Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Amor, Força e Fé? Amor, força e fé são de fato quando a ação corresponde aos mesmos.

Novidades sobre o artigo abaixo.

Deve ter acontecido algum problema técnico no site do cara pois o artigo "dele e meu", por assim dizer, SUMIU. Como eu tinha feito cópias tanto do artigo quanto da reclamação que fiz lá nos comentários, aqui estão os links que comprovam tudo que eu disse abaixo.

Em formato .PDF (Adobe Reader):


e


O meu artigo original sobre o assunto é este aí de baixo:


***


Olhem bem para esta imagem abaixo. É parte deste site, cheio de matérias religiosas.



Pois bem...

Agora olhem para este artigo do blog citado e o artigo que eu escrevi que foi a fonte de informação de parte do artigo do "amorforça" aí de cima, que além disto usou os conhecidos "control + c" e "control + v" para gerar, como disse, parte do artigo do sujeito.

Detalhe, fonte da minha indignação:
o cara não deu um crédito ao meu trabalho!!!

Pergunto:
É este o exemplo adequado de um religioso para os seus semelhantes???

Não existe absolutamente nenhum problema em divulgar/citar material alheio, o Cavaleiro do Templo é quase 100% isto. Só que eu cito minhas fontes.

Para poupar tempo eis o que escrevi lá no "comentários" do artigo do, para mim, desamorfraquezadesesperança:

2. Cavaleiro do Templo | Terça-feira, 22 Setembro 2009 at 12:10


Olá a todos

É mais do que importante citar as fontes de informação dos artigos que escrevemos. É com certeza uma obrigação de “homem bom”, do devotado aos valores religiosos da nossa sociedade, dizer onde encontrou esta ou aquela informação.


Parte deste artigo não só teve como fonte de inspiração a PESQUISA QUE EU FIZ como também cita os links que encontrei pelo mundo afora. Basta ver aqui:


http://cavaleirodotemplo.blogspot.com/2009/08/estado-do-espirito-santo-onde-se-mata.html


Quem escreveu este artigo não “descobriu” nada sobre o Iraque, fui EU QUEM DESCOBRI!!! Olhem a data de meu artigo e a data deste!!!


E tem o “copiar e colar” também: “No Estado do Espírito Santo são assassinadas proporcionalmente 2 (duas) vezes mais pessoas do que no Iraque.EXATAMENTE o período que eu usei, sem mudar uma única palavra!!!


Espero que acerte esta situação de uma maneira digna e adequada. Vou voltar aqui para ver se foi feito alguma coisa a respeito. E vou expor a atitude acima no meu blog, o CAVALEIRO DO TEMPLO.


Cavaleiro do Templo

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Guerra do Iraque e muito mais sobre "êstí paíz" e o mundo - por Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho começa com uma análise da Guerra do Iraque mas, como sempre vai muito além. Como sempre, o professor expõe o verme, coloca-o ao sol.

Entendammos um pouco mais sobre o Brasil e seu povo com o filósofo e professor Olavo.

Um belo show e aula para jornalistas e todos nós.



quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

O reino do terror se estabelecendo - Obama manda Exército planejar retirada do Iraque

REUTERS - 22.01.2009

Cavaleiro do Templo: Primeiro ele, OSAMA/OBAMA, manda suspender os julgamentos daqueles acusados do 11 de setembro presos no hotel 3 estrelas em Guantánamo, a prisão americana. Leiam aqui. Agora, mais esta (abaixo) que vai trazer o seguinte resultado, entre outros: O TERROR VOLTA A TOMAR CONTA DO IRAQUE, VAI ACONTECER UM BANHO DE SANGUE COMO POUCOS E O MUNDO CIVILIZADO OCIDENTAL VOLTARÁ A VIVER NO MESMO CLIMA DE TERROR DE ANTES DAS TROPAS INVADIREM O IRAQUE E LIVRAREM A HUMANIDADE DE UM SOCIOPATA. Precisamos entender que este cretino que está na cadeira mais importante do mundo é o sujeito mais perigoso que já existiu, muito mais do que Hitler, Stálin, Lenin, Gramsci e toda a curriola sociopata revolucionária (redundante isto) junta. Leiam agora:

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse a líderes militares na quarta-feira que façam arranjos adicionais para a retirada das tropas norte-americanas do Iraque.

Em seu primeiro dia na Presidência, o novo presidente se encontrou com conselheiros militares e de segurança nacional, para discutir os conflitos no Afeganistão e no Iraque.

"Durante a conversa, pedi à liderança militar que faça todos os planos adicionais necessários para fazer uma retirada responsável do Iraque", disse Obama em um comunicado divulgado após a reunião.

Retirar as tropas do Iraque foi uma das principais promessas de campanha de Obama. Antes do estouro da crise econômica, a guerra era a maior preocupação dos eleitores.

Obama disse que a reunião foi produtiva e que vai se consultar com líderes militares do Pentágono nos próximos dias e semanas, a fim de avançar na discussão.

"Vamos fazer uma análise completa da situação no Afeganistão, para desenvolver uma política compreensiva para a região toda", disse.

(Por Jeff Mason)

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Meu plano para o Iraque por John McCain

Do portal do DIÁRIO DO COMÉRCIO
Por John McCain na quinta-feira, 31 de julho de 2008



Em janeiro de 2007, quando o general David Petraeus assumiu o comando no Iraque, ele qualificou a situação de "difícil", mas não "desesperadora". Hoje, 18 meses depois, a violência caiu em até 80% para os níveis mais baixos em quatro anos, e terroristas xiitas e sunitas estão cambaleantes com uma série de derrotas. Agora, a situação é cheia de esperança, mas ainda há um trabalho árduo considerável para continuarmos com nossos ganhos frágeis.

O progresso foi obtido graças principalmente a um aumento no número das tropas e a uma mudança em sua estratégia. Eu fui um dos primeiros defensores do avanço numa época em que ele tinha pouco apoio em Washington. O senador Barack Obama era um oponente também eloqüente. "Não estou convencido que 20 mil tropas adicionais no Iraque vão resolver a violência sectária lá", disse em 10 de janeiro de 2007. "Aliás, acho que será o contrário."

Agora o senador Obama tem sido forçado a reconhecer que "nossas tropas atuaram brilhantemente em diminuir o nível de violência". Mas ele ainda nega que tenha havido algum progresso político. Talvez ele ignore que a embaixada dos Estados Unidos em Bagdá recentemente atestou que, como um artigo de jornal afirmou, "o Iraque conseguiu as 18 (com exceção de 3) metas originais estabelecidas pelo Congresso no ano passado para mesurar o progresso econômico, político e na segurança".

Ainda mais animador tem sido o avanço que não é medido por essas metas. Mais de 90 mil iraquianos, muitos dos quais sunitas que já lutaram contra o governo, se comprometeram, como Filhos do Iraque , a combater os terroristas. Elas também não medem a recém-descoberta boa-vontade do primeiro-ministro Nouri al Maliki em esmagar os extremistas xiitas em Basra e na Cidade de Sadr - ações que muito fizeram para dissipar as suspeitas de sectarismo sobre ele.

O sucesso do avanço não mudou a determinação do senador Obama em retirar todas as nossas tropas de combate. Tudo isso se modificou em sua lógica. Num artigo do The New York Times e num discurso esta semana, ele ofereceu seu plano para o Iraque , numa antecipação de sua primeira viagem "de pesquisa" ao país em mais de três anos.

O plano consiste na mesma velha proposta de retirar nossas tropas em 16 meses. Em 2007, ele desejava a retirada porque pensava que a guerra estava perdida. Se nós tivéssemos aceito esse conselho, ela estaria mesmo. Agora, ele deseja a retirada porque acha que o Iraque não precisa mais de nossa ajuda.

Para mostrar certeza disso, ele massacra as evidências. Faz parecer que o primeiro-ministro Maliki endossou o cronograma de Obama, quando tudo o que ele disse foi que gostaria de um plano para a eventual retirada das tropas americanas em algum momento não especificado do futuro.

O senador Obama também está confundindo sobre as condições militares do Iraque. O Exército iraquiano será equipado e treinado em meados do próximo ano, mas isso não significa, como o senador Obama sugere, que então eles estarão preparados para garantir a segurança do país sem uma boa dose de ajuda. A força aérea iraquiana, por sua vez, ainda está atrasada e nenhum exército moderno consegue agir sem cobertura aérea. Os iraquianos também ainda estão aprendendo como administrar planejamento, logística, comando e controle, comunicações e outras funções complexas, necessárias para apoiar as tropas na linha de frente.

Ninguém é a favor de uma presença permanente dos EUA, como o senador Obama acusa. Uma retirada parcial já ocorreu, com a partida das cinco brigadas do Avanço , e mais retiradas podem ocorrer quando a situação da segurança melhorar. Quando diminuirmos nossa presença no Iraque, poderemos reforçar nossa presença em outros campos de batalha, como o Afeganistão, sem medo de deixar para trás um Estado falido.

Já disse que espero saudar com um Bem-vindos a volta ao lar de nossos soldados no Iraque ao final do mandato, em 2013. Mas eu também disse que qualquer diminuição dever ser baseada em avaliações realísticas das condições do terreno, não em um cronograma artificial criado por questões políticas domésticas. Essa é a essência de minha discordância com o senador Obama.

O senador Obama disse que consultaria nossos comandantes no local e os líderes iraquianos, mas ele não fez isso antes de lançar seu Plano para o Iraque . Talvez porque ele não quisesse ouvir o que eles têm a dizer. Durante as oito viagens ao Iraque, eu ouvi muitas vezes de nossas tropas o que o general Jeffrey Hammond, comandante das forças de coalizão em Bagdá, disse recentemente: que sair baseado num cronograma poderia ser "muito perigoso".

O perigo é que extremistas apoiados pela Al-Qaeda e pelo Irã possam provocar um volta, como já fizeram no passado, quanto tínhamos bem poucas tropas no Iraque. O senador Obama parece que não aprendeu nada com a história recente. Acho irônico que ele esteja reproduzido o pior erro do governo Bush ao mostrar prematuramente a faixa de Missão Cumprida .

Também estou espantado por ele nunca falar em ganhar a guerra - apenas em terminá-la. Mas se nós não ganharmos a guerra, nossos inimigos vão. Uma vitória para os terroristas seria um desastre para nós.

Isso é algo que, como presidente, não vou permitir que ocorra. Em vez disso, vou continuar a aplicar uma estratégia comprovada de contra-insurgência, não apenas no Iraque, mas também no Afeganistão, com o objetivo de criar aliados democráticos auto-sustentados, seguros e estáveis.

Tradução: Rodrigo Garcia

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".