nos salvar.

© 2007 MidiaSemMascara.org

Imagine, leitor, se você tivesse dedicado sua vida a argumentar em favor do comunismo e do caráter científico e inevitável do socialismo. Como professor, político, jornalista, religioso, intelectual ou simples militante partidário, gastou seu latim e seu português em condenar e em apontar as insuperáveis contradições do capitalismo e da economia de mercado. Fez todas as apostas possíveis na superioridade ética e técnica das teses esquerdistas.

Imagine. Você viu o muro de Berlim ser construído e tinha certeza de que o lado de lá era tudo de bom. Torceu pela União Soviética, pela China maoísta, pelo Vietnã, pelo Khmer Vermelho, pelas Brigate Rosse. Vestiu camiseta do Che. Teve foto do Danny le Rouge no guarda-roupa. Sacudiu bandeirinha de Cuba. Passou uma temporada lá, em 1969, plantando cana para atender ao apelo de Fidel. Teve arrepios cívicos quando a cadelinha Laika subiu para aquela turnê da tecnologia comunista no seu canil espacial. Vociferou contra a Primavera de Praga. Aplaudiu as ações dos tanques chineses na Praça da Paz Celestial. Bebeu champanhe no September 11. Fez tudo direitinho. Votou no partidão e no partidinho.

Imaginou? Dá para ter noção do pesadelo em que se transformou a vida nos últimos anos? Seus atuais porta-vozes e líderes são tipos como Hugo Chávez, Daniel Ortega, Evo Morales, Ahmadinejad. Você procura uma democracia construída sobre suas idéias e não encontra. Um livro que junte os cacos e reorganize consistentemente sua visão de mundo sobre as bases daquela crença? Nada. Um estadista de boa estirpe para seguir? Ninguém aparece.

É dureza. Na contramão, as idéias que combateu retiram inúmeras nações da fome e do atraso. As economias abertas alcançam níveis cada vez mais consistentes de desenvolvimento social. Todos os modernos e bem sucedidos estados nacionais aderem à democracia, ao pluralismo e possibilitam as mais amplas liberdades públicas. A própria China Comunista, no momento em que adotou o regime de livre empresa e restabeleceu o direito à propriedade privada, pôs em curso um dos mais espetaculares saltos econômicos e sociais que a humanidade já observou.

Complicado, não é mesmo? Se você estivesse nessa situação, o que iria dizer lá em casa? Pois eis que a cartola dos achados, a surrada cartola dos achados da esquerda marxista, vem de dar à luz seu mais recente coelho. Na ausência de qualquer coisa boa para apresentar aquém ou além da tal utopia, pariu-se o coelho do aquecimento global. O comunismo pode ter criado seus infernos, sim, mas o capitalismo fará o mundo ferver. Confirmar-se-á a profecia de Antônio Conselheiro: “O sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão”.

Pronto! Quando deveríamos estar cuidando do planeta sem aderir à burrice, todos os demais argumentos estão declarados inúteis porque o capitalismo acabará com a humanidade se a cavalaria esquerdista não nos vier nos salvar. Verdade que o ambiente natural no Leste Europeu havia atingido grau inexcedível de degradação. Verdade que vivemos entre duas eras glaciais. Verdade que mudanças polares são fenômenos cíclicos. Mas nada disso interessa. O que importa é a mensagem e sua eficácia: nada é mais saudável que um bom atraso. A cavalaria está tocando a corneta das mudanças climáticas.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".