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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O partido do aborto

Fonte: JULIO SEVERO
4 de Outubro de 2009

PT pune dois deputados acusados de combaterem a causa abortista

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz


“Ubi PT, ibi abortus” (onde está o PT, lá está o aborto), já dizia um velho provérbio chinês criado pelo Professor Humberto Leal Vieira, presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família e membro da Pontifícia Academia Pró-Vida.


A história do aborto no Brasil confunde-se com a história do PT e de outros partidos de índole comunista, como o PC do B e o PPS.

Coube ao PT em 1989 a “glória” de ter instalado no município de São Paulo o primeiro (des)serviço de aborto financiado com o dinheiro público (Portaria 692/89). Isso ocorreu enquanto Luiza Erudina (do PT) era prefeita e enquanto Eduardo Jorge (do PT) era secretário de saúde.

Em 1991, o mesmo Eduardo Jorge, desta vez como deputado federal do PT por São Paulo, proporia, juntamente com Sandra Starling (deputada federal do PT por Minas Gerais) um projeto (PL 20/91) que pretendia obrigar todos os hospitais do SUS a imitarem o mau exemplo da capital paulista.

Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, o PT sempre liderou de longe a autoria de projetos abortistas, em nível tanto federal, como estadual e municipal. Para se ter uma idéia da liderança petista, em 2002 havia oito projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional com o objetivo de legalizar e/ou favorecer a prática do aborto. Seis eram de autoria do PT, um do PTB e um do PPB!

Com a ascensão de Lula à presidência da República, o que era ruim ficou pior. Em 2004, o Ministro da Saúde Humberto Costa lançou a Norma Técnica de Atenção Humanizada ao Abortamento, toda ela voltada para fomentar a impunidade do aborto. Em 2005, ele fez uma reedição piorada da Norma Técnica “Prevenção e Tratamento dos Agravos da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes”, editada pela primeira vez em 1998 pelo então Ministro José Serra. No mesmo ano foi editada a Portaria 1145/2005, com a novidade de conter um formulário pronto, apto para a falsificação de estupros e o aborto em série.

Em 27 de setembro de 2005, a secretária especial de Políticas para Mulheres Nilcéa Freire entregou à Câmara dos Deputados o anteprojeto de descriminalização do aborto elaborado por uma Comissão Tripartite, em cuja participação a CNBB não foi admitida. A proposta normativa do governo, consagrando o aborto como um direito inalienável de toda mulher, e propondo sua total liberação, foi adotada em 04 de outubro de 2005 pela deputada Jandira Feghali (PC do B/RJ), como substitutivo ao Projeto de Lei 1135/91. A oposição pró-vida, porém, foi muito grande, e a votação do projeto ficou para o próximo mandato.

Em 22 de maio de 2006, o Partido dos Trabalhadores, em seu 13º Encontro Nacional, aprovou as “Diretrizes para a Elaboração do Programa de Governo do Partido dos Trabalhadores (Eleição presidencial de 2006)”, contendo como propósito para o segundo mandato a “descriminalização do aborto e a criminalização da homofobia” (item 35). Em 27 de setembro, atendendo às propostas do 13º Encontro Nacional do PT, o presidente Lula inclui em seu programa de governo 2007- 2010 a legalização do aborto: “criar mecanismos nos serviços de saúde que favoreçam a autonomia das mulheres sobre o seu corpo e sua sexualidade e contribuir na revisão da legislação(Programa Setorial de Mulheres, p. 19).

No segundo mandato, o governo Lula insistiu, sobretudo por meio do novo Ministro da Saúde José Gomes Temporão, em aprovar o Projeto de Lei 1135/91, dizendo e repetindo que “o aborto é uma questão de saúde pública”. A proposta, porém, foi rejeitada duas vezes: na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados por 33 votos a zero (em 07/05/2008) e na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) por 57 votos contra 4 (09/07/2008). Inconformado com a derrota, em 13/08/2008, o deputado José Genoíno (PT/SP) apresentou um recurso (Recurso 0201/08) para que o projeto abortista fosse apreciado pelo plenário da Câmara. Dos 66 deputados que assinaram o recurso, 31 (46,97%) eram do PT.

No 3º Congresso do Partido dos Trabalhadores (PT), ocorrido entre agosto e setembro de 2007, foi aprovada a resolução “Por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais”, que inclui a “defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público”.

No 10º Encontro Nacional das Mulheres do PT realizado em Brasília nos dias 17 e 18 de maio de 2008, foi aprovada uma resolução propondo a instalação de uma Comissão de Ética para os parlamentares antiabortistas, com “orientação para expulsão daqueles que não acatarem e não respeitarem as resoluções partidárias relativas aos direitos e à autonomia das mulheres”.

No dia 11 de novembro de 2008, os deputados Luís Bassuma (PT/BA) e Henrique Afonso (PT/AC) receberam a notificação da Comissão de Ética do Diretório Nacional do Partido. Em 17 de setembro de 2009, ambos foram punidos. O motivo alegado é que eles “infringiram a ética-partidária ao ‘militarem’ contra resolução do 3º Congresso Nacional do PT a respeito da descriminalização do aborto[1]. Esse foi o entendimento unânime do Diretório Nacional. Os dois tiveram seus direitos partidários suspensos: Luiz Bassuma por um ano e Henrique Afonso por 90 dias. Segundo a decisão, Bassuma será imediatamente substituído pela Bancada Federal na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF). Quando a Henrique Afonso, ele não será reconduzido à mesma Comissão. Bassuma recebeu ainda a recomendação de retirar os projetos de lei de sua autoria “que contrariam a resolução do 3º Congresso” (aborto).


Como entender a punição dos dois deputados

A presença de políticos antiaborto dentro do PT sempre foi muito importante. Não para a causa pró-vida, mas para a causa abortista. O Partido permitia que eles fizessem algum discurso em defesa da vida e até, em certos casos, que votassem contra o aborto. Mas impunha como condição que a atuação deles fosse periférica, superficial, de modo a não impedir a aprovação de um projeto pró-aborto nem a rejeição de um projeto pró-vida.

Assim, o PT permitiu que Hélio Bicudo (PT/SP) em 23/04/1996, votasse a favor da PEC 25A/95, que pretendia incluir em nossa Constituição o direito à vida “desde a sua concepção”. Seu voto foi um entre 32 que votaram “sim” contra 356 que votaram “não”. Como não havia perigo de que a proposta pró-vida fosse aprovada, o Partido não se importou com aquele voto dissidente.

O PT ainda permitiu que o mesmo Hélio Bicudo fizesse um solene discurso contra o aborto em 28/08/1997, quando estava para ser votado o PL 20/91. No entanto, misteriosamente ele se ausentou na hora da votação. Sua ausência foi decisiva para que o projeto abortista fosse aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

De maneira análoga, o PT permitiu que a deputada Ângela Guadagnin (PT/SP) em 6/3/2001 emitisse, como relatora, um parecer favorável ao PL 947/1999, que pretendia instituir o Dia do Nascituro. No entanto, ela estranhamente não compareceu no dia 25/04/2001, quando o projeto estava para ser votado. Sem a presença da relatora, não pôde haver votação. E assim, essa proposição pró-vida foi sendo protelada indefinidamente até ser arquivada.

Os petistas “pró-vida” sempre contribuíram para que se criasse a falsa idéia de que o PT não é um partido abortista. A presença deles interessava ao Partido, a fim de atrair os votos dos cristãos. Por que então Luiz Bassuma e Henrique Afonso foram punidos?

Porque eles foram longe demais. Bassuma ousou apresentar um projeto para revogar a não punição do aborto em caso de estupro (PL 5364/2005), desarquivou o “Estatuto do Nascituro” (PL 478/2007) e propôs a proibição do abortivo conhecido como “pílula do dia seguinte” (PL 1413/2007). Henrique Afonso atreveu-se a propor a sustação da aplicação da Norma Técnica do aborto no SUS (PDC 42/2007).

A decisão do Diretório Nacional deixou claro que dentro do PT só se admite uma militância pró-vida do tipo “faz-de-conta”. Tudo o que ultrapassa a mera ficção e põe em risco a causa abortista do Partido deve ser punido.


E o respeito à consciência?

O respeito à consciência dentro do PT é algo excepcional, como se vê no artigo 13, XV do seu Estatuto: “São direitos do filiado: ...excepcionalmente, ser dispensado do cumprimento de decisão coletiva, diante de graves objeções de natureza ética, filosófica ou religiosa, ou de foro íntimo, por decisão da Comissão Executiva do Diretório correspondente, ou, no caso de parlamentar, por decisão conjunta com a respectiva bancada, precedida de debate amplo e público”.

A consciência de cada filiado fica portanto submetida à decisão do Partido. Se o PT não permitir, o filiado não pode agir segundo sua consciência.


Conclusão:

De tudo o que ocorreu, fica evidente que um cristão não pode votar no PT e muito menos filiar-se a esse partido. Não se trata de uma questão de simples preferência partidária. Trata-se literalmente de uma questão de vida ou morte, ou seja, de defesa do direito humano fundamental à vida, em favor dos mais inocentes e indefesos. Um partido que faz todo o possível para que esse direito não seja reconhecido pelo Estado e não permite aos seus filiados promover eficazmente esse direito não cumpre um requisito fundamental para poder ser votado, ao menos se existem outros partidos que defendam esse direito ou, pelo menos, deixem os seus filiados defendê-lo.

Não se trata de fazer política partidária, mas do dever de dar aos outros, a todo o povo, a necessária informação sobre radicais incompatibilidades de um partido político ou de um determinado político com as convicções mais fundamentais da ética cristã e mesmo natural. A história (de governos eleitos pelo povo, que desprezaram os direitos humanos fundamentais) não ensinou já o suficiente a responsabilidade de cada um pelo seu voto? Por isso, existe o dever de se informar e de informar os outros.


Roma, 3 de outubro de 2009, Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, presidente do Pró-Vida de Anápolis


Divulgação: www.juliosevero.com


Leia também:

PT usa o código de ética e pune dois parlamentares seus com raro rigor

Feministas petistas pedem que PT assuma posição firme a favor do aborto, do feminismo e contra deputados pró-vida

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Gays petistas pedem punições para deputado evangélico

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Ética e Aborto no Partido dos Trabalhadores

Fonte: ENDIREITAR

Escrito por Reinaldo Azevedo
Sex, 18 de Setembro de 2009 00:00


Publicado originalmente com o título: PT USA O CÓDIGO DE ÉTICA E PUNE DOIS PARLAMENTARES SEUS COM RARO RIGOR. O QUE FOI QUE ELES FIZERAM?

"Acho absolutamente notável que os petistas tenham recorrido ao Código de Ética para punir os dois deputados que participaram de manifestações contra o aborto. Então ficamos assim: quando o PT usa o Código de Ética, a vida de inocentes corre perigo." (Reinaldo Azevedo)


Na noite de ontem [17 de setembro de 2009], o Diretório Nacional do PT decidiu punir os deputados federais Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC). Por unanimidade, ambos tiveram seus direitos políticos suspensos por um ano e 90 dias, respectivamente. Não poderão votar nem ser votados nas instâncias partidárias ou discursar em nome do partido. É possível que Bassuma, nessas condições, não consiga nem mesmo se candidatar à reeleição. Uau! Será que este partido está, finalmente, se emendando? Afinal, o que ambos fizeram? Abaixo, segue um diálogo imaginário com um leitor otimista. Ele pergunta (em negrito) e eu respondo.

— Será, Reinaldo, que eles foram pegar dinheiro de Marcos Valério no Banco Rural?
— Besteira! Isso é permitido. Não dá punição.

— Então usaram recursos “não contabilizados” de campanha. Acertei?

— Bobagem! Isso é do jogo. Como você sabe, a campanha de Lula foi paga em moeda estrangeira, no exterior, com dinheiro de origem desconhecida.

— Já sei! Então integraram algum grupo de aloprados para fazer um dossiê falso contra adversários! Na mosca?

— Claro que não! Integrar grupo de aloprados é coisa tão importante, que todos aqueles que participaram daquela aventura eram do entorno do próprio presidente Lula. É coisa para gente graduada.

— Ah, então vamos ver: usaram, sei lá, a estrutura de um ministério, da Casa Civil por exemplo, para fazer outro dossiê contra adversários do governo.

— Errado! Quem faz isso acaba sendo considerado candidato natural à Presidência da República. Isso rende promoção no PT, jamais punição.

— Ah, então vai ver eles violaram o sigilo bancário de um caseiro. Coisa feia!

— Tolice. Isso não tem importância. Quem dá bola para caseiro?



Que diabo, então, fizeram esses dois para que toda a cúpula petista, sem exceção, decidisse ser tão severa? Bem, eles resolveram tornar pública a sua posição contrária à descriminação do aborto. Vocês entenderam direito e não precisam ler de novo. Alguns pecadilhos, no PT, como os listados acima, não têm grande importância. Mas defender o direito de um feto à vida, a depender de como seja feito, é incompatível com a ética petista. Eu já desconfiava que fosse assim. De fato, não sei o que ambos fazem no PT sendo o partido tão escancaradamente favorável à descriminação do aborto.

Como a gente nota, no PT, os que cometeram todos aqueles crimes, merecem uma segunda chance. Mas o feto não merece a única chance que tem. É a forma que a esquerda tem de ser humanista, de ser progressista. A direção recomendou ainda que Afonso não seja reconduzido à Comissão de Seguridade Social e da Família na Câmara dos Deputados. Só pode pertencer a uma comissão de família quem é favorável à morte dos fetos, entenderam?

É o PT aplicando o seu Código de Ética. Ele comporta, por exemplo, Ideli SaLvatti a defender Sarney com todos os “esses” e “erres”, mas não parlamentares que participam de uma marcha contra o aborto. Vejam que engaçado: a tal manifestação, sabe-se, teve o apoio de uma ONG que conseguiu dinheiro público para a sua realização etc — vocês conhecem aquela rotina típica de petistas e ONGs. Pô, aí já é demais, não é? Dinheiro público bem utilizado é aquele que financia marchas em defesa do aborto.

Um dia essa gente há de encontrar o lugar certo na história. Que seja logo!


Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/pt-usa-o-codigo-de-etica-e-pune-dois-parlamentares-seus-com-raro-rigor-o-que-foi-que-eles-fizeram/

Cavaleiro do Templo: estão achando difícil entender a cabeça de petista? Talvez o material abaixo ajude:



terça-feira, 10 de março de 2009

Governo impõe ideologia abortista no ENADE - mas claro, o PT É ABORTISTA!!!

ESCOLA SEM PARTIDO

Todo ano o Ministério da Educação, por meio do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAE) propõe um exame (o ENADE) que avalia os estudantes de nossas universidades.


É assustador, mas é verdade. O ENADE (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) de novembro de 2008 traz uma questão em que os estudantes são obrigados a concordar com a ideologia abortistas, sob pena de perder pontos. Trata-se da questão n. 4º da prova de História, que pode ser vista em http://www.inep.gov.br/download/Enade2008_RNP/HISTORIA.pdf


QUESTÃO 4


CIDADÃS DE SEGUNDA CLASSE?


As melhores leis a favor das mulheres de cada país-membro da União Européia estão sendo reunidas por especialistas. O objetivo é compor uma legislação continental capaz de contemplar temas que vão da contracepção à eqüidade salarial, da prostituição à aposentadoria. Contudo, uma legislação que assegure a inclusão social das cidadãs deve contemplar outros temas, além dos citados.


São dois os temas mais específicos para essa legislação:


(A) aborto e violência doméstica.
(B) cotas raciais e assédio moral.
(C) educação moral e trabalho.
(D) estupro e imigração clandestina.
(E) liberdade de expressão e divórcio.


A questão termina aí. Qual opção você marcaria como certa? Talvez "educação moral e trabalho" (letra C) fosse um tema importante para favorecer as mulheres.


Mas se você marcasse essa opção, erraria a questão. Qual é, então, a opção certa?


Segundo o Ministério da Educação, é a letra A: "aborto e violência doméstica". Aborto como tema específico de "inclusão social das cidadãs". É assim que os estudantes devem pensar. E é assim que devem responder. Se não, perdem ponto no exame.


O gabarito da prova de História pode ser verificado em http://www.inep.gov.br/download/Enade2008_RNP/GABARITO_HISTORIA.pdf


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

A quem interessa a presença de políticos pró-vida dentro do PT?

JÚLIO SEVERO
13 de Fevereiro de 2009

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz


Recebi a excelente notícia de que o Partido dos Trabalhadores (PT), fiel à sua índole abortista, pretende amanhã, sábado, julgar em sua Comissão de Ética dois políticos acusados de defenderem a vida. Segundo informação recebida, os réus serão: Henrique Afonso (AC) e Luiz Bassuma (BA).


Recebi ao mesmo tempo a triste notícia de que militantes pró-vida estão montando uma resistência para “defender” (?) os acusados, a fim de que eles possam permanecer no referido partido (!).


Pergunto: qual é a glória de pertencer a um Partido que já manifestou repetidas vezes sua intenção de legalizar o aborto no país? E qual a desvantagem em sair de um Partido que tem se destacado em agir contra a família e em favor da glorificação do homossexualismo?


Conforme disse um amigo meu: alguém se sentiria mal de ser expulso do Partido Nazista? Qual o mal-estar em sair de um Partido que traz em sua bandeira, não a suástica, mas a estrela vermelha de cinco pontas, símbolo universal do comunismo?


É difícil imaginar alguma ação contra a vida e a família em que o PT não tenha tomado parte ativa em nosso país: prática de aborto nos hospitais públicos, desvio de verba para apologia do aborto, promoção de passeatas de “orgulho” homossexual, distribuição de cartilha de pornografia para alunos das escolas públicas, perseguição religiosa sob o nome de combate à “homofobia”...


Volto a perguntar: a quem interessa a presença de políticos “pró-vida” dentro do PT?


Como partido totalitário que é, o PT impõe a sua doutrina socialista (cf. art. 1º do Estatuto do PT) e portanto, anticristã, a todos os filiados. Emhttp://www.providaanapolis.org.br/ptotal.htm pode-se ler como o PT, por diversas vezes, impediu que seus membros pusessem obstáculo à sua agenda abortista. Veja-se o caso de Hélio Bicudo, Djalma Cotinguiba Araújo, Marina Silva, Ângela Guadagnin...


O totalitarismo petista ficou patente por ocasião da votação da Reforma da Previdência, em que parlamentares foram punidos por atender ao pedido dos eleitores, desobedecendo às diretrizes do Partido. A triste história encontra-se em http://www.providaanapolis.org.br/aquemp.htm


No entanto — este é o nó da questão! — é importante para o PT dar ao público a aparência de que ele é “tolerante”, que admite o “pluralismo”, que dá espaço à “liberdade”. A presença de políticos “pró-vida” dentro do PT é importante... mas só para a causa abortista. Essa presença colabora para confundir a opinião dos eleitores, para mascarar a bandeira pró-aborto do Partido, e para permitir a perpetuação do PT no poder.


Por tudo isso, aposto que o julgamento de amanhã não vai dar em nada. O PT será suficientemente astuto para não expulsar os deputados. A expulsão seria boa demais para ser verdade.


Pena que nem todos os pró-vida estejam percebendo isso... Alguns serão capazes ainda de comemorar amanhã a não-expulsão dos acusados...


Fonte: www.juliosevero.com


Veja mais:


Deputado Henrique Afonso e a educação escolar em casa


LifeSiteNews publica artigo sobre Dep. Henrique Afonso escrito por Julio Severo

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Site do PT defende aborto (mais uma vez)

MOVIMENTO ENDIREITAR
Qua, 08 de Outubro de 2008 09:20 Wellington Moraes

O site do PT está defendendo a legalização do aborto, conforme resolução do 3º Congresso do Partido dos Trabalhadores, de 2007. Confiram:

http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=71219&Itemid=201

http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=15103&Itemid=201

A matéria permite deixar comentários. Seria bom lotar a caixa com mensagens protestando contra o abortismo petista.

Leia também:

sábado, 27 de setembro de 2008

O hino do Partido Abortista (PT é claro)!

Do blog CAVALEIRO CONDE (Conde Loppeux de la Villanueva) 
SEXTA-FEIRA, SETEMBRO 05, 2008



Essa é a nossa homenagem aos adeptos do Partido Nazi-Abortista dos Trabalhadores, o PT do Sr. Lula e do Ministro da Saúde, o médico da SS-Einzattgruppen, José Gomes "Abortão". O hino combina perfeitamente com o botequim socialista petralha: lembra um bando de cervejeiros bêbados politiqueiros e vagabundos, só que alemães. (National-Sozialische Deustche Abeiter-Partei) Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães não é mera coincidência. Xô abortismo!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Ação em defesa da vida!

Do portal MOVIMENTO ENDIREITAR
Seg, 08 de Setembro de 2008 | Wellington Moraes

Aqueles que afirmam que o aborto precisa ser legal para executar bebês indefesos não são moralmente qualificados para trabalhar em nenhum cargo político. E aqueles que ajudam a elegê-los não têm nenhum direito de se chamarem pró-vida” (Mark Crutcher)

Toda a literatura médica afirma que o desenvolvimento humano se inicia quando o ovócito é fertilizado pelo espermatozóide.

Em abril de 2007 o Supremo Tribunal Federal convocou audiência pública para ouvir cientistas e definir, cientificamente, o momento do início da vida. Todos os cientistas “reconheceram que, no zigoto, ou seja, na primeira célula decorrente da união do óvulo com o espermatozóide: 1) há vida; e 2) essa vida é vida humana”. [1]

O aborto, o extermínio da mais frágil e indefesa forma de vida humana, é a mais hedionda e cruel forma de assassinato. Se possuímos a liberdade de destruir a vida humana e negar-lhe sua dignidade em uma etapa, questionava um velho teólogo americano, por que não em outras?

O Movimento Endireitar convida a todos os cidadãos brasileiros contrários a essa prática repulsiva a um posicionamento firme e claro diante dos políticos e partidos que apóiam o aborto.

Propomos um movimento de ação contínua para excluir do cenário político brasileiro todo e qualquer promotor do assassinato de bebês em gestação. Mais: sugerimos que este seja um dos principais critérios para a escolha de um candidato em todas as eleições. Não vote em candidato abortista!

A posição de um candidato na questão do aborto é tudo o que precisamos saber e tudo o que importa. Se um político errar nesse ponto, ele não conseguirá acertar em quase nada mais para compensar esse ponto”. (Mark Crutcher)

Nosso primeiro alvo nessa luta em defesa da vida é um partido político muito influente e poderoso: o Partido dos Trabalhadores (PT).

Segundo informações do seu próprio site [2], existe uma resolução partidária, ratificada pelo 3º Congresso do PT, de defesa da descriminalização do aborto. Mais: “a primeira vez que o PT fechou posição quanto à legalização do aborto foi ao longo do debate interno para a Constituinte, em 1987”. Os membros do PT são obrigados a promover a política do partido: o abortismo. Quem não segue a linha do partido é punido.

O PT é um partido de origem marxista. A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (atual Rússia) também seguia esta mesma doutrina e foi o primeiro país do mundo a legalizar o aborto na década de 1920. A segunda nação moderna a legalizar o aborto foi a Alemanha Nazista, em junho de 1935. Destruir a vida inocente e indefesa, esta é prática destas pessoas. Petismo, Comunismo e Nazismo são abomináveis.

O Movimento Endireitar não é ligado a nenhum partido político. Direcionamos primeiramente nossas baterias contra o PT por causa do seu apoio explícito e desavergonhado ao assassinato dos indefesos.

Se o prezado leitor é um verdadeiro defensor da vida junte-se a nós e ajude a impedir que políticos abortistas consigam se eleger.

Lembre-se, nossa meta é excluir definitivamente do cenário político não só o PT pelos motivos expostos acima, mas todo e qualquer promotor da destruição da vida humana.

Como poderei ajudar?

Primeiramente se informe. Os abortistas são mestres na arte de inventar as mais belas desculpas e utilizar as mais belas palavras para justificar e designar seus mais torpes propósitos. A internet é melhor meio de informação atual. Basta digitar “contra o aborto” em qualquer mecanismo de busca e um mundo de informações surgirá. Recomendamos também a leitura dos artigos reproduzidos em nossa seção especial sobre o assunto. Acesse: http://www.endireitar.org/site/aborto

Segundo, utilize sua criatividade. Nós incentivamos o prezado leitor a por em prática suas próprias idéias e formas de divulgação. Acreditamos piamente que você é capaz de agir sozinho de forma eficiente e eficaz sem o “guiamento” de alguém.

Terceiro converse com seus familiares, vizinhos, amigos da escola, faculdade e igreja sempre que for possível. Solicite o empenho de cada um na causa pró-Vida.

Quarto, faça com que nossa e a sua mensagem se espalhe por todos os meios acessíveis a você, por email, Orkut, blogs, folhetos impressos, etc.

Sob a proteção de Deus, vamos entrar em Ação em defesa da vida!

Um abraço,

Comunidade Ação em defesa da vida!
Orkut: http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=68545093



[1] Martins, Ives Gandra. O início da vida e o STF. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. 08 maio 2007. Disponível em: < http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=353079 >. Acesso em: 07 set. 2008.

[2] Conferir: “Uma vitória das feministas do PT” em http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=15103&Itemid=201

Carta aberta ao Ministro Marco Aurélio Mello

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por João Luiz Mauad em 09 de setembro de 2008

Resumo: Algumas das respostas do ministro Marco Aurélio Cunha durante uma entrevista para a revista Veja revelam incongruência com a lógica e o descompasso com os princípios mais elementares do Estado Democrático de Direito.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Excelentíssimo Ministro Marco Aurélio Mello

Perdoe por iniciar esta missiva de forma tão direta, mas preciso dizer-lhe que fiquei absolutamente embasbacado ao ler a entrevista de Vossa Excelência sobre o tema do aborto, concedida à revista Veja desta semana. (Semana retrasada)

Antes de quaisquer outras considerações, esclareço que meu espanto foi diretamente proporcional ao apreço e respeito que tenho por Vossa Excelência, especialmente pela independência que sempre demonstrou perante o Poder Executivo, bem como pela conduta exemplar de respeito à lei e, principalmente, aos direitos e garantias individuais que sempre manteve.

Não pretendo aqui entrar no mérito da questão do aborto de fetos anencéfalos, nem tampouco do aborto em geral, temas já exaustivamente tratados, nos autos do processo em que V. Ex.ª é relator, por gente muito mais gabaritada e preparada do que eu. Meu interesse é apenas apontar a incongruência de algumas de suas respostas com a lógica mais elementar, bem como o descompasso de outras com os princípios mais básicos do Estado Democrático de Direito, fato que, partindo de um homem indubitavelmente inteligente e preparado, só pode ser creditado, a meu juízo, à excessiva ideologização em que essa questão encontra-se mergulhada.

Eis as perguntas e respostas, com os respectivos comentários:

“Em 2004, o plenário do STF derrubou uma liminar concedida pelo senhor que autorizava a interrupção da gestação de anencéfalos. Por que o senhor decidiu trazer o assunto à tona novamente?

“Tomei como base o resultado da recente votação na corte do uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas. Se esse debate tivesse ocorrido em 2004, muito provavelmente o resultado não teria sido o mesmo. Embora a decisão a favor do uso de células-tronco tenha sido apertadíssima (6 votos contra 5), representou uma abertura do Supremo. Por isso, acredito que agora a Casa aprovará a interrupção da gestação de anencéfalos. Desta vez, a votação será menos apertada do que foi no caso das células-tronco. Diria que teremos um 7 a 4 ou um 8 a 3. E, depois que o Supremo bater o martelo, não adiantará recorrer ao Santo Padre.”

O que primeiro chama a atenção nesta resposta são as inferências sobre o possível resultado do julgamento. Em assim agindo, V. Ex.ª deixa transparecer que o resultado do mesmo já seria previamente conhecido, de acordo com convicções anteriormente firmadas, independentemente dos debates, das provas e dos argumentos jurídicos trazidos aos autos – os quais, por dedução lógica, seriam somente parte de um grande teatro.

Também não entendi por que, ao final de sua resposta, V. Ex.ª traz o Santo Padre para o meio da pendenga, como se alguém o estivesse tentando colocar em posição hierárquica superior à do STF, o que não era o caso. Enfim, V. Ex.ª deve ter lá as suas razões.

“O senhor acredita que a maior flexibilização do STF abre a possibilidade para a discussão do aborto em geral?

“Sem dúvida. O debate atual é um passo importante para que nós, os ministros do Supremo, selecionemos elementos que, no futuro, possam respaldar o julgamento do aborto de forma mais ampla. O sistema atual está capenga. Por que a prática de aborto de fetos potencialmente saudáveis no caso de estupro é permitida? Esse tema é cercado por incongruências. Temos 1 milhão de abortos clandestinos por ano no Brasil. Isso implica um risco enorme de vida para a mulher. Na maioria das vezes, o aborto é feito em condições inexistentes de assepsia, sem um apoio médico de primeira grandeza. Há uma hipocrisia aí. O aborto é punido por normas penais, mas é feito de forma escamoteada. Nosso sistema é laico. Não somos regidos pelo sistema canônico, mas por leis. A sociedade precisa deixar em segundo plano as paixões condenáveis.”

Nesta resposta, data máxima vênia, V. Ex.ª agride a lógica mais elementar. Já vi tal argumento na boca de diversas pessoas, mas jamais imaginei que pudesse encontrá-lo na sua, porque absolutamente absurdo. Para prová-lo, não precisamos gastar muitos neurônios ou argumentos. Digamos que, num surto de loucura, eu pretendesse defender a descriminação do assalto a mão armada em nosso país. Então, perguntado sobre o tema, eu responderia exatamente a mesma coisa que V. Ex.ª, tomando o cuidado de trocar a palavra “aborto” por “assalto”. Minha resposta seria, então, a seguinte:

“Esse tema é cercado por incongruências. Temos mais de 1 milhão de assaltos clandestinos por ano no Brasil. Isso implica um risco enorme de vida para o assaltante. Na maioria das vezes, o assalto é feito em condições precárias, sem um apoio de primeira grandeza. Há uma hipocrisia aí. O assalto é punido por normas penais, mas é feito de forma escamoteada. Nosso sistema é laico. Não somos regidos pelo sistema canônico, mas por leis. A sociedade precisa deixar em segundo plano as paixões condenáveis.”

Reparou, Senhor Ministro? O argumento de que um crime deva deixar de sê-lo pelo fato de ser praticado de forma escamoteada e em grande quantidade é absurdo. Quer dizer então que, se um crime é praticado rotineiramente, com risco para o criminoso, ele deve simplesmente deixar de ser considerado crime? Confesso que não entendi o alcance do raciocínio. Se a norma legal vem sendo descumprida, devemos simplesmente acabar com ela? Nesse caso, convenhamos, sobrariam no Brasil muito poucas leis.

Mais à frente, talvez no afã de defender o estado laico, que não está, absolutamente, sob ataque, V. Ex.ª ainda se refere à fé dos crentes como “paixões condenáveis”, o que é, data vênia, lamentável sob o ponto de vista da tolerância. Estado Laico – e peço que me corrija se eu estiver errado – significa “Estado separado da Igreja”, e não que os crentes, porque influenciados em suas subjetividades pelas doutrinas das respectivas religiões, não possam participar dos debates da vida civil ou da política. Uma coisa é querer impor as normas canônicas acima das normas civis; outra, bem diferente, é o debate político e jurídico, onde a validade dos argumentos independe da crença de quem os pronuncia.

“Para os que se opõem ao aborto, no entanto, a mulher não tem direito a essa liberdade. A Igreja Católica, por exemplo, argumenta que a vida deve sempre ser acolhida como um dom.

"É preciso esclarecer que a vida pressupõe o parto. O Código Civil prevê o direito do nascituro, ou seja, daquele que nasceu respirando por esforço próprio. Enquanto o feto está ligado ao cordão umbilical, a responsabilidade é da mulher que o carrega. Quando a vida é totalmente improvável ou indesejada, deve ser discutida."

Como é, Senhor Ministro, que “a vida pressupõe o parto”? O que V. Ex.ª está dizendo aqui é que, até o momento do parto, a mulher teria pleno direito de decidir sobre a vida do feto, mesmo que este já esteja totalmente formado. Então, pergunto: um bebê com um dia de vida é um ser humano, mas um feto, às vésperas do parto, não o é, simplesmente porque ainda não respira espontaneamente? De acordo com este mesmo raciocínio, a lei (o Estado) só deveria proteger a vida após o nascimento e, assim, nada impediria que, por exemplo, em nome da própria liberdade, a mãe – desculpe pela imagem macabra – enterrasse uma chave de fenda no crânio de seu feto, através do canal vaginal, apenas momentos antes do parto? Em face da importância do tema, rogo que V. Ex.ª esclareça este seu ponto de vista com urgência, pois não consigo acreditar que o senhor tenha realmente pretendido dizer o que – pelo menos na minha interpretação – parece ter dito.

Atenciosamente

João Luiz Mauad

O autor é empresário e formado em administração de empresas pela FGV/RJ.

domingo, 7 de setembro de 2008

A militância abortista falsifica a realidade.

Do blog CAVALEIRO CONDE
Domingo, Setembro 07, 2008

A história de Marcela (leia aqui e aqui) é algo que desafiou os círculos abortistas, ardorosos em querer extirpar as imperfeições físicas da espécie humana. Ela foi a menina que nasceu com anencefalia e conseguiu sobreviver por quase dois anos, até falecer, recentemente, vitima de outras complicações que nada tinham a ver com sua deficiência. Para os católicos (como para mim), foi algum milagre divino, dentro da campanha eugênica do assassinato dos inocentes nascituros. Mostrou a fraqueza, senão a falácia argumentativa, a respeito do aborto de anencéfalos, como se estes não tivessem vida. Marcela provou que existe sim.


Aí temos o arauto da seita do Estado-deus-eugênico, o Sr. André Petry, afirmando, categoricamente, em um artigo da Revista Veja, que Marcela não era anencéfala, acusando indiretamente de fraude, os militantes católicos pró-vida. Na verdade, os abortistas, inconformados com as evidências fortíssimas sobre a vida de Marcela, querem modificar a ciência pela ideologia. Querem mudar o conceito da anencefalia. Enfim, querem mudar ou mesmo destruir o conceito de ciência. Falando em causa própria, o jornalista André Petry está de olho no ardil dele próprio, para imputar aos outros, aquilo que é do seu caráter. Em seu último artigo, “De Olho no Ardil”, de 27 de agosto de 2008, ele já inicia com essa pérola: "Tomar o exemplo de Marcela, o símbolo antiaborto, para proibir a interrupção da gravidez de fetos sem cérebro é exploração desonesta da tragédia alheia." Em outras palavras, o jornalista quer ocultar a verdade dos olhos do público, já que ela não o satisfaz. E ainda nos dá o aval de seu caráter: em nome de um fingido e suposto apelo moral, ele quer ocultar a verdadeira tragédia que poderá ser a legalização do aborto.

Todavia, Petry não se faz de rogado: “Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal, que tem dado mostras de ser o poder mais conectado com a realidade dos brasileiros comuns, fará outra de suas audiências públicas. Uma delas discutiu as pesquisas com células-tronco embrionárias, finalmente aprovadas. Agora, o debate será sobre o direito de interromper a gravidez de fetos sem cérebro – que não sobrevivem fora do útero mais do que algumas horas ou dias.”

O jornalista acha que as discussões éticas e morais são meros caprichos da moda midiática e jurídica, não a aprovação ou reprovação de conceitos milenares enraizados na consciência cristã e ocidental e que podem ser revogados por meia dúzia de juízes presunçosos e proxenetas, criadores de regras. Interessante é ele afirmar que o STF fala em nome da maioria dos brasileiros comuns, já que a maioria deles é contra o aborto; e se o povo conhecesse os meandros ideológicos do discurso abortista, seria muito mais fervorosamente pró-católico. Porém, Petry mostra sinais de completa desumanidade, quando se refere ao caso particular da anencéfala, como se fosse uma espécie de empecilho ou inconveniente moral: “Para um deles, é preciso que a platéia esteja especialmente atenta porque são grandes as chances de que apareça na audiência pública do Supremo: chama-se Marcela de Jesus Galante Ferreira. É o nome da menina que viveu um ano, oito meses e doze dias em Patrocínio Paulista, mesmo tendo nascido, dizia-se, sem cérebro. Marcela morreu no último dia 1º de agosto, de pneumonia. Por ter sobrevivido tanto tempo, a pequena Marcela foi tratada como um milagre divino. Chegou a virar símbolo de passeata contra o aborto, que reuniu 5
000 fiéis católicos, espíritas e evangélicos em São Paulo”. É curioso observar que o nome de Marcela de Jesus é que nem o de Nosso Senhor; é maldito e não deve ser falado.


Todavia, a lógica perversa de André Petry se revela no seguinte trecho final de seu artigo: “A pediatra Márcia Barcellos, que cuidou de Marcela, examinando ressonâncias magnéticas de alta definição, concluiu que a menina sobrevivia porque não era um bebê sem cérebro. Ela tinha o mesencéfalo, parte intermediária do cérebro, e outras proto-estruturas que lhe permitiram tamanha sobrevida. Na sessão do Supremo, sempre pode aparecer alguém – bem-intencionado, lógico – dizendo que o aborto de feto sem cérebro tem de ser proibido porque ainda pode haver centenas de Marcelas vivendo anos a fio”.


Das duas uma: ou o Sr. Petry desconhece o conceito de anencefalia, ou ele age de tal má fé patológica de um ideólogo, que é capaz de destruir os escrúpulos de consciência e falsificar a compreensão da realidade. Quer enganar o público que o lê.

Qualquer pessoa minimamente estudada no assunto sabe que a anencefalia não significa ausência total de cérebro; pode ser tão somente ausência da parte dela. Não existe um conceito científico definido para a anencefalia, já que qualquer ausência cerebral mínima pode ser caracterizada como tal, dentro da gravidade dessa deficiência.

É o caso de Marcela. Todavia, a militãncia abortista está numa histeria doida: como se eles se preocupassem com detalhes técnicos ou formais da saúde dos nascituros!

Partindo de seu próprio princípio, Marcela não teria vivido um ano e oito meses e sim morrido antes de nascer. Para gente como o Sr. Petry e uma boa parte dos abortistas, ela não é gente, é um dejeto humano, um ser inferior que deve ser eliminado porque é supostamente incapaz de viver. Ainda que as evidências comprovem precisamente o contrário, os abortistas insistem na mentira em silenciar os fatos. É isso que será discutido no Supremo e que gente como o jornalista pernóstico da Revista Veja quer calar ou abafar.


Pior é o argumento final do seu texto. Para Petry, a existência de Marcela não corrobora em favor da vida de outros nascituros defeituosos, e sim para a morte de todos eles. Ai se revela a moral ideológica do abortismo: a eugenia mais perversa, ressuscitada em forma de humanitarismo moral. A perversão semântica do discurso não esconde a perversão dos atos. Não nos espantemos as conseqüências desse ato: esses ideólogos da perfeição física e racial da humanidade querem decidir nosso direito de nascer.

Depois, roubarão o nosso direito de existir pelo decurso de nossa vida, quando estivermos enfermos. E quando não estiverem satisfeitos, vão decidir até destruir a velhice, matando-a, quando se tornar inútil. A Holanda eugênica, que é o modelo perfeito do assassínio de velhos, doentes e nascituros do Sr. André Petry, é expressão formal de onde pode nos levar o relativismo moral, um pesadelo em nossas democracias. Eles querem importar essa doença moral para o Brasil. Católicos e demais cristãos deste país, orai e vigiai para combater o mal!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

"A sociedade brasileira é contra o aborto"

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Redação MSM em 26 de agosto de 2008

CLIQUE AQUI E VOTE CONTRA A LEI QUE VAI ACABAR COM A LIBERDADE NA INTERNET BRASILEIRA


Resumo: O CanalMSM (www.youtube.com/CanalMSM ), espaço para os vídeos e entrevistas do Mídia Sem Máscara no youtube, traz entrevista com o jurista e escritor Ives Gandra Martins.

© 2008 MidiaSemMascara.org

O CanalMSM traz vídeos e entrevistas originais do site Mídia Sem Máscara. Em agosto, o novo vídeo incorporado é uma entrevista com Ives Gandra Martins. Na primeira parte de seu depoimento, Martins falou sobre

métodos abortivos como o sufocamento e o envenenamento;


defendeu que a sociedade brasileira é contrária à prática; e reiterou que o direito à vida é o principal entre aqueles assegurados pela Constituição.



quinta-feira, 10 de julho de 2008

Aborto barrado

Do blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão em quinta-feira, 10 de Julho de 2008


Os petistas sofreram ontem uma de suas maiores derrotas políticas na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou o parecer do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) contrário ao Projeto de Lei 1135/91, que descriminaliza o aborto praticado pela gestante ou com seu consentimento no Brasil.

Por 30 votos a 4, os parlamentares arquivaram a proposta que tramita na Câmara desde 1991 e tem como autores os ex-parlamentares Eduardo Jorge (PT-SP) e Sandra Starling (PT-MG).

No final da votação, representantes de movimentos religiosos comemoravam com os deputados contrários ao projeto e chegaram a rezar a oração do pai-nosso, no plenário da comissão.

Pela legislação atual, o aborto só é permitido em dois casos, com autorização judicial: quando a gravidez é resultado de estupro ou quando a gravidez traz risco de vida para a mãe.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

GENOCÍDIO NO PARÁ - E AGORA LULA, QUAL A DESCULPA PARA MAIS ESTAS MORTES DE BEBÊS NAQUELA IMUNDÍCIE DAQUELE HOSPITAL PETISTA?

Do blog MOVCC


Mais 13 bebês morreram depois de final de semana em Belém (PA)
Depois da morte de 12 recém-nascidos na Santa Casa de Belém (PA) no último final de semana, pelo menos mais 13 bebês morreram na maternidade do hospital nesta semana, segundo guias de falecimento de um cemitério da cidade. A Santa Casa e o governo do Pará, responsável pelo hospital, não confirmaram as 13 mortes ontem. Os óbitos do final de semana já haviam sido reconhecidos pelo governo, que disse tratar-se de uma concentração incomum de casos graves, de bebês prematuros e com doenças congênitas. Leia matéria completa aqui - Folha Online

Comentário do Cavaleiro do Templo: não é nada estranho isto, vistoq ue esta seita satância cchamada PT é abortista lúdica, por qualquer motivo, bastando para isto que a gestante queira matar uma pessoa a qualquer momento de sua vida dentro da barriga da mesma. Leiam aqui.

Manobra do partido abortista por qualquer motivo, o PT

Do blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão, segunda-feira, Junho 30, 2008

A base desgovernista quer acelerar a votação do Projeto de Lei n° 1.135/91, que pede a supressão do artigo do Código Penal que torna crime a gestante praticar aborto, uma matéria polêmica que tramita há 17 anos na Câmara.

Por isso, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados realiza na próxima quarta-feira, às 14h, audiência pública para discutir o projeto de lei que trata da descriminalização do aborto.

A audiência foi proposta pelo relator da matéria, o presidente da comissão, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Foram convidados para a audiência o ministro da Saúde, José Gomes Temporão; a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres,; o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Dimas Lara Barbosa; e a presidente do PSOL, Heloísa Helena.

Comentário do Templo: o PT é abortista por qualquer motivo que seja. É o ABORTO LÚDICO. Vejam aqui e aqui.


segunda-feira, 12 de maio de 2008

Câmara rejeita Lei do Aborto por unanimidade de 33 votos a ZERO

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Julio Severo em 09 de maio de 2008

Resumo: Rejeitado projeto de lei que legalizaria o aborto no Brasil.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Foi realizado no último dia 08/05 a votação do PL 1135/91, apresentada pelo governo Lula ao legislativo em 2005, que legalizaria o aborto no Brasil por qualquer motivo, durante todos os nove meses da gravidez.

O Deputado José Aristodemo Pinotti, juntamente com a Deputada Cida Diogo, apresentaram inicialmente seus votos a favor do projeto. O deputado Pinotti voltou a mencionar, para justificar seu voto, que houve diminuição do número de abortos nos países onde a prática foi legalizada. O argumento, constantemente repetido pelos promotores do aborto, é comprovadamente equivocado porque desconsidera os inúmeros casos dos países, inclusive no primeiro mundo, como é o caso da Inglaterra, Espanha, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelância, Canadá, e vários outros, em que após a legalização o número de abortos aumentou, continua aumentando ou até mesmo explodiu, em vez de diminuir.

José Aristodemo Pinotti, além de médico e deputado federal, é também desde os anos 70 membro do Board of Trustees do Population Council, entidade pertencente às organizações Rockefeller que, fundada em 1952, foi o cérebro que coordenou o desencadeamento internacional do controle populacional e da ofensiva atualmente vista a favor da implantação do aborto em todo o mundo.

Em seguida, depois haverem sido rejeitados sucessivos requerimentos para adiar a votação, os deputados que já haviam apresentado seus votos a favor retiraram-se do plenário, sendo substituídos pelos respectivos suplentes.

REALIZADA A VOTAÇÃO, O PROJETO DE LEI QUE LEGALIZARIA O ABORTO NO BRASIL, DESDE A CONCEPÇÃO ATÉ O MOMENTO DO PARTO, FOI REPROVADO POR UNANIMIDADE DE 33 VOTOS CONTRA ZERO.

Fonte: www.juliosevero.com

Leia a seqüência de notícias publicadas em tempo real pela Agência de Notícias da Câmara dos Deputados.

http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=121441
http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=121437
http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=121426

Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. E-mail: juliosevero@hotmail.com

domingo, 27 de abril de 2008

PT é OFICIALMENTE a favor do aborto por DESEJO (quer abortar minha filha, o PT deixa...)

Do portal FRENTE INTEGRALISTA BRASILEIRA
Em 30/05/2006, 18:11:08

Resumo: para o PT os nascituros são seres sem direito a vida, que estão sujeitos, portanto, a serem brutalmente assassinados. Se isto não é discriminação contra estes seres humanos destituídos de qualquer defesa, o que é então?


Podemos votar num partido abortista???


O aborto no Programa de Governo

O 13º Encontro Nacional do PT, que ocorreu entre os dias 28 e 30 de abril, em São Paulo, aprovou o documento "Diretrizes para a Elaboração do Programa de Governo".

Estas diretivas que visam a “Eleição presidencial de 2006” contemplam, dentre outros, a descriminalização do aborto.

Veja o número 35 das Diretrizes:

35. Combate às desigualdades e discriminações – O segundo Governo deve consolidar e avançar na implementação de políticas afirmativas e de combate aos preconceitos, à discriminação, ao machismo , racismo e homofobia. As políticas de igualdade racial e de gênero e de promoção dos direitos e cidadania de gays, lésbicas, travestis, transexuais e bissexuais receberão mais recursos. A Secretaria Especial de Mulheres, a Secretaria de Promoção de Políticas para a Igualdade Racial e o Programa Brasil sem Homofobia serão fortalecidos, influenciando e dialogando transversalmente com o conjunto das políticas públicas. O Governo Federal se empenhará na agenda legislativa que contemple as demandas desses segmentos da sociedade, como o Estatuto da Igualdade Racial, a descriminalização do aborto e a criminalização da homofobia.

Neste mesmo Encontro foi aprovada uma Moção que realça o caráter endêmico da ‘luta’ pela descriminalização do aborto, podando toda e qualquer iniciativa contrária por parte de parlamentares petistas.

Confira trechos da “Moção sobre a descriminalização do aborto”:

Foi com essa compreensão, expressa em diversas resoluções de nosso Partido, que temos trabalhado nas ultimas décadas na luta para a libertação das mulheres. Uma das importantes bandeiras é a descriminalização do aborto. Neste sentido sempre defendemos o direito da mulher decidir sobre seu corpo e sua vida. Nenhuma mulher é obrigada a fazer aborto, cada uma segue seus valores e religião. Mas aquelas que tiverem uma gravidez indesejada devem ser respeitadas na sua decisão de fazer aborto (C.T. isto é aborto por qualquer motivo. Ou seja, pode fazer sexo à vontade, minha filha, pode trepar que o PT deixa você fazer aborto depois sem problemas. O feto vai para a indústria farmacêutica e talvez você até ganhe uma graninha com teu filho no balde. Veja o último dos três filmes e entenda isto também.), sem correr risco de morte ou de ir para a cadeia, sendo asseguradas pelo Estado as políticas públicas que respondam ao atendimento adequado das mulheres nestes casos.

(C.T. - pode-se ver abaixo o que é este processo que o PT aprova e apoia)





A 1ª Conferência de Políticas Públicas para Mulheres aprovou a revisão da legislação punitiva em relação ao aborto, reafirmando políticas públicas importantes para as mulheres.

Nós, delegados e delegadas ao 13º Encontro Nacional do PT, reafirmamos as posições de encontros anteriores e indicamos que os/as parlamentares de nosso Partido não se somem a conservadores e reacionários para criar uma Frente Parlamentar em Defesa da Vida – Contra o Aborto, demonstrando total desconhecimento da causa e, mais grave, absoluto desrespeito pelas mulheres.

Se a Frente se auto-proclama em defesa da vida, as mulheres do PT e as organizações de mulheres em geral assim também o fazem, na medida em que lutam para que milhares de mulheres em todo o país deixem de morrer ou carregar seqüelas em função de abortos clandestinos, realizados em condições precárias. (C.T. - percebam o absurdo: eles são a favor do aborto "lúdico" e se dizem em defesa da vida).

Assim sendo, exigimos que os/as parlamentares do PT que participam da Frente Parlamentar em Defesa da Vida – Contra o Aborto retirem seus nomes desse movimento. O acordo partidário em relação a este tema é de que respeitamos as decisões de foro íntimo, entretanto as posições e voto de nossos parlamentares não podem ferir princípios em defesa dos direitos das mulheres.

Respeitamos a abstenção de votos, mas não aceitamos o protagonismo e a participação em ações e movimentos como esta Frente, que violam o respeito à vida das mulheres.

(C.T. - mostrem este outro filme então às mulheres para que elas entendam que o PT, como partido político associado às FARC e, portanto, criminoso, está mais uma vez cometendo outro crime contra a humanidade ao induzí-las ao aborto que vai gerar, mais uma vez, dinheiro para os envolvidos. Os amigos do PT).

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".