Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
"... acabou o papeeelll... não faz maaal, não faz maaaal, limpa com o jornal Granma e as revistas da Coréia do Norte e da China...
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Transcrição da carta de Fidel para Chávez - a receita de como fazer a revolução para perpetuar-se no poder indefinidamente
Terça-feira, 4 de Agosto de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
Chávez tentou derrubar Raul Castro

Chávez (à dir.) teria recuado ao ser confrontado por Raúl (à esq.) e Fidel
O ex-ministro das Relações Exteriores do México Jorge Castañeda, que se tornou um importante articulista de temas latino-americanos, escreveu um texto para a revista americana Newsweek afirmando que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, esteve envolvido em uma tentativa de golpe para derrubar Raúl Castro da Presidência de Cuba. O plano teria sido frustrado pelo expurgo realizado no início do mês por Raúl, que afastou do poder Carlos Lage e Felipe Pérez Roque, duas figuras muito próximas a seu irmão mais velho, Fidel.
Segundo Castañeda, Cuba passa por um momento semelhante ao vivido pela União Soviética em 1953, quando o ditador Joseph Stalin morreu – ninguém sabe o que está ocorrendo na disputa pelo poder da ilha. Ainda assim, escreve Castañeda, “há sólidas razões para acreditar que Lage e Pérez Roque e os outros dez expurgados estavam envolvidos em uma conspiração para tirar Raúl Castro do poder, e que, na empreitada, recrutaram – ou foram recrutados – pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez”. O mexicano afirma ainda que Chávez tentou atrair para o plano outros líderes latino-americanos, como o presidente da República Dominicana, Leonel Fernández, que se recusou a participar do golpe.
O objetivo de Lage, Pérez Roque e outros conspiradores era impedir o que consideram “a traição da revolução” que está sendo promovida por Raúl. Para eles, diz Castañeda, o irmão mais jovem de Fidel está se sentindo ameaçado pela reação do povo cubano às “privações sociais e econômicas excessivas” e vê como único caminho para manter o controle do país a realização de reformas políticas e econômicas que ajudem a normalizar a relação com os Estados Unidos. Se Raúl fizer isso, pensam os revolucionários de acordo com Castañeda, será o “começo do fim da revolução”.
A história contada na Newsweek ganha ares de filme de ação quando Raúl descobre, por meio do serviço de inteligência militar cubano, o golpe para tirá-lo do poder. Com as evidências em mãos, Raúl vai a Fidel e pede para o irmão escolher de qual lado ficará. Decepcionado com Lage e Felipe Pérez Roque, Fidel ficou com o irmão, e convocou Hugo Chávez a Havana. Na ilha, Chávez recebeu duas opções: desistir do golpe e manter o apoio econômico a Cuba, ou perder o apoio do aparato de inteligência cubano, que ajuda o venezuelano a se proteger de golpes e tentativas de assassinato. Ele escolheu ficar com a família Castro.
Castañeda encerra o texto lembrando que líderes como os soviéticos Lenin, Stálin e o chinês Mao Tse-Tung não conseguiram guiar suas sucessões antes da morte, o que Fidel pode fazer. Para isso, no entanto, Raúl Castro terá que agir rápido para reaproximar a ilha dos Estados Unidos, aliviando a precária situação do povo cubano. Caso contrário, quando Fidel morrer, o humilde, jovem e popular Pérez Roque pode reclamar o título de “herdeiro natural” de Fidel e tentar assumir o poder na ilha.
quinta-feira, 12 de março de 2009
CONSIDERAÇÕES SOBRE CHÁVEZ, FIDEL E EL CHE
Muita gente se espanta com o problema do estreitamento de nossas relações diplomáticas com a Venezuela e Cuba. Não vejo por que a surpresa pois Bolívar, o herói da independência da América espanhola, detestava o Império brasileiro - razão a mais para desfazer os mal-entendidos. Antes de morrer, deprimido e decepcionado no exílio, o Libertador profetizou que a Venezuela seria um quartel, a Colômbia uma Universidade e o Equador um convento.
Conheço bem o Equador e seus claustros - são obras de arte realmente excepcionais e o país geralmente pacífico, ao contrário de seus dois vizInhos. A Colômbia tem guerra civil e coca mas, com uma grande cultura universitária, demonstra ser uma das sociedades mais civilizadas do continente. A Venezuela é outra coisa. O país foi sucessivamente governado pelo general Monaga, pelo general Guzman Blanco, pelo general Joaquin Crespo, o general Cipriano Castro, o general Juan Vicente Gómez, o general López Contreras e o general Medina Angarita, assim confirmando o prognóstico pessimista de Bolívar. Juan Vicente Gómez inaugurou um sistema de governo original que foi, mais tarde, imitado pelo rei das Arábias, Ibn Saud. Todos os ministros, governadores, generais, almirantes, senadores, deputados, prefeitos, embaixadores, diretores de banco e outros altos dirigentes do país pertenciam à família do Chefe de Estado. A fidelidade al Tirano de los Andesestava assegurada e Gómez morreu na cama, em 1935, depois de governar durante 27 anos.
A partir de Medina Angarita, o país começou a reduzir as patentes. Veio o coronel Pérez Jiménez e, em breve fôlego democrático no governo da Actión Democráticaque se permitiu mesmo criticar nosso regime militar, o nobre povo bolivariano entrou numa fria ao elevar ao poder um sargentão, Hugo Chávez Frias. Passemos, contudo, por cima da meteorologia e do fácil trocadilho, fazendo votos que não ocorra um embate mais grave entre o quartel da Venezuela e a universidade da Colômbia.
Comparando com a Venezuela, é Cuba mais interessante na imaginação de nossa Intelectuária da chamada Esquerda Escocesa, aquela que gosta de uísque. Explica-se. Sua natureza tropical é a única que pode, com a nossa, competir em beleza, conga, samba, alegria e belas praias. Última nação das Américas a se libertar do domínio colonial espanhol, com o auxílio dos ianques, Cuba manifestou seu reconhecimento pela autonomia conquistada, entregando-se sucessivamente à ditadura do sargento Batista, que eliminou a oficialidade do exército, e à do professor, Presidente, Führer, Duce e Marechal de Campo Fidel Castro, que eliminou a burguesia produtiva. Um sucesso incontestável em termos de Justiça Social…
Em 1962, a cabeça de ponte soviética nas Américas foi abalada pelo propósito grandioso de torná-la a base para os festejos com que Khruschev pretendia comemorar, com um fogo de artifício nuclear, a indissolúvel amizade dos sub-desenvolvidos de todo o mundo. No empenho de restabelecer, pelo turismo, os laços ambivalentes com o rico parceiro setentrional ao qual deve a independência, Fidel despachou para a Flórida doze milhões de “turistas” descontentes... As exportações cubanas limitam-se hoje a charutos e fotografias de El Che Guevara.
Havendo fracassado como Ministro da Indústria e Comércio de Cuba, o argentino de Rosário, Ernesto Gael Garcia Bernal de la Serna, filho de família rica que gostava de motocicletas (como é o caso de nosso cineasta Walter Salles) acabou convencendo-se que sua vocação não era nem para a medicina, na qual se formara, nem para a administração pública que Fidel lhe oferecera. Consta que suas desavenças com Fidel Castro cresceram, não obstante haver sido bem sucedido na arte de fuzilar adversários de encontro a el paredón, a tal ponto que o longevo ditador cubano resolveu dele livrar-se, enviando-o para uma missão impossível na “América Latrina” (uma expressão corriqueira de diplomatas aqui sediados). Consistia em subverter todo o continente. Modificando o famoso apelo de Marx aos proletários (os de prole numerosa), proclamou “Sub-desenvolvidos de todo o mundo, uni-vos!”. Durante dois anos desapareceu, enquanto aprendia aimara em vez de quéchua, para se fazer entender dos índios locais, um erro fatal. Deste modo, após ser martirizado pelo exército boliviano que o fuzilou, transformou-se no novo Cristo-Rei da Teologia da Libertação, estendido no chão de braços abertos como um Messias crucificado.
Depois da morte, el Che deixou como herança a Fidel Castro o projeto de subverter a África. Ali o espírito aventureiro do cubano (que inaugurou a moda da barba desgrenhada entre os políticos e diplomatas modernos) conseguiu, pelo menos, introduzir um novo método de controle da natalidade, a guerra subversiva de baixa intensidade. A belicosidade revolucionária só serve mesmo para o Planejamento Familiar pois controla a população sem objeções da Igreja, Arns, Bofe e Beto que o digam. Façam o amor, não a guerra. El Che bem merece então o renome de santidade que o cerca pois seu programa populista, cubano, sul-americano e africano magistralmente realizado por Fidel, reduziu, em pelo menos um ou dois milhões, a prolífica população de Angola, Moçambique e Etiópia... Hoje triunfa no imaginário super-aquecido dos frustrados barbudinhos esquerdóides.
domingo, 1 de março de 2009
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Foto do "coma-andante" Fidel e a esquerdista revolucionária argentina é falsa?

Desde que Fidel Castro renunció a la Presidencia de Cuba en febrero de 2008, lasespeculaciones sobre su posible muerte no pararon de acrecentarse. Esta semana, unafoto con Cristina Fernández provocó una vez más rumores sobre su persona.
Un análisis del periodista Christian Sanz deja entrever la posibilidad, que la foto en la que el líder cubano aparece junto a la presidenta argentina es “trucada”. La comparación con otras imágenes de Castro tomadas el año pasado abren la discusión acerca de la veracidad del encuentro que ambos mantuvieron el miércoles pasado en La Habana.
A partir de una fuente de Cancillería, el cronista de Tribuna de periodistas analizó junto a “especialistas en edición de imágenes” la foto que recorrío todos los diarios del mundo. Como primera incertidumbre, Sanz se pregunta acerca del tiempo que demoró la publicación de la imagen de Fidel junto a Cristina.
“Ese es todo un dato en sí mismo”, señala el periodista, quien a su vez aclaró que la foto fue entregada a Cristina en mano por el vicecanciller cubano Alejandro González Galeano, tal como “hizo trascender el propio gobierno” argentino. Luego, Sanz detalla una serie de cuestiones técnicas sobre la calidad de la imagen.
“Lo primero que puede observarse acercando la imagen de Cristina y Fidel es la diferencia de pixelado entre la cara de uno y otro. Véase a continuación que la calidad del rostro de la mandataria argentina es técnicamente diferente que la de Fidel”, plantea el periodista. Y, lejos del análisis técnico, pone en duda la diferencia de estatura entre ambas figuras políticas.
Sanz manifiesta que el ex mandatario cubano mide casi 1.90 metros, al igual que Néstor Kirchner, aunque en la fotografía tomada el miércoles pasado “Cristina apenas es más bajita que Fidel. Ahora, si se compara con una foto que muestra a Cristina junto a Néstor veremos que algo no cierra”.
Para ver la fotogalería publicada por perfil.com pulse aquí.
Sobre el final de su análisis, el periodista plantea dos detalles: “El jogging que viste Fidel no aparece en ninguna otra foto del líder cubano y su rostro tiene pocas ‘manchas de edad’ en relación a otros fotos que han visto la luz pública en los últimos meses”. Para concluir, Sanz recurrió a la opinión de un especialista en edición.
“La foto está obviamente trucada, la más arreglada es Cristina, le han hecho un perfilado sobre el lado derecho de la mandíbula y los ojos están más pixelados que las mejillas. El cuerpo de Fidel es en realidad el de otra persona y le insertaron una foto de su cabeza“, afirma el especialista, del cual no se detalla su nombre.
Voz oficial. Por su parte, el gobierno cubano explicó que la selección de fotos publicables de Fidel Castro quedaba en manos del propio líder revolucionario. En especial cuando existe un importante interés en ver cómo está su salud, tal como fue el caso de la imagen capturada con Cristina Fernández esta semana.
Vía perfil.com

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
A vida secreta de MILIONÁRIO de FIDEL "lixo humano" CASTRO
O Maldito Fidel Castro e as obras magnas da revolução: MENTIR e MATAR
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Resultado do terror: 50 anos de miséria e opressão
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Irmãos gêmeos
Denis Lerrer Rosenfield
Imaginem a seguinte cena: Lula, embevecido, fotografando Pinochet. O ditador, sorridente, apreciando aquela atitude de um amigo de longa data, que o faz retratar, para a história, em diferentes perspectivas. O fotógrafo-presidente, transbordando de emoção, chega a afirmar que “ele está pronto para assumir o papel que tem (no Chile) e na história”. Qual seria o seu papel? Certamente seria o de um ditador sanguinário que não mediu meios para exercer o seu poder e eliminar as diferentes formas de oposição. Suas ações constituíram um flagrante desrespeito aos direitos humanos, entendidos universalmente, e não particular e setorialmente, como é o caso hoje no Brasil. O seu papel seria também o de ter montado um governo imune às vicissitudes democráticas e ávido, hoje se sabe, de seu próprio enriquecimento, a expensas dos recursos públicos.
A cena, que pode parecer inverossímil, é, no entanto, extremamente veraz. A troca de personagens, Fidel por Pinochet, mostra apenas a afinidade entre dois ditadores. Mais do que isso, ela mostra também, do ponto de vista dos princípios, a afinidade entre duas concepções políticas, a comunista e a nazi-fascista, que se concretizaram em duas conhecidas formas de totalitarismo no século 20. Os dois ditadores são rebentos de formas de poder que se traduziram pela eliminação física de milhões de pessoas, em maneiras de perversão da natureza humana que, até hoje, assombram os que se debruçam sobre os fatos. Os seqüestros das Farc e a narcoguerrilha se situam igualmente nessa mesma linha de filiação, naquilo que Hugo Chávez, com outras palavras, chama de “concepção bolivariana”. Alguns não aprendem com a História, pois sua visão continua enraizada na irracionalidade de crenças imunes a qualquer questionamento.
O problema ganha maior alcance porque a atitude de Lula não é somente individual, mas expressa a concepção de toda uma esquerda que se encanta ainda com a experiência totalitária, embora procure apresentá-la sob o manto da justiça social, do socialismo, da solidariedade, da utopia ou que nome se queira dar a tal deturpação dos fatos. O nazismo tornou-se um nome feio, algo que deve ser evitado, com razão, a todo custo. Há leis que proíbem, inclusive, publicações que façam a sua defesa, por evidentes questões de preconceito racial e pela violência explícita contida em sua concepção. A experiência comunista e socialista em geral, no entanto, é apresentada como uma obra de redenção da humanidade, tendo cometido erros que seriam, porém, sanáveis. Meros erros de percurso.
Seria interessante perguntar aos milhões de mortos, se isso fosse possível, dos campos de concentração e extermínio da União Soviética, da China maoísta, o que significou para eles a redenção da humanidade e a concretização da “utopia”. Seria interessante perguntar à metade da população do Camboja que foi literalmente exterminada pelos Khmers Vermelhos, que chamavam seus assassinatos coletivos de obras de reeducação dos seus “cidadãos”. Seria importante interrogar os que padecem a “humanidade” nas masmorras de Fidel e os familiares dos que foram por ele e por seus “companheiros” eliminados. Seria longa a lista de todos os feitos dos redentores da humanidade, que, no entanto, sempre tiveram ao seu lado intelectuais que defendiam as suas posições, tudo atribuindo a falsidades construídas pelo “imperialismo”, hoje “neoliberalismo”. Quando os fatos romperam as barragens ideológicas, os honestos abdicaram de suas convicções, os papagaios de pirata, contudo, continuaram repetindo e defendendo as mesmas formulações, com o uso das mesmas artimanhas, sempre em nome da “solidariedade social”.
O Brasil apresenta um déficit de idéias, talvez o mais importante dos seus déficits, que o impede de progredir, pois idéias anacrônicas e atrasadas continuam pautando boa parte de suas decisões. Uma comissão governamental, em nome de uma luta “histórica”, ascende, por exemplo, Lamarca, um comunista-socialista, assassino frio, ao cargo retroativo de general, com os proventos correspondentes. Che Guevara é um ícone da esquerda e dos movimentos ditos sociais em geral. Comunistas como Niemeyer são louvados em suas idéias. Se tivesse chegado ao poder, teria sido obrigado a construir moradias padronizadas, verdadeiros caixões, que até hoje “embelezam” aqueles países. A sorte de Niemeyer foi não ter sido arquiteto num país comunista. Nunca se teria ouvido falar dele.
Os que lutaram por implantar o totalitarismo no País, no período dito de guerrilha no regime militar, são agora, ao completo arrepio dos fatos, apresentados como “democratas”, como se em algum momento seu objetivo tivesse sido a democracia. O que os diferenciava era apenas o tipo de totalitarismo, se na linha soviética, maoísta, albanesa, castrista ou outra. Que sejam hoje apresentados como heróis, com direito a recompensas, exibe somente o atraso e - diria - a má-fé desta esquerda, que continua idolatrando os que tantos prejuízos causaram à humanidade, aos direitos humanos em sua verdadeira acepção.
Não é, portanto, casual nem acidental a postura alegre de Lula ao fotografar o também satisfeito ditador cubano. Suas trocas de amabilidades e de cortesia são símbolos de um grande problema brasileiro não resolvido, o de como tratar a experiência totalitária do século 20. A foto de Lula com Fidel, dita para a posteridade, deveria fazer parte, parafraseando Borges, de uma história universal da infâmia. Ela deveria escandalizar. Nosso presidente, no entanto, não fez por menos. Considerou que o papel desse rebento da democracia totalitária deve ser situado na perspectiva de toda a humanidade. Confusão atroz de idéias que mostra uma incompreensão e uma cegueira brutais em relação aos irmãos gêmeos que são os totalitarismos de “esquerda” e de “direita”. É a falência mesma de todo esse setor da esquerda!
Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia na UFRGS.
E-mail: denisrosenfield@terra.com.br
terça-feira, 25 de novembro de 2008
DO JEITO QUE O DIABO GOSTA
Graça Salgueiro
Muito já se falou a respeito das últimas eleições americanas e não posso me furtar a, no mínimo, fazer algumas considerações em relação à situação da América Latina porque não foi apenas “um negro que chegou ao poder da maior economia mundial”, como delirantemente tem-se escrito na mídia nacional, sobretudo o demente e obsceno Jabor. Não quem chegou ao poder da Casa Branca foi um farsante gerido, parido e alimentado pelo comuno-terrorismo internacional, com o apoio de ditadores como os Castro (Raúl e Fidel), Chávez, toda a cúpula do Foro de São Paulo e até das FARC (lembram que havia nos computadores de Raúl Reyes uma correspondência trocada entre Reyes e um senador democrata americano que garantia a vitória de Obama e que, com isso, as coisas seriam ‘facilitadas’ para a guerrilha?), além de Putin (que continua presidente “ghost’ da Rússia) e Ahmadinejad do Irã, outrora inimigo número um dos Estados Unidos.
Obama é o Lula americano, cuja campanha pautou-se no mesmo mote da “mudança” e que através de um muito bem urdido trabalho de PNL (Programação Neuro-Lingüística), fez o povo acreditar “num mundo melhor possível”. Em suas “reflexões” do dia 4 de novembro Fidel Castro dizia que “Obama é o melhor orador político dos Estados Unidos nas últimas décadas”. (...) “É sem dúvida mais inteligente, culto e equânime que seu adversário republicano”. Quanto a McCain é “velho, belicoso, inculto, pouco inteligente e sem saúde”, como se ele mesmo não tivesse guiado com mão de ferro e muito terror a Ilha-Cárcere nessas mesmas condições mas comunistas só possuem virtudes, até mesmo as mentiras e crimes mais hediondos tornam-se feitos louváveis, desde que sejam em favor “da causa”.
E o presidente Lula, mesmo afirmando “não conhecer bem nenhum dos dois candidatos”, torceu descaradamente por Obama como era consenso entre a comunalha. Em declarações ao “El Diario Exterior” do dia 03 de novembro, voltou a fazer comparações de botequim quando disse que, do mesmo modo que o Brasil elegeu um ‘metalúrgico’, a Bolívia ‘um índio’, a Venezuela um ‘Chávez’ e o Paraguai um ‘bispo’, “seria uma coisa extraordinária se a maior economia do mundo elegesse um negro presidente”, e que “no mundo todo existe uma pontinha de alegria” nas mentes das pessoas pensando em “como seria bom se um negro fosse eleito presidente dos Estados Unidos”. Quer dizer, usou-se o mote de “um negro no poder”, para disfarçar o desejo de “um comunista no poder”.
De toda a América Latina quem mais perde com a eleição de Barack Obama é a Colômbia, considerando que até o momento o TLC não foi aprovado e o Parlamento americano já decretou o fracasso do Plano Colômbia, o que significa que os apoios que o presidente Uribe vinha recebendo vão cessar. Decretar essa falência é no mínimo leviano, uma vez que o combate aos bandos narco-terroristas tem sido severo e exitoso, como se vê desde meados do ano passado. Acusar Uribe de fracasso porque o narcotráfico colombiano ainda joga toneladas de drogas nos Estados Unidos, é fechar os olhos às rotas da droga que partem da Venezuela, do Equador, do México e da Bolívia, cujos presidentes, como todos os comunistas, apoiaram Obama, com exceção para Calderón do México.
É espantoso que o mundo tenha chegado a tamanha estupidez, a tamanha bestialidade ao emocionar-se com este novo presidente americano. Aqui no Brasil tudo foi calculadamente sonegado do público que só ouvia notícias favoráveis e elogiosas ao muçulmano que odeia o país que vai governar e, como disse em incontáveis artigos o filósofo e jornalista Olavo de Carvalho, qualquer tentativa de se falar da biografia real deste sujeito seria alvo de agressões e rótulos de “preconceito racial”. Recomendo a visita aos sites do Heitor De Paola (www.heitordepaola.com) e do Olavo (www.olavodecarvalho.org), pois eles trazem as análises mais lúcidas e completas sobre este crime de lesa-pátria que acaba de acontecer nos Estados Unidos e que a mídia propositalmente omitiu do leitor brasileiro. Recomendo de forma especial o artigo “Maktub!” (estava escrito) do Heitor De Paola, para que se possa compreender a fabricação do “fenômeno” Obama.
Mas a saliência do “presidente metalúrgico” não ficou somente nessas declarações infames. No dia 30 de outubro esteve em Havana subscrevendo mais acordos comerciais com o ditador Raúl Castro, a quem convidou para participar nos dias 26 e 27 de dezembro da Cúpula da América Latina e do Caribe sobre integração e desenvolvimento em Salvador, Bahia. O sanguinário ditador, o verdadeiro cérebro da Revolução cubana e com incontáveis assassinatos de gente inocente em seu haver, será tratado como “presidente” e desfrutará de todas as prerrogativas de um legítimo chefe de Estado.
No dia 15 de novembro, data da Proclamação da República, o ex-presidente João Goulart foi homenageado e considerado anistiado político pela Comissão de Anistia. Sua família foi magistralmente recompensada com uma indenização – por ter tentado implantar uma ditadura do proletariado em nosso país com a ajuda deste mesmo Raúl Castro. Em carta Lula enaltece o “patriotismo” de Jango e pede desculpas em nome do Estado brasileiro, quer dizer, em nome de todos nós, mesmo as vítimas do regime insano e genocida que o infame sindicalista queria nos impor.
Dentre as incontáveis afrontas ao povo brasileiro que tem memória, vergonha na cara e abomina o comunismo, Lula chamou Jango de “herói”, “injustiçado” e “vítima de um regime autoritário”. Disse ele: “O ato de hoje não apenas homenageia sua memória, mas também marca um pedido oficial de desculpa do Estado brasileiro pela sua comissão de anistia que, em nome do povo, reconhece os erros do passado”. (...) “Jango viu o ocaso do Estado de Direito no Brasil, que o obrigou ao exílio, do qual retornou sem vida...”. Em outro trecho Lula diz que o Brasil vive hoje um momento “único” de reconciliação do povo com seus heróis:“Esse é o sentido da anistia: promover o reencontro de um povo com sua história”. Então, se é assim, por que dois pesos e duas medidas? Por que a perseguição àqueles que combateram a implantação do comunismo em nosso País? Por que a perseguição tão infame e injusta ao Cel Ustra? Todos sabemos a resposta...
E para fechar a semana com chave de ouro, em entrevista no encerramento do encontro do G-20 este homem que pouco trabalhou na vida e possui um patrimônio invejável e de origem jamais explicada, teve a pachorra de criticar quem possui fortuna e colocou em questão a origem de tais patrimônios. Usou como parâmetro a si mesmo alegando que, como “metalúrgico” trabalhou duro na vida para conseguir o que tem hoje. Que ele falasse isto em palanque para uma multidão de analfabetos e ignorantes poderia ter algum efeito mas, em frente às câmeras de televisão para o mundo inteiro ouvir? Isto é deboche, escárnio, falta de respeito com uma Nação inteira que sabe o quanto custa comer o pão com o suor do próprio rosto! A tônica era a mesma do velho comunismo de que “ser rico é mal”, como vive repetindo Chávez enquanto nada em petrodólares.
É preocupante o que vivemos hoje e cada dia mais parece-nos avizinhar-se o Apocalipse. O mundo deu uma guinada violenta à esquerda e as coisas estão do jeito que o diabo gosta. Que Deus se apiade de nós!
Jornal Inconfidência
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
O maior assassino em massa da América Latina vem aí
Reinaldo fala de seu blog: BEM PERTO DE UMA SOLUÇÃO Não havendo imprevistos, estamos bem perto de uma solução para o blog, sem os problemas que hoje nos atormentam. Por enquanto: - Ainda no Plano B; - Sistema RSS não está funcionando; - Os posts escritos de sábado, dia 11, a esta data não constam do arquivo, organizado por datas (à esq.); - O número que indica quantidade de comentários postados não tem atualização automática; - Os posts têm sempre o mesmo endereço |

Os filocubanos Tarso Genro e Paulo Vannuchi querem revogar a Lei da Anistia no Brasil — mas apenas para aqueles que consideram seus inimigos, como está demonstrado. Pois bem. A manifestação mais virulenta da dupla se tornou pública ontem, num confronto com a Advocacia Geral da União. E ontem foi um dia especial porque Lulovsky Apedeutakoba esteve com o facínora Raúl Castro, o braço operativo e homicida do irmão, Fidel Castro.
Lula quer que o Brasil e os brasileiros invistam maciçamente na ilha. Ou aquilo ainda acaba virando uma democracia...
Cuba, vocês sabem, é uma ilha dividida em duas prisões: uma com comida — em Guantánamo — e outra sem comida: a de Fidel e Raúl Castro. Há certamente menos anêmicos entre os terroristas detidos na base militar americana do que nas ruas de Havana.
Mas e a foto? Aquele valente que vocês vêem vendando o prisioneiro antes da execução é Raúl Castro, que Lula convidou para vir ao Brasil, o que o assassino deverá fazer. Será recebido com todas as honras devidas a um chefe de estado — e as adicionais, que o petismo oferece aos porcos fedorentos do continente. Recendem a cadaverina. É uma colaboração de querido Álvaro Junqueira, leitor deste blog.
Para vocês verem mais sobre a prisão cubana — refiro-me à parte da ilha que não é Guantánamo, clique aqui. Vou mandar a foto para Chico Buarque. Quem sabe ele tenha alguma metáfora nova para cena tão tocante.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Advogado pede detenção de Fidel por morte de argentino
EFE
Um advogado argentino que representa a família de um militar assassinado por um grupo esquerdista em 1974 pediu a detenção dos líderes cubanos Raúl e Fidel Castro, por considerar que os governos de Argentina e Cuba tiveram responsabilidade na atividade guerrilheira dos anos 1960 e 1970.
O jornal argentino La Nación publicou neste domingo o pedido do advogado Javier Vigo, que representa María Cristina Picón, viúva do capitão do exército Humberto Viola.
Viola e sua filha de cinco anos morreram em 1º de dezembro de 1974 como conseqüência de um atentado ligado ao dissolvido Exército Revolucionário do Povo (ERP).
O advogado solicitou a um juiz federal da província de Tucumán, no norte do país, que o assassinato do militar e sua filha seja declarado um crime de lesa-humanidade.
Também pediu que seja acusado o ex-presidente da Argentina Héctor Cámpora (1973) e o ex-governador de Buenos Aires Oscar Bidegain por "terrorismo de Estado ao facilitar ações terroristas".
A acusação foi estendida ao governo cubano que, segundo ele, treinou "guerrilheiros da Argentina e promoveu a ação da guerrilha na América Latina".
Por isso, pediu uma ordem de detenção internacional contra o atual presidente cubano e seu antecessor no cargo.
domingo, 12 de outubro de 2008
Respondendo a um amigo OU o único trabalho esquerdista: mentiras, propaganda de si mesma e, por consequência, destruição total
Olavo de CarvalhoDiário do Comércio (editorial), 8 de outubro de 2008
Um amigo, cujo nome tenho boas razões para não declarar aqui, envia-me uma carta interessantíssima da qual desejo destacar e comentar duas observações. A primeira refere-se à farsa montada pela Folha de S. Paulo para amortecer o impacto das confissões do espião Morris Sobell, que desmantelaram uma das mentiras mais queridas da esquerda internacional, a alegada inocência do casal Rosenberg (aqui). A segunda, aos rumos gerais do movimento revolucionário no mundo.
Primeira observação: “Se a intelligentzia da esquerda permitiu a Moris Sobell divulgar sua verdade é porque já sabe o poder que conquistou e está limpando seu passado. Como sempre, culpando os mortos. Do ponto de vista do processo de tomada de poder, tambem é uma mudança de paradigma. Mais um ponto de massa crítica foi ultrapassado e a reação ‘alquimica’ se consolida. Sobell ainda deve ter um bocado de poder. Imagine o mundo, agora majoritariamente de esquerda, saber que ele foi o Gagarin da Bomba. É um reconhecimento em vida.”
Comentário: A técnica é sempre a mesma: primeiro a negação categórica, depois o embelezamento retroativo, por fim a confissão, já com valor invertido. Até o Foro de São Paulo, quando saiu das sombras após dezesseis anos de ocultação, veio todo embonecado, com maquiagem e collant, parecia até o Gilberto Gil no baile do Scala Gay. O que foi ocultado como crime passa por uma transfiguração de modo a poder ser alardeado como mérito.
As gerações mais novas nada souberam, e as velhas já se esqueceram, da pletora de eloqüência mendaz que a mídia chique despejou em todo o globo para dar credibilidade postiça à declaração de Fidel Castro, “Quero deixar bem claro que não somos comunistas” – declaração que, alguns anos depois, passado o temor da rejeição internacional, seria substituída pelo seu oposto simétrico: “Quero deixar bem claro que somos marxistas-leninistas.” O vídeo abaixo pode sanar a ignorância de uns e restaurar a memória de outros. Mas mesmo depois disso ambos os grupos continuarão acreditando na mentira cínica de que os terroristas brasileiros dos anos 70 lutavam para restaurar a democracia no Brasil, mentira que fatalmente, no tempo oportuno, será substituída pela confissão ainda mais cínica de que seu objetivo era instaurar aqui uma ditadura comunista nos moldes da cubana, que os financiava precisamente para isso e para nada mais.
Segunda observação: “Por um outro aspecto, olhando os fatos pelo contexto histórico, esse é o caminho da humanidade, não há outro. Durante muito tempo me revoltava contra o que via, hoje vejo a inevitabilidade deste destino. Não adianta me revoltar, me irritar e irritar os outros. É mais util apenas informar, mostrando o que realmente esta se passando. Sim, esse movimento revolucionario terminará. Terminará quando for a tradição sendo atacada por uma nova traição. Mas o mundo ja estará irreconhecivel.”
Comentário: Você tem razão ao dizer que o movimento revolucionário, quando terminar (o que é historicamente inevitável), terá deixado o mundo irreconhecível. É como o vício da cocaína, que o sujeito pode abandonar, mas sem obter nunca os seus neurônios de volta.
Não devemos, é claro, ter a ilusão de reverter o curso dos acontecimentos, mas também não podemos ceder a um fatalismo que só pode nos acanalhar e destruir o sentido da nossa existência. O que temos é de fazer de nossas vidas um testemunho de que o movimento revolucionário não é onipotente, de que é possível sobreviver mesmo sob o seu jugo sem lhe ceder um milímetro da nossa liberdade de consciência, de que é possível cuspir nos ídolos, desprezá-los e humilhá-los sem que eles tenham sequer a cara de pau de fazer algo de substantivo contra nós. O exemplo que deixarmos será, após o fim do pesadelo, a semente da reconstrução do sentido da vida. Deixar esse exemplo é só o que interessa. No Juízo Final, não seremos cobrados pelo que o mundo escolheu fazer, mas apenas pelo que fizemos de nossas próprias vidas.
sábado, 31 de maio de 2008
Ad aeternum
Do portal do OLAVO DE CARVALHOPor Olavo de Carvalho, 22 de maio de 2008
Ao longo dos tempos, a militância socialista usou de dois meios preferenciais de luta, juntos ou alternados: o assassinato e o roubo, ou, mais genericamente, a crueldade e o embuste. A primeira fez as glórias da esquerda cubana, o segundo as da brasileira.
Nenhum governo da América Latina pôde jamais competir com o de Fidel Castro em brutalidade, nem com o de Lula em safadeza. O primeiro ficou no poder por quarenta anos enviando cem mil cubanos ao outro mundo e mais cem mil para a cadeia. O segundo mantém-se no alto das pesquisas conservando fora da cadeia todos os que deveriam estar nela -- uma longa lista que começa nos ministros que falsificam documentos para legitimar a fragmentação do território nacional, passa pelos familiares do presidente transfigurados em milionários da noite para o dia e culmina nos terroristas estrangeiros aos quais o partido do sr. presidente prometeu e jamais negou solidariedade.
Em qualquer democracia normal, um só dos crimes desse governo – o laudo falso em prol da doação de Roraima, por exemplo – bastaria para levar o presidente ao impeachment e seus assessores ao cárcere. Aqui, centenas desses episódios acumulados provocam, no máximo, uns resmungos preguiçosos, umas gesticulações de vago descontentamento, umas simulações pusilânimes de protesto cívico e, coroando tudo, a firme decisão de não fazer nada.
Nada? Estou sendo injusto. As elites falantes “dêfte paíf” fazem alguma coisa, e até uma coisa revolucionária, inédita: chamam de “normalidade institucional” o direito concedido a uma agremiação partidária de roubar o quanto queira, de distribuir a seus cúmplices estrangeiros o patrimônio nacional, de tratar como parceiros e amigos os terroristas que armam e adestram os quadrilheiros locais para que espalhem o terror nas ruas, de destruir a cultura nacional no altar da propaganda comunista e do mais vulgar show business politicamente conveniente, de abafar investigações e censurar notícias, de usar a burocracia estatal como secretaria do partido, de ofender toda semana os sentimentos morais e religiosos da população, de gastar dinheiro público numa orgia carnavalesca onde a esposa de um ministro se esfrega despudoradamente num governador e respectiva digníssima, etc. etc. etc.
Cada um desses episódios daria um livro, como o Mensalão deu “O Chefe”, de Ivo Patarra ( http://www.escandalodomensalao.com.br/ ). Todos juntos formariam uma enciclopédia da patifaria como jamais se viu no mundo. Mas, como se convencionou que a soma desses descalabros constitui a “normalidade institucional”, toda alternativa ao presente estado de coisas parece medonha ameaça de golpe, hipótese que inspira um sacrossanto horror e conduz inevitavelmente à conclusão de que o lulismo é uma fatalidade cósmica inelutável: ruim com ele, pior sem ele. E assim vão se passando os dias, o Chefe cada vez mais poderoso, os políticos “de oposição” cada vez mais colaboracionistas, a elite cada vez mais acanalhada e subserviente, a “sociedade civil” cada vez mais atrelada às ONGs esquerdistas bilionárias, a vontade popular cada vez mais débil, mais fácil de desviar contra alvos fictícios e bodes expiatórios, entre os quais ela própria.
O sr. Lula diz que ele e José Serra inauguraram um novo modo de fazer política. É verdade, com a ressalva de que ele não falava de duas pessoas, mas de dois partidos, gêmeos nascidos do ventre da USP. E esse novo modo consiste no seguinte acordo: Nós dois vamos à ONU, pegamos cada um uma cópia do receituário globalista para a destruição das soberanias nacionais e da civilização judaico-cristã e o aplicamos no Brasil à risca, mas fazendo de conta que seguimos duas políticas diferentes e trocando uns tapinhas de vez em quando. Como prêmio, a mídia internacional dirá que somos maravilhosos e exibirá ao mundo nossa alternância no governo como prova de maturidade democrática. Os brasileiros, idiotas, dirão que é “normalidade institucional” e, temendo rompê-la, nos manterão no poder ad aeternum .
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Canalhas Envelhecem
Do portal CINFORM ONLINEPor Rodorval Ramalho, 19 de abril de 2008
Resumo: Uma frase muito conhecida de Antero de Quental afirma que a tolice num velho é tão incômoda quanto a gravidade numa criança. A idéia caberia como uma luva no caso de Oscar Niemeyer, mas ele é muito mais do que um velho tolo, o comunista centenário é inescrupuloso.
Anos atrás, outro comunista sem escrúpulos (desculpem o pleonasmo), José Saramago, após uma onda repressiva da ditadura cubana, afirmou que até ali ele teria ido com Fidel, mas a partir dali a sua consciência o impedia. Patéticos, esses comunistas! Não sei o que é que faz com que eles aceitem que seu regime predileto assassine 70.435 pessoas, mas não 70.445.
Entretanto, o caso específico de Niemeyer, saudado unanimemente por sua história de ética e coragem, é ainda pior. Ele nunca se incomodou de emprestar o seu apoio à carnificina dos regimes comunistas. Para o bom velhinho os fins justificam os meios. O arquiteto dos Jetsons, na verdade, deve morrer de saudades de líderes como Stálin, Mao Tse Tung, Pol Pot, Enver Hoxha, Ceucescu e outros sociopatas da mesma categoria.
Dias atrás, lendo um jornal de circulação nacional me deparei com uma das manifestações de apoio aos guerrilheiros e narco-terroristas das FARC mais abjetas que já vi. No artigo, o vencedor do prêmio Stálin de 1964 não deixa dúvidas de que envelheceu da pior maneira possível, abolindo todo e qualquer senso moral.
O esquerdiota centenário afirma que os facínoras das FARC são guerrilheiros que lutam contra a opressão de um governo local reacionário e o imperialismo americano que quer roubar as riquezas da Amazônia. Arrrgg!!! Traz-me o dramin!!
O que o rei das obras públicas não falou é que esse governo "reacionário" foi eleito pela ampla maioria do povo colombiano que vem exigindo, permanentemente, a eliminação dos dublês de guerrilheiros e narco-sequestradores. Além disso, o governo eleito tem toda a legitimidade para compor parcerias com países amigos e parceiros no combate ao terrorismo e ao narcotráfico.
O xeleléu de facínoras ainda aproveitou para cantar loas à posição da diplomacia brasileira relativa ao episódio da eliminação de um lote de bandidos das FARC na fronteira com o Equador. O que ele não sabe, ou não quis saber, é que a nossa atitude no caso foi vexatória, pois apenas repetiu as decisões do Foro de São Paulo (a internacional comunista latino-americana) e incluiu uma fuga do Apedeuta, que não topou ir para a reunião de Cúpula que ocorreu na República Dominicana, de onde Álvaro Uribe saiu vitorioso, pois provou que o ataque foi uma reação (e não uma prevenção, como afirma a petralhada) e que os seus "colegas" da Venezuela e do Equador estão auxiliando os terroristas. Uribe pediu desculpas, mas afirmou que para defender o seu país continuará fazendo o que lhe permitirem as leis internacionais.
Niemeyer não se incomoda com os mais de 700 reféns seqüestrados pelos seus amigos, que vivem em condições desumanas pelas florestas da Venezuela; não se incomoda com as pessoas que foram explodidas, literalmente, pelos guerrilheiros; não lhe importam as atrocidades cometidas pelos traficantes de cocaína que tanto mal fazem a milhões de famílias em redor do mundo. Mas, por que haveria de se importar?
Apoiou Mao Tsé Tung: 61 milhões de mortes!
Apoiou Stálin: 35 milhões de mortes!
Apoiou Pol Pot: 2 milhões de mortes!
Apoiou Ceaucescu: 435 mil mortes!
Apoiou Henver Hoxha: 100 mil mortes!
Apóia Fidel Castro: 70 mil mortes!
Sintetizando: apoiou o totalitarismo comunista e seus mais de 100 milhões de assassinatos. Por que não haveria de dar uma força para meia-dúzia de bandidos esquerdistas?
Alguém poderia afirmar que ele está esclerosado, demente, gagá. Infelizmente, não é nada disso. A doença do arquiteto é na alma e o remédio para a cura, neste caso, é praticamente impossível, pois toda uma vida dedicada a cultuar assassinos esmagou-lhe qualquer resquício de culpabilidade.
Ainda lhe restaria a infinita piedade divina, mas para isto ele teria que, pelo menos no fim da vida, experimentar, minimamente que seja, o senso de amar o próximo como a si mesmo. Tarefa impossível no caso de um comunista.
PS: os comunistas chineses estão reprimindo, fortemente, os monges tibetanos. O boboca centenário deve estar em êxtase.Rodorval Ramalho é sociólogo.
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Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
