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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Você vai continuar sendo ESPIONADO, com a VANTAGEM, agora, de não ter que pagar

MINISTÉRIO DA FAZENDA - SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL


INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 878 DE 15/10/2008 DOU de 16/10/2008


Aprova o programa e as instruções de preenchimento da Declaração de Informações sobre Movimentação Financeira (Dimof) e dá outras providências.


A


SECRETÁRIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL
, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III e XVII do art. 224 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF no 95, de 30 de abril de 2007, e tendo em vista o disposto no art. 5º da Lei Complementar nº 105, de 10 de janeiro de 2001, no art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, no art. 30 da Lei nº 10.637, de 30 de dezembro de 2002, no Decreto nº 4.489, de 28 de novembro de 2002, e nas Instruções Normativas RFB nº 802, de 27 de dezembro de 2007, e nº 811, de 28 de janeiro de 2008, resolve:


Art. 1º - As normas disciplinadoras de apresentação da Declaração de Informações sobre Movimentação Financeira (Dimof) são as estabelecidas por esta Instrução Normativa.


Art. 2º - Os bancos de qualquer espécie, cooperativas de crédito e associações de poupança e empréstimo ficam obrigados a apresentar semestralmente, de forma centralizada pela matriz, a Dimof à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB).


Art. 3º - Ficam aprovados o programa gerador da declaração, o qual deverá ser utilizado para entrega de declarações, inclusive nos casos em atraso ou retificadoras, e as respectivas instruções de preenchimento.


§ 1º - O programa, de livre reprodução, estará disponível no sítio da RFB na Internet, no endereço <http://www.receita.fazenda.gov.br>.


§ 2º - A Dimof deve ser apresentada mediante sua transmissão pela Internet com a utilização do programa Receitanet, disponível no endereço eletrônico do § 1º.


§ 3º - Para a apresentação da Dimof é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado digital válido.


Art. 4º - As instituições financeiras de que trata o art. 2º deverão prestar informações relativas à identificação dos titulares das operações financeiras, por meio do número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), e aos respectivos montantes globais mensalmente movimentados.


§ 1º - Nas hipóteses de titulares das operações financeiras com liminares concedidas em mandado de segurança ou em ação cautelar, com antecipação de tutela em ação de outra natureza, ou com sentença judicial para a não apresentação das informações à RFB, as instituições financeiras deverão informar na Dimof os seguintes dados:


I - número de inscrição no CPF ou no CNPJ;


II - número do processo judicial;


III - vara de tramitação onde a medida judicial foi concedida;


IV - seção/subseção judiciária da vara; e


V - data da concessão da medida judicial.


§ 2º - As informações referentes aos titulares das operações financeiras não apresentadas por força das medidas judiciais referidas no § 1º, posteriormente revogadas, ou com sentença judicial favorável à prestação da informação à RFB, deverão ser prestadas na Dimof do semestre em que ocorrer a revogação ou sentença, utilizando-se registros específicos de medidas judiciais previstos no leiaute de que trata a Instrução Normativa RFB nº 860, de 15 de julho de 2008.


§ 3º - Nos casos de que trata o § 2º, além das informações previstas nos termos deste artigo, deverão ser informados o número do processo judicial e a data da cassação da medida judicial.


§ 4º - A apresentação da Dimof, atinente aos registros específicos de medidas judiciais, deve abranger todos os semestres não informados anteriormente, em relação aos montantes globais mensalmente movimentados.


Art. 5º - A Dimof deverá:


I - ser apresentada:


a) até o último dia útil do mês de fevereiro, relativa ao 2º (segundo) semestre do ano anterior;


b) até o último dia útil do mês de agosto, relativa ao 1º (primeiro) semestre do ano em curso;


II - conter os montantes globais mensalmente movimentados:


a) no semestre; ou


b) de todos os semestres não informados anteriormente, quando se tratar de titulares de operações financeiras com medidas judiciais revogadas no semestre.


§ 1º - Excepcionalmente, em relação ao 1º (primeiro) semestre de 2008, a Dimof poderá ser apresentada até 15 de dezembro de 2008.


§ 2º - A declaração será obrigatória, inclusive nos casos de extinção, fusão, incorporação e cisão total da pessoa jurídica, observando- se os mesmos prazos de entrega previstos neste artigo.


Art. 6º - A declaração retificadora deverá conter todas as informações anteriormente declaradas, ainda que não sujeitas à alteração, bem como as informações a serem adicionadas, se for o caso.


Parágrafo único - A Dimof Retificadora substituirá, integralmente, as informações apresentadas na declaração anterior, vedada a complementação.


Art. 7º - A não apresentação da Dimof ou sua apresentação de forma inexata ou incompleta sujeitará a instituição financeira às seguintes penalidades:


I - R$ 50,00 (cinqüenta reais) por grupo de 5 (cinco) informações inexatas, incompletas ou omitidas;


II - R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por mês-calendário ou fração, independentemente da sanção prevista no inciso I, na hipótese de atraso na entrega da Dimof.


§ 1º - As multas de que trata este artigo serão:


I - apuradas considerando o período compreendido entre o dia seguinte ao término do prazo fixado para a entrega da declaração até a data da efetiva entrega;


II - majoradas em 100% (cem por cento), na hipótese de lavratura de auto de infração.


§ 2º - Na hipótese de que trata o inciso II do § 1º, caso a instituição não apresente a declaração, serão lavrados autos de infração complementares até a sua efetiva entrega.


Art. 8º - Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Blog do Josias: Governistas desistiram de aprovar a "CPMF da Saúde"

BLOG DO JOSIAS 
da Folha Online, 15/10/2008 - 03h13

A CSS (Contribuição Social para a Saúde) sumiu do noticiário. Antes do recesso eleitoral, a nova CPMF era prioridade zero do governo na Câmara e hoje ninguém mais fala sobre ela, informa o blog do Josias.

O idealizador da proposta, Henrique Fontana (PT-RS), líder do governo na Câmara, reconhece que "a CSS não vai ser a prioridade desse momento". Para ele, a prioridade agora é do projeto que cria o Fundo Soberano e da reforma tributária.

Boa parte dos deputados governistas que votaram a favor do novo tributo antes do recesso já não se dispõe a repetir o gesto. O texto-base do projeto que institui a CSS foi aprovado em 12 de junho, com 259 votos a favor e 159 contra.

Para o ministro José Gomes Temporão (Saúde), "o sistema [de saúde] se defronta com fragilidades. A principal delas é o subfinanciamento crônico". O ministro afirma que o principal assunto que melhoraria o investimento na saúde seria a regulamentação da emenda 29.

É justamente onde entra a CSS. A emenda define regras para os gastos na área de saúde da União, dos Estados e dos municípios.

Leia a reportagem completa no blog do Josias.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Deputados CSS - traidores malditos

Do blog da ANDEC - Associação Nacional em Defesa da Ética e da Cidadania

Relacionamos abaixo a lista dos Deputados Federais que TRAÍRAM seus eleitores.
Aqueles que aprovaram mais um imposto (fonte: site da Câmara dos Deputados). Eles não merecem seu voto!! Divulguem !!

Roraima (RR)
Edio Lopes/PMDB
Luciano Castro/PR
Maria Helena/PSB
Neudo Campos/PP

Amapá (AP)
Dalva Figueiredo/PT
Evandro Milhomen/PCdoB
Fátima Pelaes/PMDB
Jurandil Juarez/PMDB
Lucenira Pimentel/PR

Pará (PA)
Beto Faro/PT
Elcione Barbalho/PMDB
Giovanni Queiroz/PDT
Lúcio Vale/PR
Paulo Rocha/PT
Wladimir Costa/PMDB
Zé Geraldo/PT
Zequinha Marinho/PMDB

Amazonas (AM)
Átila Lins/PMDB
Francisco Praciano/PT
Marcelo Serafim/PSB
Vanessa Grazziotin/PCdoB

Rondonia (RO)
Anselmo de Jesus/PT
Eduardo Valverde/PT
Marinha Raupp/PMDB
Natan Donadon/PMDB

Acre (AC)
Fernando Melo/PT
Gladson Cameli/PP
Henrique Afonso/PT
Nilson Mourão/PT
Perpétua Almeida/PCdoB

Tocantins (TO)
Laurez Moreira/PSB
Lázaro Botelho/PP
Osvaldo Reis/PMDB
Vicentinho Alves/PR

Maranhão (MA)
Cleber Verde/PRB
Costa Ferreira/PSC
Davi Alves Silva Júnior/PDT
Flávio Dino/PCdoB
Gastão Vieira/PMDB
Pedro Fernandes/PTB
Pedro Novais/PMDB
Professor Setimo/PMDB
Ribamar Alves/PSB
Waldir Maranhão/PP

Ceará (CE)
Aníbal Gomes/PMDB
Ariosto Holanda/PSB
Arnon Bezerra/PTB
Ciro Gomes/PSB
Eudes Xavier/PT
Eugênio Rabelo/PP
Eunício Oliveira/PMDB
Flávio Bezerra/PMDB
José Airton Cirilo/PT
José Guimarães/PT
Leo Alcântara/PR
Marcelo Teixeira/PR
Mauro Benevides/PMDB
Paulo Henrique Lustosa/PMDB
Vicente Arruda/PR
Zé Gerardo/PMDB

Piauí (PI)
Átila Lira/PSB
B. Sá/PSB
Ciro Nogueira/PP
Marcelo Castro/PMDB
Nazareno Fonteles/PT
Osmar Júnior/PCdoB
Paes Landim/PTB

Rio Grande do Norte (RN)
Fátima Bezerra/PT
Henrique Eduardo Alves/PMDB
Sandra Rosado/PSB

Paraíba (PB)
Armando Abílio/PTB
Damião Feliciano/PDT
Luiz Couto/PT
Manoel Junior/PSB
Vital do Rêgo Filho/PMDB
Walter Brito Neto/PRB
Wilson Braga/PMDB
Wilson Santiago/PMDB

Pernambuco (PE)
Ana Arraes/PSB
Eduardo da Fonte/PP
Fernando Coelho Filho/PSB
Fernando Ferro/PT
Inocêncio Oliveira/PR
Marcos Antonio/PRB
Maurício Rands/PT
Pedro Eugênio/PT
Renildo Calheiros/PCdoB
Silvio Costa/PMN
Wolney Queiroz/PDT

Alagoas (AL)
Augusto Farias/PTB
Benedito de Lira/PP
Carlos Alberto Canuto/PMDB
Cristiano Matheus/PMDB
Givaldo Carimbão/PSB
Joaquim Beltrão/PMDB
Maurício Quintella Lessa/PR
Olavo Calheiros/PMDB

Sergipe (SE)
Eduardo Amorim/PSC
Iran Barbosa/PT
Valadares Filho/PSB

Bahia (BA)
Alice Portugal/PCdoB
Daniel Almeida/PCdoB
Guilherme Menezes/PT
João Leão/PP
Joseph Bandeira/PT
Lídice da Mata/PSB
Luiz Bassuma/PT
Marcio Marinho/PR
Marcos Medrado/PDT
Mário Negromonte/PP
Maurício Trindade/PR
Nelson Pellegrino/PT
Roberto Britto/PP
Sérgio Barradas Carneiro/PT
Sérgio Brito/PDT
Veloso/PMDB
Walter Pinheiro/PT
Zezéu Ribeiro/PT

Minas Gerais (MG)
Ademir Camilo/PDT
Antônio Andrade/PMDB
Aracely de Paula/PR
Carlos Willian/PTC
Elismar Prado/PT
Fernando Diniz/PMDB
George Hilton/PP
Gilmar Machado/PT
Jaime Martins/PR
Jô Moraes/PCdoB
João Magalhães/PMDB
José Santana de Vasconcellos/PR
Leonardo Monteiro/PT
Lincoln Portela/PR
Luiz Fernando Faria/PP
Márcio Reinaldo Moreira/PP
Maria do Carmo Lara/PT
Maria Lúcia Cardoso/PMDB
Mário Heringer/PDT
Mauro Lopes/PMDB
Miguel Corrêa/PT
Miguel Martini/PHS
Odair Cunha/PT
Paulo Piau/PMDB
Reginaldo Lopes/PT
Saraiva Felipe/PMDB
Virgílio Guimarães/PT

Espírito Santo (ES)
Iriny Lopes/PT
Rita Camata/PMDB


Rio de Janeiro (RJ)
Alexandre Santos/PMDB
Antonio Carlos Biscaia/PT
Brizola Neto/PDT
Carlos Santana/PT
Cida Diogo/PT
Deley/PSC
Dr. Adilson Soares/PR
Edmilson Valentim/PCdoB
Edson Ezequiel/PMDB
Eduardo Cunha/PMDB
Eduardo Lopes/PSB
Felipe Bornier/PHS
Fernando Lopes/PMDB
Filipe Pereira/PSC
Geraldo Pudim/PMDB
Hugo Leal/PSC
Jorge Bittar/PT
Léo Vivas/PRB
Luiz Sérgio/PT
Neilton Mulim/PR
Nelson Bornier/PMDB
Pastor Manoel Ferreira/PTB
Simão Sessim/PP
Solange Almeida/PMDB
Vinicius Carvalho/PTdoB

São Paulo (SP)
Aldo Rebelo/PCdoB
Antonio Bulhões /PMDB
Antonio Palocci/PT
Cândido Vaccarezza/PT
Carlos Zarattini /PT
Devanir Ribeiro/PT
Dr. Ubiali/PSB
Janete Rocha Pietá/PT
Jilmar Tatto/PT
João Dado/PDT
José Eduardo Cardozo/PT
José Genoíno/PT
José Mentor/PT
Márcio França/PSB
Milton Monti /PR
Nelson Marquezelli/PTB
Paulo Pereira da Silva/PDT
Paulo Teixeira/PT
Valdemar Costa Neto/PR
Vicentinho/PT

Mato Grosso (MT)
Carlos Abicalil/PT
Carlos Bezerra/PMDB
Eliene Lima/PP
Pedro Henry/PP
Valtenir Pereira/PSB
Wellington Fagundes/PR

Distrito Federal (DF)
Magela/PT
Rodrigo Rollemberg/PSB
Tadeu Filippelli/PMDB

Goiás (GO)
Chico Abreu/PR
Íris de Araújo/PMDB
Jovair Arantes/PTB
Leandro Vilela/PMDB
Luiz Bittencourt/PMDB
Marcelo Melo/PMDB
Pedro Chaves/PMDB
Pedro Wilson/PT
Tatico/PTB

Mato Grosso do Sul (MS)
Antônio Carlos Biffi/PT
Dagoberto/PDT
Geraldo Resende/PMDB
Nelson Trad/PMDB
Vander Loubet/PT
Waldemir Moka/PMDB

Paraná (PR)
Airton Roveda/PR
Alex Canziani/PTB
Angelo Vanhoni/PT
Chico da Princesa/PR
Dr. Rosinha/PT
Giacobo/PR
Hermes Parcianello/PMDB
Marcelo Almeida/PMDB
Moacir Micheletto/PMDB
Nelson Meurer/PP
Odílio Balbinotti/PMDB
Osmar Serraglio/PMDB
Ricardo Barros/PP
Takayama/PSC

Santa Catarina (SC)
Carlito Merss/PT
Celso Maldaner/PMDB
Décio Lima/PT
João Matos/PMDB
João Pizzolatti/PP
Nelson Goetten/PR
Valdir Colatto/PMDB
Vignatti/PT

Rio Grande do Sul (RS)
Adão Pretto/PT
Beto Albuquerque/PSB
Cezar Schirmer/PMDB
Darcísio Perondi/PMDB
Eliseu Padilha/PMDB
Henrique Fontana/PT
Ibsen Pinheiro/PMDB
José Otávio Germano/PP
Luiz Carlos Busato/PTB
Manuela DÁvila/PCdoB
Marco Maia/PT
Maria do Rosário/PT
Mendes Ribeiro Filho/PMDB
Paulo Pimenta/PT
Paulo Roberto/PTB
Pepe Vargas/PT
Pompeo de Mattos/PDT
Sérgio Moraes/PTB
Tarcísio Zimmermann/PT
Vieira da Cunha/PDT
Vilson Covatti/PP

Governo ressuscita a CPMF: agora é CSS

Do portal do DIÁRIO DO COMÉRCIO

Com um placar apertado, o governo conseguiu aprovar ontem na Câmara a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), que vai incidir sobre as movimentações financeiras. A aprovação foi com apenas dois votos a mais do que o mínimo exigido, sinalizando que haverá dificuldades em aprovar a criação do imposto no Senado. O placar registrou 259 votos a favor, 159 contrários e duas abstenções.

Apesar da aprovação, esse número de votos governistas seria insuficiente para aprovar uma proposta de emenda constitucional como a que criou a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), por exemplo, e que exige 308 votos na Câmara. O governo conseguiu aprovar a CSS seis meses depois de ver derrotada a prorrogação da CPMF.

Comentários – O líder do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), era um dos mais surpresos com o resultado apertado. "Nós não tínhamos consciência de que estávamos tão perto de ganhar", confessou. "Neste momento, só nos resta comemorar."

"O governo sepultou a CSS nessa votação. Ela não passa no Senado. O governo minguou", afirmou o deputado Paulo Bornhausen (DEM-PR). "Foi uma derrota política para o governo", disse o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE).

"Os deputados serão cobrados nas ruas. Nós tivemos uma vitória política", afirmou o presidente da Frente Parlamentar da Saúde, deputado Rafael Guerra (PSDB-MG), contrário à criação da CSS e um dos defensores da aprovação do projeto apresentado pelo Senado.

O líder do PT, Maurício Rands (PE), disse que houve "um certo relaxamento" da base depois que a votação anterior, do texto global, havia registrado 288 votos a favor do governo. "Alguns fugiram da raia, inclusive candidatos a prefeitos", reconheceu Rands.

Bastidores – O governo conseguiu aprovar a CSS na Câmara depois de três semanas de forte embate político no plenário com os partidos de oposição DEM, PSDB e PPS, que defendiam o projeto aprovado pelo Senado. O PV, apesar de ser da base do governo, votou contra. Ficaram a favor da CSS o PT, o PMDB, o PTB, o PP, o PR, o PSC, o PSB, o PDT e o PCdoB. A oposição votou unida, sem dissidências.

Na base, houve ausências significativas. Para não assumirem o desgaste político de aprovar um novo imposto em ano de eleições para prefeitos, deputados preferiram não participar da votação. No PTB e no PR, foram 25% de ausentes. No PMDB, dos 93 deputados, 15 não votaram e 9 votaram contra. No PT, 10 deputados faltaram.

O projeto aprovado pelos deputados substitui a proposta do Senado que obrigava a União a aplicar 10% das receitas brutas na saúde. O projeto do relator, deputado Pepe Vargas (PT-RS), além de criar a CSS, mantém o cálculo atual que fixa os recursos da União para o setor iguais ao montante gasto no ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB). A CSS terá a alíquota de 0,10% e a estimativa do governo é de arrecadar R$ 10 bilhões por ano.

Para garantir apoios à proposta, Vargas fez diversas concessões aos governadores. Ele reduziu a base de receitas na qual incide os 12% que os Estados devem gastar obrigatoriamente com a saúde, retirando as transferências do fundo de educação básica, o Fundeb, desse cálculo. Segundo Vargas, essa redução vai significar R$ 1,049 bilhão a menos.

"Na prática, o projeto diminui os recursos para a saúde", protestou o líder do PPS, Fernando Coruja (SC). Ele lembrou que a Constituição fixa a obrigação de os Estados aplicarem 12% de suas receitas à saúde. Vargas também permitiu em seu projeto que os Estados considerem juros de dívidas como despesas de saúde e dá quatro anos os governadores cumprirem a determinação de investir 12% no setor. ( AE )

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Campanha - Rede Eldorado contra a nova CPMF

Por e-mail enviado pela ANDEC - Associação em Defesa da Ética e da Cidadania

Por favor esse apelo é apartidário. Entrem no site da Rádio Eldorado e façam seu abaixo assinado contra a criação do imposto. Esse imposto, ao contrário da CPMF, não é "provisório". Faça esse favor para as gerações futuras e parasitadas, obrigada!

Divulguem, é dificílimo juntar 1.000.000 de assinaturas, não pense que é fácil, por isso sua ajuda é FUNDAMENTAL!!!

http://www.radioeldorado.com.br/am/campanha_css/assinaturas.asp

segunda-feira, 24 de março de 2008

Governo arquiteta 'Super CPMF'

Do portal do DIÁRIO DO COMÉRCIO
Silvia Pimentel, segunda-feira, 24 de março de 2008

Um detalhe na redação da proposta de reforma tributária encaminhada pelo governo ao Congresso abre espaço para a volta da CPMF com uma alíquota calibrada e poder de tributar fatos geradores que antes não eram alcançados pela extinta contribuição. O alerta é do presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), Gilberto Luiz do Amaral, ao se referir à criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) Federal, que ele classifica como uma "Super CPMF".

Na proposta, o IVA-F vai substituir a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), o Programa de Integração Social (PIS), Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide-Combustível) e salário-educação. Atualmente, PIS e Cofins incidem sobre o faturamento das empresas e importação de mercadorias e serviços. A cobrança da Cide recai sobre a importação e comercialização de petróleo, gás natural e derivados. Já o salário-educação alcança a folha de pagamento das empresas. Somando tudo, Amaral estima que o IVA-F teria uma alíquota entre 12,5% e 13%, o que não é exorbitante. O problema está, entretanto, no alargamento da base de incidência, já que vai alcançar todas as movimentações financeiras, como as transações com imóveis e operações junto ao mercado de capitais, feitas por pessoas físicas.

"Para restringir o avanço para fatos geradores hoje não alcançados pelas contribuições que serão extintas, o texto deveria explicitar que o IVA-F vai incidir sobre a receita das operações de venda e serviços realizados por pessoas jurídicas", explica o tributarista. Se a proposta passar no Congresso como está, as operações de transmissão de bens, que hoje já são tributadas pelo ITBI (municipal) e ITCMD (estadual), também serão alcançadas pelo novo tributo, o que no mundo jurídico se chama multi-incidência.

"A proposta do governo é muito ampla. É preciso examiná-la com lupa em busca de pontos perigosos que podem levar ao aumento da carga tributária", analisa o tributarista.

Amaral lembra que desde 1988, o País assistiu a 13 pequenas reformas tributárias. Em todas, os governos tinham como premissa reformar o modelo atual sem mexer nos níveis atuais de arrecadação. "Não sem razão, todas as alterações feitas no sistema tributário levaram ao aumento de impostos ou à criação de novos tributos, além de suprimir direitos dos contribuintes", alerta o tributarista.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

É o PT, claro (de novo)...

O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou que o compromisso do governo de não elevar impostos para compensar o fim da cobrança da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) valia apenas para 2007.

"O que o presidente Lula disse é que não faria um pacote de medidas. Isso não é um pacote. São apenas duas medidas tributárias de ajuste. É um ajuste mínimo", explicou o ministro.

"O presidente Lula disse que não mexeria na área tributária em 2007 e de fato não o fez. Estamos fazendo em 2008 e portanto está dentro daquilo que foi estabelecido", afirmou.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Infidelidade e deboche

Do site do DEMOCARATAS

Quanto vale hoje a palavra do presidente Luiz Inácio Lula da Silva? Deveria ainda ter algum valor, quando a oposição aceitou, no mês passado, sua promessa de não elevar tributos para compensar o fim da CPMF, a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira. Em troca, a oposição apoiaria a renovação da DRU, a Desvinculação de Receitas da União. Pois o presidente conseguiu baixar ainda mais sua credibilidade, ao assinar, no primeiro dia útil do ano, dois atos de majoração tributária. Mas o triste exercício de autodesmoralização não terminou aí. Nesse quesito, esse governo não se contenta com pouco.

Ao anunciar as novidades, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, conseguiu agravar com o deboche o rompimento do compromisso. "O compromisso do presidente Lula era não promover alta de impostos em 2007. E de fato não o fez. Estamos fazendo em 2008, o que está dentro do programado", disse o ministro. Com essa declaração, mostrou-se à altura de seu companheiro Marco Aurélio Garcia, o assessor presidencial flagrado ao festejar com gestos obscenos uma notícia sobre o acidente da TAM.

O primeiro item do pacote - palavra detestada pelo presidente Lula, segundo ele mesmo declarou - é um aumento de 0,38 ponto porcentual em todas as alíquotas do IOF, o Imposto sobre Operações Financeiras, incidente nos contratos de crédito e nas transações cambiais.

Esse aumento atingirá qualquer consumidor, rico ou pobre, em suas compras financiadas, sejam de carros de luxo ou televisores ultramodernos, sejam de rádios de pilha ou liquidificadores para equipar um barraco de favela. Tornará mais difícil, também, a atividade das empresas exportadoras.

O segundo item é o aumento de 9% para 15% da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) paga pelas empresas do setor financeiro. Essa inovação, segundo o governo, entrará em vigor em 90 dias e, além disso, dependerá de aprovação pelo Congresso, pois foi editada como medida provisória (MP). Um de seus efeitos será a ampliação do spread bancário, a diferença entre os juros pagos na captação e aqueles cobrados nos empréstimos.

Mas a aplicação do aumento da CSLL poderá ser mais difícil do que afirmam as fontes do governo. Nesse caso, a regra aplicável é a da anualidade, segundo o jurista Ives Gandra da Silva Martins. Se essa norma for observada, a cobrança da nova alíquota só começará em 2009.

A CSLL, instituída em dezembro de 1988, só foi recolhida a partir de 1990, pois em 1989 incidiria sobre o lucro líquido já consolidado de 1988. Segundo o jurista, ele mesmo defendeu essa tese diante do Supremo Tribunal Federal (STF) e foi vitorioso por 8 votos a 0. Está dada a pista para a contestação judicial de parte do pacote.

Essas duas inovações, se implementadas, deverão render o total de R$ 10 bilhões ao Tesouro, segundo o governo. Ficariam faltando, portanto, mais uns R$ 30 bilhões para compensar a perda da CPMF - o que dependeria do corte de gastos.

Nesse item, o pacote é extremamente vago. O assunto, segundo os ministros, será discutido com os congressistas e um novo projeto de orçamento será apresentado em fevereiro.

Mesmo sem a última quebra de palavra seria difícil acreditar nesse propósito. Além disso, o presidente apressou-se, no fim de dezembro, a tomar medidas legais para ampliar em 2008 certos gastos com alto potencial de retorno político para o governo e seus aliados.

Por ato assinado em 27 dezembro, o governo adiou por seis meses - para julho - o início da vigência de um decreto destinado a disciplinar e a restringir repasses federais a Estados, municípios e ONGs. No dia 28, o presidente, por meio de MP, estendeu os benefícios do Bolsa-Família a jovens de 16 e 17 anos. Pela regra anterior, eram beneficiadas famílias com filhos de até 15 anos. Coincidentemente, aos 16 anos o brasileiro já pode votar.

Faltava, enfim, substituir a CPMF como instrumento de combate à sonegação. Para isso, o governo aproveitou a Lei Complementar 105, de 2001, e obrigou os bancos a entregar ao Fisco as operações de pessoas físicas com movimentação semestral de pelo menos R$ 5 mil e de pessoas jurídicas com transações de R$ 10 mil para cima. Trata-se de uma devassa injustificável e o Judiciário deverá reprimi-la, avisou o ministro Marco Aurélio Mello, do STF.

Ano novo, velhos abusos

Do site do DEMOCRATAS

O RÉVEILLON do governo Lula foi pródigo em medidas de última hora com rendimento eleitoral. Adiou-se em seis meses, por decreto, o prometido mecanismo de controle sobre repasses da União -R$ 140 bilhões anuais- para Estados, municípios e organizações não-governamentais. Eles saberão agradecer a vista grossa.

Além disso, nos últimos quatro dias do ano empenharam-se R$ 5,3 bilhões -16% do total em 2007- em projetos com apelo eleitoral. Nada se compara em premeditação, porém, com a extensão do Bolsa Família.

O programa deve ser criticado mais por não propiciar uma real emancipação dos pobres do que pela utilidade eleitoral. Seu assistencialismo ajuda a reforçar a popularidade do presidente Lula, o que salta aos olhos quando se comparam os mapas de votação na eleição para o Planalto com os de famílias agraciadas.

Hoje o benefício está limitado a dependentes com a idade máxima de 15 anos. Em outubro, projeto de lei do governo propôs incluir jovens de 16 e 17 anos, um contingente estimado de 1,7 milhão de possíveis eleitores. Como o projeto não chegou a ser apreciado no Congresso, em meio à borrasca da CPMF, Lula lançou mão em 28 de dezembro de uma medida provisória (MP nº 411).

Parece óbvio que a matéria não se reveste nem da urgência nem da relevância exigidas pelo artigo 62 da Constituição para contornar o processo legislativo normal. A não ser, claro, se contemplada do ângulo eleitoral lulista. É evidente que se tratava de evitar possíveis efeitos da lei nº 11.300, de 2006, que veda distribuir novos "bens, valores ou benefícios" em um ano de eleições.

A oposição já promete questionar a MP nº 411 no Supremo Tribunal Federal. É mesmo o melhor foro para coibir o abuso continuado de MPs pelo Executivo.

City de Londres monta esquema de “laranjas” para adquirir o controle da Bovespa e da BM&F

Edição de Quinta-feira, 25 de outubro de 2007 do blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão

Os juros não vão baixar tão cedo no Brasil. O volume médio diário de negócios na Bovespa passará dos atuais R$ 4 bilhões e 500 milhões de reais para R$ 9 bilhões, em 2010. O número de empresas listadas chegará a mil no mesmo ano. Hoje, é de 434. Eis os bons motivos por que a Oligarquia Financeira Transnacional - que controla a economia mundial a partir da City de Londres - entrou de cabeça na operação de abertura de capital da Bolsa de Valores de São Paulo. Até ontem, já foram vendidos 40% do capital da Bovespa, que teve lucro líquido de R$ 243,7 milhões no primeiro semestre deste ano.

O olho gordo da City londrina é a Bolsa de Mercadorias & Futuros. A BM&F foi redesenhada e preparada para abertura de capital pelo banco inglês Rothschild. Na terça-feira, um grupo norte-americano, o CME Group, adquiriu 10% de participação BM&F Brasil por R$ 1 bilhão e 300 milhões. No primeiro semestre, a BM&F teve lucro líquido de R$ 134,4 milhões. No primeiro semestre, os contratos negociados na BM&F cresceram 66%. A procura por proteção (hedge) e negócios com commodities são o mapa da mina do capitalismo atual.

A tendência é que a bolsa brasileira seja abocanhada por uma “laranja” da City de Londres: A chamada Bolsa Interatlântica é uma unificação do mercado que está em marcha no processo de globalização. Ela foi o resultado da fusão entre a bolsa de valores de Nova York e a operadora de bolsas européia Euronext. A nova empresa, avaliada em mais de US$ 20 bilhões, já é dona de bolsas de valores em seis países. A Bovespa e a BM& F são os próximos alvos.

A operação com as bolsas brasileiras indica que os juros no Brasil dificilmente vão baixar. O de US$ 20 bilhões Comitê de Política Monetária do Banco Central continuará com sua política de manter a taxa Selic em patamares elevados, para atrair ”investidores” que adoram investir aqui. Afinal, graças ao governo Lula, os estrangeiros que aqui especulam e ganham muito dinheiro não pagam CPMF, nem IOF e muito menos imposto de renda.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

A Alegria do Chupim

Do portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA
Por Percival Puggina

Lula, na tevê, estava faceiro como guri de bodoque novo. PIB crescendo, emprego em alta, real firme, risco país em queda, balança comercial bem comportada, elevadíssimo índice de aprovação ao governo e a si mesmo.

Há muitos anos o país não vislumbrava um horizonte econômico tão positivo. Mesmo com a desaprovação da CPMF, e anunciando conseqüências negativas para a saúde pública, o presidente exibia uma alegria que me fez recordar do Bill Gates. Lembram? Certa feita ele também perdeu, num dia, 40 bilhões. E continuou feliz da vida. Como se explica o que está acontecendo? Como pode dar tudo tão certo para alguém cuja credibilidade esbarra nos critérios mais rudimentares? São três as razões.

A primeira diz respeito ao conjunto de providências que foram adotadas pelos seus antecessores: abertura ao comércio internacional, estímulo às exportações, apoio ao agronegócio, Plano Real, privatizações, manutenção de um consistente superávit primário, respeito aos contratos, pagamento da dívida externa e bom gerenciamento da moeda. Estas medidas foram proporcionando condições para a colheita de resultados que se expressa no sorriso do presidente. A segunda diz respeito à metamorfose de que Lula se jacta. Todas essas providências – todas, sem exceção – foram tomadas por seus antecessores, sob feroz oposição dele e de seu partido. Era tudo coisa da famigerada “lógica do mercado”, do amaldiçoado “receituário neoliberal e globalizante”, do FMI, do Consenso de Washington e do raio que o parta.

A terceira se refere ao cenário internacional. A economia mundial vem crescendo a uma taxa firme, da ordem de 5%, há varios anos. Numa situação assim seria impossível ao país apresentar números negativos. Nem a África Subsahariana tem números negativos. É preciso, pois, analisar os dados com atenção para não incorrermos em injustiça, negando méritos a quem fez por merecê-los e para não atribuir méritos a quem deveria estar pedindo desculpas pelas besteiras que disse e pelo muito que atrapalhou.

Fiz uma rápida consulta ao Google com as palavras-chave “Brasil cai no ranking” e, em instantes, fiquei sabendo que caímos para a 72ª posição no ranking da competitividade; perdemos seis posições no da tecnologia (52º lugar); perdemos pontos e posições no da corrupção (62º lugar); caímos no da liberdade de imprensa (84º), no da desigualdade entre homens e mulheres (74º), no dos negócios pela internet (43º), no dos exportadores (24º), no do preparo digital (38º), e perdemos uma posição no do IDH (70º). Estamos entre os piores na lista da educação! Dos 34 analisados somos o que menos gasta com ela e, por isso, ocupamos um dos últimos postos no ranking mundial de talentos. E por aí vai.

Entrando no sexto ano do governo Lula percebe-se que melhoramos. Menos do que poderíamos, porque o mundo avançou bem mais, e porque o governo gasta mal. Somos como o paciente que estava em coma e agora pisca o olho uma vez para sim e duas para não. Melhorou, é claro, mas os pacientes do quarto ao lado, que estavam na mesma situação, já voltaram para o escritório.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Alerta aos Comandantes das Forças Armadas

Do blog ALERTA TOTAL
Por Ernesto Caruso em 27 de dezembro de 2007

Ao que se divulga, tem sido uma preocupação do governo a paridade de vencimentos entre ativa e reserva, especulando-se que seria um obstáculo à concessão do reajuste. Um outro argumento seria a dependência da aprovação da CPMF. Nem uma coisa nem outra, na minha visão.

O planejado e sabido pela cúpula, por tudo que já falaram e encenaram, estava DECIDIDO: nada seria concedido neste ano. E bem capaz, riram às nossas custas, porque o deboche é uma característica marcante dessa gente top-top.O doce era tão doce que anunciaram que o reajuste seria retroativo a setembro do corrente. Quanta sacanagem.

Hoje entendo, por conta da autodefinição, o ser uma metamorfose ambulante, deixando marcas pelas pegadas (mais ou menos isto), porquanto se transforma em matéria orgânica e anda para a classe militar.

A questão da paridade é um nó que o governo quer desatar em prejuízo da gente da reserva. Um nó que representa uma aliança fundida historicamente, sem distinção entre os da ativa e os da reserva, sempre prontos a desempenhar as suas funções, uns exercendo e outros em condições de exercê-las a um chamamento da Pátria.

No entanto, de forma camuflada, tal condição já foi imposta para os que estavam na ativa, quando da efetivação da MP2131 e por nós comentada através a "APRECIAÇÃO SOBRE A MP Nº 2.131 DE 28/12/00" de 13 de fevereiro de 2001. Foi nas proximidades do Natal e da esperança de um Bom Ano Novo o que foi feito no governo FHC em 2000, agora repetido como presente em 2007 pelo governo Lula.

Aos que passaram para a reserva antes da referida MP, quero crer, há de se respeitar o ditame da Carta Maior:

- "CONSTITUIÇÃO DO BRASIL
Art. 5º .........
XXXVI - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada;"
Tal fato impõe manter as condições de respeitabilidade à lei no momento do fato gerador do direito, caracterizado pelo ato jurídico perfeito.
Considerar ainda:

- "CONSTITUIÇÃO DO BRASIL
Art. 37 ..........
XV - os vencimentos dos servidores públicos são irredutíveis, e a remuneração observará o que dispõem os arts. 37, XI e XII, 150, II, 153, III e § 2º, I; (EC 18/98)

Art. 40 ..........
§ 8° Observado o disposto no art. 37, XI, os proventos de aposentadoria e as pensões serão revistos na mesma proporção e na mesma data, sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade, sendo também estendidos aos aposentados e aos pensionistas quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade, inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão, na forma da lei. (EC 20/98)

Art. 142 .........
§ 3º.............IX - aplica-se aos militares e a seus pensionistas o disposto no art. 40, §§ 7º e 8º;............. (EC 20/98)

§ 3º Os membros das Forças Armadas são denominados militares, aplicando-se-lhes, além das que vierem a ser fixadas em lei, as seguintes disposições:......................
VIII - aplica-se aos militares o disposto no art. 7º, incisos VIII, XII, XVII, XVIII, XIX e XXV e no art. 37, incisos XI, XIII, XIV e XV;(EC 18/98)
EC nº 20/1998

Art. 3º .........
§ 3º São mantidos todos os direitos e garantias assegurados nas disposições constitucionais vigentes à data de publicação desta Emenda aos servidores e militares, inativos e pensionistas, aos anistiados e aos ex-combatentes, assim como àqueles que já cumpriram, até aquela data, os requisitos para usufruírem tais direitos, observado o disposto no art. 37,XI, da Constituição Federal.

- ESTATUTO DOS MILITARES(Lei 6.880, de 9/12/80)
Art. 58 - Os proventos de inatividade serão revistos sempre que, por motivo de alteração do poder aquisitivo da moeda, se modificarem os vencimentos dos militares em serviço ativo.
Parágrafo único. Ressalvados os casos previstos em lei, os proventos da inatividade não poderão exceder à remuneração percebida pelo militar da ativa no posto ou graduação correspondente aos dos seus proventos.

Já os atingidos pela famigerada, comentávamos na oportunidade:
"c. Quanto a outras perdas

Os militares da ativa são prejudicados pela MP 2131 no que se refere à percepção de remuneração ao grau hierárquico superior e pela extinção do adicional de tempo de serviço, "congelando" o tempo já cumprido, sem receber, por equiparação, ao longo da carreira, os anuênios. Quando passarem para a reserva, constituir-se-ão em uma classe inferior, se comparados aos seus pares da inatividade. São eles que lidam com explosivos, munições, canhões, obuseiros, granadas, gases, acampamentos, permanência nos aquartelamentos por 33 horas seguidas, quando em serviço de um domingo, iniciado às 7 horas e término às 7 horas de segunda-feira, mais o expediente normal até 16 ou 16h30min. Convivem com os perigos dos mares, dos céus e das florestas, superando vicissitudes, doenças tropicais e o isolamento das fronteiras e, de forma penosa, o alvo principal da economia que se pretende fazer.

Exemplo:

- Atual (Cel com proventos do posto superior): soldo (Gen Bda) 4.101,00; Ad Mil(28% em Jan/2002) 1.148,28; Ad Hab (30%) 1.230.30; Ad TSv (35%) 1.435,35; total 7.914,93;
- Atual (Maj com 15 anos de tempo de serviço, "congelado" em 15%)
- Futuro (o referido Maj passando para a reserva como Cel): soldo 3.741.00; Ad Mil(25%) 935,25; Ad Hab (30%) 1.122,30; Ad TSv (15%) 561,15; total 6.359,70
Resultado final (7.914,93-6.359,70): 1.555,23

Assim, os proventos do Cel do futuro significarão 80,35% dos do atual."
Observe-se que já se passaram sete anos e outros se somarão e com o isso, o tempo se serviço congelado vai diminuindo gradativamente, fazendo com que a perda salarial seja maior e aumente a diferença de vencimentos entre as gerações da reserva antes de dezembro de 2000 e as posteriores. O estrago já foi feito.

Mais justo seria aumentar o tempo de contribuição, ao invés de fustigar quem já tanto trabalhou pelo engrandecimento do País. O governo Castelo Branco passou de 25 para 30 anos. Muito lógico. Na medida que o tempo de vida aumenta, há que se pensar em um número maior de contribuintes. A redução de salário tem sido uma prática perversa.
Some-se a esse descaso a evasão de oficiais das FA devido aos baixos salários, diminuindo o universo de contribuintes.

Estão marchando na contramão, se não for essa a intenção.

Mas, ainda faltam alguns dias para terminar o ano.

Ernesto Caruso é Coronel da Reserva do EB.

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Não é para rir. Devemos chorar por nós e por nossos filhos...

... mas não apenas pela imbecilidade da fala do ignorante por opção e pela arrogância do mesmo estúpido que assim deseja ardentemente continuar. É por tudo que devemos chorar, tudo em que estamos vendo o país se transformar. Só pode rir desta desgraça em que nos encontramos os que a desejam e os imbecis. Nada contra o criador do vídeo, ele apenas aproveita-se da ignorância consentida do povo para ganhar dinheiro. Se o povo deseja a ignorância e ignorante mantém-se mesmo contra todo o óbvio da nossa situação, ele estaria errado?

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Porque PT e PSDB apenas fazem de conta que são um oposição do outro

Após a derrota na aprovação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), oposição e governistas admitem a criação de um tributo para substituir o "imposto do cheque".

A idéia deve ser debatida durante a discussão da reforma tributária, segundo integrantes do PSDB e do PT.

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio Netto (AM), sugere que a CPMF seja recriada com um novo formato.

Já a líder do PT na Casa, Ideli Salvatti (SC), reconheceu que a medida pode ser analisada na discussão da reforma tributária.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE

Estes três imundos do Espírito Santo votaram pela CONTINUIDADE DA CPMF. Vou postar os nomes de novo para que a gente boa do Estado não esquecer nunca mais:

MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE
MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE

Acabou a CPMF e estes votaram pelo SIM. Não nos esqueçamos deles

Almeida Lima PMDB/SE
Aloizio Mercadante PT/SP
Antônio Carlos Valadares PSB/SE
Augusto Botelho PT/RR
Cristovam Buarque PDT/DF
Delcídio Amaral PT/MS
Edison Lobão PMDB/MA
Eduardo Suplicy PT/SP
Epitácio Cafeteira PTB/MA
Euclydes Mello PRB/AL
Fátima Cleide PT/RO
Flávio Arns PT/PR
Francisco Dornelles PP/RJ
Gerson Camata PMDB/ES
Gilvam Borges PMDB/AP
Gim Argello PTB/DF
Ideli Salvatti PT/SC
Inácio Arruda PC do B/CE
Jefferson Peres PDT/AM
João Durval PDT/BA
João Pedro PT/AM
João Ribeiro PR/TO
João Vicente Claudino PTB/PI
José Maranhão PMDB/PB
José Sarney PMDB/AP
Leomar Quintanilha PMDB/TO
Magno Malta PR/ES
Marcelo Crivella PRB/RJ
Neuto De Conto PMDB/SC
Osmar Dias PDT/PR
Patrícia Saboya PDT/CE
Paulo Duque PMDB/RJ
Paulo Paim PT/RS
Pedro Simon PMDB/RS
Renan Calheiros PMDB/AL
Renato Casagrande PSB/ES
Romero Jucá PMDB/RR
Roseana Sarney PMDB/MA
Sérgio Zambiasi PTB/RS
Serys Slhessarenko PT/MT
Sibá Machado PT/AC
Tião Viana PT/AC
Valdir Raupp PMDB/RO
Valter Pereira PMDB/MS
Wellington Salgado de Oliveira PMDB/MG
Mozarildo Cavalcanti PTB/RR AUSENTE

Comentário do Cavaleiro de Templo: não devemos esquecer dos nomes destes canalhas. Eles não devem mais ganhar nem para vereador. Quem vota no Espírito Santo, minha terra, não deve esquecer de MAGNO MALTA, GERSON CAMATA e RENATO CASAGRANDE.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Arthur Virgílio garante: PSDB não negocia mais CPMF

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), afirmou nesta sexta-feira que o governo federal esgotou todas as possibilidades de diálogo com o seu partido para a aprovação da prorrogação da CPMF até 2011 no Senado. Virgílio respondeu às notícias de que o governo
estaria estudando ampliar a destinação de recursos da contribuição para à Saúde, com o objetivo de conseguir votos da oposição.

"Agora Inês é morta. O último diálogo que tive com o governo foi com o presidente Lula, que nos chamou de desajuizados", afirmou Virgílio. O tucano ainda ressaltou que nenhum integrante do governo o procurou para apresentar nova proposta. Ele garantiu que o PSDB votará unido contra a CPMF.

"O que vale é a última palavra do presidente Lula, que nos aconselha a ir ao psiquiatra para consultar, já que não temos juízo", ironizou. Para Virgílio as declarações de ontem do presidente Lula contra os senadores que pretendem votar contra a CPMF foram "grosseiras e "pouco nobres" para um presidente da República.

Comentário do Cavaleiro do Templo: nenhum destes desqualificados do FORO DE SÃO PAULO têm sequer o mínimo necessário para ocupar um cargo público, qual seja o respeito pelas idéias contrárias e pelas pessoas que lhes fazem oposição. Ofender, mentir, dar showzinho, falar palavrão é do movimento revolucionário esquerdista. Sempre foi pois são os mais DEMENTES dentro de uma sociedade que identificam-se com esta doença, como provaram os índios do EVO na decapitação de dois cachorros. São SOCIOPATAS e um sociopata não pode medir as consequências de seus atos e projetos que são, dentro de suas cabeças doentes, a única coisa importante no mundo. Portanto, não é que não acreditem em Deus como provou LULA ao dizer que não tem pecado e o Chávez que xingou os clérigos de seu país, contrários à reforma ditatorial que ele queria impor. Não, não é isto. Eles acreditam em um Deus sim. E Este á a coletividade do movimento psico-patológico revolucionário que povoa o inconsciente coletivo destes IMBECIS. Resumo: Eles são DEUS!!! Olha, não acreditar em Deus é uma coisa. Outra ABSURDAMENTE diferente é acreditar que você e seus amigos sejam Ele.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Festa na casa do LULA

POR ISSO É PRECISO PRORROGAR A CPMF OU AUMENTAR A CARGA TRIBUTÁRIA?

Cidadania se faz com informação!!!

DIVULGUEM!!!

Observem que muito supermercado não consegue vender este volume de produtos! Independente da sua preferência política, algumas coisas precisam ser mostradas!!!

Está tudo no Diário Oficial da União, com número de licitação e tudo.

DESPESAS DO GABINETE PRESIDENCIAL

1995 - FHC - R$ 38,4 milhões.
2003 - Lula - R$ 318,6 milhões.
2004 - Lula - R$ 372,8 milhões (R$ 1,5 milhões por dia útil de trabalho).

NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS NO PALÁCIO DO PLANALTO

Itamar Franco - 1,8 mil
FHC - 1,1 mil
Lula - 3,3 mil

PS: No Palácio da Alvorada, existem 75 empregados. O ano passado Lula assinou um decreto, de número 5.087 , aumentando de 27 para 55 seus assessores especiais diretos.

FOME ZERO

No Palácio do Planalto, o programa 'Fome Zero' funciona. Fome e sede zero. Todos querem, literalmente, se entupir de comida e bebida. Vejam estes números:

O processo de licitação de número 00140.000226 /2003-67, publicado no Diário Oficial da União, previu a compra de 149 itens para o Palácio.

Dentre eles constam:

- sete toneladas de açúcar;
- duas toneladas e meia de arroz;
- 400 latas de azeitona;
- 600 quilos de bombons;
- 800 latas de castanhas de caju;
- 900 latas de leite condensado.

Tudo altamente calórico. O pior é que pelo prazo da licitação, tudo isso deverá ser consumido em 120 dias. Mas tem mais. Constam ainda:

- dois mil vidros de pimenta;
- dois mil e quinhentos rolos de papel alumínio;
- quatrocentos vidros de vinagre;
- quatrocentos e sessenta pacotes de sal grosso e ainda;
- seis mil barras de chocolate.

Se você, caro leitor, apanhar uma calculadora, vai concluir que a turminha de Lula está consumindo por dia:

- 58 quilos de açúcar (ou dona Marisa faz muito bolo ou Lula toma muita caipirinha);
- 22 quilos de arroz;
- 50 barras de chocolate;
- 15 vidros de pimenta (???).

Como a repercussão dessa compra foi negativa, Lula mandou tirar do site oficial do governo o processo de licitação, que já havia sido publicado na edição número 463 do Diário Oficial. Lula é assim: num dia esconde o que faz, no outro camufla o que compra.

E a coisa vai mais longe: em outra licitação ( 00140.000217/2003-36) dá para perceber que Lula gosta de festa. O Gabinete da Presidência comprou um pouco de tudo para beber. Entre os itens:

- 129 mil litros de água mineral (consumo: mais de mil litros por dia);
- duas mil latas de cerveja;
- 35 mil latas de refrigerante;
- 1344 garrafas de sucos naturais;
- 610 garrafas de vinho (consumo de cinco por dia);
- 50 garrafas de licor.

A sede dos deslumbrados vai além, mesmo com muita gente morrendo por falta de água no sertão, que Lula diz que conhece bem. Em outra licitação, ( 00140.000228/2003-56), o nosso Presidente, que devia ser exemplo, mandou comprar para seu Palácio:

- 495 litros de suco de uva;
- 390 litros de suco de acerola;
- o mesmo tanto de suco de maracujá, laranja, tangerina e manga.

Outra compra diz a respeito a 2.250 quilos de pó de café. Numa conta simples, este valor resulta em 2145 cafezinhos por dia. Desse jeito Lula vai acabar perdendo o sono.

Mas a farra não termina por aqui. Numa outra compra ( 00140.000126/2003-31) Lula prova que é bom de estômago:

- três toneladas e meia de batata:
- duas mil dúzias de ovos;
- duas toneladas de cebola;
- uma tonelada de alho porró.

Na mesma compra tem mais:

- 2400 abacaxis;
- uma tonelada e meia de banana;
- outro tanto de ameixa e ainda;
- uma tonelada de caqui.

Pelo que se entende de outra compra (00140..000227/2003-10), dona Marisa Letícia anda cozinhando pra fora, servindo marmita. Foram comprados para serem consumidos em 120 dias:

- dez botijões de gás de dois quilos;
- 170 botijões de 13 quilos;
- 20 cilindros de 45 quilos;
- 45 toneladas de gás a granel.

Continha simples: 24 botijões por dia consumidos.

Quer mais farra? Então aqui vai:

O gabinete da presidência mandou comprar:

- dois mil CDs para gravação, com as respectivas caixinhas;
- 20 mil disquetes.

Estaria Lula montando uma gravadora pirata?

E alguém tem idéia de quanto se paga de roupa lavada no Palácio, em 120 dias?

- 54 toneladas - ou 13 toneladas e meia por mês, ou ainda, 450 quilos de roupa por dia.

Lula torna feliz qualquer tintureiro. Talvez a justificativa para a lavanderia seja uma outra compra, a de número 00140.000143 /2003-78:

- 300 colchas;
- 330 lençóis;
- 300 fronhas;
- 50 travesseiros;
- 66 cobertores (cobertor em Brasília é grave, hein?);
- 15 roupões;
- 20 jogos de toalha;
- 20 toalhas de banho;
- 120 colchões... 120 colchões!!!

Quando Lula pra lá se mudou, também tratou de providenciar todo conforto possível. A presidência comprou:

- dois fogões;
- duas cafeteiras;
- quarto fornos de microondas;
- quatro geladeiras;
- oito ventiladores;
- seis aparelhos de ar condicionado;
- dois bebedouros;
- sete televisores;
- dois aparelhos de CDs;
- três liquidificadores;
- uma sanduicheira;
- um frigobar.

E AGORA: se você quiser se omitir, APAGUE ESTE E-MAIL e deixe tudo COMO ESTÁ. MAS, SE VOCÊ SE SENTE ENVERGONHADO, REVOLTADO, INDIGNADO, ENOJADO e AFETADO COM ESSA ESCULHAMBAÇÃO E POUCA-VERGONHA, REPASSE A MENSAGEM PARA QUE O MAIOR NÚMERO POSSÍVEL DE PESSOAS POSSA SABER COMO O PRESIDENTE MANIPULA NOSSO DINHEIRO.

POR ISSO É PRECISO PRORROGAR A CPMF OU AUMENTAR A CARGA TRIBUTÁRIA?

Cidadania se faz com informação!!!

DIVULGUEM!!!

Precisamos de você

É chegada a hora. Na próxima quinta-feira (6/12) a prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) será votada no Senado. Você, que também é contra a cobrança desse tributo criado para ser provisório (como o próprio nome diz) e que já dura 11 anos, mande um e-mail, telegrama ou dê um telefonema para os senadores cobrando o fim da CPMF.

Contamos com seu apoio.

A lista completa com os nomes e e-mails dos senadores está no site:

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".