Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
Mostrando postagens com marcador barack obama. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador barack obama. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Rejeição a Obama cresce cinco pontos após polêmica racial

Fonte: ESTADÃO
domingo, 26 de julho de 2009, 19:21


Pesquisa indica que porcentagem dos americanos que desaprovam atuação do presidente subiu para 40%

Efe

WASHINGTON - Uma pesquisa divulgada neste domingo, 26, pelo instituto Rasmussen Reports indica que 40% dos americanos desaprovam fortemente a gestão do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e que apenas 29% a aprovam com entusiasmo. A avaliação negativa do democrata subiu cinco pontos percentuais desde a última pesquisa, feita de três em três dias.

"O presidente recebeu, em geral, pobres avaliações por sua resposta a uma pergunta, durante a entrevista coletiva, sobre um incidente em Cambridge no qual estiveram envolvidos um professor universitário negro e um agente policial", acrescentou o relatório. Na ocasião, Obama criticou o comportamento da polícia, mas depois se retratou.

A pesquisa publicada hoje é a primeira do instituto desde que Obama concedeu uma entrevista coletiva para explicar seu plano de reforma do sistema de saúde americano.

As atualizações que a Rasmussen Reports faz em seu índice de popularidade presidencial correspondem a entrevistas telefônicas noturnas e são compiladas a cada três dias, em média.

Em termos gerais, 49% dos entrevistados pela Rasmussen indica que "aprova pelo menos um pouco" a gestão de Obama, e 50% a desaprova "em certo grau".

Um total de "76% dos consultados vê Obama agora como "politicamente à esquerda", acrescenta o instituto. "Isto é um aumento de seis pontos percentuais em um mês, e 11 pontos desde que foi eleito" em novembro passado.

"Apesar de as pontuações de Obama terem caído no último mês, 54% dos indagados ainda creem que o presidente George W. Bush é responsável principal pelos problemas econômicos do país", acrescentou o relatório.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

A arrogância da mentira

Diário do Comércio, 30 de julho de 2009

A campanha não alega que Obama não é cidadão americano, mas apenas que ele não apresentou provas de sê-lo


Os maiores jornais brasileiros vivem da exploração da boa-fé popular e não vão parar com isso enquanto não se sentirem ameaçados por uma onda de queixas à Delegacia do Consumidor. O único atenuante que podem alegar é que a maior parte das mentiras que sai nas suas páginas vem pronta do exterior. A contribuição nacional aí consiste apenas na abstenção de qualquer exame crítico das fontes, isto é, na recusa obstinada de praticar o dever número um do jornalismo.

Isso é precisamente o que sucede no caso da matéria “Irritada, Casa Branca garante que Obama é cidadão americano”, publicada no Globo dia 27. Assinada por Ross Colvin, da Reuters, a agência mais pró-comunista do mundo Ocidental, não resiste ao mais mínimo confronto com os documentos originais que cita. É mentira do começo ao fim, coisa de um cinismo criminoso que nenhuma inépcia ou distração poderia explicar. Vejam:

1) “Um estridente grupo de teóricos da conspiração conhecido como ‘birthers’ (‘nascimentistas’) está transtornando a Casa Branca com sua persistente alegação de que Barack Obama não é cidadão norte-americano nato, e portanto seria inelegível para a Presidência."

Ninguém está transtornando a Casa Branca. A pergunta sobre a certidão de nascimento de Obama surgiu uma única vez nas conferências de imprensa da presidência, e mesmo assim não foi feita diretamente a Barack Obama, mas a seu porta-voz Robert Gibbs. Se a presidência americana se sente “transtornada” por isso, não é pelo assédio de cobranças, mas pelo conteúdo mesmo da pergunta, à qual não tem podido dar uma resposta satisfatória.

A campanha não alega que Obama não é cidadão americano, mas apenas que ele não apresentou provas de sê-lo. Em vez disto, ele já gastou aproximadamente um milhão de dólares com advogados para esquivar-se de apresentá-las, conduta que seria inexplicável se ele tivesse as provas para apresentar.

Aliás, por que rotular os membros da campanha logo de cara com expressões pejorativas, “birthers” e “teóricos da conspiração”, assumindo a rotulação como adequada, em vez de designá-los de maneira neutra e em seguida informar que seus adversários os chamam por esses pejorativos, como seria a prática normal do jornalismo? Colvin não age como jornalista, mas como relações públicas, mostrando que não está interessado em averiguar os fatos mas em atemorizar quem deseje investigá-los.

Desde a campanha eleitoral de 2008 havia quem lançasse a suspeita de que Obama, primeiro presidente negro do país, teria nascido no Quênia, e não no Havaí.

Ninguém “lançou” essa suspeita. O que houve foi que a avó de Obama afirmou ter assistido pessoalmente ao nascimento dele num hospital de Mombasa. O repórter do WorldNetDaily, Jerome Corsi, enviado ao Quênia para averiguar o assunto, foi preso pelo governo local e deportado para os EUA. Diante disso, nenhuma suspeita precisa ser “lançada”: ela surge espontaneamente em qualquer cérebro normal. Mas a grande mídia assumiu como cláusula pétrea abster-se de noticiar ou investigar esses dois fatos, preferindo, em vez disso, chamar de “teóricos da conspiração” quem quer que os mencionasse mesmo sem tirar deles qualquer conclusão quanto à nacionalidade de Obama.

A ‘certidão de nascido vivo (certification of live birth)’ de Obama, conforme a cópia divulgada na Internet, mostra que ele nasceu em Honolulu às 19h24 de 4 de agosto de 1961.

Colvin omite a informação básica de que a “certification of live birth” publicada no site de campanha de Obama não é um xerox, um arquivo computadorizado ou mesmo um traslado da sua certidão de nascimento original (‘birth certificate’), mas apenas um resumo enviado por internet, no qual faltam informações essenciais da certidão original, como o hospital de nascimento – dado que se torna tanto mais importante porque os mais fanáticos defensores de Obama se desmentem uns aos outros, citando dois hospitais diferentes.

Durante a campanha eleitoral, o Congresso investigou minuciosamente a nacionalidade de John McCain, recusando-se a fazer o mesmo com Obama. McCain teve de apresentar a certidão de nascimento original (‘birth certificate’), enquanto Obama, livre de constrangimentos, se contentava com publicar o resumo eletrônico no seu site de campanha.

A entidade apartidária FactCheck.org, ligada à Universidade da Pensilvânia, examinou, manipulou e fotografou a certidão original e concluiu que ‘atende a todos os requisitos do Departamento de Estado para conceder cidadania dos EUA’.

Mentira grossa. FactCheck não fotografou a certidão original, mas apenas a versão impressa do resumo eletrônico.

A segunda parte da frase é pura desconversa. A Constituição Americana estabelece uma diferença entre “cidadão”, que é qualquer um nascido em território americano ou aceito como imigrante, e “cidadão nativo”, nascido em território americano de pai e mãe americanos, o que com toda a evidência não é o caso de Obama (seu pai, nascido no Quênia, era súdito britânico). A mesma Constituição determina que só os “cidadãos nativos” podem ocupar a Presidência. Há controvérsias quanto à interpretação deste ponto e elas podem ser usadas como argumento em favor de Obama, mas não tem sentido alegar ao mesmo tempo que há controvérsias e que a elegibilidade de Obama não é controvertida.

O FactCheck.org também cita o fato de que os pais de Obama (ele queniano; ela norte-americana) colocaram um anúncio em um jornal local, em 13 de agosto de 1961, anunciando o nascimento do filho.

O anúncio não diz onde nasceu o menino; só informa que os Obamas tiveram um filho e que sua residência era na rua tal, número tanto, em Honolulu – informação que por si já é mentirosa porque na data do parto mamãe Obama morava e estudava em Seattle, a duas mil milhas de Honolulu.

Colvin nem de longe menciona que a certidão original não é o único documento de Obama que continua inacessível. Desde o tempo em que era candidato, o atual presidente mantém sob estrito sigilo todos os papéis equivalentes aos que seu adversário teve de exibir ao Congresso: registros escolares, teses acadêmicas, exames médicos, passaportes (inclusive o misterioso passaporte, provavelmente indonésio, com que ele conseguiu entrar no Paquistão quando ali era proibida a entrada de americanos), etc. O único documento que veio à tona, além da malfadada “certification of live birth” e da matrícula numa escola indonésia, foi um alistamento militar obviamente forjado ou então miraculoso: assinado em 1988 num formulário que só veio a ser impresso em 2008.

O que torna os documentos faltantes ainda mais necessários, e a sua ocultação ainda mais inaceitável, é o fato de que Obama tem mentido sobre sua biografia com a constância de um mitômano. Ele disse que nunca recebeu educação islâmica (os papéis da escola indonésia provam que recebeu), que nunca militou num partido socialista (logo apareceu a carteirinha), que seu pai foi pastor de cabras (nunca foi), que seu tio participou da libertação de Auschwitz (só se fosse soldado russo), etc. etc. Sua mais recente e primorosa lorota foi pronunciada na homenagem aos astronautas da Apolo-11: com a maior cara de pau, o homem disse que, como tantos outros havaianos emocionados, havia assistido pessoalmente à descida da cápsula espacial nas praias de Honolulu. O problema é que, nesse dia, ele estava na Indonésia.

Para completar, a tropa-de-choque obamista, no desespero de desviar-se de perguntas irrespondíveis, tem recorrido aos argumentos mais incongruentes para dissuadir os curiosos. Por exemplo: funcionários do Registro Civil do Havaí asseguram que têm nos seus arquivos a certidão original de Obama (não a mostram nem informam o que está escrito lá), enquanto o presidente da CNN, tentando calar as perguntas do seu âncora Lou Dobbs, afirma que a questão está superada porque não existe mais certidão original – todos os arquivos do Registro Civil Havaiano foram destruídos em 2001.

Tanto o nascimento de Obama quanto sua vida inteira são histórias mal contadas, repletas de absurdidades e contradições. O autoritarismo arrogante e cego com que o governo e a grande mídia exigem que um povo inteiro aceite essas histórias sem fazer perguntas, sob ameaça de ser acusado de extremismo de direita, já basta para mostrar que algo de muito grave – seja a nacionalidade, seja lá o que for – está sendo deliberadamente escondido.

Que a mídia nacional faça eco servilmente a essa exigência arrogante, como se cada jornalista brasileiro fosse assessor de imprensa do presidente de uma nação estrangeira, é decerto um dos episódios mais deprimentes na vida de profissionais que já mostraram, no caso do Foro de São Paulo, sua disposição solícita de vender-se barato aos interesses políticos mais vis, a um conluio abjeto de ladrões, traficantes e assassinos.


P. S. Tão logo enviei este artigo ao DC, chegou a notícia de que a Sra. Chiome Fukino, a alta funcionária do Registro Civil havaiano que afirmara ter visto a certidão original de Obama nos arquivos da repartição, agora assegura que ele nasceu mesmo em Honolulu. Como antes ela se esquivava de dar essa informação porque a lei a proibia de revelar dados do documento sem autorização do próprio Obama, não se sabe se ela decidiu violar a lei ou se recebeu o sinal verde de Obama para falar. Nesta última hipótese, o caso fica mais nebuloso ainda: por que autorizar uma entrevista sobre o documento e continuar mantendo oculto o próprio documento? Quem, ao solicitar uma carteira de motorista, apresenta, em vez da certidão de nascimento, o testemunho de alguém que jura tê-la visto?

Veja com seus próprios olhos a diferença entre uma certidão de nascimento original e o resumo publicado por Obama.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

No, we can not!

Fonte: MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA CORRUPÇÃO

Há mais de meia década os desempregados norte-americanos não levavam tanto tempo para encontrar uma nova ocupação: 171 dias, em média.


Nesta recessão, cerca de um terço dos 14 milhões de desempregados no país estão há 190 dias fora do mercado. É mais de meio ano. São os chamados "desempregados de longo prazo".

Quinze dos 50 Estados norte-americanos já apresentam nível de desemprego maior do que 10%. Somados os trabalhadores em ocupações precárias (que trabalham só três dias na semana, em média), o desemprego norte-americano sobe a 20%, um recorde absoluto. Na Califórnia, onde estourou primeiro a "bolha imobiliária", a taxa é de 25%.

Se não existe ainda muito consenso sobre se os EUA estão ou não saindo da recessão, há uma forte concordância sobre um aspecto dessa crise: serão necessários anos para que os EUA voltem a ter o chamado "pleno emprego" que marcou parte do governo Bill Clinton (1993-2001). A razão disso está no fato de empresas gigantescas terem desaparecido ou passado por forte encolhimento. Por Fernando Canzian

No primeiro caso, o exemplo mais gritante é o do setor de eletroeletrônicos. Há um ano, os EUA tinham três gigantes varejistas na área, Best Buy, Circuit City e Comp USA. Sobrou a primeira. Só a Circuit City fechou 567 lojas e demitiu 30 mil pessoas.

Outras companhias e setores também simplesmente ficaram bem menores pelo caminho. Caso de General Motors e Chrysler. Nas 3.089 revendedoras de veículos das duas montadoras que estão sendo fechadas, 190 mil empregos vão desaparecer.

A lista e os números são imensos. Da área financeira à alimentícia, dos serviços ao setor industrial. Infelizmente para os norte-americanos, eles não estão perdendo somente seus empregos. Mas continuam afundados em dívidas recordes e ainda perdem suas casas em ritmo incrível pela falta de dinheiro para pagar financiamentos adquiridos nos últimos anos.

Não por coincidência, enquanto o desemprego e o desalento entre quem procura trabalho cresce, a popularidade do presidente Barack Obama já apresenta rachaduras. Neste mês, pela primeira vez desde a posse em janeiro, a taxa de aprovação do presidente caiu abaixo de 50% em alguns Estados norte-americanos.

Na média nacional, segundo o Gallup, o descontentamento com Obama passou de 12% para 36%, um salto de 24 pontos em seis meses. Também não por acaso, o total de norte-americanos que dizem ser "insatisfatória" a situação atual da economia pulou de 29% em janeiro para 46% em julho.
Desde a posse, Obama abraçou com ímpeto várias causas e atacou diferentes fronts.

Na área econômica, tentou uma série de medidas para ajudar os bancos a se livrar dos chamados "ativos tóxicos" (produto da crise dos financiamentos imobiliários) e estancar o número absurdo de ações de despejo. Nenhuma das duas iniciativas teve o efeito esperado. Os "ativos tóxicos" continuam sentados nos bancos e 1,9 milhão de ações de despejo foram registradas no país no primeiro semestre do ano.

Mas a maior tacada de Obama foi a aprovação de um pacote de US$ 787 bilhões para investimentos públicos em dezenas de áreas. Só agora ele começa a engrenar. Mas o próprio governo reconhece que apenas 150 mil empregos foram criados ou poupados desde fevereiro por conta desses gastos. Em contrapartida, outras 2 milhões de vagas desapareceram desde então.

Na semana passada, em visita a Michigan (onde fica Detroit e as sedes de GM, Chrysler e Ford), Obama foi recebido com uma dose inédita de hostilidade nos editoriais dos principais jornais do Estado.

Como resposta, pediu "paciência". Mais de uma vez. E apontou o dedo para os republicanos de George W. Bush: "Adoro essas pessoas que ajudaram a nos meter nessa enorme confusão e que agora, de uma hora para a outra, dizem: 'Bom, essa é a economia de Obama'", discursou.

Bush é passado e Obama quis a Presidência. Escolhas e caneta agora são dele. Paciência. -
Folha



COMENTÁRIO
É a velha receita chinfrim de querer justificar a própria incompetência, culpando a “herança-maldita”. Quer dizer então que... “no, we can not”?

Pelo visto, o negócio vai ser Obama contratar institutos de pesquisa no Brasil, que fornecem resultados envolvidos em kit “teflon”.

Para complicar um pouco mais a vida de Obama, sua elegibilidade começou a ser questionada novamente; obviamente, não pela rede “Pravda” [a mídia global], mas, a história que segue abaixo está ganhando terreno.

Tudo começou com um
furo de reportagem do WorldNetDaily, divulgando imagens exclusivas de uma carta de Obama que foi publicada no portal do Hospital Kapi'olani, em Honolulu, parabenizando a instituição pelo seu aniversário de 100 anos. Nesta carta, Obama declarou ostensivamente o seu nascimento no referido hospital, ou seja, assumiu sua terra natal: Hawai. A carta foi datada de 24 de janeiro, deste ano, apenas quatro dias após a inauguração da administração do novo comandante-em-chefe.

As palavras do “chefe”
"Como um beneficiário da excelência das Kapi'olani Medical Center - o lugar do meu nascimento - Estou contente por juntar a minha voz ao coro de seus adeptos" - Obama.

O pessoal do WPD conta que, por quase seis meses, o texto da carta foi orgulhosamente exibido na página web do hospital celebrando o seu 100 º aniversário, e foi também usada como parte de uma grande campanha de angariação de recursos.

Depois que a WPD publicou as fotos, a carta foi ocultada pelo pessoal do Hospital. Mas a coisa está rendendo: a CNN fez uma reportagem na semana passada sobre o assunto - "Evidência esmagadora sobre o Certificado de Nascimento de Obama”. Você pode acessar o vídeo
aqui - Por Arthur/Gabriela

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Lou Dobbs Fill in Pilgram: "Overwhelming Evidence Obama's Birth Cert. is Real." Does Dobbs Know?

Explica, Obama, explica...




PILGRIM: Well, an Army Reserve major is again raising controversy over President Obama's place of birth. Now, the major challenged his deployment orders, claiming that President Obama wasn't born in the United States, and that renders his orders illegal.

Now, a former presidential candidate, Alan Keyes, also filed a lawsuit challenging the president's right to hold an office, and a hearing will be -- on that suit will be held on Monday.

Now, questions about the president's place of birth have been asked and answered many times since before the election, and the president's birth certificate says he was born in Hawaii. The state's Republican governor and other officials have backed that up. CNN has fully investigated the issue, found no basis for the questions about the president's birthplace, but the controversy lives on, especially on the Internet.

Joining me now is Orly Taitz, and she represents the Army major and filed the Keyes lawsuit. Former presidential candidate Alan Keyes joins us. And on the other side, John Avlon, who is a columnist for the DailyBeast.com and author of Independent Nation; and Errol Louis, columnist for the New York Daily News and a CNN contributor, also an attorney.

And so, let me, just before we start, bear with me a bit. There's overwhelming evidence that proves that his birth certificate is real, and that he was born in Honolulu on August 4, 1961. If you'll just bear with me, I'll run through a little bit of the evidence, and then we can get to this discussion. Now, the Annenberg Political Fact Check, which is a nonpartisan group, went to Chicago to view the birth certificate last year, and they released photos and this statement, "FactCheck.org staffers have now seen, touched, examined and photographed the original birth certificate. We conclude that it meets all of the requirements from the State Department for proving U.S. citizenship. Our conclusion: Obama was born in the U.S.A. just as he always has said."

The Republican governor of Hawaii, Linda Lingle, on record, she says Obama was indeed born in her state, and we should note, she did support John McCain. So, we also have a copy of the Honolulu Advertiser, the newspaper, August 13, and the Hawaii Star-Bulletin, August 14, 1961, both announcing Barack Obama's birth.

Also, October last year, the director of the Hawaii Department of Health wrote a letter, stating, "I have personally seen and verified that the Hawaii State Department of Health has Senator Obama's original birth certificate on record in accordance with state policies and procedure."

PolitiFact.com reissued their results from their investigation they conducted in June of last year, and they say, quote, "Since we published Obama's birth certificate, questions about its authenticity have been frequent and fierce. After reviewing the evidence, we are confident of our rulings."

And this is the last one; thanks for bearing with me. The White House press briefing this week, reporter from the WorldNetDaily pressed again about the birth certificate. The White House press secretary, Robert Gibbs, said this following comment:

GIBBS [video clip]: Do all of your listeners and the listeners throughout this country the service to which any journalist owes those listeners, and that is the pursuit of the noble truth, and the noble truth is that the president was born in Hawaii, a state of the United States of America.

PILGRIM: Now, Alan Keyes, you've been patient letting me get through all that, but what more do you need to be convinced?

KEYES: Some evidence. And the evidence is something that President Obama is strenuously blocking. You ask me to prove that I was born in New York City at the time and hospital I say, and I will give you a certified copy of a full birth certificate with a doctor's signature, the hospital, and everything else. I won't direct you to some photograph on the Internet and a bunch of hearsay statements that would not be accepted as evidence in any court of law.

And so the very simple question is: Why spend $800,000 to a million dollars blocking the birth certificate, blocking records at school and college that would in any way have a bearing on the question --

PILGRIM: All right, Alan --

KEYES: -- both of his birth and of his citizenship claims at various times in his life.

PILGRIM: Let me let --

KEYES: Why is he going to all this trouble if, as they say, the matter is resolved? Can't be resolved by a bunch of statements and assertions.

PILGRIM: OK, Orly, we have to keep this quicker --

TAITZ: Yes.

PILGRIM: -- but please tell me what you --

TAITZ: OK, Obama never provided his birth certificate. What he provided is certification of live birth that was issued last year that does not have the name of the doctor, does not have the name of the hospital, does not have any signatures. Do you know that Hawaii has a statute, 338, that allows foreign-born children of Hawaiian residence to get Hawaiian birth certificates? Did you know that?

PILGRIM: Errol, I would like you to respond.

LOUIS: Listen, I think -- I think what we have here is a case where under the guise of saying, well, we can't trust whether or not he should be president because we don't have the evidence, it's actually the reverse. These are folks -- and there are a number of them, and some of them are raising money, like WorldNetDaily, which is as far as I'm concerned, running a scam, where they're selling all kinds of bumper stickers and stuff like that. And I don't know what Miss Taitz is taking in the way of legal fees.

TAITZ: Excuse me, if you --

LOUIS: They're raising legal fees from across the country --

TAITZ: I'm doing this pro bono.

PILGRIM: All right.

LOUIS: -- and the reality is they don't accept --

TAITZ: It's pro bono.

LOUIS: -- they don't accept that the president is the president --

TAITZ: No, no, no, no.

LOUIS: -- and, therefore, they work backward and there will never be enough proof to satisfy them.

PILGRIM: All right, John, I have to let --

AVLON: You've offered a mountain of evidence in addition to two birth announcements. That's a pretty deep conspiracy. What we have here --

TAITZ: Can I respond to this?

AVLON: No.

PILGRIM: In just one second.

AVLON: What we have here is Obama derangement syndrome. This is pathological hatred of the president posing as patriotism.

TAITZ: This is nonsense. This is total nonsense. You have never investigated this.

AVLON: Ambassador Keyes says that President Obama has called him a radical communist.

TAITZ: This is absolutely irrelevant. Sir, this is absolutely irrelevant.

AVLON: You on your blog have repeatedly referred to the administration as Gestapo SS. Which is it? Get your story straight. Is he a Nazi or a communist? You guys are nuts.

TAITZ: You don't know what you're talking about.

PILGRIM: Orly, I have to ask you to let everyone at least have their say before you respond to it.

TAITZ: OK.

PILGRIM: I believe we're out of time, I'm sorry to say. Great discussion. Orly Taitz, Alan Keyes, Errol Louis, and John Avlon.

TAITZ: You know what, let me just mention one more thing. In order to be the president, you have to have two parents that are citizens. Obama's father was never a citizen of this country.

PILGRIM: All right.

TAITZ: He was a British citizen.

PILGRIM: Orly, we have to call it there. I'm sorry. Thank you very much -- all of you -- for joining in this very lively debate.

From the July 15 edition of United Stations Radio Networks' The Lou Dobbs Show:

DOBBS: Well, later this hour I'll be talking about the Alan Keyes lawsuit. Folks, this is something -- I have to tell you. When David -- when Major Cook, Stefan Cook -- decided to resist his deployment to Afghanistan -- we learned of it yesterday -- on the basis that Barack Obama is not legitimately president of the United States because he's not a natural-born citizen, I thought, "Here we go with the lunatic fringe. This is a bunch of quackeroos going after him."

It turns out that the Army just rescinded the deployment order to Afghanistan for the major. Alan Keyes -- we talked with his attorney -- Major Cook's, and Alan Keyes' attorney, Orly Taitz -- I mean, I've learned more here in the last day about natural-born citizenship, what documents are available for the president of the United States,and what aren't -- I mean, it's truly crazy. And I decided we'd do something on this, you know, on this show, just to get it out of the way.

But you know what? This isn't one of those things that goes away quite as easily as I -- at least I thought. I thought we were talking about a bunch of folks that were on the left, or on the right, you know, the fringe that gets a little excited about, you know, tinfoil on their heads and that sort of thing. Well, guess what, folks? There are some issues here that should be really resolved. What's really crazy about this is all the president of the United States has to do is produce a birth certificate. That's all that has to be done, and it would be over. So, we're going to be talking about that this hour. We're going to be talking with you.

As a matter of fact, I want to go to the phones right now. I want to talk to Jay in Reno, Nevada. Jay, good to have you with us on The Lou Dobbs Show.

CALLER: Hey, Lou, it's great to hear you. The reason -- there's a whole bunch of points that the media has overlooked. The only thing that the Obama people have is ridicule; they don't have answers, they just make fun of anybody who asks a question. But, you know, his birthday is coming up -- I'll point out a few things nobody mentions. His birthday is coming up in a few weeks, and everybody in the media is going to be telling us he's 48 years old. I would like to know how they know that.

DOBBS: Well, because it says that on the certification of live birth, which I have in my hands right in front of me, Jay. I have the actual document that says that this is a document certifying that there is another document.

CALLER: Shown to be fraudulent, but I'll get to that in a minute. Orly Taitz's going to tell you about that.

DOBBS: All right, but you don't have a whole bunch of time now, partner. I'm not contracted with you for a long run here. Just gotta -- gotta get to the point, if you will, Jay.

CALLER: What could be more personal than somebody's tax return? Barack Obama gladly showed his tax return on April 15, but he won't show his birth certificate. I would like to know the very simple question. Why is he spending millions of dollars in court cases all over America to prevent anyone from seeing it? His lawyers have even threatened people for even asking to see his birth certificate, not to mention all the other records that he refused to show.

DOBBS: Well, if they want to sue The Lou Dobbs Show here, if they want to sue me personally, come on down. But we're going to keep talking about this until we get some straight answers. You know, I can afford a lawyer or two myself, you know. But I really want to know what's going on. I have no idea what the real -- what the reality is here, but I'm one of those morons who, when I look at something that says "certification of live birth" on FactCheck.org, I assume it's certification of live birth, not -- you know, that's it.

FactCheck.org is a terrific website, and they do a wonderful job. But when I'm looking at a certificate of live birth that is certified to be a certification that there is another document that I haven't seen, I get a little annoyed. Especially when John McCain, born in Panama, went to all of the trouble to make certain that the solicitor general rendered an opinion and a determination that he was a natural-born citizen, so why not do the same thing for President Obama? Produce a doggone long -- so-called -- I don't even know what it a long-form birth certificate looks like -- but just produce it and be done with it. I mean, that'd satisfy you, wouldn't it, Jay?

CALLER: It certainly would, but he is going out of his way not to show that there's a reason why he won't show it. American people have a right -- the people --

DOBBS: One of our callers, Jay, by the way, pointed out a lot of people in states all over the country have to produce their birth certificates to get a driver's license, for crying out loud.

CALLER: Every single thing he's done as president, if he is not eligible, will be deemed illegal and have to be undone. What a catastrophe.

DOBBS: Yeah, well that would be a little annoying, wouldn't it?

CALLER: From spending us into oblivion with trillions of dollars that nobody should have ever spent --

DOBBS: Now, wait a minute. You know what I would really like to find out is that George Bush wasn't a natural-born citizen, because that means we could get back about $12 trillion under his authorization that went into the economy. What do you think?

CALLER: I agree, but he would show his -- you -- George Bush, me, you, and everybody else would show a birth certificate.

DOBBS: Yeah.

CALLER: This guy refuses.

DOBBS: You got it. Well, I appreciate the call, Jay, there in Reno, Nevada. We're going to take a quick break; we're going to be taking your calls, we want to hear you. What do you think? Is President Obama -- should he produce his birth certificate -- the long form, the real deal? Should he be a little more forthcoming?

One of our callers, by the way, pointed out that he didn't release -- he didn't release his medical records, either. Now isn't that interesting? And hasn't produced some other documents. What's the deal? What is the deal here? I'm starting to think we have a -- we have a document issue. Do you suppose he's un -- no, I won't even use the word undocumented. It wouldn't be right. We'll be right back.

[...]

DOBBS: Professor, I have to be honest. When we started this, going -- following the lawsuit by Major Cook, I thought, "My gosh, you know, this is crazy stuff. Let's get this, you know, get into it and get out of it, and we'll get the truth and we'll be done." This is not quite that easy, is it?

SPIRO: Well, I think it is pretty easy, actually.

DOBBS: All right.

SPIRO: I don't think there's much of a case here.

DOBBS: All right.

SPIRO: It's pretty clear that Barack Obama was born in Hawaii in 1961.

DOBBS: Right.

SPIRO: And there's absolutely no doubt that he is eligible to be president of the United States on that basis.

DOBBS: All right.

SPIRO: Now what's --

DOBBS: Now you've done that, but you know what? I've got the problem that other people looking at the only document that's available say, "Wait a minute."

SPIRO: I'm not sure what the "wait a minute" is about. I think what's fueling these theories is the counter-factual of if he had been born in Kenya, under the citizenship statute as it was then written, he would not have been a citizen at birth.

DOBBS: Right.

SPIRO: So that gives these theorists something to work with.

DOBBS: Right.

SPIRO: Even though at the threshold there's a basic factual problem with the theory.

DOBBS: All right, here's my problem as I look at it. And I respect very much the fact that, you know, you've declared him to be a, you know, a natural-born citizen. But my question is: Are you making such a judgment based on his birth certificate that we see on the Web?

SPIRO: Well, as far as I know, nobody has offered up any evidence to the contrary.

DOBBS: Correct.

SPIRO: So there's no evidence that he was born in Kenya.

DOBBS: Right.

SPIRO: And so the best evidence we have is the birth certificate, which has been attested to by various state officials and others with knowledge of what birth certificates from Hawaii look like.

DOBBS: Right.

SPIRO: So there's no reason to believe that he wasn't born in Hawaii.

DOBBS: So, you -- what you're saying is then the burden of proof rests not with the individual or the statement that he is or is not a natural-born citizen, but rather on those who would disprove that he or she is?

SPIRO: Well, I think he's supplied adequate evidence for his birth in the United States, that the burden has certainly shifted to others to prove otherwise.

DOBBS: All right. And here is part of -- you know, I'm not sure how one does that. In this case, we're talking about disproving a negative. But rather than going to the merits of this, I want to get back -- well, first of all --

SPIRO: It's not proving the negative; it's proving an allegation that he was born in Kenya.

DOBBS: No, I understand what you're saying, but I'm actually not saying that that would be the problem here. The first thing is to determine whether or not his birth certificate is valid.

SPIRO: Right.

DOBBS: And what I don't understand is why that has not been released and given over to the public record. We have a certification of live birth that doesn't have a signature or an attestment of any kind attached to it.

SPIRO: You know, I'm not an expert on Hawaiian documents, but my understanding is that this is the real thing.

DOBBS: Right. No, no, I understand the same thing, too --

SPIRO: And that, you know, at this point, the claims are fringy enough that, again, in the absence --

DOBBS: My word exactly.

SPIRO: -- in the absence of any proof to the contrary, he's satisfied any burden of proof here.

[...]

CALLER: The professor who was on is like a mouthpiece for the Obama administration.

DOBBS: Yeah, I agree --[caller] -- I gotta say. Peter Spiro, he is the foremost authority on citizenship, but I was sort of taken by the fact he declares President Obama to be a natural-born citizen without having looked at any of the real documentation that would make it so.

CALLER: That's correct. And the other thing is there have been lawsuits that have -- that they have been attempted to force the legislators and the Electoral College to validate his eligibility. And it's like you have said, there have been millions and millions of dollars spent to quash all of these lawsuits in every legitimate inquiry.

DOBBS: Yeah.

CALLER: And, you know, if it smells like a skunk, it probably is a skunk, and something doesn't smell right with all of this.

DOBBS: Well -- and the way to get rid of those odors is always just open the windows and let the sun shine in. And all we need here is a doggone document, but for some reason the president doesn't want to release that.

[...]

DOBBS: First of all, we got to figure out what's going on. You know, we heard Professor Peter Spiro, who's a professor of law at Temple. He's the foremost -- one of the country's foremost experts on citizenship. He says in his judgment that the president is a natural-born citizen. I think most of us would say, as a matter of fact, that he is a natural-born citizen until proved otherwise.

David [caller], we have no proof that he isn't a natural-born citizen, and what's really frustrating here is that he seems to be resistant to the idea of proving that he is -- that is, providing the full-form birth certificate. Why, I don't know. What do you think?

CALLER: Well, all the lawsuits that he's squashing -- it's possible, and probable, I think, that the president knows what's coming.

DOBBS: Well, you know, the way you frame that -- it is possible to say it's probable, you know, as a matter of your opinion or mine, it doesn't matter. You know, I think it's improbable, you think it's probable. The issue is we're talking about it. Wouldn't it be helpful if the president would simply set this aside? Because there's a number of callers have said on this broadcast -- you know, here is John McCain, 72 years old, running for president of the United States. He knows he was born in Panama, because his father was in the Navy and his mother was with his father in Panama, and he was born there. He sought out a ruling by the solicitor general to determine that he met the standard of natural-born citizen.

Absolutely, you know, no effort to do so on the part of Barack H. Obama. Nor, as also our callers have pointed out, this president would not release his medical records. And the national media seemed to be fine with that, whereas they probably would have eviscerated John McCain for failing to do so.

CALLER: Well, I think it's probable. And I think that he's rushing through all these programs through by whatever means because he knows, by virtue of all the lawsuits that are generated, that we the public, we the citizens of the United States, have a mission, and we don't have to wait until the votes -- the voting for 2010.

DOBBS: Well, you obviously are intent upon that. And, David, you know, we'll see if you're right. Certainly your view can't be discounted at this point, because this president refused to provide the documentation that would settle all of the controversy here. David, thank you a lot for the call from Freeport, New York.

[...]

DOBBS: There's some reason -- there's some reason that they don't want to do this. I mean, I don't know what the heck it is. But this whole -- you and I agree no matter what you believe about this other stuff -- we agree, do we not, [caller], that if we just looked down at a certificate of birth that had the signature of the doctor, the testament of the hospital, the name of the hospital, the seal, whatever, you know, that would be sufficient.

But what we've got here is a certification of live birth that says that this is evidence that another document exists somewhere at some place at some time.

[...]

CALLER: Good to hear you, Lou. I DVR your show every day; I watch it on television. I just found out you had this on your air, and I'm -- this has been an issue on the blogs for over a year now.

DOBBS: Right.

CALLER: When I first heard about it, I thought, "Oh, come on, leave this guy alone. This is the dumbest thing ever."

DOBBS: Well, it is a dumb thing. I think we have to all admit this is a dumb thing either way, because, I mean, I can't understand why the president wouldn't just move to get this stuff out of the way. Show the documents, get it done -- I mean, he -- think about it. Well, actually, when I sit here thinking about it, he did not release his medical records, did he?

CALLER: No medical records.

DOBBS: That's right.

CALLER: He spent over a billion -- million dollars to fight this. Why? McCain has shown his birth certificate. Do you realize to get my license renewed in Oregon I have to show my birth certificate?

DOBBS: You know what? This is really very interesting, isn't it? I mean, because I got to be honest with everybody. When I started looking at this and the lawsuit -- Orly Taitz his attorney, for Major Cook, when he -- you know, I thought this is kind of peculiar. But I thought we should find out what's going on because, you know, it's a lawsuit -- a major who is -- he is, by the way, a combat veteran. Some people in the media have called him a coward; they are fools for doing so. But they're fools, anyway; it isn't this one instance that makes them fools.

This is a man who should be taken seriously. There are real questions here that need to be answered. And people talk about, quote-unquote, the lunatic fringe are the only ones interested in this, and it turns out that reasonable people should be interested, and reasonable -- excuse me -- reasonable minds have to understand what's going on. And this can be dismissed with one -- the production of one simple little document, and that's a birth certificate. It's extraordinary.

CALLER: That's all we're asking for. And have you looked at the birth certificate that is online?

DOBBS: Yes, I have. I've got it in front of me, as a matter of fact.

CALLER: Look at the verbiage. Does that look like '60s verbiage for a birth certificate?

DOBBS: Sixties verbiage?

CALLER: The nationality of his father.

DOBBS: OK, under race?

CALLER: Yes.

DOBBS: Yes, African. Mother's race: Caucasian. It's peculiar, I have to say. But, you know, hell, I can tell you this, in a career in journalism and broadcasting, I've seen a lot of peculiar things that turned out to be just as true as they can be. And things that seemed as true as they ought to be were the phoniest son-of-a-guns in the world, so we'll find out. We appreciate the call, [caller]. Thank you very much.

But this is a peculiar little document, this certification of live birth that everyone is purporting to validate the president. I think there's some issues with this. I mean, it's peculiar.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Quem afirma é jornal russo

Fonte: JULIO SEVERO
6 de Julho de 2009

Obama está levando os EUA à queda no marxismo, diz ex-jornal oficial da União Soviética


Fred Lucas

(CNSNews.com) — Um comentário publicado no jornal que outrora foi o jornal oficia da União Soviética anunciou a “descida dos EUA no marxismo” citando os baixos padrões educacionais, a eleição de Barack Obama como presidente e como o governo americano assumiu o controle da General Motors.

O artigo de opinião no Pravda, um dos jornais da era soviética ainda publicados na Rússia, levava a manchete “Capitalismo americano foi-se com um leve gemido”, e foi escrito por Stanislav Mishin, que dirige o blog “Mat Rodina”.

“Como o romper de uma grande represa, a queda dos EUA no marxismo está acontecendo numa velocidade espantosa, diante de um cenário de ovelhas (isto é, pessoas) passivas e desanimadas”, escreveu Mishin.

O artigo afirma que a queda dos EUA ocorreu em três fases:

“Primeira, a população foi idiotizada por meio de um sistema educacional politizado e de baixo nível baseado na cultura popular, em vez da educação clássica. Os americanos sabem mais sobre seus dramas de TV favoritos do que os dramas do governo federal que afetam diretamente a vida deles”.

Segunda, “a fé deles em Deus foi destruída, ao ponto em que suas igrejas — dezenas de milhares de diferentes ‘vertentes e denominações’ — se tornaram na maior parte pouco melhores do que circos de domingo e seus televangelistas e mega-igrejas protestantes mais importantes ficaram mais do que felizes de vender suas almas e rebanhos a preço de banana, a fim de estarem do lado ‘vencedor’ de um ou outro político pseudo-marxista”.

O artigo também disse: “Os rebanhos americanos rejeitaram Cristo na esperança de obter poder terreno. Até mesmo nossas igrejas ortodoxas nos EUA são escandalosamente liberais”.

“O colapso final”, disse o artigo do Pravda, “ocorreu com a eleição de Barack Obama. A pressa com que ele tem feito as coisas nos últimos três meses é realmente impressionante. Seus gastos e emissão de moeda estão batendo recordes, não só na curta história dos EUA, mas também do mundo. Se a situação continuar desse jeito por mais de um ano, e não há nenhum sinal de que não continuará, na melhor das hipóteses os EUA ficarão semelhantes à República de Weimer e na pior como o Zimbábue”.

Dando detalhes sobre o controle agora dominante do governo de Obama sobre a General Motors, Mishin mencionou como o governo americano demitiu o diretor executivo da GM e a “ousadia” de Obama de declarar que ele e outro grupo de palhaços nomeados por ele e que não foram eleitos agora reestruturarão a indústria automobilística inteira e até serão a garantia das políticas automobilísticas”.

O “primeiro-ministro russo Putin, menos de dois meses atrás, avisou Obama e Tony Blair da Inglaterra, para não seguirem a rota do marxismo, pois só leva ao desastre”, disse o artigo.


Traduzido e adaptado por Julio Severo:
www.juliosevero.com.

Fonte:
CNSNews

Para ler tudo sobre Obama neste blog (do JULIO SEVERO), clique aqui.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

CEM DIAS DE OBAMA (E A GRIPE SUÍNA)

NIVALDO CORDEIRO
03 de maio de 2009

Não é a economia estúpido, a propaganda é a alma do negócio em política”, poderíamos cinicamente arremedar a frase de James Carvillemarketeiro de Bill Clinton, referindo-se ao inicio do governo de Barack Obama. Mais que arremedar, corrigir. O fator econômico só tem relevância dentro do contexto de normalidade, que defino como sendo a certeza razoável que se pode ter de haver, nos próximos meses, a repetição dos meses anteriores, sem grandes alterações e nem fatos novos que redefinam a vida cotidiana.

 

Vivemos tudo, menos isso. Os cem primeiros dias de Obama no poder foram acompanhados de problemas econômicos de toda ordem, desemprego, descontrole na oferta de moeda, bailoutsatabalhoados e uma caminhada sem paralelo histórico no rumo da estatização da economia, conforme matéria publicada no Estadão de hoje. Em resumo, nada a comemorar, tudo a lamentar. No mesmo Estadão podemos ler que em abril pela primeira vez na história os EUA perderam a liderança como parceiro comercial do Brasil, tendo a China tornado-se nosso maior mercado importador. Uma relação de causa e efeito direta da crise daquele país e das maluquices de política econômica posta em prática por Obama.

 

E, todavia, a popularidade do líder dos EUA não dá sinais de deterioração.

 

O fato novo fundamental que tivemos é o desaparecimento do frenesi propagandístico contra os EUA da esquerda militante na mídia, como por um passe de mágica. É como se a guerra no Iraque tivesse acabado, como se EUA não estivessem onde sempre estiveram. Os jornais mudaram sua pauta para uma nova agenda. O frenesi de propaganda contra Bush deu lugar a uma placidez impressionante e a uma tolerância irrestrita para com Barack Obama, cada vez mais pop star. No lugar da malhação do Judas americano apareceu toda sorte de nota apologética ao novo governante, cada vez mais retratado como um salvador do mundo.

 

Não surpreende que até tenham inventado o falso pânico da gripe suína, que mobilizou a atenção da opinião pública mundial. Claro, o preço foi matar a indústria turística do México por algum tempo. Um mero factóide, mas devastador para a economia mexicana. Fiquei com a impressão que esse fato foi explorado precisamente para desviar a atenção da opinião pública mundial para o desastroso balanço dos cem primeiro dias de Obama. Uma análise fria mostrará que seu governo tem sido um rotundo fracasso e que não se pode enfrentar a realidade com retórica vazia. Os fatos atropelam os incompetentes e os despreparados. E os mal intencionados também.

 

A propaganda só pode ser a alma do negócio por algum tempo, pois não se pode enganar a todos por todo o tempo. Essa mudança nos destinos das exportações brasileiras não é fato isolado, a China de fato tem se agigantado, ocupando o vácuo da outrora pujante economia norte-americana. Penso que essa mudança é estrutural e permanente, redefinindo o jogo de poder mundial. Enquanto os EUA não voltarem ao leito correto da economia de mercado, acabando com os privilégios de aposentados, de parasitas do Tesouro e da regulação estúpida das trocas internacionais, “protegendo” seu mercado interno, a crise só irá se agravar. Enquanto não cuidarem bem se sua própria moeda, o dólar será paulatinamente expulso do mercado mundial como meio de troca. A pirotecnia propagandista não produzirá uma realidade melhor e nem esconderá por muito tempo as mazelas. O povo americano está empobrecendo com muita rapidez.

 

Obama assumiu, mas não saiu do palanque. Vive de bravatas e frases feitas, como um Sancho Pança governando uma ilha da fantasia. A decadência americana será rápida, sob esse falso líder, esse animador de auditório, esse Chacrinha da política. Um ciclo histórico está sendo concluído.


quarta-feira, 22 de abril de 2009

Paranóia esquerdista: Governo de Obama classifica de “potenciais terroristas” pessoas que são contra o aborto

JULIO SEVERO
22 de Abril de 2009

Mal entrou no poder, com suas idéias de aborto e jorrando dinheiro de impostos americanos para financiar a promoção mundial do aborto, Obama já mostra que não está disposto a tolerar opiniões diferentes.

Qual o governante que não sonha em amedrontar e silenciar a oposição? Obama achou a solução ideal para esse incômodo: Classificar de “terrorista” quem se opõe ao aborto.

Bush nunca teve tal inspiração. Durante seu governo, os defensores do aborto, que eram seus inimigos atrozes, o criticavam por todo e nenhum motivo. Mesmo assim, ele nunca pensou em usar medidas anti-terrorismo para perseguir seus inimigos amantes do aborto.

Para Bush, governar com tal oposição era a essência da democracia. Ele, que era contra o aborto, sabia conviver com quem era a favor.

Mas Obama não teve aulas para esse tipo de convivência. Para ele, governar com uma oposição que não aceita o aborto é… intolerável.

Sob o governo de Obama, oposição ao aborto é problema de segurança nacional

Para resolver esse problema, o Ministério de Segurança Nacional (Department of Homeland Security) elaborou um relatório que está sendo distribuído para agentes de polícia em todo o território americano. Esse relatório tem como alvo a oposição ao aborto, entre outros pontos de vista conservadores, como sintomas de “extremismo direitista potencialmente violento”.

O documento de nove páginas, intitutado “Extremismo de Direita: Presente Clima Econômico e Político Incentivando o Ressurgimento em Radicalização e Recutamento”, coloca como ameaça terrorista os “grupos e indivíduos que são dedicados a uma única questão, tal com a oposição ao aborto”.

O documento afirma que tais grupos têm “explorado uma variedade de questões sociais e temas políticos para aumentar a visibilidade do grupo e recrutar novos membros”, inclusive a “exploração de questões sociais como o aborto e o casamento homossexual”.

A ministra Janet Napolitano, do Ministério de Segurança Nacional, já era conhecida como extrema defensora do aborto muito antes de participar do governo de Obama. Quando era governadora do Arizona, Napolitano vetou vários projetos de lei contrários ao aborto, inclusive uma proibição ao aborto feito na época do nascimento e um projeto de lei que protege os direitos de consciência de farmacêuticos que não querem distribuir ou vender produtos abortivos.

“É preocupante que aqueles que elaboraram o relatório consideram como potenciais terroristas as pessoas que querem proteger a vida inocente de mortes violentas”, disse Wendy Wright, presidente de Concerned Women of America (CWA), grupo evangélico americano de 400.000 membros que luta contra o aborto, o casamento gay, etc. “Se as pessoas pró-vida são cegamente rotuladas de ‘grupo suspeito’, então o Ministério de Segurança Nacional pode estar preparando o terreno para ações mais sérias contra nós”, completou Wright.

A diferença entre o “anticristo” e o “messias”

Os tiranos e os ditadores detestam críticas e não medem esforços para suprimi-las. Bush demonstrou, durante vários anos, paciência extraordinária, enquanto seus opositores nos EUA e ao redor do mundo não lhe poupavam um minuto de ataques. Até mesmo a revista evangélica Ultimato, que nunca publicou uma única matéria de capa sobre Lula e sua corrupção, já teve um longo artigo de capa contra Bush, inclusive vários outros textos repetindo as rotineiras acusações dos papagaios esquerdistas: Bush é mentiroso.

O longo artigo anti-Bush da Ultimato foi escrito pelo fanático esquerdista Paul Freston, que por muitos anos admirou e lutou pelo PT. Há esperança deUltimato, ou outra revista brasileira, publicar agora um longo artigo de capa criticando Obama por seu apoio alucinado ao aborto? Dificilmente. Sua objetividade e imparcialidade jornalística são só da boca para fora. Sua configuração ideológica de fábrica os manda cegamente apoiar a esquerda e atacar tudo o que é contrário à agenda esquedista.

Ao contrário de Bush, que só recebeu críticas, sendo considerado o “anticristo” por cristãos liberais, Obama é o “messias” dos esquerdistas ateus e cristãos, só recebendo elogios desde o começo de sua campanha presidencial. E no que depender dele e de sua grande amiga imprensa, quem não se prostrar diante da onda de louvores obâmicos terá de enfrentar a acusação de terrorista.

Se Bush tivesse tentado igualmente rotular os defensores do aborto de “potenciais terroristas” — e é difícil imaginar que aqueles que são capazes de destruir crianças inocentes sejam melhores do que terroristas —, a mídia esquerdista internacional nunca o perdoaria, chamando-o de “ditador” e exigindo imediatamente seu impeachment. Mas o “messias” Obama pode fazer tudo isso e muito mais sem nunca precisar se preocupar com a oposição da sua amiga imprensa, sem que os “defensores” da livre expressão dêem um pio sequer.

Aliás, são exatamente os esquerdistas que se julgam os maiores defensores da liberdade de expressão — de si mesmos, é claro. Mas, com sua vida e governo, foi Bush quem demonstrou verdadeiro e incrível respeito ao direito de livre expressão.

Os terroristas são bons e os bons são terroristas

Com sua nova medida anti-terrorismo que visa os opositores do aborto, Obama, como esquerdista convicto, está demonstrando o que o direito de livre expressão significa para os próprios esquerdistas e para o restante dos cidadãos que ousa pensar e se expressar de maneira livre e democrática.

Essa medida de Obama é digna de Hugo Chavez e Evo Morales. Por falar neles, Obama os cumprimentou na semana passada.

Quando os maus são cumprimentados como se fossem bons, os verdadeiramente bons é que acabam sendo tratados como maus.

É de estranhar então que cristãos pacíficos que defendem o direito à vida de inocentes bebês em gestação estejam sendo rotulados como potenciais terroristas? É a paranóia esquerdista, com sua habitual desonestidade e intolerância, impondo a inversão da realidade.

Com contribuição de LifeSiteNews.

Fonte: www.juliosevero.com

Tortura e morte no governo de Obama? Só para os inocentes

Obama e o aborto

O primeiro ato de Obama como presidente

O que esperar de Barack Obama?

Obama como presidente dos EUA: Quem ganha, quem perde

Para ler mais sobre a revista Ultimato e sua obsessão com Bush:

Cindy Sheehan e a revista Ultimato

Pregando muito mais do que o Evangelho: a teimosia esquerdista da Ultimato

O veredicto da Ultimato: “Bush mentiu”

Na Mira do Preconceito: revista Ultimato critica evangélicos conservadores dos EUA

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".