Do blog NOTALATINA
O termômetro continua subindo na Venezuela deixando à mostra o desespero de Chávez para o mundo inteiro. O primeiro sintoma da agudeza desse surto psicótico foi o episódio degradante na Cúpula Iberoamericana ocorrida no Chile, em que foi necessário a intervenção do Rei Juan Carlos de Espanha que vem sendo acusado, por Chávez e seus seguidores, de tê-lo mandado calar-se. Quem disso usa disso cuida, diz o ditado, pois quem MANDA calar-se aos outros, quando lhe dá na telha é Chávez; o rei, perplexo com tanto desrespeito e falta de educação “perguntou” por que ele não se calava, pois a vez de falar era de Zapatero que não conseguia porque era constantemente interrompido pelo rude e sem educação ditador da Venezuela, acostumado às reuniões de seus kamaradas terroristas e criminosos do Foro de São Paulo.
Ainda na mesma cúpula, Chávez entendeu de se meter num assunto que não lhe diz respeito sobre a questão do mar territorial que está sendo reivindicado pela Bolívia ao Chile, causando mais constrangimentos. Porque ele paga as contas do cocalero Morales acha que pode interferir em assuntos de Estado, embora viva apregoando o respeito à “auto-determinação dos povos”. Essa discussão é antiga e vem sendo tratada desde que Morales e Bachelet assumiram a presidência de seus países; Bachelet, com a autoridade que o cargo lhe confere, mandou Chávez recolher-se à sua insignificância mas no Basil não se falou disso. Depois, foi a vez do rei Abdullah, da Arábia Saudita, durante encontro da OPEP que, diante da afirmação de Chávez de que a OPEP “deveria atuar como uma entidade política”, ouviu do rei: “O petróleo é uma energia para o desenvolvimento e não deve ser uma ferramenta para conflitos ou emoções”. Bingo!
E no fim-de-semana passado o presidente Álvaro Uribe, finalmente, conseguiu entender o erro que cometeu em aceitar Chávez como “mediador” entre as FARC e o governo da Colômbia, no acordo humanitário para libertar os reféns seqüestrados há anos por este bando narco-terrorista. O que Chávez pretendeu quando se ofereceu como mediador, na realidade, foi legitimar seus encontros com os chefões daquele bando – que pertence ao Foro de São Paulo juntamente o sr. Lula que é membro fundador e que recusa-se a denominá-los como terroristas por serem parceiros e amigos – com o aval da comunidade internacional sem despertar a mais mínima suspeita.
Chávez foi com muita sede ao pote e teve encontros com Raúl Reyes e Manuel Marulanda “Tirofijo”, descumprindo o acordo feito de que a intermediação não seria através dos “cappos”. Ademais, uma das partes do acordo que era apresentear uma prova concreta de que a franco-colombiana Ingrid Bettancourt, estava viva, não apareceu em momento algum, nem para Uribe nem para Sarkozy, deixando o presidente francês igualmente insatisfeito com sua “atuação”.
Então, no sábado Uribe destituiu Chávez da função, desencadeando a fúria do psicopata que agora posa de vítima e arremete para todos os lados agredindo e acusando todos que não fazem suas vontades. Em comunicados em seu programa “Alô Presidente” Chávez usou, como de costume, impropérios e calúnias contra o presidente da Colômbia que manteve e mantém a classe e a compostura que se espera de um mandatário de um país. Chávez, ao contrário, continuou sua cruzada ensandecida, primeiro tirando seu embaixador daquele país e hoje, em resposta ao enérgico pronunciamento feito por Uribe (que segue abaixo traduzido na íntegra) domingo passado, disse que não terá mais relações com a Colômbia enquanto Uribe for presidente, alegando que Uribe é “um presidente que é capaz de mentir descaradamente, desrespeitar outro presidente ao qual é chamado de seu amigo, ao qual é chamado para ajudá-lo”.
Ok. Antes de transcrever o pronunciamento de Uribe, os convido à reflexão sobre quem “mente descaradamente”: se Chávez, que nega envolvimento com as FARC mas ofereceu cidadania a um dos membros do Estado Maior e considerado “chanceler” das FARC, Rodrigo Granda Escobar, - que vai inclusive votar no referendo de domingo com a cédula eleitoral de nº V-22942118, outorgada pelo Registro Eleitoral Permanente (REP) do CNE -, ou Uribe, que lhe joga na cara suas ligações mais que provadas com as FARC, que já têm em seu haver mais de 60.000 mortes e um sem-número de seqüestros? Cabe ainda acrescentar que Granda havia sido preso na fronteira entre Colômbia e Venezuela em 2004, numa operação conjunta entre militares da Colômbia e do DISIP da Venezuela, mas foi libertado por Uribe este ano como prova de sua boa-vontade em negociar o soltura dos reféns. Granda foi “descansar” em Cuba, as FARC não soltaram nenhum refém, e agora ele voltou para a Venezuela a fim de “ajudar” nessa pseudo-negociação.
Há muito o que falar sobre este assunto mas por hoje fico apenas com isto e o pronunciamento de Uribe que, aliás, foi feita hoje uma pesquisa para saber como ficou sua popularidade depois desse entrevero com o desesperado ditador da Venezuela e o resultado foi um nada surpreendente 80% de apoio e aprovação. Fiquem com Deus e aguardem até amanhã, com mais informações atualizadas sobre o que DE FATO está se passando na Venezuela.
Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
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quinta-feira, 29 de novembro de 2007
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Três lições inesquecíveis - por Olavo de Carvalho
Do portal do filósofo que não tem medo de sociopatas e meu ídolo, OLAVO DE CARVALHO
O espetáculo reconfortante da humilhação pública do senhor Hugo Chávez foi um dos mais instrutivos das últimas semanas. Com ele aprendemos três lições: sobre o que é democracia, sobre o que é um rei e sobre como funciona (ou não funciona) a cabeça de um revolucionário.
Quanto ao senhor Hugo Chávez, fazendo diante da reprimenda aquela expressão inconfundível de perplexidade e medo, mostrou algo que há anos venho dizendo: todos esses líderes revolucionários, a começar por Fidel Castro, pelos chefes das Farc e pela multidão dos nossos terroristas indenizados por seus próprios crimes, são indivíduos fracos, covardes, frouxos, bons para atirar em manifestantes desarmados ou para matar pelas costas adversários desprevenidos, mas incapazes de qualquer ato de genuína coragem, que por definição é sempre um ato solitário.
Valentes diante dos holofotes ou fortalecidos pela proteção de uma rede internacional de cúmplices, tão logo se vêem abandonados à própria sorte só o que sabem fazer é implorar como Che Guevara: "Não me matem! Não me matem!". Mostra-me os teus heróis e eu te direi quem és.
(1) Ao exigir o respeito devido ao seu antecessor José Maria Aznar, que ali fora ofendido por um orador insolente, o senhor Zapatero mostrou a diferença - que nem sempre há, mas deveria haver - entre esquerda democrática e esquerda revolucionária. Esta última acredita que seus projetos sociais são tão sublimes que fazem dela "o primeiro escalão da espécie humana", como dizia Che Guevara, condição que a autoriza a ignorar solenemente os deveres morais e legais que pesam sobre as pessoas comuns e a investe do direito de mentir, trapacear, roubar e matar ilimitadamente em nome das belezas imaginárias de um futuro hipotético. Já a esquerda democrática, consciente da fragilidade das idéias humanas, pode lutar pelos seus projetos com entusiasmo, mas sabe que eles valem menos do que a regra do jogo em que concorrem com os do adversário.
Para o revolucionário, só o que importa é modificar a sociedade - se não a natureza humana - de maneira integral e irreversível, passando por cima de tudo e de todos. O democrata, de direita ou de esquerda, sabe que nenhuma mudança introduzida por um governo é tão inquestionavelmente boa que deva a priori estar vacinada contra a possibilidade de que o governo seguinte a reverta. Zapatero mostrou que, na ordem democrática, ninguém tem a última palavra.
(2) Um rei não é um governante. É o comandante vitalício das Forças Armadas, o garantidor da autoridade dos governos sucessivos, o guardião de uma ordem que permanece enquanto os políticos passam. Com sua inesperada intervenção, o rei Juan Carlos não entrou no mérito do assunto em debate. Apenas garantiu, contra a insolência de um monólogo ditatorial histérico, o direito do seu chefe de governo à palavra. Não faltarão na mídia brasileira desinformantes cínicos o bastante para tentar impingir ao leitor um relato invertido, fazendo de Chávez o indiozinho indefeso, oprimido pela prepotência do colonizador. Mas a seqüência das imagens mostra claramente que foi Chávez o primeiro a oprimir o interlocutor, só se detendo, atônito, ante a entrada em cena de uma personalidade mais forte. Se as palavras dessa personalidade foram exemplarmente abruptas e cortantes, isso só mostra que não é próprio da função real tagarelar, mas tapar a boca dos tagarelas que se arrogam o monopólio da fala.
(3) Quanto ao senhor Hugo Chávez, fazendo diante da reprimenda aquela expressão inconfundível de perplexidade e medo, mostrou algo que há anos venho dizendo: todos esses líderes revolucionários, a começar por Fidel Castro, pelos chefes das Farc e pela multidão dos nossos terroristas indenizados por seus próprios crimes, são indivíduos fracos, covardes, frouxos, bons para atirar em manifestantes desarmados ou para matar pelas costas adversários desprevenidos, mas incapazes de qualquer ato de genuína coragem, que por definição é sempre um ato solitário. Valentes diante dos holofotes ou fortalecidos pela proteção de uma rede internacional de cúmplices, tão logo se vêem abandonados à própria sorte só o que sabem fazer é implorar como Che Guevara: "Não me matem! Não me matem!". Mostra-me os teus heróis e eu te direi quem és.
O espetáculo reconfortante da humilhação pública do senhor Hugo Chávez foi um dos mais instrutivos das últimas semanas. Com ele aprendemos três lições: sobre o que é democracia, sobre o que é um rei e sobre como funciona (ou não funciona) a cabeça de um revolucionário.
Quanto ao senhor Hugo Chávez, fazendo diante da reprimenda aquela expressão inconfundível de perplexidade e medo, mostrou algo que há anos venho dizendo: todos esses líderes revolucionários, a começar por Fidel Castro, pelos chefes das Farc e pela multidão dos nossos terroristas indenizados por seus próprios crimes, são indivíduos fracos, covardes, frouxos, bons para atirar em manifestantes desarmados ou para matar pelas costas adversários desprevenidos, mas incapazes de qualquer ato de genuína coragem, que por definição é sempre um ato solitário.
Valentes diante dos holofotes ou fortalecidos pela proteção de uma rede internacional de cúmplices, tão logo se vêem abandonados à própria sorte só o que sabem fazer é implorar como Che Guevara: "Não me matem! Não me matem!". Mostra-me os teus heróis e eu te direi quem és.
(1) Ao exigir o respeito devido ao seu antecessor José Maria Aznar, que ali fora ofendido por um orador insolente, o senhor Zapatero mostrou a diferença - que nem sempre há, mas deveria haver - entre esquerda democrática e esquerda revolucionária. Esta última acredita que seus projetos sociais são tão sublimes que fazem dela "o primeiro escalão da espécie humana", como dizia Che Guevara, condição que a autoriza a ignorar solenemente os deveres morais e legais que pesam sobre as pessoas comuns e a investe do direito de mentir, trapacear, roubar e matar ilimitadamente em nome das belezas imaginárias de um futuro hipotético. Já a esquerda democrática, consciente da fragilidade das idéias humanas, pode lutar pelos seus projetos com entusiasmo, mas sabe que eles valem menos do que a regra do jogo em que concorrem com os do adversário.
Para o revolucionário, só o que importa é modificar a sociedade - se não a natureza humana - de maneira integral e irreversível, passando por cima de tudo e de todos. O democrata, de direita ou de esquerda, sabe que nenhuma mudança introduzida por um governo é tão inquestionavelmente boa que deva a priori estar vacinada contra a possibilidade de que o governo seguinte a reverta. Zapatero mostrou que, na ordem democrática, ninguém tem a última palavra.
(2) Um rei não é um governante. É o comandante vitalício das Forças Armadas, o garantidor da autoridade dos governos sucessivos, o guardião de uma ordem que permanece enquanto os políticos passam. Com sua inesperada intervenção, o rei Juan Carlos não entrou no mérito do assunto em debate. Apenas garantiu, contra a insolência de um monólogo ditatorial histérico, o direito do seu chefe de governo à palavra. Não faltarão na mídia brasileira desinformantes cínicos o bastante para tentar impingir ao leitor um relato invertido, fazendo de Chávez o indiozinho indefeso, oprimido pela prepotência do colonizador. Mas a seqüência das imagens mostra claramente que foi Chávez o primeiro a oprimir o interlocutor, só se detendo, atônito, ante a entrada em cena de uma personalidade mais forte. Se as palavras dessa personalidade foram exemplarmente abruptas e cortantes, isso só mostra que não é próprio da função real tagarelar, mas tapar a boca dos tagarelas que se arrogam o monopólio da fala.
(3) Quanto ao senhor Hugo Chávez, fazendo diante da reprimenda aquela expressão inconfundível de perplexidade e medo, mostrou algo que há anos venho dizendo: todos esses líderes revolucionários, a começar por Fidel Castro, pelos chefes das Farc e pela multidão dos nossos terroristas indenizados por seus próprios crimes, são indivíduos fracos, covardes, frouxos, bons para atirar em manifestantes desarmados ou para matar pelas costas adversários desprevenidos, mas incapazes de qualquer ato de genuína coragem, que por definição é sempre um ato solitário. Valentes diante dos holofotes ou fortalecidos pela proteção de uma rede internacional de cúmplices, tão logo se vêem abandonados à própria sorte só o que sabem fazer é implorar como Che Guevara: "Não me matem! Não me matem!". Mostra-me os teus heróis e eu te direi quem és.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
O que aconteceu de fato - O Rei e o palhaço
Consegui este vídeo comentado sobre o incidente causado pelo Hugo Chávez "de Cadeia" que nos mostra todo o ocorrido. Vejam que o palhaço ofende o Rei Juan Carlos (correção, não ofende diretamente pois alguns componentes da mesa estão visivelmente incomodados com a impostura do delirante) mas sim o palestrante, o Sr. Zapatero e o Sr. Aznar, ausente. Vejam que belo esporro ele levou, ainda mais bonito, ao meu ver, que o cala a boca que o figurante Chávez ouviu do Rei.
Ouçam o palavrório que caracteriza este tipo de monstro que teima em renascer na América Latina. É contra este tipo de criatura que temos que nos manifestar e brigar de verdade. Ali, neste evento, o Chávez tirou sua máscara. O que este cara é na verdade? Uma pessoa que sentiu inveja pela sua opção de vida, a ignorância.
O problema é que estes monstros não entendem que todo ser humano nasce ignorante e que sair desta condição é a premissa para ser um Sr. Zapatero, pois por pior que este possa ser (não tenho opinião sobre o mesmo), fê-lo calar-se com a luz da verdade ao colocar um espelho em frente à sua cara de demônio e exigir do infeliz que tivesse respeito pelas pessoas ausentes.
Assim se cala um demente delinquente sociopata.
Este é o amigo do Lula, este é o tipo de gente que comanda nosso continente. Tudo que eles são é fruto de suas opções de vida. Podiam estudar, aprender mas não querem.
A mídia brasileiro deu ênfase ao "cala a boca" e "esqueceu" de mostrar o início da coisa toda, bem como a fala do Sr. Zapatero, imprescindível para entendermos a cabeça de um impostor eleito e aprendermos o que é ser democrata, o que é entender o valor do respeito ao próximo, mesmo que este seja um cachorro imundo dos infernos. Duvido muito que o Sr. Zapatero falasse tão mal do Hugo como este valou do Sr. Aznar neste episódio.
Putz, no Brasil me parece que só o Olavo de Carvalho tem a coragem de falar "na lata" como fizeram o Sr. Zapatero e o Rei Juan Carlos.
Ouçam o palavrório que caracteriza este tipo de monstro que teima em renascer na América Latina. É contra este tipo de criatura que temos que nos manifestar e brigar de verdade. Ali, neste evento, o Chávez tirou sua máscara. O que este cara é na verdade? Uma pessoa que sentiu inveja pela sua opção de vida, a ignorância.
O problema é que estes monstros não entendem que todo ser humano nasce ignorante e que sair desta condição é a premissa para ser um Sr. Zapatero, pois por pior que este possa ser (não tenho opinião sobre o mesmo), fê-lo calar-se com a luz da verdade ao colocar um espelho em frente à sua cara de demônio e exigir do infeliz que tivesse respeito pelas pessoas ausentes.
Assim se cala um demente delinquente sociopata.
Este é o amigo do Lula, este é o tipo de gente que comanda nosso continente. Tudo que eles são é fruto de suas opções de vida. Podiam estudar, aprender mas não querem.
A mídia brasileiro deu ênfase ao "cala a boca" e "esqueceu" de mostrar o início da coisa toda, bem como a fala do Sr. Zapatero, imprescindível para entendermos a cabeça de um impostor eleito e aprendermos o que é ser democrata, o que é entender o valor do respeito ao próximo, mesmo que este seja um cachorro imundo dos infernos. Duvido muito que o Sr. Zapatero falasse tão mal do Hugo como este valou do Sr. Aznar neste episódio.
Putz, no Brasil me parece que só o Olavo de Carvalho tem a coragem de falar "na lata" como fizeram o Sr. Zapatero e o Rei Juan Carlos.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
DEM reage a disparate de Lula, repudia sua aliança com Chávez e denuncia tentação golpista
Do blog REINALDO AZEVEDO
Brasília, 15 de novembro de 2007
Por entender que, ao defender a continuidade de Hugo Chávez no poder com base em plebiscitos, o presidente Lula da Silva fez a mais grave ameaça à democracia brasileira desde que assumiu o mandato, o Democratas vem a público para:
1) repudiar a sociedade do presidente da República e do governo com o ditador da Venezuela, Hugo Chávez, por considerar que esta aliança ameaça a democracia e o Estado de Direito, além de ser contrária e nociva aos interesses do povo brasileiro;
2) denunciar ao país que, ao avalizar e tentar conferir legitimidade ao governo ditatorial de Hugo Chávez, o presidente Lula emite sinal verde a golpistas que estão urdindo emenda à Constituição para impedir a alternância de poder no Brasil, a exemplo do que foi feito na Venezuela;
3) reafirmar que o prazo do mandato do presidente Lula está definido na Constituição da República e que propostas espúrias para mexer neste prazo serão tratadas pelo Democratas como aquilo que realmente são: tentativas de golpe de Estado para extinguir a Democracia e o Estado de Direito com o objetivo de instalar uma ditadura no Brasil;
4) antecipar que as bancadas democratas na Câmara e no Senado rejeitarão toda e qualquer manobra para enfraquecer o Congresso Nacional e conduzir o país à margem da Lei e do Estado de Direito;
5) reafirmar que o Democratas vota contra o ingresso da Venezuela no Mercosul porque o Mercado Comum exige a credencial democrática dos países membros, requisito que o ditador Hugo Chávez subtraiu do seu País e do seu povo;
6) e, por fim, manifestar total solidariedade aos valentes venezuelanos que enfrentam o governo antidemocrático de Hugo Chávez na Venezuela.
Rodrigo Maia - Presidente do partido DEMOCRATAS
Brasília, 15 de novembro de 2007
Por entender que, ao defender a continuidade de Hugo Chávez no poder com base em plebiscitos, o presidente Lula da Silva fez a mais grave ameaça à democracia brasileira desde que assumiu o mandato, o Democratas vem a público para:
1) repudiar a sociedade do presidente da República e do governo com o ditador da Venezuela, Hugo Chávez, por considerar que esta aliança ameaça a democracia e o Estado de Direito, além de ser contrária e nociva aos interesses do povo brasileiro;
2) denunciar ao país que, ao avalizar e tentar conferir legitimidade ao governo ditatorial de Hugo Chávez, o presidente Lula emite sinal verde a golpistas que estão urdindo emenda à Constituição para impedir a alternância de poder no Brasil, a exemplo do que foi feito na Venezuela;
3) reafirmar que o prazo do mandato do presidente Lula está definido na Constituição da República e que propostas espúrias para mexer neste prazo serão tratadas pelo Democratas como aquilo que realmente são: tentativas de golpe de Estado para extinguir a Democracia e o Estado de Direito com o objetivo de instalar uma ditadura no Brasil;
4) antecipar que as bancadas democratas na Câmara e no Senado rejeitarão toda e qualquer manobra para enfraquecer o Congresso Nacional e conduzir o país à margem da Lei e do Estado de Direito;
5) reafirmar que o Democratas vota contra o ingresso da Venezuela no Mercosul porque o Mercado Comum exige a credencial democrática dos países membros, requisito que o ditador Hugo Chávez subtraiu do seu País e do seu povo;
6) e, por fim, manifestar total solidariedade aos valentes venezuelanos que enfrentam o governo antidemocrático de Hugo Chávez na Venezuela.
Rodrigo Maia - Presidente do partido DEMOCRATAS
Lula apóia Chávez contra o Rei Juan Carlos
Do portal MENESTREL & CIA
Lula apoia Chávez contra o Rei Juan Carlos de Espanha e a reeleição sucessiva do ditador da Venezuela.
No seu linguajar enrolado de botequim de periferia ele anuciou ontem pelos telejornais noturnos:
A nova Ditadura no Brasil vem aí!
E pior que a anterior, pois capitaneada por um bando de néscios e corruptos e apoiada pelos dois extremos da sociedade: banqueiros e industriais que "nunca dantes" ganharam tanto e os sem trabalho que vivem da caridade pública. O saque aos cofres da Nação é franqueado aos amigos do Rei, amoral, mentiroso, fanfarrão, megalomaníaco. Qual o futuro de um país dirigido pelo que há de pior no caráter humano? O ovo da serpente já se quebrou e seus filhotes avançam pelos pântanos, bosques e jardins, sem que a maioria da população se importe. Este não é o pais moderno das torres de vidro e das máquinas maravilhosas. É o mangue, a selva, a água putrefata dos rios, lagos e mares poluídos, a terra seca pela corrupção, o fogo produzindo madeira e carvão, falta de vergonha e muita impunidade, sangue , violência, fraudes e vigarices jorrando em borbotôes, barracos e taperas que se eternizam, doença e ignorância mal cuidadas.
É o país do homem-saúva, da mulher-toupeira, do jovem-fumacê, da criança-ameba, do corvo-rei, do gavião-calçudo, do carcará-pançudo, da anta-rainha, do gambá-perfumado, do sapo-vaidoso, da ratazana-grelhuda, da erva-daninha, do mosquito-da-dengue, da mula-sem-cabeça, do caipora, do vagalume-apagado, da coruja-cega, do galo-capado, do cão-sem-dono e do cagalhão espalhado.
Não é herança que se deixe aos filhos, mas tem gente que gosta e vai deixá-la! Apoiando a megalomania e a torpeza do ídolo de pés-de-barro assinam seus testamentos.
Lula apoia Chávez contra o Rei Juan Carlos de Espanha e a reeleição sucessiva do ditador da Venezuela.
No seu linguajar enrolado de botequim de periferia ele anuciou ontem pelos telejornais noturnos:
A nova Ditadura no Brasil vem aí!
E pior que a anterior, pois capitaneada por um bando de néscios e corruptos e apoiada pelos dois extremos da sociedade: banqueiros e industriais que "nunca dantes" ganharam tanto e os sem trabalho que vivem da caridade pública. O saque aos cofres da Nação é franqueado aos amigos do Rei, amoral, mentiroso, fanfarrão, megalomaníaco. Qual o futuro de um país dirigido pelo que há de pior no caráter humano? O ovo da serpente já se quebrou e seus filhotes avançam pelos pântanos, bosques e jardins, sem que a maioria da população se importe. Este não é o pais moderno das torres de vidro e das máquinas maravilhosas. É o mangue, a selva, a água putrefata dos rios, lagos e mares poluídos, a terra seca pela corrupção, o fogo produzindo madeira e carvão, falta de vergonha e muita impunidade, sangue , violência, fraudes e vigarices jorrando em borbotôes, barracos e taperas que se eternizam, doença e ignorância mal cuidadas.
É o país do homem-saúva, da mulher-toupeira, do jovem-fumacê, da criança-ameba, do corvo-rei, do gavião-calçudo, do carcará-pançudo, da anta-rainha, do gambá-perfumado, do sapo-vaidoso, da ratazana-grelhuda, da erva-daninha, do mosquito-da-dengue, da mula-sem-cabeça, do caipora, do vagalume-apagado, da coruja-cega, do galo-capado, do cão-sem-dono e do cagalhão espalhado.
Não é herança que se deixe aos filhos, mas tem gente que gosta e vai deixá-la! Apoiando a megalomania e a torpeza do ídolo de pés-de-barro assinam seus testamentos.
domingo, 18 de novembro de 2007
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Hugo e o Rei
Tenho lido muitas matérias sobre o episódio em que o Rei Juan Carlos pergunta ao venezuelano revolucionário bolivariano sociopata(o que é, antes de tudo, uma contradição pois Bolivar disse que "quem serve à revolução perde tempo" e, portanto, deve estar revirando-se no túmulo) "porque você não se cala?".
Postura em cargos públicos é antes de qualquer outra coisa fundamental.
Denota respeito mínimo ao cargo, representativo pode definição. Se você representa alguém, sua maneira de comportar-se de postar-se é a mesma de seus representados.
Respeito é entender que do outro lado existe um ser humano como você. Faltar com respeito deste jeito é colocar-se em um degrau acima das outras pessoas. É, em resumo, achar-se melhor. É delírio. Ou doença mental e a do palhaço Hugo é a sociopatia.
Meu comentário sobre o episódio é: aquela pessoa não tem a mínima postura necessária para o cargo que ocupa. Em posts anteriores a estes inseri vídeos que mostram mais sobre esta minha opinião, palavrões saídos da boca do mesmo em público, tiros em estudantes, mentiras a jornalistas, etc.
Notem que não entro nos (de)méritos da pessoa nem em política para publicar minha opinião. Não precisa, o resto é visível por qualquer um.
Postura em cargos públicos é antes de qualquer outra coisa fundamental.
Denota respeito mínimo ao cargo, representativo pode definição. Se você representa alguém, sua maneira de comportar-se de postar-se é a mesma de seus representados.
Respeito é entender que do outro lado existe um ser humano como você. Faltar com respeito deste jeito é colocar-se em um degrau acima das outras pessoas. É, em resumo, achar-se melhor. É delírio. Ou doença mental e a do palhaço Hugo é a sociopatia.
Meu comentário sobre o episódio é: aquela pessoa não tem a mínima postura necessária para o cargo que ocupa. Em posts anteriores a estes inseri vídeos que mostram mais sobre esta minha opinião, palavrões saídos da boca do mesmo em público, tiros em estudantes, mentiras a jornalistas, etc.
Notem que não entro nos (de)méritos da pessoa nem em política para publicar minha opinião. Não precisa, o resto é visível por qualquer um.
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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".

