Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Quarta-feira, 5 de Março de 2008
No Site, a afirmação que Brasil teria negociado 31,5 toneladas em armas com a Venezuela. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, rechaçou a denúncia, ontem, de que o governo brasileiro enviou, clandestinamente, armamento para a Venezuela. A informação foi levada ontem (4) a plenário pelo líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), e dava conta de que o Brasil transportaria secretamente para a Venezuela, por meio de quatro vôos da empresa área TAM, 31,5 toneladas de armas de fogo. A denúncia do tucano se baseia em informações da organização internacional World-Check. A TAM também negou a denúncia.
ARMAS PARA A VENEZUELA - O AUTOR DA DENUNCIA ESTÁ NO BRASIL
Essa dica vem do Orkut. O autor original da notícia mais bombástica do ano está no Rio de Janeiro e ninguém vai ao menos dizer isso na mídia? Por que não aproveitam para falar com o autor da denúncia, e esclarecer de uma vez sobre o assunto?
Comentário do Cavaleiro do Templo: se LULA vendeu armas ilegalmente para a Venezuela, elas podem matar colombianos, o povo que mais sofre com as FARC pois estes amigos do LULA, FIDEL, EVO, CHÁVEZ e do "mais novo canalha", o equatoriano RAFAEL CORREA, associados no FORO DE SÃO PAULO. Eu não quero nem sonhar com esta possibilidade, de uma bala de armas brasileiras ilegais sequer acertar o dedo de um colombiano. Está ouvindo seu LULA?
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
quarta-feira, 5 de março de 2008
Os artigos 142 contra os “171”
Do blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão, Domingo, 17 de setembro 17 de 2006
A defesa da Pátria é um dever supra-constitucional. Eis o papel das nossas Forças Armadas. Mas alguns militares fingem ignorar isto. O Exército, a Marinha e a Força Aérea servem para garantir a defesa da Pátria contra qualquer ação (interna ou externa) que submeta risco à Soberania Nacional. A regra é clara. A Doutrina também. A defesa é a ação efetiva para se obter ou manter o grau de segurança desejado. A segurança é a condição em que o Estado, a sociedade e os indivíduos não se sentem expostos a riscos ou ameaças objetivas.
Qualquer militar aprendeu na escola que a Política de Defesa Nacional trabalha com dois conceitos básicos. A Segurança é a condição que permite ao País a preservação da soberania e da integridade territorial, a realização dos seus interesses nacionais, livre de pressões e ameaças de qualquer natureza, e a garantia aos cidadãos do exercício dos direitos e deveres constitucionais. A Defesa Nacional é o conjunto de medidas e ações do Estado, com ênfase na expressão militar, para a defesa do território, da soberania e dos interesses nacionais contra ameaças preponderantemente externas, potenciais ou manifestas.
A doutrina também vale para ameaças internas, principalmente se elas forem oriundas de forças externas. Com base na Constituição Federal e em prol da Defesa Nacional, as Forças Armadas poderão ser empregadas contra ameaças internas, visando à preservação do exercício da soberania do Estado e à indissolubilidade da unidade federativa. O artigo de nossa Lei Maior que define a destinação das Forças Armadas se subordina à sua Missão Institucional – e não o contrário, como preferem alguns comodistas intérpretes do Direito Constitucional.
O artigo 142 da Constituição Federal é cristalino e fácil de ser lido por quem não seja um “analfabeto político”: “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.
A existência do Brasil, como País independente e soberano, depende, diretamente, do cumprimento incondicional do dever de “defesa da pátria”. Tal obrigação não está sujeita a qualquer restrição imposta por quaisquer dos três poderes: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Além disso, é uma obrigação supra-constitucional, pois a segurança da Lei Maior depende do estrito cumprimento dessa missão das Forças Armadas. Por isso, as Forças Armadas têm a obrigação constitucional de zelar pela “Segurança do Direito”, que é o verdadeiro conceito de Democracia.
As Forças Armadas são instituições nacionais permanentes. Expressam o Poder Nacional. Tal expressão militar do País se fundamenta na capacidade das Forças Armadas e no potencial dos recursos nacionais mobilizáveis. Por essa lógica, fica evidente que os militares não são um fim em si mesmos. Não podem e nem devem ser. Servem à Nação e à sociedade. A sociedade só pode se servir deles dentro dos limites da democracia, que é a segurança do direito. Exatamente neste ponto reside a questão crucial para o Brasil de hoje, que tem sua segurança, soberania e independência ameaçadas pelo governo do crime organizado - que rompe e corrompe as instituições, nos três poderes.
A Política de Defesa Nacional é fácil de ser compreendida e assimilada por quem ama o Brasil e quer ver o nosso povo feliz de verdade – sem ser escravizado. O Estado tem como pressupostos básicos o território, o povo, leis e governo próprios e independência nas relações externas. Ele detém o monopólio legítimo dos meios de coerção para fazer valer a lei e a ordem, estabelecidas democraticamente, provendo-lhes, também, a segurança.
As medidas que visam à segurança são de largo espectro. Além da defesa externa, envolvem a defesa civil, a segurança pública, as políticas econômicas, de saúde, educacionais, ambientais. Também envolve muitas outras áreas das quais não são tratadas por meio dos instrumentos político-militares. Cabe considerar que a segurança pode ser enfocada a partir do indivíduo, da sociedade e do Estado. Daí resultam definições com diferentes perspectivas.
Outro ponto importante é que a Constituição Federal de 1988 tem como um de seus princípios, nas relações internacionais, o repúdio ao terrorismo – que é uma ameaça externa contra várias nações, inclusive a nossa. O Brasil considera que o terrorismo internacional constitui risco à paz e à segurança mundiais. Condena enfaticamente suas ações e apóia as resoluções emanadas pela ONU, reconhecendo a necessidade de que as nações trabalhem em conjunto no sentido de prevenir e combater as ameaças terroristas. Conceitualmente, o terrorismo é o uso ilegal da força ou da violência contra pessoas ou propriedades, objetivando influenciar uma audiência e coagir um governo e a população de um Estado, em proveito de objetivos políticos, sociais, religiosos ou ideológicos.
Por esse motivo, no caso de ocorrer agressão ao País, no formato terrorista, a vertente reativa da defesa empregará todo o poder nacional, com ênfase na expressão militar, exercendo o direito de legítima defesa previsto na Carta da ONU. Nada custa lembrar, toda hora, que isso vale para as agressões internas de todo tipo, motivadas por interesses externos. Tudo bem objetivo, e não subjetivo. Não vale apenas para terrorismos, do ponto de vista formal. Mas para outros tipos de agressões mais sutis, impostas por um controlador externo.
A Doutrina é clara. A interpretação constitucional também. A Defesa da Pátria não pode se subordinar à vontade política - de indivíduos, autoridades ou partidos – e nem aos interesses econômicos – nacionais ou transnacionais. Na defesa da Pátria e dos Poderes Constitucionais, a “iniciativa” (prevista no Artigo 142 da CF) deve e pode ser dos comandantes das Forças Armadas, em cumprimento do dever de ofício. Agir de forma contrária significa incorrer em crime de responsabilidade ou até de prevaricação, dependendo do caso.
Novamente, a regra e a doutrina são claras. A convocação das Forças Armadas pelos Poderes Constitucionais é prevista, apenas, para a defesa da lei e da ordem. Tal missão é essencialmente policial. Neste caso, só se justifica a convocação das Forças Armadas para que não ocorra a sobreposição de atribuições, ou eventuais desvios de função. Além disso, tal dispositivo constitucional teve o objetivo de impedir que a União usasse as forças armadas para interferir em assuntos estaduais e municipais – o que feriria o pacto federativo e comprometeria o equilíbrio entre os poderes, além de agredir o próprio Estado democrático de Direito (tão desrespeitado em nosso Brasil).
Mas é bom ficar legalmente claro para os comandantes militares a sua autonomia e liberdade de atuação institucional, quando se trata da defesa da Pátria. Eles não dependem de “convocação”. Têm de atuar por obrigação. Embora seja dever de todos os cidadãos brasileiros, a defesa da soberania nacional é um papel a ser cumprido, prioritariamente (mas não só) pelos comandantes militares.
O motivo é simples. Eles detêm o poder de polícia judiciária militar, nos crimes de sua competência exclusiva. Por isso, na hora de decidir se agem ou não na defesa da pátria e da soberania, os comandantes militares não precisam ficar com a dúvida. Quando tiverem a obrigação de cumprir o que define a Constituição, não correm risco de serem acusados de “golpistas” – como é o temor geral pós-64, que apavora as legiões. O servidor público militar que tiver medo de cumprir a Lei Maior deve mudar de profissão ou passar para o lado do crime organizado, cuja lei é a barbárie. Não serve para “servir” às Forças Armadas.
A técnica jurídica da redação do artigo 142 da Constituição Federal hierarquiza a destinação das Forças Armadas, priorizando a “defesa da Pátria”. A ordem é bem objetiva. Primeiro, as Forças Armadas se destinam à defesa da pátria (que é a nossa soberania). Segundo, as Forças Armadas se destinam à defesa dos Poderes Constitucionais. Terceiro, as Forças Armadas se destinam à defesa da lei e da ordem, por iniciativa (apenas neste caso) de qualquer dos poderes constitucionais. E PT saudações. Sem trocadilho, para não magoar alguns inimigos históricos das Forças Armadas.
A hierarquia constitucionalmente prevista tem uma razão objetiva de existir. De nada adianta a garantia dos poderes constitucionais se a pátria estiver indefesa ou ameaçada, interna ou externamente. Da mesma forma, a defesa da lei e da ordem é impossível sem a garantia prévia dos Poderes Constitucionais. Por isso, a interpretação objetiva (e não subjetiva) do artigo 142 da Constituição deixa bem clara que, em caso de defesa da soberania nacional, o dever prioritário é dos comandantes militares, sem a necessidade de licença, ordem ou convocação de ninguém. Ninguém mesmo. Nem do Comandante em Chefe, seja ele quem for.
Além do artigo 142 da Constituição Federal, os militares devem observar um outro artigo 142 (também em vigor e para ser obedecido). Trata-se do Artigo 142 do Código Penal Militar – que não vale apenas para os militares, mas para quem “tentar” cometer três crimes. I – Submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania de país estrangeiro; II – Desmembrar, por meio de movimento armado ou tumultos planejados, o território nacional, desde que o fato atente contra a segurança externa do Brasil ou a sua soberania; e III – internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional.
A pena prevista é de reclusão, de quinze a trinta anos, para os cabeças; de dez a vinte anos, para os demais agentes infratores. E um detalhe importante: no Código Penal Militar não existe o regime de progressão de pena. Quem for condenado tem de cumprir a integralmente a pena prevista. Deveria servir de lição para os exploradores e traidores da pátria, eventualmente nos poderes da República, que sempre agem certos da impunidade, pois jamais convocariam as Forças Armadas para agir contra si mesmos.
Por isso, amparados na Constituição Federal, os comandantes militares de área têm toda competência legal e objetiva para instaurar o inquérito policial militar contra aqueles que atentarem contra a defesa da pátria e a soberania nacional. Vale repetir a determinação legal, para que sejam evitados casos criminosos de omissão. Os comandantes militares não ficam sujeitos a “convocações” ou “autorizações” para cumprir o seu dever legal. A tese já foi exposta oficialmente, aos Comandantes Militares e ao Ministro da Defesa, em carta enviada no dia 2 de janeiro de 2006, pelo advogado Antônio José Ribas Paiva, presidente do grupo de estudos estratégicos União Nacionalista Democrática. O texto é motivo de constantes debates nas reuniões fechadas do Alto Comando do Exército.
Os militares não precisam ter medo de cumprir a Lei Maior. Sua ação legal, em defesa da Pátria e da soberania nacional, estará respaldada pela Constituição. Ninguém precisa ter medo de ser taxado de “golpista”. Até porque “golpe” é o ato praticado pela banda podre da classe política, que determinou os destinos do Brasil nos últimos 20 anos, mantendo a nação criminosa e artificialmente na miséria. Golpistas de verdade são aqueles que permitem o desvio de nossas riquezas nacionais, atuando como agentes conscientes e cumprindo as ordens dos controladores externos da economia brasileira.
Tais bandidos, verdadeiros “171” da vida nacional, bem que mereciam cada um dos 15 a 30 anos previstos no artigo 142 do Código Penal Militar. Para acabar com o governo do crime organizado - que desorganiza a vida nacional -, basta que a sociedade brasileira perca o preconceito ou o medo de ver o artigo 142 da Constituição ser aplicado democraticamente, em nome da Segurança do Direito. Os brasileiros precisam de autodeterminação e soberania. As Forças Armadas podem e devem dar “uma força” nesta direção, cumprindo sua missão claramente estabelecida na Constituição.
No Brasil, da mesma forma como não existe espaço para “quarteladas”, também não há mais condições para omissões. O momento é de ação contra os verdadeiros inimigos externos – cujos agentes conscientes e inconscientes agem aqui dentro, para explorar nossas riquezas e roubar o nosso povo. Tais bandidos, e os “171” que os servem, são os inimigos reais do Brasil e adversários diretos de quem tem o dever de garantir a defesa da nossa Pátria e a nossa soberania.
“A democracia brasileira (pós-64), equivocadamente, cassou a palavra dos militares que têm conhecimentos especializados para contribuir para grandes soluções nacionais”. A frase é do pesquisador Eliezer Rizzo de Oliveira. Atualmente, o especialista em assuntos militares coordena um importante e oportuno curso de extensão em “Segurança e Defesa Nacional”, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O curso, que começou dia 11 de setembro e vai até 11 de dezembro, conta com grande presença de jovens estudantes – uma prova de que nada está perdido no Brasil, como os mais pessimistas fazem parecer.
Mas os militares precisam lembrar que, atualmente, o mundo convive em meio a uma guerra de quinta geração. Trata-se da chamada Guerra Assimétrica, onde vale tudo. É uma guerra de desgaste, sem frentes nem retaguarda, flexível, e que pode expressar a sua violência através de guerrilha, de terrorismo, do crime organizado. Depende muito da imaginação e da força de vontade do adversário. É uma guerra sem campanhas, sem bases, sem uniformes, sem santuários, sem pontos de apoio, sem respeito pelos limites territoriais sem uma estratégia e sem uma táctica definida, de objetivos fluidos.
As “virtudes” da guerra assimétrica estão na inovação, na surpresa e na imprevisibilidade, empregando por vezes o terror (limpeza étnica, massacre, rapto), onde o estatuto de neutralidade e a distinção civil/militar desaparecem. A população, tal como nas guerras subversivas, desempenha um papel fundamental. O cidadão é o apoio de retaguarda logístico, em informações, e, ao mesmo tempo, fonte de recrutamento. Por outro lado, também é o alvo principal. Nestas guerras há uma desvinculação do estatal, já não há a associação aos interesses nacionais, mas sim às pessoas que surgem como as maiores vítimas. O fenômeno é bem estudado pelos portugueses Francisco Proença Garcia e Maria Francisca Saraiva, do Visor Militar do Triplov.com, pelo brasileiro Olavo de Carvalho, além dos professores e estagiários da Adesg em São Paulo.
A guerra assimétrica não tem limites éticos e explora tudo como arma. Um de seus princípios é o de que é melhor controlar do que matar. Valem quaisquer compromissos morais, jurídicos e sociais que amarram as mãos do adversário. Tal batalha, desigual, emprega novas tecnologias e informações para cyberwar e vírus, a fim de neutralizar ou desgastar as forças políticas, econômicas, sociais, bem como afetar a informação militar e sua infra-estrutura de comando e controle. Em suma, entender e empregar o princípio da assimetria corretamente permite explorar os pontos fracos do inimigo. É o que precisam fazer nossos militares hoje.
A sociedade precisa reagir. Os militares têm tudo para agir, dentro da Constituição, para não serem apanhados de surpresa na guerra assimétrica. Por isso, na guerra dos artigos 142 contra os “171” só sairá vencedor o cidadão brasileiro que não fizer parte do governo crime organizado - definido tecnicamente como “a sinistra associação objetiva de criminosos formais de toda a espécie com membros dos poderes estatais, para a prática de ações delituosas, utilizando a corrupção sobre as instituições republicanas como o principal meio para atingir seus fins”.
Por Jorge Serrão, Domingo, 17 de setembro 17 de 2006
A defesa da Pátria é um dever supra-constitucional. Eis o papel das nossas Forças Armadas. Mas alguns militares fingem ignorar isto. O Exército, a Marinha e a Força Aérea servem para garantir a defesa da Pátria contra qualquer ação (interna ou externa) que submeta risco à Soberania Nacional. A regra é clara. A Doutrina também. A defesa é a ação efetiva para se obter ou manter o grau de segurança desejado. A segurança é a condição em que o Estado, a sociedade e os indivíduos não se sentem expostos a riscos ou ameaças objetivas.
Qualquer militar aprendeu na escola que a Política de Defesa Nacional trabalha com dois conceitos básicos. A Segurança é a condição que permite ao País a preservação da soberania e da integridade territorial, a realização dos seus interesses nacionais, livre de pressões e ameaças de qualquer natureza, e a garantia aos cidadãos do exercício dos direitos e deveres constitucionais. A Defesa Nacional é o conjunto de medidas e ações do Estado, com ênfase na expressão militar, para a defesa do território, da soberania e dos interesses nacionais contra ameaças preponderantemente externas, potenciais ou manifestas.
A doutrina também vale para ameaças internas, principalmente se elas forem oriundas de forças externas. Com base na Constituição Federal e em prol da Defesa Nacional, as Forças Armadas poderão ser empregadas contra ameaças internas, visando à preservação do exercício da soberania do Estado e à indissolubilidade da unidade federativa. O artigo de nossa Lei Maior que define a destinação das Forças Armadas se subordina à sua Missão Institucional – e não o contrário, como preferem alguns comodistas intérpretes do Direito Constitucional.
O artigo 142 da Constituição Federal é cristalino e fácil de ser lido por quem não seja um “analfabeto político”: “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.
A existência do Brasil, como País independente e soberano, depende, diretamente, do cumprimento incondicional do dever de “defesa da pátria”. Tal obrigação não está sujeita a qualquer restrição imposta por quaisquer dos três poderes: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Além disso, é uma obrigação supra-constitucional, pois a segurança da Lei Maior depende do estrito cumprimento dessa missão das Forças Armadas. Por isso, as Forças Armadas têm a obrigação constitucional de zelar pela “Segurança do Direito”, que é o verdadeiro conceito de Democracia.
As Forças Armadas são instituições nacionais permanentes. Expressam o Poder Nacional. Tal expressão militar do País se fundamenta na capacidade das Forças Armadas e no potencial dos recursos nacionais mobilizáveis. Por essa lógica, fica evidente que os militares não são um fim em si mesmos. Não podem e nem devem ser. Servem à Nação e à sociedade. A sociedade só pode se servir deles dentro dos limites da democracia, que é a segurança do direito. Exatamente neste ponto reside a questão crucial para o Brasil de hoje, que tem sua segurança, soberania e independência ameaçadas pelo governo do crime organizado - que rompe e corrompe as instituições, nos três poderes.
A Política de Defesa Nacional é fácil de ser compreendida e assimilada por quem ama o Brasil e quer ver o nosso povo feliz de verdade – sem ser escravizado. O Estado tem como pressupostos básicos o território, o povo, leis e governo próprios e independência nas relações externas. Ele detém o monopólio legítimo dos meios de coerção para fazer valer a lei e a ordem, estabelecidas democraticamente, provendo-lhes, também, a segurança.
As medidas que visam à segurança são de largo espectro. Além da defesa externa, envolvem a defesa civil, a segurança pública, as políticas econômicas, de saúde, educacionais, ambientais. Também envolve muitas outras áreas das quais não são tratadas por meio dos instrumentos político-militares. Cabe considerar que a segurança pode ser enfocada a partir do indivíduo, da sociedade e do Estado. Daí resultam definições com diferentes perspectivas.
Outro ponto importante é que a Constituição Federal de 1988 tem como um de seus princípios, nas relações internacionais, o repúdio ao terrorismo – que é uma ameaça externa contra várias nações, inclusive a nossa. O Brasil considera que o terrorismo internacional constitui risco à paz e à segurança mundiais. Condena enfaticamente suas ações e apóia as resoluções emanadas pela ONU, reconhecendo a necessidade de que as nações trabalhem em conjunto no sentido de prevenir e combater as ameaças terroristas. Conceitualmente, o terrorismo é o uso ilegal da força ou da violência contra pessoas ou propriedades, objetivando influenciar uma audiência e coagir um governo e a população de um Estado, em proveito de objetivos políticos, sociais, religiosos ou ideológicos.
Por esse motivo, no caso de ocorrer agressão ao País, no formato terrorista, a vertente reativa da defesa empregará todo o poder nacional, com ênfase na expressão militar, exercendo o direito de legítima defesa previsto na Carta da ONU. Nada custa lembrar, toda hora, que isso vale para as agressões internas de todo tipo, motivadas por interesses externos. Tudo bem objetivo, e não subjetivo. Não vale apenas para terrorismos, do ponto de vista formal. Mas para outros tipos de agressões mais sutis, impostas por um controlador externo.
A Doutrina é clara. A interpretação constitucional também. A Defesa da Pátria não pode se subordinar à vontade política - de indivíduos, autoridades ou partidos – e nem aos interesses econômicos – nacionais ou transnacionais. Na defesa da Pátria e dos Poderes Constitucionais, a “iniciativa” (prevista no Artigo 142 da CF) deve e pode ser dos comandantes das Forças Armadas, em cumprimento do dever de ofício. Agir de forma contrária significa incorrer em crime de responsabilidade ou até de prevaricação, dependendo do caso.
Novamente, a regra e a doutrina são claras. A convocação das Forças Armadas pelos Poderes Constitucionais é prevista, apenas, para a defesa da lei e da ordem. Tal missão é essencialmente policial. Neste caso, só se justifica a convocação das Forças Armadas para que não ocorra a sobreposição de atribuições, ou eventuais desvios de função. Além disso, tal dispositivo constitucional teve o objetivo de impedir que a União usasse as forças armadas para interferir em assuntos estaduais e municipais – o que feriria o pacto federativo e comprometeria o equilíbrio entre os poderes, além de agredir o próprio Estado democrático de Direito (tão desrespeitado em nosso Brasil).
Mas é bom ficar legalmente claro para os comandantes militares a sua autonomia e liberdade de atuação institucional, quando se trata da defesa da Pátria. Eles não dependem de “convocação”. Têm de atuar por obrigação. Embora seja dever de todos os cidadãos brasileiros, a defesa da soberania nacional é um papel a ser cumprido, prioritariamente (mas não só) pelos comandantes militares.
O motivo é simples. Eles detêm o poder de polícia judiciária militar, nos crimes de sua competência exclusiva. Por isso, na hora de decidir se agem ou não na defesa da pátria e da soberania, os comandantes militares não precisam ficar com a dúvida. Quando tiverem a obrigação de cumprir o que define a Constituição, não correm risco de serem acusados de “golpistas” – como é o temor geral pós-64, que apavora as legiões. O servidor público militar que tiver medo de cumprir a Lei Maior deve mudar de profissão ou passar para o lado do crime organizado, cuja lei é a barbárie. Não serve para “servir” às Forças Armadas.
A técnica jurídica da redação do artigo 142 da Constituição Federal hierarquiza a destinação das Forças Armadas, priorizando a “defesa da Pátria”. A ordem é bem objetiva. Primeiro, as Forças Armadas se destinam à defesa da pátria (que é a nossa soberania). Segundo, as Forças Armadas se destinam à defesa dos Poderes Constitucionais. Terceiro, as Forças Armadas se destinam à defesa da lei e da ordem, por iniciativa (apenas neste caso) de qualquer dos poderes constitucionais. E PT saudações. Sem trocadilho, para não magoar alguns inimigos históricos das Forças Armadas.
A hierarquia constitucionalmente prevista tem uma razão objetiva de existir. De nada adianta a garantia dos poderes constitucionais se a pátria estiver indefesa ou ameaçada, interna ou externamente. Da mesma forma, a defesa da lei e da ordem é impossível sem a garantia prévia dos Poderes Constitucionais. Por isso, a interpretação objetiva (e não subjetiva) do artigo 142 da Constituição deixa bem clara que, em caso de defesa da soberania nacional, o dever prioritário é dos comandantes militares, sem a necessidade de licença, ordem ou convocação de ninguém. Ninguém mesmo. Nem do Comandante em Chefe, seja ele quem for.
Além do artigo 142 da Constituição Federal, os militares devem observar um outro artigo 142 (também em vigor e para ser obedecido). Trata-se do Artigo 142 do Código Penal Militar – que não vale apenas para os militares, mas para quem “tentar” cometer três crimes. I – Submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania de país estrangeiro; II – Desmembrar, por meio de movimento armado ou tumultos planejados, o território nacional, desde que o fato atente contra a segurança externa do Brasil ou a sua soberania; e III – internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional.
A pena prevista é de reclusão, de quinze a trinta anos, para os cabeças; de dez a vinte anos, para os demais agentes infratores. E um detalhe importante: no Código Penal Militar não existe o regime de progressão de pena. Quem for condenado tem de cumprir a integralmente a pena prevista. Deveria servir de lição para os exploradores e traidores da pátria, eventualmente nos poderes da República, que sempre agem certos da impunidade, pois jamais convocariam as Forças Armadas para agir contra si mesmos.
Por isso, amparados na Constituição Federal, os comandantes militares de área têm toda competência legal e objetiva para instaurar o inquérito policial militar contra aqueles que atentarem contra a defesa da pátria e a soberania nacional. Vale repetir a determinação legal, para que sejam evitados casos criminosos de omissão. Os comandantes militares não ficam sujeitos a “convocações” ou “autorizações” para cumprir o seu dever legal. A tese já foi exposta oficialmente, aos Comandantes Militares e ao Ministro da Defesa, em carta enviada no dia 2 de janeiro de 2006, pelo advogado Antônio José Ribas Paiva, presidente do grupo de estudos estratégicos União Nacionalista Democrática. O texto é motivo de constantes debates nas reuniões fechadas do Alto Comando do Exército.
Os militares não precisam ter medo de cumprir a Lei Maior. Sua ação legal, em defesa da Pátria e da soberania nacional, estará respaldada pela Constituição. Ninguém precisa ter medo de ser taxado de “golpista”. Até porque “golpe” é o ato praticado pela banda podre da classe política, que determinou os destinos do Brasil nos últimos 20 anos, mantendo a nação criminosa e artificialmente na miséria. Golpistas de verdade são aqueles que permitem o desvio de nossas riquezas nacionais, atuando como agentes conscientes e cumprindo as ordens dos controladores externos da economia brasileira.
Tais bandidos, verdadeiros “171” da vida nacional, bem que mereciam cada um dos 15 a 30 anos previstos no artigo 142 do Código Penal Militar. Para acabar com o governo do crime organizado - que desorganiza a vida nacional -, basta que a sociedade brasileira perca o preconceito ou o medo de ver o artigo 142 da Constituição ser aplicado democraticamente, em nome da Segurança do Direito. Os brasileiros precisam de autodeterminação e soberania. As Forças Armadas podem e devem dar “uma força” nesta direção, cumprindo sua missão claramente estabelecida na Constituição.
No Brasil, da mesma forma como não existe espaço para “quarteladas”, também não há mais condições para omissões. O momento é de ação contra os verdadeiros inimigos externos – cujos agentes conscientes e inconscientes agem aqui dentro, para explorar nossas riquezas e roubar o nosso povo. Tais bandidos, e os “171” que os servem, são os inimigos reais do Brasil e adversários diretos de quem tem o dever de garantir a defesa da nossa Pátria e a nossa soberania.
“A democracia brasileira (pós-64), equivocadamente, cassou a palavra dos militares que têm conhecimentos especializados para contribuir para grandes soluções nacionais”. A frase é do pesquisador Eliezer Rizzo de Oliveira. Atualmente, o especialista em assuntos militares coordena um importante e oportuno curso de extensão em “Segurança e Defesa Nacional”, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O curso, que começou dia 11 de setembro e vai até 11 de dezembro, conta com grande presença de jovens estudantes – uma prova de que nada está perdido no Brasil, como os mais pessimistas fazem parecer.
Mas os militares precisam lembrar que, atualmente, o mundo convive em meio a uma guerra de quinta geração. Trata-se da chamada Guerra Assimétrica, onde vale tudo. É uma guerra de desgaste, sem frentes nem retaguarda, flexível, e que pode expressar a sua violência através de guerrilha, de terrorismo, do crime organizado. Depende muito da imaginação e da força de vontade do adversário. É uma guerra sem campanhas, sem bases, sem uniformes, sem santuários, sem pontos de apoio, sem respeito pelos limites territoriais sem uma estratégia e sem uma táctica definida, de objetivos fluidos.
As “virtudes” da guerra assimétrica estão na inovação, na surpresa e na imprevisibilidade, empregando por vezes o terror (limpeza étnica, massacre, rapto), onde o estatuto de neutralidade e a distinção civil/militar desaparecem. A população, tal como nas guerras subversivas, desempenha um papel fundamental. O cidadão é o apoio de retaguarda logístico, em informações, e, ao mesmo tempo, fonte de recrutamento. Por outro lado, também é o alvo principal. Nestas guerras há uma desvinculação do estatal, já não há a associação aos interesses nacionais, mas sim às pessoas que surgem como as maiores vítimas. O fenômeno é bem estudado pelos portugueses Francisco Proença Garcia e Maria Francisca Saraiva, do Visor Militar do Triplov.com, pelo brasileiro Olavo de Carvalho, além dos professores e estagiários da Adesg em São Paulo.
A guerra assimétrica não tem limites éticos e explora tudo como arma. Um de seus princípios é o de que é melhor controlar do que matar. Valem quaisquer compromissos morais, jurídicos e sociais que amarram as mãos do adversário. Tal batalha, desigual, emprega novas tecnologias e informações para cyberwar e vírus, a fim de neutralizar ou desgastar as forças políticas, econômicas, sociais, bem como afetar a informação militar e sua infra-estrutura de comando e controle. Em suma, entender e empregar o princípio da assimetria corretamente permite explorar os pontos fracos do inimigo. É o que precisam fazer nossos militares hoje.
A sociedade precisa reagir. Os militares têm tudo para agir, dentro da Constituição, para não serem apanhados de surpresa na guerra assimétrica. Por isso, na guerra dos artigos 142 contra os “171” só sairá vencedor o cidadão brasileiro que não fizer parte do governo crime organizado - definido tecnicamente como “a sinistra associação objetiva de criminosos formais de toda a espécie com membros dos poderes estatais, para a prática de ações delituosas, utilizando a corrupção sobre as instituições republicanas como o principal meio para atingir seus fins”.
Itamaraty e Forças Armadas são omissas sobre denúncias de invasão de áreas do Brasil pela Venezuela
D0 blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão, terça-feira, 04 de março de 2008
"A violação do território de outro país deve ser condenada". Este princípio aplicado pelo ministro das Relações Exteriores Celso Amorim ao conflito (Equador-Colômbia) só não vale quando o Brasil é a vítima de uma invasão sistemática de seu território pela Venezuela. Os índios Yanomami denunciaram oficialmente – e ninguém tomou providência no Itamaraty ou nas Forças Armadas – que, no dia 8 de agosto do ano passado, tropas venezuelanas, em um helicóptero, invadiram a região do Xitei, extremo oeste da Terra Indígena Yanomami (TIY) em Roraima. A invasão aconteceu próxima à região do Surucucu, onde o exército brasileiro tem tropas aquarteladas.
A Hutukara Associação Yanomami (HAY) elaborou e enviou um documento às autoridades competentes denunciando a invasão. A HAY assinala que uma expedição de investigação organizada pelo Exército Brasileiro e assessorada pela CCPY confirmou posteriormente as preocupações dos Yanomami quanto à freqüência das incursões intempestivas dos militares venezuelanos em território brasileiro. Os yanomami denunciam que a recente invasão não é acontecimento isolado. Em 2003 foram denunciadas várias entradas não-autorizadas de militares venezuelanos na TIY. O documento foi assinado por Dário Vitório Kopenawa Yanomami, Tesoureiro da Hutukara Associação Yanomami
“Em determinado momento, soldados venezuelanos chegaram a pernoitar na comunidade yanomami do Poimopë, no alto rio Mucajaí, onde intimidaram uma funcionária da organização Urihi Saúde Yanomami (ex-conveniada da Funasa) que atuava então no atendimento de saúde na região. No mesmo período, outro grupo ocupou uma pista de pouso de garimpo clandestino no alto rio Catrimani, igualmente em território brasileiro, onde torturou garimpeiros e saqueou seus pertences. Uma expedição de investigação organizada pelo Exército Brasileiro e assessorada pela CCPY confirmou posteriormente as preocupações dos Yanomami quanto à freqüência das incursões intempestivas dos militares venezuelanos em território brasileiro”. (ver Boletim 41).
A retórica do Itamaraty só se aplica ao problemas dos outros – mas não ao nosso, brasileiro. “O Brasil condena qualquer violação territorial, a situação é grave”. O ministro das Relações exteriores brasileiros fez este comentário ontem. Acontece que a reclamação de Celso Amorim não foi para condenar o sistemático caso de invasão do território brasileiro por tropas da Venezuela (como no caso da entrada ilegal na área Yanomani, em setembro de 2007). Ontem, o desgoverno brasileiro condenou publicamente a Colômbia pelo ataque às Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em território equatoriano.
Crime contra o Brasil
Pela atual diplomacia de resultados do Itamaraty, órgão hoje aparelhado pela ideologia do Foro de São Paulo e pelas conveniências do desgoverno petista, o Brasil pode ser invadido pela Venezuela, pelas tropas das Farc e etc que nada será feito para reprimir os abusos contra a integridade do território nacional.
Mais grave que a posição do Itamaraty é a omissão pública das Forças Armadas brasileiras em relação a incidentes como o Yanomami.
Tal omissão só demonstra o descumprimento dos artigos 142: da Constituição e do Código Penal Militar.
Entenda por que relendo: Os artigos 142 contra os “171”, publicado no distante 17 de setembro de 2006 neste Alerta Total.
Carta em português
Confira a carta de Dário Vitório Kopenawa Yanomami, Tesoureiro da Hutukara Associação Yanomami, traduzida do Yanomani para o português por Bruce Albert e Luis Fernando Pereira:
Sim, é dirigido a vocês, grandes homens, que nós Yanomami, membros da Hutukara Associação Yanomami, fizemos este documento. No dia 08/08/2007 durante nossa reunião na região do Xitei vimos um helicóptero do exército venezuelano (sobrevoando), havia também não-indígenas (vendo isso conosco). Ao pousarmos na pista do Xitei, na floresta brasileira, lá estava o helicóptero da Venezuela vindo em nossa direção, todos nós o vimos. Havia representantes da Diocese, Ministério Público Federal, o chefe do Distrito Sanitário Especial Yanomami e Ye´kuana, o membro da Hutukara Associação Yanomami. Foi assim que nós vimos o helicóptero da Venezuela. Nós Yanomami ficamos muito preocupados, por isso fizemos este documento. Na região do Surucucu se encontra o Exército Brasileiro mas ele não falou ainda, o que é não é bom. Em Auaris há também o Exército Brasileiro mas ele não ficou realmente com os olhos atentos a isso. Os venezuelanos tal vez estão procurando por ouro no Brasil, é o que nós Yanomami pensamos. O pessoal (Yanomami) de Xitei vive na terra do Brasil. Como o Exército Brasileiro realmente pensa sobre este assunto? Quando os habitantes da Venezuela entram no Brasil vocês do Exército Brasileiro não falam nada? Vocês estão presente na terra-floresta yanomami, mas por que não mostram sua valentia? Por esses motivos, nós Yanomami estamos muito preocupados, pelo fato do Exército não falar nada.
Assim foram nossas palavras.
Atenciosamente.
Dário Vitório Kopenawa Yanomami,Tesoureiro da Hutukara Associação Yanomami- HAY
Por Jorge Serrão, terça-feira, 04 de março de 2008
"A violação do território de outro país deve ser condenada". Este princípio aplicado pelo ministro das Relações Exteriores Celso Amorim ao conflito (Equador-Colômbia) só não vale quando o Brasil é a vítima de uma invasão sistemática de seu território pela Venezuela. Os índios Yanomami denunciaram oficialmente – e ninguém tomou providência no Itamaraty ou nas Forças Armadas – que, no dia 8 de agosto do ano passado, tropas venezuelanas, em um helicóptero, invadiram a região do Xitei, extremo oeste da Terra Indígena Yanomami (TIY) em Roraima. A invasão aconteceu próxima à região do Surucucu, onde o exército brasileiro tem tropas aquarteladas.
A Hutukara Associação Yanomami (HAY) elaborou e enviou um documento às autoridades competentes denunciando a invasão. A HAY assinala que uma expedição de investigação organizada pelo Exército Brasileiro e assessorada pela CCPY confirmou posteriormente as preocupações dos Yanomami quanto à freqüência das incursões intempestivas dos militares venezuelanos em território brasileiro. Os yanomami denunciam que a recente invasão não é acontecimento isolado. Em 2003 foram denunciadas várias entradas não-autorizadas de militares venezuelanos na TIY. O documento foi assinado por Dário Vitório Kopenawa Yanomami, Tesoureiro da Hutukara Associação Yanomami
“Em determinado momento, soldados venezuelanos chegaram a pernoitar na comunidade yanomami do Poimopë, no alto rio Mucajaí, onde intimidaram uma funcionária da organização Urihi Saúde Yanomami (ex-conveniada da Funasa) que atuava então no atendimento de saúde na região. No mesmo período, outro grupo ocupou uma pista de pouso de garimpo clandestino no alto rio Catrimani, igualmente em território brasileiro, onde torturou garimpeiros e saqueou seus pertences. Uma expedição de investigação organizada pelo Exército Brasileiro e assessorada pela CCPY confirmou posteriormente as preocupações dos Yanomami quanto à freqüência das incursões intempestivas dos militares venezuelanos em território brasileiro”. (ver Boletim 41).
A retórica do Itamaraty só se aplica ao problemas dos outros – mas não ao nosso, brasileiro. “O Brasil condena qualquer violação territorial, a situação é grave”. O ministro das Relações exteriores brasileiros fez este comentário ontem. Acontece que a reclamação de Celso Amorim não foi para condenar o sistemático caso de invasão do território brasileiro por tropas da Venezuela (como no caso da entrada ilegal na área Yanomani, em setembro de 2007). Ontem, o desgoverno brasileiro condenou publicamente a Colômbia pelo ataque às Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em território equatoriano.
Crime contra o Brasil
Pela atual diplomacia de resultados do Itamaraty, órgão hoje aparelhado pela ideologia do Foro de São Paulo e pelas conveniências do desgoverno petista, o Brasil pode ser invadido pela Venezuela, pelas tropas das Farc e etc que nada será feito para reprimir os abusos contra a integridade do território nacional.
Mais grave que a posição do Itamaraty é a omissão pública das Forças Armadas brasileiras em relação a incidentes como o Yanomami.
Tal omissão só demonstra o descumprimento dos artigos 142: da Constituição e do Código Penal Militar.
Entenda por que relendo: Os artigos 142 contra os “171”, publicado no distante 17 de setembro de 2006 neste Alerta Total.
Carta em português
Confira a carta de Dário Vitório Kopenawa Yanomami, Tesoureiro da Hutukara Associação Yanomami, traduzida do Yanomani para o português por Bruce Albert e Luis Fernando Pereira:
Sim, é dirigido a vocês, grandes homens, que nós Yanomami, membros da Hutukara Associação Yanomami, fizemos este documento. No dia 08/08/2007 durante nossa reunião na região do Xitei vimos um helicóptero do exército venezuelano (sobrevoando), havia também não-indígenas (vendo isso conosco). Ao pousarmos na pista do Xitei, na floresta brasileira, lá estava o helicóptero da Venezuela vindo em nossa direção, todos nós o vimos. Havia representantes da Diocese, Ministério Público Federal, o chefe do Distrito Sanitário Especial Yanomami e Ye´kuana, o membro da Hutukara Associação Yanomami. Foi assim que nós vimos o helicóptero da Venezuela. Nós Yanomami ficamos muito preocupados, por isso fizemos este documento. Na região do Surucucu se encontra o Exército Brasileiro mas ele não falou ainda, o que é não é bom. Em Auaris há também o Exército Brasileiro mas ele não ficou realmente com os olhos atentos a isso. Os venezuelanos tal vez estão procurando por ouro no Brasil, é o que nós Yanomami pensamos. O pessoal (Yanomami) de Xitei vive na terra do Brasil. Como o Exército Brasileiro realmente pensa sobre este assunto? Quando os habitantes da Venezuela entram no Brasil vocês do Exército Brasileiro não falam nada? Vocês estão presente na terra-floresta yanomami, mas por que não mostram sua valentia? Por esses motivos, nós Yanomami estamos muito preocupados, pelo fato do Exército não falar nada.
Assim foram nossas palavras.
Atenciosamente.
Dário Vitório Kopenawa Yanomami,Tesoureiro da Hutukara Associação Yanomami- HAY
LULA SE REÚNE AMANHÃ COM PRESIDENTE DO EQUADOR
Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Terça-feira, 4 de Março de 2008
Em sua primeira manifestação após a crise entre países da América do Sul, o presidente Lula afirmou nesta terça-feira que a Colômbia violou a soberania territorial do Equador e que o presidente equatoriano merece um pedido de desculpas.
Lula disse que Correa não aceitou o pedido de desculpas do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, porque era "cheio de explicações". "Ele queria um pedido de desculpas mais direto. E também um compromisso que a Colômbia não repetirá esse fato." "Do ponto de vista prático, a Colômbia poderia ter pedido que Equador fizesse a prisão dos membros das Farc lá. (Reuters) - Por Carmen Munari
COMENTÁRIO:
Olha a conversa do beócio: “Correa não aceitou o pedido de desculpas de Uribe, porque era “cheio de explicações”. Por que no te calas, Lula?! Que vergonha! Que falta de argumento para apoiar o imponderável, não é?
Lula menospreza a inteligência dos outros, acha que o mundo inteiro é burro. Se tivessem avisado o presidente do Equador sobre incursão do exército colombiano, logicamente que o Correa teria dado um jeito de proteger os criminosos. Afinal, ele tem coragem de entregar até mesmo os próprios policiais equatorianos que não facilitam a vida para os guerrilheiros.
O fato é que os planos do Foro de São Paulo (a entidade mafiosa da qual o seu Lula é um dos fundadores), podem vir à tona, já que o PC do criminoso Reys está mãos das autoridades Colombianas. É impressionante como os apoiadores do crime se acobertam.
A visita do protetor de terrorista - o Correa - amanhã, no Brasil, certamente tem a ver com algum plano para tentar acobertar a súcia, cujo traseiro começa a ficar descoberto. Por Gaúcho/Gabriela
Comentário do Cavaleiro do Templo: que tal uma manifestação no aeroporto quando chegar o "mais novo canalha latino", o equatoriano, se este encontro entre os canalhas for no Brasil???
Terça-feira, 4 de Março de 2008
Em sua primeira manifestação após a crise entre países da América do Sul, o presidente Lula afirmou nesta terça-feira que a Colômbia violou a soberania territorial do Equador e que o presidente equatoriano merece um pedido de desculpas.
Lula disse que Correa não aceitou o pedido de desculpas do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, porque era "cheio de explicações". "Ele queria um pedido de desculpas mais direto. E também um compromisso que a Colômbia não repetirá esse fato." "Do ponto de vista prático, a Colômbia poderia ter pedido que Equador fizesse a prisão dos membros das Farc lá. (Reuters) - Por Carmen Munari
COMENTÁRIO:
Olha a conversa do beócio: “Correa não aceitou o pedido de desculpas de Uribe, porque era “cheio de explicações”. Por que no te calas, Lula?! Que vergonha! Que falta de argumento para apoiar o imponderável, não é?
Lula menospreza a inteligência dos outros, acha que o mundo inteiro é burro. Se tivessem avisado o presidente do Equador sobre incursão do exército colombiano, logicamente que o Correa teria dado um jeito de proteger os criminosos. Afinal, ele tem coragem de entregar até mesmo os próprios policiais equatorianos que não facilitam a vida para os guerrilheiros.
O fato é que os planos do Foro de São Paulo (a entidade mafiosa da qual o seu Lula é um dos fundadores), podem vir à tona, já que o PC do criminoso Reys está mãos das autoridades Colombianas. É impressionante como os apoiadores do crime se acobertam.
A visita do protetor de terrorista - o Correa - amanhã, no Brasil, certamente tem a ver com algum plano para tentar acobertar a súcia, cujo traseiro começa a ficar descoberto. Por Gaúcho/Gabriela
Comentário do Cavaleiro do Templo: que tal uma manifestação no aeroporto quando chegar o "mais novo canalha latino", o equatoriano, se este encontro entre os canalhas for no Brasil???
Colômbia denuncia presidentes na OEA
Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Terça-feira, 04 de Março de 2008
PRESIDENTES DA VENEZUELA E DO EQUADOR NEGOCIAM COM TERRORISTAS
O Embaixador da Colômbia na OEA está apresentando, agora (C.T. - dia 04 de março de 2008), a alegação de seu país reiterando a denúncia contra os Governos do Equador e da Venezuela. A Colômbia colocou os computadores de Raúl Reyes à disposição da OEA para sua verificação.
Denunciam que o tráfico de pessoas, armas e drogas acontece com a colaboração dos Governos do Equador e Venezuela. A Colômbia denuncia também a entrega de US $ 300 milhões, parte de Hugo Chávez às FARC, além de outras remessas de dinheiro. Também denunciam a existência de acampamentos das FARC no Equador, e centenas de quilos de cocaína que são traficadas usando o mesmo.
“Não resta dúvida de que os Governos do Equador e da Venezuela negociam com terroristas e narcotraficantes”.
O Embaixador afirmou que é lamentável que ainda se busque a condenar seu país pela morte de um terrorista, e que a Venezuela tenha lhe rendido honras. Notícia 24 Horas - Acompanhe ao vivo, direto da OEA - AQUI
Terça-feira, 04 de Março de 2008
PRESIDENTES DA VENEZUELA E DO EQUADOR NEGOCIAM COM TERRORISTAS
O Embaixador da Colômbia na OEA está apresentando, agora (C.T. - dia 04 de março de 2008), a alegação de seu país reiterando a denúncia contra os Governos do Equador e da Venezuela. A Colômbia colocou os computadores de Raúl Reyes à disposição da OEA para sua verificação.
Denunciam que o tráfico de pessoas, armas e drogas acontece com a colaboração dos Governos do Equador e Venezuela. A Colômbia denuncia também a entrega de US $ 300 milhões, parte de Hugo Chávez às FARC, além de outras remessas de dinheiro. Também denunciam a existência de acampamentos das FARC no Equador, e centenas de quilos de cocaína que são traficadas usando o mesmo.
“Não resta dúvida de que os Governos do Equador e da Venezuela negociam com terroristas e narcotraficantes”.
O Embaixador afirmou que é lamentável que ainda se busque a condenar seu país pela morte de um terrorista, e que a Venezuela tenha lhe rendido honras. Notícia 24 Horas - Acompanhe ao vivo, direto da OEA - AQUI
terça-feira, 4 de março de 2008
Ação no Equador foi legítima auto-defesa, diz jornal
Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Terça-feira, 4 de Março de 2008
Um dos principais jornais dos Estados Unidos, o Wall Street Journal defende em editorial hoje a ação militar colombiana no Equador que resultou na morte de um dos principais líderes das Farc, o comandante Raul Reyes, e foi o pivô de uma grave crise diplomática entre a Colômbia e seus vizinhos Equador e Venezuela.
Segundo o jornal, "a ação chocou os terroristas (como o jornal se refere aos guerrilheiros das Farc (C.T. - e deviam chamar do que???) porque ocorreu no Equador. A guerrilha estava acostumada a operar dentro da Colômbia para depois escapar da perseguição dos militares colombianos no refúgio seguro do Equador e da Venezuela".
"Dessa vez os militares colombianos resolveram ir em frente, por razões legítimas de auto-defesa", diz o jornal.
"Duvidamos que os Estados Unidos teriam parado suas tropas na fronteira, se terroristas tivessem bombardeado alvos no Texas de algum ponto no México", diz a publicação. "Mas o que realmente deve ter irritado Chávez foi a captura do laptop de Reyes", diz o jornal americano. O laptop "mostra segredos de Chavez", chamado pelo jornal de "valentão colombiano".
Citando declarações do chefe de polícia da Colômbia, general Oscar Naranjo, o jornal diz que "o laptop mostrou que a Venezuela teria pago US$ 300 milhões às Farc em troca da recente libertação de seis reféns". Na Espanha, o El País afirma em editorial que "Chávez quer capitalizar a equivocada operação colombiana contra as Farc no Equador". "Mais uma vez o exagero veio do líder venezuelano, que insultou de modo chulo seu homólogo colombiano e usou linguagem bélica inadmissível em quem não é parte prejudicada. O afeto de Chávez pelas Farc - para quem pede status de Exército combatente - arrasa a decência mínima que se exige de um chefe de Estado", afirma o El País.
Na França, o jornal Le Monde diz que "pela primeira vez na história, a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc, de extrema esquerda) foi ferida no coração".
O Le Monde ainda pergunta se, com a morte de Reyes, as Farc vão adotar uma linha dura, militarista, ou aceitar a negociação política.
"De imediato, ela (a morte de Reyes), não pode fazer nada, a não ser complicar a comunicação com as Farc. Será que Ingrid Betancourt (refém das Farc), que parece estar à beira da morte, e seus companheiros de infortúnio poderão suportar muito mais tempo nessa situação? (C.T. - e a culpa disto é de quem? De quem eles são reféns? Quem dá sustentação às FARC não é o FORO DE SÃO PAULO, ou seja, LULA, CHÁVEZ, EVO e o "novo canalha" do Equador? São reféns dos PRESIDENTES DE PAÍSES DA AMÉRICA LATINA, tirando o único HOMEM DIGNO desta p***a, o URIBE!!!)"
Terça-feira, 4 de Março de 2008
Um dos principais jornais dos Estados Unidos, o Wall Street Journal defende em editorial hoje a ação militar colombiana no Equador que resultou na morte de um dos principais líderes das Farc, o comandante Raul Reyes, e foi o pivô de uma grave crise diplomática entre a Colômbia e seus vizinhos Equador e Venezuela.
Segundo o jornal, "a ação chocou os terroristas (como o jornal se refere aos guerrilheiros das Farc (C.T. - e deviam chamar do que???) porque ocorreu no Equador. A guerrilha estava acostumada a operar dentro da Colômbia para depois escapar da perseguição dos militares colombianos no refúgio seguro do Equador e da Venezuela".
"Dessa vez os militares colombianos resolveram ir em frente, por razões legítimas de auto-defesa", diz o jornal.
"Duvidamos que os Estados Unidos teriam parado suas tropas na fronteira, se terroristas tivessem bombardeado alvos no Texas de algum ponto no México", diz a publicação. "Mas o que realmente deve ter irritado Chávez foi a captura do laptop de Reyes", diz o jornal americano. O laptop "mostra segredos de Chavez", chamado pelo jornal de "valentão colombiano".
Citando declarações do chefe de polícia da Colômbia, general Oscar Naranjo, o jornal diz que "o laptop mostrou que a Venezuela teria pago US$ 300 milhões às Farc em troca da recente libertação de seis reféns". Na Espanha, o El País afirma em editorial que "Chávez quer capitalizar a equivocada operação colombiana contra as Farc no Equador". "Mais uma vez o exagero veio do líder venezuelano, que insultou de modo chulo seu homólogo colombiano e usou linguagem bélica inadmissível em quem não é parte prejudicada. O afeto de Chávez pelas Farc - para quem pede status de Exército combatente - arrasa a decência mínima que se exige de um chefe de Estado", afirma o El País.
Na França, o jornal Le Monde diz que "pela primeira vez na história, a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc, de extrema esquerda) foi ferida no coração".
O Le Monde ainda pergunta se, com a morte de Reyes, as Farc vão adotar uma linha dura, militarista, ou aceitar a negociação política.
"De imediato, ela (a morte de Reyes), não pode fazer nada, a não ser complicar a comunicação com as Farc. Será que Ingrid Betancourt (refém das Farc), que parece estar à beira da morte, e seus companheiros de infortúnio poderão suportar muito mais tempo nessa situação? (C.T. - e a culpa disto é de quem? De quem eles são reféns? Quem dá sustentação às FARC não é o FORO DE SÃO PAULO, ou seja, LULA, CHÁVEZ, EVO e o "novo canalha" do Equador? São reféns dos PRESIDENTES DE PAÍSES DA AMÉRICA LATINA, tirando o único HOMEM DIGNO desta p***a, o URIBE!!!)"
Colômbia denunciará Chávez por "patrocinar terrorismo"
Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Terça-feira, 4 de Março de 2008
O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, denunciará o venezuelano Hugo Chávez junto ao Tribunal Penal Internacional por patrocinar o terrorismo, informou hoje a rádio Caracol. Essa é a primeira declaração que Uribe faz desde o início da crise diplomática com Equador e Venezuela desencadeada com a ação militar que culminou com a morte do líder das Farc Raúl Reyes no último sábado.
O presidente colombiano disse que a denuncia será apresentada assim que for comprovada a ligação de Chávez com as Farc através dos documentos encontrados nos computadores de Reyes.
A declaração de Uribe aconteceu na saída de um encontro entre o presidente e a ex-congressista Gloria Polanco, libertada recentemente pelas Farc. "Nós não precisamos de tapinhas no ombro para oferecer solidariedade, enquanto dão asilo aos carrascos da Colômbia", completou o presidente colombiano.
O anúncio de Uribe ocorre no momento em que as relações de seu país com a Venezuela e o Equador passam por uma intensa crise diplomática, após uma operação militar colombiana no sábado passado em território equatoriano, na qual morreu Raúl Reyes, "número dois" das Farc.
Uribe também afirmou que seus compatriotas estão "firmes contra o terrorismo e seus patrocinadores", para que Colômbia "se livre de uma vez por todas deste pesadelo do terrorismo e de seus patrocinadores".
O presidente colombiano ressaltou que precisam de "solidariedades ativas contra o terrorismo, como indica a Carta das Nações Unidas e todas as resoluções complementares".
Na segunda-feira, o Governo de Uribe disse que se dispunha pedir à Organização dos Estados Americanos (OEA) que investigasse uma suposta doação do governo da Venezuela às Farc de US$ 300 milhões, assim como um fornecimento de armas.
O diretor da polícia colombiana, general Oscar Naranjo, fez estas declarações ao informar sobre a descoberta de informações em um dos três computadores apreendidos de Raúl Reyes na operação. "De maneira patética, indubitável, indiscutível", disse Naranjo, foram encontradas no primeiro dos três computadores "relações vinculativas das Farc com diferentes governos, pelo menos com Equador e Venezuela, e com algumas personalidades públicas".
Segundo Naranjo, no mesmo computador, foi encontrado um documento que cita "Ivan Márquez", outro chefe guerrilheiro das Farc, que "fala de US$ 300 milhões com os quais o Governo venezuelano ajudaria as Farc".
Ainda na segunda-feira, o Equador decidiu romper relações diplomáticas com a Colômbia, enquanto a Venezuela expulsou todo o pessoal diplomático colombiano de Caracas, liderado pelo embaixador Fernando Marín. Com agências internacionais - Redação Terra
Terça-feira, 4 de Março de 2008
O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, denunciará o venezuelano Hugo Chávez junto ao Tribunal Penal Internacional por patrocinar o terrorismo, informou hoje a rádio Caracol. Essa é a primeira declaração que Uribe faz desde o início da crise diplomática com Equador e Venezuela desencadeada com a ação militar que culminou com a morte do líder das Farc Raúl Reyes no último sábado.
O presidente colombiano disse que a denuncia será apresentada assim que for comprovada a ligação de Chávez com as Farc através dos documentos encontrados nos computadores de Reyes.
A declaração de Uribe aconteceu na saída de um encontro entre o presidente e a ex-congressista Gloria Polanco, libertada recentemente pelas Farc. "Nós não precisamos de tapinhas no ombro para oferecer solidariedade, enquanto dão asilo aos carrascos da Colômbia", completou o presidente colombiano.
O anúncio de Uribe ocorre no momento em que as relações de seu país com a Venezuela e o Equador passam por uma intensa crise diplomática, após uma operação militar colombiana no sábado passado em território equatoriano, na qual morreu Raúl Reyes, "número dois" das Farc.
Uribe também afirmou que seus compatriotas estão "firmes contra o terrorismo e seus patrocinadores", para que Colômbia "se livre de uma vez por todas deste pesadelo do terrorismo e de seus patrocinadores".
O presidente colombiano ressaltou que precisam de "solidariedades ativas contra o terrorismo, como indica a Carta das Nações Unidas e todas as resoluções complementares".
Na segunda-feira, o Governo de Uribe disse que se dispunha pedir à Organização dos Estados Americanos (OEA) que investigasse uma suposta doação do governo da Venezuela às Farc de US$ 300 milhões, assim como um fornecimento de armas.
O diretor da polícia colombiana, general Oscar Naranjo, fez estas declarações ao informar sobre a descoberta de informações em um dos três computadores apreendidos de Raúl Reyes na operação. "De maneira patética, indubitável, indiscutível", disse Naranjo, foram encontradas no primeiro dos três computadores "relações vinculativas das Farc com diferentes governos, pelo menos com Equador e Venezuela, e com algumas personalidades públicas".
Segundo Naranjo, no mesmo computador, foi encontrado um documento que cita "Ivan Márquez", outro chefe guerrilheiro das Farc, que "fala de US$ 300 milhões com os quais o Governo venezuelano ajudaria as Farc".
Ainda na segunda-feira, o Equador decidiu romper relações diplomáticas com a Colômbia, enquanto a Venezuela expulsou todo o pessoal diplomático colombiano de Caracas, liderado pelo embaixador Fernando Marín. Com agências internacionais - Redação Terra
CARTA ABERTA AOS GOVERNANTES BRASILEIROS
Da minha amiga ESTER AZOUBEL
Senhor Presidente, Senhores Congressistas, Senhores Magistrados
Encontra-se, a América Latina, diante de um problema e uma decisão para tomada de direção em sua política externa.
Temos, de um lado, um governante sério, um dos poucos do Continente, o digno PRESIDENTE URIBE, dirigente da Colômbia. Está fazendo um trabalho belíssimo, com um governo democrático em defesa do povo, da tranqüilidade, numa luta sem trégua contra terroristas, assassinos, seqüestradores, traficantes de drogas, em suma, o que há de pior no lixo humano que infesta e infecta este planeta. É vergonhoso como o mundo civilizado tem-se dobrado ao crime organizado. Fica-se negociando a libertação de um ou dois dos quase mil inocentes seqüestrados, encarcerados em condições sub-humanas, morrendo aos poucos, como se devessem alguma homenagem aos bandidos que os mantém prisioneiros por interesses escusos e aviltantes.
O PRESIDENTE URIBE é o governante que todo país decente gostaria de ter. Ele está reconduzindo a Colômbia à condição de um país habitável, reduzindo o raio de ação das gangues terroristas que angustiam as pessoas de bem e denigrem a imagem de seu país no exterior.
URIBE acaba de realizar uma façanha notável e elogiável. Livrou o mundo de quase 20 bandidos perigosos. Fala-se que o fato aconteceu em terras do Equador, embora a Farc, a gangue à qual pertencia o bandido morto, afirme que foi em terras da Colômbia, informação corroborada por importante jornal cubano.
Vemos do outro lado, os governos de segunda, que apóiam o narcotráfico e se mantêm e se alimentam do crime organizado. O palhaço Hugo Chavez, que já se confessou usuário de cocaína e não sossega enquanto não jogar todo o continente em uma guerra fratricida para dar azo à sua loucura e seu desejo de aparecer como herói americano, reencarnação de Bolívar. Chavez está sendo acusado de fornecer às FARC uma imensa quantia em dinheiro e mais 50 kg de urânio.
Urânio para que? De onde? Terá sido roubado do Brasil (C.T. - ou dado de presente pelo LULA, amigo das FARC e fundador do FORO DE SÃO PAULO?)? Chavez deve satisfações à Colômbia por proteger e patrocinar os bandidos perigosos que têm ameaçado a paz do povo colombiano.
Tem, ainda, o Correa, Presidente do Equador, que afinal encontrou um motivo – uma suposta invasão da Colômbia ao seu território para fazer uma assepsia urgente e necessária, mas que contraria os seus interesses escusos – para espalhar seu tentáculos esquerdizóides e esquerdopatas pelo Continente. Este também deve desculpas ao povo da Colômbia por abrigar e esconder, em seu território, elementos de tal periculosidade.
Desta vez, o índio cocaleiro ficou de fora do affair. É que está muito ocupado, em seu país, tentando impor uma ditadura mambembe ao moldes de sua mente drogada.
Para onde estamos conduzindo nosso continente, senhores? Nossos governos estão caindo de joelhos diante do crime organizado e o império do tráfico de drogas e do terrorismo é respeitado e homenageado em todos os quadrantes desta pobre América Latina.
Por favor, acordem enquanto há o que salvar. Vamos apoiar o PRESIDENTE URIBE, que por enquanto, é um dos poucos que sabe o que faz.
Esperançosamente
Ester Azoubel
Senhor Presidente, Senhores Congressistas, Senhores Magistrados
Encontra-se, a América Latina, diante de um problema e uma decisão para tomada de direção em sua política externa.
Temos, de um lado, um governante sério, um dos poucos do Continente, o digno PRESIDENTE URIBE, dirigente da Colômbia. Está fazendo um trabalho belíssimo, com um governo democrático em defesa do povo, da tranqüilidade, numa luta sem trégua contra terroristas, assassinos, seqüestradores, traficantes de drogas, em suma, o que há de pior no lixo humano que infesta e infecta este planeta. É vergonhoso como o mundo civilizado tem-se dobrado ao crime organizado. Fica-se negociando a libertação de um ou dois dos quase mil inocentes seqüestrados, encarcerados em condições sub-humanas, morrendo aos poucos, como se devessem alguma homenagem aos bandidos que os mantém prisioneiros por interesses escusos e aviltantes.
O PRESIDENTE URIBE é o governante que todo país decente gostaria de ter. Ele está reconduzindo a Colômbia à condição de um país habitável, reduzindo o raio de ação das gangues terroristas que angustiam as pessoas de bem e denigrem a imagem de seu país no exterior.
URIBE acaba de realizar uma façanha notável e elogiável. Livrou o mundo de quase 20 bandidos perigosos. Fala-se que o fato aconteceu em terras do Equador, embora a Farc, a gangue à qual pertencia o bandido morto, afirme que foi em terras da Colômbia, informação corroborada por importante jornal cubano.
Vemos do outro lado, os governos de segunda, que apóiam o narcotráfico e se mantêm e se alimentam do crime organizado. O palhaço Hugo Chavez, que já se confessou usuário de cocaína e não sossega enquanto não jogar todo o continente em uma guerra fratricida para dar azo à sua loucura e seu desejo de aparecer como herói americano, reencarnação de Bolívar. Chavez está sendo acusado de fornecer às FARC uma imensa quantia em dinheiro e mais 50 kg de urânio.
Urânio para que? De onde? Terá sido roubado do Brasil (C.T. - ou dado de presente pelo LULA, amigo das FARC e fundador do FORO DE SÃO PAULO?)? Chavez deve satisfações à Colômbia por proteger e patrocinar os bandidos perigosos que têm ameaçado a paz do povo colombiano.
Tem, ainda, o Correa, Presidente do Equador, que afinal encontrou um motivo – uma suposta invasão da Colômbia ao seu território para fazer uma assepsia urgente e necessária, mas que contraria os seus interesses escusos – para espalhar seu tentáculos esquerdizóides e esquerdopatas pelo Continente. Este também deve desculpas ao povo da Colômbia por abrigar e esconder, em seu território, elementos de tal periculosidade.
Desta vez, o índio cocaleiro ficou de fora do affair. É que está muito ocupado, em seu país, tentando impor uma ditadura mambembe ao moldes de sua mente drogada.
Para onde estamos conduzindo nosso continente, senhores? Nossos governos estão caindo de joelhos diante do crime organizado e o império do tráfico de drogas e do terrorismo é respeitado e homenageado em todos os quadrantes desta pobre América Latina.
Por favor, acordem enquanto há o que salvar. Vamos apoiar o PRESIDENTE URIBE, que por enquanto, é um dos poucos que sabe o que faz.
Esperançosamente
Ester Azoubel
HUGO CHÁVEZ, A UM PASSO DO ABISMO
Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
A imagem de Hugo Chávez rendendo homenagem ao guerrilheiro Raúl Reyes, com um minuto de silêncio, diante das câmeras de televisão, ilustra perfeitamente o grau de perversão e descolamento da realidade com que tem conduzido sua ação política, convertendo uma operação anti-terrorista em uma gravíssima crise que parece a ante-sala de uma guerra que não deveria ter lugar jamais.

Hugo Chávez tem vínculos mais profundos e emotivos com o grupo terrorista do que com o Governo legítimo da Colômbia, com quem eliminou toda comunicação e praticamente rompeu as relações diplomáticas, enquanto ofereceu à narcoguerrilha das FARC, a consideração de força beligerante.
Chávez tem atuando também, conforme tudo indica, como o instigador da extemporânea reação do presidente equatoriano, Rafael Correa, que passou de uma atitude razoável, quando foi informado sobre a operação militar em seu território, a repetir os mesmos insultos que lançava o venezuelano, contra o presidente Uribe.
Na realidade, o Governo equatoriano tem muito mais explicações a dar para Bogotá, pois, se por um lado, é verdade que as tropas colombianas atravessaram a fronteira, foi porque os terroristas se abrigavam em território equatoriano, e pelo que está demonstrado nos documentos apreendidos no PC de Reys, se escondiam com a escandalosa complacência do presidente Correa.
Ao ordenar publicamente o envio de forças militares à fronteira com a Colômbia, aguçando irresponsavelmente os sentimentos belicistas entre seus seguidores, Hugo Chávez se comporta com um dirigente desequilibrado. Os argumentos que esgrime para justificar esta escalada militar não têm precedentes na historia recente, e não podem, portanto, explicar que ele pretenda arrastar para a guerra inútil e sem sentido, os 3 países –ou quatro, se o nicaragüense Daniel Ortega seguir obedecendo as instruções de Caracas, como faz Rafael Correa. Se havia alguma dúvida, agora sabemos o porquê das armas que Chávez vem comprando e acumulando nos últimos anos.
Afortunadamente, as autoridades colombianas estão mantendo, por agora, a calma, e se abstiveram de mandar tropas para a fronteira ou de fazerem qualquer gesto que contribua para agravar ainda mais a situação.
Chávez não ignora que, depois de sua derrota no referendo, seu regime começou a ruir, e que o descontentamento dos venezuelanos cresce a cada dia. Invocar o inimigo exterior é uma artimanha à qual outros caudilhos e ditadores já recorreram, no passado, porém, raramente funcionou. Abc.es
A imagem de Hugo Chávez rendendo homenagem ao guerrilheiro Raúl Reyes, com um minuto de silêncio, diante das câmeras de televisão, ilustra perfeitamente o grau de perversão e descolamento da realidade com que tem conduzido sua ação política, convertendo uma operação anti-terrorista em uma gravíssima crise que parece a ante-sala de uma guerra que não deveria ter lugar jamais.

Hugo Chávez tem vínculos mais profundos e emotivos com o grupo terrorista do que com o Governo legítimo da Colômbia, com quem eliminou toda comunicação e praticamente rompeu as relações diplomáticas, enquanto ofereceu à narcoguerrilha das FARC, a consideração de força beligerante.
Chávez tem atuando também, conforme tudo indica, como o instigador da extemporânea reação do presidente equatoriano, Rafael Correa, que passou de uma atitude razoável, quando foi informado sobre a operação militar em seu território, a repetir os mesmos insultos que lançava o venezuelano, contra o presidente Uribe.
Na realidade, o Governo equatoriano tem muito mais explicações a dar para Bogotá, pois, se por um lado, é verdade que as tropas colombianas atravessaram a fronteira, foi porque os terroristas se abrigavam em território equatoriano, e pelo que está demonstrado nos documentos apreendidos no PC de Reys, se escondiam com a escandalosa complacência do presidente Correa.
Ao ordenar publicamente o envio de forças militares à fronteira com a Colômbia, aguçando irresponsavelmente os sentimentos belicistas entre seus seguidores, Hugo Chávez se comporta com um dirigente desequilibrado. Os argumentos que esgrime para justificar esta escalada militar não têm precedentes na historia recente, e não podem, portanto, explicar que ele pretenda arrastar para a guerra inútil e sem sentido, os 3 países –ou quatro, se o nicaragüense Daniel Ortega seguir obedecendo as instruções de Caracas, como faz Rafael Correa. Se havia alguma dúvida, agora sabemos o porquê das armas que Chávez vem comprando e acumulando nos últimos anos.
Afortunadamente, as autoridades colombianas estão mantendo, por agora, a calma, e se abstiveram de mandar tropas para a fronteira ou de fazerem qualquer gesto que contribua para agravar ainda mais a situação.
Chávez não ignora que, depois de sua derrota no referendo, seu regime começou a ruir, e que o descontentamento dos venezuelanos cresce a cada dia. Invocar o inimigo exterior é uma artimanha à qual outros caudilhos e ditadores já recorreram, no passado, porém, raramente funcionou. Abc.es
Reinaldo Azevedo - Especial: Colômbia X Foro de São Paulo
Do portal MOVIMENTO ENDIREITAR
Escrito por Reinaldo Azevedo em 04 de março de 2008
Sequência de reportagens de Reinaldo Azevedo sobre o caso Colômbia X Foro de São Paulo.
Fonte: http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/
Os terroristas e a caricatura. Ah, sim: O governo do Equador vinha colaborando com os terroristas
As Farc são parte da Internacional do Terror que opera hoje na América Latina. Ela junta duas drogas: o “socialismo”, de que são entusiastas os presidentes Hugo Chávez (Venezuela), Rafael Corrêa (Equador) e Evo Morales (Bolívia) (C.T. - ei Reinaldo, não esqueça do LULA/PT), e a cocaína dos narcoterroristas. Toda essa gente está submetida a uma orientação política, que lhe é dada pelo Foro de São Paulo, fundado por Lula e Fidel Castro, integrado por movimentos e partidos de esquerda do continente. Ali têm assento, vejam vocês, tanto as Farc de Raúl Reyes, o pançudo morto, como o PT. Sim, o PT. O silêncio cúmplice de parte da imprensa brasileira é uma vergonha que grita.
A loucura da canalha narcocomunista acaba de produzir mais um capítulo. Na operação das forças colombianas que resultou na morte de Reyes, foram apreendidos três computadores que deixam clara a colaboração entre as Farc e o governo equatoriano. É isto mesmo que vocês leram: Rafael Correa, que se faz agora de agravado, colaborava com os narcoterroristas. O principal contato é Gustavo Larrea, ministro do Interior do Equador. Num dos documentos, fala-se da disposição do governo do país de ajudar efetivamente os bandidos na área de fronteira ocupada pela guerrilha; em outro, o próprio Reyes informa que "Larrea, em nome do presidente Correa, tem interesse em oficializar suas relações com as Farc”.
O governo do Equador, ora, ora, nega tais relações. É mesmo? Correa foi à TV, chamou o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, de "mentiroso" e acusou a violação de território. Deslocou soldados para a fronteira e classificou a ação de ato de guerra. É mesmo? Não seria também um “ato de guerra” abrigar terroristas que atacam o vizinho? O aspecto mais patético da fala do delinqüente equatoriano é a afirmação de que os terroristas mortos estavam de pijama. Como se vê, a tranqüilidade era tal, não é?, que eles podiam se despir daqueles uniformes de camuflagem para vestir, sei lá eu, ceroulas de bolinhas. A idéia de que o pançudo, seqüestrador e assassino morreu vestindo uma ceroula de bolinhas deve alimentar o nosso senso de justiça contra esses homicidas.
O cerco de que o presidente Uribe é vítima é de uma canalhice formidável. Recomendam-lhe prudência. Mais: é tratado com visível má vontade, como se demonstrasse intransigência ao não ceder às chantagens do terror. Tem de suportar as censuras de “estadistas” como o também “forista” Daniel Ortega, aquele das orelhas grandes e idéias curtas. “As orelhas do outro agora são uma categoria política, Reinaldo?” Não! São uma caricatura, assim como a ceroula e bolinhas do pançudo ou os arroubos do Beiçola de Caracas.
Deus do céu! Estamos num teatro de horrores. Forças comprovadamente terroristas são tratadas por governos latino-americanos e por pelo menos um europeu — o da França — como um grupo com o qual se pode dialogar e negociar.
Uribe fez bem. Ao abrigar terroristas, fornecer-lhes apoio e manter com eles um “entendimento”, quem declarou guerra à Colômbia foi o Equador. É isto mesmo: é para buscar os facínoras onde eles estiverem. Com suas ceroulas de bolinhas.
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Até quando se vai silenciar sobre a Internacional do Terror na América Latina? Leiam o que dizia o terrorista pançudo
Como noticiei no começo desta madrugada, o governo colombiano tem evidências de que a corja bolivariana de Rafael Correa, presidente do Equador, negocia com as Farc. Sim, o continente continuará a ignorar o óbvio e o que está aos olhos de toda gente: os movimentos de esquerda da América Latina — no caso da Colômbia, misturados ao narcoterrorismo — têm uma central para definir suas estratégias: o Foro de São Paulo.
As esquerdas, como sempre, conseguiram submeter a verdade ao ridículo, transformando-a numa espécie de delírio conspiratório. “Ah, quem fala do Foro no Brasil?” E logo respondem: “Ah, o Olavo de Carvalho, o Reinaldo, esses malucos”.
É mesmo? Lula já discursou no Foro e saudou os governos alinhados com seus princípios. O vídeo feito para o 3º Congresso do PT no ano passado mostra os países caindo sob o domínio do foro, uma espécie de Teoria do Dominó. Em 2003, o narcoterrorista morto pelas forças democráticas da Colômbia concedeu uma entrevista a Fabiano Maisonnave, da Folha. Leia trecho. Volto depois:
(...)
Folha - Vocês têm buscado contato com o governo Lula?
Reyes - Estamos tentando estabelecer -ou restabelecer- as mesmas relações que tínhamos antes, quando ele era apenas o candidato do PT à Presidência.
Folha - O sr. conheceu Lula?
Reyes - Sim, não me recordo exatamente em que ano, foi em San Salvador, em um dos Foros de São Paulo.
Folha - Houve uma conversa?
Reyes - Sim, ficamos encarregados de presidir o encontro. Desde então, nos encontramos em locais diferentes e mantivemos contato até recentemente. Quando ele se tornou presidente, não pudemos mais falar com ele.
Folha - Qual foi a última vez que o sr. falou com ele?
Reyes - Não me lembro exatamente. Faz uns três anos.
Folha - Fora do governo, quais são os contatos das Farc no Brasil?
Reyes - As Farc têm contatos não apenas no Brasil com distintas forças políticas e governos, partidos e movimentos sociais. Na época do presidente [Fernando Henrique] Cardoso, tínhamos uma delegação no Brasil.
Folha - O sr. pode nomear as mais importantes?
Reyes - Bem, o PT, e, claro, dentro do PT há uma quantidade de forças; os sem-terra, os sem-teto, os estudantes, sindicalistas, intelectuais, sacerdotes, historiadores, jornalistas...
Folha - Quais intelectuais?
Reyes - [O sociólogo] Emir Sader, frei Betto [assessor especial de Lula] e muitos outros.
(...)
Folha - Qual é a relação entre as Farc e os traficantes que compram droga dos camponeses?
Reyes - As Farc cobram imposto desses comerciantes, que compram dos camponeses. Não apenas dos que vendem coca, mas também dos que produzem grandes quantidades de soja, arroz, milho. Não se cobra dos camponeses, mas dos comerciantes.
(...)
Íntegra da entrevista aqui
Voltei
Como? Não me digam que os humanistas Frei Betto e Emir Sader eram amigos da canalha terrorista!!! Estou tão surpreso! O dito “religioso” não quer apenas o bem da humanidade segundo os princípios cristãos? O que ele faz falando com gente que seqüestra, tortura e mata? E os Emirados Sáderes? O nascoterror virou um atalho para o socialismo?
Chegou a hora de expor às claras essa coordenação continental entre as esquerdas da América Latina, que, vejam só!, podem ir do mercadismo, como a brasileira, ao terrorismo, como as Farc. Um mesmo ente as reúne. É por isso que o presidente Álvaro Uribe, que preside o país que é a verdadeira vítima desse processo, está sendo levado a se explicar. Por quê? Será porque caçou um terrorista que passava seus dias, a exemplo de seus companheiros, planejando seqüestros e assassinatos?
Vejam a posição do Itamaraty: é, para dizer pouco, pusilânime. E, por pusilânime, é, então, favorável ao terror. O governo brasileiro não disse, até agora, o óbvio: as Farc são um grupo terrorista. E não disse, entre outras razões, porque o partido do presidente divide com a organização a mesa do Foro de São Paulo. Mais do que isso: Lula é o pai da criança, junto com Fidel Castro. A mãe é a impostura esquerdopata (C.T. - e porque se o Governo Federal reconhecer qualquer um do FORO DE SÃO PAULO como grupo fora-da-lei o PT está, AUTOMATICAMENTE, extinto pois nossa Constituição Federal assim determina quando partidos políticos mantém relações com grupos fora-da-lei, Reinaldo).
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O governo brasileiro já tem uma posição: de joelhos para o terror
Cantei a bola, não foi?
A reação do ministro Celso Amorim, que traz a posição oficial do governo brasileiro — e a posição oficial do governo brasileiro é de joelhos para o terrorismo — é qual? Censura à Colômbia. Isto mesmo: o Equador abriga terroristas; há evidências de que um acordo estava em curso, mas Amorim quer falar da invasão de fronteira.
Um governo que dá guarida a terroristas reconhece fronteiras? Dizer o quê? O Itamaraty, nesse caso, repete aquela que tem sido a sua política constante: apoio a delinqüentes.
Segundo Amorim, o tema principal a ser debatido pela OEA não é a proteção ao terror garantida pelo Equador ou a ameaça de guerra de Chávez. Não, não. O tema principal é a invasão da fronteira equatoriana. Ele também disse que o Brasil quer uma solução para a crise. Não se disse uma miserável palavra de censura às Farc. Nada!
Rafael Correa abriga terroristas, mas Amorim quer que a Colômbia peça desculpas sem condicionantes.
Querem saber de uma coisa? O comportamento do governo brasileiro consegue ser mais asqueroso do que o do Beiçola de Caracas.
A diplomacia brasileira nunca desceu tão baixo.
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Envie seu protesto ao Itamaraty e ao Senado contra a o apoio covarde do governo brasileiro às Farc e aos filoterroristas Chávez e Correa
Em linguagem respeitosa, envie o seu protesto ao Itamaraty contra a posição do governo brasileiro em face da agressão de que é vítima o povo colombiano. Envie os e-mails para os seguintes departamentos:
- Assessoria de Imprensa do Gabinete do ministro Celso Amorim - imprensa@mre.gov.br
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- DEA - Divisão da Organização dos Estados Americanos - dea@mre.gov.br
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- DHS - Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais - dhs@mre.gov.br
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Envie, depois, uma cópia de seu protesto para a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. Não é preciso mandar cópia a todos os membros. Basta que ela chegue ao senador Heráclito Fortes (DEM-PI), o presidente. O e-mail do senador é este: heraclito.fortes@senador.gov.br
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Espalhe esses endereços na rede.
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Celso Amorim Chega ao limite da estupidez. E dá mais um passo
A delinqüência teórica de Celso Amorim não tem limites. Usando o método Lula de argumentação — escolher sempre a metáfora mais rasa, mais chinfrim, mais tonta —, quando alguém “entra na sua casa”, primeiro pede desculpa e depois se vê por quê. É? Já que temos de ignorar o Direito Internacional para ficar em alegoria doméstica, vamos lá. Se Celso Amorim fosse meu vizinho e usasse a sua casa para jogar cocô, bomba ou meleca na minha, eu primeiro acionaria a Polícia. Se a Polícia não fizesse nada, eu iria lá, invadiria a sua casa e o cobriria de porrada. A minha comparação é vagabunda, mas a de Amorim também é. Estou argumentando segundo o gosto da casa. E com um detalhe: a quem Álvaro Uribe poderia apelar — cadê a polícia dessa alegoria? — para coibir as ações do filoterrorista Rafael Correa?
Sabem por que o chicaneiro de Caracas deu chilique? Porque ele sabe que tem culpa no cartório. Está com medo das informações que sairão dos laptops do Raúl Reyes, o terrorista pançudo, o que dormia no Equador com ceroulão de bolinhas.
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Foro de São Paulo 1 – O meu artigo de janeiro na VEJA
http://www.endireitar.org/content/view/228/76/
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Foro de São Paulo 2 – Merval Pereira rompe o silêncio no rádio
O mal original é o mito da revolução, conforme escrevi na revista VEJA na semana passada. Leiam lá. Afirmo que ele justifica tudo, até os mensaleiros brasileiros. Alguns jornalistas têm coragem de romper o silêncio para lembrar o óbvio: o Foro de São Paulo é a organização que junta as Farc, Chávez, Rafael Correa, Evo Morales e, ó surpresa!, o PT (C.T. - surpresa nenhuma, basta ler o que o próprio Reinaldo escreveu ali em cima, começando com "O mal original..."). As esquerdas querem criar o seu clubinho? Tudo bem! Quando se admitem terroristas e traficantes como membros, então é associação para o crime.
Mesmo assim, impera o silêncio a respeito. Ontem, falando a Carlos Alberto Sardenberg, na CBN, o jornalista Merval Pereira, colunista de O Globo, tratou do assunto. Para ouvir a conversa, clique aqui.
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Foro de São Paulo 3 – O que eu disse e o que eles disseram
No post lá do ato, o de nº 9, fica evidente que os delinqüentes Hugo Chávez e Rafael Correa usam os reféns das Farc para fazer política. E isso os tonra nada menos do que parceiros do terror. Vamos fazer uma experiência? Coloquem no Google o nome de alguns analistas do jornalismo “nem-nem” (a turma do nem isso nem aquilo) e tentem saber como os luminares tratavam as “negociações” de Chávez com as Farc para libertar reféns no fim do ano passado e início deste. Bem, aqui no blog, eu escrevia coisas como esta:
No dia 27 de dezembro de 2008:
Não. Não é a primeira vez que a estupidez toma conta do mundo, de vários atores ao mesmo tempo, das mais variadas tendências e com moralidades as mais diversas. Refiro-me à “concertação” internacional (como diria Tarso Genro), liderada por Hugo Chávez, para libertar os reféns feitos pelas Farc. Comecemos pelo óbvio: todas as hostilidades do bufão de Caracas, até hoje, foram dirigidas contra o governo constitucional da Colômbia; jamais contra a guerrilha. O ditador venezuelano diz querer conversar com o líder dos narcoterroristas. Chávez (C.T. - e LULA) são aliados dos bandidos, não é negociador coisa nenhuma. Ao governo da Colômbia, dada a pressão internacional energúmena, bucéfala, estúpida, não restou outra saída a não ser aceitar essa “negociação”, que contará com observadores de outros países, inclusive do Brasil. Fazer o quê? Mas é um absurdo sem medida. As Farc, que vivem do tráfico de drogas, do seqüestro, do assassinato, da chantagem, da violência, tornam-se, assim, vejam só, interlocutoras de governo legalmente constituídos. Ora, a negociação só caminhou para este terreno porque os bandidos, incluindo Chávez, viram no episódio um momento excepcional para fazer seu proselitismo. E é justamente a apologia da bandidagem política que Chávez pretende fazer.
No dia 1º de janeiro, sobre a participação de Marco Aurélio Garcia na pantomima chavista para “libertar” os reféns.
A delinqüência moral das Farc e de Hugo Chávez, nesse episódio da libertação que não houve dos reféns, está à altura dos trajes de Marco Aurélio Top Top Garcia para visitar o coração das trevas. Parecia um desses caudilhos latino-americanos do século passado, com seu ar enfatuado, conferindo-se ares de grande negociador de causas mundiais. O ridículo deste senhor não conhece limites. É mais um desses trastes sem superego que superpovoam o governo Lula. É nojento. Sim, certas coisas são de dar medo. O mundo assiste, impassível, a um espetáculo degradante, que transforma a vida de três pessoas – e também a dos demais reféns, que não entraram nessa “negociação” – em matéria do mais vagabundo proselitismo. Sabemos o que fazem nesse meio o Brasil e a Argentina, por exemplo. Mas não a França. Para proteger uma cidadã que também tem nacionalidade francesa, Nicolas Sarkozy comete um erro grave, indigno de sua trajetória até aqui.
Essa “negociação”, por enquanto calculadamente emperrada, é uma barbaridade: trata-se de um assalto à legalidade, ao bom senso, ao estado democrático de direito, à civilidade. Os países que aceitaram ser “observadores” dessa pantomima estão legitimando o terrorismo e igualando narcotraficantes ao governo legal e constitucional da Colômbia. É o que faz, por exemplo, uma nota do Itamaraty ao lamentar o insucesso da operação.
"Insucesso”? Depende. O que se queria? Libertar os reféns? Não necessariamente. Isso é mero pretexto. A vida dessas pessoas é apenas instrumental. O objetivo do ditador venezuelano é retirar autoridade de Álvaro Uribe, presidente da Colômbia, transformando-o, vejam que ironia, num REFÉM POLÍTICO EM SEU PRÓPRIO PAÍS. Por que afirmo isso? Observem que o coronel amigo dos terroristas atribuiu ao outro o insucesso da operação. O presidente teria de ficar trancado em palácio e dar livre trânsito às Farc, que passariam, então, a governar a Colômbia em parceria com... Chávez. Só assim três – e apenas três – pessoas seriam libertadas, restando, ademais, a dúvida se o garoto Emmanuel, filho de Clara Rojas, nascido em cativeiro, está mesmo entre elas.
Chávez tripudia sobre o desespero dos familiares, que se agarram, como seria de se esperar, à sua mediação. Nunca – notem bem: nunca – um governante usou de instrumento tão sujo, tão asqueroso, para, “pacificamente”, se meter na política interna de um outro país. Isso quando a Venezuela é, na América Latina, o segundo país com o maior número de reféns – perde justamente para a Colômbia, onde há a guerrilha. Caracas é a capital mais violenta do continente, com o maior número de assassinatos por 100 mil habitantes. E o meliante se atreve a enfiar o nariz em assuntos alheios!
Ao comentar o “insucesso” da negociação, além de atacar Uribe, o ditador da Venezuela afirmou que pode recorrer a outros métodos para libertar os reféns se os pacíficos falharem. O que terá querido dizer o bandido? Vai criar alguma força de assalto para invadir um país estrangeiro? Vai entrar em confronto armado com seus coleguinhas narcoterroristas?
Nem o Irã, que é a matriz do terrorista Hezbollah, que atua no Líbano, assumiu, em relação àquela força, o papel que Chávez se atribui nas “conversações” com as Farc. Sob o silêncio cúmplice e abestalhado do mundo. Pobres reféns! Para arremate de todos os males, ainda contam com a clarividente colaboração de Marco Aurélio Top Top Garcia, a ilustração bufa do coração das trevas.
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Foro de São Paulo 4 – Esclarecido o segredo da ceroula de bolinhas
Por que diabos um guerrilheiro dormiria de pijama, que estou chamando de “ceroula de bolinhas”? Está tudo esclarecido. Ontem, o chefe da Polícia Nacional da Colômbia, general Oscar Naranjo, demonstrou, com imagens, que o acampamento dos terroristas do Equador não era uma cabaninha improvisada, não. Tratava-se mesmo de uma instalação para longa permanência, o que evidencia a conivência do governo equatoriano com as Farc. Mas Celso Amorim, já sabemos, quer um pedido de desculpas da Colômbia.
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Foro de São Paulo 6 – A questão do urânio. E os vídeos
Se vocês clicarem aqui, terão acesso a vários vídeos sobre o episódio, inclusive àquele em que o chefe da Polícia Nacional da Colômbia, general Oscar Naranjo, relata que, no computador de Raúl Reyes, há um documento demonstrando que as Farc estavam interessadas em comprar 50 quilos de urânio. Urânio? Urânio pra quê?
Sabe-se que o material serve à fabricação das chamadas “armas sujas”. Fariam elas mesmas as ditas-cujas? Duvido. Mas isso daria à organização o status de player internacional no mundo do terror. (C.T. - lembremos que o PT mantém relações com o Partido Baath do SADDAM HUSSEIN e, portanto, através do FORO DE SÃO PAULO não seria impossível este urânio ir para as mãos daqueles outros dementes também). Naranjo observa, e está correto, que o episódio demonstra que combater as Farc não é mais um problema apenas da Colômbia. O interesse é do continente e, de fato, de todo o mundo.
Amorim já sabia disso quando concedeu ontem aquela entrevista estúpida? Já. E, não obstante, não deu um pio a respeito.
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Foro de São Paulo 9 – Chávez e Correa desrespeitam Resolução 1373 do Conselho de Segurança da ONU
Editorial da Folha de hoje censura o governo da Colômbia, embora reconheça que as Farc formam uma “súcia”. “Súcia” é pouco. Trata-se de uma organização terrorista. Alguém criticou os Estados Unidos quando o país foi buscar os terroristas do 11 de Setembro no Afeganistão? Ademais, Venezuela e Equador desrespeitam a Resolução 1373 da ONU. Esses dois países é que têm de ser denunciados.
No dia 28 de setembro de 2001, por unanimidade, foi adotada a resolução com o objetivo de suprimir o financiamento ao terrorismo. ATENÇÃO: o texto prevê que aqueles que colaboram com o terror devem ser levados a julgamento.
Segue, abaixo, trecho da resolução. Volto em seguida:
"Agindo de acordo com o capítulo VII do estatuto da Organização das Nações Unidas,
"1. Decide que todos os Estados membros deverão:
"(a) Impedir e suprimir o financiamento de atos terroristas;
"(b) Criminalizar a provisão ou a coleta intencional, por quaisquer meios, direta ou indiretamente, de fundos por seus cidadãos ou em seus territórios com a intenção de que estes fundos sejam usados, ou que se saiba que estes fundos são usados para a prática de atos terroristas
"(c) Congelar sem demora fundos ou outros ativos financeiros ou recursos econômicos de pessoas que cometam ou tentam cometer atos terroristas ou participem ou facilitem a execução de atos terroristas; de entidades de propriedade ou controladas direta ou indiretamente por estas pessoas; e de pessoas e entidades que ajam em favor ou orientadas por tais pessoas e entidades, incluindo fundos oriundos ou gerados de bens de propriedade ou que sejam controlados direta ou indiretamente por tais pessoas e pessoas/entidades associadas;
"(d) Proibir seus cidadãos ou quaisquer pessoas ou entidades em seu território de disponibilizar fundos, ativos financeiros, recursos econômicos, serviços financeiros ou correlatos, direta ou indiretamente, para beneficiar pessoas que cometem ou tentam cometer, participem ou facilitem a execução de atos terroristas, de entidades de propriedade ou controladas, direta ou indiretamente, por tais pessoas e pessoas/entidades que ajam em favor ou orientadas por tais pessoas:
"2.Decide que os Estados membros também deverão:
"(a) Abster-se de fornecer qualquer forma de apoio, ativo ou passivo, a entidades ou pessoas envolvidas em atos terroristas, incluindo a supressão de recrutamento de membros de grupos terroristas e eliminando o fornecimento de armas para os terroristas;
"(b) Tomar as medidas necessárias para impedir a execução de atos terroristas, inclusive informando, antecipadamente, outros Estados membros através de troca de informações;
"(c) Negar refúgio seguro para aqueles que financiem, planejem, apóiem ou cometam atos terroristas,;
"(d) Impedir que aqueles que financiam, planejam, facilitam ou cometem atos terroristas usem seus respectivos territórios para propósitos contra outros Estados membros ou seus cidadãos;
"(e) Garantir que qualquer pessoa que participe no financiamento, planejamento, preparação ou execução de atos terroristas ou que apóie tais atos seja julgada e garanta que, além de outras medidas contrárias, tais atos terroristas sejam considerados como graves delitos criminais pelas leis de cada país, e que a gravidade de tais atos se reflita na pena a eles imputada.
"(f) Apoiar um ao outro no processo de investigações ou procedimentos criminais relacionadas com o financiamento ou apoio a atos terroristas, inclusive colaborando no processo de obter evidências que sejam necessárias para estes procedimentos;
"(g) Impedir a movimentação de terroristas ou de grupos terroristas através de eficientes controles de fronteira e controle na emissão de documentos de identidade e passaportes, e através de medidas que impeçam a falsificação e o uso fraudulento de documentos de identidade e de viagem.
"3.Convoca todos os Estados membros a:
"(a) Encontrar meios de intensificar e acelerar a troca de informações operacionais, especialmente as referentes a ações ou movimentações de terroristas ou redes de terrorismo; documentos de viagem falsos ou forjados; tráfico de armas, de explosivos ou de material bélico; uso de tecnologias de comunicação por grupos terroristas; e a ameaça representada pela posse de armamentos de destruição de massa por grupos terroristas;
"(b) Trocar informações de acordo com as leis nacionais e internacionais e cooperar administrativa e judicialmente para impedir a execução de atos terroristas;
"(c) Cooperar, em particular, através de acordos e planos bilaterais e multilaterais para impedir e suprimir ataques terroristas e punir os responsáveis por tais atos;
"(d) Tornar-se membro, o mais rapidamente possível, de todas as convenções e protocolos internacionais relevantes relacionados ao terrorismo, inclusive a Convenção Internacional para a Supressão de Financiamento ao Terrorismo de 9 de dezembro de 1999;
"(e) Aumentar a cooperação e implantar de forma total as convenções e protocolos internacionais relevantes relacionados com o terrorismo e com as resoluções 1269 (1999) e 1368 (20010 do Conselho de Segurança;
"(f) Tomar as medidas adequadas em conformidade com o previsto em leis nacionais e internacionais, incluindo padrões internacionais de direitos humanos, antes de conceder condição de refugiado, com o propósito de assegurar que aquele que solicita refúgio não tenha planejado, facilitado ou participado da execução de atos terroristas;
"(g) Assegurar, em conformidade com leis internacionais, que a condição de refugiado não seja violada por executores, organizadores ou facilitadores de atos terroristas, e que alegações de ordem política não sejam usadas para recusar os pedidos de extradição dos supostos terroristas;
"4. Observa com preocupação a estreita ligação entre o terrorismo internacional e o crime organizado transnacional, drogas ilícitas, lavagem de dinheiro, o tráfico ilegal de armas e a movimentação ilegal de material nuclear, substâncias químicas e biológicas e outras igualmente mortais, e sob este aspecto enfatiza a necessidade de aprimorar a coordenação de esforços a nível nacional, sub-regional, regional e internacional que fortaleçam uma resposta mundial a esta ameaça contra a segurança internacional;
"5. Declara que atos, métodos e práticas de terrorismo são contrários aos propósitos e princípios da Organização das Nações Unidas e que o conhecimento de financiamento, do planejamento e a incitação de atos terroristas também são contrários aos propósitos e princípios da Organização das Nações Unidas;
"6.Decide estabelecer, de acordo com a norma 28 de suas normas de procedimento, o Comitê do Conselho de Segurança, composto de todos os membros do Conselho, para monitorar a implantação desta resolução, com a ajuda de especialistas, e convoca todos os Estados membros a informar a este Conselho as medidas tomadas para a implantação desta resolução, no prazo de 90 dias a partir da data da adoção desta resolução, e a seguir em datas a serem propostas pelo Comitê;
Voltei
Hugo Chávez e Rafael Correa não apenas deixaram de cumprir a sua parte no combate ao terror, como decidiram, eles próprios, promovê-lo, apoiá-lo e financiá-lo. Delinqüentes, nessa história, são os dois bandoleiros. Eles, sim, deveriam estar sendo condenados por Celso Amorim. Acontece que o Brasil não considera as Farcs terroristas, mas um grupo de resistência. Uma resistência que seqüestra, tortura, mata e pratica tráfico de drogas. Aliada do PT no Foro de São Paulo.
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Foro de São Paulo 10 – Rafael Correa admite contato com os terroristas e dá uma desculpa esfarrapada
No post nº 3 desta série, recupero dois textos que escrevi à época em que o ditador venezuelano Hugo Chávez negociava a “libertação” de reféns em poder das Farc. Acusei, então, quase de modo solitário (podem pesquisar), que estávamos diante de um conluio, de uma sociedade, de um acordo de interesses entre os terroristas e o ditador. E, sim, VEA também fez a coisa certa em reportagem. Os dados de um dos laptops de Raúl Reyes, o pançudo morto, não deixam dúvida: Chávez e Rafael Correa, presidente do Equador, são aliados e ativos colaboradores dos terroristas.
A autoridade equatoriana que negociava com as Farc é Gustavo Larrea, ministro do Interior, conforme se noticiou aqui na madrugada de ontem. Venezuela e Equador dizem que os documentos são falsos. É mesmo? Foi preciso que a Colômbia divulgasse o achado para que Larrea e o próprio Correa admitissem que, de fato, negociavam com o terror. Mas agora vem a parte mais interessante: eles afirmam que os contatos com as Farc tinham o objetivo de libertar 12 reféns. Foram adiante: depois da ação da Colômbia, dizem, as negociações não tiveram mais como progredir. Viram só? O real culpado pelos seqüestros praticados pelas Farc seria... Uribe!!! Atenção: em um dos documentos, os terroristas dizem que Correa, de fato, precisava aparecer como tendo libertado ao menos uma pessoa. É a prova provada de que os refèns são mero material de proselitismo dos dois bandidos.
Deixem-me ver se entendi: quer dizer que Larrea negociava a libertação de reféns, mas ao arrepio do governo da Colômbia, é isso? Na surdina, sem que ninguém soubesse? É uma piada.
Entenderam? Os reféns não servem apenas à extorsão e a chantagem das Farc, mas também são joguetes nas mãos de Chávez e Corrêa. Não obstante, o que o Brasil espera que a OEA (Organização dos Estados Americans) debata hoje? O fato de dois países darem apoio logístico ao terror? A exploração política imunda da desgraça dos inocentes seqüestrados? Não! Amorim foi muito claro: ele quer que o governo Uribe peça desculpas: “Correa, perdão por ter matado terroristas do meu país, que você abrigava no seu para que praticassem atentados no meu”. É pura delinqüência.
Esses documentos, que o governo da Colômbia disse estar disposto a submeter a uma perícia internacional, da OEA, põem as coisas em pratos limpos. Explica-se, agora, a reação irada do Beiçola de Caracas diante da morte de Raúl Reyes: ele sabia que seus crimes viriam à tona. Está mais do que evidente, agora, o caráter das tais “missões humanitárias” propostas por Chávez. O governo brasileiro (veja posts de ontem) também exibe as mãos sujas no episódio. Nicolas Sarkozy, presidente da França, prova que, em questões internacionais, não passa, por enquanto, de um bobo alegre.
O Foro
Por que este post está numa seqüência que traz no título a expressão “Foro de São Paulo”? Porque resta evidente que o presidente Álvaro Uribe está enfrentando um alinhamento de países que lhes são hostis. Vai da hostilidade soft, revelada ontem, uma vez mais, pelo ministro Celso Amorim, à hostilidade armada — a das Farc, apoiada por Rafael Correa e financiada por Hugo Chávez.
O Foro (veja texto que publiquei na VEJA a respeito, no post nº 1) tem hoje influência nos governos da Argentina — dinheiro venezuelano financiou a campanha de Cristina Kirchner —, Uruguai, Brasil, Bolívia, Equador e Venezuela e é integrado por praticamente todos os partidos de esquerda da América Latina. Uribe não faz parte da turma. E, por isso, querem derrubá-lo. Inútil: pesquisa de opinião demonstra que 83% dos colombianos apoiaram o ato do governo. Para saber mais a respeito, clique aqui.
Escrito por Reinaldo Azevedo em 04 de março de 2008
Sequência de reportagens de Reinaldo Azevedo sobre o caso Colômbia X Foro de São Paulo.
Fonte: http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/
Os terroristas e a caricatura. Ah, sim: O governo do Equador vinha colaborando com os terroristas
As Farc são parte da Internacional do Terror que opera hoje na América Latina. Ela junta duas drogas: o “socialismo”, de que são entusiastas os presidentes Hugo Chávez (Venezuela), Rafael Corrêa (Equador) e Evo Morales (Bolívia) (C.T. - ei Reinaldo, não esqueça do LULA/PT), e a cocaína dos narcoterroristas. Toda essa gente está submetida a uma orientação política, que lhe é dada pelo Foro de São Paulo, fundado por Lula e Fidel Castro, integrado por movimentos e partidos de esquerda do continente. Ali têm assento, vejam vocês, tanto as Farc de Raúl Reyes, o pançudo morto, como o PT. Sim, o PT. O silêncio cúmplice de parte da imprensa brasileira é uma vergonha que grita.
A loucura da canalha narcocomunista acaba de produzir mais um capítulo. Na operação das forças colombianas que resultou na morte de Reyes, foram apreendidos três computadores que deixam clara a colaboração entre as Farc e o governo equatoriano. É isto mesmo que vocês leram: Rafael Correa, que se faz agora de agravado, colaborava com os narcoterroristas. O principal contato é Gustavo Larrea, ministro do Interior do Equador. Num dos documentos, fala-se da disposição do governo do país de ajudar efetivamente os bandidos na área de fronteira ocupada pela guerrilha; em outro, o próprio Reyes informa que "Larrea, em nome do presidente Correa, tem interesse em oficializar suas relações com as Farc”.
O governo do Equador, ora, ora, nega tais relações. É mesmo? Correa foi à TV, chamou o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, de "mentiroso" e acusou a violação de território. Deslocou soldados para a fronteira e classificou a ação de ato de guerra. É mesmo? Não seria também um “ato de guerra” abrigar terroristas que atacam o vizinho? O aspecto mais patético da fala do delinqüente equatoriano é a afirmação de que os terroristas mortos estavam de pijama. Como se vê, a tranqüilidade era tal, não é?, que eles podiam se despir daqueles uniformes de camuflagem para vestir, sei lá eu, ceroulas de bolinhas. A idéia de que o pançudo, seqüestrador e assassino morreu vestindo uma ceroula de bolinhas deve alimentar o nosso senso de justiça contra esses homicidas.
O cerco de que o presidente Uribe é vítima é de uma canalhice formidável. Recomendam-lhe prudência. Mais: é tratado com visível má vontade, como se demonstrasse intransigência ao não ceder às chantagens do terror. Tem de suportar as censuras de “estadistas” como o também “forista” Daniel Ortega, aquele das orelhas grandes e idéias curtas. “As orelhas do outro agora são uma categoria política, Reinaldo?” Não! São uma caricatura, assim como a ceroula e bolinhas do pançudo ou os arroubos do Beiçola de Caracas.
Deus do céu! Estamos num teatro de horrores. Forças comprovadamente terroristas são tratadas por governos latino-americanos e por pelo menos um europeu — o da França — como um grupo com o qual se pode dialogar e negociar.
Uribe fez bem. Ao abrigar terroristas, fornecer-lhes apoio e manter com eles um “entendimento”, quem declarou guerra à Colômbia foi o Equador. É isto mesmo: é para buscar os facínoras onde eles estiverem. Com suas ceroulas de bolinhas.
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Até quando se vai silenciar sobre a Internacional do Terror na América Latina? Leiam o que dizia o terrorista pançudo
Como noticiei no começo desta madrugada, o governo colombiano tem evidências de que a corja bolivariana de Rafael Correa, presidente do Equador, negocia com as Farc. Sim, o continente continuará a ignorar o óbvio e o que está aos olhos de toda gente: os movimentos de esquerda da América Latina — no caso da Colômbia, misturados ao narcoterrorismo — têm uma central para definir suas estratégias: o Foro de São Paulo.
As esquerdas, como sempre, conseguiram submeter a verdade ao ridículo, transformando-a numa espécie de delírio conspiratório. “Ah, quem fala do Foro no Brasil?” E logo respondem: “Ah, o Olavo de Carvalho, o Reinaldo, esses malucos”.
É mesmo? Lula já discursou no Foro e saudou os governos alinhados com seus princípios. O vídeo feito para o 3º Congresso do PT no ano passado mostra os países caindo sob o domínio do foro, uma espécie de Teoria do Dominó. Em 2003, o narcoterrorista morto pelas forças democráticas da Colômbia concedeu uma entrevista a Fabiano Maisonnave, da Folha. Leia trecho. Volto depois:
(...)
Folha - Vocês têm buscado contato com o governo Lula?
Reyes - Estamos tentando estabelecer -ou restabelecer- as mesmas relações que tínhamos antes, quando ele era apenas o candidato do PT à Presidência.
Folha - O sr. conheceu Lula?
Reyes - Sim, não me recordo exatamente em que ano, foi em San Salvador, em um dos Foros de São Paulo.
Folha - Houve uma conversa?
Reyes - Sim, ficamos encarregados de presidir o encontro. Desde então, nos encontramos em locais diferentes e mantivemos contato até recentemente. Quando ele se tornou presidente, não pudemos mais falar com ele.
Folha - Qual foi a última vez que o sr. falou com ele?
Reyes - Não me lembro exatamente. Faz uns três anos.
Folha - Fora do governo, quais são os contatos das Farc no Brasil?
Reyes - As Farc têm contatos não apenas no Brasil com distintas forças políticas e governos, partidos e movimentos sociais. Na época do presidente [Fernando Henrique] Cardoso, tínhamos uma delegação no Brasil.
Folha - O sr. pode nomear as mais importantes?
Reyes - Bem, o PT, e, claro, dentro do PT há uma quantidade de forças; os sem-terra, os sem-teto, os estudantes, sindicalistas, intelectuais, sacerdotes, historiadores, jornalistas...
Folha - Quais intelectuais?
Reyes - [O sociólogo] Emir Sader, frei Betto [assessor especial de Lula] e muitos outros.
(...)
Folha - Qual é a relação entre as Farc e os traficantes que compram droga dos camponeses?
Reyes - As Farc cobram imposto desses comerciantes, que compram dos camponeses. Não apenas dos que vendem coca, mas também dos que produzem grandes quantidades de soja, arroz, milho. Não se cobra dos camponeses, mas dos comerciantes.
(...)
Íntegra da entrevista aqui
Voltei
Como? Não me digam que os humanistas Frei Betto e Emir Sader eram amigos da canalha terrorista!!! Estou tão surpreso! O dito “religioso” não quer apenas o bem da humanidade segundo os princípios cristãos? O que ele faz falando com gente que seqüestra, tortura e mata? E os Emirados Sáderes? O nascoterror virou um atalho para o socialismo?
Chegou a hora de expor às claras essa coordenação continental entre as esquerdas da América Latina, que, vejam só!, podem ir do mercadismo, como a brasileira, ao terrorismo, como as Farc. Um mesmo ente as reúne. É por isso que o presidente Álvaro Uribe, que preside o país que é a verdadeira vítima desse processo, está sendo levado a se explicar. Por quê? Será porque caçou um terrorista que passava seus dias, a exemplo de seus companheiros, planejando seqüestros e assassinatos?
Vejam a posição do Itamaraty: é, para dizer pouco, pusilânime. E, por pusilânime, é, então, favorável ao terror. O governo brasileiro não disse, até agora, o óbvio: as Farc são um grupo terrorista. E não disse, entre outras razões, porque o partido do presidente divide com a organização a mesa do Foro de São Paulo. Mais do que isso: Lula é o pai da criança, junto com Fidel Castro. A mãe é a impostura esquerdopata (C.T. - e porque se o Governo Federal reconhecer qualquer um do FORO DE SÃO PAULO como grupo fora-da-lei o PT está, AUTOMATICAMENTE, extinto pois nossa Constituição Federal assim determina quando partidos políticos mantém relações com grupos fora-da-lei, Reinaldo).
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O governo brasileiro já tem uma posição: de joelhos para o terror
Cantei a bola, não foi?
A reação do ministro Celso Amorim, que traz a posição oficial do governo brasileiro — e a posição oficial do governo brasileiro é de joelhos para o terrorismo — é qual? Censura à Colômbia. Isto mesmo: o Equador abriga terroristas; há evidências de que um acordo estava em curso, mas Amorim quer falar da invasão de fronteira.
Um governo que dá guarida a terroristas reconhece fronteiras? Dizer o quê? O Itamaraty, nesse caso, repete aquela que tem sido a sua política constante: apoio a delinqüentes.
Segundo Amorim, o tema principal a ser debatido pela OEA não é a proteção ao terror garantida pelo Equador ou a ameaça de guerra de Chávez. Não, não. O tema principal é a invasão da fronteira equatoriana. Ele também disse que o Brasil quer uma solução para a crise. Não se disse uma miserável palavra de censura às Farc. Nada!
Rafael Correa abriga terroristas, mas Amorim quer que a Colômbia peça desculpas sem condicionantes.
Querem saber de uma coisa? O comportamento do governo brasileiro consegue ser mais asqueroso do que o do Beiçola de Caracas.
A diplomacia brasileira nunca desceu tão baixo.
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Envie seu protesto ao Itamaraty e ao Senado contra a o apoio covarde do governo brasileiro às Farc e aos filoterroristas Chávez e Correa
Em linguagem respeitosa, envie o seu protesto ao Itamaraty contra a posição do governo brasileiro em face da agressão de que é vítima o povo colombiano. Envie os e-mails para os seguintes departamentos:
- Assessoria de Imprensa do Gabinete do ministro Celso Amorim - imprensa@mre.gov.br
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- DEA - Divisão da Organização dos Estados Americanos - dea@mre.gov.br
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- DHS - Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais - dhs@mre.gov.br
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Envie, depois, uma cópia de seu protesto para a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. Não é preciso mandar cópia a todos os membros. Basta que ela chegue ao senador Heráclito Fortes (DEM-PI), o presidente. O e-mail do senador é este: heraclito.fortes@senador.gov.br
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Espalhe esses endereços na rede.
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Celso Amorim Chega ao limite da estupidez. E dá mais um passo
A delinqüência teórica de Celso Amorim não tem limites. Usando o método Lula de argumentação — escolher sempre a metáfora mais rasa, mais chinfrim, mais tonta —, quando alguém “entra na sua casa”, primeiro pede desculpa e depois se vê por quê. É? Já que temos de ignorar o Direito Internacional para ficar em alegoria doméstica, vamos lá. Se Celso Amorim fosse meu vizinho e usasse a sua casa para jogar cocô, bomba ou meleca na minha, eu primeiro acionaria a Polícia. Se a Polícia não fizesse nada, eu iria lá, invadiria a sua casa e o cobriria de porrada. A minha comparação é vagabunda, mas a de Amorim também é. Estou argumentando segundo o gosto da casa. E com um detalhe: a quem Álvaro Uribe poderia apelar — cadê a polícia dessa alegoria? — para coibir as ações do filoterrorista Rafael Correa?
Sabem por que o chicaneiro de Caracas deu chilique? Porque ele sabe que tem culpa no cartório. Está com medo das informações que sairão dos laptops do Raúl Reyes, o terrorista pançudo, o que dormia no Equador com ceroulão de bolinhas.
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Foro de São Paulo 1 – O meu artigo de janeiro na VEJA
http://www.endireitar.org/content/view/228/76/
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Foro de São Paulo 2 – Merval Pereira rompe o silêncio no rádio
O mal original é o mito da revolução, conforme escrevi na revista VEJA na semana passada. Leiam lá. Afirmo que ele justifica tudo, até os mensaleiros brasileiros. Alguns jornalistas têm coragem de romper o silêncio para lembrar o óbvio: o Foro de São Paulo é a organização que junta as Farc, Chávez, Rafael Correa, Evo Morales e, ó surpresa!, o PT (C.T. - surpresa nenhuma, basta ler o que o próprio Reinaldo escreveu ali em cima, começando com "O mal original..."). As esquerdas querem criar o seu clubinho? Tudo bem! Quando se admitem terroristas e traficantes como membros, então é associação para o crime.
Mesmo assim, impera o silêncio a respeito. Ontem, falando a Carlos Alberto Sardenberg, na CBN, o jornalista Merval Pereira, colunista de O Globo, tratou do assunto. Para ouvir a conversa, clique aqui.
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Foro de São Paulo 3 – O que eu disse e o que eles disseram
No post lá do ato, o de nº 9, fica evidente que os delinqüentes Hugo Chávez e Rafael Correa usam os reféns das Farc para fazer política. E isso os tonra nada menos do que parceiros do terror. Vamos fazer uma experiência? Coloquem no Google o nome de alguns analistas do jornalismo “nem-nem” (a turma do nem isso nem aquilo) e tentem saber como os luminares tratavam as “negociações” de Chávez com as Farc para libertar reféns no fim do ano passado e início deste. Bem, aqui no blog, eu escrevia coisas como esta:
No dia 27 de dezembro de 2008:
Não. Não é a primeira vez que a estupidez toma conta do mundo, de vários atores ao mesmo tempo, das mais variadas tendências e com moralidades as mais diversas. Refiro-me à “concertação” internacional (como diria Tarso Genro), liderada por Hugo Chávez, para libertar os reféns feitos pelas Farc. Comecemos pelo óbvio: todas as hostilidades do bufão de Caracas, até hoje, foram dirigidas contra o governo constitucional da Colômbia; jamais contra a guerrilha. O ditador venezuelano diz querer conversar com o líder dos narcoterroristas. Chávez (C.T. - e LULA) são aliados dos bandidos, não é negociador coisa nenhuma. Ao governo da Colômbia, dada a pressão internacional energúmena, bucéfala, estúpida, não restou outra saída a não ser aceitar essa “negociação”, que contará com observadores de outros países, inclusive do Brasil. Fazer o quê? Mas é um absurdo sem medida. As Farc, que vivem do tráfico de drogas, do seqüestro, do assassinato, da chantagem, da violência, tornam-se, assim, vejam só, interlocutoras de governo legalmente constituídos. Ora, a negociação só caminhou para este terreno porque os bandidos, incluindo Chávez, viram no episódio um momento excepcional para fazer seu proselitismo. E é justamente a apologia da bandidagem política que Chávez pretende fazer.
No dia 1º de janeiro, sobre a participação de Marco Aurélio Garcia na pantomima chavista para “libertar” os reféns.
A delinqüência moral das Farc e de Hugo Chávez, nesse episódio da libertação que não houve dos reféns, está à altura dos trajes de Marco Aurélio Top Top Garcia para visitar o coração das trevas. Parecia um desses caudilhos latino-americanos do século passado, com seu ar enfatuado, conferindo-se ares de grande negociador de causas mundiais. O ridículo deste senhor não conhece limites. É mais um desses trastes sem superego que superpovoam o governo Lula. É nojento. Sim, certas coisas são de dar medo. O mundo assiste, impassível, a um espetáculo degradante, que transforma a vida de três pessoas – e também a dos demais reféns, que não entraram nessa “negociação” – em matéria do mais vagabundo proselitismo. Sabemos o que fazem nesse meio o Brasil e a Argentina, por exemplo. Mas não a França. Para proteger uma cidadã que também tem nacionalidade francesa, Nicolas Sarkozy comete um erro grave, indigno de sua trajetória até aqui.
Essa “negociação”, por enquanto calculadamente emperrada, é uma barbaridade: trata-se de um assalto à legalidade, ao bom senso, ao estado democrático de direito, à civilidade. Os países que aceitaram ser “observadores” dessa pantomima estão legitimando o terrorismo e igualando narcotraficantes ao governo legal e constitucional da Colômbia. É o que faz, por exemplo, uma nota do Itamaraty ao lamentar o insucesso da operação.
"Insucesso”? Depende. O que se queria? Libertar os reféns? Não necessariamente. Isso é mero pretexto. A vida dessas pessoas é apenas instrumental. O objetivo do ditador venezuelano é retirar autoridade de Álvaro Uribe, presidente da Colômbia, transformando-o, vejam que ironia, num REFÉM POLÍTICO EM SEU PRÓPRIO PAÍS. Por que afirmo isso? Observem que o coronel amigo dos terroristas atribuiu ao outro o insucesso da operação. O presidente teria de ficar trancado em palácio e dar livre trânsito às Farc, que passariam, então, a governar a Colômbia em parceria com... Chávez. Só assim três – e apenas três – pessoas seriam libertadas, restando, ademais, a dúvida se o garoto Emmanuel, filho de Clara Rojas, nascido em cativeiro, está mesmo entre elas.
Chávez tripudia sobre o desespero dos familiares, que se agarram, como seria de se esperar, à sua mediação. Nunca – notem bem: nunca – um governante usou de instrumento tão sujo, tão asqueroso, para, “pacificamente”, se meter na política interna de um outro país. Isso quando a Venezuela é, na América Latina, o segundo país com o maior número de reféns – perde justamente para a Colômbia, onde há a guerrilha. Caracas é a capital mais violenta do continente, com o maior número de assassinatos por 100 mil habitantes. E o meliante se atreve a enfiar o nariz em assuntos alheios!
Ao comentar o “insucesso” da negociação, além de atacar Uribe, o ditador da Venezuela afirmou que pode recorrer a outros métodos para libertar os reféns se os pacíficos falharem. O que terá querido dizer o bandido? Vai criar alguma força de assalto para invadir um país estrangeiro? Vai entrar em confronto armado com seus coleguinhas narcoterroristas?
Nem o Irã, que é a matriz do terrorista Hezbollah, que atua no Líbano, assumiu, em relação àquela força, o papel que Chávez se atribui nas “conversações” com as Farc. Sob o silêncio cúmplice e abestalhado do mundo. Pobres reféns! Para arremate de todos os males, ainda contam com a clarividente colaboração de Marco Aurélio Top Top Garcia, a ilustração bufa do coração das trevas.
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Foro de São Paulo 4 – Esclarecido o segredo da ceroula de bolinhas
Por que diabos um guerrilheiro dormiria de pijama, que estou chamando de “ceroula de bolinhas”? Está tudo esclarecido. Ontem, o chefe da Polícia Nacional da Colômbia, general Oscar Naranjo, demonstrou, com imagens, que o acampamento dos terroristas do Equador não era uma cabaninha improvisada, não. Tratava-se mesmo de uma instalação para longa permanência, o que evidencia a conivência do governo equatoriano com as Farc. Mas Celso Amorim, já sabemos, quer um pedido de desculpas da Colômbia.
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Foro de São Paulo 6 – A questão do urânio. E os vídeos
Se vocês clicarem aqui, terão acesso a vários vídeos sobre o episódio, inclusive àquele em que o chefe da Polícia Nacional da Colômbia, general Oscar Naranjo, relata que, no computador de Raúl Reyes, há um documento demonstrando que as Farc estavam interessadas em comprar 50 quilos de urânio. Urânio? Urânio pra quê?
Sabe-se que o material serve à fabricação das chamadas “armas sujas”. Fariam elas mesmas as ditas-cujas? Duvido. Mas isso daria à organização o status de player internacional no mundo do terror. (C.T. - lembremos que o PT mantém relações com o Partido Baath do SADDAM HUSSEIN e, portanto, através do FORO DE SÃO PAULO não seria impossível este urânio ir para as mãos daqueles outros dementes também). Naranjo observa, e está correto, que o episódio demonstra que combater as Farc não é mais um problema apenas da Colômbia. O interesse é do continente e, de fato, de todo o mundo.
Amorim já sabia disso quando concedeu ontem aquela entrevista estúpida? Já. E, não obstante, não deu um pio a respeito.
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Foro de São Paulo 9 – Chávez e Correa desrespeitam Resolução 1373 do Conselho de Segurança da ONU
Editorial da Folha de hoje censura o governo da Colômbia, embora reconheça que as Farc formam uma “súcia”. “Súcia” é pouco. Trata-se de uma organização terrorista. Alguém criticou os Estados Unidos quando o país foi buscar os terroristas do 11 de Setembro no Afeganistão? Ademais, Venezuela e Equador desrespeitam a Resolução 1373 da ONU. Esses dois países é que têm de ser denunciados.
No dia 28 de setembro de 2001, por unanimidade, foi adotada a resolução com o objetivo de suprimir o financiamento ao terrorismo. ATENÇÃO: o texto prevê que aqueles que colaboram com o terror devem ser levados a julgamento.
Segue, abaixo, trecho da resolução. Volto em seguida:
"Agindo de acordo com o capítulo VII do estatuto da Organização das Nações Unidas,
"1. Decide que todos os Estados membros deverão:
"(a) Impedir e suprimir o financiamento de atos terroristas;
"(b) Criminalizar a provisão ou a coleta intencional, por quaisquer meios, direta ou indiretamente, de fundos por seus cidadãos ou em seus territórios com a intenção de que estes fundos sejam usados, ou que se saiba que estes fundos são usados para a prática de atos terroristas
"(c) Congelar sem demora fundos ou outros ativos financeiros ou recursos econômicos de pessoas que cometam ou tentam cometer atos terroristas ou participem ou facilitem a execução de atos terroristas; de entidades de propriedade ou controladas direta ou indiretamente por estas pessoas; e de pessoas e entidades que ajam em favor ou orientadas por tais pessoas e entidades, incluindo fundos oriundos ou gerados de bens de propriedade ou que sejam controlados direta ou indiretamente por tais pessoas e pessoas/entidades associadas;
"(d) Proibir seus cidadãos ou quaisquer pessoas ou entidades em seu território de disponibilizar fundos, ativos financeiros, recursos econômicos, serviços financeiros ou correlatos, direta ou indiretamente, para beneficiar pessoas que cometem ou tentam cometer, participem ou facilitem a execução de atos terroristas, de entidades de propriedade ou controladas, direta ou indiretamente, por tais pessoas e pessoas/entidades que ajam em favor ou orientadas por tais pessoas:
"2.Decide que os Estados membros também deverão:
"(a) Abster-se de fornecer qualquer forma de apoio, ativo ou passivo, a entidades ou pessoas envolvidas em atos terroristas, incluindo a supressão de recrutamento de membros de grupos terroristas e eliminando o fornecimento de armas para os terroristas;
"(b) Tomar as medidas necessárias para impedir a execução de atos terroristas, inclusive informando, antecipadamente, outros Estados membros através de troca de informações;
"(c) Negar refúgio seguro para aqueles que financiem, planejem, apóiem ou cometam atos terroristas,;
"(d) Impedir que aqueles que financiam, planejam, facilitam ou cometem atos terroristas usem seus respectivos territórios para propósitos contra outros Estados membros ou seus cidadãos;
"(e) Garantir que qualquer pessoa que participe no financiamento, planejamento, preparação ou execução de atos terroristas ou que apóie tais atos seja julgada e garanta que, além de outras medidas contrárias, tais atos terroristas sejam considerados como graves delitos criminais pelas leis de cada país, e que a gravidade de tais atos se reflita na pena a eles imputada.
"(f) Apoiar um ao outro no processo de investigações ou procedimentos criminais relacionadas com o financiamento ou apoio a atos terroristas, inclusive colaborando no processo de obter evidências que sejam necessárias para estes procedimentos;
"(g) Impedir a movimentação de terroristas ou de grupos terroristas através de eficientes controles de fronteira e controle na emissão de documentos de identidade e passaportes, e através de medidas que impeçam a falsificação e o uso fraudulento de documentos de identidade e de viagem.
"3.Convoca todos os Estados membros a:
"(a) Encontrar meios de intensificar e acelerar a troca de informações operacionais, especialmente as referentes a ações ou movimentações de terroristas ou redes de terrorismo; documentos de viagem falsos ou forjados; tráfico de armas, de explosivos ou de material bélico; uso de tecnologias de comunicação por grupos terroristas; e a ameaça representada pela posse de armamentos de destruição de massa por grupos terroristas;
"(b) Trocar informações de acordo com as leis nacionais e internacionais e cooperar administrativa e judicialmente para impedir a execução de atos terroristas;
"(c) Cooperar, em particular, através de acordos e planos bilaterais e multilaterais para impedir e suprimir ataques terroristas e punir os responsáveis por tais atos;
"(d) Tornar-se membro, o mais rapidamente possível, de todas as convenções e protocolos internacionais relevantes relacionados ao terrorismo, inclusive a Convenção Internacional para a Supressão de Financiamento ao Terrorismo de 9 de dezembro de 1999;
"(e) Aumentar a cooperação e implantar de forma total as convenções e protocolos internacionais relevantes relacionados com o terrorismo e com as resoluções 1269 (1999) e 1368 (20010 do Conselho de Segurança;
"(f) Tomar as medidas adequadas em conformidade com o previsto em leis nacionais e internacionais, incluindo padrões internacionais de direitos humanos, antes de conceder condição de refugiado, com o propósito de assegurar que aquele que solicita refúgio não tenha planejado, facilitado ou participado da execução de atos terroristas;
"(g) Assegurar, em conformidade com leis internacionais, que a condição de refugiado não seja violada por executores, organizadores ou facilitadores de atos terroristas, e que alegações de ordem política não sejam usadas para recusar os pedidos de extradição dos supostos terroristas;
"4. Observa com preocupação a estreita ligação entre o terrorismo internacional e o crime organizado transnacional, drogas ilícitas, lavagem de dinheiro, o tráfico ilegal de armas e a movimentação ilegal de material nuclear, substâncias químicas e biológicas e outras igualmente mortais, e sob este aspecto enfatiza a necessidade de aprimorar a coordenação de esforços a nível nacional, sub-regional, regional e internacional que fortaleçam uma resposta mundial a esta ameaça contra a segurança internacional;
"5. Declara que atos, métodos e práticas de terrorismo são contrários aos propósitos e princípios da Organização das Nações Unidas e que o conhecimento de financiamento, do planejamento e a incitação de atos terroristas também são contrários aos propósitos e princípios da Organização das Nações Unidas;
"6.Decide estabelecer, de acordo com a norma 28 de suas normas de procedimento, o Comitê do Conselho de Segurança, composto de todos os membros do Conselho, para monitorar a implantação desta resolução, com a ajuda de especialistas, e convoca todos os Estados membros a informar a este Conselho as medidas tomadas para a implantação desta resolução, no prazo de 90 dias a partir da data da adoção desta resolução, e a seguir em datas a serem propostas pelo Comitê;
Voltei
Hugo Chávez e Rafael Correa não apenas deixaram de cumprir a sua parte no combate ao terror, como decidiram, eles próprios, promovê-lo, apoiá-lo e financiá-lo. Delinqüentes, nessa história, são os dois bandoleiros. Eles, sim, deveriam estar sendo condenados por Celso Amorim. Acontece que o Brasil não considera as Farcs terroristas, mas um grupo de resistência. Uma resistência que seqüestra, tortura, mata e pratica tráfico de drogas. Aliada do PT no Foro de São Paulo.
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Foro de São Paulo 10 – Rafael Correa admite contato com os terroristas e dá uma desculpa esfarrapada
No post nº 3 desta série, recupero dois textos que escrevi à época em que o ditador venezuelano Hugo Chávez negociava a “libertação” de reféns em poder das Farc. Acusei, então, quase de modo solitário (podem pesquisar), que estávamos diante de um conluio, de uma sociedade, de um acordo de interesses entre os terroristas e o ditador. E, sim, VEA também fez a coisa certa em reportagem. Os dados de um dos laptops de Raúl Reyes, o pançudo morto, não deixam dúvida: Chávez e Rafael Correa, presidente do Equador, são aliados e ativos colaboradores dos terroristas.
A autoridade equatoriana que negociava com as Farc é Gustavo Larrea, ministro do Interior, conforme se noticiou aqui na madrugada de ontem. Venezuela e Equador dizem que os documentos são falsos. É mesmo? Foi preciso que a Colômbia divulgasse o achado para que Larrea e o próprio Correa admitissem que, de fato, negociavam com o terror. Mas agora vem a parte mais interessante: eles afirmam que os contatos com as Farc tinham o objetivo de libertar 12 reféns. Foram adiante: depois da ação da Colômbia, dizem, as negociações não tiveram mais como progredir. Viram só? O real culpado pelos seqüestros praticados pelas Farc seria... Uribe!!! Atenção: em um dos documentos, os terroristas dizem que Correa, de fato, precisava aparecer como tendo libertado ao menos uma pessoa. É a prova provada de que os refèns são mero material de proselitismo dos dois bandidos.
Deixem-me ver se entendi: quer dizer que Larrea negociava a libertação de reféns, mas ao arrepio do governo da Colômbia, é isso? Na surdina, sem que ninguém soubesse? É uma piada.
Entenderam? Os reféns não servem apenas à extorsão e a chantagem das Farc, mas também são joguetes nas mãos de Chávez e Corrêa. Não obstante, o que o Brasil espera que a OEA (Organização dos Estados Americans) debata hoje? O fato de dois países darem apoio logístico ao terror? A exploração política imunda da desgraça dos inocentes seqüestrados? Não! Amorim foi muito claro: ele quer que o governo Uribe peça desculpas: “Correa, perdão por ter matado terroristas do meu país, que você abrigava no seu para que praticassem atentados no meu”. É pura delinqüência.
Esses documentos, que o governo da Colômbia disse estar disposto a submeter a uma perícia internacional, da OEA, põem as coisas em pratos limpos. Explica-se, agora, a reação irada do Beiçola de Caracas diante da morte de Raúl Reyes: ele sabia que seus crimes viriam à tona. Está mais do que evidente, agora, o caráter das tais “missões humanitárias” propostas por Chávez. O governo brasileiro (veja posts de ontem) também exibe as mãos sujas no episódio. Nicolas Sarkozy, presidente da França, prova que, em questões internacionais, não passa, por enquanto, de um bobo alegre.
O Foro
Por que este post está numa seqüência que traz no título a expressão “Foro de São Paulo”? Porque resta evidente que o presidente Álvaro Uribe está enfrentando um alinhamento de países que lhes são hostis. Vai da hostilidade soft, revelada ontem, uma vez mais, pelo ministro Celso Amorim, à hostilidade armada — a das Farc, apoiada por Rafael Correa e financiada por Hugo Chávez.
O Foro (veja texto que publiquei na VEJA a respeito, no post nº 1) tem hoje influência nos governos da Argentina — dinheiro venezuelano financiou a campanha de Cristina Kirchner —, Uruguai, Brasil, Bolívia, Equador e Venezuela e é integrado por praticamente todos os partidos de esquerda da América Latina. Uribe não faz parte da turma. E, por isso, querem derrubá-lo. Inútil: pesquisa de opinião demonstra que 83% dos colombianos apoiaram o ato do governo. Para saber mais a respeito, clique aqui.
Respeitem a dor do povo colombiano, Sr. Amorim e Sr. Lula da Silva!
Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Segunda-feira, 3 de Março de 2008
AMORIM DIZ QUE COLÔMBIA DEVE “PEDIDO DE DESCULPA” AO EQUADOR
Para o ministro, governo colombiano deve formalizar as desculpas para conter a crise gerada pelo ataque às Farc. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, condenou em Brasília nesta segunda-feira, 3, o ataque militar colombiano aos rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no último sábado, 1º, acrescentando que Bogotá deve um pedido de desculpas formal."A violação territorial é muito séria e precisa ser condenada", afirmou o ministro. "O Brasil condena qualquer violação de território." FSP
COMENTÁRIO:
A questão crucial desse imbróglio é que o Chávez financia e fornece armas a guerrilha, e o Rafael Correa, do Equador, também negocia e protege os terroristas dentro do território equatoriano. A possível violação territorial da Colômbia, coisa que o presidente da Álvaro Uribe rebateu, é o detalhe mais ridículo dessa história. Essa gritaria não passa de cortina de fumaça para tentar desviar a opinião pública do verdadeiro crime hediondo que está sendo cometido pelos presidentes da Venezuela e do Equador.
O fato é: quem dá guarida a criminoso, criminoso é! Mais um pouco, e Lula da Silva e seu corpo “dipromático”, também fazem 01 minuto de silêncio em homenagem ao companheiro morto, do Foro de São Paulo, Raul Reys.
Tenham vergonha na cara! Respeitem a dor de um povo que vive refém nas mãos desses facínoras. Por Gaúcho/Gabriela
ENVIEM SEU PROTESTO AO ITAMARATY E AO SENADO
(Sugestão do Reinaldo Azevedo)
Envie seu protesto contra a o apoio covarde do governo brasileiro às Farc e aos filoterroristas Chávez e Correa Em linguagem respeitosa, envie o seu protesto ao Itamaraty contra a posição do governo brasileiro em face da agressão de que é vítima o povo colombiano. Envie os e-mails para os seguintes departamentos:
- Assessoria de Imprensa do Gabinete do ministro Celso Amorim
imprensa@mre.gov.br
- DEA - Divisão da Organização dos Estados Americanos
dea@mre.gov.br
- DHS - Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais
dhs@mre.gov.br
Envie, depois, uma cópia de seu protesto para a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. Não é preciso mandar cópia a todos os membros. Basta que ela chegue ao senador Heráclito Fortes (DEM-PI), o presidente.O e-mail do senador é este:
heraclito.fortes@senador.gov.br
Espalhe esses endereços na rede.
Segunda-feira, 3 de Março de 2008
AMORIM DIZ QUE COLÔMBIA DEVE “PEDIDO DE DESCULPA” AO EQUADOR
Para o ministro, governo colombiano deve formalizar as desculpas para conter a crise gerada pelo ataque às Farc. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, condenou em Brasília nesta segunda-feira, 3, o ataque militar colombiano aos rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no último sábado, 1º, acrescentando que Bogotá deve um pedido de desculpas formal."A violação territorial é muito séria e precisa ser condenada", afirmou o ministro. "O Brasil condena qualquer violação de território." FSP
COMENTÁRIO:
A questão crucial desse imbróglio é que o Chávez financia e fornece armas a guerrilha, e o Rafael Correa, do Equador, também negocia e protege os terroristas dentro do território equatoriano. A possível violação territorial da Colômbia, coisa que o presidente da Álvaro Uribe rebateu, é o detalhe mais ridículo dessa história. Essa gritaria não passa de cortina de fumaça para tentar desviar a opinião pública do verdadeiro crime hediondo que está sendo cometido pelos presidentes da Venezuela e do Equador.
O fato é: quem dá guarida a criminoso, criminoso é! Mais um pouco, e Lula da Silva e seu corpo “dipromático”, também fazem 01 minuto de silêncio em homenagem ao companheiro morto, do Foro de São Paulo, Raul Reys.
Tenham vergonha na cara! Respeitem a dor de um povo que vive refém nas mãos desses facínoras. Por Gaúcho/Gabriela
ENVIEM SEU PROTESTO AO ITAMARATY E AO SENADO
(Sugestão do Reinaldo Azevedo)
Envie seu protesto contra a o apoio covarde do governo brasileiro às Farc e aos filoterroristas Chávez e Correa Em linguagem respeitosa, envie o seu protesto ao Itamaraty contra a posição do governo brasileiro em face da agressão de que é vítima o povo colombiano. Envie os e-mails para os seguintes departamentos:
- Assessoria de Imprensa do Gabinete do ministro Celso Amorim
imprensa@mre.gov.br
- DEA - Divisão da Organização dos Estados Americanos
dea@mre.gov.br
- DHS - Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais
dhs@mre.gov.br
Envie, depois, uma cópia de seu protesto para a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. Não é preciso mandar cópia a todos os membros. Basta que ela chegue ao senador Heráclito Fortes (DEM-PI), o presidente.O e-mail do senador é este:
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URGE LIBERTAR-SE DE CHÁVEZ
Do portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA
Alejandro Peña Esclusa
Ex-Candidato a Presidente da Venezuela, Presidente da Organização Fuerza Solidaria, Consultor do FDR
Caracas, 3 de março de 2008
Os fatos ocorridos durante as últimas 72 horas, demonstram sem deixar dúvidas o que venho denunciando desde o ano de 1995: que Chávez é – e sempre foi – um agente da guerrilha colombiana.
Se bem que até há poucos meses Chávez havia dissimulado sua relação com as FARC, hoje a manifesta pública e descaradamente, ao ponto de estar disposto a enviar à morte milhares de venezuelanos, em uma guerra inútil e injustificada com a Colômbia, só para vingar a morte de seu aliado e amigo Raúl Reyes.
Muitos pensam que uma guerra com a Colômbia é improvável e que o envio de tropas à fronteira é mais uma palhaçada de Chávez; porém, não se pode deixá-lo a seu livre arbítrio. Sua permanência no poder constitui um risco permanente, sobretudo pelo estado irracional em que se encontra.
Em seu estado de ânimo, Chávez é capaz de cometer ações sumamente perigosas, desde agitar seus sócios do Foro de São Paulo para cercar a Colômbia, até fornecer armamento de ponta à guerrilha, para que leve a cabo um ataque de retaliação pela morte de Reyes.
Em outras palavras, embora Uribe queira evitar uma confrontação, é possível que Chávez não lhe deixe outro caminho. Como venho explicando em meus últimos artigos, muito antes que esta crise estourasse, existem mecanismos democráticos e constitucionais para libertar-se de Chávez, porém isso necessita de um grande acordo nacional, seguido de mobilizações populares generalizadas. As novas circunstâncias obrigam a acelerar o processo de sua saída.
Por sua parte, os militares venezuelanos terão que tomar uma decisão: morrer absurdamente na fronteira para defender os interesses das FARC, ou exigir que Chávez deponha sua atitude belicista.
Artigos relacionados:
1 ¡Ni un día más! – disponível em http://www.fuerzasolidaria.org/WebFS/Escritos?NiUnDiaMas.htm
2. Mecanismo de reemplazo – disponivel em http://www.fuerzasolidaria.org/WebFS/Escritos/MecanismoDeReemplazo.htm
Tradução: Graça Salgueiro
Alejandro Peña Esclusa
Ex-Candidato a Presidente da Venezuela, Presidente da Organização Fuerza Solidaria, Consultor do FDR
Caracas, 3 de março de 2008
Os fatos ocorridos durante as últimas 72 horas, demonstram sem deixar dúvidas o que venho denunciando desde o ano de 1995: que Chávez é – e sempre foi – um agente da guerrilha colombiana.
Se bem que até há poucos meses Chávez havia dissimulado sua relação com as FARC, hoje a manifesta pública e descaradamente, ao ponto de estar disposto a enviar à morte milhares de venezuelanos, em uma guerra inútil e injustificada com a Colômbia, só para vingar a morte de seu aliado e amigo Raúl Reyes.
Muitos pensam que uma guerra com a Colômbia é improvável e que o envio de tropas à fronteira é mais uma palhaçada de Chávez; porém, não se pode deixá-lo a seu livre arbítrio. Sua permanência no poder constitui um risco permanente, sobretudo pelo estado irracional em que se encontra.
Em seu estado de ânimo, Chávez é capaz de cometer ações sumamente perigosas, desde agitar seus sócios do Foro de São Paulo para cercar a Colômbia, até fornecer armamento de ponta à guerrilha, para que leve a cabo um ataque de retaliação pela morte de Reyes.
Em outras palavras, embora Uribe queira evitar uma confrontação, é possível que Chávez não lhe deixe outro caminho. Como venho explicando em meus últimos artigos, muito antes que esta crise estourasse, existem mecanismos democráticos e constitucionais para libertar-se de Chávez, porém isso necessita de um grande acordo nacional, seguido de mobilizações populares generalizadas. As novas circunstâncias obrigam a acelerar o processo de sua saída.
Por sua parte, os militares venezuelanos terão que tomar uma decisão: morrer absurdamente na fronteira para defender os interesses das FARC, ou exigir que Chávez deponha sua atitude belicista.
Artigos relacionados:
1 ¡Ni un día más! – disponível em http://www.fuerzasolidaria.org/WebFS/Escritos?NiUnDiaMas.htm
2. Mecanismo de reemplazo – disponivel em http://www.fuerzasolidaria.org/WebFS/Escritos/MecanismoDeReemplazo.htm
Tradução: Graça Salgueiro
segunda-feira, 3 de março de 2008
NOVA DENÚNCIA - General revela os negócios de Chávez com as FARC
Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
NEGÓCIOS QUE ENVOLVEM ARMAS, MILHÕES DE DÓLARES E URÂNIO
O General Oscar Naranjo está apresentando documentos e fotografias contidas nos PC de Raúl Reyes, que provam fortes ligações entre o Presidente de Venezuela e as FARC.
O General Naranjo assegurou que, nos documentos do PC de Reyes, estão as comprovações da entrega de U$ 300 milhões, em financiamento, fornecimento de em armas de outras coisas para as FARC, pelo governo da Venezuela. Que as FARC deram 100 milhões de pesos ao Presidente Chávez quando estava preso e negociaram a aquisição de 50 quilos de urânio
Uma comunicação revela o destino da divisão de “50 quilos de urânio. A informação está contida em uma carta de Iván Márquez datada de 14-02-08, depois de uma reunião com o Ministro Rodríguez Chacín. Igualmente outras cartas revelam outros aportes econômicos de Chávez às FARC. Também se falou em entrega de armas. Notícias 24hs – Assistam ao vídeo da nova denuncia do general aqui

O General Oscar Naranjo está apresentando documentos e fotografias contidas nos PC de Raúl Reyes, que provam fortes ligações entre o Presidente de Venezuela e as FARC.
O General Naranjo assegurou que, nos documentos do PC de Reyes, estão as comprovações da entrega de U$ 300 milhões, em financiamento, fornecimento de em armas de outras coisas para as FARC, pelo governo da Venezuela. Que as FARC deram 100 milhões de pesos ao Presidente Chávez quando estava preso e negociaram a aquisição de 50 quilos de urânio
Uma comunicação revela o destino da divisão de “50 quilos de urânio. A informação está contida em uma carta de Iván Márquez datada de 14-02-08, depois de uma reunião com o Ministro Rodríguez Chacín. Igualmente outras cartas revelam outros aportes econômicos de Chávez às FARC. Também se falou em entrega de armas. Notícias 24hs – Assistam ao vídeo da nova denuncia do general aqui

SERÁ? RECORDAR É VIVER!
O CONTRABANDO DE URÂNIO BRASILEIRO.
Reportagem Especial ISTOÉ – Edição de 2006
Investigação secreta da Polícia Federa desvenda quadrilha que extrai e envia material radioativo para fora do País. O Palácio do Planalto já recebeu o alerta de que, daqui, o urânio pode estar indo parar, também, nas mãos do terrorismo internacional. Material aqui
Reportagem Especial ISTOÉ – Edição de 2006
Investigação secreta da Polícia Federa desvenda quadrilha que extrai e envia material radioativo para fora do País. O Palácio do Planalto já recebeu o alerta de que, daqui, o urânio pode estar indo parar, também, nas mãos do terrorismo internacional. Material aqui
O cume do progresso humano
Do portal do OLAVO DE CARVALHOOlavo de Carvalho no Diário do Comércio, 04 de fevereiro de 2008
Freud costumava dizer que a história da mente ocidental tinha sido marcada por três derrotas humilhantes impostas sucessivamente às presunções do ego humano: primeiro, Copérnico demonstrara que o planeta que habitamos não é o centro do universo; depois, Darwin ensinara que o homem não é um ente superior, mas apenas um animal entre outros; por fim, o próprio Freud trazia a prova de que a consciência individual não é sequer a dona de si própria, mas o joguete de forças inconscientes.
A idéia do progresso do conhecimento como uma troca de ilusões grandiosas por verdades cada vez mais deprimentes impregnou-se tão profundamente na cosmovisão das classes letradas, que outros episódios da história das idéias foram interpretados de acordo com ela, quase que por automatismo. Entre Copérnico e Darwin, Newton e Galileu haviam ensinado que nossas impressões do mundo sensível são subjetivas e enganosas, só as quantidades mensuráveis podendo ser objeto de conhecimento certo, e Kant demonstrara a impossibilidade de saber algo de positivo sobre Deus e a imortalidade da alma. Entre Darwin e Freud, Marx evidenciara que a própria história das idéias não é senão a exteriorização aparente de interesses econômicos camuflados, Comte oficializara a proibição de perguntar sobre aquilo que não podemos conhecer pelos métodos da ciência newtoniana, e por fim um contemporâneo de Freud, Max Weber, tirara disso a mais letal das conseqüências: não só o bem e o mal são escolhas arbitrárias, mas o próprio conhecimento científico não é possível sem alguma escolha arbitrária inicial.
Nas décadas seguintes, o rebaixamento da espécie humana prosseguiu implacavelmente. O behaviorismo substituiu a noção mesma da “psique” por um conjunto de reflexos condicionados não muito diferentes dos que determinam a conduta de um rato ou, em última instância, de uma ameba. O estruturalismo e o desconstrucionismo aboliram a noção marxista do sentido da História como um resíduo das ilusões humanistas. A genética, a neurofisiologia, os modelos informáticos do cérebro e a psiquiatria de base farmacológica reduziram a nada as pretensões da própria psicologia freudiana. A ecologia mostrou o ser humano como um bicho mal comportado e destrutivo, prejudicial à natureza. Por fim, o filósofo Peter Singer promoveu os frangos e porcos a titulares de direitos humanos, em pé de igualdade até com uma criatura sublime como ele próprio.
Assim vieram caindo, uma a uma, as “ilusões narcísicas” -- como as chamava Freud – de uma espécie animal que ousara se proclamar imagem e semelhança de Deus. A história das idéias científicas, vista sob esse aspecto, é uma história da humildade intelectual.
Mas aí há três problemas.
O primeiro é que nem todas as teorias incluídas nessa narrativa são igualmente verdadeiras. Galileu fez do Sol o centro do universo, e não só do sistema solar. Marx jurava que o capitalismo iria restringir o mercado, em vez de expandi-lo. O evolucionismo continua em estado de hipótese discutível. E a psicanálise se desmoralizou tanto que Lacan, para tentar salvá-la, teve de descobrir nela uma parte inconsciente e dizer que esta, e não aquela que Freud conhecia, era a genuína psicanálise. Não tem sentido equalizar verdades científicas, erros medonhos e fantasias idiotas como degraus ascendentes de uma escalada cognitiva.
Segundo problema: cada um dos degraus dessa pretensa escalada foi galgado à custa de alguma falsificação monstruosa dos dados históricos. O esquema usado foi sempre o mesmo: embutir à força, em alguma doutrina passada, significados totalmente estranhos à época em que foi enunciada e à mentalidade de seu autor.
Copérnico nunca imaginou que o heliocentrismo tirasse “o homem” do topo do universo criado. Esta interpretação foi inventada um século depois por Giordano Bruno. E, àqueles que pretendessem tirar daí alguma conclusão materialista, o próprio Bruno advertia: façam isso, e se tornarão estúpidos ao ponto de duvidar da sua própria existência (isto veio a acontecer literalmente quando o desconstrucionismo apregoou a “inexistência do sujeito”).
A doutrina darwiniana, ao colocar o ser humano no cume da evolução animal, não podia ao mesmo tempo rebaixá-lo ao nível de um bicho qualquer. A palavra mesma “evolução” exprime uma subida de nível, não uma descida. Isso deveria ser óbvio à primeira vista, mesmo sem a ajuda dos parágrafos finais de A Origem das Espécies , que celebram a ascensão evolutiva como uma obra divina de intelligent design (oh, horror!).
A doutrina freudiana, sim, parece rebaixar o ser humano, na medida em que reduz a consciência a um produto de fatores inconscientes. Mas, se a passagem para o nível autoconsciente resultava da destruição das ilusões narcísicas da infância, como poderia a destruição de mais uma ilusão ser um rebaixamento e não uma subida? O próprio Freud jamais desistiu da aposta em que o Ego terminaria por absorver e superar o Id, nisto consistindo, aliás, a promessa central da psicanálise. Ao falar de rebaixamento das pretensões humanas, Freud usou de uma figura de linguagem que enfatizava unilateralmente um só aspecto da sua própria obra, omitindo a compensação dialética da qual estava perfeitamente consciente. E fez o mesmo com os ensinamentos de Copérnico e Darwin para transformar os dois, à força, em precursores dele próprio.
Daí por diante, fazer história das idéias mediante analogias extemporâneas tornou-se moda universal, rebaixando a compreensão pública do passado a uma sucessão de fofocas de cortiço contra a dignidade humana. O resumo enciclopédico dessas fofocas constitui a visão histórica vigente, como um dogma de fé, nas cabeças de praticamente todos os nossos contemporâneos. Ela ressurge diariamente em editoriais de jornal, discursos parlamentares e redações de escola, com unanimidade global, e serve de argumento para justificar decisões políticas, econômicas e estratégicas, bem como para arbitrar discussões domésticas e dar aparência de coisa importante a teses universitárias sem pé nem cabeça.
O terceiro problema é que nenhuma daquelas descobertas alegadamente humilhantes tornou a intelectualidade mais humilde. Ao contrário: cada uma delas foi celebrada como uma vitória da razão e das luzes contra as trevas do passado, daí resultando efusões de orgulho cada vez mais demenciais e reivindicações de poder cada vez mais ilimitadas.
Copérnico e Newton serviram de argumento para os revolucionários de 1789 concentrarem mais poder em suas mãos do que qualquer tirano da antigüidade e matarem mais gente em um ano do que a Inquisição matara em três séculos.
O positivismo e o cientificismo deram nascimento a inumeráveis ditaduras iluminadas, algumas das quais entendiam a matança de padres, freiras e índios (especialmente cristianizados) como uma expressão superior da racionalidade humana.
O marxismo, não preciso nem falar. Quem não conhece o “Livro Negro do Comunismo”? Os feitos bárbaros que ele descreve seriam monumentos à humildade intelectual?
O behaviorismo e escolas psicológicas subseqüentes desenvolveram nos seus praticantes a ambição de moldar o comportamento alheio como se fosse um produto industrial. A ecologia reforçou essa ambição, criando projetos de controle global que determinam até o que você pode ou não pode comer e obrigam você a preencher uma pilha de formulários para colher um cacho de bananas.
Eric Voegelin chamava “historiogênese” a visão simbólica da história como um processo ascendente que, culminando na pessoa do narrador, fazia da sua época a suprema detentora do conhecimento humano. Inicialmente ele pensou que esse esquema fosse uma invenção da modernidade, mas depois descobriu que isso já existia no antigo Egito e na Mesopotâmia. A historiogênese é um cacoete mental deformante que reaparece em todas as épocas, graças à incoercível tendência do ser humano para fazer de si próprio o umbigo do universo.
A modernidade só acrescentou a isso o detalhe especialmente ridículo de que ela descreve a ascensão gloriosa que conduz até ela própria como um processo de autolimitação racional e humildade intelectual crescente. Com isso a concepção umbigocêntrica da história tornou-se caricatura de si própria, nisto consistindo a suprema glória intelectual dos tempos modernos.
Postado por
Cavaleiro do Templo
às
16:47
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Proporção inversa
Do portal do OLAVO DE CARVALHOPor Olavo de Carvalho, Jornal do Brasil em 14 de fevereiro de 2008
A ofensiva cultural soviética começou nos anos 20 e durou até o fim da URSS. Tanto pelas dimensões quanto pelos métodos que empregava, foi fenômeno sem similares no mundo. Não houve onde sua influência não penetrasse, determinando os rumos da história cultural de nações inteiras. Seus meios de ação estendiam-se para muito além da propaganda, dos festivais, das turnês de artistas e congressos de escritores. Iam muito além das viagens de cortesia, inumeráveis e freqüentemente prolongadas em estágios de treinamento na KGB. Iam muito além do financiamento perpétuo a milhares de escritores e jornalistas. Iam até mesmo além da dominação exercida sobre centenas de jornais, revistas e estações de rádio em todo o mundo. Incluiam todos os recursos usados em espionagem, monitorando a vida pessoal dos “companheiros de viagem” para mantê-los sob a ameaça de chantagem, implantando discretos comitês de censura na imprensa cultural, nas universidades e nos meios editoriais para boicotar os autores indesejáveis até o limite da exclusão total e bajular os desejáveis até o limite da idolatria. Após a queda da URSS, a máquina laboriosamente montada não se desmantelou: adaptou-se à estratégia gramsciana e à nova organização da esquerda internacional em “redes”, muniu-se de novas fontes de financiamento e, aliviada do entulho burocrático soviético, continuou funcionando, mais eficiente do que nunca e tão prepotente quanto sempre.
A história cultural do Brasil nas últimas seis ou sete décadas é absolutamente incompreensível sem o estudo dessa imensa obra de engenharia, cujo custo não se pode calcular.
No entanto, não existe nenhum livro brasileiro a respeito, e a imensa bibliografia estrangeira sobre o assunto (muito aumentada depois da abertura dos Arquivos de Moscou) continua vetada ao nosso público. Nas universidades e na mídia, muitos de nossos intelectuais continuam trabalhando nas linhas determinadas por Stálin, Karl Radek e Willi Münzenberg, não porque ainda tenham alguma conexão formal com o aparato (a maioria nem tem), mas simplesmente porque nunca aprenderam a fazer outra coisa. O mais patético é que em geral esses indivíduos, tão ciosos de “historicidade”, não têm a menor suspeita da origem de seus hábitos mentais. Vivendo da ignorância das suas próprias raízes ocultas, tornam-nas ainda mais invisíveis mediante o hábito compulsivo de ofuscar-se lançando uma luz demasiado forte sobre a história secreta (ou suposta história secreta) de seus desafetos políticos. O número de livros-denúncia contra a CIA que circulam no Brasil supera em muito o dos agentes da CIA já localizados comprovadamente no país. Não é de estranhar que àqueles livros se some agora, com formidável alarde midiático, o de Frances Stonor Saunders sobre o Congresso pela Liberdade da Cultura, a resposta muito modesta e tardia (e, no mínimo, moralmente obrigatória), que a CIA esboçou ao avanço cultural soviético entre os anos 1950-1967 (The Cultural Cold War, publicado pela Record com o título de Quem Pagou a Conta?). Embora enfatizando que o empreendimento tinha objetivos de propaganda política – como se algum dos participantes o ignorasse! --, a autora nada consegue alegar contra o argumento de que o Congresso se distingue de seu antagonista por jamais ter usado de chantagem, intimidação ou censura, nem rebaixado artistas à condição de office-boys, nem subornado alguém para mentir deliberadamente, práticas usuais da KGB na guerra cultural. No fim das contas, a tese de Saunders pode ser resumida nesta frase: “No seu auge, o Congresso empregava dúzias de funcionários.” Mesmo no seu ponto mais baixo, a ofensiva cultural soviética não empregava dúzias de pessoas, mas dúzias de milhares. Se a diferença entre as duas campanhas é inversamente proporcional à atenção que recebem da mídia brasileira, isso só mostra o sucesso continuado de uma delas.
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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".
