Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Che: Anatomia de Um Mito


Documentário sobre a verdadeira face do mito "Che Guevara", com entrevistas de pessoas que tiveram contato com ele. Nada a ver com aquela figurinha fácil em camisetas da moda. O documentário abre com as palavras de Che: "Fusilamientos? Hemos fusilado, fusilamos e seguiremos fusilando mientras sea necesario. Nuestra lucha es una lucha a muerte!"

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Discurso do assassino Che

Para quem ainda não sabia que o maldito assassino não teve nenhum receio em assumir na ONU sua doença mental.


terça-feira, 24 de março de 2009

Che: el Argentino

MÍDIA A MAIS
por Ipojuca Pontes em 12 de março de 2009

No inicio de 1960, o ex-embaixador dos Estados Unidos em Cuba, Earl T. Smith, em depoimento prestado ao Senado sobre o papel do Departamento do Estado e da CIA junto ao exército rebelde, declarou de peito aberto: “Nós colocamos Castro no poder, e agimos a seu favor tanto no aspecto moral quanto material”


Cartaz do filme sobre Che: propaganda esquerdista do começo ao fim.

Por insistência de um amigo cinéfilo, vi a primeira parte do filme-propaganda “Che” (Che: el argentino), de Steven Soderbergh, cineasta que faz hora e vez no pedaço faturando em cima de causas “politicamente corretas”. Vi, e logo me arrependi, pois o longo comercial sobre a revolução de Castro e aliados, para além de ser um enfadonho clichê, é também produto extremamente mentiroso. (A segunda parte da exegese sobre a guerrilha de Guevara na Bolívia, que leva mais duas horas, não me pegará: minha cota de tolerância se extinguiu).

Certo, caro leitor, mentira e revolução são, em essência, irmãs siamesas – mas a incensada revolução de Castro, em especial, pela quantidade abusiva da invencionice arquitetada, excede qualquer expectativa. Com efeito, em torno de “la revolución cubana”, os comunistas e seus agentes culturais construíram uma tão monstruosa cadeia de embustes, que fica difícil, senão impossível, diante dela o leigo não sucumbir. (Basta ver que, apesar do completo fracasso da experiência sanguinária, ainda cresce o número de pessoas que, a cada instante, mergulhadas numa estranha espécie de psicopatia, nela passam a acreditar).  

No caso do filme de Soderbergh – baseado nas “Passagens da Guerra Revolucionária”, do próprio Guevara, contando com roteiro do “companheiro de viagem” Peter Buchman (corrigido, antes das filmagens, por censores “especialistas” do Centro Che Guevara, em Cuba) – a falta de compromisso com a verdade tornou-se tão visível, que nem mesmo os escribas do “Granma”, depois de sua exibição em Havana, conseguiram livrar a cara: “A obra não tem fidelidade absoluta aos feitos históricos” – diz o jornal do PC cubano. “Tratam a figura revolucionária (Che) de forma respeitosa e admissível, mas carece de emoção. Algumas reações têm tons falsos e são imitações dramatizadas demais, sobretudo nas cenas em que aparecem Fidel e Camilo Cienfuegos. Os feitos (narrados) viraram um mostruário dos primeiros anos da revolução, mas falta (ao filme) carisma e profundidade”.        

(Quer dizer: nem seguindo a cartilha oficial da ditadura de Castro, antecipadamente consultada, o spaghetti-propaganda – rodado na Espanha e pago com os bem nutridos recursos do comunismo internacional – consegue convencer).   

Mas em que o “Che” de Soderbergh mente? Eis a resposta: em tudo. Do primeiro ao último fotograma, nada do que o filme projeta – sem porejar o mínimo contraditório – deixa de ser uma manipulação grosseira dos fatos, coisa em que os comunistas, sejamos justos, são indiscutíveis mestres. Um exemplo: no início do filme, uma cena de arquivo registra solenidade em que Fulgêncio Batista sorri ao lado de pretensa autoridade americana, dá a entender ao espectador que o “imperialismo ianque” segurou o sargento-ditador no poder.

Muito bem. Pode-se ventilar que a presença do governo americano por trás de Batista já é uma verdade consolidada no inconsciente coletivo, não é mesmo? No entanto, é bom ressaltar, ela não passa de uma mentira deslavada, que filmes de propaganda made-to-measure por Soderbergh et caterva só ajudam a estabelecer como verdade histórica inquestionável a verdade que se fez lenda perniciosa, necessária à manutenção do mito, mas que soterra os fatos tais como ocorreram. E os fatos, neste caso, bem documentados nos arquivos do Congresso americano,  foram os seguintes.

No inicio de 1960, o ex-embaixador dos Estados Unidos em Cuba, Earl T. Smith, em depoimento prestado ao Senado sobre o papel do Departamento do Estado e da CIA junto ao exército rebelde, declarou de peito aberto: “Nós colocamos Castro no poder, e agimos a seu favor tanto no aspecto moral quanto material”.

Antes, em 1959, ao tempo em que o governo americano embargava o envio de armas para as tropas de Fulgêncio Batista, o embaixador Smith, em pessoa, pressionava para que o ex-sargento telegrafista deixasse o País, negando-lhe, quando solicitado, a concessão de exílio nos Estados Unidos. Por sua vez, Robert Weicha, agente da CIA em Santiago de Cuba, afirmava na Comissão de Justiça do Congresso,  depois da fuga de Batista: “Eu e meu estafe éramos todos fidelistas. Todo mundo na CIA e todos no Departamento de Estado eram pró-Castro”.

(Convém ainda lembrar ao leitor que os EUA foram um dos primeiros países a reconhecer oficialmente o governo de Castro, afiançando-lhe, em seguida, subsídio de U$ 200 milhões – uma bagatela se comparado aos bilhões de dólares que a gang de Castro e Guevara roubou dos empresários cubanos e americanos então em fuga da ilha-cárcere).

Outra patacoada do filme diz respeito à tomada da cidade de Santa Clara, o grande feito militar de Guevara. Pois bem, ele não existiu, ou melhor, tudo não passou de um blefe: diante do descarrilamento de um trem que transportava armas, nos arredores da cidade, o Che, usando da malandragem portenha, levou o comandante adversário a acreditar que os seus 500 soldados estavam cercados por 2.300 guerrilheiros, quando na realidade a guerrilha não tinha mais de 300 homens. De posse das armas transportadas no trem, e com a fuga da guarnição militar do governo em queda, tomar Santa Clara não passou de um piquenique.

A produtora de “Che”, Laura Brickford, comunista articulada, prefigurando Gramsci, abriu o jogo sobre as suas pretensões revolucionárias: “Os valores de Che Guevara são universais e o filme tenta levantá-los; a questão é como implementá-los de uma forma diferenciada. O objetivo do filme é levantá-los novamente”.

Ou seja: incensando o mito, Lady Laura quer ver pelo mundo mais ditaduras sangrentas, como as que foram impostas pelos irmãos Castro (com a coadjuvação do Che), que só levaram o povo cubano ao sofrimento, à fome e à ausência da mais tacanha liberdade, inclusive a de ir e vir, tal como demonstra o caso recente dos dois boxeadores exilados nos Estados Unidos.

O que fazer com uma gente assim?

quinta-feira, 12 de março de 2009

CONSIDERAÇÕES SOBRE CHÁVEZ, FIDEL E EL CHE

JOSÉ OSVALDO DE MEIRA PENNA

Jornal do Brasil, 08 de maio de 2005

Muita gente se espanta com o problema do estreitamento de nossas relações diplomáticas com a Venezuela e Cuba. Não vejo por que a surpresa pois Bolívar, o herói da independência da América espanhola, detestava o Império brasileiro - razão a mais para desfazer os mal-entendidos. Antes de morrer, deprimido e decepcionado no exílio, o Libertador profetizou que a Venezuela seria um quartel, a Colômbia uma Universidade e o Equador um convento.


Conheço bem o Equador e seus claustros - são obras de arte realmente excepcionais e o país geralmente pacífico, ao contrário de seus dois vizInhos. A Colômbia tem guerra civil e coca mas, com uma grande cultura universitária, demonstra ser uma das sociedades mais civilizadas do continente. A Venezuela é outra coisa. O país foi sucessivamente governado pelo general Monaga, pelo general Guzman Blanco, pelo general Joaquin Crespo, o general Cipriano Castro, o general Juan Vicente Gómez, o general López Contreras e o general Medina Angarita, assim confirmando o prognóstico pessimista de Bolívar. Juan Vicente Gómez inaugurou um sistema de governo original que foi, mais tarde, imitado pelo rei das Arábias, Ibn Saud. Todos os ministros, governadores, generais, almirantes, senadores, deputados, prefeitos, embaixadores, diretores de banco e outros altos dirigentes do país pertenciam à família do Chefe de Estado. A fidelidade al Tirano de los Andesestava assegurada e Gómez morreu na cama, em 1935, depois de governar durante 27 anos.


A partir de Medina Angarita, o país começou a reduzir as patentes. Veio o coronel Pérez Jiménez e, em breve fôlego democrático no governo da Actión Democráticaque se permitiu mesmo criticar nosso regime militar, o nobre povo bolivariano entrou numa fria ao elevar ao poder um sargentão, Hugo Chávez Frias. Passemos, contudo, por cima da meteorologia e do fácil trocadilho, fazendo votos que não ocorra um embate mais grave entre o quartel da Venezuela e a universidade da Colômbia.


Comparando com a Venezuela, é Cuba mais interessante na imaginação de nossa Intelectuária da chamada Esquerda Escocesa, aquela que gosta de uísque. Explica-se. Sua natureza tropical é a única que pode, com a nossa, competir em beleza, conga, samba, alegria e belas praias. Última nação das Américas a se libertar do domínio colonial espanhol, com o auxílio dos ianques, Cuba manifestou seu reconhecimento pela autonomia conquistada, entregando-se sucessivamente à ditadura do sargento Batista, que eliminou a oficialidade do exército, e à do professor, Presidente, Führer, Duce e Marechal de Campo Fidel Castro, que eliminou a burguesia produtiva. Um sucesso incontestável em termos de Justiça Social…


Em 1962, a cabeça de ponte soviética nas Américas foi abalada pelo propósito grandioso de torná-la a base para os festejos com que Khruschev pretendia comemorar, com um fogo de artifício nuclear, a indissolúvel amizade dos sub-desenvolvidos de todo o mundo. No empenho de restabelecer, pelo turismo, os laços ambivalentes com o rico parceiro setentrional ao qual deve a independência, Fidel despachou para a Flórida doze milhões de “turistas” descontentes... As exportações cubanas limitam-se hoje a charutos e fotografias de El Che Guevara.


Havendo fracassado como Ministro da Indústria e Comércio de Cuba, o argentino de Rosário, Ernesto Gael Garcia Bernal de la Serna, filho de família rica que gostava de motocicletas (como é o caso de nosso cineasta Walter Salles) acabou convencendo-se que sua vocação não era nem para a medicina, na qual se formara, nem para a administração pública que Fidel lhe oferecera. Consta que suas desavenças com Fidel Castro cresceram, não obstante haver sido bem sucedido na arte de fuzilar adversários de encontro a el paredón, a tal ponto que o longevo ditador cubano resolveu dele livrar-se, enviando-o para uma missão impossível na “América Latrina” (uma expressão corriqueira de diplomatas aqui sediados). Consistia em subverter todo o continente. Modificando o famoso apelo de Marx aos proletários (os de prole numerosa), proclamou “Sub-desenvolvidos de todo o mundo, uni-vos!”. Durante dois anos desapareceu, enquanto aprendia aimara em vez de quéchua, para se fazer entender dos índios locais, um erro fatal. Deste modo, após ser martirizado pelo exército boliviano que o fuzilou, transformou-se no novo Cristo-Rei da Teologia da Libertação, estendido no chão de braços abertos como um Messias crucificado.


Depois da morte, el Che deixou como herança a Fidel Castro o projeto de subverter a África. Ali o espírito aventureiro do cubano (que inaugurou a moda da barba desgrenhada entre os políticos e diplomatas modernos) conseguiu, pelo menos, introduzir um novo método de controle da natalidade, a guerra subversiva de baixa intensidade. A belicosidade revolucionária só serve mesmo para o Planejamento Familiar pois controla a população sem objeções da Igreja, Arns, Bofe e Beto que o digam. Façam o amor, não a guerra. El Che bem merece então o renome de santidade que o cerca pois seu programa populista, cubano, sul-americano e africano magistralmente realizado por Fidel, reduziu, em pelo menos um ou dois milhões, a prolífica população de Angola, Moçambique e Etiópia... Hoje triunfa no imaginário super-aquecido dos frustrados barbudinhos esquerdóides.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Chique de matar: o amor doentio de Hollywood por Che Guevara

Paquito D'Rivera e Kai Chen, fugitivos do comunismo, discutem o aspecto nefasto do marketing que existe em torno de figuras como Che Guevara e Mao Tsé-Tung.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Sozinho Che matou metade dos esquerdopatas mortos pelo MOVIMENTO CÍVICO PATRIÓTICO DE 1964, que durou 20 anos em país infinitamente maior que Cuba

Estas informações estão no livro Cuba : El costo humano de la revolución social, de Armando Armando Lago e no Archivo cuba em www.CubaArchive.org, uma iniciativa da FREE SOCIETY PROJECT.

Autoriza-se sua reprodução desde que se informe a procedência.


Executados pessoalmente por Che em Sierra Maestra entre 1957 e 1958:


1. Aristio - 10-57
2. Manuel Capitán - 1957
3. Juan Chang - 9-57
4. "Bisco" Echevarría Martínez - 8-57
5. Eutimio Guerra - 2-18-57
6. Dionisio Lebrigio - 9-57
7. Juan Lebrigio - 9-57
8. El " Negro " Napoles- 2-18-57
9. "Chicho " Osorio - 1-17-57
10. Un maestro no identificado ("El Maestro") - 9-57
11-12. Dos hermanos, espías del grupo de Masferrer -9-57
13-14 Dos campesinos no identificados-4-57


Executados pessoalmente por Che ou sob suas ordens durante seu breve comando em Santa Clara (entre os dias 1º e 3 de Janeiro de 1959)

1. Ramón Alba - 1-3-59**
2. José Barroso- 1-59
3. Joaquín Casillas Lumpuy - 1-2-59**
4. Félix Cruz - 1-1-59
5. Alejandro García Olayón - 1-31-59**
6. Héctor Mirabal - 1-59
7. J. Mirabal- 1-59
8. Felix Montano - 1-59
9. Cornelio Rojas - 1-7-59**
10. Vilalla - 1-59
11. Domingo Alvarez Martínez 1-4-59**
12. Cano del Prieto -1-7-59**
13. José Fernández Martínez-1-2-59
14. José Grizel Segura-1-7-59** ( Manacas)
15. Arturo Pérez Pérez-1-24-59**
16. Ricardo Rodríguez Pérez-1-11-59**
17. Francisco Rosell -1-11-59
18. Ignacio Rosell Leyva -1-11-59
19. Antonio Ruíz Beltrán -1-11-59
20. Ramón Santos García-1-12-59
21. Pedro SocarrásS-1-12-59**
22. Manuel Valdés - 1-59
23. Tace José Veláquez -12-59**
**Che ordenou a pena de morte antes de deixar Santa Clara

Execuções documentadas na prisão Fortaleza de la Cabaña, sob o comando de Che, entre 3 de Janeiro e 26 de novembro de 1959

1. Vilau Abreu - 7-3-59
2. Humberto Aguiar - 1959
3. Garmán Aguirre - 1959
4. Pelayo Alayón - 2-59
5. José Luis Alfaro Sierra - 7-1-59
6. Pedro Alfaro - 7-25-59
7. Mriano Alonso - 7-1-59
8. José Alvaro - 3-1-59
9. Alvaro Anguieira Suárez - 1-4-59
10. Aniella - 1959
11. Mario Ares Polo- 1-2-59
12. José Ramón Bacallao - 12-23-59**
13. Severino Barrios - 12-9-59**
14. Eugenio Bécquer - 9-29-59
15. Francisco Bécquer - 7-2-59
16. Ramón Biscet- 7-5-59
17. Roberto Calzadilla - 1959
18. Eufemio Cano - 4-59
19. Juan Capote Fiallo - 5-1-59
20. Antonio Carralero - 2-4-59
21. Gertrudis Castellanos - 5-7-59
22. José Castaño Quevedo - 3-6-59.
23. Raúl Castaño - 5-30-59
24. Eufemio Chala - 12-16-59**
25. José Chamace - 10-15-59
26. José Chamizo - 3-59
27. Raúl Clausell - 1-28-59
28. Angel Clausell - 1-18-59
29. Demetrio Clausell - 1-2-59
30. José Clausell-1-29-59
31. Eloy Contreras- 1-18-59
32. Alberto Corbo - 12-7-59**
33. Emilio Cruz Pérez - 12-7-59**
34. Orestes Cruz - 1959
35. Adalberto Cuevas - 7-2-59**
36. Cuni - 1959
37. Antonio de Beche - 1-5-59
38. Mateo Delgado-12-4-59
39. Armando Delgado - 1-29-59
40. Ramón Despaigne - 1959
41. José Díaz Cabezas 7-30-59
42. Fidel Díaz Marquina - 4-9-59
43. Antonio Duarte - 7-2-59
44. Ramón Fernández Ojeda - 5-29-59
45. Rudy Fernández - 7-30-59
46. Ferrán Alfonso - 1-12-59
47. Salvador Ferrero - 6-29-59
48. Victor Figueredo - 1-59
49. Eduardo Forte - 3-20-59
50. Ugarde Galán - 1959
51. Rafael García Muñiz - 1-20-59
52. Adalberto García 6-6-59
53. Alberto García - 6-6-59
54. Jacinto García - 9-8-59
55. Evelio Gaspar - 12-4-59**
56. Armada Gil y Diez y Diez Cabezas- 12-4-59**
57. José González Malagón - 7-2-59
58. Evaristo Benerio González - 11-14-59
59. Ezequiel González-59
60. Secundino González - 1959
61. Ricardo Luis Grao - 2-3-59
62. Ricardo José Grau - 7-59
63. Oscar Guerra - 3-9-59
64. Julián Hernádez -2-9-59
65. Francisco Hernández Leyva - 4-15-59
66. Antonio Hernández - 2-14-59
67. Gerardo Hernández - 7-26-59
68. Olegario Hernández - 4-23-59
69. Secundino Hernández - 1-59
70. Rodolfo Hernández Falcón - 1-9-59
71. Raúl Herrera -2-18-59
72. Jesús Insua-7-30-59
73. Enrique Izquierdo- 7-3-- 59
74. Silvino Junco - 11-15-59
75. Enrique La Rosa- 1959
76. Bonifacio Lasaparla- 1959
77. Jesús Lazo Otaño -1959
78. Ariel Lima Lago - 8-1-59- (Menor)
79. René López Vidal -7-3-59
80. Armando Mas - 2-17-59
81. Ornelio Mata- 1-30-59
82. Evelio Mata Rodriguez- 2-8-59
83. Elpidio Mederos -1-9-59
84. José Medina -5-17-59
85. José Mesa 7-23-59
86. Fidel Mesquía Díaz 7-11-59
87. Juan Manuel Milián - 1959
88. Jose Milián Pérez - 4-3-59
89. Francisco Mirabal - 5-29-59
90. Luis Mirabal - 1959
91. Ernesto Morales - 1959
92. Pedro Morejón - 3-59
93. Carlos Muñoz M.D.- 1959
94. César Nicolardes Rojas- 1-7-59
95. Víctor Nicolardes Rojas- 1-7-59
96. José Nuñez - 3-59
97. Viterbo O'Reilly - 2-27-59
98. Félix Oviedo - 7-21-59
99. Manuel Paneque - 8-16-59
100. Pedro Pedroso - 12-1-59**
101. Diego Pérez Cuesta - 1959
102. Juan Pérez Hernández - 5-29-59
103. Diego Pérez Crela - 4-3-59
104. José Pozo - 1-59
105. Emilio Puebla - 4-30-59
106. Alfredo Pupo - 5-29-59
107. Secundino Ramírez - 4-2-59
108. Ramón Ramos - 4-23-59
109. Pablo Ravelo Jr. - 9-15-59
110. Rubén Rey Alberola - 2-27-59
111. Mario Risquelme - 1-29-59
112. Fernando Rivera - 10-8-59
113. Pablo Rivero- 5-59
114. Manuel Rodríguez - 3-1-59
115. Marcos Rodríguez -7-31-59
116. Nemesio Rodríguez - 7-30-59
117. Pablo Rodriguez - 10-1-59
118. Ricardo Rodriguez - 5-29-59
119. Olegario Rodriguez Fernández-4-23-59
120. José Saldara - 11-9-59
121. Pedro Santana - 2-59
122. Sergio Sierra - 1-9-59
123. Juan Silva - 8-59
124. Fausto Silva - 1-29-59
125. Elpidio Soler- 11-8-59
126. Jseús Sosa Blanco - 2-8-59
127. Renato Sosa- 6-28-59
128. Sergio Sosa - 8-20-59
129. Pedro Soto - 3-20-59
130. Oscar Suárez - 4-30-59
131. Rafael Tarrago - 2-18-59
132. Teodoro Tellez Cisneros- 1-3-59
133. Francisco Tellez-1-3-59
134. José Tin- 1-12-59
135. Francisco Travieso -1959
136. Leonrardo Trujillo - 2-27-59
137. Trujillo - 1959
138. Lupe Valdéz Barbosa - 3-22-59
139. Marcelino Valdéz - 7-21-59
140. Antonio Valentín - 3-22-59
141. Manuel Vázquez-3-22-59
142. Sergio Vázquez-5-29-59
143. Verdecia - 1959
144. Dámaso Zayas -7-23-59
145. José Alvarado -4-22-59
146. Leonoardo Baró- 1-12-59
147. Raúl Concepción Lima - 1959
148. Eladio Caro - 1-4-59
149. Carpintor - 1959
150. Carlos Corvo Martíenz - 1959
151. Juan Guillermo Cossío - 1959
152. Corporal Ortega - 7-11-59
153. Juan Manuel Prieto - 1959
154. Antonio Valdéz Mena - 5-11-59
155. Esteban Lastra - 1-59
156. Juan Felipe Cruz Serafín-6-59**
157. Bonifacio Grasso - 7-59
158. Feliciano Almenares - 12-8-59
159. Antonio Blanco Navarro - 12-10-59**
160. Albeto Carola - 6-5-59
161. Evaristo Guerra- 2-8-59
162. Cristobal Martínez - 1-16-59
163. Pedro Rodríguez - 1-10-59
164. Francisco Trujillo- 2-18-59
** Che ordenou a execução, mas ela se efetivou depois que ele havia deixado o comando

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Irmãos gêmeos

ESTADÃO

Denis Lerrer Rosenfield


Imaginem a seguinte cena: Lula, embevecido, fotografando Pinochet. O ditador, sorridente, apreciando aquela atitude de um amigo de longa data, que o faz retratar, para a história, em diferentes perspectivas. O fotógrafo-presidente, transbordando de emoção, chega a afirmar que “ele está pronto para assumir o papel que tem (no Chile) e na história”. Qual seria o seu papel? Certamente seria o de um ditador sanguinário que não mediu meios para exercer o seu poder e eliminar as diferentes formas de oposição. Suas ações constituíram um flagrante desrespeito aos direitos humanos, entendidos universalmente, e não particular e setorialmente, como é o caso hoje no Brasil. O seu papel seria também o de ter montado um governo imune às vicissitudes democráticas e ávido, hoje se sabe, de seu próprio enriquecimento, a expensas dos recursos públicos.

A cena, que pode parecer inverossímil, é, no entanto, extremamente veraz. A troca de personagens, Fidel por Pinochet, mostra apenas a afinidade entre dois ditadores. Mais do que isso, ela mostra também, do ponto de vista dos princípios, a afinidade entre duas concepções políticas, a comunista e a nazi-fascista, que se concretizaram em duas conhecidas formas de totalitarismo no século 20. Os dois ditadores são rebentos de formas de poder que se traduziram pela eliminação física de milhões de pessoas, em maneiras de perversão da natureza humana que, até hoje, assombram os que se debruçam sobre os fatos. Os seqüestros das Farc e a narcoguerrilha se situam igualmente nessa mesma linha de filiação, naquilo que Hugo Chávez, com outras palavras, chama de “concepção bolivariana”. Alguns não aprendem com a História, pois sua visão continua enraizada na irracionalidade de crenças imunes a qualquer questionamento.

O problema ganha maior alcance porque a atitude de Lula não é somente individual, mas expressa a concepção de toda uma esquerda que se encanta ainda com a experiência totalitária, embora procure apresentá-la sob o manto da justiça social, do socialismo, da solidariedade, da utopia ou que nome se queira dar a tal deturpação dos fatos. O nazismo tornou-se um nome feio, algo que deve ser evitado, com razão, a todo custo. Há leis que proíbem, inclusive, publicações que façam a sua defesa, por evidentes questões de preconceito racial e pela violência explícita contida em sua concepção. A experiência comunista e socialista em geral, no entanto, é apresentada como uma obra de redenção da humanidade, tendo cometido erros que seriam, porém, sanáveis. Meros erros de percurso.

Seria interessante perguntar aos milhões de mortos, se isso fosse possível, dos campos de concentração e extermínio da União Soviética, da China maoísta, o que significou para eles a redenção da humanidade e a concretização da “utopia”. Seria interessante perguntar à metade da população do Camboja que foi literalmente exterminada pelos Khmers Vermelhos, que chamavam seus assassinatos coletivos de obras de reeducação dos seus “cidadãos”. Seria importante interrogar os que padecem a “humanidade” nas masmorras de Fidel e os familiares dos que foram por ele e por seus “companheiros” eliminados. Seria longa a lista de todos os feitos dos redentores da humanidade, que, no entanto, sempre tiveram ao seu lado intelectuais que defendiam as suas posições, tudo atribuindo a falsidades construídas pelo “imperialismo”, hoje “neoliberalismo”. Quando os fatos romperam as barragens ideológicas, os honestos abdicaram de suas convicções, os papagaios de pirata, contudo, continuaram repetindo e defendendo as mesmas formulações, com o uso das mesmas artimanhas, sempre em nome da “solidariedade social”.

O Brasil apresenta um déficit de idéias, talvez o mais importante dos seus déficits, que o impede de progredir, pois idéias anacrônicas e atrasadas continuam pautando boa parte de suas decisões. Uma comissão governamental, em nome de uma luta “histórica”, ascende, por exemplo, Lamarca, um comunista-socialista, assassino frio, ao cargo retroativo de general, com os proventos correspondentes. Che Guevara é um ícone da esquerda e dos movimentos ditos sociais em geral. Comunistas como Niemeyer são louvados em suas idéias. Se tivesse chegado ao poder, teria sido obrigado a construir moradias padronizadas, verdadeiros caixões, que até hoje “embelezam” aqueles países. A sorte de Niemeyer foi não ter sido arquiteto num país comunista. Nunca se teria ouvido falar dele.

Os que lutaram por implantar o totalitarismo no País, no período dito de guerrilha no regime militar, são agora, ao completo arrepio dos fatos, apresentados como “democratas”, como se em algum momento seu objetivo tivesse sido a democracia. O que os diferenciava era apenas o tipo de totalitarismo, se na linha soviética, maoísta, albanesa, castrista ou outra. Que sejam hoje apresentados como heróis, com direito a recompensas, exibe somente o atraso e - diria - a má-fé desta esquerda, que continua idolatrando os que tantos prejuízos causaram à humanidade, aos direitos humanos em sua verdadeira acepção.

Não é, portanto, casual nem acidental a postura alegre de Lula ao fotografar o também satisfeito ditador cubano. Suas trocas de amabilidades e de cortesia são símbolos de um grande problema brasileiro não resolvido, o de como tratar a experiência totalitária do século 20. A foto de Lula com Fidel, dita para a posteridade, deveria fazer parte, parafraseando Borges, de uma história universal da infâmia. Ela deveria escandalizar. Nosso presidente, no entanto, não fez por menos. Considerou que o papel desse rebento da democracia totalitária deve ser situado na perspectiva de toda a humanidade. Confusão atroz de idéias que mostra uma incompreensão e uma cegueira brutais em relação aos irmãos gêmeos que são os totalitarismos de “esquerda” e de “direita”. É a falência mesma de todo esse setor da esquerda! 

Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia na UFRGS. 
E-mail: denisrosenfield@terra.com.br

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Guevara: Anatomia de um mito

Do blog NOTALATINA
Wednesday, November 02, 2005

Hoje é Dia de Finados, dia de reverenciar os mortos, por isso o Notalatina traz uma homenagem sincera e compungida a todos aqueles homens, mulheres e crianças vítimas dos comunistas e de suas ditaduras sangrentas, no Brasil e no mundo. Que Deus os tenha em Sua glória!

Por estranho que pareça, a homenagem vem em forma de vídeo, falando sobre a vida de um falso mito, o do “bom guerrilheiro” Ernesto Guevara de la Serna. NAO! A homenagem não é a ele mas às suas centenas de vítimas, mortas a sangue frio e sem julgamento, “apenas” porque o despótico assassino assim o quis.

É com emoção que lhes trago com exclusividade no Brasil, um primoroso trabalho de pesquisa e um documento histórico de inestimável valor que conta a saga da vida maldita deste monstro, durante 1 hora e dez minutos, sob o título “Guevara: anatomia de um mito”. Sob a Direção Geral de Luis Guardia e Produção de Pedro Corzo, o documentário apresenta filmagens da década de 50/60 tomadas em Cuba, Guatemala, México e Bolívia, depoimentos valiosíssimos como os de Enrique Ros, investigador e historiador, autor de “Ernesto Guevara: mito ou realidade”, uma das mais completas obras sobre a vida desta “máquina de matar”, depoimentos de Huber Matos, companheiro desde as primeiras horas de Fidel, hoje no exílio, além do General Luis Reque Teran, autor da prisão de Guevara na Bolívia em 8 de outubro de 1967, data também de sua morte.

De todos os depoimentos apresentados neste trabalho, fica claro o caráter degenerado daquele que mais tarde seria lembrado como um “poeta”, homem caridoso e que lutava pela causa dos pobres. Farsa, mentira e crimes; é só isto o que se vê em sua biografia, a começar pela profissão de médico que nunca teve, por ter abandonado o curso nos primeiros anos para dedicar-se à guerrilha.

Os depoentes, que combateram ou trabalharam ao lado de Guevara, são unânimes em afirmar sua personalidade psicopática demonstrada desde suas primeiras aparições no meio dos cubanos. Ele tinha preconceito contra os negros, freqüentemente tentando humilhá-los; queria ser sempre o “líder”, embora não entendesse NADA de estratégia militar por nunca ter sido um; tratava com desdém e desprezo a cubanos, mexicanos, índios e negros; foi um fracasso em tudo o que empreendeu e o mais interessante: tinha medo de Fidel.

Quando estava na Guatemala, escreveu uma carta dizendo: “Estou morrendo de rir dessa situação...”, porque ele não pegava em armas mas “queria ser” o Comandante. No México, em 1955, escreveu uma carta à ex-noiva Tita Infante dizendo: “...se se houvessem produzido esses fuzilamentos, o governo teria conservado a possibilidade de devolver o golpe...”, referindo-se ao governo da Guatemala.

Vários estudos acusam Guevara de ter sido “informante” do Serviço de Imigração do México por medo de ser deportado para a Argentina, sua terra natal, pois quando eles estavam em treinamento da guerrilha na fazenda Santa Rosa, de Maria Antonia González amiga de Fidel, os 11 cubanos do “Movimento 26 de Julho” foram todos presos em princípios de julho de 1956.

Em 28 de janeiro de 1957, após reconhecer ter matado um homem pela primeira vez, Guevara escreve à sua esposa, Hilda Gadea: “Querida velha, ... Estou na mata cubana, vivo e sedento de sangue...”, carta que mais tarde cita em seu livro “Ernesto: a memória de Che Guevara”.

Designado por Fidel para várias atividades, mostrou-se incompetente em todas elas: como presidente do Banco Central, como Ministro das Indústrias, como comandante em várias expedições na África ou mesmo dentro da Ilha, demonstrava um desprezo e ódio intrínsecos, cujo único objetivo era matar, matar, matar. Seu desdém, sua forma agressiva e prepotente de lidar com os “comandados”, seu olhar cínico e riso sarcástico, faziam com que muitos homens de bem o servissem por temer pela sua vida e de seus familiares.

Em várias ocasiões filmadas ainda na Sierra Maestra pode-se ver o que os entrevistados são unânimes em afirmar: os fuzilamentos empreendidos por Guevara, a troco de nada, ocorriam onde muitas vezes lhe era bastante “desconfiar” do sujeito para matar, sem averiguações, sem julgamentos, sem provas. Esses fuzilamentos prosseguiram nos mesmos moldes depois da “vitória” da Revolução, fazendo com que Guevara, em muitas ocasiões, mesmo estando em reunião, recebesse montanhas de papéis de supostos processos de julgamento que assinava a ordem de fuzilamento sem sequer ler o nome das vítimas e de quê eram acusadas.

Anos depois, numa conferência perante a ONU, ao ser questionado sobre os fuzilamentos massivos em Cuba, diante de todos os presentes ele afirma que “sim; há fuzilamentos porque são necessários”, passagem que está filmada e pode-se vê-lo e ouvir de sua própria boca tais afirmações.

Durante a Conferência Tricontinental o falso mito pronuncia esta mensagem: “...o ódio como fator de luta, o ódio intransigente ao inimigo, que impulsiona além das limitações naturais do ser humano e o converte em uma efetiva, violenta, seletiva e fria máquina de matar. Nossos soldados têm que ser assim; um povo sem ódio não pode triunfar sobre um inimigo brutal...”. Já nessa ocasião, esta “máquina de matar” havia elegido os Estados Unidos como inimigo mortal e é dele a expressão “imperialismo yankee”, para designar o ódio a esses inimigos que perdura até hoje.

Ainda na Tricontinental, ele completa seu “conselho” com uma citação que pensa-se que talvez tenha sido o princípio das manifestações terroristas, hoje mais sofisticadas mas cuja idéia principal é a mesma, vejam: “Há que levar a guerra até onde o inimigo o leve: à sua casa, a seus locais de diversão, fazê-la total. Há que impedí-lo de ter um minuto de tranqüilidade, um minuto de sossego fora de seus quartéis e ainda dentro dos mesmos. Atacá-lo onde quer que se encontre; fazê-lo sentir-se uma fera acossada por cada lugar que transite...”.

Depois dos vários fracassos no continente africano e dos fuzilamentos sem conta que não saciavam sua sede de sangue, Guevara decide, e recebe o apoio de Fidel, “exportar” a Revolução à América Latina e parte para a Bolívia. Chegando lá, comete seguidamente asneiras como a de instigar os camponeses a uma luta armada pela posse da terra, sem antes se informar de que naquele país já estava em andamento uma reforma agrária. Lá ele não encontra apoio entre os camponeses que o rejeitam fragorosamente e os fracassos apenas se somam aos tantos acumulados em seu “brilhante currículo” de guerrilheiro.

Segundo depoimento do General Luis Reque Teran, Chefe da 4ª Divisão de Operações Anti-Guerrilheiras, no dia 8 de outubro de 1967, às 3:30 da tarde de domingo, Guevara foi localizado dentro de um casebre e ao ver todo o efetivo que cercava a casa, disse: “...Eu me rendo! Não me matem, sou o Che. Valho mais vivo do que morto!...”. Foi capturado com vida e levado a depoimento. Havia ordens superiores para que ele permanecesse vivo para cumprir pena por seus crimes mas, enquanto era interrogado, recebeu (não pelos que o interrogavam) uma rajada de metralhadora que pôs fim à sua porca e sangrenta vida.

Este resumo está longe de revelar tudo o que se diz neste vídeo e que desmonta a idéia de que Guevara era um homem bondoso, terno, romântico e que queria o bem dos seus semelhantes. O trabalho que esta equipe de cubanos exilados elaborou é de um primor tal, que deveria ser exibido em todas as escolas e universidades do país. Talvez assim, os jovens que no mundo inteiro exibem orgulhosos camisetas com a foto mais famosa deste cruel assassino ou que usam a boina que o caracterizou, tomassem consciência de que ostentam no peito e pretendem imitar um assassino vulgar e incompetente. Depois de saber da VERDADE sobre este falso mito, será que algum desses jovens exibiria igualmente fotos do “Maníaco do Parque”, ou de “Fernandinho Beira-Mar”, ou ainda de “Leonardo Pareja”, todos criminosos com semelhante ficha criminal?

Que as vítimas deste monstro abjeto recebam hoje a minha homenagem pelo seu martírio e que Deus não nos permita experimentar destino igual, pois é isto que desejam para o nosso país o Partido-Estado, o pseudo-frei betto e todos os que alimentam o veneno do comunismo entre nós.

Para assistir o vídeo faça o download clicando abaixo. Para quem não tem banda larga demora um pouco mas vale a pena. Afirmo que vocês não verão nada igual no Brasil.


Fiquem com Deus e até a próxima!

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Monstros

Do portal MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Olavo de Carvalho em 28 de fevereiro de 2008

Para os comunistas e seus bajuladores, a morte de uns 400 terroristas, durante o regime militar brasileiro, foi algo de incomparavelmente mais grave, mais revoltante, mais intolerável do que a matança de 75 milhões de civis chineses pela ditadura de Mao Dzedong, de 20 milhões de russos pelo governo soviético ou de 3 milhões de cambojanos pela quadrilha de Pol-Pot. Claro, os comunistas são diferentes de nós. Segundo Che Guevara, são "o primeiro escalão da espécie humana". Se você mata um deles, mesmo em defesa própria, é crime hediondo. Se ele mata 100 mil de nós, desarmados e amarrados, torna-se um herói, que é como o senhor Mino Carta define Fidel Castro.

Protestando contra a comparação quantitativa entre a ditadura brasileira e a cubana, que o colunista Reinaldo Azevedo faz na última Veja, Gerald Thomas vocifera seu sacrossanto horror à contagem de cadáveres e em seguida se põe a contá-los por sua vez, acusando os militares brasileiros pela "perda da vida de milhares, digo, milhares de vidas inocentes". Primeiro, não eram inocentes: eram guerrilheiros armados, que só começaram a morrer depois de estourar com bombas dezenas de civis (estes sim, inocentes). Segundo: não foram milhares, foram quatro centenas na mais hiperbólica das hipóteses, jamais submetida a revisão crítica. Para Gerald Thomas, números são um expediente retórico desonesto quando verdadeiros: só os falsos são argumentos honrados.

Sinceramente, já estou velho demais para continuar fingindo que indivíduos capazes de julgar seus semelhantes com um critério tão desproporcional, tão disforme, tão manifestamente iníquo, sejam pessoas normais e decentes com quem eu não tenha senão divergências filosóficas. Esses sujeitos são doentes, são sociopatas perigosos, incapazes de olhar para os discordantes sem antever, com sádica alegria, o cadáver do "inimigo de classe" girando no espeto como um frango no forno da História.

Eis alguns - só alguns - dos objetivos proclamados abertamente pelos líderes e mentores comunistas:

1. Karl Marx: extermínio de classes sociais inteiras e de uns quantos "povos inferiores" (sic).

2. V. I. Lênin: terrorismo sistemático como fórmula de governo.

3. Leon Trotsky: militarização completa do trabalho industrial e agrícola. Supressão da liberdade de escolher emprego.

4. Stálin: "Morte aos pequenos proprietários rurais. Ódio e desprezo aos que os defendem" (sic).

5. Che Guevara: Treinar os militantes para que se tornem "eficientes e frias máquinas de matar" (sic).

Notem bem: não são crueldades impremeditadas, sobrevindas no calor da batalha. São intenções declaradas.

Como é possível que alguém em seu juízo perfeito considere o comunismo um belo ideal humanitário, que um acaso infeliz desviou de seus altos propósitos?

Foi só por um desejo insano de enganar-se retroativamente a si próprios que muitos comunistas, depois da morte de Stálin, começaram a espremer seus cérebros para explicar como o regime dos seus sonhos pudera "degenerar" em tanta violência e maldade. Não era degenerescência: era a execução racional e bem sucedida de planos traçados com muita antecedência - desde Marx - e levados à prática com a frieza metódica de uma obra de engenharia.

Fidel Castro, Guevara, Pol-Pot, Lênin, Stálin, Trótski, Marx - quem quer que escreva uma só palavra em favor desses monstros é seu semelhante, distinguindo-se deles em tamanho apenas, não em qualidade. Ainda que por covardia ou falta de ocasião não venha a realizar pessoalmente seus desígnios macabros, não esconde sua admiração por quem os realiza. E depois ainda se faz de horrorizado ante quem cometeu crimes incomparavelmente menores, se é que é crime apelar à violência para deter um genocídio anunciado e já em fase avançada de execução.

Publicado no Jornal do Brasil - 28/02/2008

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

É assim que você deve tratar quem ADORA ASSASSINOS

Aliás, não é não. Se por exemplo uma pessoa entrar na sua casa armado dizendo que vai te matar, o que você vai fazer? Pois é, cada um vai agir da forma que achar mais adequado, certo?

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Cuba: 48 anos de conivência mórbida e criminosa

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Graça Salgueiro em 09 de julho de 2007

Resumo: Em 13 de agosto Fidel Castro completou 81 anos, mais da metade vividos como dono da vida e da morte de cada cubano nascido ou por nascer.

© 2007 MidiaSemMascara.org

Há 48 anos Cuba vive sob um regime ditatorial despótico, dominada por um único psicopata e assassino frio, Fidel Castro. Há 48 anos Cuba parou no tempo, isolou-se do mundo civilizado e inventou guerras contra povos, enviando seus filhos para morrerem sem sentido feito buchas de canhão. Há 48 anos o mundo assiste indiferente a esta tirania sangrenta e nada faz, nada diz, como se nada tivesse a ver com isso.

Em fins de julho do ano passado o ditador Fidel, diante de uma doença grave e misteriosa passou o comando da Ilha a seu irmão Raúl, ratificando que ali vigora uma ditadura hereditária, do mesmo modo que ocorre na Coréia do Norte. Exilados mundo afora comemoraram e houve quem sonhasse com uma “mudança”, uma maior abertura à democracia acreditando que Raúl era mais “brando e flexível” do que Fidel.

Nunca tive ilusões, desde que assisti um vídeo onde estava gravado os momentos em que dois aviões do “Hermanos al Rescate” foram barbaramente abatidos em águas internacionais pelo regime cubano, em 24 de fevereiro de 1996. Neste vídeo, ouve-se as vozes esganiçadas e histéricas dos pilotos informando que haviam localizado as naves e solicitando permissão para disparar. A resposta é clara: “Atirem, atirem!” gritava de Havana o militar, subordinado a Raúl Castro. Em 25 de julho de 1996, o Conselho de Segurança da ONU condena Cuba pela violação dos direitos humanos e assassinato dos quatro jovens pilotos do “Hermanos al Rescate” mas, quem soube disso? Quem se importou com mais este crime cometido pelo ditador cubano?

Com Raúl no comando da nação, ao contrário das previsões que muitos fizeram a repressão aumentou, as perseguições aos opositores recrudesceram, a nova lei sobre a internet praticamente exclui do uso o cubano comum, a economia continuou a favor da Nomenklatura e a fome e a miséria, que já eram crônicas, continuam fazendo suas vítimas diárias. A calamidade nos hospitais para o cubano “a pé”, aquele que se opõe ao regime, é caso de polícia; no entanto, o Brasil e o mundo continuam defendendo como “logro da revolução”, as maravilhas da medicina cubana e enviando jovens comunistas, selecionados a dedo pelo regime, para estudarem na Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM).

Por que tanta gente em tantos países ainda defendem, fazem acordos comerciais com a Ilha e falam maravilhas de uma revolução criminosa? Um regime que já afugentou mais de 2 milhões de pessoas de sua pátria amada e faz com que tantos outros arrisquem suas vidas para fugir de Cuba, deveria, no mínimo, suscitar dúvidas de que há algo de errado aí. Um país onde o sonho de toda criança quando crescer é ser “turista estrangeiro” (porque tem direitos que o cubano comum não tem) em vez de “ser como Che”, como lhes é ensinado desde os primeiros anos de vida, não pode ser um país que proclama a igualdade entre todos os seus habitantes.

Em 13 de agosto Fidel Castro completará 81 anos, mais da metade vividos como dono da vida e da morte de cada cubano nascido ou por nascer. O mundo inteiro certamente festejará e muitos rastejarão como bichos peçonhentos subservientes aos caprichos de um monstro, como se alguma honraria merecesse quem tantas mortes e desgraça causou a um povo indefeso, amordaçado, encarcerado dentro do próprio país.

Não só no Brasil mas em quase toda a América Latina as notícias que chegam de Cuba são convenientemente filtradas, de modo que o público continue acreditando nas mentiras que tanto o ditador cubano quanto os presidentes dos países governados por comunistas (delcarados ou disfarçados, como o sr. Lula) divulgam como sendo a realidade. Já passou da hora de se derrubar esta máscara horrenda, de se endeusar monstros assassinos, como Fidel e Guevara, e de se ficar bajulando um regime sanguinário e tirano.

Quem nunca viveu numa ditadura comunista de fato, não é capaz de avaliar em toda sua dimensão os horrores provocados pela supressão absoluta da liberdade, a perda do direito de ir e vir, de ter amigos, de ler o que quer ou de assistir o programa de televisão que deseje.

Há na dissidência cubana exilada nos Estados Unidos, pessoas que trabalham bravamente para mostrar ao mundo os frutos dessa revolução e desmontar esses falsos mitos. São muitos escritores, jornalistas, pessoas que, a seu modo e dentro das suas possibilidades tentam sacudir as consciências dos povos livres para esta realidade funesta. Selecionei três extraordinários cubanos, todos meus amigos pessoais, para homenagear e divulgar, pela excelência dos seus abnegados trabalhos .

Pablo Carvajal, proprietário do site PayoLibre, que informa diariamente sobre os presos-políticos que já passam dos 300, a maioria por ser cristão e não aceitar os ditames de um regime comunista. As mentiras propagadas pelo regime cubano de que não há presos-políticos na ilha, são desmascaradas fartamente e com provas, inclusive denunciando os abusos e torturas a que são submetidas aquelas pobres vítimas.

Pedro Corzo, presidente do Instituto de la Memoria Historica Cubana contra el Totalitarismo, documentarista que já produziu 5 documentários sobre os crimes de Fidel e do seu regime desde o início da revolução. Esses vídeos são de uma riqueza extraordinária, pois além de trazer depoimentos de ex-presos políticos, de sobreviventes e de ex-comandantes que participaram da guerrilha em Sierra Maestra, apresentam películas filmadas na época, onde se pode ver dentre outras preciosidades, os fuzilamentos ocorridos em La Cabaña, muitos deles sob o comando de Guevara. O mais recente deles chama-se “Assassinaram Camilo?”, que tenta desvendar os mistérios que envolveram o desaparecimento do Comandante Camilo Cienfuegos, uma provável vítima de Castro por seu magnetismo pessoal e grande popularidade, que não aprovava o comunismo nascente e que claramente fazia sombra ao “grande líder”. Estes documentários estão à venda no site da entidade ou através de pedidos pelo e-mail instituto@cubamemorial.com.

E, finalmente, Agustin Blazquez, tido por muitos como o maior cineasta de curtas sobre a realidade cubana, autor de uma série de vídeos intitulados “Cobrindo Cuba”. Agustin, ao contrário de Pedro Corzo, retrata a realidade cubana na atualidade. Os ataques brutais sofridos pelo guitarrista concertista Carlos Molina e sua família, através das turbas raivosas dos CDR (Comando de Defensa de la Revolución), são tratadas em um desses vídeos, o “Cubriendo Cuba 5: Acto de Repudio”. O número 3 da série retrata a saga de Elian, o garoto que foi utilizado de forma vil e desumana pelo regime castrista para afirmar a sua revolução. A série completa de “Cobrindo Cuba” pode ser adquirida através deste site: http://www.cubacollectibles.com/Merchant2/merchant.mvc.

Em 31 de maio deste ano, Agustin foi convidado a participar do “II Palm Beach International Latin Film Festival”, um festival que é tido como o “oscar latino” e era um dos favoritos ao prêmio; entretanto, os mesmos cúmplices do velho tirano preferiram premiar outro autor, porque Agustin fala de uma verdade incômoda e que tem de ser mantida debaixo do tapete, mesmo sabendo o custo em vidas humanas que isto acarreta. É esta conivência mórbida e criminosa que não é mais aceitável, por nenhum ângulo que se queria analisar. Tudo isto tem que ser denunciado, incessantemente, diuturnamente por todas as pessoas de bem. Os cubanos merecem nosso respeito e não lhes fazemos favor nenhum em divulgar os crimes e atrocidades cometidos na Ilha há quase meio século: é dever de cada um de nós que gozamos de liberdade, que amamos a liberdade e que desejamos que todos os povos da terra tenham os mesmos direitos que nós temos.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Idiotas ou malvados?

Do blog MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Nivaldo Cordeiro em 22 de novembro de 2007

Fez muito sucesso a expressão cunhada por Mário Vargas Llosa para retratar a marcha do esquerdismo na América Latina, a do perfeito idiota latino-americano relatado em diversos dos seus livros. É uma expressão divertida, mas perigosa, porque mais esconde do que revela os reais fatos políticos da região. O duelo que é travado por aqui se estende aos limites transcendentes e uma simplificação do mesmo equivale a esconder a verdade e a fazer o jogo do Inimigo.

Certo, quando você vê um conjunto de idiotas carregando bandeiras do PT ou do partido do Chávez, ostentando botons nas lapelas e fazendo discurso em prol da suposta “justiça social” certamente você estará confrontado com um conjunto de perfeitos idiotas latino-americanos, iguais aos idiotas de outros continentes. Não há aqui na região peculiaridade alguma. São idiotas porque têm os predicados dos idiotas: são pessoas que carecem de inteligência e discernimento, são tolos e estúpidos. Piormente porque estão convencidos de que são portadores da mais alta moralidade e que são os campeões na defesa dos pobres e oprimidos, quando a realidade é precisamente o contrário. E ainda acharão que aqueles que não se juntam ao séqüito idiota dos comunistas é que são os tolos, na medida em que ficam excluídos das oportunidades materiais que só os militantes do partido dispõem, como empregos públicos rendosos, contratos de serviços com o Estado, verbas para ONGs e coisas do gêneros. Não percebem, os idiotas, que as benesses de agora serão tomadas e os bens mais preciosos lhes serão arrancados na primeira oportunidade, a começar pela liberdade e a vida.

Afinal, são idiotas ou não? Os idiotas são os militantes miúdos e inconscientes dispersos na multidão encharcada pela propaganda revolucionária, que nunca dispuseram de qualquer instrumento que lhes ajudassem a ter um descortino da realidade. Dito de outra forma, vivem, os idiotas, mergulhados na realidade virtual criada pelos falsos discursos e pela propaganda enganosa, que se inicia nos meios de comunicação, é aprofundada nas escolas fundamentais e de ensino médio e tem a sua conclusão coroada nas escolas de nível superior. O idiota é laureado com pompa e circunstância no reconhecimento pelo Estado de sua completa idiotice diplomada. Depois a propaganda continua a agir nos jornais, nos livros e nos discursos políticos, que os idiotas passam a repetir feitos papagaios.

Hoje em dia até mesmo denominações religiosas de seitas pentecostais, como a do Edir Macedo, foram recrutadas para fazer a propaganda enganosa da causa revolucionária. Esse “bispo” satânico deu agora para defender o aborto, a liberação das drogas e seus apaniguados que dispõem de votos estão na tropa de choque da base de apoio do governo. O povo miúdo e ignorante não tem como escapar do alçapão que virou a seita, que arregimenta milhões. E o Macedo não é o único simoníaco na conta do governo. Se a ladainha revolucionária está no rádio, na TV, na boca dos professores e na boca dos bispos, então a mentira haverá que se tornar a verdade mais auto-evidente para a gente desprotegida pela couraça do Espírito. Mas a mentira será sempre mentira.

Essa idiotia, todavia, não pode ser atribuída aos líderes partidários, aos chefes da propaganda, aos que controlam o caixa rico do partido. Eles sabem perfeitamente o que estão fazendo. Esses são os homens maus, que mais das vezes são desconhecidos do grande público, agindo nos bastidores. Só ocasionalmente esses dirigentes nas sombras dão a cara a conhecer, como aconteceu com o então obscuro Antonio Palocci, surpreendendo a todos ao assumir o Ministério da Fazenda no primeiro governo Lula, sem ter formação econômica, sem ser uma liderança política nacional, sem ostentar experiência específica para lidar com finanças. Nada! Um raio em dia de céu azul. O mesmo podemos dizer da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, que veio a substitui o todo poderoso José Dirceu. Seu melhor atributo terá sido colaborar com a guerrilha revolucionária em priscas eras.

Essa gente pratica o mal de caso pensado, com o único fito de conquistar e manter-se indefinidamente no poder. O coletivismo marxista não se sustenta nem no plano teórico e menos ainda no plano moral e eles sabem disso muito bem. Mas o discurso distributivista e supostamente libertário escrito pelos propagandistas da revolução faz dessa gente os únicos postulantes com êxito ao poder de Estado na ordem democrática. Um voto é um voto, dirão os cínicos, e uma gente idiotizada pela propaganda não haveria como escolher outros que não os mentirosos que o produziram. O apelo direto aos instintos básicos da fome e da sexualidade, ou seja, o uso deliberado da miragem da liberação da lei da escassez e das travas da moral natural, a libertinagem sem limites, mobiliza as massas infantilizadas naquilo que elas têm de mais vulnerável. Um ser humano adulto e bem formado sabe que os vícios não se confundem com virtudes e que deles só podem advir tragédia e morte, como aliás tem sido a saga em todos os lugares onde o marxismo triunfou. O discurso mentiroso mil vezes repetido toma o lugar da verdade e anestesia o senso de perigo da multidão. Depois de um certo ponto é impossível interromper o processo que transfere a esses sediciosos mentirosos todo o poder e apenas a conclusão sangrenta do mesmo poderá estanca-lo e dar um fim ao sofrimento. Aí será tarde demais e a pilha de mortos terá sido contada aos milhões. Poderíamos aqui repetir o verso de Walt Whitman, o poeta maldito: “Morte, morte, morte, morte, morte”. A morte é o mantra real desses criminosos do espírito.

Álvaro Vargas Llosa não faz essa distinção entre os condutores da multidão entorpecida e ela própria, por isso disse em entrevista que Che Guevara encarnava a própria figura do perfeito idiota latino-americano (ver http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL145499-5602,00.html). Grande engano. Che é o protótipo do dirigente revolucionário que sabia exatamente o mal que fazia. Praticava o mal por escolha. Che é Lula, é Dirceu, é Palocci, é Chávez, é Fidel, gente que vendeu a alma ao Diabo e que fará o mesmo com aqueles que estiverem no seu caminho, o povo todo junto. O peruano involuntariamente contribuiu para esconder essa realidade trágica com seus livros e sua divertida expressão.


Publicado originalmente em http://www.nivaldocordeiro.net

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Múmias temem virar pó ou porque Luis Fernado Veríssimo é um #$%@&¨##%¨#, nada mais, nada menos...

Do blog do JANER CRISTALDO

Para quem acha que esta pessoa que sempre deu ao cheiro das fezes um certo "ar de perfume", leiam esta...

Luis Fernando Verissimo, ao que tudo indica, ainda deve estar em estado de choque com a reportagem de Veja sobre os 40 anos da morte de Che Guevara. A bem da verdade, até eu estou perplexo. Pois nestas últimas quatro décadas as redações sempre esteve dominada pelas esquerdas, até mesmo em jornais tidos como de direita. A reportagem de Veja rompeu com meio século de silêncio em torno aos assassinatos do bandoleiro argentino.

Eu, no entanto, estou agradavelmente perplexo. Não é o caso de Verissimo. Em entrevista aberta à platéia, ontem, no Memorial da América Latina, o escritor analisou a mudança ideológica dos jornalistas. E desenvolveu uma bizarra teoria para explicá-la:

- Antigamente, as redações tinham máquinas de escrever. Era um barulho infernal. Tenho até uma teoria para explicar essa mudança da esquerda para a direita nas redações. Nos últimos anos, os jornais e as revistas brasileiras deram uma guinada à direita. Mas, quando comecei no jornalismo, todos nós éramos de esquerda. A gente aceitava o fato de ser direita quando era do editor pra cima. Hoje, é o contrário. Do editor pra baixo, os jornalistas preferem ser de direita. Isso tem muito a ver com a mudança das máquinas de escrever para os computadores. Como as redações eram barulhentas e agitadas, os jornalistas se identificavam mais com os trabalhadores das fábricas. Hoje, com os computadores, as redações parecem bancos. Limpas, aquele silêncio... Sei que é uma teoria meio forçada...

Ou seja, a máquina de escrever induz a uma produção de jornalismo de esquerda. Já o computador, este leva os profissionais a um pensamento de direita. Vou até dar uma achega à teoria do cronista. Vai ver que isto ocorre porque os computadores são basicamente um produto do imperialismo ianque. Provavelmente vêm com algum vírus embutido que empurra o pensamento do jornalista para a destra. Fossem os PCs um achado da finada União Soviética, provavelmente só produziriam textos de sinistra.

O mundo mudou e o cronista não viu. Com a queda do Muro, o desmoronamento da URSS e a penúria de Cuba, o comunismo virou mala-sem-alça. Antes de 90, existia ainda uma poderosa máquina publicitária que mantinha em formol um cadáver já rumo à putrefação. No Ocidente – confortavelmente distanciado daquelas tiranias – não faltavam intelectuais que faziam carreira e fortuna em cima dos “nobres ideais” do socialismo. Em verdade, os ideais não deixavam de ser nobres. Os métodos é que eram vis e tirânicos.

A massa de informações que está vindo à tona com a abertura dos arquivos de antigos países comunistas não mais permite absolver tiranos como Stalin, Lênin, Mao, Hodja, Ceaucescu, Pol Pot. Quem, há 50 anos, ousaria acusar estes assassinos de assassinos. Houve escritores corajosos, é verdade, já nos anos 30, que ousaram denunciar os crimes do stalinismo. Mas foram apedrejados pela imprensa internacional e tidos como inimigos da humanidade. Hoje, estão surgindo excelentes biografias destes ditadores e seus massacres não podem mais ser ignorados.
Verissimo se diz um gaúcho desnaturado, que não gosta de lembrar da última vez em que montou num cavalo. Antes continuasse montando cavalos e não tivesse feito carreira montado no pensamento assassino que dominou o século passado. Costumo afirmar que múmia não se dobra. Se dobrar, se esfarela. Múmias como Veríssimo, Niemeyer, Ariano Suassuna, Zuenir Ventura, Carlos Heitor Cony continuarão sempre cultuando – aberta ou secretamente – o Paizinho dos Povos. É claro que Verissimo não pode conferir razão a estes novos jornalistas, que ele qualifica como de direita. Dar-lhes razão equivaleria a afirmar: tudo o que escrevi é lixo. Um jovem ainda tem tempo pela frente para chegar a esta constatação. Um macróbio, não.

Mas a constatação do cronista é reconfortante. Como pessoa ligada aos meios de comunicação, está sentindo que sua era morreu junto com o stalinismo. Restam focos da infecção mundo afora, é verdade. Mas marxismo é bandeira que não mais se sustenta.

Os jovens que hoje escrevem nas redações de jornais, sem estarem atados a uma carreira ou obras escoradas no totalitarismo, renderam-se finalmente ao óbvio. Múmia que é múmia não se rende. Arrisca virar pó.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".