
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Brasileiros não apoiam a homossexualidade

domingo, 12 de julho de 2009
Manobra abortista e homossexualista do Presidente Lula
Manobra abortista e homossexualista do Presidente Lula
Presidente Lula demorou em nomear o novo Procurador-Geral da República para permitir que a procuradora-geral interina Deborah Duprat desse parecer favorável para a legalização do aborto de bebês anencefálicos e para a legalização de uniões homossexuais
Julio Severo
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Silas Malafaia - vote contra a GAYstapo, o PL 122/2006
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Sobre ataques de grupos gays a cristãos e alteridade
A notícia sobre ataques gays a cristãos na Califórnia soa demagoga e é natural que se duvide que tal tenha ocorrido, haja vista estarmos tão acostumados a ver gays honestos, éticos e equilibrados nas novelas, enquanto pessoas religiosas são sempre as vilãs desequilibradas e raivosas. Abordagens que alimentam uma antítese ideologicamente construída, mas nunca debatem o que está ocorrendo de fato. E o que está ocorrendo?
No mundo livre, democrático, onde há debates e não 6.000 presos políticos, como em Cuba; ou Gulags, como na União Soviética; ou faculdades transformadas em câmaras de tortura, como na Tailândia; ou governadores condenados à pena de morte por discordarem do presidente, como na China; ou pugilistas com direito constitucional ao asilo político sendo caçados e deportados pros braços de estivador do ditador etc; nesse mundo livre, imperfeito, mas livre, está posto para a sociedade alguns debates em relação aos Gays. São eles:
1) Há casamento que não seja entre um homem e uma mulher?
Após consulta popular, a sociedade da Califórnia, apesar da enorme verba e apoio midiático maciço da causa gay, entendeu que a instituição casamento, tal como é concebida pela cultura daquela sociedade, é entre homem e mulher. Se permanecesse a prática de casamento entre pessoas do mesmo sexo, a Califórnia estaria contrariando os valores daquela sociedade. Ora, nossos antropólogos acham normal índios que enterram crianças vivas bem debaixo do nosso nariz só porque nasceram gêmeas, mas somos incapazes de reconhecer a legitimidade da cultura expressa pela votação democrática? É porque se trata de um bando de cristãos fanáticos, sanguinários, e norte-americanos? Ou porque as "vítimas", diferentemente de crianças, são gays? E você sabe - crianças não são políticos, donos de mídias, milionários. Além do mais matar crianças é bom para o controle da natalidade, como no aborto. Quem será a voz dessas crianças? É a Antropologia com dois pesos e duas medidas. É a Alteridade, nova expressão autoritária maquiada de humanismo.
2) Criminalização da homofobia.
Tal qual está proposto no PL 122, homofobia pode ser qualquer coisa que um GLBT considere que seja. Sua definição é ampla e generalizada, mas sua punição é demais para os moldes das penas brasileiras. Sempre prisões e indenizações. O ataque reportado nos EUA é só um de muitos que têm ocorrido. Ataques às igrejas com pichações, abordagens violentas, interrupção de cultos. No Mato Grosso do Sul, gays promoveram queima do livro de um pastor (não te lembra Hitler?). É como, bem comparando, o MST invadindo, armado, terras produtivas onde produtores empregam tecnologia. Ou, bem comparando, a PF invadindo fazendas e prendendo arrozeiros sem mandado, esperando que estes reajam pra dar motivo à prisão. Ou seja, o amparo legal é só um detalhe. E "ai" de quem tentar fazer valer a lei! É o MST! São os coitados oprimidos perseguidos! Dono de terra é o cara mau e tem que se ferrar. É a tal dívida histórica – lei do carma trazido pra Sociologia; lógica que se vale também do maniqueísmo: "Oprimido X Opressor". O passado negro da Igreja, o Imperialismo Estadunidense, a saga sanguinária da cultura judaico-cristã dependem muito do historiador e da linha ideológica que está pesquisando ou "lendo" os fatos. Assim como ouvir sobre os presos políticos em Cuba, os Gulags, ou estudar Max Weber, depende da fé do sacerdote que media sua ligação com o saber.
Pois bem, de acordo com o PL 122 , se um empregador demitir, ainda que por justa causa, cabe a ele constituir advogado e se onerar na produção de provas que descaracterizem a homofobia. Uma Igreja não poderá mais observar sua doutrina; seus seminários serão obrigados a ordenar ministros gays, do contrário serão penalizados com a interdição da instituição, multas, indenizações e prisões. Logo agora que a Igreja católica tomou uma atitude para conter os crimes sexuais de padres homossexuais pedófilos. Ou homem que transa com menino não é homossexual? Ou Luiz Mott , um dos líderes gay que se auto-denomina doutor em antropologia, não tem seus estudos direcionados para a desconstrução da idade mínima para prática sexual com crianças? "Oh! Que golpe baixo! Associar homossexualismo à pedofilia!" Enquanto calamos com a ditadura do politicamente correto o debate e a possibilidade de trazer tais fatos para serem esclarecidos; com a negação da relação entre pedofilia e demais práticas sexuais alternativas; os estudos de antropologia sexual correm soltos na universidade, à moda de Gramsci, impondo à sociedade, alheia ao processo, uma nova moralidade, claro, anti-cristã. E, você sabe, é a Igreja reacionária que acaba se metendo nessas questões. A Igreja se importa com as crianças, mesmo que lhe venha à mente padres pedófilos e instituições de ensino que usam de tortura. A doutrina da Cristandade não justifica essas práticas, ao contrário das doutrinas universitárias em construção. Há uma visão torta e mal contada de quem não conhece a Igreja, mas se dedica à militância de atacá-la a qualquer preço. Conheço, pelo menos, seis homossexuais que foram abusados quando criança. Fato que está diretamente ligado à destruição de sua identidade sexual. Mas o conselho de psicologia proibiu os profissionais da área de tratar problemas com identidade sexual como - problemas . Apesar disso, conheço outra meia dúzia que deixou as práticas homossexuais viciosas para uma vida melhor. É horrível ler isso, não é? Imagina só! Que preconceito! Mas acontece que há pessoas tristes, oprimidas e insatisfeitas, e não é porque sofrem preconceito, mas porque querem uma vida diferente. Mas a militância gay nega-lhes esse direito, tornando criminosos qualquer um que tente ajudar.
Fora essas duas questões, que não são exclusivamente do interesse da Medieva maligna, mas de empregadores, pessoas envolvidas com instituições de ensino, de imprensa, escritores etc, todo mundo pode continuar vivendo suas vidinhas e o que passar dos limites, as leis já existentes dão conta de reprimir.
Fora da militância, gays, heteros, crentes, católicos, ateus se dissolvem na sociedade. A sociedade intui o método gramsciano, o autoritarismo do imperativo categórico da esquerda sexual, o tabu incontestável. Você pode dizer a seus alunos o que quiser. Eles não são massa de manobra. Eles têm suas vivências. Eles convivem com crentes, com católicos e a Idade Média não tem nada a ver com essas relações. Eles são, inclusive, crentes e católicos e merecem respeito intelectual. Eles compreendem a natureza de seus entraves pessoais melhor do que qualquer acadêmico de carreira e, quando precisam de ajuda, sabem com quem podem contar. Por isso o raivoso discurso contra a Igreja se acende e até o desrespeito às decisões tomadas democraticamente. Porque a ideologia, seja ela qual for, nunca vai tomar a alma das pessoas. Podem tomar tudo, mas sua subjetividade você só cede se quiser, de acordo com seus valores e prioridades. Schwarznegger já disse que não aceita a decisão tomada pelo Estado que governa. Ele não respeita a cultura e os valores das pessoas. Ele não respeita o sistema que o elegeu. Alguém deveria ensiná-lo sobre alteridade.
Fontes e referências:
http://www.youtube.com/watch?v=PrRxFoBSPng
http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/luta-dos-ativistas-gays-em-favor-da.html
http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=9306
http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/grupos-gays-brasileiros-lanam-mltiplas.html
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/jul/07073011.html
terça-feira, 4 de novembro de 2008
GRUPOS GAYS USAM DOAÇÕES PARA SE TORNAREM FORÇAS NAS ELEIÇÕES
do New York Yimes
A cidade de Rochester e seus subúrbios ao longo do Lago Ontário podem parecer um foco improvável para o movimento nacional pelos direitos dos gays.
Contudo, muitos dos filantropos que financiaram causas gays por todo o país derramaram dezenas de milhares de dólares no mês passado na campanha ao Senado Estadual de Rick Dollinger, um Democrata e aliado da comunidade gay. Dollinger concorre contra o atual senador republicano, Joseph E. Robach, cujo distrito inclui Rochester.
Dollinger não é o único beneficiário da generosidade da comunidade gay nestas eleições. Do condado de Suffolk em Long Island aos subúrbios de Buffalo, cheques de doadores de lugares distantes como West Hollywood, Denver e Chicago têm sido despejados nas campanhas de candidatos Democratas ao Senado, dando uma dinâmica surpreendente à batalha de expulsar Republicanos de seus últimos cargos de poder no governo estadual .
Em um sinal do quão central Nova Iorque tornou-se no esforço de fortalecer os direitos civis para gays e lésbicas, grandes grupos de defesa como o Human Rights Campaign [[1]] e arrecadadores ligados à riquíssima Gill Foundation – um grupo filantrópico – estão envolvidos seriamente neste esforço.
“A comunidade gay institucional está investindo muito, muito nisto”, disse Tom Duane, um senador Democrata de Manhattan que foi uma das primeiras autoridades abertamente gay eleita no Estado em 1998. “Acho que todo mundo acredita que este é o ano para Nova Iorque. É isto aí, e todo mundo vai ter de aceitar”.
Com os Democratas estando a apenas duas cadeiras de obterem a maioria no Senado, defensores de gays e lésbicas acreditam que legalizar o casamento homossexual em Nova Iorque está aos seus alcances. A Assembléia Estadual aprovou uma lei no ano passado que permitiria casamentos homossexuais. Contudo, o Senado, controlado pelos Republicanos, recusou colocá-la
Em Nova Iorque, estado que reconhece casamentos homossexuais realizados em outros Estados, defensores de gays e lésbicas vêm uma oportunidade de vitória que lhes escapou
A atenção que o movimento de direitos dos gays está direcionando às campanhas eleitorais ao Senado Estadual é apenas um elemento de um combate de alto nível pelo controle da Casa. Os Democratas recrutaram grandes doadores como George Soros, o investidor bilionário que doou para o Partido no estado e aos candidatos democratas ao Senado pelo menos US$ 82 mil. Até mesmo Anna Wintour, editora da Vogue Magazine, doou US$ 2 mil ao candidato democrata ao Senado no condado de Suffolk, onde ela tem uma casa.
Longe de alardear seu envolvimento, os grupos pró-gays tem ficado bastante quietos sobre seu papel nas campanhas para o Senado por medo de atraírem a ira dos conservadores. Mas uma olhada na prestação de contas de campanha mostra que os defensores dos homossexuais tem se tornado uma força discreta e potente nestas eleições.
Somados, grupos pró-gays e doadores a eles ligados deram um total de, no mínimo, US$ 480 mil neste ano para candidatos Democratas ao Senado e para fundos de campanha controlados por Democratas, de acordo com as últimas prestações de contas disponíveis. A maior parte deste dinheiro foi doada no mês passado e direcionada a uma série de campanhas acirradas, conforme demonstram as prestações de conta de campanha.
Tim Gill, empresário e filantropo de Denver que fundou a Gill Foundation, é responsável por pelo menos US$ 114 mil deste valor, com a sua maior doação, de US$ 50 mil, feita em abril para o Comitê Democrata do Estado de Nova Iorque. Isto coloca Gill entre os maiores doadores para o partido estadual neste ano.
O braço nova-iorquino do comitê de ação política do Human Rights Campaign doou US$
Todos estes valores devem certamente aumentar nesta semana, quando a última parte dos relatórios de prestação de contas for apresentada e as doações de outubro vierem a público.
Pelos padrões das eleições federais, estes números podem parecer pequenos. Contudo, um candidato ao Senado Estadual em Nova Iorque gasta, em média, apenas
Ao nível local, o Empire State Pride Agenda, um grupo que luta por direitos iguais em favor de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros de Nova Iorque, também tem discretamente despejado dinheiro
Assim como a campanha ao Senado é uma oportunidade para os Democratas garantirem mais influência em Albany (Capital do Estado de NY), é também uma oportunidade para que a cada vez mais influente Empire State Pride Agenda marque seu território na política estadual. Legisladores estaduais e políticos mais experientes disseram que não se recordam de outra época em que o grupo tivesse mais força.
“Não resta dúvida de que nos últimos anos a Empire State Pride Agenda tenha aumentado e ficado mais sofisticada e tenha se tornado uma player na política de Nova Iorque”, disse Eric T. Schneiderman um senador estadual democrata que representa o Upper West Side. “Ela é uma das mais eficazes organizações que existem no que diz respeito à defesa desses interesses”, disse ele numa entrevista.
Num evento de arrecadação de fundos na semana passada em Midtown, a Pride Agenda disse que levantou US$ 1,1 milhão – parte do valor seria utilizado nos últimos dias antes das eleições para fazer campanha contra os senadores republicanos.
A Pride Agenda, assim como muitos outros defensores dos gays que estão contribuindo para derrotar senadores republicanos, não quis comentar o assunto para este artigo. Alan Van Capelle, diretor-executivo do grupo, não retornou o telefonema que demos buscando um comentário seu.
Um porta-voz da Gill Foundation, Fred Sainz, não retornou as várias ligações telefônicas que fizemos para obter mais detalhes sobre o envolvimento dos mantenedores da fundação que apoiaram candidatos democratas aos Senados neste ano.
A relutância é compreensível, disseram parlamentares e consultores políticos que conhecem os esforços dos doadores, haja vista o potencial de ocorrer uma reação conservadora. E grupos gays não podem se expressar demais porque correm o risco de colocar contra si senadores republicanos moderados que poderiam eventualmente vir a apoiar uma lei a favor do casamento homossexual.
O envolvimento de grupos e doadores de fora do estado permite aos republicanos caracterizar os apoiadores dos democratas como desconhecedores do nova-iorquino comum. Os republicanos têm aproveitado esta chance até este momento.
John McArdle, porta-voz dos Senadores Republicanos, disse que a “agenda nacional da esquerda” não encontra espaço na corrida pelo senado nova-iorquino. “A agenda deles pode não ser aquela com que as pessoas na área central ou oeste de Nova Iorque, ou em Long Island ou, em muitas casos, na Cidade de Nova Iorque, compactuam”.
Tradução: Marcel van Hatten
NOTA DO EDITOR DO SITE:
[1] O Movimento é tão forte e meticuloso que tem uma tabela na qual atribuem pontos aos Congressistas.
Publicado no NY em October 26, 2008
Menina de 4 anos que vivia com “casal” gay é violentada
O cabeleireiro Orani Fogari Redondo, de 28 anos, foi preso na noite de 31 de outubro de 2008, em Araraquara, interior de São Paulo, suspeito de estuprar uma menina de 4 anos. A criança morava com ele e com o tio, um homossexual de 54 anos.
Redondo e o tio da menina moravam juntos há quase 10 anos e, há cerca de um ano e meio, o tio ficou com a guarda definitiva da garota porque os pais dela foram presos, condenados por tráfico de drogas.
Uma denúncia anônima levou a polícia até o cabeleireiro. Em sua defesa, o tio, que é enfermeiro aposentado, disse que deixou a sobrinha com o parceiro para ir ao médico e quando voltou viu sangue escorrendo pelas pernas da menina.
Segundo o noticiário da Record de 1 de novembro de 2008, a menininha precisou passar por uma cirurgia por causa da gravidade da agressão e continuará sob acompanhamento médico.
Pressionado pela polícia, o tio confessou que não foi a primeira vez que seu parceiro havia abusado da menina. Em entrevista, a polícia destacou que o rapaz tem outras passagens pela polícia pelo mesmo crime de abuso sexual de crianças.
Pelo fato de que o tio é portador do vírus HIV, existe agora a suspeita de que seu amante mais jovem possa também estar infectado, o que aumenta a probabilidade de a menina ter sido contaminada.
A pedido do tio, a imprensa ocultou seu nome. Aliás, ocultou muito mais — em nenhuma das notícias sobre o caso a palavra “homossexual” ou “homossexualidade” foi utilizada para se referir ao tio e seu relacionamento com um homem mais jovem. Um código “moral” anti-discriminação politicamente correto está pressionando a mídia brasileira a não expor o homossexualismo em notícias desfavoráveis aos interesses da agenda gay, porém dando-lhe tratamento totalmente inverso quando as notícias lhe são favoráveis.
A meta parece ser incomodar o menos possível os homossexuais e seu comportamento, e esse pode ser o motivo por que nenhum assistente social estatal — que são notoriamente xeretas e intrometidos — se interessou em “xeretar” a ficha suja do amante do tio durante o processo de transferência da guarda da menininha. Mas é ao custo da saúde e vida dos inocentes que o homossexualismo recebe tal acobertamento.
As perguntas que não querem calar são:
Qual foi o órgão estatal que entregou a guarda da menininha a um homossexual vivendo com outro homem durante vários anos?
Se o estuprador já tinha passagens pela polícia por crimes sexuais contra crianças, o que ele estava fazendo solto?
O caso está cheirando a um horrendo escândalo de negligência estatal…
Fonte: www.juliosevero.com
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sábado, 25 de outubro de 2008
Lésbicas estupradoras
Homossexual é condenado à prisão perpétua por tortura, assassinato e canibalismo
De acordo com o jornal G1, da Globo, um “cozinheiro” matou o amante. Por incrível que pareça, o império global omitiu totalmente aspectos importantes dessa notícia. Se fosse o caso de um heterossexual matando e canibalizando um homossexual, a mídia liberal gritaria por medidas urgentes contra a “homofobia assassina e insana”.
O que o oposto deveria trazer? Medidas urgentes contra o homossexualismo assassino e insano.
A notícia abaixo é de um site homossexual.
Gay acusado de canibalismo é julgado culpado
Depois de três horas de duração, o júri deu a sentença para o ex-Mr.Gay do Reino Unido, acusado de cortar e cozinhar partes do ex-namoradoem Leeds, Inglaterra.
Anthony Morley (à esquerda), 36, cortou a garganta de Damian Oldfield (à direita) depois de várias facadas na vítima em abril deste ano.
Morley, que é “chef”, foi preso em um mercado próximo a sua casa, com a roupa suja de sangue. Ele alegou que tinha matado um homem que havia tentado violá-lo.
Morley sustentou que matou a vítima em legítima defesa e encontrava-se inseguro sobre a sua homossexualidade.
No dia do crime, Oldfield, que trabalhava na publicidade de uma revista gay, disse que não queria mais continuar o namoro.
Eles beberam e dormiram juntos na casa de Morley. Pela manhã, o ex-Mr Gay de 1993, disse que acordou com Oldfield fazendo sexo oral nele.
O acusado declarou à Corte que ficou aterrorizado com a idéia de que Oldfield fosse estuprá-lo, alegando um trauma de infância.
Ele contou que não sabe como matou o ex-namorado e não se lembra do que ocorreu após o ataque.
Ele também disse que não se recordava de ter cozinhado partes da vítima, mas poderia tê-lo feito imaginando que estava preparando uma carne no restaurante em que trabalha.
A polícia encontrou na casa seis pedaços de carne humana cozida, temperos, óleo e a faca usada no crime.
Fonte: Gay1
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quinta-feira, 26 de junho de 2008
Piada satânica
Do portal do OLAVO DE CARVALHOPor Olavo de Carvalho, 12 de junho de 2008
Outro dia um amigo meu me perguntou se eu não havia reparado que, no intervalo de uma geração, condutas descritas pela psiquiatria como neuróticas e até psicóticas passaram a ser aceitas como normais. Não apenas como normais – respondi –, mas como normativas, louváveis e obrigatórias. Os passos seguintes são: (a) marginalizar e criminalizar toda reação de repulsa; (b) tornar a repulsa psicologicamente impossível, expelindo-a do repertório das condutas admitidas na sociedade.
Só a paranóia indisfarçável permite, por exemplo, que, num país onde ocorrem 50 mil homicídios por ano, os assassinatos de 120 homossexuais, espalhados ao longo de um ano num território de oito milhões e meio de quilômetros quadrados, sejam descritos como uma onda genocida homofóbica. No entanto, basta alguém apelar à comparação estatística e instantaneamente ele mesmo, entre gritos de revolta e lágrimas de indignação da platéia, é acusado de homofóbico e apóstolo do genocídio. A hipótese de confrontar o número de gays assassinados com o de gays assassinos, indispensável cientificamente para distinguir entre um grupo ameaçado, um grupo ameaçador e um grupo que não é nem uma coisa nem a outra, acabou por se tornar tão ofensiva que a mera tentação de sugeri-la já basta para você ser processado por homofobia, antes mesmo de haver lei que a proíba.
Mutatis mutandis, o sr. Luiz Mott alega como prova do ódio generalizado anti-gay uns noventa e poucos casos de agressões a homossexuais ocorridos num prazo de quatro meses em São Paulo, mas quem ousará cotejar esse número com a quantidade de agressões cometidas pelos próprios militantes gayzistas num só dia da Parada Gay na mesma cidade? Raciocinando pelo critério estatístico do sr. Mott, diríamos que os gays são um perigo público. A conclusão é absurda, mas decerto menos absurda do que proclamar que eles estão em perigo.
Proibido o senso das proporções, o fingimento histérico e o hiperbolismo paranóico em favor de grupos de interesse tornam-se deveres cívicos indeclináveis. A loucura tornou-se obrigatória, e quem quer que recuse ser contaminado por ela é um criminoso, um réprobo, um doente mental incapacitado para a vida em sociedade.
O sr. presidente da República acaba de dar foros de exigência estatal a essa estupidez psicótica, ao declarar que toda e qualquer oposição ao homossexualismo é “a doença mais perversa que já entrou numa cabeça humana” (C.T. - e olhem que se este presidente falasse alguma verdade sobre qualquer assunto que fosse, ele estaria aí falando de si mesmo. Vejam isto).
S. Excia reforça suas palavras insistindo em aparecer em cerimônias oficiais ao lado do sr. Luiz Mott, aquele mesmo que discursa sobre arte pornô abraçado à estátua de um bebê pelado do sexo masculino, transmitindo de maneira nada sutil a idéia de que bebês são ou devem tornar-se objetos de desejo sexual como quaisquer outros (se não acreditam, confiram em http://www.youtube.com/watch?v=FlmfZdyk2YA). A propaganda da pedofilia é aí mais do que evidente, mas, ao condecorar o sr. Mott por “mérito cultural” (como se ele próprio tivesse mérito ou cultura), o sr. Lula joga todo o peso da sua autoridade presidencial no blefe cínico que nos força a negar o que vemos e a crer, em vez disso, na encenação oficial de altas intenções humanitárias e culturais. Não há prepotência maior do que exigir que um ser humano sacrifique sua consciência, sua inteligência a até sua capacidade de percepção sensível no altar do absurdo. “Afinal, você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?”, perguntava Groucho Marx. Quando a piada se transfigura em realidade, o humorismo se transmuta em palhaçada satânica.
Totalmente insensível ao grotesco da sua performance, o louco sobe à cátedra e dá lições de psiquiatria, catalogando como doentes os que achem que há algo de errado em erotizar a imagem de um bebê, e ainda propondo, como terapêutica, a prisão de todos eles.
E há quem acredite que é possível discutir racionalmente, polidamente, com pessoas como os srs. Lula e Mott...
domingo, 15 de junho de 2008
Movimento gay põe psiquiatras "de quatro"
por Gerson Faria em 12 de junho de 2008
Resumo: Onde estão as autoridades psiquiátricas que não se manifestam, vendo um grupo de interesses criar terminologias pseudocientíficas com intuito de imputar doenças imaginárias à sociedade e daí clamar pela higienização social?
© 2008 MidiaSemMascara.org
Quando se afirma que o movimento gay utiliza o discurso padrão da “defesa de direitos básicos” para abrir espaços em busca de poder ilimitado, há algumas possíveis reações previsíveis:
Por parte da população em geral, esse assunto não tem relevância suficiente para causar qualquer expressão facial visível. Ou seja, ao modo brasileiro, “deixa pra lá”.
Já aquelas pessoas que sabem do que se trata, sabem também que é bastante arriscado opinar sobre esse assunto, pois a patrulha politicamente correta é atroz, louca para criar casos de linchamento que sirvam de exemplo. O melhor então, no curto prazo, é ficar calado, pois, evitando os clichês do movimento, grande é o risco de opinar de forma proibida. Isso porque todos os dias mudam os significados dos termos, a abordagem mais adequada etc.
Como só quem pode falar sobre o assunto publicamente são os donos dos termos, o movimento gay vai ganhando espaço no silêncio que obriga aos seus opositores e indiferentes. Os ativistas Kirk e Madsen já teorizaram a estratégia do movimento e um dos passos é justamente este: tornar o tema indiferente à opinião pública pelo excesso de informação externa criada e recriada pelo movimento e a proibição do contrário. De tanto ouvir o mesmo blablablá sem poder opinar, acostuma-se a ficar calado:
“Busque a dessensibilização e nada mais (...) Se você conseguir fazer com que os heteros pensem que a homossexualidade não tem nada demais, merecendo nada além de um 'dar de ombros', então sua luta por direitos sociais e legais está virtualmente ganha. Se os heteros não puderem desligar o chuveiro, ao menos eventualmente irão se acostumar a ficar molhados."
No Brasil parece-me que essa etapa está ganha. Ouvem-se os famigerados dados de que “em quatro meses, 98 pessoas sofreram por causa da homofobia” e não há um indivíduo, mal educado que seja, a ponto de perguntar ao menos o que se entende por homofobia. E não há um sujeito que chegue à conclusão que, dados esses números modestíssimos, talvez seja mais arriscado ser carteiro em São Paulo do que ser gay.
Já existem em operação “Centros de Prevenção e Combate à Homofobia” e ainda não se definiu o que é homofobia.
“Homofobia” é da categoria de termos que, como “socialismo”, não pode ser definido jamais. Sua força está em sua indeterminação, atualizável quando necessário. Os donos do termo e de seu uso é que definem seu significado no momento certo. Em mais uma conferência da burocracia gay, foram criados outros termos de mesmo tipo, lesbofobia e transfobia.
Ora, que país é esse onde qualquer grupo de interesse pode cunhar termos de conotação psiquiátrica e utilizá-los à revelia dos órgãos que seriam os responsáveis?
O que dizem os dirigentes brasileiros dos conselhos de medicina e psiquiatria? Foram postos “de quatro”, como ocorreu nos EUA?
É interessante lembrar como o processo ocorreu lá, pois no Brasil se utiliza como autoridade o fato de a Associação Americana de Psiquiatria (APA) ter excluído o homossexualismo da categoria de desordem. Em seu livro, “Homosexuality and the Politcs of Truth”, Jeffrey Satinover descreve o processo político que levou à alteração do status psiquiátrico do homossexualismo, por parte da APA. Os trechos em itálico são traduções do original.
Em um protesto ocorrido em maio de 1971, onde se realizava uma conferência de membros do alto escalão da APA, tiveram o microfone tomado da mesa e dado a um ativista do lado de fora, que bradou:
“A Psiquiatria é o inimigo encarnado. Ela engajou-se em uma incansável guerra de extermínio contra nós. Vocês devem entender isso como uma declaração de guerra... Estamos rejeitando-os como nossos donos”.
Ninguém levantou objeção alguma, fazendo com que o DSM começasse a repensar a nomenclatura do homossexualismo como desordem psiquiátrica. O comitê se encontrou formalmente e rejeitou tal mudança. O movimento gay agiu rapidamente e, em 1973, o NGTF (National Gay Task Force) comprou o mailing list dos membros da APA e enviou a esses uma carta apelando pela mudança na nomenclatura.
“Embora a NGTF tivesse um papel central nesse esforço, decidiu-se: (1) não transparecer que a carta fora escrita ao menos em parte pelo NGTF e (2) não revelar que a distribuição fora financiada por contribuições que o NGTF levantou. Realmente, a carta tinha toda indicação de ter sido concebida e enviada por aqueles psiquiatras que originalmente a assinaram. Embora cada signatário negasse publicamente qualquer papel na farsa, ao menos um deles alertou em privado que reconhecer o papel da comunidade gay na organização teria sido o ‘beijo da morte’.”
“Não há dúvidas, no entanto, sobre o grau em que os oficiais da APA estavam cientes de ambos, as origens da carta e sua forma de distribuição. Eles, bem como a NGTF, entenderam que a carta teve papel fundamental no esforço de voltar atrás na mudança”.
“O fato de que a maioria dos membros da APA que responderam terem votado pelo apoio às mudanças na classificação da homossexualidade, levou à decisão do Board of Trustees de mantê-las. Mas na realidade somente um terço dos membros da APA respondeu. Quatro anos após, uma pesquisa do periódico Medical Aspects of Human Sexuality mostrou que 69% dos psiquiatras não concordaram com a alteração e ainda consideram a homossexualidade uma desordem.”
“Dois anos após, a Associação Americana de Psicologia tomou a mesma decisão.”
Ou seja, autoridade ganha pela pressão política, ameaças, chantagem e suborno. E essa parece ser a origem da autoridade com que o movimento gay brasileiro se firma para impedir qualquer tipo de indagação no campo psiquiátrico com vistas ao entendimento e tratamento dos muitos casos conhecidos de homossexuais que sofrem com essa condição e buscam auxílio.
O Conselho Federal de Psicologia emitiu uma resolução em 1999 se eximindo de abordar o tema.
Quando a ação direta de inconstitucionalidade ADI 3510 caiu, permitindo a pesquisa com células-tronco embrionárias, juízes e cientistas sentiram-se em uma posição “histórica”, “heróica” ante o “obscurantismo das posições conservadoras das trevas das crenças religiosas”. “Galileus modernos”, como diria Vamireh Chacon. Quem aqui defendia que tal pesquisa era um tremendo furo n’água científico, já tendo sido demonstrada sua ineficácia, além de eticamente condenável, era uma minoria de padres e pesquisadores na marginalidade da opinião pública.
Já quando o movimento gay põe suas patas sobre duas áreas do conhecimento humano, a psiquiatria e a psicologia, nossos iluminados calam-se, pois parece que há temas tabus aos nossos cientistas e juízes, ao que eles costumam chamar “trevas do obscurantismo”.
Assim como sindicatos e partidos políticos que não querem ver seus membros se afastarem e querem aumentar seus quadros e dependentes, o movimento gay age rapidamente para tentar calar qualquer oposição.
Faço novamente a pergunta: onde estão as autoridades psiquiátricas que não se manifestam, vendo um grupo de interesses criar, a partir da sarjeta, terminologias pseudocientíficas com intuito de imputar doenças imaginárias à sociedade e daí clamar pela higienização social?
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Lula falando de si mesmo: "eu tenho uma doença perversa"
Quinta, 5 de junho de 2008, 22h12 - Atualizada às 22h54
Lula: preconceito contra gays é 'doença perversa'
Laryssa Borges
Direto de Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta noite o fim do preconceito contra homossexuais e afirmou que a permanência da discriminação sexual "talvez seja a doença mais perversa impregnada na cabeça do ser humano". O presidente, que participou da 1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transsexuais (GLBT) disse que o Brasil precisa de "um momento de reparação".
"Não precisamos querer que ninguém seja igual", afirmou o presidente, pedindo para que todos os preconceituosos "arejem a cabeça e despoluam-na". "Se não for assim, faremos apenas uma meia democracia, uma democracia do 'na hora que eu quero, quando eu preciso'", afirmou.
Acompanhado de pelo menos seis ministros, o presidente Lula lembrou que os homossexuais estão conseguindo, pela primeira vez, "quebrar a casca do ovo, gritar para o Brasil que existem". "Ninguém pergunta a opção sexual de vocês quando vocês vão pagar imposto de renda. Por que discriminar na hora que vocês vão decidir o que fazer com o próprio corpo?", questionou o presidente, que discursou diante de um púlpito coberto com a bandeira gay.
A Conferência GLBT é a 50ª conferência realizada pelo governo Lula desde 2003 e foi convocada com o decreto presidencial de novembro do ano passado.
Bandeira gay
Durante a conferência, o presidente Lula foi presenteado com uma miniatura da bandeira do arco-íris, que simboliza o movimento gay, e bonés em favor da causa.
Ao longo da cerimônia, o presidente ouviu reivindicações de representantes do movimento GLTB e ouviu o dirigente Toni Reis apresentar propostas de criação de um estatuto para os homossexuais, propostas de criminalização da homofobia e de aprovação de união civil de pessoas do mesmo sexo. "Ninguém quer destruir a família de ninguém. Queremos construir a nossa. Não podemos voltar ao obscurantismo", disse Reis.
"Não podemos ficar com a mesma sociedade que nos agride, que nos violenta, que é a sociedade que também nos leva para a cama", declarou a representante do movimento GLTB, Fernanda Benzenutti.
Comentáriio do Cavaleiro do Templo: o LULA assume que é doente, que tem uma doença perversa. Vejam o vídeo abaixo e aprendamos um pouco mais sobre esta doença do Presidente da República do Brasil.
terça-feira, 27 de maio de 2008
Fantasias gays e Kassab, o laico
Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Gerson Faria em 27 de maio de 2008
Resumo: Em 2008, a metade da cidade de São Paulo participou da parada do orgulho gay, afirmam os organizadores. Gays gostam mesmo de fantasias.
© 2008 MidiaSemMascara.org
Autoridade é isso. A organização da parada do orgulho gay afirma não possuir dados científicos sobre quantas pessoas participaram da última edição do evento, ocorrido domingo, 25 de maio. Mesmo assim, afirmam ser algo em torno de 5 milhões de pessoas. Segundo o movimento, em 2007 foram 3,5 milhões, obtendo assim um aumento de 40% para o ano de 2008.
Isso quer dizer que em 2007, 32% da população da cidade de São Paulo estava lá. Em um ano, 50% da cidade estava lá. Já analisei essa estatística gay para 2007 e não tenho nada mais a acrescentar nesse aspecto. O que era ridiculamente absurdo foi amplificado em 40%.
Só para o leitor ter uma idéia de densidade de pessoas, vai aí uma conta simples: 600 mil pessoas equivalem a uma lotação máxima do metrô de São Paulo nos piores dias (8 pessoas/m2 ) na avenida Paulista inteira (~75.000 m2 de área).
A Companhia de Engenharia de Tráfego não afirma nada, não viu nada. Não quer meter a colher em briga de maridos. Menos polêmico é anunciar os 200 Km diários de lentidão no trânsito paulistano, com precisão de 1%.
E sobre o orgulho gay, o que há para se dizer? Cada um tem orgulho do que enxerga em si como um valor muito alto. É uma idolatria, dirão os cristãos com razão. Lula tem orgulho de não ter estudado, os gays orgulhosos têm orgulho de uma cultura debochada, caricata, artificial. Dizem que são debochados por culpa da sociedade. E eu digo que é mentira pois já frequentei locais de freqüência gay e o comportamento deles lá dentro é tão ou mais debochado do que o comportamento de fora. Se antes me xingavam de homofóbico, agora vão me xingar de gay enrustido. Paciência. O mais estranho é que nunca me chamaram de petista enrustido por criticar o PT.
Não tenho preconceito com gays no geral. Conheci bem seu mundo e já perdi um amigo de universidade e alguns conhecidos pela vida arriscada e libertina que viviam. Tenho uma certa pena da tristeza de suas vidas. Não eram felizes, embora frequentassem festas uma atrás de outras. Começavam na terça-feira. Era salve-se quem puder atrás de sexo e diversão. E sempre ouvia, “sabe não sei quem, então, morreu de aids...”, “sabe não sei quem, então, morreu de tanto cheirar...”. Não eram poucos, acreditem.
E agora, todos o anos, o barulho da parada do orgulho gay, que passa em frente minha casa, faz com que me lembre desse amigo perdido. Pessoa animada, muito boa e inocente. Divertíamos-nos muito em sua companhia. Antes de iniciar sua vida gay já era assim, radiante. Sua escolha de vida foi pelo gayzismo e seu complemento, as drogas. Não há culpa da sociedade. Sempre fez o que quis. Abandonou estudos, foi ser gerente de Call Center, dava preferência à contratação de 'garotos'.
Há coisas que a sociedade não pode dar, e acredito ser essa a farsa principal da promessa de paraíso terrestre do movimento gay. A aceitação da sociedade não faz a menor diferença na hora de querer fazer sexo com quem ou o que quer que seja. Se não, o que dizer da quantidade de pessoas internadas no Hospital das Clínicas que tentaram sexo com garrafas, lâmpadas fluorescentes, cabos de vassoura etc. sem sucesso? Cada prática tem seu risco e nada, nada pode a sociedade fazer quanto à multiplicidade de escolhas possíveis. Não é a sociedade aceitando a prática de sexo com garrafas que a condição do ‘garrafossexual’ irá melhorar. Há um problema intrínseco na escolha mesma. E culpar a sociedade por não nos amar é demais. A sociedade de modo geral nos ignora e isso é da natureza do amor e da sociedade. Por isso, não exija amor e reconhecimento dos que o ignoram, será decepcionante.
Os pais desse meu amigo o amavam do jeito que era. Conheci sua mãe, irmão etc. Conheci suas tristezas e, embora distantes, éramos amigos. Sua máxima era o romântico “viver dez anos a mil que mil anos a dez”.
Nossas vidas tomaram rumos distintos e só soube de seu estado quando já era tarde. Em seu velório, colegas gays meus e dele não foram olhá-lo pela última vez. Gays não gostam de ver vítimas da aids, são realmente “sidofóbicos”. Eu fui e não me esquecerei jamais do que vi. E jamais esquecerei do sofrimento de sua mãe, de seu pai e de seu irmão.
Se escrevo artigo atrás de artigo sobre a mentira cabal chamada ‘movimento gay’, não é porque eu seja homofóbico, rótulo político infamante. É porque sei que de ‘gay’ esse movimento não tem nada. Ele rouba a vida das pessoas, seu espírito e seu corpo. Não tenho porque responder a estultices de ser tachado de homofóbico. Fiz o que pude para ajudar esse amigo. O ‘movimento gay’ não estava lá, acompanhando sua perda de peso acelerada e inexorável. E nem doar sangue o movimento poderia.
Se escrevo artigo atrás de artigo sobre a mentira cabal chamada ‘movimento gay’, é porque acredito que temos como dever diário tirar o argueiro de nossos olhos e ajudar a tirar o dos olhos de nossos irmãos quando podemos.
Por isso digo: prefeito Kassab, fique lá mesmo na parada do orgulho gay mendigando votos, distribua preservativos a todos, selinho para estabelecimentos gay friendly e ache tudo lindo maravilhoso, alimentando a falsa ilusão dos tolos, que acham que tudo na vida é aceitação social. Deixe a Marcha para Jesus longe de preocupações politicamente corretas, demagógicas e covardes.
Zoológico para gays
por Gerson Faria em 20 de maio de 2008
Resumo: Sexo homossexual em público no Parque do Ibirapuera. O novo item da agenda gay, cujos militantes - assim como todos os militantes que pululam pelo Brasil afora - querem estar fora do Estado e ao mesmo tempo protegidos por ele.
© 2008 MidiaSemMascara.org
A Folha de S.Paulo deste sábado, 17 de maio, traz uma matéria no caderno “Cotidiano” descrevendo a proposta “polêmica” do candidato ao conselho gestor do Parque Ibirapuera, um militante do movimento gay. Consta da criação de zonas liberadas dentro do parque destinadas à prática do sexo público homossexual. Afirma o candidato que é uma proposta ousada e turisticamente atraente, coisa européia mesmo, moderna. Afirma que tais atos não são novidade no parque, declarando não haver nada demais. Sua plataforma de candidato enseja oficializar tal prática.
A despeito da jequice do argumento de ser a Europa modelo de conduta, tal prática já é crime. Crime tipificado de atentado ao pudor. Se a polícia não age – e já ouvi muitos testemunhos disso - é outro problema. É problema originado pela pressão que o movimento gay exerce sobre a sociedade, quando exige que sua classe seja tratada diferentemente do resto dela, em que o sexo e sua expressão não são utilizados como fator político de luta de classes.
E se sexo em local público é crime, a proposta do militante, se aceita e aplicada, também é. E mais: crime de atentado ao pudor com o agravante da privatização de espaços públicos por opção sexual.
A matéria chama de “curioso” o fato de a proposta ser exclusiva a gays. Ora, não há nada de curioso nela. Os heterossexuais não são conhecidos por condutas sexuais “ousadas” e públicas como os gays. Querer forçar a natureza da questão, achando que se os gays podem os heterossexuais também podem, é oferecer falsamente um direito aos heterossexuais que eles não estão reivindicando, para tão somente beneficiar os militantes gays, com um falso argumento em justiça da universalidade.
Ora, já ouvi vários testemunhos do descaso com que aquele parque trata o usuário normal, que o freqüenta para trabalho ou lazer. Amigos que lá trabalham me contam que é comum o assédio que sofrem por indivíduos pervertidos que já vêem naquele local um território “livre”.
Dentro do parque há empresas (museus, lanchonetes, órgãos públicos, etc.) e alguns inúteis postos policiais. Em um dos testemunhos que obtive, a polícia se recusou a atender a um pedido para que acompanhasse a pessoa até uma das saídas do parque, pois estava saindo do trabalho à noite. A resposta do policial foi - acredite ou não - a de que ele estava assistindo à novela, não podendo assim atender ao pedido. Isso talvez deva-se a algum programa de sensibilização da polícia paulistana, coordenado por uma ONG qualquer.
Não bastasse o parque ser utilizado para esses fins, já é de conhecimento público a existência do local anexo ao parque, chamado de ‘autorama’ e [1], um espaço público que foi tomado pelos gays e por eles rebatizado e dado novo uso, o de “caçação”, como dizem. A imprensa vez ou outra traz notícias de casos de tráfico de drogas e pedofilia lá ocorridos.
São posições de difícil sustentação pública. Ora dizem que são pessoas mais que normais, ora dizem que querem fazer sexo no parque às vistas de qualquer um. Ora dizem que ser homossexual é uma escolha pessoal, ora dizem que é determinismo genético. Para sustentar tantas contradições por tanto tempo, o movimento gay possui uma rede de apoios políticos muito bem organizada, autochantageada e financiada, na mídia e nos órgãos do governo de forma geral, nos de cultura em particular. Nos museus, ministérios, secretarias, sem preconceitos. De faxineiros a diretores.
Imaginem que situação bizarra. Excursões de escolas visitando exposições na Oca, no Museu Afro, no MAM, como de costume, em meio aos marmanjos se entregando publicamente. Ora, seguindo a cartilha burocrática brasileira, haveria funcionários para fiscalizar horários de funcionamento do zoológico gay. Funcionários gays, é claro. Mas, como costuma afirmar o secretário Marrey sobre tais matérias, ele que não é um idiota qualquer, temos de deixar de lado as posições conservadoras, adotando posições mais de acordo com a cultura vigente. Cultura vai, cultura vem, haverá o dia em que fumar no Parque Ibirapuera será considerado crime hediondo.
O que esse militante anseia ardentemente não é diferente de tantos outros militantes deste Brasil, em que se plantando tudo dá. Gays, MST, indigenistas, pedófilos, etc., querem que as leis não sirvam para eles, mas sim, servirem-se delas. Querem estar fora do Estado e ao mesmo tempo protegidos por ele. Querem um Estado para eles. Se defendem o sexo público ou o direito inalienável de chupar picolé estando gripado no mais das vezes, não vem ao caso. Os ganhos políticos, ah, esses sim.
Se todas as questões de ordem pública não fossem mais do que meras oficializações de práticas, o Estado não teria mais razão de ser, exceto no Brasil, em que este se torna cada vez mais meio de vida de alguns, a despeito das necessidades básicas daqueles que o mantêm, sem ao certo saber o porquê.
[1] Autorama na CPI, em http://mixbrasil.uol.com.br/mp/upload/noticia/4_62_60224.shtmlwibiya widget
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.

