Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

UTOPIA VERSUS LIBERDADE

Fonte: VIVER DE NOVO
Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

Se você não pode tolerar imperfeições, esteja preparado para dar um beijo de adeus à sua liberdade

Por Thomas Sowell

"A eterna vigilância é o preço da liberdade”. Nós ouvimos isso muitas vezes. O que também é o preço da liberdade é a tolerância às imperfeições. Se tudo que há de errado no mundo se tornar uma razão para dar mais poder a um político salvador, então a liberdade se erodirá, enquanto estupidamente repetimos os slogans do momento, sejam eles “mudança”, “assistência médica para todos” ou “justiça social”.

Se ficamos tão facilmente alarmados pela retórica, a ponto de que nem o público e nem o Congresso se dão ao trabalho de ler, e muito menos de analisar, projetos de lei que propõem imensas mudanças no sistema público de assistência à saúde, então não fique surpreso quando as decisões de vida e morte sobre você ou sua família forem tiradas de suas mãos – e das mãos do seu médico – e transferidas para burocratas em Washington.

Voltemos ao começo de tudo. O universo não foi feito de acordo com as nossas especificações. Tampouco os seres humanos. Logo, não há nenhuma surpresa no fato de não estarmos satisfeitos com muitas coisas, em muitas ocasiões. A grande questão é se estamos preparados a seguir qualquer político que proclame ser capaz de “solucionar” o nosso “problema”.

Se estivermos, então haverá uma série infindável de “soluções”, cada uma causando novos problemas, que, por sua vez, exigirão mais “soluções”. Esse caminho é o da busca sem fim, consumindo quantidades cada vez maiores do dinheiro do contribuinte e – ainda mais importante – causando perdas cada vez maiores da sua liberdade de viver a sua própria vida como lhe convier, em favor daquilo que as elites presunçosas ditam.

Em última análise, a nossa escolha está entre desistir das buscas utópicas ou desistir da nossa liberdade. Durante séculos, essa escolha foi reconhecida por alguns, mas muitos outros ainda não encararam a realidade. Se você acha que o governo deveria “fazer algo” a respeito de qualquer coisa que o incomode, ou a respeito de alguma coisa que você quer, mas não tem, então você fez a sua escolha entre a utopia e a liberdade.

No século XVIII, Edmund Burke disse: “É uma parte não desprezível da sabedoria conhecer o quanto de um mal deve ser tolerado” e “Eu preciso suportar minhas enfermidades até o ponto em que elas possam se inflamar, transformando-se em crimes”.

Mas os fanáticos de hoje não estão dispostos a tolerar males e enfermidades. Se as companhias de seguros não estão se comportando da forma como algumas pessoas acham que elas deveriam se comportar, então a resposta dessas pessoas é montar uma burocracia governamental que as controle ou as substitua.

Se médicos, hospitais ou companhias farmacêuticas cobram mais do que algumas pessoas gostariam de pagar, então a resposta é o controle de preços. O histórico do desempenho de políticos, das burocracias governamentais ou do controle de preços pouco importa para aqueles que pensam dessa maneira.

Os políticos já são uma das principais razões para que os seguros de saúde sejam tão caros. Seguro existe para cobrir riscos, mas os políticos estão no negócio de distribuição de benesses. Para os políticos, nada é mais fácil do que ordenar aquilo que as seguradoras devem cobrir, sem a mínima preocupação quanto ao que essas coberturas adicionais irão custar.

Se o seguro cobrisse apenas aquelas coisas com as quais a maioria das pessoas está preocupada – o alto custo de uma grande despesa médica – o seu preço seria muito mais baixo do que é hoje, com os políticos empilhando regulamentos sobre regulamentos.

Uma vez que seguros cobrem riscos, não há razão para que um seguro cubra check-ups anuais, e simplesmente porque se sabe de antemão que check-ups anuais ocorrem uma vez por ano. Seguro de automóvel não cobre as trocas de óleo, nem a compra de gasolina, pois essas são recorrências regulares, e não riscos.

Mas os políticos no negócio de distribuição de benesses – especialmente com o dinheiro alheio – não podem resistir à tentação de aprovar leis que adicionem essas coisas à cobertura do seguro. Muitos daqueles que estão propondo mais envolvimento do governo na assistência médica, já estão falando sobre estender a cobertura do seguro saúde para a “saúde mental” – o que significa dar aos psiquiatras e hipocondríacos um cheque em branco a sacar do tesouro federal.

Ainda há algumas vozes da sanidade hoje, ecoando o que Edmund Burke disse há muito tempo. De acordo com o Prof. Richard Epstein, da Universidade de Chicago: “O estudo das instituições humanas é sempre uma busca pelas imperfeições mais toleráveis”. Se você não pode tolerar imperfeições, esteja preparado para dar um beijo de adeus à sua liberdade.

Fonte: Midia@mais
Tradução: Henrique Dmyterko

Uma imagem vale mil palavras. Neste caso, mais de 700 bilhões...

Fonte: IMPOSTÔMETRO
10 DE SETEMBRO DE 2009

Clique na imagem duas vezes para ler melhor e entender direitinho o que é o Brasil das utopias revolucionárias, o Brasil do não-mérito, das leis do Gérson e do QI (quem indica).


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Substitua o bigode pela barba…

Fonte: LOST IN THE E-JUNGLE
03/09/2009

…“Alemanha” por “Brasil” e “jovens” por “companheiros”. Troque slogans idiotas como “Sou Brasileiro e não desisto nunca” pelas frases de efeito do discurso original. Isso é o que temos:



Parece brincadeira do autor do blog citado acima de onde "roubei" a dica? Só parece. Leiam isto agora:


Vou reproduzir aqui um post que coloquei no ano passado. Vem a calhar... É claro que o (nome removido) não está dizendo que o PT ou os petistas são nazistas. Ele se refere à estratégia para cooptação das mentes. Exatamente como escreveu Karl Mannhein.

Karl Mannheim foi um sociólogo judeu nascido na Hungria, que faleceu em 1947. Em 1944 escreveu um livro chamado "Diagnosis Of Our Time", que foi lançado no Brasil em 1973, com o título “Diagnóstico de Nosso Tempo”.

O que você vai ler a seguir é um capítulo chamado “Estratégia do Grupo Nazista”. Leia e reflita a respeito do processo criado pelos nazistas. Talvez você encontre similaridades com o que anda acontecendo em alguns países latino americanos...

Estratégia do Grupo Nazista

Hitler inventou um novo método a que se pode dar o nome de estratégia do grupo nazista. O ponto capital da estratégia psicológica de Hitler é jamais encarar o individu o como pessoa, mas sempre como membro de um grupo social. O que Hitler faz por instinto está acorde com os descobrimentos da moderna Sociologia, ou seja, de que o homem é mais facilmente influenciado através dos vínculos do grupo; o que é mais importante ainda, as reações dele variam conforme o grupo particular a que pertence. O homem porta-se diferentemente na família, no clube, no exército, em seus negócios, ou como um cidadão em geral.

O grande Duque de Marlborough era comandante do exército, em seus negócios e, no entanto, em casa vivia controlado pela esposa.

Cada grupo aparentemente possui suas próprias tradições, proibições e formas de expressão peculiares e enquanto se conserva intacto apóia e orienta o comportamento de seus membros.

1. Desorganização Sistemática da Sociedade

Hitler sabia instintivamente que enquanto as pessoas se sentem abrigadas em seus próprios grupos sociais, ficam imunes à influência dele. O artifício oculto da estratégia de Hitler, por conseguinte, consiste em romper a resistência do espírito individual por meio da desorganização dos grupos aos quais esses indivíduos pertencem. Ele sabe que um homem sem laços com o grupo é como um caranguejo sem a carapaça. Essa desorganização, tal como sua tática de guerra-relâmpago, tem de ser rápida e violenta simultaneamente; mesmo assim, porém, seu efeito só será duradouro se conseguir formar imediatamente novos grupos que fomentem o gênero de comportamento aprovado pelo seu partido.

Assim, há duas fases principais na estratégia do grupo de Hitler: a decomposição dos grupos tradicionais da sociedade civilizada e uma rápida reconstrução baseada em um padrão de grupos inteiramente novo. No trabalho de desintegração inicial ele pode, está claro, confiar em grande parte na ausência de planificação de nossa vida econômica. Por exemplo, essa ausência é responsável pela condição mais desmoralizante de todas, o desemprego crônico. Porém, quando essa desintegração espontânea não avançou o suficiente para atender aos fins de Hitler, ele aplica seus próprios métodos. São diversos os métodos de que dispõe para lidar com a família, a Igreja, os partidos políticos e as nações. Os elementos dessa técnica ele os aprendeu com os comunistas, mas os pormenores foram por ele elaborados durantes sua própria luta na selva política da Alemanha da década de 1920. Aprendeu como dissolver comícios de massa, como desmoralizar adeptos de outros partidos, como fingir que cooperava com grupos rivais para, a seguir, quando o momento era julgado oportuno, provocar sua queda. Tudo o que ele fez ultimamente foi transferir essa estratégia do grupo para o campo da política exterior.

Considere-se o caso de nações. Nisso, sua primeira regra parece ser de nunca empregar a força antes de haver esgotado as possibilidades de desmoralização. Ele sabe que os grupos, especialmente nações inteiras, com uma sólida vida de grupo e moral intacto, reagem desassombradamente a ameaças ostensivas e a ataques diretos; tornam-se mais unidos do que antes. Essa saudável vida de grupo é o segredo da inquebrantável resistência britânica e explica a hesitação de Hitler para atacar este país.

Quando ele consegue encontrar traidores e colaboracionistas dentro dos grupos, recorre à técnica de penetração no grupo. Manda emissários como turistas e sob outros disfarces para conquistar para seu lado os adversários do regime existente e os desajustados e fracassados sociais. Tendo organizado os agentes de massa dum movimento subterrâneo, procura isolar a nação do mundo exterior. Flanqueamento, envolvimento e isolamento total são as principais etapas desse processo. A essa altura, a vitima acha-se inteiramente à sua mercê; Hitler, contudo, ainda evita o ataque direto e prefere o sistema de desmoralização total vinda de dentro. Na tensão que então impera, são difundidos boatos, insuflados temores, jogados grupos rivais uns contra os outros e afinal é ministrada a assaz conhecida mistura nazista de ameaças e promessas. Tais são os métodos que ele empregou na Áustria, Tcheco-Eslováquia, Romênia, Bulgária e outros países. Os documentos secretos apreendidos na incursão da Lofoten, na Noruega, mostram claramente como são sistemáticos esses métodos: as instruções do exército nazista previam toda fonte possível de resistência e indicavam as contramedidas.

2. Efeitos sobre o individuo

Nessa fase, a desmoralização e a decomposição dos grupos sociais principiam a produzir efeitos no individuo. E, o que é pior, em vastos números de indivíduos simultaneamente. A explicação psicológica desse fato é simplesmente a seguinte: o homem entregue a si mesmo não pode oferecer resistência. Como os vínculos com seu grupo é que lhe dão apoio, segurança e reconhecimento, para nada dizer dos valiosos laços de amizade e confiança, a dissolução deles deixa-o inerme. Ele se comporta como uma criança que se extraviou ou que perdeu a pessoa amada; por isso sente-se inseguro, disposto a apegar-se a quem quer que se apresente.

Além de tudo isso, os métodos modernos de guerra total ou de propaganda total não dão tempo ao homem para se recobrar nem oportunidade para congregar-se em torno de um chefe e correr o risco de resistir. Particularmente em nações pequenas, surge do dia para a noite um quase completo caos social e anarquia. Isso tem influencia considerável sobre o individuo e seu ulterior comportamento. O fato é que a desintegração do grupo tende a ser seguida dum colapso da consciência moral do individuo. Ele se vê tentado a pensar mais ou menos assim: “Afinal de contas, tudo em que eu acreditava até agora talvez estivesse errado. Pode ser que a vida não passe de uma luta pela sobrevivência e pela supremacia. A escolha que tenho é entre tornar-me um mártir ou aderir à nova ordem; quiçá eu possa chegar a ser um membro destacado dela. Ademais, se eu não aderir hoje, amanhã talvez seja demasiado tarde”. É nessa disposição de espírito que as pessoas se permitem engolir afirmações como a feita pelo Ministro da Justiça nazista:

“Antigamente estávamos acostumados a dizer: “ Isto está certo ou errado?” Hoje devemos colocar a questão nestes termos: “Que diria o Führer? ” É para este tipo de raciocínio que o cínico oportunismo de Hitler apela, e ao qual é endereçado o seu evangelho de violência e lei do mais forte.

Tem sido bastante ressaltado o papel desempenhado pelo medo, pelo ódio, pela insegurança e pela desconfiança no regime nazista. De minha parte, quero acrescentar a este rol o elemento de desespero. No fundo de todas as reações nazistas, encontra-se o desespero. O mundo deles é um em que todos se sentem traídos, isolados e não mais confiam no próximo.

3. “A Nova Ordem”

Tendo reduzido a comunidade ao pânico e ao desespero, Hitler inicia então o segundo movimento de sua estratégia.

Procura reconstruir uma nova ordem seguindo duas linhas distintas. Uma destina-se a escravizar as massas, a outra a entrincheirar sua liderança e o terrorismo de seu Partido.

Para aquela, adota uma organização militar baseada no modelo prussiano: aplica-a a tudo, à organização da juventude, da indústria, dos trabalhadores e da opinião. Uma vez mais, explora o medo, o ódio e o terrorismo, pois é muito mais fácil encontrar um escoadouro para o sentimento de hostilidade dos grupos do que mobilizar suas energias construtivas. Daí o uso de “raças” e de indivíduos como bodes expiatórios. As supostas inferioridade e perversidade dos judeus são transformadas em desculpa para que se lhes cuspa nos rostos, bata-se neles ou matem-nos a sangue frio. O sistema do bode expiatório não só ajuda a libertar a comunidade de seu sentimento de culpa, mas impede que a hostilidade se volte contra o chefe quando a insatisfação é despertada.

Está claro, o bode expiatório não precisa ser forçosamente um produto interno. Os chefes de todos os países que se opõem ao nazismo podem ser apontados como alvo para a hostilidade no lugar de Hitler. E assim o vemos acusando Churchill de todos os pecados de sua própria cartilha.

4. Formação dos Novos Líderes

A organização militar e a supressão, todavia, por si sós não bastariam. Hitler sabe que para esse tipo de sociedade sobreviver é mister algo mais dinâmico do que arregimentação; por isso, criou centros de fermentação emocional de que as unidades das tropas de assalto constituem o modelo. Elas provém diretamente dos bandos militares posteriores à I Guerra Mundial, que desde o começo ameaçaram e tentaram dissolver a sociedade civil. Mas sua organização e mentalidade deveram muito também aos primeiros grupos de Juventude Alemã em sua fase Wandervogel.

O fim secreto desses grupos é perpetuar a atitude psicológica da adolescência; isso explica muito do que aparece peculiar ao Estado nazista. Assim como é possível tornar a influência da família tão dominadora que a mentalidade de seus membros permaneça retardada e imatura, também o é utilizar artifícios do grupo para manter e difundir uma infantilidade irrestrita na sociedade em geral. Nas escolas de líderes (Führers) em que eles treinam a liderança, tudo é feito para produzir uma mescla bizarra de emotividade infantil e submissão cega. Os nazistas sabem que seu tipo de líder só pode florescer em grupos do tipo bando. É sobretudo a esses auditórios com um desenvolvimento emocional artificialmente tolhido que atraem os gritos histéricos de Hitler. Quando Churchill diz: “Nada tenho a oferecer além de sangue, suor, labuta e lágrimas” ele está apelando para uma nação de adultos.

A finalidade capital dessa análise é chamar a atenção para a necessidade da criação de uma contra-estratégia. Em remediar os efeitos desintegradores da civilização industrial em nossa família e na vida da comunidade. Mas elas tem de fazer mais do que se protegerem contra o contágio. O que há de verdadeiramente promissor no novo método do grupo é que pode ser empregado com fins construtivos. Hitler apenas malbaratou e deturpou uma potencialidade até então negligenciada: as forças criadoras da existência em grupo. A ocasião para a melhor utilização dos métodos coletivos chegará quando nos defrontarmos com o problema de reorganizar o mundo segundo novos traços e com a tarefa de recondicionar a mentalidade Nazista.

Helicópteros russos caem em série na Venezuela

Fonte: O QUE ESTÁ ACONTECENDO NA AMÉRICA LATINA?
Sexta-feira, 14 de Agosto de 2009


Chávez revista helicóptero russo, Yaracuy, Venezuela
 
 
“El Universal”
, diário de Caracas, apresentou catastrófico balanço do armamento comprado na Rússia pelo presidente Hugo Chávez.

Em apenas 11 meses caíram quatro helicópteros russos: três Mi-17 adquiridos em 2005 e um Mi-26.
 
Num dos acidentes pereceram 17 pessoas, no estado de Táchira. Numa outra dessas ocorrências, quase morreram o chefe do exército Carlos Mata Figueroa e nove militares.

No momento da compra, os aparelhos foram muito elogiados pela imprensa internacional.

O exército alegou más condições climáticas, mas admite que houve acidentes demais, e que é preciso esclarecer o que anda mal nos perigosos helicópteros do “camarada” Putin.
 

Na Alemanha, Corte Constitucional proíbe urnas eletrônicas

Fonte: O QUE ESTÁ ACONTECENDO NA AMÉRICA LATINA?
Segunda-feira, 10 de Agosto de 2009


A Corte Constitucional da Alemanha (foto), após acurada reflexão, proibiu as urnas eletrônicas, noticiou o diário portenho “Clarín”.

Os altos magistrados ficaram convencidos de que os argumentos apresentados não afastavam operigo de fraude eleitoral por meio de softwares manipulados.

Para eles, o voto eletrônico enfraquece a essência da eleição e não há garantias de que o voto emitido seja o mesmo do registrado pelo computador.

Eles expressaram o temor de que as eleições tenham sua legitimidade sacrificada em função dos desejos apressados dos políticos.

Segundo Manfredo Koessl, politologo da Universidade de Córdoba, Espanha, e doctorando pela Universidade de Hamburgo a sentença foi muito bem recebida pela opinião pública.

Os alemães conhecem bem o que computador pode e não pode fazer, escreveu Koessl. e alimentam sérias dúvidas sobre o uso das urnas eletrônicas em eleições.

É uma advertência também para o Brasil

Condenação definitiva pelo uso da palavra “abortista”

Fonte: O VERBO
Postada em: terça-feira, 8 de setembro de 2009

(Por Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz) - O Supremo Tribunal Federal não conheceu o Recurso Extraordinário 548048 interposto pelo Pró-Vida de Anápolis.

Tornou-se definitiva, então, a decisão da 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis do Distrito Federal, que em 16-08-2005 condenou a instituição a pagar R$ 4.250,00 (e mais 20% de custas processuais e honorários advocatícios) por causa do uso da palavra “abortista”. Hoje o valor total da indenização chega a R$ 6.052,15.


A Suprema Corte não chegou a julgar o mérito da causa. Simplesmente não conheceu o recurso. Num primeiro momento, o Ministro Gilmar Mendes havia mandado o recurso subir. Depois, porém, que ocupou a presidência do Tribunal, a relatoria foi transferida para a Ministra Ellen Gracie, que resolveu negar seguimento ao recurso.


Agradecemos a Dom Odilo Scherer, na época secretário geral da CNBB e ao seu sucessor Dom Dimas Lara, por terem enviado, em momentos diferentes, cartas aos Ministros do Supremo solicitando a reforma da sentença condenatória.


Agradecemos ao jornalista Olavo de Carvalho pelos artigos “
Absurdo monumental” (22/08/2005), “Perdidos no espaço” (08/12/2005) e “Suprema iniquidade” (07/07/2009) escritos para protestar contra essa estranha decisão do Poder Judiciário.


O
acórdão de 16-08-2005, que não pode faltar em nenhum repositório de jurisprudência, demonstra até que ponto pode chegar o cerceamento não só à liberdade de expressão, mas ao próprio uso da língua portuguesa.


De fato, até hoje, nenhum juiz, de nenhum grau de jurisdição, informou que outra palavra a não ser “abortista” poderia ser usada para designar quem defende o direito ao aborto, sem causar “danos morais”.


Quem quiser ajudar-nos a pagar essa dívida judicial, poderá depositar sua oferta na Conta 7070-X, Agência 0324-7, Banco do Brasil, Titular: Pró-Vida de Anápolis, CNPJ 01.813.315/0001-10.


Pedimos que nos comunique seu depósito, para fins de controle contábil. Deus lhe pague.


Divulgação: www.juliosevero.com

Impostos brasileiros pesam o dobro para pobres e não-proprietários

Fonte: O QUE ESTÁ ACONTECENDO NA AMÉRICA LATINA?
Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Atualizando em 10 de setembro de 2009.
Clique na imagem para ler melhor se necessário.




No Brasil, quem ganha até 2 salários mínimos deve sacrificar 197 dias de seu trabalho, cada ano, para pagar tributos e contribuições.

Entre os que recebem mais de 30 salários mínimos, são 106 dias. O que equivale a dizer que os mais pobres trabalham o dobro para pagar impostos.

Os dados foram apresentados pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea*) e resulta de um trabalho conjunto com a Receita Federal.

Segundo o estudo, esses 197 dias de trabalho equivalem a 53,9% da renda dos mais pobres.

Desta maneira, quem ganha menos no Brasil sofre maior peso tributário. “Os não-proprietários têm uma carga tributária bruta 78,1% superior à dos proprietários”, explicou o presidente do Ipea, Marcio Pochmann.

O estudo concluiu também que a injustiça tributária no País aumentou no governo Lula.

O socialismo não dá o que promete, e tira o que a gente tem, ainda quando é muito pouco.

Comunicado do IPEA na integra
*Antes que alguém venha dizer que a pesquisa foi feita pela maldita direita, eis o que diz o site do IPEA:

Quem Somos:


O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) é uma fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Suas atividades de pesquisa fornecem suporte técnico e institucional às ações governamentais para a formulação e reformulação de políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiros. Os trabalhos do Ipea são disponibilizados para a sociedade por meio de inúmeras e regulares publicações e seminários e, mais recentemente, via programa semanal de TV em canal fechado.


Passem esta informação para os eleitores do Lula que você conhece e que ganham até dois salários mínimos por mês.

PASTOR QUE FALA PALAVRÕES?

Fonte: IGREJA PRESBITERIANA DE SANTO AMARO
Enviado em 6 de Abril de 2009

Cavaleiro do Templo: para aqueles que pensam que palavrões não podem sair da boca de uma pessoa religiosa.

11punk 60 - 11punk 60

Por Leandro Antonio de Lima*


Segundo a Revista Time, o Calvinismo é uma das dez idéias que estão mudando o mundo agora. (Ver link no post anterior). Dos três pastores citados por Time, o mais polêmico certamente é Mark Driscoll. Chamado de “brigão” pela Revista Time, ele parece fazer jus ao título. Ele é chamado de “boca suja”, pois falaria até palavrões, mas que aos 39 anos conseguiu implantar uma igreja de seis mil membros em Seattle, uma cidade considerada um cemitério de igrejas, onde apenas dez por cento da população se diz evangélica.

A revista Time não foi a primeira grande mídia norte-americana a dar destaque a esse referido pastor. O próprio New York Times fez uma longa reportagem sobre Driscoll destacando sua capacidade imensa de criar polêmica com sua postura sarcástica e provocadora no púlpito ao mesmo tempo em que de atrair multidões.

O New York Times o descreveu do seguinte modo:

“Mark Driscoll é a sensação recente do evangelicalismo Americano. Em pouco mais de uma década, seu ministério cresceu de um grupo de crentes reunidos numa sala estudando a bíblia, para uma mega-igreja que recebe 7600 pessoas por domingo nos seus 7 locais de culto espalhados por Seattle. Seus livros, blogs, e podcasts tem feito dele uma das figuras mais admiradas e também mais odiadas entre os evangélicos americanos. Conservadores o chamam de o “pastor boca suja” e gostariam que ele trocasse sua calça jeans amarrotada e seu gosto por música indie por um terno e gravata e músicas de coral. Os liberais o repulsam com sua pregação sobre inferno e a insistência que mulheres devem ser submissas aos seus maridos. Mas o que é novo sobre Driscoll é que ele tem ressuscitado uma veia particular do evangelicalismo, uma que os americanos achavam que tinha morrido com os Puritanos: Calvinismo, uma teologia que faz Pat Robertson parecer um ursinho carinhoso” (Worthen, 2009, hyperlink. Texto traduzido por nosso irmão Daniel Portela).

Essa popularidade de Driscoll soa paradoxal, segundo o New York Times, pois apesar de tanta aparição na mídia (Internet), a mensagem pregada por Driscoll está muito longe da cultura pop:

Sua mensagem parece ser radicalmente fora de moda e até anti-Americana: você não é o capitão da sua alma ou o mestre de seu destino, mas um verme depravado cujo esforço e boas obras não te levarão a lugar algum, porque Deus marcou você para o céu ou para o inferno antes da fundação do mundo. Mesmo com essa mensagem, um número significativo de pessoas jovens em Seattle – e pelo país inteiro – estão dizendo que é exatamente isso que querem escutar. Por alguma razão o Calvinismo está na moda. (Worthen, 2009, hyperlink).

Worthen disse que apesar de sua aparência legal e moderna, a mensagem de Driscoll não busca compromisso e nem tolera a cultura permissiva e liberal de Seattle. Os novos membros não precisam largar as músicas que gostam, suas camisetas retro e suas barbas malucas ou cabelos extravagantes, mas eles são conclamados a abandonar seu feminismo, sexo antes do casamento e toda interpretação “moderna” da Bíblia (Ver Worthen, 2009, hyperlink).

Worthen avalia que o sucesso de Driscoll se deve ao seu posicionamento firme em relação a Deus e as doutrinas. Ele rechaça a idéia de um Jesus femininizado que teria sido propagado pelo evangelicalismo. Apesar disso, Mars Hill não tem dispensado inteiramente as técnicas de marketing. Seu sucesso numa das áreas mais liberais e com menos igrejas da América depende de um pouco de flexibilidade e sensibilidade para lidar com as pessoas tatuadas, com piercings e viciados em café. No entanto, na última instância, a teologia de Driscoll afirma que a salvação não está nas mãos dele. E isso é o coração do Calvinismo. Worthen observa que Driscoll prega que os seres humanos são corrompidos pelo pecado original e predestinados para o céu ou para o inferno, independente de sua conduta terrena. Todos merecem a condenação, mas Deus em sua misericórdia inescrutável garantiu a salvação de uns poucos eleitos, exatamente como João Calvino dizia no século 16 (Worthen, 2009, hyperlink).

Em suas declarações, Driscoll está sempre tentando coadunar a teologia reformada conservadora com a prática missional que julga moderna, ao mesmo tempo em que tenta se manter longe dos movimentos emergentes que ajudou a fundar, por causa de sua convicção evangélica e reformada (Ver Piper, 2007, p. 127). Ele explica como isso deve ser feito, no que chama de uma abordagem de duas mãos ao ministério cristão. Ele diz:

Em nossa mão firmemente fechada nós devemos sustentar as verdades eternas do Cristianismo, tais como os solas da Reforma. Em nossa mão graciosamente aberta nós devemos sustentar os métodos e os estilos oportunos do ministério que se adaptam como as culturas e as subculturas que nós estamos ministrando para mudar. Praticamente, isto significa que as igrejas devem continuamente fazer perguntas sobre o uso da tecnologia (por exemplo, Web site, MP3s, podcasts, E-mails), estilo musical, jeito de vestir, jeito de falar, construções estéticas, programação, gosto: Estão sendo criativos, hospitaleiros, relevantes e eficazes tanto quanto possível para dar boas-vindas a tantas pessoas possíveis para conectar com Jesus e sua igreja? Eu não estou argumentando por relativismo, por quem a verdade é abandonada e toda a vida e doutrina é vivida fora de uma mão aberta. Eu estou argumentando por relevância, por que os princípios doutrinais permanecem em uma mão fechada e os métodos culturais permanecem em uma mão aberta. (Piper, 2007, p. 143).

Driscoll resume seu novo Calvinismo como uma paixão bíblica aliada ao trabalho missiológico. Ele declarou numa entrevista:

Eu penso que é a paixão que dirige muitos dos rapazes, porque parecem ter encontrado um Jesus que faz mais do que apenas incentivá-los ou motivá-los. Eles são inspirados e apaixonados pelo Jesus que encontraram, e que faz pessoas quererem conhecê-lo. Eu penso que aquelas variáveis que trabalham juntas - a paixão bíblica, a missiologia urbana e a liberdade não-cessacionista - são o que eu consideraria os elementos do novo Calvinismo, que eu espero. Eu penso que são bons elementos - liberdade, missão e teologia bíblica que exalta Cristo - um bom, sólido e rigoroso lugar para começar. (Piper, 2007, p. 159-160).

O que é evidente para nós é que Driscoll não é realmente um pastor reformado convencional. Ele, sem dúvida, está tentando aplicar a teologia calvinista a um novo estilo litúrgico e relacional e nisso está o seu grande apelo. Mas será que isso não compromete o próprio conceito de Igreja Reformada? Até que ponto Driscoll não está exagerando em sua aplicação do Cristianismo à cultura?

WORTHEN, Molly, “Who Would Jesus Smack Down?” in The New York Time, 06/01/2009. Disponível em: http://www.nytimes.com/2009/01/11/magazine/11punk-t.html?_r=1&pagewanted=all. Consultado em 25/03/2009.

PIPER, Jonh. TAYLOR, Justin (edtrs). The supremacy of Christ in a postmodern world. Wheaton, Il: Crossway Books, 2007.

* O autor é pastor efetivo da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro (Zona Sul, São Paulo). É professor de teologia sistemática no Seminário Presbiteriano José Manoel da Conceição - São Paulo. É autor dos livros: Razão da Esperança: Teologia para hoje, e do recém lançado Brilhe a sua luz: o cristão e os dilemas da sociedade atual. Ambos pela Editora Cultura Cristã - São Paulo.

Sea Shepherd Brasil perde a sede

04.09.2009



A ONG está sem sede e precisa aumentar a arrecadação urgentemente para manter suas ações de proteção à vida marinha.

UM NOVO LOCAL PRECISA SER ALUGADO E O CUSTO OPERACIONAL A PARTIR DE AGORA DISPARA PARA R$1 MIL MENSAL.


Desde o dia 31 de agosto de 2009, a ONG está sem a sede em Porto Alegre que vem sendo utilizada para organizar as ações no país. O espaço era cedido em regime de comodato pela Fundação Conesul de Desenvolvimento, além do fornecimento de energia elétrica e acesso à Internet gratuitamente. Devido à crise econômica mundial, o local esta sendo desativado.


No último semestre, a ULBRA (Universidade Luterana do Brasil) decidiu não investir mais em cursos de extensão por meio da Fundação Conesul. Isto criou um efeito em cadeia, causando o fechamento do centro de ensino da Fundação onde ficava o espaço operacional do Instituto Sea Shepherd.


“É realmente uma tragédia ver um espaço onde voluntários de todas as idades e diferentes profissões uniam seus esforços para um objetivo comum ser completamente desmantelado,” comenta Daniel Vairo, diretor geral voluntário do Instituto Sea Shepherd Brasil.


SEM NADA – Os móveis, propriedade da Conesul, serão vendidos, como as mesas e cadeiras, a fim de arrecadar recursos para cobrir despesas da Fundação.


“Quem puder ajudar com a compra destes moveis será de grande ajuda para a montagem do novo escritório. Há falta até mesmo de blocos de papéis e caneta, além de computadores,” diz Roberta Policarpo, estagiária e coordenadora da lojinha virtual da Sea Shepherd. “Estamos fazendo uma “vaquinha” e aceitando doações pelos nossos sites.


UMA DÉCADA DE LUTA – O trabalho de “formiguinha” vem gerando resultados duradouros e durante este tempo, uma rede nacional de voluntários capacitados para agirem em caso de derrames de petróleo se formou. Através do curso denominado Ações para salvar animais marinhos em derrames de petróleo, mais de 3.000 de pessoas de 10 estados brasileiros e diversas entidades privadas, governamentais e do publico em geral receberam o treinamento para servirem como agentes multiplicadores deste conhecimento.


“Em 1999, quando o Brasil resolveu abrir áreas de exploração de petróleo para o setor privado mundial, o conhecimento de como agir em casos de emergência com o derramamento de petróleo era praticamente inexistente. Hoje graças ao trabalho desenvolvido pelo Instituto Sea Shepherd, o Brasil possui um pequeno exército de cidadãos prontos para agirem nestes casos,” lembra o biólogo e diretor técnico voluntário Wendell Estol.


Foi em 2001 quando a Sea Shepherd Brasil moveu a primeira ação civil pública no Brasil contra uma empresa que praticava a pesca ilegal de arrasto. A batalha judicial que hoje é referencia em toda a America latina e tombado como patrimônio histórico pela Justiça Federal durou mais de oito anos e chegou até o Supremo Tribunal Judicial, abrindo precedente histórico na luta contra a pesca predatória.


A militância de seus voluntários e o ativismo da organização no Brasil inspirou a formação de duas outras organizações ambientais – o Instituto Justiça Ambiental e o Instituto Ilhas do Brasil – instauradas por voluntários do Instituto Sea Shepherd Brasil.


“Mesmo sabendo que talvez não seja possível continuar a fazer tudo o que queremos através do Instituto Sea Shepherd, tenho grande orgulho de saber que nosso trabalho de base já rendeu frutos e a bandeira da organização já esta sendo levada adiante por outros nobres Guerreiros da Terra,” comenta Daniel Vairo cofundador da Sea Shepherd no Brasil.


CONTAS A PAGAR: Aluguel da nova sede pleiteada R$620 mensais; internet e telefone R$150; energia elétrica R$80.

Malícia, por Olavo de Carvalho

“A malícia é a caricatura demoníaca da inteligência, quando não se tem inteligência desenvolve-se a malícia, onde o sujeito acredita ser esperto, mas ao contrário, demonstra toda sua ignorância. Com isso só se engana pessoas mais ignorantes que ele pois a pessoa sábia a identifica imediatamente.”
Olavo de Carvalho

Filósofo

Lula, você é o cara

Lula, você é o cara

Olavo de Carvalho (pela transcrição)
Diário do Comércio, 3 de setembro de 2009


Não sei quem é Caio Lucas nem por quais vias este seu escrito admirável veio parar na minha caixa postal. O que não posso é deixar de repassar aos leitores do Diário do Comércio a sua mensagem, na qual os devotos do nosso presidente encontrarão as respostas objetivas aos seus arrebatamentos retóricos de sicofantas compulsivos. Não há neste artigo, o qual aqui transcrevo com duas ou três correçõezinhas de português que em nada afetam o seu conteúdo, uma só linha que não traga uma verdade incontestável. Parabéns, Caio Lucas, seja lá você quem for. – O. de C.

Lula, você é o cara.

Você é o cara que esteve por dois mandatos à frente desta nação e não teve coragem nem competência para implantar reforma alguma neste país, pois as reformas tributárias e trabalhistas nunca saíram do papel, e a educação, a saúde e a segurança estão piores do que nunca.


Você é o cara que mais teve amigos e aliados envolvidos, da cueca ao pescoço, em corrupção e roubalheira, gastando com cartões corporativos e dentro de todos os tipos de esquemas.


Você é o cara que conseguiu inchar o Estado brasileiro com tantos e tantos funcionários e ainda assim fazê-lo funcionar pior do que antes.


Você é o cara que mais viajou como presidente deste país, tão futilmente e às nossas custas.


Você é o cara que aceitou todas as ações e humilhações contra o Brasil e os brasileiros diante da Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai e outros.


Você é o cara que, por tudo isso e mais um monte de coisas, transformou este país em um lugar libertino e sem futuro para quem não está no grande esquema.


Você é o cara que transformou o Brasil em abrigo de marginais internacionais, negando-se, por exemplo, a extraditar um criminoso para um país democrático que o julgou e condenou democraticamente.


Você é o cara que transformou corruptos e bandidos do passado em aliados de primeira linha.


Você é o cara que está transformando o Brasil num país de parasitas e vagabundos, com o Bolsa-Família, com as indenizações imorais da “bolsa terrorismo”, com o repasse sem limite de recursos ao MST, o maior latifúndio improdutivo do mundo e abrigo de bandidos e vagabundos que manipulam alguns verdadeiros colonos.


É, Lula! Você é o cara...


É o cara-de-pau mais descarado que o Brasil já conheceu.

E o homem moderno, blasfemamente, criou Deus à sua imagem...

Por e-mail:

Deus criou o homem à sua imagem.

O homem moderno, blasfemamente, criou Deus à sua imagem
. Cada homem, hoje, cria um Deus à sua imagem, de acordo com suas conveniências, um que não censure seus vícios e não atrapalhe seus interesses pessoais.

Deus, hoje, não passa de um conceito vago e abstrato para a maioria das pessoas.

Mas esse nível de apostasia não é mérito pessoal do homem moderno. O avanço do materialismo, do positivismo, do gnosticismo, é fruto de uma complexa engenharia social engendrada pelos arquitetos do “processo” da NOVA ORDEM MUNDIAL, a New Age, a Nova Era, um mundo com um só governo, um só exército, uma só religião. Um mundo sem espaço para o indivíduo, onde só existirá o coletivo, o social, o comum. Liberdade, direitos, e garantias individuais não mais existirão.

Não haverá espaço algum para vozes dissonantes. O senso comum, o politicamente correto, ditará os parâmetros de comportamento sem nenhuma margem de desvio nem interpretação. Um mundo totalmente digitalizado e monitorado. Nenhuma ação, nenhum pensamento, escapará ao controle do Estado.
O pior de 1984 está chegando.

Um dos principais arquitetos desse horror chama-se Miguel D’Escoto.

Esse indivíduo é padre jesuíta, e nessa qualidade foi o introdutor, nos anos 70, da
Teologia da Libertação na Nicarágua sandinista, sem o que o marxismo NUNCA teria prosperado por estas paragens como o fêz. Essa intervenção foi irretocavelmente um divisor de águas.

A Nicarágua era um país de esmagadora maioria católica praticante. Isso equivale a dizer que o marxismo nunca seria absorvido ali, pois os valores da fé e da verdadeira doutrina católica são radicalmente antagônicos aos do marxismo. Fazia-se necessário pois, destruir essa barreira. E o instrumento usado foi o Modernismo resultante do Concílio Vaticano II e a Teologia da Libertação ali inoculada por Miguel D’Escoto. O mesmo Miguel D’Escoto que hoje é o presidente da assembléia da ONU.

"Recentemente,
o
presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, o nicaraguense Miguel d'Escoto, que é padre, disse nesta sexta-feira, em Havana, que o ex-ditador cubano Fidel Castro é "o melhor discípulo de Jesus".

"D'Escoto foi chanceler da Nicarágua por uma década durante o governo socialista sandinista, que recebeu apoio cubano. Ele foi suspenso pelo Vaticano e criticado pelo papa João Paulo 2º (1978-2005) por não denunciar os atos de violência da guerrilha sandinista."

Miguel D’Escoto é indiscutivelmente um dos principais artífices do avanço do marxismo, do bolivarianismo, que hoje varre o continente latino americano. Os horrores que ele bem sabe existirem, e com os quais compactua, em Cuba, vão se espalhar pelo continente americano como uma praga, sem piedade, sem perdão.

De maneira que quando alguém com a formação teológica de Miguel D’Escoto vem a público elogiar um tirano assassino, torturador, garantidor de porto seguro para os piores criminosos do planeta, como Fidel Castro, e pior, o compara a Jesus Cristo, a Deus, é sinal que existe uma realidade muito mais macabra, diabólica, escondida nas sombras.

Considerando sua formação e sua estatura intelectual e cultural, posso imaginar a quem ele realmente serve. Não é a Deus, com certeza.

Os sinais se fundem e se mesclam, no plano da geopolítica e no plano espiritual.

Um papa está tentando trazer a Igreja Católica de volta para Deus, com a reforma da reforma, e em razão disso está sendo tenazmente combatido pela ala conciliar, a ponto de existir a possibilidade de ele ser arrancado do trono de Pedro.

O cenário geopolítico já desenha uma Nova Ordem Mundial quase como uma certeza iminente. Seria o Reino do AntiCristo, profetizado por Nostradamus, Apocalipse, Segredos de Fátima, de Lourdes?

“No arsenal or no weapon in the arsenals of the world is so formidable as the will and moral courage of free men and women”

Ronald Reagan

First inaugural address

January 20, 1981


Abraço

Anônimo


http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u619823.shtml


http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-mundo-dos-d%e2%80%99escotos/


http://starharbor.com/fr_martin/jesuits.html

http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=enciclicas&artigo=divini_redemptoris&lang=bra

http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=reforma-da-reforma&lang=bra

http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cadernos&subsecao=religiao&artigo=iluminismo&lang=bra

http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=religiao&artigo=desigualdade&lang=bra

http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=eclesiologia&lang=bra

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".