Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Mino Carta proclama: os Estados Unidos são de extrema-esquerda

Leia a revista CARTA CAPITAL e transforme seu cérebro em geléia ou, no mínimo, ficará sujeito a análises como esta que você vai ver abaixo sobre Stálin, e, por consequência da "opinião" deste senhor, a sua "descoberta" de que os Estados Unidos é um país da extrema-esquerda (visto que lá existe a liberdade) e que Cuba é de extrema-direita (visto que lá não existe liberdade).

Quem é este senhor? É este aqui.



terça-feira, 15 de setembro de 2009

Mino Carta tenta explicar o inexplicável. Claro, ele é esquerdista...



Segundo este sujeito, Stálin era da extrema direita pois ser da esquerda, para ele, é defender abstrações como liberdade ou impossibilidades como igualdade. Coisa de quem não sabe o que é o ser humano, que desconhece a natureza humana. Façam a si mesmos uma pergunta: onde existe igualdade? Escolha um quesito aí. Dinheiro por exemplo. Ou beleza. Ou massa muscular. Dedos das mãos. Seus dois olhos são iguais? Dois ou mais relógios? Pés de côco? Carros? Galáxias? Irmãos gêmeos?

É a NÃO-IGUALDADE aquilo que caracteriza todos os seres e tudo que existe neste PLANETA. Alguma coisa neste mundo é igual ao seu "irmão"?

Não adianta doentes mentais ficarem putos da vida com este fato. E, como sempre foi e sempre será, quando alguns desses chegam ao poder para implantar aquilo que ACHAM que seja justo (ou seja, as utopias sociopáticas), acabam criando os maiores espetáculos de miséria, desgraça e destruição jamais vistos.

Voltando ao sujeito, ele defende, ainda, que sem liberdade não se tem igualdade, mas estas duas coisas não têm ligação NENHUMA uma com a outra. E ainda por cima, para se ter a IGUALDADE que os esquerdopatas querem, precisa-se ELIMINAR TODAS AS FORMAS DE LIBERDADE. E depois sim, chega-se à igualdade: TODOS SEM NADA!!!

Igualdade neste planeta só se consegue através da força bruta, através de "sistemas (políticos ou não) ditatoriais", portanto através da supressão da liberdade. Vejamos uma coisa: sempre que sociopatas falam em igualdade eles deixam claro que estão falando em coisas que não fazem parte da natureza humana como bens materiais, dinheiro, poder. Não estão falando em tornar os olhos de todos iguais, por exemplo. Ou a quantidade de inteligência. Ou que a beleza será distribuída igualmente. Este desejo pelo inexistente (IGUALDADE) os leva a fabricá-la. Se dissessem que perceberam ou sabem que a igualdade não existe, jogariam fora seus argumentos e, portanto, sua única chance de chegar ao poder, visto que não possuem habilidade nem mérito para nada além de contar as piores mentiras já contadas e produzir o caos total. Ainda por cima, se acham que a IGUALDADE tem que prevalecer, se algo inexistente tem que prevalecer, então será preciso primeiro expropriar, confiscar, ou simplesmente roubar para depois distribuir aos que não tem.

A partir daí acontece uma coisa interessante: se deixado do jeito que está, todo mundo com as mesmas posses, imediatamente a condição natural volta a se estabelecer. No primeiro negócio, na primeira troca entre bens e/ou produtos feita entre só dois dos seres humanos desta "sociedade de iguais", a não-igualdade volta ao trono. E é pelo explicado abaixo que se percebe que IGUALDADE é fruto de sistemas ditatoriais. Pois veja:

PARA QUE A NÃO-IGUALDADE SE ESTABELEÇA DE NOVO, É PRECISO QUE ALGUÉM TOME CONTA DA SOCIEDADE.

ESTE TOMAR CONTA É FEITO, POR DEFINIÇÃO, DE BAIXO PARA CIMA, UM PODER IMPEDINDO A "EXPLORAÇÃO DE UM PELO OUTRO" QUE LEVA À "DESIGUALDADE SOCIAL", NÃO É MESMO?


Se o sujeito não entende isto é fácil também que esta minhoca humana "entenda" que Stálin era ultra-direitista. A pessoa nem mesmo percebe que se ele fala que esquerda é por definição LIBERDADE, então...

...OS ESTADOS UNIDOS É UM PAÍS ONDE OS GOVERNOS SEMPRE FORAM DE ULTRA-ESQUERDA!!!

Por fim, pergunto: jornalista pode se dar ao luxo de desconhecer o que sejam princípios?

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Decepcionado com o governo do PT, Mino Carta desiste do Brasil (que ele mesmo ajudou a criar)

POLÍBIO BRAGA

É dificil ter que lidar com indigentes mentais ou acumpliciados com eles. Isto o editor percebe todos os dias. Vem de longe, e a cultura do petismo ampliou a corte ao raciocínio mais primário. 

. É uma pena que Mino Carta desista logo agora da sua missão, justo quando passou a compreender o que o editor desta páginas compreende há 20 anos, desde quando todos os grupos ressentidos brasileiros se uniram para reduzir as conquistas ao nível baixo em que atuam - uma gente que não consegue êxito porque não tem competência, vontade, valor, esforço e disposição para ir à luta e obter o que precisa através do seu trabalho e não do saque ao que os outros conseguiram com talento e esforço próprios. 

. Mino Carta, que é um trovador que ainda acredita em muita coisa correta (???), um esteta (?????), não pode reclamar do que está acontecendo no atual governo, autor do maior escândalo de corrupção que já ocorreu em toda a história brasileira, patrocinado diretamente por Lula e pelo Planalto, apoiou toda essa degradação política, moral e ética. No seu blog, o jornalista diz que desiste de escrever sobre o Brasil. O texto integral está no Blog dele.

"....Enquanto isso, o Brasil ainda divide com Serra Leoa e Nigéria a primazia mundial da má distribuição de renda, exporta commodities, 55 mil brasileiros morrem assassinados todo ano, 5% ganham de 800 reais pra cima. E 2009 promete ser bem pior que pretendiam os economistas do governo. Houve, e há, justificadíssima grita quanto às privatizações processadas no governo FHC. E que dizer do BNDES que empresta aos bilionários para armar a BrOi, a qual (é uma modesta previsão) acabará nas mãos de ouro de Carlos Slim? E que dizer da compra pelo governo de 49% das ações do Banco Votorantim à beira da falência? Em um ponto houve melhoras sensíveis, na política exterior. E aí vem o caso Battisti. Até este serve ao propósito da conciliação, a despeito das críticas bem fundamentadas da mídia. O ministro Tarso Genro disse em Belém que a favor da extradição de Battisti se alinham os defensores da anistia aos torturadores da ditadura, "com exceção de Mino Carta". Agradeço a referência, observo, porém, que o ministro cai em clamorosa contradição. Não foi ele quem, em rompante que beira a sátira volteriana, sugeriu à Itália baixar uma lei da anistia igual àquela assinada no Brasil pelo ditador de plantão? Talvez o ministro não saiba que enquanto no Brasil vigorou o Terror de Estado, na Itália houve uma gravíssima e fracassada tentativa terrorista de desestabilizar um Estado democrático de Direito estabelecido desde o fim do fascismo. Se eu digo que o Festival de Besteira assola o País desde a época de Stanislaw Ponte Preta, e que se o ministro merece o Oscar do Febeapá, ao menos o professor Dalmo Dallari faz jus a uma citação, recebo as mensagens ferozes e as agressivas admoestações de centenas de patriotas. Pois não é bobagem (sou condescendente) dizer que na Itália dos anos 70 estava no poder um governo de extrema-direita, ou que se Battisti for extraditado, de volta ao seu país corre até risco de vida? Ou afirmar que Mestre e Milão, norte da península, são muito distantes, quando entre as duas cidades há menos de 200 quilômetros? Sem contar que, como me levam a observar vários frequentadores do meu blog, Battisti foi o autor do homicídio de Mestre e apenas o idealizador daquele de Milão. Está claro que o ministro Tarso não erra ao dizer que a mídia nativa está sempre a agredir o governo de Lula, e contra esta forma desvairada de preconceito CartaCapital tem se manifestado com frequência. Ocorre que, ao referir-se à extradição negada a mídia está certa, antes de mais nada em função dos motivos alegados, a exibir ao mundo ignorância, falta de sensibilidade diplomática e irresponsabilidade política, ao afrontar um estado democrático amigo. De todo modo, Battisti transcende sua personalidade de "assassino em estado puro", segundo um grande magistrado como o italiano Armando Spataro, para se prestar a uma operação que visa compactar o PT e empolgar um certo gênero de patriotas canarinhos.Isto tudo me leva a uma conclusão desoladora, embora saiba de muitíssimos leitores generosos e fiéis: minha crença no jornalismo faliu. Em matéria de furo n'água, produzi a Fossa de Mindanao, iludi-me demais, mea culpa. Donde tomo as seguintes decisões: despeço-me deste blog e, por ora, calo-me em CartaCapital. Creio que a revista ainda precise de minha longa experiência profissional, completa 60 anos no fim de 2009. Eu confiei muito em Lula, por quem alimento amizade e afeto. Entendo que o Brasil perde com ele uma oportunidade única e insisto em um ponto já levantado neste espaço: o próximo presidente da República não será um ex-metalúrgico com quem o povo identifica-se automaticamente. Conforme demonstra aliás o índice de aprovação do presidente, cada vez mais dilatado.Vai sobrar-me tempo para escrever um livro sobre o Brasil. Talvez não ache editor, pouco importa, vou escrevê-lo de qualquer forma, quem sabe venha a ser premiado pela publicação póstuma".


Cavaleiro do Templo: postei este artigo em honra ao que Olavo de Carvalho e tantos homens e mulheres dignos e honrados que nos falam faz tempo sobre estes vigaristas da mídia que FIZERAM o Lula mas que jamais se acusam em público do mal que fizeram ao país e aos cidadãos brasileiros. Mino Carta foi um entre tantos (quase todos na verdade) a promoverem o homem-massa (não só o apedeuta do ABC) ao status de grande ser humano. Agora que ficou de fora da partilha dos saques vem dizendo que está desgostoso com o país. Mas, oras, está descontente com o Brasil QUE ELE MESMO CRIOU quando ainda participava da festa. Assim como o GABEIRA, HELOÍSA HELENA, CRISTOVAM BUARQUE e tantos outros que tentam se passar ou por decepcionados ou por mais radicais que o Pouco Trabalho (digo, PT) é nada enquanto ser humano. NADA!!! Menos do que NADA, aliás. Se fosse um nada, não teria podido fazer... NADA. É um monstro, isto sim. Todos os "ex-petistas" dêsti paiz, que de "ex" não têm nada quando deixam de se acusar em público (pegando as palavras do próprio Olavo quando fala de si mesmo que por ser ex-comunista e dedicar-se desde a saída do reino da farsa, da mentira e da destruição da condição humana a lutar contra a mesma e expô-la em público).

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".