José Ricardo da Silveira, Foz do Iguaçu/Paraná
Amigos:
Domingo, dia 2/3/2008, O Globo publicou uma entrevista com um terrorista seqüestrador Tupamaro, que foi um dos algozes de meu avô embaixador Aloysio Gomide quando ele foi seqüestrado em 1970. Ficamos indignados pelo tom de saudosas e casuais reminiscências de um passado remoto, como se fosse sobre algo que hoje seria tratado como quase uma mera infantilidade.
Meu pai escreveu a carta abaixo, publicada dia 05/03/2008 no Jornal O Globo no Rio de Janeiro, para que pelo menos os principais pontos da verdadeira história fossem conhecidos.
Sintam-se livres para repassá-la, caso achem que vale a pena.
Gostaria que a verdade chegasse ao maior número possível de pessoas.
Abraço,
Maria Carolina
Senhor Redator:
Com relação ao artigo de domingo 02 de março de 2008, "Memórias de um seqüestro que abalou Brasil e o Uruguai", a aparentemente simpática e singela estorinha do contador David Cámpora, seqüestrador e terrorista aposentado, convenientemente omite que meu sogro, Embaixador Aloysio Gomide, foi violentamente arrancado do convívio dos seus e que, para tal, ainda ameaçaram seu filho de três anos com uma arma na cabeça. Recebeu coronhadas, foi drogado e levado a seus cativeiros, todos eles subterrâneos, permanecendo por sete meses de pijama trancado em um cubículo com paredes forradas com jornais e infestado de baratas, sem ver a luz do sol.
Sofreu dois fuzilamentos simulados, e era constantemente ameaçado de morte por seus carcereiros.
Sua libertação foi resultado da intensa campanha realizada por minha sogra, Dona Apparecida Gomide, uma dedicada dona de casa e mãe de família que, tirando forças não se sabe de onde, saiu à luta por seu marido. Com a ajuda dos apresentadores Flávio Cavalcanti e Abelardo Barbosa, o Chacrinha, e outros amigos, antigos e novos, conseguiu levar seu desesperado grito por socorro ao povo brasileiro. Mulher religiosa e destemida, jamais esmoreceu na intransigente defesa de seu marido, sendo importuna e inconveniente com Ministros de Estado e com outras autoridades do governo de então, no Brasil e no Uruguai, mesmo com o Presidente Médici. Sua presença e insistência, constante e veemente, era um problema para aqueles que queriam esquecer a situação de seu marido. Alguns conhecidos faziam o possível para evitar serem vistos com ela em face da repercussão do caso.
Por sua conta fez contatos com os seqüestradores. O resgate foi pago com as generosas contribuições do povo brasileiro, inclusive dos mais humildes, e com as parcas economias de uma família de classe média com seis filhos pequenos. O dinheiro foi recolhido, transportado e posto nas mãos dos terroristas por leais amigas de D. Apparecida.
Durante seus sete meses de cativeiro meu sogro, em estrita honra a seu dever de diplomata brasileiro, jamais se manifestou em contra de seu governo, apesar de constantemente instado e ameaçado por seus seqüestradores. Pude ler as cartas da época a sua mulher. Sabedor que a morte o esperava, pois seu companheiro de cela Dan Mitrione fora assassinado, preocupava-se muito com a situação de sua família sem a sua presença.
Homem profundamente religioso, jamais foi acometido pela desesperança ao longo dos sete meses de seu cativeiro subterrâneo. Seu silêncio, mesmo depois de 37 anos, é o protesto de alguém que superou a barbaridade que lhe foi imposta e que prefere recolher-se ao seio de sua família, em vez de manifestar sua indignação quando terroristas da época são tratados como heróis por representantes do povo que pagou por seu resgate. Por exemplo, quando a Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro homenageou, em medos dos anos 80, o terrorista-chefe dos Tupamaros, Raul Sendic.
É ultrajante que parte de nossa história seja esquecida, omitida ou convenientemente deturpada para adequar-se à torta ideologia em moda. Fatos são orwellianamente "ajustados" para criar uma realidade alternativa. Quando vítimas, alegadas vítimas e pseudo-vítimas da ditadura estão sendo compensadas com indenizações milionárias e generosas pensões – com direitos até para não nascidos - como ficam os que sofreram as conseqüências do terrorismo?
Por esses motivos, a bem de esclarecer as novas gerações sobre a realidade do ocorrido, ou pelo menos para que tenham uma pontada de dúvida ao ler relatos históricos de terroristas, é que evidencio esses fatos.
Atenciosamente,
José Ricardo da Silveira
Foz do Iguaçu
Paraná
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
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quinta-feira, 13 de março de 2008
A "moralidade" dos amigos da DILMA/STELLA, JOSÉ DIRCEU, FRANKLIN MARTINS entre outros membros do Governo LULA
Do portal TERNUMA - Terrorismo Nunca Mais
Veja outros assassinatos aqui.
David A. Cuthberg, Marinheiro inglês assassinado no Rio de Janeiro em 05/02/72
A respeito desse assassinato, sob o título “REPULSA” o jornal “O Globo”, do Rio de Janeiro, publicou:
“Tinha dezenove anos o marinheiro inglês David A. Cuthberg que, na madrugada de sábado, tomou um táxi com um companheiro para conhecer o Rio, nos seus aspectos mais alegres. Ele aqui chegara como amigo, a bordo da flotilha que nos visita para comemorar os 150 anos de Independência do Brasil.
Uma rajada de metralhadora tirou-lhe a vida, no táxi que se encontrava. Não teve tempo para perceber o que ocorria e, se percebesse, com certeza não poderia compreender. Um terrorista, de dentro de outro carro, apontara friamente a metralhadora antes de desenhar nas suas costas o fatal risco de balas, para, logo em seguida, completar a infâmia, despejando sobre o corpo, ainda palpitante, panfletos em que se mencionava a palavra liberdade.
Com esse crime repulsivo, o terror quis apenas alcançar repercussão fora de nossas fronteiras para suas atividades, procurando dar-lhe significação de atentado político contra jovem inocente, em troca da publicação da notícia num jornal inglês.
O terrorismo cumpre, no Brasil, com crimes como esse, o destino inevitável dos movimentos a que faltam motivação real e consentimento de qualquer parcela da opinião pública: o de não ultrapassar os limites do simples banditismo, com que se exprime o alto grau de degeneração dessas reduzidas maltas de assassinos gratuitos”.
A ação criminosa, tachada como “justiçamento”, foi praticada pelos seguintes terroristas, integrantes de uma frente formada por três organizações comunistas:
Flávio Augusto Neves Leão Salles(“Rogério”, “Bibico”) – ALN, que fez os disparos com a metralhadora.
Antônio Carlos Nogueira Cabral(“Chico”, “Alfredo”) – ALN.
Aurora Maria Nascimento Furtado(“Márcia”, “Rita”) – ALN
Adair Gonçalves Reis(“Elber”, “Leônidas”, “Sorriso”) – ALN
Lígia Maria Salgado da Nóbrega(“Ana”, “Célia”, “Cecília”) – VAR-PALMARES, que jogou dentro do táxi os panfletos que falavam em vingança contra os “Imperialistas Ingleses”.
Hélio Silva(“Anastácio”, “Nadinho”) – VAR-PALMARES
Carlos Alberto Salles(“Soldado”) – VAR-PALMARES.
Getúlio de Oliveira Cabral(“Gogó”, “Soares”, “Gustavo”) – PCBR.
Veja outros assassinatos aqui.
David A. Cuthberg, Marinheiro inglês assassinado no Rio de Janeiro em 05/02/72
A respeito desse assassinato, sob o título “REPULSA” o jornal “O Globo”, do Rio de Janeiro, publicou:
“Tinha dezenove anos o marinheiro inglês David A. Cuthberg que, na madrugada de sábado, tomou um táxi com um companheiro para conhecer o Rio, nos seus aspectos mais alegres. Ele aqui chegara como amigo, a bordo da flotilha que nos visita para comemorar os 150 anos de Independência do Brasil.
Uma rajada de metralhadora tirou-lhe a vida, no táxi que se encontrava. Não teve tempo para perceber o que ocorria e, se percebesse, com certeza não poderia compreender. Um terrorista, de dentro de outro carro, apontara friamente a metralhadora antes de desenhar nas suas costas o fatal risco de balas, para, logo em seguida, completar a infâmia, despejando sobre o corpo, ainda palpitante, panfletos em que se mencionava a palavra liberdade.
Com esse crime repulsivo, o terror quis apenas alcançar repercussão fora de nossas fronteiras para suas atividades, procurando dar-lhe significação de atentado político contra jovem inocente, em troca da publicação da notícia num jornal inglês.
O terrorismo cumpre, no Brasil, com crimes como esse, o destino inevitável dos movimentos a que faltam motivação real e consentimento de qualquer parcela da opinião pública: o de não ultrapassar os limites do simples banditismo, com que se exprime o alto grau de degeneração dessas reduzidas maltas de assassinos gratuitos”.
A ação criminosa, tachada como “justiçamento”, foi praticada pelos seguintes terroristas, integrantes de uma frente formada por três organizações comunistas:
Flávio Augusto Neves Leão Salles(“Rogério”, “Bibico”) – ALN, que fez os disparos com a metralhadora.
Antônio Carlos Nogueira Cabral(“Chico”, “Alfredo”) – ALN.
Aurora Maria Nascimento Furtado(“Márcia”, “Rita”) – ALN
Adair Gonçalves Reis(“Elber”, “Leônidas”, “Sorriso”) – ALN
Lígia Maria Salgado da Nóbrega(“Ana”, “Célia”, “Cecília”) – VAR-PALMARES, que jogou dentro do táxi os panfletos que falavam em vingança contra os “Imperialistas Ingleses”.
Hélio Silva(“Anastácio”, “Nadinho”) – VAR-PALMARES
Carlos Alberto Salles(“Soldado”) – VAR-PALMARES.
Getúlio de Oliveira Cabral(“Gogó”, “Soares”, “Gustavo”) – PCBR.
Cadê o dinheiro, Dilma/Stella?
Do blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão, Domingo, 09 de março de 2008
O chefão Lula fez gracinha e proclamou que a “Dilma é a Mãe do PAC”. Acontece que a “dama de ferro” do Palácio do Planalto é muito mais que isso. Dilma é uma versão tupiniquim da Margareth Thatcher. Mistura o “simpático” estilo inglês de comandar com seu velho estilo brizolista. A mãe manda. E aí de quem não obedecer. Dilma é a atual presidente executiva do Brasil. José Dirceu é o presidente às escondidas (dirige o País falando o tempo todo com Lula no telefone via satélite). Lula da Silva é o presidente Denorex. Parece, mas não é. Apenas encena o espetáculo do pretenso poder. Na maioria das vezes, com toques de ator canastrão. O filme queimado de nossa história mal escrita aceita qualquer um.
Ontem, a versão mal atualizada do “pai” dos pobres soltou mais uma pérola. Constatou que existe corrupção no Brasil. Não só na Polícia – conforme reconheceu ao lançar seu demagógico Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), no Rio de Janeiro. O sempre genial Lula batraqueou que a corrupção está também em outros setores da vida nacional. “Em todos os segmentos da sociedade há corrupção, mas temos que separar o joio do trigo”. E acrescentou: “Na polícia tem corrupção. E na política não tem? No empresariado não tem? No Judiciário não tem? Em todos os setores têm”. Novamente travestido psicologicamente de sociólogo amador, Lula reclamou que a omissão do governo nos últimos 30 anos é responsável pela atual situação. E concluiu: “O Estado foi conivente com a degradação da sociedade brasileira”.
Nosso presidente é um belo filho da mãe! Mas Lula também é “filhote da dita-dura” (como diria Leonel Brizola, que já foi muso-inspirador da Dilma). Por isso, vale a imprecação: Quem pariu o molusco que o embale! Alguém já soltou esta praga bíblica. Mas não teve efeito, porque o cara que criou o monstro faz parte do mundo dos seres invisíveis há muito tempo. Que o céu lhe seja bem leve, Golbery do Couto e Silva. O “Deus da Raça” de Glauber Rocha fabricou o líder metalúrgico Luiz Inácio, no final da década de 70, para barrar politicamente e ocupar os espaços de outras lideranças mais perigosas ao regime como Brizola e Miguel Arraes, no retorno ao Brasil após a conveniente (para todos) “anistia ampla, geral e irrestrita”. Lula está aí agora. Não pode continuar após 2010. Mas já pensa em voltar em 2014.
Lula sabe que a maneira mais segura para seu sonho virar realidade é apostar na vitória de um pretenso candidato de oposição em 2010. Na estratégia mental lulista, o cara ideal para sucedê-lo é o mineirinho Aécio Neves. O PMDB também acha isso, e tenta seduzir o neto de Tancredo a abandonar o ninho tucano. Aécio é ave esperta, e só fará isso se for obrigado pelas circunstâncias políticas. Na visão pragmática de Lula, Aécio seria o mais conveniente. Mas não o ideal. A vontade real de Lula era um terceiro mandato. O candidato de Lula é ele mesmo. Como não há condições para isso, joga suas fichas nos planos A e B.
A “Mãe do PAC” é o plano B. Lula pensa igualzinho a seu guru José Dirceu. Candidato ideal a presidente só existe um: ele mesmo. Ele quem? Ele, sô! Na falta do ideal, ele joga na alternativa Dilma. Os marketeiros do Palácio do Planalto, mobilizados pelo Bolcheviquepropagandaminister Franklin, farão de tudo para viabilizar o nome dela. Na atual conjuntura, Dilma tem toda chance. Ainda não decola nas pesquisas. Mas a máquina é toda a favor dela. Os programas assistencialistas do desgoverno são sucesso garantido de votos. As mega-obras do PAC – alegria para comunidades carentes e felicidade para os cofres de empreiteiros sempre carentes de verbas oficiais – devem abrir os caminhos para a pré-candidata.
Dilma Vana Rousseff Linhares está com tudo. Comanda o governo dos guerrilheiros aposentados: José Dirceu, Franklin Martins e ela mesma. Dilma seria um belo exemplo para os idiotas-iludidos narcoguerrilheiros das FARC. Pelo menos há 39 anos ela escolheu um caminho e hoje colhe os frutos de sua decisão. A história não contada do Brasil revela que, nos anos 60, depois de fazer parte do grupo dos 11 de Leonel Brizola, Dilma se transformou em uma das principais dirigentes e cérebros do movimento guerrilheiro Vanguarda Popular Revolucionária. Em 1969, durante um famoso encontro da VAR-Palmares, em setembro de 1969, em Teresópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, a já poderosa Dilma (na época companheira Stella) travou uma decisiva polêmica com o capitão (desertor do EB) Carlos Lamarca - um dos maiores ícones da esquerda nacional naquela época.
Naquela época, Lamarca queria intensificar as ações de guerrilha rural. Dilma defendia que as ações de guerrilha deveriam ser abrandadas. Ela preferia uma grande mobilização das massas nas grandes cidades (exatamente o que ocorreria anos mais tarde, com o movimento dos metalúrgicos, que criou o PT, na genial invenção do maquiavélico Golbery). Naquela reunião da VAR-Palmares, Dilma conseguiu produzir um racha. Dos 37 presentes, apenas sete acompanharam Lamarca. Os demais ficaram do Dilma. Perderam apenas a metade da fortuna encontrada no cofre do ex-governador Adhemar de Barros, e ficaram sem boa parte das armas da guerrilha.
Também registra a história que Dilma, quando foi presa em janeiro de 1970, tinha fama de poderosa e grande líder. O promotor militar que preparou a acusação contra ela a classificou de “Joana D´Arc da Guerrilha” e “Papisa da Subversão”. A guerrilheira Stella acabou condenada em três processos. Dilma passou três anos presa em São Paulo. A lenda conta que foi submetida aos suplícios da tortura. Teria sido “barbaramente torturada por 22 dias” – conforme relato do grupo “Tortura Nunca Mais”. O número de dias de suplício já lhe renderia uma menção no Guiness Book of the records. Por milagre divino, ao sair da cadeia, Dilma não tinha seqüelas das supostas torturas brutais.
Hoje, na posição privilegiada de ministra-chefe da Casa Civil e na presidência do Conselho de Administração da Petrobrás, Dilma está pronta para ser a líder do processo de sucessão de Lula. Deve se preparar para o fogo amigo dentro do próprio PT. Também para o chumbo grosso da pretensa oposição, que vai marcá-la ainda mais em cima de agora em diante. Se conseguir trilhar o nada fácil caminho para sentar na cadeira do chefão, Dilma se sentirá ainda mais vitoriosa. Se não conseguir, paciência, pois já terá firmado seu poder e aparelhado a máquina estratégica do Estado – o que vai obrigar o sucessor de Lula (se não for ela mesmo, como deseja) a negociar com a Dilma.
Enfim, a guerrilheira Stella está mais viva que nunca e pronta para o combate na selva da política brasileira. As FARC deviam aprender com ela... Antigamente, a Vovó Stella levava quem tinha grana para a Disney. E agora, para onde nos levará a mamãe Stella? Pergunta enigmática. Só se sabe ao certo que Stella é a Mãe! E os brasileiros que votarem nela serão bons filhos... Com certeza...
Por Jorge Serrão, Domingo, 09 de março de 2008
O chefão Lula fez gracinha e proclamou que a “Dilma é a Mãe do PAC”. Acontece que a “dama de ferro” do Palácio do Planalto é muito mais que isso. Dilma é uma versão tupiniquim da Margareth Thatcher. Mistura o “simpático” estilo inglês de comandar com seu velho estilo brizolista. A mãe manda. E aí de quem não obedecer. Dilma é a atual presidente executiva do Brasil. José Dirceu é o presidente às escondidas (dirige o País falando o tempo todo com Lula no telefone via satélite). Lula da Silva é o presidente Denorex. Parece, mas não é. Apenas encena o espetáculo do pretenso poder. Na maioria das vezes, com toques de ator canastrão. O filme queimado de nossa história mal escrita aceita qualquer um.
Ontem, a versão mal atualizada do “pai” dos pobres soltou mais uma pérola. Constatou que existe corrupção no Brasil. Não só na Polícia – conforme reconheceu ao lançar seu demagógico Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), no Rio de Janeiro. O sempre genial Lula batraqueou que a corrupção está também em outros setores da vida nacional. “Em todos os segmentos da sociedade há corrupção, mas temos que separar o joio do trigo”. E acrescentou: “Na polícia tem corrupção. E na política não tem? No empresariado não tem? No Judiciário não tem? Em todos os setores têm”. Novamente travestido psicologicamente de sociólogo amador, Lula reclamou que a omissão do governo nos últimos 30 anos é responsável pela atual situação. E concluiu: “O Estado foi conivente com a degradação da sociedade brasileira”.
Nosso presidente é um belo filho da mãe! Mas Lula também é “filhote da dita-dura” (como diria Leonel Brizola, que já foi muso-inspirador da Dilma). Por isso, vale a imprecação: Quem pariu o molusco que o embale! Alguém já soltou esta praga bíblica. Mas não teve efeito, porque o cara que criou o monstro faz parte do mundo dos seres invisíveis há muito tempo. Que o céu lhe seja bem leve, Golbery do Couto e Silva. O “Deus da Raça” de Glauber Rocha fabricou o líder metalúrgico Luiz Inácio, no final da década de 70, para barrar politicamente e ocupar os espaços de outras lideranças mais perigosas ao regime como Brizola e Miguel Arraes, no retorno ao Brasil após a conveniente (para todos) “anistia ampla, geral e irrestrita”. Lula está aí agora. Não pode continuar após 2010. Mas já pensa em voltar em 2014.
Lula sabe que a maneira mais segura para seu sonho virar realidade é apostar na vitória de um pretenso candidato de oposição em 2010. Na estratégia mental lulista, o cara ideal para sucedê-lo é o mineirinho Aécio Neves. O PMDB também acha isso, e tenta seduzir o neto de Tancredo a abandonar o ninho tucano. Aécio é ave esperta, e só fará isso se for obrigado pelas circunstâncias políticas. Na visão pragmática de Lula, Aécio seria o mais conveniente. Mas não o ideal. A vontade real de Lula era um terceiro mandato. O candidato de Lula é ele mesmo. Como não há condições para isso, joga suas fichas nos planos A e B.
A “Mãe do PAC” é o plano B. Lula pensa igualzinho a seu guru José Dirceu. Candidato ideal a presidente só existe um: ele mesmo. Ele quem? Ele, sô! Na falta do ideal, ele joga na alternativa Dilma. Os marketeiros do Palácio do Planalto, mobilizados pelo Bolcheviquepropagandaminister Franklin, farão de tudo para viabilizar o nome dela. Na atual conjuntura, Dilma tem toda chance. Ainda não decola nas pesquisas. Mas a máquina é toda a favor dela. Os programas assistencialistas do desgoverno são sucesso garantido de votos. As mega-obras do PAC – alegria para comunidades carentes e felicidade para os cofres de empreiteiros sempre carentes de verbas oficiais – devem abrir os caminhos para a pré-candidata.
Dilma Vana Rousseff Linhares está com tudo. Comanda o governo dos guerrilheiros aposentados: José Dirceu, Franklin Martins e ela mesma. Dilma seria um belo exemplo para os idiotas-iludidos narcoguerrilheiros das FARC. Pelo menos há 39 anos ela escolheu um caminho e hoje colhe os frutos de sua decisão. A história não contada do Brasil revela que, nos anos 60, depois de fazer parte do grupo dos 11 de Leonel Brizola, Dilma se transformou em uma das principais dirigentes e cérebros do movimento guerrilheiro Vanguarda Popular Revolucionária. Em 1969, durante um famoso encontro da VAR-Palmares, em setembro de 1969, em Teresópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, a já poderosa Dilma (na época companheira Stella) travou uma decisiva polêmica com o capitão (desertor do EB) Carlos Lamarca - um dos maiores ícones da esquerda nacional naquela época.
Naquela época, Lamarca queria intensificar as ações de guerrilha rural. Dilma defendia que as ações de guerrilha deveriam ser abrandadas. Ela preferia uma grande mobilização das massas nas grandes cidades (exatamente o que ocorreria anos mais tarde, com o movimento dos metalúrgicos, que criou o PT, na genial invenção do maquiavélico Golbery). Naquela reunião da VAR-Palmares, Dilma conseguiu produzir um racha. Dos 37 presentes, apenas sete acompanharam Lamarca. Os demais ficaram do Dilma. Perderam apenas a metade da fortuna encontrada no cofre do ex-governador Adhemar de Barros, e ficaram sem boa parte das armas da guerrilha.
Também registra a história que Dilma, quando foi presa em janeiro de 1970, tinha fama de poderosa e grande líder. O promotor militar que preparou a acusação contra ela a classificou de “Joana D´Arc da Guerrilha” e “Papisa da Subversão”. A guerrilheira Stella acabou condenada em três processos. Dilma passou três anos presa em São Paulo. A lenda conta que foi submetida aos suplícios da tortura. Teria sido “barbaramente torturada por 22 dias” – conforme relato do grupo “Tortura Nunca Mais”. O número de dias de suplício já lhe renderia uma menção no Guiness Book of the records. Por milagre divino, ao sair da cadeia, Dilma não tinha seqüelas das supostas torturas brutais.
Hoje, na posição privilegiada de ministra-chefe da Casa Civil e na presidência do Conselho de Administração da Petrobrás, Dilma está pronta para ser a líder do processo de sucessão de Lula. Deve se preparar para o fogo amigo dentro do próprio PT. Também para o chumbo grosso da pretensa oposição, que vai marcá-la ainda mais em cima de agora em diante. Se conseguir trilhar o nada fácil caminho para sentar na cadeira do chefão, Dilma se sentirá ainda mais vitoriosa. Se não conseguir, paciência, pois já terá firmado seu poder e aparelhado a máquina estratégica do Estado – o que vai obrigar o sucessor de Lula (se não for ela mesmo, como deseja) a negociar com a Dilma.
Enfim, a guerrilheira Stella está mais viva que nunca e pronta para o combate na selva da política brasileira. As FARC deviam aprender com ela... Antigamente, a Vovó Stella levava quem tinha grana para a Disney. E agora, para onde nos levará a mamãe Stella? Pergunta enigmática. Só se sabe ao certo que Stella é a Mãe! E os brasileiros que votarem nela serão bons filhos... Com certeza...
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Cavaleiro do Templo
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sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Promoção Post Mortem
Li isto no blog ALERTA TOTAL
O Capitão Alberto Mendes Júnior, herói da Polícia Militar de São Paulo, será promovido hoje à noite, “Post Mortem”, ao posto de Coronel PM.
O tenente Mendes Junior foi assassinado a CORONHADAS (viram como este pessoal da esquerda revolucionária é??) pelo “herói” Carlos Lamarca, guerrilheiro, desertor do Exército Brasileiro, que promovido, salarialmente, a General pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça.
A promoção do Coronel Mendes será formalizada em um ato cívico coordenado pelo deputado estadual Major Olimpio Gomes, a partir das 19 horas, no no Auditório Franco Montoro da Assembléia Legislativa paulista.
O Capitão Alberto Mendes Júnior, herói da Polícia Militar de São Paulo, será promovido hoje à noite, “Post Mortem”, ao posto de Coronel PM.
O tenente Mendes Junior foi assassinado a CORONHADAS (viram como este pessoal da esquerda revolucionária é??) pelo “herói” Carlos Lamarca, guerrilheiro, desertor do Exército Brasileiro, que promovido, salarialmente, a General pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça.
A promoção do Coronel Mendes será formalizada em um ato cívico coordenado pelo deputado estadual Major Olimpio Gomes, a partir das 19 horas, no no Auditório Franco Montoro da Assembléia Legislativa paulista.
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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".
