Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
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quinta-feira, 19 de março de 2009

Chávez tentou derrubar Raul Castro

ÉPOCA
19/03/2009

Segundo ex-ministro do Exterior do México, que escreveu artigo para a Newsweek, plano teria sido frustrado pelo expurgo realizado no início do mês por Raúl, que afastou do poder Carlos Lage e Felipe Pérez Roque, duas figuras muito próximas a seu irmão mais velho, Fidel

REDAÇÃO ÉPOCA
Arquivo
GOLPE 
Chávez (à dir.) teria recuado ao ser confrontado por Raúl (à esq.) e Fidel








O ex-ministro das Relações Exteriores do México Jorge Castañeda, que se tornou um importante articulista de temas latino-americanos, escreveu um texto para a revista americana Newsweek afirmando que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, esteve envolvido em uma tentativa de golpe para derrubar Raúl Castro da Presidência de Cuba. O plano teria sido frustrado pelo expurgo realizado no início do mês por Raúl, que afastou do poder Carlos Lage e Felipe Pérez Roque, duas figuras muito próximas a seu irmão mais velho, Fidel. 

Segundo Castañeda, Cuba passa por um momento semelhante ao vivido pela União Soviética em 1953, quando o ditador Joseph Stalin morreu – ninguém sabe o que está ocorrendo na disputa pelo poder da ilha. Ainda assim, escreve Castañeda, “há sólidas razões para acreditar que Lage e Pérez Roque e os outros dez expurgados estavam envolvidos em uma conspiração para tirar Raúl Castro do poder, e que, na empreitada, recrutaram – ou foram recrutados – pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez”. O mexicano afirma ainda que Chávez tentou atrair para o plano outros líderes latino-americanos, como o presidente da República Dominicana, Leonel Fernández, que se recusou a participar do golpe. 



O objetivo de Lage, Pérez Roque e outros conspiradores era impedir o que consideram “a traição da revolução” que está sendo promovida por Raúl. Para eles, diz Castañeda, o irmão mais jovem de Fidel está se sentindo ameaçado pela reação do povo cubano às “privações sociais e econômicas excessivas” e vê como único caminho para manter o controle do país a realização de reformas políticas e econômicas que ajudem a normalizar a relação com os Estados Unidos. Se Raúl fizer isso, pensam os revolucionários de acordo com Castañeda, será o “começo do fim da revolução”. 


A história contada na Newsweek ganha ares de filme de ação quando Raúl descobre, por meio do serviço de inteligência militar cubano, o golpe para tirá-lo do poder. Com as evidências em mãos, Raúl vai a Fidel e pede para o irmão escolher de qual lado ficará. Decepcionado com Lage e Felipe Pérez Roque, Fidel ficou com o irmão, e convocou Hugo Chávez a Havana. Na ilha, Chávez recebeu duas opções: desistir do golpe e manter o apoio econômico a Cuba, ou perder o apoio do aparato de inteligência cubano, que ajuda o venezuelano a se proteger de golpes e tentativas de assassinato. Ele escolheu ficar com a família Castro.


Castañeda encerra o texto lembrando que líderes como os soviéticos Lenin, Stálin e o chinês Mao Tse-Tung não conseguiram guiar suas sucessões antes da morte, o que Fidel pode fazer. Para isso, no entanto, Raúl Castro terá que agir rápido para reaproximar a ilha dos Estados Unidos, aliviando a precária situação do povo cubano. Caso contrário, quando Fidel morrer, o humilde, jovem e popular Pérez Roque pode reclamar o título de “herdeiro natural” de Fidel e tentar assumir o poder na ilha.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Cabeças rolam em Havana, desconcertando os “especialistas em Cuba”

MÍDIA A MAIS
por Humberto Fontova em 18 de março de 2009

Raúl e Fidel Castro: poder dos velhos ditadores stalinistas continua intocado em Cuba

Na exata semana em que Obama propunha aconchegar-se a Castro ao eliminar algumas sanções comerciais e restrições de viagens, a maior remexida política dos últimos vinte anos agitou ruidosamente o regime de Cuba. Na semana passada, Raúl Castro expurgou quase vinte altos funcionários do regime. O mais proeminente entre os expurgados era o mais jovem e o mais inclinado a reformas (isto é, tal como essas coisas são medidas dentro dos limites de um regime stalinista); e todos eles foram substituídos por septuagenários stalinistas linha dura, com carreiras militares e na polícia secreta.

As provisões de fundos do ramo de oliveira oferecido por Obama a Castro já estão embutidas no seu projeto de lei referente a gastos no valor de US$410 bilhões, e que aguarda ser votado nesta semana. Em grande medida, as provisões são resultado de recomendações contidas num recente “Relatório ao Comitê de Relações Exteriores” [Report to the Committee on Foreign Relations], intitulado “Mudando as Diretrizes para Cuba” e entusiasticamente endossado pelo membro mais graduado daquele comitê, o Senador Republicano Richard Lugar.

Estão ocorrendo evoluções positivas em Cuba”, diz o relatório de Lugar, composto depois que alguns membros de sua assessoria se encontraram com altos funcionários stalinistas cubanos. “Está claro que as recentes mudanças na liderança (cubana) criaram uma oportunidade para os Estados Unidos reavaliarem um relacionamento complexo, marcado por equívocos, suspeição e hostilidade aberta”, declara ainda o relatório do comitê publicado em 24 de fevereiro.

O senador Lugar, tal como deixou patente o expurgo da semana passada, estava incorrigivelmente mal orientado.
 
Em perfeita sintonia com a natureza stalinista do regime cubano – especialmente em sintonia com o governo de Raúl Castro (Raúl trabalhou sob a supervisão de um controlador da KGB desde 1953) – os mais proeminentes dentre os expurgados (Carlos Lage, 56 anos, vice-presidente do Conselho de Estado, e Felipe Roque, 45 anos, Ministro do Exterior) assinaram confissões aparentemente plagiadas dos modelos usados por Zinoviev, Kamenev e Bukharin em 1936 [1].
 
O assassino de Trotsky, Ramon Mercader, a propósito, serviu como “inspetor de prisões” de Cuba nos anos 1960 e foi uma das companhias favoritas, tanto de Raúl Castro, quanto de Che Guevara. Foi enterrado com honras num cemitério de Havana em 1978. Esse túmulo, porém, parece não figurar entre os lugares de visitação mais populares para os 2,4 milhões de turistas canadenses e europeus que visitam Cuba anualmente, e cujos gastos na ilha, estimados em US$2,5 bilhões anuais durante os últimos quinze anos, fornecem o sangue vital para o regime de Castro.
 
Raúl e seus camaradas militares cubanos são donos da maior parte da indústria de turismo de Cuba. O projeto de lei de Obama permite que turistas americanos participem da trama de Raúl e enriqueçam ainda mais o seu regime, enquanto a sua polícia mantém afastados, à base de cassetetes e baionetas, todos os cubanos “não autorizados” que ousem chegar muito perto das cintilantes instalações para turistas.
 
O raciocínio de Obama parece ser o de premiar e enriquecer os muito bem armados – e treinados pela KGB – guardiões do status quo stalinista de Cuba, e magicamente convertê-los em instantâneos opositores do status quo stalinista cubano.
 
Espantosamente, essa linha de raciocínio não consegue convencer aqueles que tiveram experiências de primeira-mão sob o regime cubano. As evidências pouco importam. Como já disse, por quase todos os últimos quinze anos, quase dez vezes mais turistas visitaram Cuba a cada ano do que durante os anos 1950, quando Cuba era então rotulada de “parque de diversões turístico”. Ainda assim, Cuba é tão stalinista hoje quanto o era em 1965. Qualquer gota de moeda estrangeira que chegue aos súditos do regime stalinista (principalmente através da prostituição) é sobrepujada milhares de vezes pelos milhões que entram nos cofres do regime. E nem tudo lá permanece. De acordo com desertores militares de alto escalão, muito desse dinheiro rapidamente acaba indo parar na Espanha e na Suíça.
 
Tal como mencionado na semana passada, os poucos apparatchiks mais jovens e mais flexíveis que galgaram posições no regime foram todos expurgados e substituídos por apparatchiks que já ocupavam postos em 1965. Não procure por isso na grande mídia, mas expurgos semelhantes “re-stalinizaram” o regime cubano pelo menos uma vez a cada década, desde 1959 – e continuarão a acontecer enquanto Fidel e Raúl permanecerem vivos.
 
Se as fontes da grande mídia e do governo americano parecem encabuladas ou completamente mudas no que diz respeito ao último expurgo promovido por Raúl, há uma razão óbvia para isso. Esses órgãos, junto com seus think tanks de estimação e os “especialistas em Cuba” das universidades, nos quais eles confiam para lhes fornecer orientação, temas de conversa e frases de efeito, estão todos compartilhando chapéus-de-burro que já se elevam acima do Monumento a Washington [o famoso obelisco na capital americana, com aprox. 170m de altura]. Chapéus-de-burro particularmente altos coroam o Comitê de Relações Exteriores do Senado, especialmente o seu presidente, o Senador Richard Lugar.
 

Carlos Lage: stalinista mais jovem vitimado pelo expurgo promovido pelos stalinistas mais velhos, ao estilo dos processos de Moscou

Desde a “aposentadoria” de Fidel Castro, em julho de 2006, o nome do recém expurgado Carlos Lage tornou-se um verdadeiro mantra na grande mídia e na academia quando se referiam a Cuba. Ele é um jovem tecnocrata (e não um militar) e um “reformista” da economia, era o que nos asseguravam.
 
Comecemos com um programa no Marketplace da American Public Radio, em 18 de janeiro de 2008:
 
Em março (2008), a Assembléia Nacional de Cuba irá nomear o presidente de Cuba e os especialistas em Cuba predizem, uniformemente, que, pela primeira vez em cinquenta anos, o presidente cubano não será um Castro. Então, quem será ele?”.
 
Será Carlos Lage… Esta é a vez em que a liderança cubana move-se na direção de uma mudança de geração”. (Phil Peters, o frequentemente citado “especialista em Cuba” do Lexington Institute, baseado em Washington, DC)
 
Agora, a prestigiosa BBC, em 21 de fevereiro de 2008:
 
Carlos Lage já é uma espécie de primeiro-ministro de fato... a nova marca cubana será pragmática e flexível”. (Brian Latell é ex-chefe da divisão cubana da CIA e autor de After Fidel: Raul Castro And the Future of Cuba's Revolution [Depois de Fidel: Raúl Castro e o Futuro da Revolução Cubana]).
 
E agora, no Miami Herald, em 02 de fevereiro de 2007:
 
Carlos Lage é a chave em tudo isso. Lage quer ir adiante com as reformas econômicas... Raúl assume e o faz seu braço direito”. (Wayne Smith foi o chefe da missão diplomática americana em Havana no governo do Pres. Jimmy Carter e é diretor do Cuba Program, do Center for International Policy).
 
Mais um giro, agora para o New York Times de 21 de fevereiro de 2008:
 
Fidel e Raúl Castro disseram, em meses recentes, que eles têm uma obrigação não apenas de liderar, mas também de ceder seus lugares a uma geração mais jovem de líderes. No topo da lista de possíveis candidatos a dividir o poder com Raúl Castro ou a tornar-se vice-presidente está Carlos Lage”. (Julia Sweig é especialista em Cuba do Council on Foreign Relations – CFR).
 
Agora, uma olhada na CNN News, em 19 de fevereiro de 2008:
 
Castro está saindo em seus próprios termos, assegurando uma transição suave para o seu irmão e para uma geração mais jovem na liderança de Cuba... tal como o vice-presidente Carlos Lage”. (Peter Kornbluh é analista sênior do National Security Archive, da George Washington University).
 
Um recente samizdat [2] vindo de Cuba relata que, após sua demissão, Carlos Lage permamence sob uma forma de prisão domiciliar em Havana. Aqui está uma parte de sua “confissão”, publicada em Cuba em três de março:
 
Compañero Raúl:
 
Eu reconheço e assumo toda a responsabilidade pelos meus erros. Minha expulsão foi muito justa. Esteja certo de que eu sempre servirei a revolução e sempre permanecerei fiel ao Partido Comunista, a Fidel e a você.
 
Fraternalmente, Carlos Lage Davila”.
 
E, finalmente, uma olhada no Human Events de 21 de fevereiro de 2008:
 
Raúl Castro, a despeito de tudo que vocês estão lendo na grande mídia e ouvindo de seus ‘especialistas’ favoritos, não será aquele que irá perturbar os planos cubanos. Por que os militares cubanos – os barões ladrões de Cuba— iriam, voluntariamente, perturbar seus próprios planos? Nenhum desses ‘especialistas em Cuba’ fornece uma pista. Quanto ao futuro imediato de Cuba, com um coração (muito) pesado, emprestarei um verso dos Talking Heads [3]: ‘Igual ao que sempre foi’”.
 
Publicado originalmente em American Thinker em 10/03/2009.
 
Tradução: Henrique Paul Dmyterko
  

 [1] NT: O autor se refere aos mais conhecidos personagens dos infames Processos de Moscou, farsas públicas montadas por Stalin, onde os acusados, seus ex-aliados na luta intestina pelo poder, invariavelmente acabavam por confessar aquilo que não tinham feito. Foram todos executados.

 
[2] NT: Um samizdat é uma publicação clandestina, quer de literatura, de panfletos políticos ou noticiosos, com origem na antiga URSS.
 
[3] NT: Em tradução literal, cabeças falantes. Nome de um grupo de música pop, mas que faz jogo de palavras com o título original desde artigo: Heads Roll in Havana.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

O REGIME CARIDOSO DE RAÚL CASTRO, O CONVIDADO DE LULA. MOBILIZE-SE!

REINALDO AZEVEDO





Com vocês sabem, o facinoroso Raúl Castro, ditador de Cuba, será recebido com pompa por Luiz Inácio Lula da Silva no dias 26 e 27 de dezembro, em Salvador. Ele participará da cúpula (!?) da América Latina e do Caribe sobre integração e desenvolvimento. Reunião em que Raúl é recebido como pessoa respeitável está desmoralizada de saída. É um ditador desprezível. Na tirania que comanda, substituindo Fidel, o irmão moribundo que o diabo insiste em recusar, a divergência política é punida com a masmorra e, se preciso, com a morte sem julgamento. A “revolução” tem “autoridade”, acreditem, para execuções sumárias.

E o que vocês vêem acima é uma delas. Na primeira foto, o capitão Garcia Olayón é fuzilado em Santa Clara, que estava sob o comando de Che Guevara, o Porco Fedorento. Depois, um dos líderes revolucionários, René Rodriguez Cruz, arremata a obra com tiro na cabeça da vítima. Reparem o ar de compenetrado progressismo do assassino.

Enviem mensagens para o Movimento Nacional pelos Direitos Humanos repudiando a presença do assassino Raúl Castro em solo brasileiro. O e-mail é este: mndh@mndh.org.br.

O Porco
Como vocês sabem, o diretor Steven Soderbergh fez dois longas metragens sobre a vida de Che Guevara, interpretado pelo ator Benício Del Toro, que andou falando bobagens pelos cotovelos a respeito da personagem — a da vida real. Bem, para que não se esqueça a obra desse valente, realizada em conjunto com Fidel e Raúl, cumpre lembrar os milhares de mortos e exilados da dita “revolução”. Mas quero “homenagear” os filmes com a lista de pessoas que Guevara executou pessoalmente ou que foram mortas sob o seu comando direto:

Executados pessoalmente por Che em Sierra Maestra entre 1957 e 1958:
1. Aristio - 10-57
2. Manuel Capitán - 1957
3. Juan Chang - 9-57
4. “Bisco” Echevarría Martínez - 8-57
5. Eutimio Guerra - 2-18-57
6. Dionisio Lebrigio - 9-57
7. Juan Lebrigio - 9-57
8. El ” Negro ” Napoles- 2-18-57
9. “Chicho ” Osorio - 1-17-57
10. Un maestro no identificado (“El Maestro”) - 9-57
11-12. Dos hermanos, espías del grupo de Masferrer -9-57
13-14 Dos campesinos no identificados-4-57

Executados pessoalmente por Che ou sob suas ordens durante seu breve comando em Santa Clara (entre os dias 1º e 3 de Janeiro de 1959)
1. Ramón Alba - 1-3-59**
2. José Barroso- 1-59
3. Joaquín Casillas Lumpuy - 1-2-59**
4. Félix Cruz - 1-1-59
5. Alejandro García Olayón - 1-31-59**
6. Héctor Mirabal - 1-59
7. J. Mirabal- 1-59
8. Felix Montano - 1-59
9. Cornelio Rojas - 1-7-59**
10. Vilalla - 1-59
11. Domingo Alvarez Martínez 1-4-59**
12. Cano del Prieto -1-7-59**
13. José Fernández Martínez-1-2-59
14. José Grizel Segura-1-7-59** ( Manacas)
15. Arturo Pérez Pérez-1-24-59**
16. Ricardo Rodríguez Pérez-1-11-59**
17. Francisco Rosell -1-11-59
18. Ignacio Rosell Leyva -1-11-59
19. Antonio Ruíz Beltrán -1-11-59
20. Ramón Santos García-1-12-59
21. Pedro SocarrásS-1-12-59**
22. Manuel Valdés – 1-59
23. Tace José Veláquez -12-59**
**Che ordenou a pena de morte antes de deixar Santa Clara

Execuções documentadas na prisão Fortaleza de la Cabaña, sob o comando de Che, entre 3 de Janeiro e 26 de novembro de 1959
1. Vilau Abreu - 7-3-59
2. Humberto Aguiar - 1959
3. Garmán Aguirre - 1959
4. Pelayo Alayón - 2-59
5. José Luis Alfaro Sierra - 7-1-59
6. Pedro Alfaro - 7-25-59
7. Mriano Alonso - 7-1-59
8. José Alvaro - 3-1-59
9. Alvaro Anguieira Suárez – 1-4-59
10. Aniella - 1959
11. Mario Ares Polo- 1-2-59
12. José Ramón Bacallao - 12-23-59**
13. Severino Barrios - 12-9-59**
14. Eugenio Bécquer - 9-29-59
15. Francisco Bécquer - 7-2-59
16. Ramón Biscet– 7-5-59
17. Roberto Calzadilla - 1959
18. Eufemio Cano - 4-59
19. Juan Capote Fiallo - 5-1-59
20. Antonio Carralero - 2-4-59
21. Gertrudis Castellanos - 5-7-59
22. José Castaño Quevedo - 3-6-59.
23. Raúl Castaño - 5-30-59
24. Eufemio Chala - 12-16-59**
25. José Chamace - 10-15-59
26. José Chamizo - 3-59
27. Raúl Clausell - 1-28-59
28. Angel Clausell - 1-18-59
29. Demetrio Clausell - 1-2-59
30. José Clausell-1-29-59
31. Eloy Contreras- 1-18-59
32. Alberto Corbo - 12-7-59**
33. Emilio Cruz Pérez - 12-7-59**
34. Orestes Cruz – 1959
35. Adalberto Cuevas – 7-2-59**
36. Cuni - 1959
37. Antonio de Beche - 1-5-59
38. Mateo Delgado-12-4-59
39. Armando Delgado - 1-29-59
40. Ramón Despaigne - 1959
41. José Díaz Cabezas 7-30-59
42. Fidel Díaz Marquina – 4-9-59
43. Antonio Duarte - 7-2-59
44. Ramón Fernández Ojeda - 5-29-59
45. Rudy Fernández - 7-30-59
46. Ferrán Alfonso - 1-12-59
47. Salvador Ferrero - 6-29-59
48. Victor Figueredo - 1-59
49. Eduardo Forte - 3-20-59
50. Ugarde Galán - 1959
51. Rafael García Muñiz - 1-20-59
52. Adalberto García 6-6-59
53. Alberto García - 6-6-59
54. Jacinto García - 9-8-59
55. Evelio Gaspar - 12-4-59**
56. Armada Gil y Diez y Diez Cabezas- 12-4-59**
57. José González Malagón - 7-2-59
58. Evaristo Benerio González - 11-14-59
59. Ezequiel González-59
60. Secundino González - 1959
61. Ricardo Luis Grao – 2-3-59
62. Ricardo José Grau - 7-59
63. Oscar Guerra – 3-9-59
64. Julián Hernádez -2-9-59
65. Francisco Hernández Leyva – 4-15-59
66. Antonio Hernández - 2-14-59
67. Gerardo Hernández - 7-26-59
68. Olegario Hernández - 4-23-59
69. Secundino Hernández - 1-59
70. Rodolfo Hernández Falcón – 1-9-59
71. Raúl Herrera -2-18-59
72. Jesús Insua-7-30-59
73. Enrique Izquierdo- 7-3-- 59
74. Silvino Junco – 11-15-59
75. Enrique La Rosa- 1959
76. Bonifacio Lasaparla- 1959
77. Jesús Lazo Otaño -1959
78. Ariel Lima Lago – 8-1-59- (Menor)
79. René López Vidal -7-3-59
80. Armando Mas – 2-17-59
81. Ornelio Mata- 1-30-59
82. Evelio Mata Rodriguez- 2-8-59
83. Elpidio Mederos -1-9-59
84. José Medina -5-17-59
85. José Mesa 7-23-59
86. Fidel Mesquía Díaz 7-11-59
87. Juan Manuel Milián - 1959
88. Jose Milián Pérez – 4-3-59
89. Francisco Mirabal – 5-29-59
90. Luis Mirabal - 1959
91. Ernesto Morales - 1959
92. Pedro Morejón – 3-59
93. Carlos Muñoz M.D.- 1959
94. César Nicolardes Rojas- 1-7-59
95. Víctor Nicolardes Rojas- 1-7-59
96. José Nuñez – 3-59
97. Viterbo O’Reilly – 2-27-59
98. Félix Oviedo – 7-21-59
99. Manuel Paneque – 8-16-59
100. Pedro Pedroso – 12-1-59**
101. Diego Pérez Cuesta - 1959
102. Juan Pérez Hernández – 5-29-59
103. Diego Pérez Crela - 4-3-59
104. José Pozo – 1-59
105. Emilio Puebla – 4-30-59
106. Alfredo Pupo – 5-29-59
107. Secundino Ramírez – 4-2-59
108. Ramón Ramos - 4-23-59
109. Pablo Ravelo Jr. – 9-15-59
110. Rubén Rey Alberola – 2-27-59
111. Mario Risquelme – 1-29-59
112. Fernando Rivera – 10-8-59
113. Pablo Rivero- 5-59
114. Manuel Rodríguez – 3-1-59
115. Marcos Rodríguez -7-31-59
116. Nemesio Rodríguez – 7-30-59
117. Pablo Rodriguez – 10-1-59
118. Ricardo Rodriguez – 5-29-59
119. Olegario Rodriguez Fernández-4-23-59
120. José Saldara – 11-9-59
121. Pedro Santana – 2-59
122. Sergio Sierra – 1-9-59
123. Juan Silva – 8-59
124. Fausto Silva – 1-29-59
125. Elpidio Soler- 11-8-59
126. Jseús Sosa Blanco – 2-8-59
127. Renato Sosa- 6-28-59
128. Sergio Sosa – 8-20-59
129. Pedro Soto – 3-20-59
130. Oscar Suárez – 4-30-59
131. Rafael Tarrago – 2-18-59
132. Teodoro Tellez Cisneros- 1-3-59
133. Francisco Tellez-1-3-59
134. José Tin- 1-12-59
135. Francisco Travieso -1959
136. Leonrardo Trujillo – 2-27-59
137. Trujillo - 1959
138. Lupe Valdéz Barbosa – 3-22-59
139. Marcelino Valdéz – 7-21-59
140. Antonio Valentín – 3-22-59
141. Manuel Vázquez-3-22-59
142. Sergio Vázquez-5-29-59
143. Verdecia - 1959
144. Dámaso Zayas -7-23-59
145. José Alvarado -4-22-59
146. Leonoardo Baró- 1-12-59
147. Raúl Concepción Lima - 1959
148. Eladio Caro – 1-4-59
149. Carpintor - 1959
150. Carlos Corvo Martíenz - 1959
151. Juan Guillermo Cossío - 1959
152. Corporal Ortega – 7-11-59
153. Juan Manuel Prieto - 1959
154. Antonio Valdéz Mena – 5-11-59
155. Esteban Lastra – 1-59
156. Juan Felipe Cruz Serafín-6-59**
157. Bonifacio Grasso – 7-59
158. Feliciano Almenares – 12-8-59
159. Antonio Blanco Navarro – 12-10-59**
160. Albeto Carola – 6-5-59
161. Evaristo Guerra- 2-8-59
162. Cristobal Martínez – 1-16-59
163. Pedro Rodríguez – 1-10-59
164. Francisco Trujillo- 2-18-59
** Che ordenou a execução, mas ela se efetivou depois que ele havia deixado o comando
New Yor Times da época noticiou outras 15 execuções, mas se desconhecem os nomes das vítimas. Cuba, no entanto, é um país amigo dos revanchistas brasileiros, como sabem.

Estas informações estão no livro Cuba: El costo humano de la revolución social, de Armando Armando Lago e no Archivo cuba: www.CubaArchive.org, uma iniciativa da FREE SOCIETY PROJECT Autoriza-se sua reprodução desde que se informe a procedência

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

O maior assassino em massa da América Latina vem aí

REINALDO AZEVEDO
31/10/2008

Reinaldo fala de seu blog: 
BEM PERTO DE UMA SOLUÇÃO
Não havendo imprevistos, estamos bem perto de uma solução para o blog, sem os problemas que hoje nos atormentam. Por enquanto:
- Ainda no Plano B;
- Sistema RSS não está funcionando;
- Os posts escritos de sábado, dia 11, a esta data não constam do arquivo, organizado por datas (à esq.);
- O número que indica quantidade de comentários postados não tem atualização automática; - Os posts têm sempre o mesmo endereço


Os filocubanos Tarso Genro e Paulo Vannuchi querem revogar a Lei da Anistia no Brasil — mas apenas para aqueles que consideram seus inimigos, como está demonstrado. Pois bem. A manifestação mais virulenta da dupla se tornou pública ontem, num confronto com a Advocacia Geral da União. E ontem foi um dia especial porque Lulovsky Apedeutakoba esteve com o facínora Raúl Castro, o braço operativo e homicida do irmão, Fidel Castro.

Lula quer que o Brasil e os brasileiros invistam maciçamente na ilha. Ou aquilo ainda acaba virando uma democracia...

Cuba, vocês sabem, é uma ilha dividida em duas prisões: uma com comida — em Guantánamo — e outra sem comida: a de Fidel e Raúl Castro. Há certamente menos anêmicos entre os terroristas detidos na base militar americana do que nas ruas de Havana.

Mas e a foto? Aquele valente que vocês vêem vendando o prisioneiro antes da execução é Raúl Castro, que Lula convidou para vir ao Brasil, o que o assassino deverá fazer. Será recebido com todas as honras devidas a um chefe de estado — e as adicionais, que o petismo oferece aos porcos fedorentos do continente. Recendem a cadaverina. É uma colaboração de querido Álvaro Junqueira, leitor deste blog.

Para vocês verem mais sobre a prisão cubana — refiro-me à parte da ilha que não é Guantánamo, clique aqui. Vou mandar a foto para Chico Buarque. Quem sabe ele tenha alguma metáfora nova para cena tão tocante.

sábado, 31 de maio de 2008

Ad aeternum

Do portal do OLAVO DE CARVALHO
Por Olavo de Carvalho, 22 de maio de 2008

Ao longo dos tempos, a militância socialista usou de dois meios preferenciais de luta, juntos ou alternados: o assassinato e o roubo, ou, mais genericamente, a crueldade e o embuste. A primeira fez as glórias da esquerda cubana, o segundo as da brasileira.

Nenhum governo da América Latina pôde jamais competir com o de Fidel Castro em brutalidade, nem com o de Lula em safadeza. O primeiro ficou no poder por quarenta anos enviando cem mil cubanos ao outro mundo e mais cem mil para a cadeia. O segundo mantém-se no alto das pesquisas conservando fora da cadeia todos os que deveriam estar nela -- uma longa lista que começa nos ministros que falsificam documentos para legitimar a fragmentação do território nacional, passa pelos familiares do presidente transfigurados em milionários da noite para o dia e culmina nos terroristas estrangeiros aos quais o partido do sr. presidente prometeu e jamais negou solidariedade.

Em qualquer democracia normal, um só dos crimes desse governo – o laudo falso em prol da doação de Roraima, por exemplo – bastaria para levar o presidente ao impeachment e seus assessores ao cárcere. Aqui, centenas desses episódios acumulados provocam, no máximo, uns resmungos preguiçosos, umas gesticulações de vago descontentamento, umas simulações pusilânimes de protesto cívico e, coroando tudo, a firme decisão de não fazer nada.

Nada? Estou sendo injusto. As elites falantes “dêfte paíf” fazem alguma coisa, e até uma coisa revolucionária, inédita: chamam de “normalidade institucional” o direito concedido a uma agremiação partidária de roubar o quanto queira, de distribuir a seus cúmplices estrangeiros o patrimônio nacional, de tratar como parceiros e amigos os terroristas que armam e adestram os quadrilheiros locais para que espalhem o terror nas ruas, de destruir a cultura nacional no altar da propaganda comunista e do mais vulgar show business politicamente conveniente, de abafar investigações e censurar notícias, de usar a burocracia estatal como secretaria do partido, de ofender toda semana os sentimentos morais e religiosos da população, de gastar dinheiro público numa orgia carnavalesca onde a esposa de um ministro se esfrega despudoradamente num governador e respectiva digníssima, etc. etc. etc.

Cada um desses episódios daria um livro, como o Mensalão deu “O Chefe”, de Ivo Patarra ( http://www.escandalodomensalao.com.br/ ). Todos juntos formariam uma enciclopédia da patifaria como jamais se viu no mundo. Mas, como se convencionou que a soma desses descalabros constitui a “normalidade institucional”, toda alternativa ao presente estado de coisas parece medonha ameaça de golpe, hipótese que inspira um sacrossanto horror e conduz inevitavelmente à conclusão de que o lulismo é uma fatalidade cósmica inelutável: ruim com ele, pior sem ele. E assim vão se passando os dias, o Chefe cada vez mais poderoso, os políticos “de oposição” cada vez mais colaboracionistas, a elite cada vez mais acanalhada e subserviente, a “sociedade civil” cada vez mais atrelada às ONGs esquerdistas bilionárias, a vontade popular cada vez mais débil, mais fácil de desviar contra alvos fictícios e bodes expiatórios, entre os quais ela própria.

O sr. Lula diz que ele e José Serra inauguraram um novo modo de fazer política. É verdade, com a ressalva de que ele não falava de duas pessoas, mas de dois partidos, gêmeos nascidos do ventre da USP. E esse novo modo consiste no seguinte acordo: Nós dois vamos à ONU, pegamos cada um uma cópia do receituário globalista para a destruição das soberanias nacionais e da civilização judaico-cristã e o aplicamos no Brasil à risca, mas fazendo de conta que seguimos duas políticas diferentes e trocando uns tapinhas de vez em quando. Como prêmio, a mídia internacional dirá que somos maravilhosos e exibirá ao mundo nossa alternância no governo como prova de maturidade democrática. Os brasileiros, idiotas, dirão que é “normalidade institucional” e, temendo rompê-la, nos manterão no poder ad aeternum .

domingo, 18 de novembro de 2007

A vida secreta de FIDEL CASTRO

Para aqueles que acreditam piamente que o SOCIALISMO É IGUALDADE ENTRE TODOS. Nos países que passaram por esta tragédia, alguns sempre foram mais iguais do que outros. Veja como Fidel e alguns poucos de sua família vivem.

Em 5 filmes a seguir.

Parte 1 de 5


Parte 2 de 5


Parte 3 de 5


Parte 4 de 5


Parte 5 de 5

sábado, 17 de novembro de 2007

Fidel Castro, o (um pouco mais) senil

Video onde Fidel mostra a sua senelidade atual e, por consequência, o motivo de, se ainda vivo, não voltar à ditadura.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".