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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Ética sociopática - já em 2000 Olavo mostrava o que é o esquerdismo nacional: SOCIOPATIA INDUZIDA E COLETIVA

Fonte: ÉPOCA
Edição 131 20/11/2000

OPINIÃO

Por Olavo de Carvalho


Maquiavelismo revolucionário camuflado em luta pela ética faz mal à saúde moral do país


Mas o psicopata (ou sociopata) não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”

Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva

Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.




Outro dia escrevi que Fidel Castro começara sua carreira assassinando um político qualquer só para cavar favores de um inimigo da vítima. Alguém replicou, indignado, que não era justo polemizar contra o regime cubano mediante “ataques à vida pessoal” de seu representante.

Estão vendo por que digo que o atual esquerdismo brasileiro não é um fanatismo simples, mas um fanatismo de sociopatas?

O simples fanático não chega ao desvario de proclamar que um homicídio político é puro assunto de foro íntimo do homicida, sem peso no julgamento de seu desempenho de homem público. Para tanto é preciso que ele tenha sacrificado no altar de sua fé o último vestígio de discernimento ético.

Fanatismo, por si, não implica dessensibilização moral. Essa é, em contrapartida, a definição mesma da sociopatia.

Não se trata, evidentemente, de sociopatia individual e espontânea, mas coletiva e induzida. Milhões de brasileiros estão se deixando reduzir à completa obtusidade pela prostituição de seu senso ético a uma formidável mentira eleitoral. Um partido que, em seus planos estratégicos, se propõe implantar no país um regime comunista de tipo cubano, mas em sua propaganda escamoteia esse dado essencial e vende uma imagem ideologicamente inócua de probidade administrativa, está, com toda a evidência, introduzindo um grave desvio de foco nas discussões públicas. O PT, de fato, parece ter menos corruptos que os outros partidos. Ao sugerir, porém, que essa diferença o torna especialmente apto a governar com lisura num regime democrático, ele omite que ela é apenas um subproduto da disciplina revolucionária voltada à destruição desse regime. Todo partido revolucionário é, nesse sentido aparente, “honesto”: não porque respeite as leis e a ordem, mas porque os rigores da guerra contra a lei e a ordem não lhe permitem o luxo de sacrificar a estratégia geral a ambições individuais. Ele não pode dizer isso em público, mas pode se aproveitar dessa mesma circunstância para fazer da luta em favor da moral a mais perfeita camuflagem de uma radical insinceridade. Não foi à toa que Antonio Gramsci fez do partido revolucionário a nova encarnação do Príncipe de Maquiavel.

Falando em nome dos mais altos anseios éticos, usando de sua falsa identidade até mesmo como instrumento de chantagem psicológica para instilar sentimentos de culpa nos eleitores que votassem contra ele, o bem-sucedido discurso petista ficou muito abaixo, não digo das injunções superiores de uma ética de virtudes, mas das exigências mais comezinhas do Código de Defesa do Consumidor.

Nunca, na história psicológica deste país, uma estratégia tão visceralmente fraudulenta logrou colocar a seu serviço, mediante propaganda enganosa, os sentimentos mais nobres e elevados de tantos eleitores. Nunca aquilo que há de melhor na alma dos cidadãos foi tão maquiavelicamente usado, desvirtuado, prostituído.

Corruptio optimi pessima: não há improbidade administrativa que possa se comparar, na malignidade de seus efeitos profundos, a essa propositada deformação da inteligência moral de um povo. Não espanta, pois, que pessoas submetidas a tamanha deseducação acabem se estupidificando a ponto de julgar que homicídios políticos sejam detalhes da vida pessoal, inaptos a manchar no mais mínimo que seja uma bela carreira de homem público.

Olavo de Carvalho é filósofo

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Cabeça erguida, Honduras

Fonte: O ESTADO
quinta, 24 de setembro de 2009
Bruno Pontes - Jornalista - www.brunopontes.blogspot.com


Todo bandido considera inadmissível a ação da polícia.

“Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”

Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva

Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.



O que está acontecendo é simples: subjugar Honduras é questão de honra para o Foro de São Paulo. Os bolivarianos não vão sossegar enquanto não conquistarem aquele território. Já tentaram diversas manobras. Cortaram programas de cooperação, enviaram agitadores profissionais, montaram circos diplomáticos para constranger as lideranças do país - apoiados por ninguém menos que o socialista chique Barack Hussein, é sempre bom ressaltar. Mas o tempo passa e Honduras resiste ao cerco. De pé, cabeça erguida. E essa marra os bolivarianos (nos governos e nos jornais) não toleram. A prioridade na agenda é destruir a fortaleza.

A comoção da quadrilha é compreensível: imagine ter seus planos frustrados pelas instituições representativas de um povo teimoso e alienado que não compreende os benefícios do socialismo do século XXI, tais como a submissão do indivíduo ao Estado e a estagnação econômica. Lula e Celso Amorim não cansam de reclamar, com ares de humanistas, que a reação hondurenha é inaceitável. O mundo não pode ficar calado! Nada de estranho no teor do protesto. Todo bandido considera inadmissível a ação da polícia.

A batalha de valores travada em Honduras envolve dois lados: a democracia liberal e a tirania socialista. Escolha o seu, porque a diplomacia petista já escolheu o dela. Quando Lula presta assessoria a Manuel Zelaya nas altas rodas da ONU, você deve lembrar que é o mesmo Lula que baba aos pés de Fidel Castro. É o mesmo Lula que vê na Venezuela “democracia até demais”. É o mesmo Lula que quer meter garganta abaixo dos hondurenhos um regime opressor.

A eleição presidencial em Honduras deve acontecer no fim de novembro. Você percebe a corrida contra o tempo? Os bolivarianos têm dois meses para dar o golpe final. Do contrário, os hondurenhos irão às urnas e Zelaya estará liquidado, será mais uma página tragicômica no manual do perfeito idiota latino-americano. Não é possível entender a atual operação do Foro de São Paulo sem ter este cronograma em mente.

A jogada desde o início foi apostar na guerra civil, tentar encurralar o governo Micheletti no caos. Mas os hondurenhos seguem firmes, e o tempo está correndo. Abrigar Zelaya em nossa embaixada é a prova inequívoca: se for preciso incendiar Honduras para entronizar o novo ditador do pedaço, Lula atira o primeiro coquetel molotov.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

PERIGO REAL IMEDIATO

Por e-mail

“Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”

Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva

Psiquiatra pós-graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos e escritora. Site: http://www.medicinadocomportamento.com.br/



Por Arlindo Alexandre

A historiadora norte americana Bárbara Tutchman, falecida na década de 80, foi a autora de uma obra exemplar, pesquisando e documentando as tragédias humanas. Num livro intitulado “A Marcha da Insensatez”, demonstra como, desde Tróia até o Vietnam, passando pelo Vaticano, as decisões que resultaram em mortandade, carnificina, mudando a face do planeta, partiram de mentes individuais, de mentes psicopatas, desmioladas.

O poder na mão de insensatos! Este é um perigo real que se configura entre nós viventes nas Américas. E a ilustre mente que aciona a chave do perigo, obediente às diretrizes do Foro de São Paulo e do governo americano é o presidente que dizem ter 80% de aprovação. Os ventiladores dos palácios de Brasília – Planalto e Itamaratí já estão espalhando o fedor.

O poder nas mãos de psicopatas! Chávez está radiante! Aprovado fraternalmente pelo companheiro Luís Inácio, interferiu na Bolívia e no Equador, é copiado pela Argentina e abençoado pelo Paraguai. Nas relações com Equador, Bolívia e Venezuela já amargamos alguns prejuízos, sem falar dos irremediáveis malefícios do tráfico de drogas e armas com ajuda de Chávez, de Evo e das FARC colombianas.

Pois não é que o doidão tentou interferir em Honduras? Tudo para aumentar a área de influencia do socialismo bolivariano. Mas a Suprema Corte e o Congresso daquele pequeno país, obedientes à letra da Lei Maior, a Constituição, afastaram o Presidente ligado ao narcotráfico que tentava perpetuar-se no poder com ajuda do venezuelano.

As cortes americanas, a Onu e o Departamento de Estado, interpretaram o cumprimento da Lei em Honduras, como “golpe de estado”. E há três meses pressionam Honduras. O chileno presidente da OEA é comunista e amigo de Chavez. O padreco que preside a Assembléia das Nações Unidas é amigo de Fidel Castro. Chavez troca petróleo por tanques, fuzis AK, helicópteros e aviões, inda dispõe de créditos milionários e convida os russos para operações navais em águas do Atlântico.

Evo por sua vez compra da Rússia seu avião particular e abre o território para as operações militares russas com a construção de uma base aérea. E todos mimam Chávez que se relaciona com o fundamentalista presidente do Irã, com os terroristas mais doidos do mundo – Hezbolá e Hamas, que protege as FARC, que desenvolve armas nucleares com o Irã, que abre a rede bancária para atuar na lavagem de narcodólares e “porta de escape para as transações financeiras do Irã que pode assim burlar as restrições impostas por Washington”.

Chegou a ameaçar a Colômbia e quer livrar da cadeia na França o terrorista mais assassino de quem se tem notícia. Consente que terroristas islâmicos utilizem uma fabrica iraniana de bicicletas no estado de Cojedes, como fachada para habilitar terroristas no uso de explosivos. O extremista Chávez e seus associados enfrenta a cambaleante democracia norte americana, que costumava ser ponto de referência, exemplo para o planeta.

Mas com dona Clinton no Departamento de Estado, a coisa mudou de figura. Os democratas no poder prestigiam as contra-democracias bolivarianas paridas pelo Foro de São Paulo e comandadas por Chávez. Exemplo disso é a pressão sobre Honduras, as críticas ao sistema jurídico hondurenho em franca oposição ao princípio de respeito à lei, não intervenção e defesa do estado democrático de direito, que fundamentam as mesmas leis herdadas dos fundadores dos EUA.

Como Obama não tem a mesma popularidade, clarividência, sutileza e jogo de cintura do presidente do Brasil, durante a visita de Lula para um regabofe nos EUA, escalaram-no para botar pressão sobre Honduras. Num passe de magia, o deposto Zé-laia, com seu chapéu de Odorico Paraguassú, apareceu na Embaixada Brasileira, fazendo discurso na sacada, dando entrevista e agitando seus seguidores.

Criou-se uma situação limite. A ameaça para o legítimo e constitucional governo hondurenho é flagrante. Zé-laia já soltou a palavra de ordem: “Vão invadir a Embaixada Brasileira”. E seus seguidores, ajudados pelas tropas terroristas de Hugo Chávez, podem bem fazê-lo, botando a culpa nos hondurenhos. Aí está declarada a guerra. Abre-se o espaço para uma ocupação com tropas da ONU.

Esta cambada de insensatos ameaça mesmo as Américas. O terrorismo apadrinhado por Chávez ameaça mesmo os Estados Unidos da América. Com a ajuda da Rússia e do Irã. Com a ajuda do governo brasileiro e seus dirigentes que querem ver o circo pegar fogo e perpetuar-se no poder. O Ministro da (in)Justiça já foi a Cuba, receber ordens diretas de um animado Fidel Castro.

Nossos profissionais de mídia precisam informar os brasileiros sobre o perigo real imediato a que todos estamos expostos e indefesos. Afinal o Poder Judiciário e o Poder Legislativo Brasileiro, instituições pacíficas, acomodadas, obedientes ao Poder Executivo, parecem aqueles aparelhos de som “Três em Um”. O “um”, dizem tem aprovação de 80%. É a “Marcha da Insensatez”, como diria Bárbara Tutchman.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

CERTEZAS INCERTAS

Por e-mail


CERTEZAS INCERTAS

Por Arlindo Montenegro


A consciência da gente tende a ser presunçosa. Vamos fixando certezas pela vida afora. As certezas impedem a visão e atuam como bengalas para firmar a postura nos surpreendentes caminhos da vida. Certezas geram a intolerância e o vício de pensar e fazer do mesmo jeito restrito, para os mesmos resultados. Certeza é que nem cachimbo, deixa a boca torta. É cabresto para conduzir teimosos que prezam a liberdade.

As certezas prejudicam o questionamento científico, as dúvidas, as buscas inovadoras, e tendem a protelar as decisões significativas, carregando uma espécie de conformismo
: “deixa como está...” – um afago na estrutura de inércia mental que empobrece e limita o espírito e paralisa a ação.

Os brasileiros, diferentes
dos brasilianos, estão intoxicados de certezas postas pelos governantes que não param de buzinar maravilhas, utilizando as mais avançadas técnicas da propaganda, para emprenhar pelos ouvidos e pelos olhos gerações inteiras de conformistas.

São as certezas sobre promessas que parecem novas, mas estão na pauta dos governantes desde o tempo em que a galinha tinha dentes. Atualmente nos deparamos com a certeza de que “o petróleo é nosso!” Duvi dê o dó! Tanto quanto a GM, a Monsanto ou a Coca Cola, a Petro é uma empresa transnacional, que garimpa lucros e resultados em qualquer parte, empregando mão de obra e fornecedores globais economicamente competitivos.

Com certeza tem uma caixa preta de poder econômico disponível para desvios no interesse dos governantes. Mas a tal CPI que muitos tinham certeza, revelaria muitas falcatruas foi devidamente engavetada por “nossos” representantes. No mesmo caminho de outras CPIs que muitos tinham certeza iriam revelar como é gasto o dinheiro dos impostos: aquela das ONGs que não prestam contas, a dos Medicamentos e outras tantas.

As certezas de que “somos os melhores e maiores” só parecem resistir diante do samba rebolado e do futebol. Mas uma certeza se agiganta cada vez que os pesquisadores competentes e livres enriquecem o estudo sobre os sociopatas ou psicopatas. A Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva nos adverte sobre esta condição humana de parasitas que parecem, carismáticos, ativos, simpáticos, bem falantes, convincentes, camelôs da chantagem emocional, perfeccionistas da mentira...

Vivem entre nós e os mais espertos tornaram-se profissionais da política, campo aberto para o “poder, status e diversão”. Como sociopatas podem ser definidos todos os revolucionários que subtraem a liberdade das pessoas para escolher suas crenças e decidir sobre suas vidas. Os sociopatas agem como se fossem deuses e senhores das vontades dos homens, prometendo mudar o mundo. Basta que paguemos os impostos... impostos por eles!

Uma certeza fica: “nossos” representantes não representam a nossa vontade e não nos dão escolha: apresentam sempre os mesmos candidatos carimbados, muitos denunciados, nunca condenados por desvios, roubos, falcatruas e até homicídio e tráfico de drogas. As maquininhas de votar garantem a eleição dos pré eleitos por decisões secretas dos profissionais políticos no poder.

Um dos muitos quixotes blogueiros, www.cavaleirodotemplo.blogspot.com que atua com responsabilidade na busca da compreensão dos homens e da vida nacional postou matéria divulgando o trabalho diferenciado da Dra. Ana Beatriz Barbosa da Silva, com links para entrevistas e recomendação de um livro: “Mentes Perigosas: o psicopata mora ao lado”, cuja temática nos leva a perceber melhor como os psicopatas usurparam os postos de poder político nesta nação.

Em síntese, a cientista nos mostra como os “psicopatas são frios, calculistas, insensíveis, inescrupulosos, transgressores de regras sociais e absolutamente livres de constrangimentos ou julgamentos morais internos. Eles são capazes de passar por cima de qualquer pessoa apenas para satisfazer seus próprios interesses.

“Mas ao contrário do que pensamos, não são loucos, nem mesmo apresentam qualquer tipo de desorientação. Eles sabem exatamente o que estão fazendo. Mentes Perigosas nos mostra em linguagem fluida e acessível quem são estas pessoas que vivem entre nós, se parecem fisicamente conosco, mas definitivamente não são como nós.”

Pior, todas as instituições e principalmente as escolas foram tomadas por professores que seguem a orientação de sociopatas fanáticos do petismo marxista que, deliberadamente, seguindo a bíblia revolucionária, formam gerações de desmiolados, os futuros militantes da causa ateísta que despreza todos os valores espirituais.

Fanáticos são sociopatas, planejadores sociais seguidores de Russeau, Marx, Lênin, Stalin, Castro são sociopatas. Políticos brasileiros, salvo raras exceções, são sociopatas.
E como não existe um atestado médico para os candidatos, vamos “eleger” como representantes, velhos e novos macunaímas sociopatas, escolhidos e vendidos como bons moços pela máquina de propaganda dos governantes. Legitimá-los fica por conta das maquininhas viciadas.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Sociopatas e a política brasileira: o paraíso dos monstros

Trouxe para cá uma reflexão aumentada por assim dizer que fiz em cima de um comentário público no Cavaleiro. O artigo fala de SOCIOPATAS/PSICOPATAS. O artigo:

***

Cavaleiro do Templo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Livro "Mentes Perigosas: o Psicopata Mora ao Lado"...":

Olá XXXX, acho que depois que sabemos da existência de pessoas más por natureza, digo, desde o nascimento até a morte, pessoas que jamais se importam com os outros, que mentem deslavadamente para atingir seus únicos objetivos que são poder, status e "diversão", então devemos nos perguntar:

QUAIS OS CANDIDATOS QUE VÃO SE APRESENTAR E QUE NÃO SÃO SOCIOPATAS?

Revolucionários são psicopatas/sociopatas, dois nomes diferentes para o mesmo monstro sem cura. Não possuem sentimentos para com o outro, o não-revolucionário e depois de implantadas as revoluções o que parecia ser sentimento para com os próprios revolucionários ou "ajudantes da causa", os idiotas úteis, também desaparece. Ou melhor, nunca existiu, era só o psicopata fazendo de conta que possuía sentimentos. Como diz a doutora Ana Beatriz do artigo citado, não gostam de ninguém a não ser de si mesmos.

Veja a Dilma e os diversos casos até agora: mentira atrás de mentira, falsidade ideológica, guerrilha, a lista é enorme, não acaba nunca. Basta deixá-la falar. Se é psicopata ou não, não sei, mas poderíamos exigir dos candidatos exames clínicos/médicos. Se não temos o diagnóstico, que valha então nossa percepção, baseada nas ações destes "nóçus políticus" e seus amigos. Vejam os vídeos abaixo:



O que diz nosso Código Penal e que deveria ser no mínimo emplacado nas suas testas:



Devemos expor ao povo brasileiro os motivos que levam estas pessoas, os sociopatas/psicopatas, a buscar o poder: não são seres humanos "normais", são criaturas nefastas em busca de seus objetivos e só, nada mais. Não estão nem aí para o povo.

Cavaleiro do Templo.

***

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Não vi. Não sei. Não fiz. E assim a ética das coisas é substituída por essa “coisa” da ética.

Fonte: CORREIO BRAZILIENSE
Brasília, quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Sylvain Levy
Psicanalista, é membro associado da Sociedade de Psicanálise de Brasília


Não vi. Não sei. Não fiz. Portanto, não aconteceu. A partir dos fatos ocorridos nos últimos dias, é lícito pensar que essa é a ideia que querem incutir nas nossas mentes.

Cavaleiro do Templo: para explicar, melhor dizendo, entender um TIPO DE PERSONALIDADE, UM JEITO DEGENERADO DE SER (não é uma doença, portanto, pelo menos não do ponto de vista da cura neste momento da nossas ciência) é extremamente importante lermos e assistirmos o que tem nestes estes artigos:

Porém, se nos reportarmos há alguns anos, mais precisamente a 2005, verificaremos que foi exatamente assim que o Executivo tentou “vender” para a população os fatos conhecidos como escândalo do mensalão.

A denúncia de Roberto Jefferson foi seguida pelas declarações do presidente Lula afirmando “não vi e não sei”, e a elas tiveram sequência as declarações dos acusados dizendo “não fiz”, complementadas pelos lacaios de plantão, de sempre, concluindo que “se ele não viu e não sabe, e ninguém confessa que fez, então não aconteceu”.

Quase deu certo. Alguém não entendeu bem o script e o assunto prosseguiu com denúncias envolvendo 40 pessoas, mas que, se tudo correr como deve, serão impronunciadas por decurso de prazo.

Esse era um assunto do Executivo.

Depois vieram os casos de Renan e Sarney. O teatro foi o mesmo, só mudou o palco, do Palácio do Planalto (Executivo) para o do Congresso (Legislativo).

Faltava o Judiciário, que no glorioso 27 de agosto entrou na cena.

Com a não pronúncia do ex-ministro Antonio Palocci, o Supremo Tribunal Federal transformou o que era movimento de governo em estratégia de Estado.

Não apenas é proibido investigar denúncias ou fatos delituosos. É proibido inserir esses temas na agenda nacional, em qualquer de seus poderes, pois eles não aconteceram.

Nenhum deputado foi flagrado recebendo dinheiro do mensalão, porque não houve mensalão. Ninguém recolheu recursos para pagar o mensalão, porque não houve mensalão.

Renan não usou o amigo para pagar a pensão alimentícia da filha, pois não tinha dinheiro para isso e porque isso não ocorreu. Não tem fazenda, plantel bovino ou apartamentos, pois não tem recursos para tal.

Sarney não usou de atos secretos para indicar ou nomear ninguém, pois esses atos não existiram nem existem. Não tem que explicar nada, porque nada aconteceu.

Palocci não mentiu à Comissão da Câmara dos Deputados, ao dizer que jamais compareceu à casa conhecida como República de Ribeirão Preto, porque foi inocentado pelo Supremo de ter violado o sigilo bancário do caseiro Francenildo.

E assim vamu nóis. A ética das coisas é substituída por essa “coisa” da ética.

Não existe inversão de valores, porque não mais existem valores. Exceto, é claro, aqueles passíveis de mudarem de mãos ou de bolsos.

Esta situação pode colocar a nação — entendendo essa figura como a integração do governo, do Estado, do país físico e do povo — num terreno pantanoso, entre a negação, a loucura e a mentira.

A negação é uma ação psíquica inconsciente utilizada pela mente como defesa de angústia intensa perante um fato que, embora ocorrido, não pode ser reconhecido como tal. A loucura estaria num estágio mais avançado da negação, onde não é possível conhecer da realidade e, por isso, ela não pode ser reconhecida. Quem não conhece não pode reconhecer.

No caso da mentira é diferente. A mentira é antes de tudo uma ação antieconômica da mente, pois ela precisa trabalhar conscientemente duas vezes: a primeira para saber/conhecer e a segunda para negar o sabido/conhecido. Como ambas são ações conscientes, exigem um grande gasto de energia psíquica, associado aos gastos energéticos físicos, como os tremores musculares, a sudorese, a agitação do corpo e das mãos e a dificuldade de fixação do olhar, entre outros sinais de desconforto. São poucos os mentirosos profissionais que conseguem manter a placidez e a imobilidade (Cavaleiro do Templo: entenderam porque sugeri os dois artigos anteriormente? Dá o que pensar, não?).

Se o governo e o Estado já estão cooptados e o país não fala, apenas o povo ainda é o elemento de resistência. A continuarem essas práticas, o povo se acumpliciará, não por opção, mas pelo bombardeio incessante da informação deturpada, e aí a música de Chico Buarque terá novo sentido: “Quem jamais esquece não pode reconhecer”.

Então não nos restará alternativa a não ser a de ser uma nação de mentira.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Livro "Mentes Perigosas: o Psicopata Mora ao Lado" da Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva - um pouco mais

Um pouco mais de material sobre o assunto do artigo anterior, os sociopatas ou psicopatas

Sociopatas - Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva - Programa Sem Censura

Entrevista com a médica psiquiatra e escritora Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva sobre psicopatia (sociopatia), tema do livro de sua autoria Mentes Perigosas: o psicopata mora ao lado. Programa: Sem Censura - TVE Brasil

Apresentação: Leda Nagle
Debatedor: Milton Cunha
Participação: ator Herson Capri
Exibição em 14-07-2005

Site da Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva: www.medicinadocomportamento.com.br
Youtube: www.youtube.com.br/anabeatrizbsilva
Edição de Vídeo: MIRIAN PIROLO E GIL SARMENTO
Supervídeo Produtora: www.supervideopro.com.br

SINOPSE Os psicopatas são frios, calculistas, insensíveis, inescrupulosos, transgressores de regras sociais e absolutamente livres de constrangimentos ou julgamentos morais internos. Eles são capazes de passar por cima de qualquer pessoa apenas para satisfazer seus próprios interesses. Mas ao contrário do que pensamos, não são loucos, nem mesmo apresentam qualquer tipo de desorientação. Eles sabem exatamente o que estão fazendo. Mentes Perigosas nos mostra em linguagem fluida e acessível quem são estas pessoas que vivem entre nós, se parecem fisicamente conosco, mas definitivamente não são como nós.




Psicopatas - Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva - Programa Sem Censura

Entrevista com a médica psiquiatra e escritora Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva sobre psicopatas, tema do livro de sua autoria Mentes Perigosas: o psicopata mora ao lado. Programa: Sem Censura - TVE Brasil

Apresentação: Leda Nagle
Participação: Gloria Perez
Exibido em 06/11/2008
Site da Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva: www.medicinadocomportamento.com.br
Youtube: www.youtube.com.br/anabeatrizbsilva
Edição de Vídeo: MIRIAN PIROLO
Supervídeo Produtora: www.supervideopro.com.br

SINOPSE Os psicopatas são frios, calculistas, insensíveis, inescrupulosos, transgressores de regras sociais e absolutamente livres de constrangimentos ou julgamentos morais internos. Eles são capazes de passar por cima de qualquer pessoa apenas para satisfazer seus próprios interesses. Mas ao contrário do que pensamos, não são loucos, nem mesmo apresentam qualquer tipo de desorientação. Eles sabem exatamente o que estão fazendo. Mentes Perigosas nos mostra em linguagem fluida e acessível quem são estas pessoas que vivem entre nós, se parecem fisicamente conosco, mas definitivamente não são como nós.


Livro "Mentes Perigosas: o Psicopata Mora ao Lado" da Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva - ABSOLUTAMENTE IMPERDÍVEL

Fonte: ÉPOCA

Cavaleiro do Templo: se tem uma coisa que falta(va) na grande mídia é a análise psicopatológica destes doentes mentais, sociais e espirituais que governam o Brasil. É claro que a Dra. Ana Beatriz não fala de governo, nem era para dizer mesmo. Até porque não precisa. Para quem consegue ler dez páginas e interpretar o que leu, escrevendo uma resenha legível (digo, em português, não em aramaico arcaico como fazem alunos e professores nas escolas brasileiras) o que ela diz abaixo nesta entrevista para a Época e no vídeo que está logo abaixo (imaginem então o que deve estar no livro...) já dá para entender perfeitamente bem quem está em "nóçus paláciuz de gôvernu" Brasil afora. Aprendi com o professor Olavo de Carvalho isto que agora está muito bem explicado por uma pessoa "de fora" dos meios político e filosófico. É uma profissional das doenças mentais. Imperdível!!! Para quem sabe que 2 + 2 = 4, como disse.

Comprei o livro agora por R$ 18,80 + frete aqui.

Site oficial da Dra. Ana Beatriz Barbbosa Silva:
MEDICINA DO COMPORTAMENTO em





MARTHA MENDONÇA

O mal existe e não tem cura. É o que afirma a psiquiatra carioca Ana Beatriz Barbosa Silva, que acaba de lançar Mentes Perigosas: o Psicopata Mora ao Lado. No livro, ela afirma que psicopatas nascem com um funcionamento cerebral que não permite conexão com os outros seres humanos – e por isso agem sem limites. Ana Beatriz diz ainda que é um equívoco relacionar psicopatas apenas com pessoas capazes de atos violentos ou assassinatos em série. “Eles são 4% da população e podem ser qualquer pessoa: um colega de trabalho, o marido ou um filho”.

  ENTREVISTA - ANA BEATRIZ BARBOSA SILVA  

André Valentim QUEM É
Carioca, 42 anos, psiquiatra pós-graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro

O QUE FAZ
É diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos

O QUE PUBLICOU
Mentes Inquietas, Mentes & Manias, Mentes Insaciáveis: Anorexia, Bulimia e Compulsão Alimentar e Mentes com Medo: da Compreensão à Superação

ÉPOCA – O que é um psicopata?
Ana Beatriz Barbosa Silva –
Antes dessa definição, é preciso saber o seguinte: a maldade existe. Nós, latinos, afetivos, passionais, temos dificuldade de admitir que existem pessoas más. Psico quer dizer mente; pathos, doença. Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.

ÉPOCA – Qual é a natureza da psicopatia? Os psicopatas nascem assim?
Ana Beatriz –
Os psicopatas nascem com um cérebro diferente. Os seres humanos têm o chamado sistema límbico, a estrutura cerebral responsável por nossas emoções. É uma espécie de central emocional, o coração da mente. Em 2000, dois brasileiros, o neurologista Ricardo Oliveira e o neurorradiologista Jorge Moll, descobriram a prova definitiva dessa diferença da mente psicopata, por meio da chamada ressonância magnética funcional, que mostra como o cérebro funciona de acordo com diferentes atividades. Nesse exame, mostraram imagens boas (belezas naturais, cenas de alegria) e outras chocantes (morte, sangue, violência, crianças maltratadas). Nas pessoas normais, o sistema límbico reagia de forma diversa. Nos psicopatas, não há diferença. O sistema límbico dessas pessoas não funciona. O pôr do sol ou uma criança sendo espancada geram as mesmas reações. Da mesma forma, não há repercussão no corpo. Eles não têm taquicardia, não suam de nervoso. Por isso passam tranqüilamente num detector de mentiras.

ÉPOCA – Há muitos psicopatas no mundo?
Ana Beatriz –
Mais do que se imagina. Cerca de quatro em cada cem pessoas, segundo as estatísticas americanas. Mais homens do que mulheres. Todos têm em comum a ausência do sentimento em relação às outras pessoas. Não conseguem se colocar no lugar do outro, daí agirem de forma fria e sem arrependimentos. O que caracteriza o psicopata não é o nível do crime, mas a forma como ele o comete, a predisposição para planejar e executar sem nenhum sentimento em relação à vítima.

ÉPOCA – Como saber se estamos convivendo com um psicopata?
Ana Beatriz –
Não é tão fácil detectá-los, especialmente quando temos alguma ligação afetiva com eles. Maridos que espancam suas esposas, por exemplo: as estatísticas mostram que 25% são psicopatas, e grande parte delas não aceita a verdade. Mas há algumas características básicas entre eles: falam muito de si mesmos, mentem e não se constrangem quando descobertos, têm postura arrogante e intimidadora por um lado, mas são charmosos e sedutores por outro. Costumam contar histórias tristes, em que são heróis e generosos (Cavaleiro do Templo: lembrou de “auguéin” e da sua turma???). Manipulam as pessoas por meio de elogios desmedidos. Se tiver de começar a desconfiar de alguém, desconfie dos bajuladores excessivos. Chefes também podem ser psicopatas – o que costuma se manifestar pelo assédio moral aos funcionários. Um dado interessante é que eles não sentem compaixão, pena, remorso. Mas sabem, cognitivamente, o que é ter esses sentimentos. Daí representarem tão bem – e às vezes exageradamente – a vítima.

ÉPOCA – E a verdadeira vítima quem é?
Ana Beatriz –
Quase sempre pessoas generosas, em especial aquelas que não acreditam no mal e costumam tentar justificar as atitudes de todo mundo.

ÉPOCA – Um assassino pode não ser psicopata e um psicopata pode jamais matar?
Ana Beatriz –
Sim, isso é muito importante. É um equívoco pensar que apenas assassinos seriais são psicopatas, e um dos objetivos de meu livro é justamente este: mostrar que a psicopatia não está ligada apenas ao homicídio. Existem assassinos passionais que jamais matariam novamente. Um exemplo é a mulher que matou o estuprador do filho dela de 4 anos. Ela nada tem de psicopata. Ao contrário, apesar da violência, o crime dela pode ser compreensível para muitas mães. Ao passo que um psicopata pode nunca ter a necessidade de assassinar, resolvendo suas questões matando vidas afetivas e financeiras, prejudicando pessoas de forma irreversível, mas sem matá-las. Na população carcerária, segundo pesquisas feitas no Canadá e nos Estados Unidos, há de 20% a 25% de psicopatas.

ÉPOCA – Seu livro comenta o assassinato da atriz Daniella Perez. É um caso clássico de psicopatia?
Ana Beatriz –
O caso tem características que levam a esse diagnóstico. Guilherme de Pádua premeditou a morte da vítima, a atraiu para o crime e horas depois foi prestar solidariedade à mãe da moça.

ÉPOCA – Como você classificaria Lindemberg Fernandes Alves, que seqüestrou e assassinou a ex-namorada Eloá? Ele seria um psicopata?
Ana Beatriz –
O ato é de uma personalidade psicopática. Ele usou a razão para dominar os reféns e controlar tudo em volta. Atirou na multidão e disse que era o “príncipe do gueto”, “o cara”. Deu entrevistas por telefone, conseguiu que uma das reféns voltasse ao cativeiro. No fim, com a invasão da polícia, não hesitou em atirar nas duas. Ele começou a namorar a Eloá quando ela tinha 12 anos. Certamente a tratava como propriedade, não admitindo perder esse controle.
 
 

quinta-feira, 26 de junho de 2008

O "presidente" do Brasil é um louco de pedra!

Do blog BOOTLEAD

Um relatório preparado por alguns peritos psiquiátricos, que por meio de vídeos, gravações e em exposições públicas (avaliações in-loco), considerando as infalíveis e desconexas oratórias do Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, diagnosticaram que o atual “chefe da nação” e "comandante-supemo" das FFAA, se submetido a uma Junta Pericial Psiquiátrica, deveria sofrer interdição imediata por absoluta incapacidade civil (restrição legal ou judicial ao exercício da vida civil por incapacidade de avaliar plenamente a realidade e de distinguir o lícito do ilícito), além de apresentar claros sinais de uma personalidade psicopática, apresentando sintomas de “Narcisismo Maligno” (incapacidade em estabelecer relações que não sejam exploradoras, incapacidade de identificar valores morais, incapacidade de compromisso com os outros e inexistência de sentimentos de culpa, como também apresenta uma permanente disposição para atos hostis e agressivos com seus discordantes), tal psicopatia desdobra-se em utilizar o encanto pessoal e, conseqüentemente capacidade de manipulação de pessoas, como meio de sobrevivência e através deste encanto superficial o psicopata acaba coisificando as pessoas, ele as usa e quando não o servem mais, descarta-as, tal como uma coisa ou uma ferramenta usada, além de utilizar a mentira como uma ferramenta de trabalho.

Normalmente está tão treinado (neste caso o treinamento durou mais de duas décadas) e habilitado a mentir que é difícil captar quando mente. Ele mente olhando nos olhos e com atitude completamente neutra e relaxada, ele pode mentir com a palavra ou com o corpo, quando simula e teatraliza situações vantajosas para ele, podendo fazer-se arrependido, ofendido, magoado, etc.

Sua personalidade é narcisística, quer ser admirado, quer ser o mais rico, mais bonito, melhor vestido. Assim, ele tenta adaptar a realidade à sua imaginação, a seu personagem do momento, de acordo com a circunstância, seus interlocutores ou do público ao qual esteja se dirigindo.

Esse indivíduo pode converter-se no personagem que sua imaginação cria como adequada para atuar no meio com sucesso, propondo a todos a sensação de que estão, de fato, em frente a um personagem verdadeiro.

Enfim, como todos os psicopatas ele é portador de uma grande insensibilidade moral, faltando-lhe totalmente juízo e princípios de decência, do mesmo modo que é totalmente desprovido de qualquer noção de ética.

ESTE PSICOPATA NOS CONDUZIRÁ A UM FINAL FUNESTO, QUEM VIVER VERÁ!

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

A Múmia, o Cínico e o Psicopata

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Ipojuca Pontes em 19 de novembro de 2007

© 2007 MidiaSemMascara.org

Resumo: Eles são hoje, na América Latina, os agentes do mal. Os três atuam em conjunto, dia e noite, sem descanso. Eles são: a Múmia, o Cínico e o Psicopata.

Eles são hoje, na América Latina, os agentes do mal. Os três atuam em conjunto, dia e noite, sem descanso. Eles são: a Múmia, o Cínico e o Psicopata. Embora muitos ignorem, o fato é que o casamento da Múmia com o Cínico - firmado durante a primeira reunião do Foro de São Paulo em 1990, logo depois da derrocada da União Soviética - gerou a figura do Psicopata, um tipo cujo estado mental, caracterizadamente doentio, transformou-se num completo Sociopata.

A Múmia, sobrevivente em estado de aguda morbidez, em vez de se decompor pela putrefação, enrijeceu os tecidos do corpo descarnado levado pelo desejo de contaminar o mundo à sua volta com o vírus do mal. Tal qual Satã na tradição primitiva, a Múmia procura há meio século, travestido de anjo, semear o ódio na alma dos seus contemporâneos, sempre querendo impor sua vontade insana. Seu vício predileto é o trovejar loas à “la revolución”, de per si um embuste falacioso, que serve, no máximo - em nome de um amanhã hipotético -, de ferramenta para tornar a escassa luminosidade do presente na absoluta escuridão do porvir.

Com efeito, prometendo ao seu povo um mundo de glória, riqueza e liberdade, a Múmia terminou por reduzi-lo ao mais lastimável patamar de desgraça, miséria e escravidão. Do seu reino, transformado em ilha-cárcere banhada de sangue por todos os lados, poucos podem sair, salvo os apaniguados da corte que se louva comunista. Os que procuram escapar do seu paraíso infernal, saturados de promessas que nunca se cumprem, logo se tornam parias ou prisioneiros levados à morte pela tortura, vergonha, inanição ou o “paredón”. Sim, com a Múmia, ao contrário do que ensina Jesus Cristo, não há remissão.

O “companheiro de viagem” mais antigo da Múmia é, no espaço continental, a figura do Cínico. De fato, os dois se entendem admiravelmente bem. Quando juntos, o Cínico chora nos braços da Múmia e a Múmia, por sua vez, sempre leva “algum” da algibeira do Cínico. E embora os métodos do Cínico, à frente do seu desditoso reino, sejam aparentemente menos virulentos, os seus objetivos são idênticos aos da Múmia. Pela ordem, o Cínico deseja: apropriar-se do aparelho estatal; permanecer eternamente no poder; “recuperar na América Latina o que foi perdido no Leste Europeu”; aumentar a carga tributária; gozar à tripa forra os infinitos privilégios do poder sustentados pelo suor da patuléia ignara.

Para conquistar tais objetivos, que em parte já os atingiu, o Cínico tem se mostrado competente. Diga o que se disser, assessorado por uma trupe bem escolada, regado à Romanée-Conti (R$ 11 mil, a garrafa), ele topa qualquer parada: diz uma coisa agora, desmente amanhã, inverte, subverte, tripudia, fecha os olhos, os ouvidos - e vai adiante com o projeto de viabilizar, ao lado da Múmia e do Psicopata (vá lá, Sociopata), a Pátria Grande – que outra coisa não é se não a tenebrosa União das Repúblicas Socialistas da América Latina.

Malandro esperto, o Cínico proclama que é contra o exercício de um terceiro mandato presidencial e se diz solidário à ordem democrática. Mas, intramuros, por debaixo do pano, permite que cupinchas e aliados políticos articulem emenda constitucional que autoriza o presidente a promover plebiscito nacional para regulamentar mais de uma reeleição. Todavia, vez por outra, sem temer a oposição (da qual zomba às claras) no seu jogo de puxa-encolhe, o Cínico não se faz de rogado e mostra a que veio. Por exemplo: em entrevista concedida à imprensa argentina, foi explicito: “Eu e o Chávez estamos na mesma corrida. Ele corre numa Ferrari a 200 km enquanto eu corro num fusca a 60 km, tendo em vista as diferenças das relações surgidas em nossos países”.

Peça de um matreiro balão-de-ensaio, fiel cumpridor das resoluções aprovadas anualmente por 180 organizações esquerdistas no Foro de São Paulo (e na grana fácil que o petróleo lhe empurra), o Psicopata não mede palavras ou gestos ao executar o papel para o qual foi concebido: o de se portar como ponta-de-lança da nova revolução comunista na América Latina.

Herdeiro de Satã, o Psicopata passa o seu rolo compressor totalitário por cima de tudo e de todos. Em âmbito interno, dentro do próprio feudo, prende e arrebenta os antagonistas, aniquila a liberdade de expressão, controla a Assembléia Nacional, domina o sistema judiciário e cala a imprensa.

Sua última façanha, depois da pretensão de estabelecer o fim do limite para as reeleições presidenciais, é a criação de cinco novos tipos de propriedade, a vigorar na constituição “bolivariana” da Venezuela: 1) a social, pertencente ao povo e controlada pelo estado; 2) a coletiva, pertencente a grupos sociais ou comunitários, mas sob o controle do estado; 3) a mista, com participação do setor privado e do estado, mas sob o controle deste; 4) a pública, administrada pelo governo; 5) a privada, que poderá ser confiscada quando afetar os direitos de terceiros ou da sociedade. De quebra, a pretexto de enfrentar uma imaginária “invasão ianque”, o Psicopata parte para a corrida armamentista, com gastos acima de U$ 10 bilhões na compra de armas e aviões russos, cujo objetivo real é abastecer às FARC e desestabilizar a Colômbia.

O filho do escritor peruano Vargas Llosa, Álvaro, numa entrevista concedida à Veja, divide entre “carnívoros” e “vegetarianos” os integrantes da esquerda revolucionária na América Latina. Para ele, a Múmia e o Psicopata seriam “carnívoros”, enquanto o Cínico, mais light, não passaria de “vegetariano” – um risco, portanto, tolerável. Bobagem. Álvaro Llosa, como o próprio pai, está por fora. O Psicopata, rebento dileto da Múmia e do Cínico, funciona no esquema como um chamariz. Como diria a Múmia, não se faz revolução no pedaço sem se contar com a adesão do Cínico e seu país continental.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".