Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

COLOMBIA Vs FARC - La computadora de Raúl Reyes

Vejam este debate acerca do material encontrado nos computadores de Raúl Reyes, o número 2 das FARC que foi morto em território equatoriano pelas FFAA colombianas de Uribe.

Prstem bastante atenção ao conteúdo das cartas. Tem Clinton metido no negócio, general comandante venezuelano declarando que gosta das FARC, Lula não indo para reuniões (claro, ia ter que "trabalhar") e muito mais. Vejam o que é a "nova sociedade" a ser atingida pelo projeto do Foro de São Paulo e perguntem-se: é isto que quero deixar para meus filhos? Se a resposta for sim, você também é um sociopata/psicopata como é/será o "novo homem" latino.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

As Farc têm todo o tempo do mundo'', diz comandante (ou os contatos das FARC no Brasil segundo o número 2 das FARC)

Da FOLHA DE SÃO PAULO. Ano: 2003
Ou seja, 3 ou 4 anos depois da criação do FORO DE SÃO PAULO.

FABIANO MAISONNAVE
da Folha de S.Paulo, Enviado especial à Colômbia

(Cavaleiro do Templo: olhem que entrevista reveladora! Lula e as FARC de mãozinhas dadas, encontros no Foro de São Paulo. Tudo prova de fonte primária, ou seja, os próprios vagabundos denunciam a si mesmos. E sempre lembrando que o objetivo de qualquer guerrilha jamais foi vencer uma guerra. O objetivo de qualquer guerrilha é VIRAR UM PARTIDO POLÍTICO)

Leia a seguir entrevista concedida à Folha de S.Paulo na última terça-feira pelo comandante das Farc Raúl Reyes em algum ponto da Amazônia colombiana.

Folha de S.Paulo - A Fundação Segurança e Democracia divulgou dados comparativos entre o primeiro semestre do governo Uribe, em 2003, e o primeiro semestre de 2002, ainda sob o governo Pastrana, que mostram uma intensificação das ações militares do governo e um recuo das Farc. Por que isso ocorreu?

Raúl Reyes - Não sei, não tenho idéia, mas lhe digo: de onde eles tiram essa informação? Da inteligência militar, que fala de milhares de guerrilheiros mortos, de guerrilheiros desertores, feridos, o que não é verdadeiro. Mas as Farc não estão competindo para ver quantas ações fazem, temos um plano próprio que não pode ser submetido à avaliação das autoridades colombianas. As Farc realizam suas ações quando consideram necessárias.

O grave problema para Uribe é que só faltam três aninhos para governar, e as Farc têm todo o tempo do mundo, são 39 anos de luta. Levaremos todo o tempo necessário para alcançar nossos objetivos. A pressa é do sr. Uribe. Não é da competência das Farc ver quem mata mais.

Folha de S.Paulo - No mês passado, o sr. anunciou o envio de uma proposta de negociação à ONU. Qual foi o teor dessa proposta?

Raul Reyes - O que temos pedido é uma negociação de paz com o Estado colombiano. Com um governo que esteja interessado em investir na paz, e não em continuar a guerra, não em continuar a eliminação dos colombianos como está fazendo Uribe. As Farc propõem iniciar um diálogo, mas depois que o governo desmilitarizar dois Departamentos [Estados], Caquetá e Putumayo.

O que solicitamos à ONU é que, assim como tem ouvido várias vezes o governo colombiano e o próprio Uribe, que também nos receba como uma nação política, revolucionária e de oposição ao governo colombiano para explicarmos o nosso ponto de vista.

Folha de S.Paulo - As Farc já receberam alguma resposta da ONU?

Reyes - Sim, recebemos do próprio secretário-geral [Kofi Annan] uma resposta muito positiva, dizendo que tem o maior interesse em estabelecer um diálogo conosco e insinuou que poderia ser no Brasil. Gostaria muito que fosse no Brasil, um país irmão da Colômbia. Mas não há nenhuma definição até agora, nem por parte da ONU nem por parte das Farc.

Folha de S.Paulo - Essa proposta de negociação não é um recuo das Farc?

Reyes - Não, de forma alguma, as Farc não erraram porque foi Pastrana quem interrompeu o diálogo. A comunidade internacional sabe que as Farc até a última hora enviaram propostas viáveis para a continuidade do diálogo, mas o governo já tinha decidido liquidar o processo de paz.

Folha de S.Paulo - A ruptura ocorreu após as Farc terem sequestrado o senador Jorge Gechem Tubay. Uma ação dessas não é um convite à interrupção das negociações?

Reyes - Não, porque os diálogos ocorriam em meio à guerra. Não havíamos assinado nenhum cessar-fogo bilateral.

Folha de S.Paulo - Mas o senador não era um alvo militar.

Reyes - Na Colômbia os senadores legislam contra o povo, pressionam os trabalhadores com mais impostos, aprovam leis contra a insurgência, aprovam todas as leis repressivas.

Folha de S.Paulo - Como as Farc definem uma ação militar legítima?

Reyes - O objetivo é a captura desses senadores e deputados para conseguir a liberação dos guerrilheiros e guerrilheiras que estão nas prisões colombianas. O governo tem se negado a assinar um acordo de troca humanitária.

Folha de S.Paulo - As Farc são acusadas de executar atos terroristas em cidades, como o ocorrido em fevereiro, em Bogotá, com 36 mortos.

Reyes - As Farc não têm nenhuma responsabilidade sobre essa ação em Bogotá. Mas, logo depois que os EUA decidiram classificar como terroristas todas as organizações contrárias à sua política, na Colômbia, Uribe também chama de terroristas todas as ações que interessam ao povo.

Folha de S.Paulo - Como tem sido o contato entre as Farc e o governo do Brasil?

Reyes - Agora, nenhum. Estamos muito interessados em um contato direto, porque as Farc têm como política estabelecer relações políticas com governos, para explicar a eles que temos uma política que consiste em não realizar operações militares fora do território colombiano.

Folha de S.Paulo - Qual é a sua avaliação do governo Lula?

Reyes - Tenho muita esperança em que o governo Lula se transforme num governo que tire o povo brasileiro da crise. Lula é um homem que vem do povo, nos alegramos muito quando ele ganhou. As Farc enviaram uma carta de felicitações. Até agora não recebemos resposta.

Folha de S.Paulo - Vocês têm buscado contato com o governo Lula?

Reyes - Estamos tentando estabelecer --ou restabelecer-- as mesmas relações que tínhamos antes, quando ele era apenas o candidato do PT à Presidência.

Folha de S.Paulo - O sr. conheceu Lula?

Reyes - Sim, não me recordo exatamente em que ano, foi em San Salvador, em um dos Foros de São Paulo.
(Cavaleiro do Templo: Chávez disse quando foi: 1996, no VI Encontro do Foro de São Paulo, basta ver as atas aqui e este vídeo aqui).

Folha de S.Paulo - Houve uma conversa?

Reyes - Sim, ficamos encarregados de presidir o encontro. Desde então, nos encontramos em locais diferentes e mantivemos contato até recentemente. Quando ele se tornou presidente, não pudemos mais falar com ele.

Folha de S.Paulo - Qual foi a última vez que o sr. falou com ele?

Reyes - Não me lembro exatamente. Faz uns três anos.

Folha de S.Paulo - Fora do governo, quais são os contatos das Farc no Brasil?

Reyes - As Farc têm contatos não apenas no Brasil com distintas forças políticas e governos, partidos e movimentos sociais. Na época do presidente [Fernando Henrique] Cardoso, tínhamos uma delegação no Brasil.

Folha de S.Paulo - O sr. pode nomear as mais importantes?

Reyes - Bem, o PT, e, claro, dentro do PT há uma quantidade de forças; os sem-terra, os sem-teto, os estudantes, sindicalistas, intelectuais, sacerdotes, historiadores, jornalistas...

Folha de S.Paulo - Quais intelectuais?

Reyes - [O sociólogo]
Emir Sader, frei Betto [assessor especial de Lula] e muitos outros.

Folha de S.Paulo - No Brasil, as Farc têm a imagem associada ao narcotráfico, em especial com o traficante Fernandinho Beira-Mar. A Polícia Federal concluiu que ele esteve na área das Farc junto com Leonardo Dias Mendonça. O sr. confirma?

Reyes - Não sou um policial, sou um revolucionário. A Colômbia não é tão grande como o Brasil, mas tem 1.142.000 km2, e as Farc estão presentes em todo o país. Qualquer um que chegue do Brasil, da Europa ou dos EUA a qualquer um dos Departamentos da Colômbia, pode vir a ter contato com a guerrilha.

Folha de S.Paulo - A PF afirma que as Farc forneceram cocaína a Fernandinho em troca de armas.

Reyes - A polícia diz qualquer coisa, porque recebe ordens para dizer e inventar coisas.

Folha de S.Paulo - As Farc mantêm relação com traficantes brasileiros?

Reyes - Que eu saiba, nenhuma. Isso faz parte da campanha para justificar o que os EUA estão fazendo na Colômbia, intervindo nos assuntos internos do país. Mas os EUA não combatem o narcotráfico em seu próprio território. Os camponeses colombianos produzem coca e papoula, são trabalhadores da terra. Quem compra? Os narcotraficantes do mundo. E quem consome? Os gringos.

Folha de S.Paulo - Qual é a relação entre as Farc e os traficantes que compram droga dos camponeses?

Reyes - As Farc cobram imposto desses comerciantes, que compram dos camponeses. Não apenas dos que vendem coca, mas também dos que produzem grandes quantidades de soja, arroz, milho. Não se cobra dos camponeses, mas dos comerciantes.

Folha de S.Paulo - As Farc têm sido acusadas de produzir sua própria coca.

Reyes - Absolutamente falso, as Farc são uma organização revolucionária, que luta pelo poder. Produzimos alimentos para nossos guerrilheiros. A cocaína é um veneno.

Folha de S.Paulo - Recentemente, houve um grande problema diplomático entre Brasil e França por causa de uma suposta negociação daquele país com as Farc para libertar a ex-candidata a presidente Ingrid Betancourt. As Farc negociaram com o governo francês?

Reyes - Nenhuma negociação. Tudo o que nós sabemos foi o que saiu na imprensa. A notícia nos surpreendeu. Ela está muito bem de saúde e de ânimo, mas está triste, como estão todos os que não recuperaram sua liberdade, alguns nos presídios do Estado colombiano, tristes porque não podem sair de lá. Os que estão na selva também estão tristes. Por isso, estão muito interessados na troca de prisioneiros para que todos recuperem sua liberdade.

Folha de S.Paulo - Que relação as Farc mantêm com o governo venezuelano?

Reyes - Estamos propondo ao governo de Hugo Chávez uma explicação sobre a política das Farc em relação aos países vizinhos.

Folha de S.Paulo - Existe contato ou não?

Reyes - Temos informações muito positivas sobre Chávez, um bolivariano patriota que luta pela dignidade do seu povo. Nós o admiramos muitíssimo.

Folha de S.Paulo - O sr. acredita numa intensificação da ajuda militar americana à Colômbia?

Reyes - É possível que aumente, é o que tem feito o sr. Bush e é o que Uribe está pedindo aos gritos. Ele está desesperado porque não pode alcançar nenhum resultado contra a guerrilha. Uribe é um fantoche norte-americano. Funcionários americanos vêm à Colômbia em romaria para ver se Uribe está realizando as tarefas direito.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Desmascarando a farsa do "Diário de Raúl Reyes"

Fonte: NOTALATINA

Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009


Leia abaixo um trecho do artigo da Graça Salgueiro que DESMONTA a farsa acerca do tal "diário de Raúl "assassino maldito" Reyes", o número 2 das FARC que foi morto pelo exército colombiano, inclusive com um vídeo mostrando uma análise grafotécnica de textos do montsro e o tal diário. Divirta-se com mais uma farsa de presidentes latRinos e seus amigos narco-traficantes-assassinos-sequestradores-guerrilheiros.

Mesmo com análise técnica estes degenarados querem que o mundo aceite que tudo isto é verdadeiro. Mas quando armas suecas vendidas para o país chamado Venezuela (comprovadas pelos seus número de série) aparecem nas mãos das FARC e em outro país (Colômbia), eles dizem que é armação, negam até a morte e em bloco.

Rafael Correa (membro do Foro de São Paulo e presidente do Equador) saiu correndo mostrar para todo mundo que Raúl Reyes queria tornar-se um bom menino, queria deixar de matar, vender cocaína, soltar reféns mas teria sido injustamente morto pelos soldados colombianos... Vejam que palhaçada do inferno!!!

Com tudo isto, alguém ainda tem dúvida de que os denerados presidentes de países membros do Foro de São Paulo são muito mais do que amigos das FARC?

Veja trecho do artigo e a íntegra AQUI.

"...No último 30 de julho circulou a notícia de que fora encontrado no Equador um “diário manuscrito de Raúl Reyes” (RR) e o próprio Rafael Correa fez questão de divulgá-lo publicamente. Só pelo título da matéria senti que havia no ar um cheiro bolorento de trampa e das brabas, pois este tipo de expediente entre comunas é mais velho do que a invenção da roda. Lembro que no final da campanha para mais um dos referendos criados por Chávez em dezembro de 2007, também circulou um “documento” intitulado “Operación Tenaza”, segundo o qual grupos de extrema direita, encabeçado por Alejandro Peña Esclusa, estariam montando um “golpe” para destruir Chávez, inclusive com um “magnicídio”. Esta gentalha é tão estúpida e patética que não percebe o primarismo de seus planos e acaba caindo no ridículo e na galhofa. Leiam aqui o que escrevi na ocasião e divirtam-se um pouco porque a edição de hoje tem muito a ver com esta de 2007..."

segunda-feira, 20 de julho de 2009

"Conheci Reyes e Lula no Foro de São Paulo", diz Chávez

Já postei este vídeo mas quem ainda não viu vai ver agora Hugo Chávez criminalizando o Foro de São Paulo.

Neste vídeo, aos 3m17s, Hugo Chávez diz como conheceu Lula - atual presidente do Brasil - e Raul Reyes, segundo maior terrorista - narcoguerrilheiro e traficante das FARC, procurado e morto pelo excelente governo Uribe.

O grande encontro deu-se em 1995, em El Salvador, no "Foro de São Paulo", fundado por Luis Inácio Lula da Silva, atual presidente do Brasil, e Fidel Castro.

Recentemente, a revista Cambio publicou o "Dossiê Brasileño", onde é relatado parte do conteúdo encontrado no computador do narcoguerrilheiro morto. Neste conteúdo, há trocas de emails entre os acessores e pessoas de confiança diretamente ligados à Lula, dentro do palácio do Planalto.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

CONTRA-INFORMAÇÃO E PROPAGANDA

Do portal do NIVALDO CORDEIRO
16/08/2008

Foi cirúrgico: ao tempo em que vieram a público as notícias sobre os e-mails encontrados no computador do terrorista Raúl Reys, comprometendo autoridades brasileiras ligadas ao PT, o ministro da Justiça, Tarso Genro, inventou o factóide de revisão da Lei de Anistia, atiçando a ira do meio militar. A notícia importante, a ligação de nossas autoridades com o terrorismo das FARC, sumiu como por encanto de todos os meios de comunicação, entrando em seu lugar o factóide inventado por Genro. Dias depois o bondoso Lula mandou seu ministro se calar, ficando o dito pelo não dito, mas o escândalo dos e-mails foi devidamente esquecido.

Fiquei muito impressionado com o poder da contra-informarão e o soberbo poder demonstrado sobre a mídia que têm os estrategistas do Planalto. Nem nos tempos do Regime Militar vi tamanha eficiência e grau de controle do poder constituído sobre a mídia. A notícia mais sensacional e importante de nossa grande política foi picada no triturador de papel, no caso as manchetes de jornais que deixaram de ser impressas.

-x-x-x-

Vou votar em Geraldo Alckmin para prefeito de São Paulo. É o melhor nome, o único em condições de vencer Marta Suplicy. Ontem o IBOPE divulgou estranhíssima pesquisa, pela qual a candidata do PT abriu quinze pontos de vantagem sobre o candidato do PSDB. Como nenhum fato novo relevante aconteceu desde a última pesquisa divulgada (dava vantagem a Alckmin), só posso concluir que esses novos números ou têm forte viés de amostra (erro técnico) ou a mão deliberada do inimigo. A mesma técnica usada para apagar os rastros de Raúl Reys da mídia pode estar sendo utilizada para induzir o eleitorado a achar que Marta “já ganhou”.

Reiteradas vezes tenho apontado que o fato de São Paulo (prefeitura e Estado) não estar nas mãos do PT é o grande freio para as ambições totalitárias do partido governante. Não que José Serra seja alguém diferente do PT, ao contrário. Serra, assim como muitos dos que se filiam ao PSDB, comunga das idéias igualitaristas do PT e pratica objetivamente a mesma política. Ocorre que esses políticos não empunham mais a bandeira revolucionária e aceitam o jogo democrático da alternância de poder. No caso particular de Serra há um terceiro fator: seu grupo não se dá pessoalmente com o PT, até onde se sabe. O efeito “caciquismo” é importante para que o governador de São Paulo se mantenha longe da influência petista.

Mas Serra, por seu voluntarismo individualista, pode indiretamente estar ajudando o PT. Ao forçar a candidatura do prefeito Kassab contra suas próprias bases e contra as evidências de que Alckmin reúne as melhores condições para derrotar Marta Suplicy, põe água a mover o moinho do PT. De fato Serra, ao não se ligar publicamente ao candidato de seu partido e ao não somar esforços eleitorais consistentes – vale dizer, pôr recursos e energia na campanha – está fazendo o jogo do inimigo.

Uma eventual derrota de Geraldo Alckmin poderá comprometer mais do que a futura candidatura de Serra à Presidência da República, poderá significar a perda sucessiva da prefeitura de São Paulo e do governo do Estado. Marta, eventualmente vitoriosa, marchará resoluta para ganhar o governo do Estado. Aí o país inteiro ficará á mercê dos revolucionários que comandam hoje o Palácio do Planalto. O que está em jogo é o futuro da democracia no Brasil.

A miopia do grupo de José Serra reflete a miopia de nossa classe pensante (C.T. - fico com as observações do Olavo de Carvalho: o PT e o PSDB são irmãos gêmeos criados pela mesma mãe monstruosa, a mentalidade revolucionária dos celerados da USP. Fazerem o jogo situação/oposição e vice-versa com o objetivo de monopolizar o poder político entre dois pólos apenas enquanto este não se transforma em PODER TOTAL, como estamos vendo acontecer no Brasil), desde sempre, a de que o PT é um partido como outro qualquer. Não é. É um partido revolucionário que está à espera de acumular forças suficientes para colocar seu projeto totalitário em ação. Se seus dirigentes ganharem a prefeitura de São Paulo darão um passo gigante na direção de sua hegemonia. Aí até o projeto de re-reeleição de Lula sairá do papel com rapidez.

Mentiras como essas de Tarso Genro sobre a Lei da Anistia, para enganar a opinião pública, assim como essas pesquisas tecnicamente contestáveis sobre a tendência do eleitorado nem mais precisarão ser utilizadas como expediente. Podemos estar agora na véspera do poder totalitário.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

.“Direito de Asilo não é para terroristas” – Presidente Uribe

Do blog MOVCC

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“Direito de Asilo não é para terroristas

Foi o que disse, ontem, indignado, o presidente Uribe para o presidente Daniel Ortega da Nicarágua. O mandatário nicaragüense confirmou ter dado asilo a mais uma guerrilheira das FARC, que foi ferida no ataque em que morreu o terrorista 'Raúl Reyes' em março deste ano.

“Dar proteção política aos terroristas é violar as normas das Nações Unidas", disse Álvaro Uribe, em Atlanta, onde se encontra em um foro comercial junto a outros dignitários da América Central.

"Acabaremos com esses terroristas (das Farc)", afirmou o mandatário colombiano. "Quando se tem estado de direito de boa fé como o Estado da Colômbia, não existe lugar no mundo que vá dar abrigo para terroristas".

A 'CHANCELER' DAS FARC NO EQUADOR É A MULHER A QUEM DANIEL ORTEGA DEU ASILO POLÍTICO

"Esperanza" (esq.), em 2004 em Quito, durante a perseguição da inteligência ao guerrilheiro 'Simón Trinidad'(dir.).

Uma fonte policial em Quito disse ao EL TIEMPO que 'Esperanza' é Nubia Calderón, a companheira de Franklin Aisalla, o equatoriano morto no ataque em que morreu 'Raúl Reyes'. Segundo Ortega, a mulher solicitou asilo à embaixada da Nicarágua em Quito, e em seguida foi trasladada a Manágua, onde é atendida em um hospital, devido aos ferimentos sofridos durante o ataque, e também por uma enfermidade da qual padece há anos.

De Calderón foi companheira do equatoriano Franklin Aisalla, que morreu nessa mesma operação militar junto com o segundo comandante das Farc, 'Raúl Reyes'. Calderón estava radicada no Equador onde, inclusive, obteve duas cédulas de identidade; uma com seu próprio nome, na qualidade de residente estrangeiro, e outra com nomes falsos.

Anos atrás, a mulher havia sido detida durante uma operação de controle na fronteira entre o departamento colombiano de Putumayo e a província equatoriana de Sucumbíos, portando uma cifra importante em dinheiro. Uma gestão do consulado colombiano, nessa província, permitiu que ela permanecesse em liberdade, e foi Aisalla quem reclamou o dinheiro encontrado com ela. Logo, surgiram fotos tiradas em Quito, onde ela aparece ao lado do guerrilheiro das FARC, 'Simón Trinidad', agora detido, e em outras fotos junto a Raúl Reyes.

De Calderón, que segundo as investigações havia convivido em diferentes lugares de Quito junto a Aisalla, não se sabia, até então, seu paradeiro desde a destruição do acampamento de Angostura. O governo equatoriano não emitiu nenhum comunicado a respeito.

“ASILO NÃO É PARA TERRORISTAS” – URIBE

De Atlanta o presidente colombiano disse ao presidente da Nicarágua que o problema se soluciona se as guerrilheiras forem desmobilizadas.

O presidente Álvaro Uribe propôs ontem ao seu homólogo da Nicarágua, Daniel Ortega, que desmobilize as colombianas que ele tem asiladas atualmente em seu país.

“Se essas mulheres firmarem um acordo por lá, com o Governo da Nicarágua, dizendo que se desmobilizam da guerrilha colombiana, magnífico (...) a Colômbia aceitaria isso", afirmou Uribe ao responder o anuncio de Ortega, feito no domingo, de acolher a colombiana "Esperanza", apontada como guerrilheira das FARC, que, tudo indica, foi ferida durante o bombardeio ao acampamento de 'Raúl Reyes' em março passado.

Nubia Calderón é seu verdadeiro nome, e ela tem uma relação amorosa com Franklin Aisalla, o guerrilheiro equatoriano morto nessa mesma operação. Com Calderón já são três colombianas protegidas pelo governo nicaragüense. As outras duas são Martha Pérez e Doris Torres, também feridas no bombardeio, e que receberam asilo em abril.

Durante a entrevista dada à imprensa em Atlanta, E.U., o presidente Uribe assegurou que se as subversivas forem desmobilizadas "o presidente Ortega tem, ao mesmo tempo, a possibilidade de protegê-las e de não incentivar o terrorismo na Colômbia”.

Com antecedentes

O mandatário lembrou que essa mesma fórmula já foi aplicada no passado com o guerrilheiro das Farc Jairo Cuarán Collazos, que chegou ao Chile em 2003.

“Certa vez, o presidente Lagos do Chile me procurou dizendo que havia um guerrilheiro que não podia ser extraditado de seu país, porque ele tinha se casado com uma chilena e tinha tido um filho com ela. A solução que encontramos foi que ele se desmobilizasse das Farc. Deu uma declaração ante as autoridades chilenas nesse sentido e se resolveu o problema", explicou.

Apesar de abrir esta possibilidade, o mandatário colombiano censurou que se outorgue asilo aos guerrilheiros. "O direito de asilo no mundo não é para terroristas. Dar proteção política a terroristas é violar as normas das Nações Unidas”, enfatizou.

Uribe aproveitou a presença dos presidentes da Guatemala e El Salvador na roda de imprensa, para dizer que nesses países "as guerrilhas brigavam contra as ditaduras", porém, a Colômbia "sofre o terrorismo narcotraficante contra a democracia".

E completou que ele tem outras preocupações: "Por outro lado estou muito ocupado, porque os 'Reyes Magos' eram três, e se foi apenas um. Faltam-nos os outros”, disse em referência aos chefes das FARC. Por Andrés Gomes Ososrio - Enviado especial a Atlanta, E.U. – El Tiempo. Tradução de Arthur (MOVCC)





sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Como eu dizia

Do portal do DIÁRIO DO COMÉRCIO
Por Olavo de Carvalho em 01 de agosto de 2008


Logo após a divulgação do Dossiê Brasil na revista colombiana Cambio , confirmando tudo aquilo que há anos venho dizendo sobre a aliança PT-Farc, o Chefe de Gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, saiu alardeando que não tem qualquer "ligação estreita" com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e que o governo brasileiro "tem zero de relação com as Farc".

Não preciso contestar a dupla mentira. Já o fiz, com muita antecedência, no artigo Simbiose obscena , publicado em O Globo de 7 de fevereiro de 2004, no qual remetia os leitores ao site http://www.nodo50.org/americalibre/consejo.htm , "para que vejam com seus próprios olhos a obscena simbiose entre a narcoguerrilha colombiana e a farsa petista que nos governa”. O endereço – prosseguia o artigo - "é de América Libre , versão jornalística do Foro de São Paulo, fundada por (adivinhem) Frei Betto e hoje dirigida por (já adivinharam) Emir Sader. A revista prega abertamente a guerra revolucionária, a implantação do comunismo em toda a América Latina. Seu mais recente editorial proclama: O 11 de setembro dos povos será, para a confraria da América Livre, um compromisso de honra. Será um encontro com os sonhos e com o desejo ."

Da primeira à última página, a coisa respinga sangue e ódio, de mistura com a velha retórica autodignificante que faz do genocídio comunista uma apoteose do amor à humanidade, condenando como fascista quem quer que veja nele algo de ruim. Na mesa do seu Conselho Editorial, quem se senta ao lado do líder das Farc, comandante Manuel Marulanda Vélez, o famigerado Tiro Fijo ? Nada menos que o chefe de gabinete do sr. Lula, Gilberto Carvalho. Está lá também o ex-deputado Greenhalgh... Se isso não é promiscuidade, se isso não é cumplicidade entre o nosso governo e o crime organizado, se isso não é uma tramóia muito suja, digam-me então o que é, porque minha imaginação tem limites.

Estão lá ainda o dr. Leonardo Boff, o compositor Chico Buarque de Hollanda ... e o inefável prof. Antônio Candido...” (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/040207globo.htm ). Era o primeiro escalão inteiro da elite intelectual petista que, ao lado do próprio chefe do gabinete presidencial, conspirava ativamente com as Farc, com o MIR chileno e com outras organizações criminosas para a implantação do regime comunista no continente. Se os políticos ditos “de oposição”, os donos de jornais e canais de TV, os líderes empresariais, eclesiásticos e militares tivessem então consentido em examinar o documento que eu lhes exibia, não seria preciso, agora, uma revista colombiana lhes esfregar a verdade na cara, tarde demais para evitar a consolidação da quadrilha petista-farqueana no poder. Na verdade, nem precisavam das minhas advertências. Em 7 de dezembro de 2001, o Foro de São Paulo , sob a presidência do sr. Luís Inácio Lula da Silva, já havia lançado um manifesto de apoio incondicional às Farc, no qual classificava como “terrorismo de Estado” as ações militares do governo colombiano contra essa organização.

A mídia inteira e todas as lideranças políticas nacionais, sem exceção visível, abafaram esse fato para não prejudicar a candidatura Lula uns meses depois. Logo após o pleito de 2002, a existência de um conluio entre o presidente eleito e a esquerda radical latino-americana já se tornara ainda mais nítida pela duplicidade de línguas com que o homem falava para o público em geral, ante as câmeras, e para seus companheiros de militância comunista. Como mais tarde anotei em artigo do Jornal do Brasil ( http://www.olavodecarvalho.org/semana/060413jb.html ): “Enquanto a mídia local celebrava a lisura do pleito, o vencedor confessava ao Le Monde que a eleição tinha sido ‘apenas uma farsa, necessária à tomada do poder’, sendo confirmado nisso pelo sr. Marco Aurélio Garcia em declaração ao jornal argentino La Nación de 5 de outubro de 2002.”

Em qualquer país decente, confissões abertas como essas suscitariam imediatamente uma tempestade de investigações e denúncias. No Brasil, foram recebidas com uma afetação de indiferença blasée por todos aqueles a quem, no fundo, elas aterrorizavam. Poucas condutas humanas se igualam, em baixeza, à covardia que começa por se camuflar de impassibilidade olímpica e, pela persistência, acaba por se transformar em cumplicidade ativa. Mas essas criaturas haviam investido tão pesado no slogan anestésico Lula mudou , que, para não reconhecer o erro, preferiram dobrar, triplicar e quadruplicar a aposta na mentira, até que contestá-la se tornasse, como de fato se tornou, prova de doença mental.

Graças a essa longa e pertinaz conspiração de omissões, a esquerda revolucionária teve todo o tempo e a tranqüilidade que poderia desejar para alterar o mapa do poder político brasileiro ao ponto de torná-lo irreconhecível. Quem manda no Brasil, hoje? Um bom indício é a propriedade da terra. Seis por cento do território nacional pertencem a estrangeiros, dez por cento ao MST, outros dez a “nações indígenas” já sob controle internacional informal, quinze ou vinte são controlados pelos narcotraficantes locais aliados às Farc, mais dez ou quinze estão para ser transferidos aos quilombolas.

O que está acontecendo neste país é a mais vasta operação de confisco territorial já observado na história humana desde a coletivização da agricultura na URSS e na China – e as chamadas elites, sentadas sobre esse paiol de pólvora, com um sorriso amarelo na boca, só querem dar a impressão de que a paz reina, as instituições são sólidas e São Lulinha zela pelo bem de todos.

Outro indício seguro da distribuição do poder é a capacidade de mobilização das massas. Somem os partidos de esquerda, o MST, as centrais sindicais, as pastorais de base e porcarias semelhantes, e verão que, no instante em que quiser, a esquerda revolucionária tem condições de espalhar nas ruas não menos de cinco milhões de militantes enfurecidos. Consolidado pela omissão pusilânime de todos os que teriam o dever de impedir que ele se consolidasse, o monopólio esquerdista dos movimentos de massa marca a distância entre onipotência absoluta e impotência total e é, por si, um retrato do que o futuro reserva ao País.

Mas as organizações de esquerda têm algo mais que isso: têm, através das centrais sindicais, dos partidos e de uma rede imensurável de organizações militantes, o controle absoluto e incontestável de todos os serviços essenciais. Mais ainda do que sua extensão descomunal, o que é notável nesse sistema de dominação é a sua integração, a sua unidade estratégica e funcional. As Farc não estão infiltradas só nos altos escalões da República: elas dominam também os bas-fonds da criminalidade, através de seus contatos com o PCC e o Comando Vermelho, por sua vez estreitamente articulados com o MST e organizações congêneres. De alto a baixo, a sociedade brasileira está à mercê da subversão e do crime.

Nada disso surgiu da noite para o dia. Tudo foi preparado e montado pouco a pouco, metodicamente, desde o advento da Nova República, diante dos olhos cegos e cérebros entorpecidos da liderança “direitista”, cuja preocupação predominante ou única, ao longo da construção desse engenho macabro, foi tapar as bocas dos inconvenientes que ousassem perturbar suas boas relações com o governo. O quadro corresponde exatamente, milimetricamente, ao esquema da revolução passiva propugnado por Antonio Gramsci, em que só um lado age, enquanto o outro se deixa arrastar para o abismo com docilidade abjeta.

Também isso expliquei antecipadamente, no meu livro de 1993, A Nova Era e a Revolução Cultural , que até coloquei à disposição dos leitores, gratuitamente, no meu site da internet (http://www.olavodecarvalho.org/livros/neindex.htm ). Direi que foi como falar com pedras? Não sei, nunca falei com pedras. Agora sinto-me tentado a experimentar.

Graça Salgueiro traz, como sempre, material importantíssimo sobre FARC, PT, LULA e FORO DE SÃO PAULO

Do blog NOTALATINA


Finalmente começa a vir à tona o envolvimento do Brasil com as FARC. Desde maio deste ano, quando o INTERPOL confirmou em relatório a autenticidade dos documentos encontrados nos computadores de Raúl Reyes, eu fui informada de que havia documentos muito comprometedores do governo brasileiro em poder do FBI e do presidente Uribe mas não comentei porque não tinha em mãos documentos comprobatórios, embora a fonte fosse idônea. Em princípio o presidente Uribe não iria fazer uso dessas informações por questões diplomáticas, considerando as boas relações comerciais entre nossos países – o que pesa muito nas decisões -, inclusive os aviões que deram combate ao acampamento de Raúl Reyes eram os nossos Super Tucanos da Embraer.

Em entrevista concedida ao Estadão domingo passado, o ministro da Defesa colombiana, Juan Manuel Santos, disse: “Há uma série de informações de conexões, que entregamos ao governo brasileiro, para que ele possa reagir como considerar mais apropriado”. O “dossiê”, cujo conteúdo foi revelado em parte hoje pela revista “Cambio”, fora entregue a Lula quando em visita àquele país, por ocasião da festa da Independência entre os dias 18 e 20 de julho. Quero destacar a sutileza – e firmeza de postura - de Uribe e de seus principais colaboradores, pois eles sabem perfeitamente bem com quem estão lidando, sabem que o Brasil é o principal signatário do Foro de São Paulo (e conhecem em detalhes o que é e o que faz esta organização), sabem do envolvimento destes com as FARC mas agem como se nada soubessem. Nesta visita de Lula, Uribe consentiu em integrar o Conselho Sul-Americano de Defesa mas não se iludam porque ele avisou que “as decisões têm que ser por consenso” e já demonstrou fartamente que segue as orientações dos SEUS ministros e FFAA. Se algo fugir da esfera comercial, estejam certos de que a Colômbia cai fora.

É importante salientar ainda que a revista “Cambio” pertence ao grupo do jornal “El Tiempo”, que é de propriedade da família do ministro Santos e que, se o material foi publicado (e é matéria de capa desta semana que entra), foi com o seu consentimento. Especulo que isto foi uma “agulhada” para ver se o Brasil toma alguma providência, pois nenhuma medida fora tomada até então, desde o conhecimento do fato há uma semana.

E este foi mais um fato que a mídia brasileira resolveu divulgar, porém, como das outras tantas em que falam de FARC ou Foro de São Paulo, fazem com o espírito de morcego que morde e sopra, fingem bater e apontar o dedo acusador para depois afagar, cúmplices, abjetas, servis. É impressionante como em três jornais que li a informação é rigorosamente igual, sem mudar uma só palavra, dando a impressão de que um (o UOL foi o primeiro a publicar) traduziu algumas coisas do original, foi passado pelo crivo da PTPol e depois liberado para os outros, não sem antes ser de higienicamente filtrado. O fato é que, fingindo que informam a relação do Governo, do PT e de figurões governamentais com as FARC, esses jornalecos escondem o principal, o mais revelador. Quem se dispõe a investigar, entretanto, vai descobrir que o dossiê é muitíssimo mais grave do que fingidamente alegou Marco Aurélio Garcia (MAG) quando o menosprezou considerando-o de “irrelevante”.

A revista “Cambio” teve acesso a 85 e-mails (o que não é pouco) dentre eles alguns do pseudo-padre Oliverio Medina. Esses, que revelam seus planos para conseguir o status de refugiado, quem interferiu no processo e confirma o “arranjo” para abrigar a família em Brasília, a mídia brasileira não revelou. Medina diz viver de “doações de amigos e um pró-labore como secretário do Centro de Estudos Latino-Americanos, numa salinha onde ele e outros três militantes preparam panfletos sobre a história do continente distrubuídos a escolas carentes nas cidades-satélite da capital brasileira”, segundo reportagem do jornal O Globo de 8 de julho deste ano. Segundo ele, “quem recebe o benefício do refúgio tem que ficar na sombra”, demonstrando uma falsíssima humildade e mudança de comportamento que nunca teve, inclusive porque, enquanto finge estar fazendo um trabalho educativo, está mesmo é doutrinando jovens inexperientes sobre sua maldita ideologia comuno-terrorista. E tudo ali, nas barbas do governo, que cala e consente porque é cúmplice do crime.

Vejam o que dizia um dos e-mails dele para Raúl Reyes, em 14 de abril de 2007, gozando já do status de refugiado:
“Devo atuar com cautela para não facilitar ao inimigo argumentos que levem a questionar o refúgio. Nesse sentido, ter conseguido o traslado da ‘Mona’ e da ‘Timbica’ (explico mais adiante quem são) para a capital do país, foi importante. Manterei esse baixo perfil até a neutralização. Obtida esta, terei passaporte brasileiro e a primeira coisa que devo pensar é em ir vê-los”. Quer dizer, este terrorista assassino nunca mudou de conduta, como disse ter “abandonado as armas” para conseguir a liberdade perante o CONARE. O texto original desta declaração pode-se ver na página 4.

No início de junho Diogo Mainardi denunciou neste artigo que a mulher de Medina, Angela Maria Slongo, havia sido contratada pela Presidência da República para ocupar um cargo comissionado no Ministério da Pesca, a pedido de Dilma Roussef. Esta apressou-se em desmentir mas, posteriormente, a revista Veja publicou numa matéria cópia do bilhetinho desta terrorista indicando a mulher de Medina para o caso. Agora é o próprio Medina quem confessa, em mensagem encaminhada a Raúl Reyes em 17 de janeiro de 2007, revelado pela revista “Cambio”; leiam:
“Na segunda-feira 15 a ‘Mona’ (‘Mona’ é a mulher, e ‘Timbica’ é a filha do casal) iniciou seu emprego novo e para assegurá-la ou fechar a passagem à direita caso em algum momento queiram aborrecê-la, então a deixaram na Secretaria de Pesca, trabalhando no que chamam aqui de cargo de confiança ligado à Presidência da República”. (Nota original na página 3). Ou seja, diretamente ligada ao sr. da Silva que, certamente, não sabia de nada disso, sequer que dona Slongo é mulher do terrorista das FARC...

E as notas mais cínicas ficam por conta de Gilberto Carvalho, assessor direto do presidente Lula (já observaram que este elemento é citado em tudo quanto é patifaria que vem sendo descoberta?), e do poderoso MAG. As declarações desta dupla são tão cínicas que não resistem a uma pesquisa de menino de primário. Carvalho diz que o Governo tem “zero de relação com as FARC”; MAG diz que seu nome é citado porque “foi ele quem evitou que a narco-guerrilha se aproximasse do governo Lula” e que “as informações falam por si” E eu pergunto: como “evitar” que a narco-guerrilha se aproximasse do governo se ambos são parceiros de quase duas décadas no FSP? Entretanto, não é bem isto que dizem as FARC, muito menos os fatos.

Em e-mail datado de 25 de dezembro de 2006, Medina conta a Raúl Reyes (RR) que mandou cartão de Natal para dois assessores de Lula que são respectivamente Silvino Reck (que foi assessor de Olívio Dutra em Porto Alegre – quando este recebia no Palácio Piratini emissários das FARC – e depois, com o mesmo cargo, quando Dutra passou a ser Ministro das Cidades), e Gilberto Carvalho por terem-no ajudado no processo de refúgio; e em 23 de fevereiro de 2007, também dirigido a RR, Medina diz: “É possível que me visite um assessor especial de Lula chamado Silvino Reck, que junto com Gilberto Carvalho foi outro que nos ajudou bastante”.

Se estas correspondências não são suficientes para provar o cinismo desta gente, vejam os nomes constantes do corpo editorial da revista do Foro de São Paulo intitulada América Libre e este vídeo feito pela revista Veja, do último Encontro do Foro de São Paulo ocorrido entre 22 e 25 de maio deste ano em Montevidéu, que vocês vão encontrar os nomes e as caras de MAG e Carvalho; na revista, ao lado de Manuel Marulanda “Tirofijo” e no vídeo, aplaudindo a homenagem prestada a este verme feito por outro elemento peçonhento, Daniel Ortega, no encerramento do Encontro.

Pior do que as mentiras e dissimulação desta escória sinistra é a subserviência da mídia (com raríssimas exceções) que toma conhecimento destes fatos e não informa ao público, não revela NADA que possa abalar a credibilidade postiça deste governo de terroristas. Com que moral esta mídia pode falar dos “torturadores da ditadura” e ao mesmo tempo omitir e maquiar a conivência e participação direta do governo com terroristas sanguinários como as FARC? Que moral julga ter esta gente para, fingindo denunciar, encobrir os crimes da aliança FARC-FSP por décadas a fio? Todos tiveram acesso ao documento original da revista “Cambio” mas omitiram o principal porque têm o rabo preso, porque são covardes e porque pensam que, se ajoelhando e rastejando feito cobras, serão poupados no final. A terra não lhes será leve! E para fechar esta edição, recomendo a leitura do artigo “Como eu dizia”, do filósofo e jornalista Olavo de Carvalho que, ao contrário de seus colegas de profissão, há anos prega no deserto sobre este tema. Como ele diz no artigo, parece que andou “falando para as pedras”, como ocorre com a escriba deste blog.
Fiquem com Deus e até a próxima!

Comentário e traduções: G. Salgueiro

quarta-feira, 30 de julho de 2008

O Filho de Putin ataca de novo

Do BLOG DA SUZY
Postado por Suzy na terça-feira, 29 de Julho de 2008



Recentemente o Gorilla Chàvez esteve na sua amada Rússia para fazer umas "comprinhas" para seu projeto insano.

Mas, segundo a agência russa Interfax, “divergências” entre Caracas e Moscou impediram que ocorresse um pré-contrato de US$ 30 bilhões em armamentos para a Venezuela chavista inclusive em relação a equipamentos avançados como o caça Su-35.

Diz essa agência que isso se deve ao efeito dos dados do computador do narcoterrorista das FARC morto (thank God!) Raul Reyes.

Ou seja o governo russo estaria “cuidadoso” diante do apoio mais que escrachado de Chàvez às FARC, o que poderia “estremecer” ainda mais suas relações com Washington.

Chàvez tentou jogar com os russos e isso está subtendido na medida em que, aproveitando-se da reação russa ao sistema de defesa antimísseis que o governo norte-americano planeja implantar na Europa Central, Chàvez tentou seduzi-los com o oferecimento do território venezuelano para a implantação de bases russas, e deixou exposto seu afã pela dominação como um fim em si mesmo, ao “esquecer” propositalmente que Cuba tem as mesmas pretensões.

Ou seja, o Gorilla ficou de quatro diante de Putin, sua fonte fornecedora de armamentos.

A Rússia, tão “bem” intencionada, disse querer impor controles das armas que irão compor o update do armamento chavista, não só em relação ao fornecimento de novos armamentos como também sobre as armas já fornecidas.

Só para se ter uma idéia, a pretensão do Gorilla Chàvez de comprar o fuzil AK-103 tinha a “vantagem” de usar a mesma munição do AK-47 (calibre 7,2cm), justamente a arma padrão das FARC e se os russos formalizarem protocolos que impeçam o repasse dessas a “terceiros” (leia-se FARC) isso criaria sérias dificuldades ao verdadeiro chefe daquele bando narcoterrorista.

Mas porque estariam “esfriadas” as relações Moscou-Caracas se o objetivo dos dois é o mesmo?

Uma das explicações é o lucro que a Rússia deixaria de ter já que o governo chavista quer que as novas compras sejam financiadas com créditos abertos pelo governo russo que se pergunta "por qual razão um país produtor de petróleo e membro da OPEP, com o preço a U$130 o barril, necessita de créditos para adquirir armamentos".

Outra explicação estaria na reunião ocorrida em junho passado entre o presidente russo Dmitriy Medvedev com o vice-presidente da Colômbia, Francisco Santos, na qual discutiram a possibilidade de novas vendas de armamentos à Colômbia, que tem como maior adversário a Venezuela.

Além disso, existe a possibilidade de que o México e Argentina adquiram equipamentos bélicos russos sendo que o Brasil reabriu “oficialmente” o programa de aquisição dos caça F-X2, o que faria Moscou mais “cuidadosa”.

Por outro lado, Ruslán Puhkov, diretor do Centro Russo para Análise de Estratégias e Tecnologias (CAST), diz que o mercado europeu de defesa está "praticamente fechado para Caracas, primeiro, porque os equipamentos são muito caros e segundo, porque vários componentes são produzidos nos Estados Unidos, que tem impedido que este material seja vendido à Venezuela".

Um momento, Sr. Puhkov, o que é realmente “caro” para Chàvez que desvirtua os petrodólares com o sacrifício do povo venezuelano?

O problema, ou melhor, a solução, estaria sim nos componentes produzidos nos EUA que, ao menos antes que B. Hussein Obama chegue para queimar a bandeira americana, impede que os mesmos sejam disponibilizados a um narcoterrorista psicopata como o Gorilla Chàvez.

E como explicar a “boa intenção” russa quando o mesmo “especialista”, numa entrevista para a agência RIA Novosti afirma que "Qualquer que seja a conjuntura do mercado mundial de material bélico, Hugo Chávez seguirá comprando armamento na Rússia e poderá gastar até cinco bilhões de dólares na próxima década".

Esses cinco bilhões mencionados é que podem ser elevados à potência cash que o Gorilla Chàvez disponibilize para “convencer” os russos.


Realmente ou a KGB não está com nada ou finge que pegou a doença de Lula da Silva, que “nunca sabe de nada”. Ora, a KGB “não sabe” nem da existência do Foro de São Paulo que já elegeu por aqui 12 narcoterroristas que compõe o Foro do Terror (Foro de São Paulo) como presidentes de “Estados” prestes a desaparecer sob o manto opaco (ao povo) da URSAL, o que converge com seus sonhos comunalhas?

Resumo da ópera bufa de Chàvez e Putin: não é minimamente razoável que se credite confiabilidade nem a Moscou nem ao Gorilla Chàvez, já que tudo isso não passa de jogo de cena e desinformação planejada milimetricamente para confundir a opinião pública com a finalidade de melhor esconder o que se passa realmente nos bastidores.

Enquanto isso o crápula dirigente da Venezuela diz que os EUA querem ressuscitar a “Guerra Fria”.

Ressuscitar o que nunca morreu? Como assim?

Um recadinho para Chàvez: a “guerra” pode é se tornar muito quente, principalmente se travada no Inferno.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

CAMPANHA - “JULGAR O CHÁVEZ”

Do blog MOVCC


Mais de 30 associações estão apoiando a campanha “Julgar o Chávez”, onde várias organizações encaminharam a petição à Corte Penal Internacional de Haya para que se investigue o presidente por sua ligação com as FARC.

William Cárdenas - advogado da Plataforma de Venezuelanos em Madrid, uma das organizações demandantes, considera que há indícios suficientes para estudar o caso, sobretudo, depois das informações obtidas do PC de Raúl Reys. - "As FARC cometeram crimes de lesa humanidade, como seqüestros e assassinatos. Acreditamos que é um feito gravíssimo, como sugerem os computadores de 'Reyes', que Chávez tenha patrocinado e financiado a guerrilha", sustenta Cárdenas.

Em uma carta dirigida ao fiscal da CPI Luis Moreno Ocampo em 14 de março passado, eles asseguram que existem "provas sobre a possível atuação do presidente Hugo Chávez em apoio ao grupo guerrilheiro, expressado no suporte econômico, logístico, estratégico e armamentista".

Se a Corte autorizasse a abertura de uma investigação para posteriormente julgar o mandatário venezuelano, seria a primeira vez que essa instância judicial trataria de um caso relacionado a um chefe de estado em atividade. De momento, não tem data prevista para que a CPI tome uma decisão,"é um processo complexo e longo, porém temos confiança", disse Cárdenas.

Para sensibilizar a comunidade internacional no caso, a Plataforma de Venezuelanos em Madrid iniciou a campanha "Julgar a Chávez", que iniciou há uma semana em Miami.

"Agora queremos organizar um grande evento em associações de toda Europa em Madrid, mas de momento já contamos com o apoio de 30 organizações", comentou. Entre elas, a Associação de Mães e Mulheres Venezuelanas no exílio (Amavex), a Resistência Civil de Venezuelanos no exterior (Recivex), entre outras.

A Plataforma a qual representa Cárdenas nasceu em 2002 e está formada por um grupo de cidadãos venezuelanos que residem na Espanha. Esta organização já denunciou Chávez em varias ocasiões ante o tribunal de Haya, sem êxito até a data, por "violação dos direitos humanos". Material da AOL/Latina – tradução de Arthur (MOVCC)

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Mensagem urgente à oposição brasileira

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Alejandro Peña Esclusa em 09 de junho de 2008

Resumo: A relação entre Lula e as FARC existe – comprovadamente – desde julho de 1990, data em que Lula fundou – junto com Fidel Castro – o Foro de São Paulo, organização que agrupa, entre outros, Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa, Daniel Ortega, o FMLN de El Salvador e as FARC.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Caracas, 6 de junho – Segundo uma nota publicada hoje no jornal El País do Uruguai, o Partido Democrata do Brasil (DEM) investigará os nexos entre o governo de Lula e as FARC. A investigação estará baseada em documentos extraídos do computador de Raúl Reyes e inclui a participação de Frei Betto, ex-assessor de Lula.


A relação entre Lula e as FARC existe – comprovadamente – desde julho de 1990, data em que Lula fundou – junto com Fidel Castro – o Foro de São Paulo, organização que agrupa, entre outros, Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa, Daniel Ortega, o FMLN de El Salvador e as FARC.

Durante mais de quinze anos, Frei Betto foi o editor da revista do Foro de São Paulo – América Libre – em cujo Conselho Editorial [*] aparece (até o dia de hoje) Manuel Marulanda, codinome “Tirofijo”, junto com outras figuras do Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil como Gilberto Carvalho , ex-Chefe de Gabinete de Lula e Luis Eduardo Greenhalgh, membro da Direção Nacional do Partido dos Trabalhadores.

Mesmo que depois da “Operação Fênix” o PT tenha lançado uma campanha pública para desvincular-se das FARC, existem centenas de documentos que demonstram a estreita relação entre ambas as organizações. No ano de 2006, pouco antes das eleições presidenciais do Brasil, viajei a São Paulo e mantive uma reunião com um importante dirigente do comando de campanha de Geraldo Alckmin – candidato opositor a Lula – para recomendar-lhe divulgar os nexos entre Lula e as FARC; porém, por algum inexplicável motivo, ele negou-se a fazê-lo.

Nesta oportunidade, me atrevo a recomendar à oposição brasileira que centre sua investigação nos nexos existentes ente o PT e as FARC através do Foro de São Paulo, e depois contraste essa informação com os documentos extraídos dos computadores de Raúl Reyes. Estou certo de que chegarão a conclusões surpreendentes e definitivas.

[*]: Lista de integrantes do Conselho Editorial de América Libre disponível em http://www.nodo50.org/americalibre/consejo.htm

Tradução: Graça Salgueiro

O autor é engenheiro mecânico, formado pelo Instituto de Altos Estudos da Defesa Nacional. Atualmente é Presidente da associação civil Fuerza Solidaria – www.fuerzasolidaria.org.

domingo, 8 de junho de 2008

Arthur Virgílio cobra explicações do governo sobre cartas recebidas das Farc

Da AGÊNCIA SENADO
PLENÁRIO / Pronunciamentos
05/06/2008 - 19h47

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), disse considerar inadmissível que o governo brasileiro tenha tratativas diplomáticas com as Forças Revolucionárias da Colômbia (FARC). Por essa razão, exigiu, nesta quinta-feira (5), que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva explique o que se passou exatamente quando do recebimento, em 2003, de três cartas assinadas pelo ex-líder daquela organização Raúl Reyes, morto em março último (C.T. - baixe as cartas logo abaixo e veja você mesmo).


Segundo a revista Época, Reyes "tentou, oficialmente, estabelecer laços entre a guerrilha colombiana e o governo Lula". Na matéria, o jornalista Rodrigo Rangel afirma que as três cartas "foram levadas ao gabinete presidencial, no Planalto, por um parlamentar do PT".

Tarja multimídia


Discurso


Vídeo


Áudio


Fotos

Em seu pronunciamento, Arthur Virgílio disse que esse parlamentar foi o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) e que a correspondência foi entregue ao então assessor especial de Lula, Frei Betto. Este teria entregado as cartas a Lula, mas, em declaração recente, o assessor para assuntos internacionais do presidente, Marco Aurélio Garcia, teria dito que Lula não recebeu o material.

- Frei Betto não mentiria. E como conheço o senador Suplicy, prefiro acreditar que o Marco Aurélio Garcia é quem está mentindo. Por isso, seria muito bom que o presidente falasse sobre isso com muita clareza - disse o líder do PSDB.

De acordo com Época, "num dos textos, Reyes manifesta expressamente o desejo das Farc de estabelecer 'relações político-diplomáticas' com o próprio Lula e com seu governo". E o "chefe guerrilheiro", também conforme a revista, pediu uma conversa com Lula para tratarem de "temas de benefício recíproco", entre os quais o comportamento das Farc na fronteira do Brasil com a Colômbia.

- Para mim, é alarmante: correspondência do guerrilheiro, a meu ver, terrorista e narcotraficante, Raúl Reyes para o senhor presidente da República. Esse é um fato demasiadamente delicado para ficarmos no diz-que-diz - cobrou Arthur Virgílio.

O senador pelo Amazonas disse ter sido assediado por um representante das Farc no Brasil, (C.T. - porque este cara não foi preso na mesma hora? Porque um representante das FARC pode andar livre mente pelo Brasil?) mas rechaçou a investida do emissário, com base no entendimento de que se tratava de um grupo criminoso que combatia um governo legítimo, com o qual o governo brasileiro mantém relações diplomáticas.

Cobrado igualmente a explicar o episódio, o senador Eduardo Suplicy confirmou ter entregado a Frei Betto cartas recebidas do então vereador pelo PT de Guarulhos, Edson Antônio Albertão, hoje no PSOL, interlocutor assumido das Farc (C.T. - um parlamentar brasileiro assume ser interlocutor das FARc e continua com seu mandato? Não falo nem na sua prisão imediata pois, pelo jeito, pode-se ser interlocutor de qualquer miséria humana neste país e gozar de todas as vantagens. Só não se pode ser honesto aqui, o resto pode, "tá liberado"? Que país louco é este tal de Brasil?). O conteúdo da correspondência seria uma saudação a Lula por sua vitória na campanha eleitoral e a proposta de "um diálogo, de alguma maneira, com o presidente Lula, com o seu governo".

- Nunca houve, da parte do presidente Lula, qualquer comunicação transmitida a mim ou a Frei Betto ou ao Albertão. Portanto, com as Farc, com respeito a esse assunto, não houve comunicação além dessa que está registrada unilateralmente - afirmou o senador por São Paulo.

Suplicy contou ter dito a Albertão que seria importante um entendimento entre as Farc e o governo do presidente colombiano Álvaro Uribe. Para o senador, em outras ocasiões esse diálogo foi tentado, por exemplo, com a mediação da União Européia.

O parlamentar petista lembrou as diversas manifestações do governo brasileiro, inclusive no Senado, no sentido de que qualquer assunto relativo às Farc só seria tratado com o governo da Colômbia.

Nelson Oliveira / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".