Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Você está satisfeito com o governo Lula?

Votem agora vamos acabar com a farsa.

Amigos, eis aí a chance de expressarmos nossa opinião.

Participem!!!

Votei e repasso.

Você não precisa da "orientação" da mídia nacional. A internet proporciona a sua própria experiência. Nesta pesquisa, 73% estão insatisfeitos com o governo Lula, bem ao contrário dos resultados da mídia alimentada com o dinheiro público.

Você está satisfeito com o governo Lula?

Entre no site abaixo e vote.

http://www.estadao.com.br/pages/enquetes/default.htm?id_enquete=129

REPASSE E PEÇA QUE REPASSEM.

Vocês ainda não puderam ver a conta que está a caminho com toda essa re-estatização e inchamento estatal que essa quadrilha está promovendo.

Olavo de Carvalho no portal Farol da Democracia Representativa

Olavo fala aqui para o site FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA. É uma sequência de fatos que situam o Brasil no panorama mundial e, principalmente, mostram a cara do monstro que nos assombra e promete tornar este país habitável apenas por escravos como em Cuba ou China.

O Idiota latino-americano esquerdista

Direto do site Vermelho, a Esquerda bem Informada (????????????????)

"É de domínio público que o sexo, e não a religião, é o tema central da Igreja Católica..."

Comentário do Cavaleiro do Templo: como ter um debate, uma troca de idéias ou mesmo uma conversa com pessoas tão despreparadas, sem noção alguma das coisas que as cercam e vazias como estas, a esquerdopatia latina? Não é que eu fique aborrecido com tal afirmação. Não, não é isto. O que me causa ler tal estupidez é a constatação de que do outro lado não existem pessoas interessadas em fatos, apenas nas suas verdades, quase todas mentiras imensas como esta.

Mercado e Instituições

Do portal DIÁRIO DO COMÉRCIO
por Denis Rosenfield em 28 de março de 2008

Resumo: A democracia moderna, representativa, não é somente um regime político, mas envolve relações sócio-econômicas baseadas no direito de propriedade.

O desenvolvimento das últimas décadas, com a ampliação da economia de mercado em todo o mundo, se deve fundamentalmente ao fortalecimento do direito de propriedade, propiciando o crescimento do espírito empreendedor e da livre iniciativa. Se não há respeito ao direito de propriedade, a economia se desorganiza e o mercado funciona aleatoriamente, perdendo o seu caráter propriamente contratual.

Convém aqui ressaltar, sobretudo no ambiente atual latino-americano, que mercado não significa narcotráfico, nem desorganização completa das relações humanas. Mercado significa leis, instituições e regras, com um Poder Judiciário funcionando independentemente e assegurando a segurança jurídica. Confundir mercado e narcotráfico, como é feito por alguns marxistas brasileiros, conduz a manifestos contra-sensos que, na verdade, têm o sentido de abrir a via para uma repetição das experiências mal-sucedidas, bárbaras, do marxismo no século XX.

A economia de mercado pressupõe a existência de mecanismos reguladores, que se traduzem por regras e instituições que assegurem o seu funcionamento. Neste sentido, seria difícil falar de uma economia de mercado onde o direito de propriedade não fosse assegurado, embora se possa dizer que há relações de troca mercantil, que se assemelham ao que poderíamos considerar propriamente como sendo "mercado". Ou seja, uma economia de mercado se desenvolve e se efetiva graças a um Poder Judiciário que valida e garante os contratos que lá se fazem. Imagine-se uma situação em que os indivíduos que estabelecem relações comerciais não respeitem os termos acordados.

A médio prazo, toda relação comercial seria inviabilizada, sendo substituída pelo império da força bruta, em que cada um faria valer aquilo que considera como sendo o seu direito. O Estado, sob esta ótica, nasce das próprias necessidades de uma economia de mercado, garantindo o seu funcionamento.

Seria completamente impróprio falar de mercado em termos de anarquia. Há certos teóricos brasileiros que sustentam que, com a derrocada da União Soviética, surgiu o "mercado", identificado ao narcotráfico e ao roubo dos bens estatais. Poderiam também identificar o mercado ao contrabando! Ora, o que lhes escapa, pois o olhar da ideologia não lhes permite ver, é o caráter legal, civil, do mercado, onde confluem o direito de propriedade e a liberdade de escolha.

Caberia distinguir entre diferentes tipos de atividade econômica, com implicações legais, jurídicas, civis e estatais completamente diferentes. Na mentalidade marxista reinante, tudo o que não é atividade estatal ou empresa dita pública é necessariamente "privado" e, graças a essa ilação, identificado sem mais a "mercado". Se o Estado tudo controla e muito pouco consegue realizar, surge uma escassez de produtos que, dependendo das circunstâncias de cada país, é suprida por formas ilegais, também ditas de "mercado negro".

Aqui já surge a confusão, como se se tratasse do mercado propriamente dito, quando nada mais é do que uma conseqüência de um Estado incapaz de suprir as demandas dos seus cidadãos. Se ele aparece sob essa qualificação negativa de mercado "negro", é porque é ilegal, e ilegal na perspectiva dessa legalidade socialista-estatal. Dependendo da situação, em Cuba é ilegal comprar shampoo, creme dental e sabonete. O que fazem, porém, os ideólogos do socialismo? Identificam as formas deformadas do mercado negro, decorrentes do planejamento socialista, como sendo o verdadeiro mercado.

Procedimento análogo ocorreu com o mercado soviético, logo após derrocada daquele país. O que lá se viu foi o acaparamento dos bens estatais pela própria liderança do Partido Comunista e por seus quadros intermediários, que se aproveitaram da situação em benefício próprio, estabelecendo a partir daí "relações de mercado". Ora, essas relações de mercado, em sua anarquia e em seu caráter mafioso, são resultados do fracasso de uma economia planejada, que desmoronou. Dos seus destroços surgiram essas formas essencialmente deturpadas, corporificadas por mafiosos que, espertamente, souberam se aproveitar da situação. A corrupção socialista-comunista se perpetuou naquela forma perversa de mercado.

Agora, fazer como fazem os petistas, caracterizar tal processo como revelador da natureza do mercado é não somente um contra-senso histórico, uma falta de capacidade analítica, mas uma evidente má-fé do ponto de vista intelectual.

Apropriedade privada floresce onde os marcos institucionais possibilitam o seu fortalecimento. As sociedades que cresceram economicamente e se desenvolveram socialmente são as que asseguraram a proteção das invenções, a aquisição dos bens e a validade dos contratos, confiando na livre iniciativa. Há um nexo essencial entre a iniciativa individual e os marcos legais e institucionais que a garantam e legitimem. Nesta perspectiva, não há possibilidade de que o empreendedorismo se desenvolva se os direitos de propriedade não são garantidos. A questão não reside apenas, por assim dizer, numa opção pela livre escolha, mas numa opção pela livre escolha a partir de marcos institucionais que a viabilizem e perenizem.

A democracia moderna, representativa, não é somente um regime político, mas envolve relações sócio-econômicas baseadas no direito de propriedade. A liberdade de escolha não se refere tão somente ao processo de escolha de um dirigente político através de eleições, mas atravessa, por assim dizer verticalmente, todo o espectro das relações humanas. Trata-se da escolha de bens materiais, como a liberdade de comprar insumos e vender produtos agrícolas, de comprar e vender um imóvel ou um automóvel, até coisas mais imateriais como a escolha de uma pessoa para casar, passando pelo livre exercício do pensamento de cada um, pelas mais variadas convicções, sem medos e temores. Na verdade, não se pode dissociar a economia de mercado, a propriedade e a livre escolha que cada um faz de sua vida.

Denis Lerrer Rosenfield é professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

terça-feira, 1 de abril de 2008

A EPIDEMIA MOSTRA O ÓBVIO

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO

Esta definição é de Marcelo da Silva Prado do Última Instância

"A epidemia da dengue mostra o óbvio: temos o Estado que merecemos, e esse exemplo serve para ilustrar outros tantos problemas como os lixos em bueiros e as conseqüentes enchentes. Não teremos um Estado eficiente enquanto a nossa população for tão despreparada, alienada e sem educação. O Estado brasileiro é o espelho da nossa sociedade e a mudança somente se dará em conjunto, nunca separadamente. Talvez não haja um momento mais surpreendente da falta do Estado do que na crise da saúde pública do Rio de Janeiro escancarada pela epidemia da dengue".

Má notícia para os urubus: o “Império” sobreviverá - Final

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por João Luiz Mauad em 01 de abril de 2008

Resumo: Inversamente ao que prevê o wishful thinking antiamericanista, portanto, será preciso muito mais do que uma crise de hipotecas para colocar uma economia daquele tamanho e complexidade de joelhos.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Falemos um pouco de desemprego. O quadro abaixo mostra os volumes de pedidos de seguro-desemprego – média móvel de 4 semanas – desde 2001 até hoje. A análise deste quadro mostra claramente que, ainda que os pedidos tenham aumentado durante 2008, eles ainda estão em níveis muito inferiores àqueles de períodos recessivos. Segundo os padrões estatísticos dos EUA, não se poderia falar em recessão enquanto o volume semanal de novos pedidos não alcançar a marca de 400.000.

Peguem agora os dois gráficos abaixo, que mostram o volume de empréstimos do setor bancário, desde 2005 até agora, tanto para os setores comercial e industrial, como para o consumidor. Reparem que a tendência é de crescimento quase ininterrupto durante todo o período analisado.

Ora, considerando que o crédito à produção e ao consumo é o combustível da economia e, por conseguinte, da geração de riqueza, seria prudente falar em recessão, pelo menos num horizonte de curto prazo?

Se todos os dados acima mencionados parecem indicar que a economia americana ainda não está em recessão, o histórico dos ciclos econômicos nos mostra que ela virá, alguma hora, no futuro. Quando isso ocorrer, no entanto, ao contrário do que gostam de pregar os adeptos da escatologia econômica, que – como o ministro Mantega e o presidente Lula da Silva – já falam numa crise semelhante à de 1929, não se prevê nada muito duradouro.

Como mostram os quadros abaixo, a duração dos períodos recessivos da economia norte-americana vem caindo regularmente, desde o início do século XX. Vejam que, de 1900 a 1926, os americanos permaneceram 44,4% do tempo sob recessão. De 1927 a 1954, a prevalência de períodos recessivos caiu para 28,6% do tempo, chegando a 20% entre 1955 e 1982. Nos últimos 25 anos, apenas 5,3% do tempo a economia mais próspera do planeta esteve em recessão.

De fato, a economia americana tornou-se sempre mais estável ao longo do tempo (veja gráfico abaixo). Reparem que, a partir da década de 1950, as flutuações de crescimento e declínio do produto interno bruto daquele país se deram de forma bem mais suave que na primeira metade do século e, mesmo nos períodos considerados recessivos, as flutuações negativas foram muito menos abruptas.

Só o tamanho e a pujança da economia americana, com seu PIB hoje próximo dos 14 trilhões de dólares, distribuídos de forma amplamente diversificada pelos setores agrário, industrial, de serviços, financeiro e de tecnologia, dentre outros, proporcionam um elevado grau de estabilidade, como que vacinando-a contra as pressões recessivas.

Inversamente ao que prevê o wishful thinking antiamericanista, portanto, será preciso muito mais do que uma crise de hipotecas para colocar uma economia daquele tamanho e complexidade de joelhos. Ainda que Perry e outros estejam errados, e tenhamos realmente uma recessão em 2008, no longo prazo a economia dos EUA continuará em sua trajetória de prosperidade, pois, com recessão ou não, ela ainda será a maior geradora de riquezas, prosperidade e trabalho da História.

Leia também Má notícia para os urubus: o “Império” sobreviverá - I

segunda-feira, 31 de março de 2008

Discurso de Hitler legendando

Aqui, com este discurso "bonito", a gente consegue ver a distância entre a fala e a prática nos sistemas SOCIOPATISTAS (socialistas + sociopatas). Decorre que para implantar um sistema ESQUERDOPATA (esquerdista + sociopata) é necessário aumentar imensamente o poder político dos maravilhosos arquitetos da esquerdopatia proposta, criando IMEDIATAMENTE sabem o que?

UMA NOVA CASTA DOMINANTE.

Mas vejam que coisa, não é mesmo? O SOCIALISMO não é igualdade? Porque então a "turma" cria uma nova casta dominante? Simples: não existe proposta socialista, ela é apenas conversa para enganar trouxa. Existe apenas a VONTADE DE ASSUMIR O LUGAR DA CASTA DOMINANTE ANTERIOR. Uma briga pelo poder em outras palavras. Ou você já viu algum país SOCIOPATISTA onde tenha reinado a igualdade de fato, sem a poderosa CASTA POLÍTICA DOMINANTE?

Para comprovar, basta ver Cuba e China. Os apóstulos da igualdade assumiram imediatamente o lugar daqueles que eles mesmos diziam ser os responsáveis por TODAS AS MAZELAS. E passam a ser os responsáveis pelas antigas e pelas novas mazelas tais como matar quem não gostou da coisa, impedir a expressão religiosa e os movimentos políticos contrários. Simples assim. O LULINHA não está podre de rico, de funcionário de zoológico para a compra de uma fazenda por R$ 47.000.000,00 (sim, 47 milhões de reais) desde que seu papai tornou-se presidente (fora as outras maracutaias, claro...)? É a NOVA CASTA DOMINANTE fazendo valer seus "direitos".

E antes que digam que o LULA não é como Hitler, ou seja, socialista (NAZISMO = NACIONAL SOCIALISMO), vejam este vídeo. Prestem atenção ao discurso petista e ao discurso nazista.

Pais e filhos modernos - belo (e não único) exemplo de modernidade pior que aquilo que existia antes...

Por Mônica Monasterio de Madri, Espanha

Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos pais. E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais "espertas", ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.

Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos.

Os últimos que tiveram medo dos pais e os primeiros que temem os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.

E o que é pior, os últimos que respeitaram os pais e os primeiros que aceitam que os filhos lhes faltem com o respeito.

À medida em que o permissivo substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam as suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais.

Mas, à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, e, ainda que pouco, os respeitem. E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim.

Quer dizer, os papéis se inverteram, e agora são os pais quem têm de agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para serem os melhores amigos e "tudo dar" a seus filhos. Dizem que os extremos se atraem.

Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.

Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão.

Se o autoritarismo suplanta, a permissividade sufoca.

Apenas uma atitude firme e respeitosa lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade.

É assim que evitaremos o afogamento das novas gerações no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino. Os limites abrigam o indivíduo, com amor ilimitado e profundo respeito.

"Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos".

Os inimigos do agronegócio

Do portal do DIÁRIO DO COMÉRCIO
Por Marcel Solimeo em Segunda, 31 de Março de 2008

O presidente da República criticou, em solenidade em Foz de Iguaçu, "os competidores internacionais " do agronegócio do Brasil, "especialmente os considerados grandes ", afirmando que "temos que ser cada vez mais profissionais e ter cartão (?) de credibilidade social para fazer frente às intrigas que estão fazendo contra o Brasil no exterior". Afirmou que "quando um país é insignificante do ponto de vista da balança comercial, ninguém se incomoda. Mas quando passa a ser competitivo com as grandes potências do mundo, nós começamos a ser vítimas de ataques". Segundo o presidente Lula, "os dois argumentos mais repetidos são o de que a produção de álcool utiliza trabalho escravo e tira espaço para a produção de alimentos", mas "o Brasil tem apostado na produtividade, o que demonstra que não há risco para a produção de alimentos".

Tem razão o presidente quanto às críticas que faz aos países desenvolvidos, inclusive no tocante às sobretaxas ao álcool brasileiro, mas faltou acrescentar alguns inimigos do agronegócio, que também deveriam ser objeto da preocupação presidencial. Apenas de passagem, podemos lembrar que seu "guru" Fidel Castro, diante de quem ele se emociona, e seu "amigo" Chávez, têm afirmado publicamente que a produção de álcool se fará às custas dos alimentos. Os maiores inimigos do agronegócio brasileiro, no entanto, se encontram no Brasil, e têm se mostrado cada vez mais agressivos, travestidos de "movimentos sociais", como o MST, Via Campesina e outros.

Repetem-se a cada dia os espetáculos de violência dos autoproclamados "movimentos", como o ataque ao trem da Vale, que representam verdadeiros atos terroristas, em que se afeta a capacidade do País de competir no mercado mundial. Apesar das inegáveis vantagens comparativas que o País desfruta no mercado internacional, ele depende de constantes investimentos em pesquisa e tecnologia para manter sua liderança. A agressiva atuação desses grupos mostra claramente que a luta desses "movimentos " não é pela terra, mas contra a agricultura capitalista e a economia de mercado. Invasões de propriedades, de sedes de órgãos públicos e bloqueios de estradas, ataques a laboratórios e plantações se tornaram tão rotineiros que não mais merecem destaque da mídia, e qualquer indignação da sociedade. Sabe-se que tais "movimentos" recebem recursos de países e empresas estrangeiras, concorrentes do Brasil, através de ONGs, mas que a maior parte de seus recursos é de origem governamental, por intermédio do Incra, cuja atuação pode caracterizá-lo como grande "inimigo" do agronegócio.

Como o Incra é subordinado ao presidente da República, pode-se supor que siga a orientação governamental. Além do apoio ostensivo ao MST e a outros grupos, o Incra ainda procura atacar o direito de propriedade no campo com a tentativa de fazer a revisão dos índices de produtividade, de forma a afetar muitos produtores, o que lhe permitiria transferir mais áreas para "assentamentos", dos quais não se cobra qualquer eficiência . Mais ainda, editou uma absurda portaria, que permite transferir extensas áreas, não apenas rurais como urbanas, a grupos autoproclamados de "quilombolas", à revelia do dispositivo constitucional.

Não há mais, se é que houve em algum momento, dúvidas de que a maioria dos autointitulados "movimentos sociais" possui objetivos outros do que aqueles de melhorar a situação da população mais humilde, agindo por razões ideológicas, embora, muitas vezes, pareçam servir aos interesses de grupos estrangeiros, que temem a capacidade da agricultura brasileira. Embora as críticas do presidente aos "inimigos" externos do agronegócio brasileiro sejam procedentes, preocupa sua omissão no tocante aos " inimigos" internos, que continuam a agredir a lei e vêm doutrinando crianças e jovens, o MST, formando o que poderá ser uma geração de "fundamentalistas agrários" educados no ódio ao capitalismo, à propriedade agrícola.

Os custos do Crime

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Thomas Sowell em 28 de março de 2008

Resumo: O correto não é comparar o custo de manutenção de um criminoso na cadeia com o custo da educação superior, mas sim o custo de manutenção de um criminoso na cadeia e o custo de deixá-lo livre na sociedade. Mas isso não interessa ao New York Times ou outros representantes da esquerda.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Por mais de dois séculos, a esquerda tem se preocupado com o destino dos criminosos, freqüentemente ignorando ou menosprezando o destino das vítimas dos criminosos.

Assim, não é surpresa que um recente editorial do jornal The New York Times tenha retomado um tema familiar à esquerda, de ambos os lados do Atlântico, com sua lamentação de que “a taxa de aprisionamento tem subido continuamente, enquanto o índice de criminalidade tem diminuído.”

Em 1997, o escritor Fox Bitterfield expressou, no Times, a mesma lamentação sob a manchete “O Crime Continua Caindo e as Prisões se Abarrotando”. Naquela época, como agora, os esquerdistas parecem considerar incompreensível que os índices de criminalidade se reduzam quando mais criminosos são postos atrás das grades.[1]

Não é surpreendente que a esquerda use uma antiga e irrelevante comparação – entre o custo de manutenção de um criminoso na cadeia e o custo da educação superior. Segundo o Times, os estados de Vermont, Connecticut, Delaware, Michigan e Oregon gastam tanto ou mais com os seus sistemas prisionais quanto com a educação superior.

A comparação relevante seria entre o custo de manutenção de um criminoso na cadeia e o custo de deixá-lo livre na sociedade. Mas, nem o Times, nem outros na esquerda mostram qualquer interesse nessa comparação.

Na Inglaterra, o custo total anual do sistema prisional é de £1.9 bilhão, enquanto que o custo financeiro anual apenas dos crimes cometidos está estimado em £60 bilhões.

A grande diferença entre os dois tipos de custos não é somente numérica. O custo de trancafiar criminosos tem de ser pago pelo orçamento governamental, que os políticos prefeririam gastar em programas assistenciais, que são eleitoralmente mais promissores. Mas o custo maior de deixar criminosos soltos é pago pelo público em geral, em termos financeiros e em termos da violência sofrida.

O resultado líquido é que tanto os políticos quanto os ideólogos da esquerda estão permanentemente advogando “alternativas ao aprisionamento”. Estas incluem programas com nomes adoráveis do tipo “supervisão comunitária” e com coisas high-tech como dispositivos eletrônicos de rastreamento de criminosos.

Mas, como exatamente podemos “supervisionar” um criminoso que está livre? Colocar alguém junto dele 24 horas por dia, 7 dias por semana, seria provavelmente muito mais caro do que deixá-lo trancafiado.

Mas, claro, ninguém está propondo tal coisa. Exigir que o criminoso se apresente, de tempos em tempos, a alguma autoridade pode ser suficiente para justificar o uso da suave expressão “supervisão”. Mas isso dificilmente restringirá o que um criminoso possa fazer com o tempo que ele tem, quando não está se apresentando à autoridade respectiva.

Dispositivos eletrônicos só funcionam quando eles estão sendo usados. Mesmo quando usados 24 horas por dia, 7 dias por semana, esses dispositivos só podem informar onde está o criminoso, não o que ele está fazendo.

Os criminosos libertos que não desejam tanta restrição podem, claro, remover o dispositivo e se tornarem fugitivos, com muito menos risco e problema do que teriam para fugir da prisão.

Um dos aspectos mais insidiosos dos programas “alternativos ao aprisionamento” é que aqueles que controlam tais programas também controlam as estatísticas e outras informações que seriam necessárias para se avaliar as conseqüências reais desses programas.

Eles não só controlam que informação é liberada, mas a quem ela é liberada.

Quando as autoridades, cujas carreiras estão sob risco, podem escolher entre pesquisadores que vêem o aprisionamento como sendo “malévolo” aos criminosos e outros pesquisadores que são muito menos simpáticos aos criminosos, quem você acha que vai ter acesso aos dados?

Um estudo a respeito do tratamento dado a criminosos na Inglaterra – A Land Fit for Criminals [Um país ideal para criminosos], escrito por David Fraser – tem diversos capítulos tratando dos muitos jogos feitos com as estatísticas a fim de fazer dos programas “alternativos ao aprisionamento” iniciativas de sucesso, mesmo quando fracassam estrondosamente, com trágicos resultados para o público.[2]

A Inglaterra desceu uma ladeira muito maior do que aquela que o The New York Times sugere que desçamos. No processo, a Inglaterra deixou de ser uma das nações mais cumpridoras da lei para superar os EUA na maioria das categorias de crimes.

[1] Esquerdista, como se sabe, é o mesmo em qualquer lugar. Aqui no Brasil, a discussão da grande população carcerária e do baixo índice de criminalidade aconteceu recentemente, a respeito de uma comparação entre São Paulo e outros estados brasileiros. Reinaldo Azevedo, em seu blog, mostrou que, no Brasil, a ilogicidade da esquerda é a mesma que Sowell denuncia tanto nos EUA, quanto na Inglaterra. (N. do T.)

[2] Ver, de Sowell, Esquerda e criminalidade: Parte I. (N. do T.)

Publicado por Townhall.com

Tradução de Antônio Emílio Angueth de Araújo

Que falta faz um Voltaire

Do portal MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Reinaldo Azevedo, na Veja, 29 de março de 2008

Falei outro dia a estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Um deles, militante socialista, antiimperialista, favorável ao bem, ao justo e ao belo, um verdadeiro amigo do povo (por alguma razão, ele acha que eu não sou), tentou esfregar Rousseau (1712-1778) na minha cara como exemplo de filósofo preocupado com o bem-estar do homem. "Justo esse suíço que não cuidava nem dos próprios filhos, entregando-os todos a asilos de crianças?", pensei. O sujeito amava demais a humanidade para alimentar as suas crias. "O que será que alguns mestres andam dizendo nas escolas?"

Já participei de outros eventos assim. A expressão do momento, nas universidades, é resistir à "colonização promovida pelo mercado". A maioria silenciosa não dá bola pra essa besteira. A minoria barulhenta vai à guerra. O conceito é curioso porque faz supor que possamos ser caudatários, então, de uma cultura autóctone, de um nativismo pré-mercado ou de um tempo edênico em que o mundo não havia sido ainda corrompido.

A pauta de contestação varia pouco. Que importa se Israel é a única democracia do Oriente Médio? A justiça, sem matizes, estará sempre com os palestinos. O terrorismo islâmico assombra o planeta e obriga os regimes democráticos a uma vigilância que testa, muitas vezes, seus próprios fundamentos? A culpa cabe ao "fundamentalismo cristão" de George W. Bush, com sua "guerra ao terror". As Farc seqüestram e matam? É preciso eliminar a influência que os EUA exercem na América do Sul. O crime assombra a vida cotidiana dos brasileiros? O país precisa é de menos cadeias e mais escolas, como se fossem categorias permutáveis. Existe remédio para a tal "injustiça social"? Claro! Responda-se com a estatização dos pobres. A Terra está derretendo? É preciso pôr fim ao neoliberalismo. Sem contar os malefícios da imprensa burguesa...


Agora sei. É tudo culpa de Rousseau e do seu Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens. Quem melhor comentou a obra, numa cartinha enviada ao próprio autor, foi Voltaire (1694-1778), pensador francês: "Quando se lê o seu trabalho, dá vontade de andar sobre quatro patas". Este sabia das coisas. Descobriu a "força da grana – e da liberdade – que ergue e destrói coisas belas". Está claro nos textos de Cartas Inglesas. E, à diferença do outro, não dava muita pelota pra esse papo de "igualdade".

Algumas normalistas de meias três-quartos do articulismo pátrio diriam que Voltaire era um malcriado. Onde já se viu tratar daquele jeito um senhor que só pensava no bem da humanidade? Afinal, o que ele queria? Ora, todos cedemos um pouquinho aos interesses coletivos e seremos felizes. Não sou Voltaire: minhas ambições e meu nariz são menos proeminentes, mas noto o convite permanente para que passemos a nos deslocar sobre quatro patas. Na prática, o iluminismo anglo-saxão venceu: a força da grana erigiu cidades, catedrais, civilizações e fez vacinas. O discurso da igualdade, quando aplicado, produziu uma impressionante montanha de mortos. Mas vejam que coisa: é Rousseau quem está em toda parte, reciclado pela bobajada do marxismo, que tentou lhe emprestar o peso de uma ciência social.

O que isso quer dizer na história das mentalidades? O socialismo perdeu o grande confronto da economia e desabou sobre a cabeça dos utopistas, mas as esquerdas têm vencido a guerra da propaganda cultural, impondo a sua agenda, aqui e em toda parte. Dominam o debate público e, pasmem!, foram adotadas pelo capital. Estão incrustadas, como se sabe, nas universidades e nos aparelhos do estado, mas também nas grandes empresas, que financiam institutos culturais e ONGs dedicados a preservar as árvores, as baleias, as tartarugas, a arte e, às vezes, até as criancinhas. De quebra, também nos convidam a ser tolerantes com o que nos mata.

São todos, de fato, "progressistas", filhos bastardos do suíço vagabundo. Eu, um "reacionário", um tanto voltairiano, embora católico, pergunto aos meus botões: um banco não é mais "humanista" quando oferece crédito e spread baratos do que quando se propõe a salvar o planeta? Na propaganda da TV, a mineradora parece extrair do fundo da terra mais sentenças morais do que ferro, mais poesia e idéias de "igualdade" – esta droga perigosa – do que minério. Escondam o lucro! Ele continua a ser um anátema, um pecado social e uma evidência de mau-caratismo. O lucro leva pau até em roteiro de Telecurso 2º Grau. Aposto que boa parte dos nossos universitários, a pretensa elite intelectual brasileira, acredita que as vacinas nascem do desejo de servir, não da pesquisa financiada pela salvadora cupidez da indústria farmacêutica.

O socialismo acabou, sim. Então vamos lá: "Abaixo o socialismo!". Porque ele sobreviveu nas mentalidades e ainda oprime o cérebro dos vivos com o peso de seus milhões de mortos. O século passado viu nascer e morrer esse delírio totalitário. Seu marco anterior importante é a Revolução Francesa, mas sua consolidação se deu com a Revolução Russa de 1917, que ousou manipular a história como ciência da iluminação. A liberdade encontrou a sua tradução nos campos de trabalhos forçados, com a população de prisioneiros controlada por uma caderneta ensebada que o ditador soviético Josef Stalin (1879-1953) levava no bolso. A igualdade mostrou-se na face cinzenta da casta dos privilegiados do regime. A fraternidade converteu os homens em funcionários do partido prontos a delatar os "inimigos do estado e do povo". A utopia humanista vivida como pesadelo impôs-se pelo horror econômico e acabou derrotada pelo inimigo contra o qual se organizou: o mercado. Mas, curiosamente, sobreviveu como um alucinógeno cultural.

De que "socialismo" falo aqui? É claro que o modelo que se apresentava como "a" alternativa não-capitalista de organização da sociedade desapareceu. E a China é a prova mais evidente de sua falência – do modelo original, o país conservou apenas a ditadura do partido único. O livro O Fim da História e o Último Homem, do historiador americano Francis Fukuyama, já se tornou um clássico do registro desse malogro. Demonstrou-se a falência teórica e prática de um juízo sobre a história: aquele segundo o qual o macaco moral que fomos nos tempos da coleta primitiva encontraria o estágio final de sua sina evolutiva no bom selvagem socialista, de espinha ereta, pensamentos elevados e apetites controlados pela ética coletiva.

De fato, os donos das minas de carvão (que seres desprezíveis!), os mercadores cúpidos, os colonizadores e até seus sicários, toda essa gente acabou, mesmo sem saber, civilizando o mundo. Felizmente, o homem não é bom. A sociedade, por meio dos valores, é que ajuda a controlar os seus maus bofes. Estamos falando de duas visões distintas de mundo. Uma supõe uma religião em que o deus único é o estado; o bem alcançado é diretamente proporcional à redução do arbítrio individual: menos alternativas, menos probabilidade de erro. E a outra acolhe a vontade do sujeito como motor da transformação do mundo, respeitadas algumas regras básicas de convivência. Atenção: a democracia moderna nasce dessa vertente, não da outra, semente dos dois grandes totalitarismos do século passado: fascismo e comunismo.

É o modelo de proteção às liberdades individuais, sem as quais inexistem liberdades públicas, que nos faculta o direito de criticar o nosso próprio modelo. Não obstante, as causas influentes, reparem, piscam um olho ora para utopias regressivas, ora para teorias que nos convidam a entender os facínoras segundo a particularíssima visão de mundo dos... facínoras! É a forma que tomou a militância de esquerda, que nos convida a resistir à "colonização promovida pelo mercado".

Tomem cuidado com os militantes da "igualdade" e da "justiça social". Toda crença tem um livro de referência. Esta também. Além de ter sido escrito com o sangue de muitos milhões, só se pode lê-lo adequadamente sobre quatro patas.

Socialismo ou barbárie?

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Carlos I.S. Azambuja em 28 de março de 2008


Resumo: Se o mercado é uma conquista permanente da civilização moderna, então o socialismo real, que o aboliu, cometeu um ato de barbárie.

© 2008 MidiaSemMascara.org

KGB, braço-armado da ditadura do proletariado

Quando ainda se encontrava no poder, Gorbachev afirmou que o mercado não era apenas uma invenção capitalista e sim uma conquista permanente da civilização moderna. E que, além do mercado, a propriedade privada e o princípio do lucro eram também aquisições do mundo moderno. No campo político, Gorbachev reconheceu como incontestáveis a democracia parlamentar e as liberdades individuais. Era, então, o tempo da perestroika e da glasnost.

Alguém já se teria preocupado em analisar as conseqüências desses pronunciamentos do ex-Secretário-Geral do Partido Comunista da União Soviética e ex-presidente da ex-URSS?

É simples: se o mercado é uma conquista permanente da civilização moderna, então o socialismo real, que o aboliu, cometeu um ato de barbárie e, por vir exigindo a supressão do mercado desde o Manifesto Comunista, ou seja, há mais de 150 anos, o ideal socialista é, ele próprio, uma ameaça à civilização, em vez de ser um corretivo para as mazelas do capitalismo selvagem.

No campo político, o socialismo antepôs a ditadura do proletariado à democracia. Já em 1918, essa ditadura fechou sumariamente a Assembléia Nacional Constituinte na Rússia e instituiu os Gulags (mais de 4 milhões de vítimas reconhecidas, com dezenas de milhares de mortos, segundo estimativas), fomes genocidas (7 milhões de mortos somente na Ucrânia), massacres (desde Kronstadt, em 1921, até Vilna, em 1991), sindicalismos de pelegos, hospitais psiquiátricos para os dissidentes e casas de repouso para os membros da Nomenklatura e para os dirigentes dos partidos-irmãos.

A partir de tais pressupostos político-econômicos, o socialismo real asfixiou a vida social. O controle estatal da produção científica impôs à URSS e aos países satélites um calamitoso atraso tecnológico. Foram destruídas, quase por completo, as emergentes ciências humanas; a filosofia foi reduzida a serva da propaganda; a religião voltou às catacumbas; e áreas inteiras da cultura ocidental foram totalmente censuradas.

As artes, no entanto, sofreram o pior. Os suicídios de Yessenin (Sergei Yessenin, poeta) e de Maiakovski (Vladimir Maiakovski, poeta), o assassinato de Meyerhold (Vsevolod Emilevitch Meyerhold, pseudônimo de Karl Kazimir Theodor Meyerhold, diretor e ator teatral), a deportação de Soljesnitsyn (Alexander Soljenitsyn, escritor), a rejeição de Stravinski (Igor Stravinski, compositor), são apenas alguns indícios dos assombrosos crimes culturais que deixaram desterrada, ou nos porões, as artes na ex-União Soviética, história que ainda não foi contada por inteiro.

Igualmente, em nome da revolução internacional e da vitória final do socialismo, as nações vizinhas da ex-União Soviética foram sistematicamente agredidas - recordemos as invasões dos países bálticos em 1918 e, posteriormente da Hungria, Checoslováquia, Polônia e Afeganistão -, e o mundo levado à beira do conflito nuclear.

Conclui-se, portanto, que o chamado socialismo real cometeu uma agressão sem precedentes à civilização, agressão que só pode ser comparada à desfechada por um outro tipo de socialismo, o nacional-socialismo. Mas, além das fortes semelhanças, conforme Adolf Hitler afirmou em fevereiro de 1941 - “basicamente, o nacional-socialismo e o marxismo são a mesma coisa”-, existem entre o nazismo e o bolchevismo notáveis diferenças. Uma delas é que o nacional-socialismo permaneceu 12 anos no poder, enquanto o Leviatã do socialismo real governou por 70 anos.

Outra diferença é que o Nuremberg dos bolcheviques não ocorreu e, provavelmente, jamais ocorrerá, pois as instituições jurídicas criadas pelo socialismo real, que, em parte, ainda permanecem vigentes, foram de tal forma corrompidas a ponto de não permitirem iniciativas nesse sentido. Como não existe um vencedor oficial do socialismo real, não haverá julgamento formal de seus crimes contra a humanidade e, nesse sentido, cabe duvidar que o famoso julgamento da História, consolo vão dos acusadores impotentes, faça, algum dia, justiça aos milhões de sacrificados nos arquipélagos Gulag.

Nesse sentido, segundo o jornalista inglês Paul Johnson, da revista “The Spectator” (jornal O Estado de São Paulo de 11 de janeiro de 1998), “O Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão”, de autoria de um grupo de intelectuais ex-comunistas, lançado em Paris em 1997, com 846 páginas, pode ser considerado o primeiro livro de consulta sobre o que autor chama de “tragédia planetária”. O livro, logo transformado em um best-seller, mostra com riqueza de detalhes que os crimes do comunismo não apenas superaram de longe os do nazismo em termos de quantidade, mas que os dois sistemas, em todos os pontos básicos morais, foram idênticos.

Os nazistas foram responsáveis por 25 milhões de mortes, ao passo que os mortos nos vários Estados do socialismo real não ficaram aquém de 100 milhões, dentre os quais 20 milhões na Rússia e 65 milhões na China.

O mais importante, talvez, é que o “Livro Negro do Comunismo” submete esses crimes de Estado aos mesmos critérios judiciais iniciados com o Tribunal de Nuremberg, em 1945, e recentemente aplicados na Bósnia, na Sérvia e demais Estados que se desprenderam da ex-Iugoslávia. Pelo artigo 6º dos Estatutos de Nuremberg, crimes de Estado se enquadram em três grandes categorias: crimes contra a paz, crimes de guerra, e crimes contra a humanidade.

Montes de mortos na Ucrânia.
O autor mostra com detalhes que os Estados comunistas e seus líderes, individualmente, foram culpados de todos esses três crimes, repetidas vezes e em escala colossal. A lista dos crimes de Stalin contra a humanidade é especialmente longa e horripilante, envolvendo mais de 10 milhões de pessoas. Ele cometeu o crime de genocídio, conforme definido pelos tribunais internacionais, em diversas ocasiões: contra os kulaks russos, em que um genocídio de classe substituiu o genocídio de raça, em 1930-1932; contra os ucranianos em 1932-1933 [*]; contra os poloneses, bálticos, moldavos e bessarábios em 1939-1941 e, de novo, em 1944-1945, contra os poloneses; contra os alemães do Volga em 1941; os tártaros da Criméia em 1943; os chechenos em 1944; e os inguches também em 1944.

[*] Grande Fome de 1932-1933, matou 4 milhões de ucranianos, 1 milhão de casaques e mais de 1 milhão de soviéticos. A Ucrânia, com o 2º solo mais fértil do mundo, tornou-se um imenso cemitério a céu aberto quando os comunistas esfomearam até a morte 1/3 da população camponesa so país para a "coletivização" das terras (leia-se escravização dos camponeses). Na economia socialista, quem mais produz alimentos é quem mais morre de fome.

Teoria Materialista da História[1]

Do BLOG DO ANGUETH
G. K. Chesterton, sexta-feira, 10 de março de 2006

A teoria materialista da história – que afirma que toda a política e a ética são expressões da economia – é uma falácia, de fato, muito simples. Ela consiste, simplesmente, em confundir as necessárias condições de vida com as normais preocupações da vida, que são coisas muito diferentes. É como dizer que porque o homem pode andar somente sobre duas pernas, então, ele só pode caminhar se for para comprar meias e sapatos. O homem não pode viver sem os amparos da comida e da bebida, que os suporta sobre duas pernas; mas, sugerir que esses têm sido os motivos para todos os seus movimentos na história é como dizer que o objetivo de todas as suas marchas militares ou peregrinações religiosas deve ter sido a Perna Dourada da Senhora Kilmansegg ou a perfeita e ideal perna do Senhor Willoughby Patterne. Mas, são esses movimentos que constituem a história da espécie humana e sem eles não haveria praticamente história. Vacas podem ser puramente econômicas, no sentido de que não podemos ver que elas façam muito mais do que pastar e procurar o melhor lugar para isso; e essa é a razão pela qual a história das vacas em doze volumes não seria uma leitura estimulante. Ovelhas e cabras podem ser economistas em suas ações externas, pelo menos; mas, essa é a razão das ovelhas dificilmente serem heróis de guerras épicas e impérios, importantes suficientes para merecerem uma narração detalhada; e mesmo o mais ativo quadrúpede não inspirou um livro para crianças intitulado Os Feitos Maravilhosos das Cabras Galantes.

Mas, com relação a serem econômicos os movimentos que fazem a historia do homem, podemos dizer que a história somente começa quando os motivos das ovelhas e das cabras deixam a cena. Será difícil afirmar que os Cruzados saíram de suas casas em direção a uma horrível selvageria da mesma forma que as vacas tendem a ir das selvas para pastagens mais confortáveis. É difícil afirmar que os exploradores do Ártico foram em direção ao norte imbuídos dos mesmos motivos materiais que fizeram as andorinhas ir para o sul. E se deixarmos, de fora da história humana, coisas tais como todas as guerras religiosas e todas a aventuras exploratórias audaciosas, ela não só deixará de ser humana, mas deixará de ser história. O esboço da história é feito dessas curvas e ângulos decisivos, determinados pela vontade do homem. A história econômica não seria sequer história

Mas há uma falácia mais profunda além deste fato óbvio; os homens não precisam viver por comida meramente porque eles não podem viver sem comida. A verdade é que a coisa mais presente na mente do homem não é a engrenagem econômica necessária a sua existência, mas a própria existência; o mundo que ele vê quando acorda toda manhã e a natureza de sua posição geral nesse mundo. Há algo que está mais próximo dele que a sobrevivência e esse algo é a vida. Pois, tão logo ele se lembre qual trabalho produz exatamente seu salário e qual salário produz exatamente sua refeição, ele reflete dez vezes que hoje é um dia lindo, ou que este é um mundo estranho, ou se pergunta se a vida vale a pena ser vivida, ou se seu casamento é um fracasso, ou se ele está satisfeito ou confuso com seus filhos, ou se lembra de sua própria juventude, ou ele, de alguma forma, vagamente revê o destino misterioso do homem.

Isso é verdade para a maioria dos homens, mesmo para os escravos assalariados de nosso mórbido industrialismo moderno, que pelo seu caráter hediondo e sua desumanidade tem, realmente, posto a questão econômica em primeiro plano. É muito mais verdade para os numerosos camponeses, caçadores e pescadores que constituem a massa real da humanidade. Mesmo aqueles áridos pedantes, que pensam que a ética depende da economia, devem admitir que a economia depende da existência. E nossos devaneios e dúvidas cotidianos são sobre a existência; não sobre como podemos viver, mas sobre porque vivemos. E a prova disso é simples; tão simples quanto o suicídio. Vire o universo de cabeça para baixo em sua mente e você virará todos os economistas de cabeça para baixo. Suponha que um homem deseje morrer e que o professor de economia se torne um tédio com sua elaborada explicação de como ele deve viver. E todas as iniciativas e decisões que fazem do nosso passado humano uma história têm esse caráter de desviar o curso direto da pura economia. Tal como o economista deve ser desculpado por calcular o salário de um suicida, ele deve também ser desculpado por prover uma pensão de aposentadoria para um mártir. Tal como ele não precisa se preocupar com a pensão de um mártir, ele não deve se preocupar com a família de um monge. O plano do economista é modificado por insignificantes e variados detalhes como no caso de um homem ser um soldado e morrer pelo seu próprio país, de um homem ser um camponês e amar especialmente sua terra, de um homem ser mais ou menos influenciado por qualquer religião que proíba ou permita isso ou aquilo. Mas tudo isso se resume não a um cálculo econômico sobre despesas, mas a uma elementar consideração sobre a vida. Tudo isso se resume ao que o homem fundamentalmente sente, quando ele contempla, dessas janelas estranhas que ele chama os olhos, essa estranha visão que ele chama o mundo.

[1] Excerto do capítulo VII (‘The War of the Gods and Demons’ – A Guerra dos Deuses e Demônios) do livro ‘The Everlasting Man’ (O Homem Eterno). Quem se interessar pode ‘baixar’ uma cópia grátis desse livro, em inglês, do sítio The On-Line Books. Até onde eu sei, há uma tradução desse livro para o português, pela Editora Quadrante, que está fora de catálogo no momento. Eu não a conheço. (N. do T.)

MCT contra MST - boa idéia para os produtores e proprietários rurais

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Ipojuca Pontes em 31 de março de 2008

Resumo: O que se esconde por trás do João Pedro Stédile? Por que diante de tantos atos de terrorismo explícito do MST a justiça não consegue colocá-lo por trás das grades?

© 2008 MidiaSemMascara.org

“O MST é o braço armado do PT no campo”
(de uma faixa vermelha exposta num acampamento da organização comunista, em São Paulo)

Eis a cronologia da violência organizada: no dia 4 de março cerca de 900 militantes profissionalizados do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra) e Via Campesina destruíram a Fazenda Tarumã, em Rosário do Sul, ocasião em que a reincidente “campesina” Irma Maria Ostrosky, de foice na mão, tentou degolar o coronel Lauro Binsfield, da Brigada do Rio Grande do Sul. O coronel, para não morrer, defendeu o pescoço com um dos braços que, rasgado em suas carnes, levou sutura de 20 pontos.

Dia 7, na sua vasta ofensiva contra a expansão do pleno desenvolvimento socioeconômico do campo, centenas de integrantes do “movimento” invadiram unidade agrícola da Monsanto, em Santa Cruz das Palmeiras (SP), e destroçaram fazenda experimental de milho transgênico. Um pouco mais tarde, em Pernambuco, antes de ocupar a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do S. Francisco, em Petrolina, os integrantes do MST atearam fogo na casa grande do engenho Cachoeira Dantas, em Água Preta. Na mesma hora e estado, um bando enfurecido ocupou as terras do engenho Pereira Grande, no município de Gameleira, ameaçando os proprietários e trabalhadores rurais. De quebra, em São Paulo, ocuparam boa parte da Usina Cevasa, da Cargill, em Patrocínio Paulista.

No dia 9, no Maranhão, hordas de invasores do MST ocuparam e depredaram as instalações da fazenda Monte Líbano, da Ferro Gusa Carajás, em Açailândia. Com igual propósito, ocuparam a carvoaria da Vale no mesmo município.

No dia 10, em Resplendor, Minas Gerais, o MST bloqueou os trilhos da ferrovia da Vale do Rio Doce e impediu o transporte de 300 mil toneladas de minérios de ferro e o embarque de dois mil passageiros. Em Salvador, Bahia, o grupo predador ocupou a Secretaria da Agricultura, “cobrando” mais recursos públicos. No Maranhão, arma em punho, o bando obstruiu as atividades de construção da Hidrelétrica de Estreito, localizada na BR-010, ocasionando uma morte. Em Xanxerê, Santa Catarina, a horda invadiu e paralisou os trabalhos da empresa Agroeste, voltada para a distribuição de sementes de milho, acarretando prejuízos financeiros e vultosos danos materiais.

No dia 11, mascarados e portando foices, facões, machadinhas, machados e escudos de lata e madeira, milhares de integrantes do MST iniciaram dezenas de manifestações predatórias nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rondônia, Ceará, Pará, São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, todas objetivando impedir as atividades das empresas do agronegócio e a construção de hidrelétricas planejadas para entrar em funcionamento nos próximos anos.

No dia 12, o MST paralisou as atividades da Tractebel, no Paraná, empresa responsável pelo funcionamento da usina hidrelétrica de Salto Santiago, em Saudade de Iguaçu. Na capital de São Paulo, por sua vez, o bando invadiu a sede do desmoralizado Ibama, em protesto contra o parecer favorável do órgão ambiental para a construção da hidrelétrica do Tijuco Alto, da Cia. Brasileira de Alumínio (Grupo Votorantim), no rio Ribeira.

Afinal, no dia 19, depois de seguidas invasões das instalações da Cia. Vale do Rio Doce, a juíza Patrícia Rodriguez Whathely, da 41ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, concedeu liminar proibindo o MST e o seu dirigente João Pedro Stédile de “incitarem e promoverem atos de violência” contra a empresa, penalizando com multa de R$ 5 mil as ações de invasão, força e destruição. No exame da questão, a juíza entendeu que o fato do MST não possuir personalidade jurídica e ser um movimento clandestino não impede sua participação em processo judicial, “devendo seu dirigente nacional representá-lo”.

Senhor de si, alheio à medida judicial imposta pela juíza, Stédile, tido entre os pares como o “poderoso chefão”, disse o seguinte (ao participar de “aula magna” no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro): “A multa é uma idiotice. Tenho multas muito mais altas, mas nada vai parar o trem. Pelo contrário, nós ficamos mais bravos ainda e não vamos mudar de jeito nenhum”. E finalizou sua fala arrogante provocando o presidente da Vale do Rio Doce: “O seu (Roger) Agnelli é um preposto do Bradesco (...) Ele tem todo direito de espernear. E nós temos o direito de continuar a luta para reestatizar a Vale”.

O que se esconde por trás do João Pedro Stédile, o Lampião da vida rural brasileira? Por que ele se transformou no indivíduo mais poderoso da vida pública, privada e clandestina nacional? Por que diante de tantos atos de terrorismo explícito a justiça não consegue colocá-lo por trás das grades? Por que a ação predatória do MST ganha apoio do governo na medida em que a organização criminosa faz recrudescer a violência?

Sim, é verdade: Stédile e o seu movimento bandoleiro contam com o patronato da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), uma agência do establishment britânico. Além do mais, têm também o farto respaldo financeiro de organizações privadas e oficiais estrangeiras dispostas a transformar o Brasil numa “pátria livre, operária e camponesa”, conforme reza a cartilha do movimento (desde já associado à “revolução bolivariana”, de Chávez). Mas tais vinculações seriam suficientes para colocar o facinoroso chefão e sua massa de manobra revolucionaria acima da ordem e da lei?

Diante do panorama avassalador, em que pouco se faz e tudo se protela, a pergunta que a muitos se impõe é a seguinte: por que os interessados não organizam o Movimento dos Trabalhadores Com Terra (MCT) para, usando os mesmos métodos e prerrogativas do MST, recuperarem suas propriedades e, recuperando-as, restabelecerem a paz e a produtividade no campo?

Propriedade Privada e Pena de Morte

Do BLOG DO ANGUETH
Sábado, 16 de fevereiro de 2008

Como sabemos, o nível de conhecimento dos católicos em geral sobre a doutrina da Igreja Católica está diminuindo numa rapidez incrível. Isso não chega a ser uma surpresa para quem acompanha a grande crise da Igreja, sobretudo depois do Concílio Vaticano II. O que era, no século XIX e no início do século XX uma preocupação dos papas, se torna hoje uma realidade inquestionável.

Só para citar um exemplo, o Papa São Pio X, na encíclica SACRORUM ANTISTITUM (1 de setembro de 1910), diz dos sermões e homilias dos padres modernistas de então: “Procuram lisonjear os ouvintes ‘que são movidos pelo prurido de novidade’, contanto que mantenham as igrejas cheias, embora as almas não sejam curadas por permanecerem vazias. Por isso não falam nunca do pecado, nunca dos novíssimos, nunca de outras verdades gravíssimas que poderiam abalar a salvação, mas falam somente ‘com palavras de bajulação’; e isso o fazem também com eloqüência mais de tribunal do que de apóstolos, mais profana do que sagrada, atraindo para eles aplausos; esses já haviam sido condenados por São Jerônimo, quando escreveu: ‘Quando tu ensinas em assembléia, seja suscitado não o aplauso do povo, mas o arrependimento; teu louvor sejam as lágrimas dos ouvintes’.” [ênfases minhas]

Lembremos de um dito popular antigo: “Padre santo, povo piedoso. Padre piedoso, povo bom. Padre bom, povo aceitável. Padre aceitável, povo tíbio. Padre tíbio, povo ruim. Padre ruim, povo corrupto. Padre corrupto, povo péssimo”.

Vocês podem escolher em qual desses níveis acima nos encontramos. Daí, o povo católico estar à mercê de todo tipo de confusão.

Há duas discussões recentes no blog do Reinaldo de Azevedo, que são questões a respeito das quais a Doutrina Católica tem uma posição muito clara. Elas ilustram a situação de desconhecimento em que nos encontramos.

Uma delas se refere ao quinto mandamento (Não matar) e a outra ao sétimo mandamento da Lei de Deus (Não roubar).

Em resumo, a questão sobre o quinto mandamento surgiu quando Reinaldo Azevedo saúda a morte de um terrorista árabe sanguinário e seus críticos logo lembram que ele, como católico, não devia saudar a morte de ninguém. Ele explica sua posição assim (cito de memória): “A morte de só homem nos diminui a todos. A morte de um sanguinário nos eleva a todos. Isso não nos desobriga de rezar pela alma dele.”

Ele está certo! Dentre as situações em que não há violação do quinto mandamento há a legítima defesa e a pena de morte (também a guerra santa). Sim, irmãos católicos, a Igreja apóia a pena de morte. Leiam o Catecismo em vigor, itens 2265 e 2267. A pena de morte deve ser aplicada exatamente em criminosos sanguinários, “se essa for a única via praticável para defender eficazmente a vida humana contra o agressor injusto”, com diz o catecismo.

Só para lembrar aos esquecidos católicos, houve uma época em que parte da cristandade, sob influência herética, condenou, contra as afirmações da Igreja, a guerra e a pena de morte como coisas más em si. Estávamos então em pleno renascimento (o verdadeiro) medieval, nos séculos XII e XIII. Quem defendia essas idéias eram os cátaros, seita herética que quase destruiu toda a humanidade, não fosse a reação armada articulada pela Igreja. Isso nos deixa uma lição muito importante: idéias têm conseqüências.[1] Atenção: os verdadeiros ancestrais dos pacifistas modernos são os cátaros. Não tenham dúvidas disso.

A outra questão surgiu quando Reinaldo Azevedo comenta sobre o padre que está estimulando a invasão de terras pelo MST. Ele comenta que a CNBB não apoiou o tal padre e que reafirmou que a Igreja defende o direito de propriedade. Sim, irmãos católicos, a Igreja determina o respeito à propriedade privada, por mais que os padres comunistas modernos nos afirmem o contrário. Leiam os comentários ao sétimo mandamento do Catecismo em vigor, itens 2408 e 2409.

É claro que apenas ouvindo as homilias dos padres modernos, ou mesmo, lendo os comentários bíblicos nas edições modernas das Sagradas Escrituras[2], teremos a certeza de que todos os profetas do Antigo Testamento, Jesus Cristo e os apóstolos foram todos comunistas e pacifistas desde criancinha.

[1] A propósito, há um livro extraordinário de Richard Weaver com este título. Eu (Antônio Emílio Angueth de Araújo) traduzi a introdução desse livro e o postei aqui no blog. (C.T. - o link é do CAVALEIRO DO TEMPLO pois já postei esta tradução aqui).
[2] Ver, Exegese de uma exegese bíblica.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".